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24 Apr 11:39

afewdrunkcaptains: debt: united steaks of america



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united steaks of america

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13 Apr 18:00

Your Beliefs Shape You

gods,hulk,funny,avengers

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13 Apr 18:32

mllescarlet: No that’s perfect



mllescarlet:

No that’s perfect

24 Mar 19:34

Amanda está doente, e a causa pode ter sido sexo com Fernando

by Fhilipe Pelájjio
Lori

Pau grande dá isso. (compartilhando a título de curiosidade mesmo, pq um monte de gente não sabe q pau grande dá isso)

Depois de várias noites de sexo, Amanda e Fernando se estabeleceram como um casal. Toda essa animação parece ter rendido uma infecção para Amanda.

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Reprodução / Globo

Após ter várias noites quentes com Fernando, Amanda acabou ficando doente e anda sofrendo com uma infecção urinária. Uma médica foi até o programa para prestar atendimento a sister, e já ministrou os remédios que vão combater a infecção.

Nos últimos dias, Amanda reclamou bastante de dores na hora de urinar.

Segundo consulta do portal R7 a ginecologistas, 85% dos casos de infecção urinária se manifestam depois de atividades sexuais.

 

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18 Apr 16:43

EU JÁ SABIA: BLOGUEIRO REAÇA RECEBE DINHEIRO DO ALCKMIN

by lola aronovich
Ah, é muito triste ter que viajar logo quando uma bomba deliciosa dessas estoura! 
Águas Belas, já estou indo!
Mas eu tenho que ir pra praia. Paguei até adiantado! E preciso de uns dias de descanso longe da internet, de tudo.
Esta notícia da Folha pode não querer dizer muito pra quem está de fora. Porém, pra mim, é um deleite! 
Imprensa Marrom, um dos blogs do
Gravataí
Vou contar, o mais rapidamente que posso. Alguns meses depois de começar o blog, em janeiro de 2008, fiquei sabendo de um tal de Fernando, vulgo Gravataí Merengue, vulgo gravz. Pra mim, ele sempre foi um reaça machistóide que escreve muito mal, mas gente que acompanha a blogosfera há mais tempo jura que ele já foi de esquerda. Eu não sei. 
Só ouvi falar nele no caso Luis Nassif: haviam criado um site anônimo para atacá-lo. Nassif conseguiu que lhe passassem os dados do blog, descobriu que era autoria do Fernando, o processou por calúnia e difamação, e perdeu.
Esta matéria de novembro da Folha foi
muito criticada por reaças
Já naquela época eu fiquei com vários pés atrás em relação ao Gravataí. Não porque eu tinha algum apreço por Nassif (nunca tive; já o maridão é leitor dele), mas porque me pareceu extremamente anti-ético fazer um blog anônimo pra falar mal de um desafeto. É, eu sou ingênua, eu sei. Eu penso que só porque assino tudo que escrevo no meu blog, as outras pessoas vão fazer isso...
Não sei se antes ou depois (e estou sem tempo pra checar), Gravataí e outros dois amiguinhos machistas (acho que o Izzy deu uma melhorada) criaram o Lingerie Day, um "evento" cujo convite dizia explicitamente que, se você fosse gorda, não poderia participar. Na época eu nem tinha Twitter, e só fiquei sabendo do LD porque duas blogueiras feministas decidiram participar (e, pior ainda: decidiram participar após uma outra blogueira escrever um texto criticando o LD e ser agredida por isso). 

Não quero ressuscitar fantasminhas, tudo isso foi em 2009, o que, em termos de internet, parece um século, e coisas muito mais importantes e interessantes aconteceram e a gente se esquece dos bafões (pelo menos alguns se esquecem; uma dessas blogueiras começou um site anti-feminista em 2009 que continua até hoje, movida pelo rancor às feministas que acharam esquisito uma feminista se aliar a um Gravataí da vida). 
Capa do Implicante de hoje: é, difícil
imaginar que se trata de um site pago
contra o PT
Naquela ocasião, ou antes, realmente não lembro, Gravataí passou a me atacar. Escreveu vários posts ridículos num dos blogs que tinha e me chamava de feminazi. Fez, em parceria com um amigo, quadrinhos em que atacava uns três ou quatro blogueiros progressistas -- eu era a "Femicreuza". Imediatamente um outro reaça amigo do Gravataí passou a escrever textos contra mim também. Era o Flavio Morgenstern, também citado na matéria da Folha

Flavio é outra piada: ele se vangloriou várias vezes de saber mais de feminismo do que todas as feministas juntas. Ele faz parte do Instituto Millenium, um "think tank" da direita com muito dinheiro disponível. Se um curso reaça da sua universidade quiser uma palestra xingando o governo ou enaltecendo o neoliberalismo, é só chamar que o Millenium paga o Flavio (ou outro qualquer) pra ir até você. Sem custo. Ou melhor, sem custo aparente.

(Sim, eu me orgulho de chamar o Flavio de "pitbull amestrado do Gravataí" anos antes da ombudsman da Folha chamar o Reinaldo Azevedo -- que escreve nesse jornal comunista que é a Folha -- de rottweiller da direita). 
Reaçonaria hoje: 100% anti-PT
Num desses sites reaças criados pelo Gravataí a preço de ouro (R$ 70 mil por mês, gente!) há vários posts contra mim, vários escritos pelo Flavio, que me dá um pouco de pena -- duvido que ele tenha visto um décimo da fortuna que o governo Alckmin paga ao Fernando. 
É como eu disse esses dias: não são ataques isolados de um ou outro troll. São ataques orquestrados. E a direita alia-se a qualquer um (inclusive a criminosos como os mascus) para atacar desafetos. Um fornece combustível pro outro, porque vale a máxima "o inimigo do meu inimigo é meu amigo". 
A defesa de Gravataí ao artigo da Folha é risível: a Folha é um jornal de esquerda e governista, agora não se pode mais falar mal do PT, é a ditadura bolivariana chegando, minha empresa foi contratada porque eu cobrei o menor preço (70 mil mensais foi o menor preço!), é super comum um site ter domínio nos EUA...
Gravataí e sua turminha me atacam há anos. Geralmente me acusam daquilo que eles fazem. 
Por exemplo, de receber dinheiro do governo para fazer um blog e agredir desafetos. Sabe quantas vezes fui/sou acusada disso? O único dinheiro que meu blog recebeu nesses 7 anos foi de compras do Submarino, uma mixaria, da venda direta do meu livrinho, e desse PayPal que instalei em janeiro e que deve estar me rendendo cerca de 15 reais mensais. Juntando tudo, se consegui fazer 10 mil reais com o blog em 7 anos, foi muito. Blog feminista não é rentável. 

Porém, pros reaças, ser professora concursada numa grande universidade federal é ser contratada pelo governo. 
É difícil explicar pra um Gravz, que já me disse num tuíte que professor universitário não trabalha, que servidor público é contratado pelo Estado, não pelo governo. Se o governo muda, eu continuo trabalhando. E posso ter a opinião que quiser do governo. Além do mais, sou contratada via concurso público e meu salário é totalmente transparente
O mesmo não se pode dizer desses defensores da moral e dos bons costumes, esses homens honrados que lutam tanto contra a corrupção e se dizem neutros, imparciais, livres.

Reaças criaram e divulgaram tuítes
falsos "meus" na páscoa
Agora vou mesmo. Volto na terça. Se surgirem tuítes absurdos atribuídos a mim, bom, não fui eu. Minhas opiniões, assim como minhas ações, são transparentes. E eu as expresso sem pagamento.
06 Apr 16:21

superheroesincolor:@medievalpoc: “My true dream is to see...





superheroesincolor:

@medievalpoc: “My true dream is to see @RichardAyoade as Sherlock Holmes in a big budget Victorian film adaptation

Admin says: I’m in, can we also have Idris Elba as his brother Mycroft Holmes?

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20 Apr 14:26

"FINGI SER HOMEM NO TWITTER E NINGUÉM AMEAÇOU ME ESTUPRAR"

by lola aronovich
Se algum homem acha que mulher não é ofendida e atacada nas redes sociais apenas por ser mulher (independente do que diga), faça uma experiência: passe-se por mulher durante um tempo. Você vai ver como é ser agredida, quase sempre por outros homens.
Esta americana fez o contrário: durante uma semana, ela fingiu ser homem. E narrou a diferença. O texto, publicado no Xojane, me foi recomendado pela Barbie, uma ex-aluna, que tem um blog. E foi ela quem traduziu (thanks, Barbs!).

Tó que o mundo é seu, homem!
Por uma semana, pude ver como era ser tratada com respeito.
Semana passada, tornei-me um homem. Já havia sonhado em ser um homem-cis [não trans] antes, me perguntado como seria ter genitais que balançam, imaginei poder andar na rua com fones de ouvido, despreocupada, fantasiei sobre sair para correr à noite. Não consegui experimentar isso. Mas tornei-me um homem no Twitter. 
Meu parceiro e eu conversamos muito sobre injustiça. Ele tem consciência de seu privilégio de gênero. Ele é feminista. Ele twita sobre como somos tratados diferentes. 
Meu nome no Twitter é @hippoinatutu porque me identifico com aquelas grandes, belas hipopótamas usando tutus no filme Fantasia. Body-shaming nunca é aceitável para mim, e falo abertamente sobre ser uma mulher gorda. Tenho consciência que sou gorda. Também sou baixa, mas, ninguém nunca "discorda" de mim me chamando de "baixa nojenta". 
Bolsonaro diz a Maria do Rosário
que ela não merece ser estuprada
Escuto que sou gorda e feia o tempo todo. Recebo ameaças de estupro com frequência, mesmo que também me digam sempre que sou "muito feita para ser estuprada". Mesmo que essas pessoas na internet não sejam espertas nem estejam dizendo nada de novo, isso dói. Esse abuso online é apenas uma pequena parcela do que mulheres escutam todos os dias. 
Não somos só ameaçadas por ovos sem rosto na internet. Somos atacadas. Uma em cada seis de nós será sexualmente abusada/estuprada. Pessoas assassinam a gente. Não somos apenas mandadas calar a boca por usuários do Twitter com quatro seguidores, somos caladas por nossos chefes e silenciadas pela mídia. Não somos só ditas que somos gordas, somos ditas que devemos ter vergonha do nosso corpo por pessoas que nos amam, pessoas que deviam ter mais noção. Os trolls são simplesmente um eco do assédio que ouvimos todos os dias. 
Foda-se. É errado que não possamos falar, nem na internet, sem medo de assédio verbal, ameaça de estupro, pressuposições sobre nossas vidas sexuais. É agonizante que não possa expressar minha própria experiência, falar sobre a MINHA dor, porque trolls passam horas tentando me calar. Poderia mostrar-lhes coisas doentias, muitos printscreens de insultos horrendos. Mas só vai chamar atenção indesejada para cá. 
Então, tornei-me um homem. Assim, meu nome é Alex e eu mudei minha foto no Twitter para um (suposto) homem-cis. Falei com alguns colegas escritores que me lembraram de quando Stephen Colbert sugeriu que mulheres negras se tornassem jovens homens brancos e os resultados edificantes do experimento. Resolvi tentar fazer isso por uma semana, fazendo tudo que faço normalmente, mas com uma foto masculina. 
"As pessoas não vão se espantar com meu nome no Twitter?", perguntei ao meu parceiro. 
"Não acho que vão notar. Quando as pessoas veem um homem, elas veem um homem."
Então eu tentei. 
NADA ACONTECEU. Me retuitaram, algumas pessoas favoritaram o que eu tinha dito, e ninguém me disse que eu era gorda ou feia. Ninguém ameaçou me estuprar! Acontece que eu não tinha mudado de "mulher" para "homem", mas de "objeto" para "ser humano". 
Passei a semana discutindo opressão do sistema e raça. Como qualquer feminista, falei sobre cultura de estupro. Falei sobre a necessidade de responsabilizar a polícia, condenei violência doméstica e amplifiquei outras vozes, quase sempre sem interrupções. Minha voz pareceu tão irrestrita. Como foi bonito poder falar sem medro de retribuição. Me senti tão livre. 
Por uma semana, vi como é ser tratada com respeito. Como homem, podia usar as mesmas palavras e ter uma conversa, com opiniões diversas, ou nenhuma opinião, em vez de insultos. Tornei-me um ser humano "igual", cuja voz merece ser ouvida. A desumanização de feministas ou de lutadorxs pela justiça social também desumaniza a mim e a muitos outros, porque não somos apenas esses rótulos, somos pessoas. 
Algo entranho aconteceu. Experimentei privilégio de uma forma que não esperava. Jessie Hernandez, uma garota lésbica, latina, de dezessete anos, foi morta por policiais em um carro roubado. Eu, assim como muitos outros, expressamos revolta  com sua morte. Expressei revolta com o que vejo como brutalidade policial contra pessoas não-brancas, e quis divulgar seu nome: Jessie Hernandez, uma criança morta pelo que eu vejo como sendo um sistema falido. 
Com milhares de latinas para escolher, uma vasta comunidade com perspectivas pessoais, o Buzzfeed "me" escolheu para, no topo de sua matéria, expressar a revolta. Fiquei surpresa. Embora tenha sido citada inúmeras vezes, nunca fui a primeira citação e tive que questionar o porquê da minha identidade de homem branco, cis (com um erro de digitação, ainda mais) estar no topo da matéria. Não seria tão importante ver uma mulher? Ou uma mulher lésbica? Ou, deus me livre, uma mulher negra lésbica? 
Não entenda errado, a revolta deve ser mostrada, na página da frente, e revolta de homens brancos não é algo ruim de se incluir, mas tenho certeza que a minha revolta sobre brutalidade policial não é o que mais precisamos amplificar nesse momento. Sério. Sério mesmo. 
Ontem acordei ansiosa. Já tinha passado uma semana. Não queria mudar minha foto de volta. Na maior parte do tempo, gostei do privilégio que experimentei. Gostei de ser um ser humano. 
Mas acredito que parte da luta é ser eu mesma: mulher, gorda, queer, falante e honesta. E para ser honesta, senti que minhas palavras deviam ser ditas com meu próprio rosto por trás delas. 
Então, mudei a foto. Ainda tenho o grande privilégio de ser branca, e, assim, a habilidade de abandonar conversas sobre raça a qualquer momento (mesmo que eu não faça isso), mas não posso mais falar livremente como é viver numa cultura que apoia estupradores, que não pune aqueles que cometem assédio regularmente, estatisticamente contra mulheres. Não posso mais dar minha opinião sem assédio. Como a concha em O Senhor das Moscas, perdi o suposto pênis que me dá o direito de falar. 
Então falo enquanto posso: 
Você consegue me ouvir quando digo que dói? Sente empatia pela minha dor? Suas ameaças de estupro machucam uma pessoa de verdade. Elas me lembram do trauma que sofri. Você realmente quer que eu sofra só porque não sou um homem? 
Como negar minha humanidade te serve? O que você perde em canalizar sua energia em outra coisa? Eu não quero gritar com você. Eu não quero te tirar nada. Eu quero que você me ESCUTE. E reconheça minha humanidade. 
17 Apr 02:57

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08 Apr 16:43

A Softer World: 1220


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09 Apr 17:04

A Softer World: 1221


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09 Apr 13:59

O machismo também mora nos detalhes

by Think Olga
Lori

“Você está exagerando”
“Nossa, você é sensível demais”
“Para de surtar”
“Você está delirando”
“Cadê seu senso de humor?”
“Não aceita nem uma brincadeira?”
E o mais clássico: “você está louca”.

olga

Quando você pensa em machismo, o que vem à sua cabeça? Estupro, violência doméstica, restrição econômica, submissão e subserviência. Porém, existem alguns comportamentos machistas que permeiam nosso cotidiano e sequer nos damos conta. Gestos que parecem inofensivos, mas na verdade roubam nossa força, nosso espaço e limitam as possibilidades das mulheres. Mas estamos de olho! A Think Olga traz uma explicação sobre quatro tipos de machismo invisíveis para te ajudar a combatê-los no seu dia-a-dia: manterruptingbropriating, mansplaining e gaslighting. São comportamentos batizados em inglês sem tradução oficial. Mas também achamos imprescindível pensarmos em versões em português!

 

frase-manterrupting

A palavra é uma junção de man (homem) e interrupting (e interrupção) Em tradução livre, manterrupting significa “homens que interrompem”. Este é um comportamento muito comum em reuniões e palestras mistas, quando uma mulher não consegue concluir sua frase porque é constantemente interrompida pelos homens ao redor.

Em março, um caso típico ganhou a internet: em um painel do SXSW 2015, evento de inovação, música e cinema que acontece todos os anos em Austin, Texas, uma mulher brilhante discutia a baixa presença feminina na tecnologia ao lado de dois homens, igualmente inteligentes. Eram eles o chairman do Google, Eric Schmidt, o jornalista e biógrafo do Steve Jobs, Walter Isaacson, e a Chefe de Tecnologia do governo americano (Pentágono), Megan Smith. E, apesar de o papo ser sobre ampliar as possibilidades para as mulheres, os homens da mesa não estavam dispostos a ceder espaço a ela. Cada vez que Megan Smith tentava fazer uma colocação, era interrompida de forma desnecessária por um dos dois homens:

  • “Sim, Senhora Smith, sei que você pode falar sobre isso melhor que ninguém, mas é que…”
  • “Acho que esta pergunta (da plateia) tem bastante a ver com a área da Senhira Smith, mas eu só queria falar que…”
  • (falando por cima dela) “Sim, Senhora Smith, mas o que vale a pena ser dito é que…”

Esta postura clássica de manterrupting foi tão impactante que uma pessoa na plateia perguntou porque eles não deixavam Megan falar. O público, que estava incomodado, aplaudiu de pé. Outro episódio famoso é o de Kanye West, que interrompeu Taylor Swift durante seu discurso de agradecimento pelo prêmio de melhor videoclipe feminino do MTV Music Awards, em 2009. Ele invadiu a cena para defender Beyoncé, que concorria com ela na categoria. A interrupção começou com o “Hey Taylor, I’m really happy for you and Imma let ou finish” e acabou quebrando a internet, com uma enxurrada de memes. Mas, disfarçado de piada, ali está o machismo. Não apenas por não dar espaço para que Taylor falasse, mas também por ele se expressar em nome de outra mulher, no caso, a poderosa Beyoncé. Desnecessário e agressivo. Com licença, Kanye, mas nós não vamos mais deixar você terminar…
frase-bropriating-1500

O termo é uma junção de bro (curto para brother, irmão, mano) e appropriating (apropriação) e se refere a quando um homem se apropria da ideia de uma mulher e leva o crédito por ela em reuniões. Quando colocamos uma ideia, muitas vezes não somos ouvidas. E então, um homem assume a palavra, repete exatamente o que você disse e é aplaudido por isso. Quem já não se viu nesta situação?

Em seu livro “Faça Acontecer”, Sheryl Sandberg, Diretora de Operações do Facebook, convida as mulheres a sentarem à mesa. A serem conscientes de seus lugares e de sua importância na sala de reuniões. Ela explica que somos criadas como delicadas, suaves e gentis, jamais como enfáticas ou assertivas. E quando nos impomos somos vistas como masculinizadas. Não há dúvidas de que isso atrapalha nossa vida profissional.

E este comportamento não é privilégio de algumas áreas. Em todos os mercados funciona assim. Em qualquer sala de reunião. O bropriating ajuda a explicar porque existem tão poucas mulheres nas lideranças das empresas. Além das supostas desvantagens mercadológicas e o preconceito de gênero, ainda servimos de plataforma para o crescimento de colegas homens, pelo simples fato de sermos menos ouvidas e levadas a sério. Garotas do mundo todo, sejamos as donas das nossas ideias!

 

frase-mansplaining

O termo é uma junção de man (homem) e explaining (explicar). É quando um homem dedica seu tempo para explicar a uma mulher como o mundo é redondo, o céu é azul, e 2+2=4. E fala didaticamente como se ela não fosse capaz de compreender, afinal é mulher. Mas o mansplaining também pode servir para um cara explicar como você está errada a respeito de algo sobre o qual você de fato está certa, ou apresentar ‘fatos’ variados e incorretos sobre algo que você conhece muito melhor que ele, só para demonstrar conhecimento. Acontece muito em conversa sobre feminismo!

Um caso bem ilustrativo foi de um comentarista da CNN, ao falar sobre o caso Hollaback!, em Nova York, e mansplaining assédio sexual em locais públicos para a âncora e para a outra entrevistada:

Algumas pérolas selecionadas (com comentários):

  • “Não há nada que uma mulher goste mais do que ouvir o quanto ela é bonita.” (puxa, obrigada por essa informação #sqn)
  • “Se ela não gosta de cantadas, ela que não saia na rua.” (ótima ideia! Não, péra.)
  • “E por que as mulheres simplesmente não respondem pros caras, já que elas não gostam? (Oi, tem mulher que morre por causa disso, amigo. #exausta)

A verdadeira intenção do mansplaining é desmerecer o conhecimento de uma mulher. É tirar dela a confiança, autoridade e o respeito sobre o que ela está falando. É tratá-la como inferior e menos capaz intelectualmente. Talvez você não tenha percebido isso de forma tão explícita no seu cotidiano, mas com certeza agora irá prestar atenção na maneira como seu chefe ou seu marido falam com você, com os elogios desnecessários ou idiotas que você recebe, nas mensagens bobas de parabéns pelo dia das mulheres. Tá tudo lotado de mansplaining.

 

frase-gaslighting

Gaslighting é a violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz. É uma forma de fazer a mulher duvidar de seu senso de realidade, de suas próprias memórias, percepção, raciocínio e sanidade. Este comportamento afeta homens e mulheres, porém somos vítimas culturalmente mais fáceis. No dia a dia, aposto que vocês já ouviram alguma vez – ou várias:

  • “Você está exagerando”
  • “Nossa, você é sensível demais”
  • “Para de surtar”
  • “Você está delirando”
  • “Cadê seu senso de humor?”
  • “Não aceita nem uma brincadeira?”
  • E o mais clássico: “você está louca”.

O termo gaslighting surgiu por causa de um filme de mesmo nome, de 1944, em que um homem descobre que pode tomar a fortuna de sua mulher se ela for internada como doente mental. Por isso, ele começa a desenvolver uma série de artimanhas – como piscar a luz de casa, por exemplo – para que ela acredite que enlouqueceu.

Um caso recente, ocorrido dentro da marinha americana, foi noticiado pela imprensa: cinco mulheres afirmaram ter sido vítimas de estupro dentro da corporação. Poucos meses depois, todas foram afastadas por problemas emocionais. Outras mulheres relatam casos dentro da instituição. Após denunciar as agressões, ouviram de volta:

  • “Não venha me aborrecer só porque fez sexo e se arrependeu.”
  • “Isso nunca aconteceu. Agora pode ir embora.”

Isso é gaslighting. Uma forma de manipulação que desencadeia um total esvaziamento da autonomia da vítima. Uma ferramenta presente em muitos relacionamentos, que levam as mulheres a abrir mão de suas escolhas, de suas opiniões e até de cuidar da sua própria vida. É desempoderamento, opressão e controle. Algo que não deve ser admitido em nenhuma situação.

Manterrupting, bropriating, mansplaining e gaslighting. Saber que estes problemas existem já é parte importante da solução. Estar atenta aos pequenos gestos cotidianos e transformá-los pouco a pouco farão a sua vida, e de muitas mulheres, melhor.

 

Pequeno dicionário:

#manterrupting: quando uma mulher não consegue concluir sua frase porque é constantemente interrompida pelos homens ao redor.

#bropriating: Quando, em uma reunião, um homem se apropria da ideia de uma mulher e leva o crédito por ela.

#mansplaining:  É quando um homem dedica seu tempo para explicar algo óbvio a você, como se não fosse capaz de compreender, afinal você é uma mulher.

#gaslighting: violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz.

 


Maíra Liguori é jornalista, publicitária e co-fundadora do Think Eva

Arte: Aline Jorge

05 Apr 23:20

natalieford:ultrafacts:6qubed:ultrafacts:obeekris-redux:ultrafact...



natalieford:

ultrafacts:

6qubed:

ultrafacts:

obeekris-redux:

ultrafacts:

Source Want more facts? Why not follow Ultrafacts

Is this a lifetime employment? Elected by popular vote? How is suitability determined for this job?

He was recruited from Battersea Dogs & Cats Home on recommendation for his mousing skills.

He has captured the hearts of the Great British public and the press teams often camped outside the front door. In turn the nation sends him gifts and treats daily.

Larry, the Chief Mouser spends his days greeting guests to the house, inspecting security defences and testing antique furniture for napping quality. His day-to-day responsibilities also include contemplating a solution to the mouse occupancy of the house. Larry says this is still ‘in tactical planning stage’. [x

a leader the people can believe in

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I will never not re-re-reblog this.

05 Apr 23:19

oldfilmsflicker:Oscars 2015: Female directors scarce at...

Lori

:~

31 Mar 07:01

The Game of Fetch

by Doug
Lori

Entendi pq meu cachorro se revolta e não me entrega mais a bolinha.

05 Apr 05:00

4gifs:Acting. [video]



4gifs:

Acting. [video]

06 Apr 18:57

John Oliver Interviews NSA Whistleblower Edward Snowden on ‘Last Week Tonight’

by Rollin Bishop

John Oliver interviewed National Security Agency (NSA) whistleblower Edward Snowden for the latest episode of Last Week Tonight with John Oliver. As Oliver notes, the information that Snowden helped reveal to the world is incredibly important to the question of whether to reauthorize some controversial portions–for example, Section 215–of The Patriot Act, and yet people are mostly ignorant to what exactly he revealed, why, and what those revelations actually mean.

04 Apr 20:57

Photo



03 Apr 11:03

Chega um momento em que a tensão é tanta que você explode.

by Zanfa

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31 Mar 14:31

A magia dos quadrinhos

by brunomaron

magia

Esse quadrinho foi feito para para um livro científico organizado pelo pessoal da UFRJ, que será publicado em breve :)


Arquivado em:cara a cara
05 Apr 01:33

majiinboo:Anti blackness is global



majiinboo:

Anti blackness is global

01 Apr 13:33

Sad... Happy... Sad... Happy...

Lori

eu

01 Apr 03:29

elvagilante:One of these people is regarded as one of the most...

by aishiterushit


elvagilante:

One of these people is regarded as one of the most attractive in the world and the other as one of the least, but for one brief, shining moment, they looked exactly alike.

02 Apr 15:17

A Softer World: 1219


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02 Apr 15:14

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03 Apr 17:35

[the oatmeal]

26 Mar 23:03

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01 Apr 04:00

xkcloud

31 Mar 03:05

revengeance:Gross-ass gamers will insist that their community...



revengeance:

Gross-ass gamers will insist that their community isn’t filled with blatant misogyny and overly-violent idiots, but even when the target of harrassment is a man, women are still involved in the threats.

31 Mar 02:33

foxnewsofficial:foxnewsofficial:i treat my body like a temple but i’m a 16th century calvinist 

foxnewsofficial:

foxnewsofficial:

i treat my body like a temple but i’m a 16th century calvinist 

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31 Mar 00:27

Como arrumar um coração quebrado.

by Zanfa

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capinaremos?d=yIl2AUoC8zA capinaremos?i=0Uh69tqEtX4:VLjX9bLbRyQ:V_ capinaremos?d=dnMXMwOfBR0