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17 Apr 02:57

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18 Apr 16:43

EU JÁ SABIA: BLOGUEIRO REAÇA RECEBE DINHEIRO DO ALCKMIN

by lola aronovich
Ah, é muito triste ter que viajar logo quando uma bomba deliciosa dessas estoura! 
Águas Belas, já estou indo!
Mas eu tenho que ir pra praia. Paguei até adiantado! E preciso de uns dias de descanso longe da internet, de tudo.
Esta notícia da Folha pode não querer dizer muito pra quem está de fora. Porém, pra mim, é um deleite! 
Imprensa Marrom, um dos blogs do
Gravataí
Vou contar, o mais rapidamente que posso. Alguns meses depois de começar o blog, em janeiro de 2008, fiquei sabendo de um tal de Fernando, vulgo Gravataí Merengue, vulgo gravz. Pra mim, ele sempre foi um reaça machistóide que escreve muito mal, mas gente que acompanha a blogosfera há mais tempo jura que ele já foi de esquerda. Eu não sei. 
Só ouvi falar nele no caso Luis Nassif: haviam criado um site anônimo para atacá-lo. Nassif conseguiu que lhe passassem os dados do blog, descobriu que era autoria do Fernando, o processou por calúnia e difamação, e perdeu.
Esta matéria de novembro da Folha foi
muito criticada por reaças
Já naquela época eu fiquei com vários pés atrás em relação ao Gravataí. Não porque eu tinha algum apreço por Nassif (nunca tive; já o maridão é leitor dele), mas porque me pareceu extremamente anti-ético fazer um blog anônimo pra falar mal de um desafeto. É, eu sou ingênua, eu sei. Eu penso que só porque assino tudo que escrevo no meu blog, as outras pessoas vão fazer isso...
Não sei se antes ou depois (e estou sem tempo pra checar), Gravataí e outros dois amiguinhos machistas (acho que o Izzy deu uma melhorada) criaram o Lingerie Day, um "evento" cujo convite dizia explicitamente que, se você fosse gorda, não poderia participar. Na época eu nem tinha Twitter, e só fiquei sabendo do LD porque duas blogueiras feministas decidiram participar (e, pior ainda: decidiram participar após uma outra blogueira escrever um texto criticando o LD e ser agredida por isso). 

Não quero ressuscitar fantasminhas, tudo isso foi em 2009, o que, em termos de internet, parece um século, e coisas muito mais importantes e interessantes aconteceram e a gente se esquece dos bafões (pelo menos alguns se esquecem; uma dessas blogueiras começou um site anti-feminista em 2009 que continua até hoje, movida pelo rancor às feministas que acharam esquisito uma feminista se aliar a um Gravataí da vida). 
Capa do Implicante de hoje: é, difícil
imaginar que se trata de um site pago
contra o PT
Naquela ocasião, ou antes, realmente não lembro, Gravataí passou a me atacar. Escreveu vários posts ridículos num dos blogs que tinha e me chamava de feminazi. Fez, em parceria com um amigo, quadrinhos em que atacava uns três ou quatro blogueiros progressistas -- eu era a "Femicreuza". Imediatamente um outro reaça amigo do Gravataí passou a escrever textos contra mim também. Era o Flavio Morgenstern, também citado na matéria da Folha

Flavio é outra piada: ele se vangloriou várias vezes de saber mais de feminismo do que todas as feministas juntas. Ele faz parte do Instituto Millenium, um "think tank" da direita com muito dinheiro disponível. Se um curso reaça da sua universidade quiser uma palestra xingando o governo ou enaltecendo o neoliberalismo, é só chamar que o Millenium paga o Flavio (ou outro qualquer) pra ir até você. Sem custo. Ou melhor, sem custo aparente.

(Sim, eu me orgulho de chamar o Flavio de "pitbull amestrado do Gravataí" anos antes da ombudsman da Folha chamar o Reinaldo Azevedo -- que escreve nesse jornal comunista que é a Folha -- de rottweiller da direita). 
Reaçonaria hoje: 100% anti-PT
Num desses sites reaças criados pelo Gravataí a preço de ouro (R$ 70 mil por mês, gente!) há vários posts contra mim, vários escritos pelo Flavio, que me dá um pouco de pena -- duvido que ele tenha visto um décimo da fortuna que o governo Alckmin paga ao Fernando. 
É como eu disse esses dias: não são ataques isolados de um ou outro troll. São ataques orquestrados. E a direita alia-se a qualquer um (inclusive a criminosos como os mascus) para atacar desafetos. Um fornece combustível pro outro, porque vale a máxima "o inimigo do meu inimigo é meu amigo". 
A defesa de Gravataí ao artigo da Folha é risível: a Folha é um jornal de esquerda e governista, agora não se pode mais falar mal do PT, é a ditadura bolivariana chegando, minha empresa foi contratada porque eu cobrei o menor preço (70 mil mensais foi o menor preço!), é super comum um site ter domínio nos EUA...
Gravataí e sua turminha me atacam há anos. Geralmente me acusam daquilo que eles fazem. 
Por exemplo, de receber dinheiro do governo para fazer um blog e agredir desafetos. Sabe quantas vezes fui/sou acusada disso? O único dinheiro que meu blog recebeu nesses 7 anos foi de compras do Submarino, uma mixaria, da venda direta do meu livrinho, e desse PayPal que instalei em janeiro e que deve estar me rendendo cerca de 15 reais mensais. Juntando tudo, se consegui fazer 10 mil reais com o blog em 7 anos, foi muito. Blog feminista não é rentável. 

Porém, pros reaças, ser professora concursada numa grande universidade federal é ser contratada pelo governo. 
É difícil explicar pra um Gravz, que já me disse num tuíte que professor universitário não trabalha, que servidor público é contratado pelo Estado, não pelo governo. Se o governo muda, eu continuo trabalhando. E posso ter a opinião que quiser do governo. Além do mais, sou contratada via concurso público e meu salário é totalmente transparente
O mesmo não se pode dizer desses defensores da moral e dos bons costumes, esses homens honrados que lutam tanto contra a corrupção e se dizem neutros, imparciais, livres.

Reaças criaram e divulgaram tuítes
falsos "meus" na páscoa
Agora vou mesmo. Volto na terça. Se surgirem tuítes absurdos atribuídos a mim, bom, não fui eu. Minhas opiniões, assim como minhas ações, são transparentes. E eu as expresso sem pagamento.
08 Apr 16:43

A Softer World: 1220


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09 Apr 17:04

A Softer World: 1221


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09 Apr 13:59

O machismo também mora nos detalhes

by Think Olga
Lori

“Você está exagerando”
“Nossa, você é sensível demais”
“Para de surtar”
“Você está delirando”
“Cadê seu senso de humor?”
“Não aceita nem uma brincadeira?”
E o mais clássico: “você está louca”.

olga

Quando você pensa em machismo, o que vem à sua cabeça? Estupro, violência doméstica, restrição econômica, submissão e subserviência. Porém, existem alguns comportamentos machistas que permeiam nosso cotidiano e sequer nos damos conta. Gestos que parecem inofensivos, mas na verdade roubam nossa força, nosso espaço e limitam as possibilidades das mulheres. Mas estamos de olho! A Think Olga traz uma explicação sobre quatro tipos de machismo invisíveis para te ajudar a combatê-los no seu dia-a-dia: manterruptingbropriating, mansplaining e gaslighting. São comportamentos batizados em inglês sem tradução oficial. Mas também achamos imprescindível pensarmos em versões em português!

 

frase-manterrupting

A palavra é uma junção de man (homem) e interrupting (e interrupção) Em tradução livre, manterrupting significa “homens que interrompem”. Este é um comportamento muito comum em reuniões e palestras mistas, quando uma mulher não consegue concluir sua frase porque é constantemente interrompida pelos homens ao redor.

Em março, um caso típico ganhou a internet: em um painel do SXSW 2015, evento de inovação, música e cinema que acontece todos os anos em Austin, Texas, uma mulher brilhante discutia a baixa presença feminina na tecnologia ao lado de dois homens, igualmente inteligentes. Eram eles o chairman do Google, Eric Schmidt, o jornalista e biógrafo do Steve Jobs, Walter Isaacson, e a Chefe de Tecnologia do governo americano (Pentágono), Megan Smith. E, apesar de o papo ser sobre ampliar as possibilidades para as mulheres, os homens da mesa não estavam dispostos a ceder espaço a ela. Cada vez que Megan Smith tentava fazer uma colocação, era interrompida de forma desnecessária por um dos dois homens:

  • “Sim, Senhora Smith, sei que você pode falar sobre isso melhor que ninguém, mas é que…”
  • “Acho que esta pergunta (da plateia) tem bastante a ver com a área da Senhira Smith, mas eu só queria falar que…”
  • (falando por cima dela) “Sim, Senhora Smith, mas o que vale a pena ser dito é que…”

Esta postura clássica de manterrupting foi tão impactante que uma pessoa na plateia perguntou porque eles não deixavam Megan falar. O público, que estava incomodado, aplaudiu de pé. Outro episódio famoso é o de Kanye West, que interrompeu Taylor Swift durante seu discurso de agradecimento pelo prêmio de melhor videoclipe feminino do MTV Music Awards, em 2009. Ele invadiu a cena para defender Beyoncé, que concorria com ela na categoria. A interrupção começou com o “Hey Taylor, I’m really happy for you and Imma let ou finish” e acabou quebrando a internet, com uma enxurrada de memes. Mas, disfarçado de piada, ali está o machismo. Não apenas por não dar espaço para que Taylor falasse, mas também por ele se expressar em nome de outra mulher, no caso, a poderosa Beyoncé. Desnecessário e agressivo. Com licença, Kanye, mas nós não vamos mais deixar você terminar…
frase-bropriating-1500

O termo é uma junção de bro (curto para brother, irmão, mano) e appropriating (apropriação) e se refere a quando um homem se apropria da ideia de uma mulher e leva o crédito por ela em reuniões. Quando colocamos uma ideia, muitas vezes não somos ouvidas. E então, um homem assume a palavra, repete exatamente o que você disse e é aplaudido por isso. Quem já não se viu nesta situação?

Em seu livro “Faça Acontecer”, Sheryl Sandberg, Diretora de Operações do Facebook, convida as mulheres a sentarem à mesa. A serem conscientes de seus lugares e de sua importância na sala de reuniões. Ela explica que somos criadas como delicadas, suaves e gentis, jamais como enfáticas ou assertivas. E quando nos impomos somos vistas como masculinizadas. Não há dúvidas de que isso atrapalha nossa vida profissional.

E este comportamento não é privilégio de algumas áreas. Em todos os mercados funciona assim. Em qualquer sala de reunião. O bropriating ajuda a explicar porque existem tão poucas mulheres nas lideranças das empresas. Além das supostas desvantagens mercadológicas e o preconceito de gênero, ainda servimos de plataforma para o crescimento de colegas homens, pelo simples fato de sermos menos ouvidas e levadas a sério. Garotas do mundo todo, sejamos as donas das nossas ideias!

 

frase-mansplaining

O termo é uma junção de man (homem) e explaining (explicar). É quando um homem dedica seu tempo para explicar a uma mulher como o mundo é redondo, o céu é azul, e 2+2=4. E fala didaticamente como se ela não fosse capaz de compreender, afinal é mulher. Mas o mansplaining também pode servir para um cara explicar como você está errada a respeito de algo sobre o qual você de fato está certa, ou apresentar ‘fatos’ variados e incorretos sobre algo que você conhece muito melhor que ele, só para demonstrar conhecimento. Acontece muito em conversa sobre feminismo!

Um caso bem ilustrativo foi de um comentarista da CNN, ao falar sobre o caso Hollaback!, em Nova York, e mansplaining assédio sexual em locais públicos para a âncora e para a outra entrevistada:

Algumas pérolas selecionadas (com comentários):

  • “Não há nada que uma mulher goste mais do que ouvir o quanto ela é bonita.” (puxa, obrigada por essa informação #sqn)
  • “Se ela não gosta de cantadas, ela que não saia na rua.” (ótima ideia! Não, péra.)
  • “E por que as mulheres simplesmente não respondem pros caras, já que elas não gostam? (Oi, tem mulher que morre por causa disso, amigo. #exausta)

A verdadeira intenção do mansplaining é desmerecer o conhecimento de uma mulher. É tirar dela a confiança, autoridade e o respeito sobre o que ela está falando. É tratá-la como inferior e menos capaz intelectualmente. Talvez você não tenha percebido isso de forma tão explícita no seu cotidiano, mas com certeza agora irá prestar atenção na maneira como seu chefe ou seu marido falam com você, com os elogios desnecessários ou idiotas que você recebe, nas mensagens bobas de parabéns pelo dia das mulheres. Tá tudo lotado de mansplaining.

 

frase-gaslighting

Gaslighting é a violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz. É uma forma de fazer a mulher duvidar de seu senso de realidade, de suas próprias memórias, percepção, raciocínio e sanidade. Este comportamento afeta homens e mulheres, porém somos vítimas culturalmente mais fáceis. No dia a dia, aposto que vocês já ouviram alguma vez – ou várias:

  • “Você está exagerando”
  • “Nossa, você é sensível demais”
  • “Para de surtar”
  • “Você está delirando”
  • “Cadê seu senso de humor?”
  • “Não aceita nem uma brincadeira?”
  • E o mais clássico: “você está louca”.

O termo gaslighting surgiu por causa de um filme de mesmo nome, de 1944, em que um homem descobre que pode tomar a fortuna de sua mulher se ela for internada como doente mental. Por isso, ele começa a desenvolver uma série de artimanhas – como piscar a luz de casa, por exemplo – para que ela acredite que enlouqueceu.

Um caso recente, ocorrido dentro da marinha americana, foi noticiado pela imprensa: cinco mulheres afirmaram ter sido vítimas de estupro dentro da corporação. Poucos meses depois, todas foram afastadas por problemas emocionais. Outras mulheres relatam casos dentro da instituição. Após denunciar as agressões, ouviram de volta:

  • “Não venha me aborrecer só porque fez sexo e se arrependeu.”
  • “Isso nunca aconteceu. Agora pode ir embora.”

Isso é gaslighting. Uma forma de manipulação que desencadeia um total esvaziamento da autonomia da vítima. Uma ferramenta presente em muitos relacionamentos, que levam as mulheres a abrir mão de suas escolhas, de suas opiniões e até de cuidar da sua própria vida. É desempoderamento, opressão e controle. Algo que não deve ser admitido em nenhuma situação.

Manterrupting, bropriating, mansplaining e gaslighting. Saber que estes problemas existem já é parte importante da solução. Estar atenta aos pequenos gestos cotidianos e transformá-los pouco a pouco farão a sua vida, e de muitas mulheres, melhor.

 

Pequeno dicionário:

#manterrupting: quando uma mulher não consegue concluir sua frase porque é constantemente interrompida pelos homens ao redor.

#bropriating: Quando, em uma reunião, um homem se apropria da ideia de uma mulher e leva o crédito por ela.

#mansplaining:  É quando um homem dedica seu tempo para explicar algo óbvio a você, como se não fosse capaz de compreender, afinal você é uma mulher.

#gaslighting: violência emocional por meio de manipulação psicológica, que leva a mulher e todos ao seu redor acharem que ela enlouqueceu ou que é incapaz.

 


Maíra Liguori é jornalista, publicitária e co-fundadora do Think Eva

Arte: Aline Jorge

06 Apr 16:21

superheroesincolor:@medievalpoc: “My true dream is to see...





superheroesincolor:

@medievalpoc: “My true dream is to see @RichardAyoade as Sherlock Holmes in a big budget Victorian film adaptation

Admin says: I’m in, can we also have Idris Elba as his brother Mycroft Holmes?

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05 Apr 23:20

natalieford:ultrafacts:6qubed:ultrafacts:obeekris-redux:ultrafact...



natalieford:

ultrafacts:

6qubed:

ultrafacts:

obeekris-redux:

ultrafacts:

Source Want more facts? Why not follow Ultrafacts

Is this a lifetime employment? Elected by popular vote? How is suitability determined for this job?

He was recruited from Battersea Dogs & Cats Home on recommendation for his mousing skills.

He has captured the hearts of the Great British public and the press teams often camped outside the front door. In turn the nation sends him gifts and treats daily.

Larry, the Chief Mouser spends his days greeting guests to the house, inspecting security defences and testing antique furniture for napping quality. His day-to-day responsibilities also include contemplating a solution to the mouse occupancy of the house. Larry says this is still ‘in tactical planning stage’. [x

a leader the people can believe in

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I will never not re-re-reblog this.

05 Apr 23:19

oldfilmsflicker:Oscars 2015: Female directors scarce at...

Lori

:~

31 Mar 07:01

The Game of Fetch

by Doug
Lori

Entendi pq meu cachorro se revolta e não me entrega mais a bolinha.

05 Apr 05:00

4gifs:Acting. [video]



4gifs:

Acting. [video]

06 Apr 18:57

John Oliver Interviews NSA Whistleblower Edward Snowden on ‘Last Week Tonight’

by Rollin Bishop

John Oliver interviewed National Security Agency (NSA) whistleblower Edward Snowden for the latest episode of Last Week Tonight with John Oliver. As Oliver notes, the information that Snowden helped reveal to the world is incredibly important to the question of whether to reauthorize some controversial portions–for example, Section 215–of The Patriot Act, and yet people are mostly ignorant to what exactly he revealed, why, and what those revelations actually mean.

04 Apr 20:57

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03 Apr 11:03

Chega um momento em que a tensão é tanta que você explode.

by Zanfa

tumblr_nke2hlhADO1qb5gkjo1_250

31 Mar 14:31

A magia dos quadrinhos

by brunomaron

magia

Esse quadrinho foi feito para para um livro científico organizado pelo pessoal da UFRJ, que será publicado em breve :)


Arquivado em:cara a cara
05 Apr 01:33

majiinboo:Anti blackness is global



majiinboo:

Anti blackness is global

01 Apr 13:33

Sad... Happy... Sad... Happy...

Lori

eu

01 Apr 03:29

elvagilante:One of these people is regarded as one of the most...

by aishiterushit


elvagilante:

One of these people is regarded as one of the most attractive in the world and the other as one of the least, but for one brief, shining moment, they looked exactly alike.

02 Apr 15:17

A Softer World: 1219


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02 Apr 15:14

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03 Apr 17:35

[the oatmeal]

26 Mar 23:03

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01 Apr 04:00

xkcloud

31 Mar 03:05

revengeance:Gross-ass gamers will insist that their community...



revengeance:

Gross-ass gamers will insist that their community isn’t filled with blatant misogyny and overly-violent idiots, but even when the target of harrassment is a man, women are still involved in the threats.

31 Mar 02:33

foxnewsofficial:foxnewsofficial:i treat my body like a temple but i’m a 16th century calvinist 

foxnewsofficial:

foxnewsofficial:

i treat my body like a temple but i’m a 16th century calvinist 

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31 Mar 00:27

Como arrumar um coração quebrado.

by Zanfa

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capinaremos?d=yIl2AUoC8zA capinaremos?i=0Uh69tqEtX4:VLjX9bLbRyQ:V_ capinaremos?d=dnMXMwOfBR0
30 Mar 17:28

outro dia estava aqui apertando o f5 indiscriminadamente (sempre um perigo) e me deparei com um...

outro dia estava aqui apertando o f5 indiscriminadamente (sempre um perigo) e me deparei com um comentário ironiquinho sobre ~glamourização do tarja preta~. deixei passar porque nem comigo era (pelo menos EU ACHO. nunca se sabe e nunca me importo muito.). mas a minha tolerância para a estupidez em geral anda meio baixa e deixar passar não tem figurado entre as habilidades do momento. então vamos lá.

imagina a sensação que você tinha quando era criança e recebia uma prova muito difícil. ou a de estar andando numa rua deserta e anunciarem um assalto. náusea, tremedeira, boca seca, coração martelando. insira aqui suas próprias reações ao medo.

agora imagine que essa sensação te invade sem contexto NENHUM. num almoço de família. na fila do balcão de frios. tomando uma cerveja com os colegas de trabalho que conhece há um mês.

pode ser um pouco chato.

melhor ainda: imagina que essa maré ruim jorra dentro da sua mente enquanto você dormia. tava lá sonhando com algo inofensivo tipo, sei lá, panquecas e de repente: horror. você desperta no meio da madrugada e seu corpo está preparado pra se defender de algo que nem sabe o que é, mas tem cara de MORTE IMINENTE. jura que você ia preferir bater um papo com a MORTE IMINENTE às 4 da manhã em vez de tomar um stillnox?

digamos que você fique nessa até amanhecer. faz como? liga pro seu chefe e:


- oi, não vou poder trabalhar hoje. pensei que fosse morrer essa noite e tô cheio de sono agora.
- mas você pensou que ia morrer 3 vezes só essa semana, claudionor!
- pois é, tô morrendo direto, ruinzão.


eu acho que não.


outro exemplinho: imagine que um dia qualquer você acorda e descobre que não vai conseguir levantar, pentear o cabelo e existir em linhas gerais porque alguma coisa dentro de você simplesmente está inoperante.

não é preguiça
não é seu emprego que tá ruim
não é ressaca
não é porque seu namorado visualizou e não respondeu
não é a azeitona da empada de ontem à noite


é apenas um BURACO onde se enfiaram praticamente todas as características que fazem com que você seja você. sem maiores explicações nem um prazo para voltar. será que você ia preferir ouvir um monte de conselhos bem intencionados (ou não) porém perfeitamente vazios tipo toma uma vitamina, faz um chá, vai correr na praia, se apega com jesus? ou ia querer tomar um comprimidinho e seguir a sua vidinha como todas essas pessoas tão lindas e opinativas estão fazendo?

pois.

se você faz um pout-pourri com os conselhos tudo, toma um chá de vitamina e corre na praia com jesus, olha, eu acho muito válido. de verdade. cada um lida como pode, como dá, como consegue. é só que em alguns momentos, para algumas pessoas, não tem vídeo de gatinho que resolva. e admitir que existe algo funcionando esquisito dentro da própria cabeça já é um processo delicado sem a sua depreciação, sabe. você não é o gás da coca-cola da espécie humana porque nunca tomou um rivotril. sugerir isso é tão boçal quanto virar prum diabético e mandar um “ai, nada a ver ficar glamourizando insulina, eu nunca tomei e tô ótimo”. tipo, parabéns para os seus órgãos. procure apenas ter em mente que você não manda em um único sisteminha que mora dentro de você.

neurônios incluídos.

da unha do pé ao cérebro, qualquer coisa pode pifar. sem aviso prévio. sem você ter feito “nada errado”. sem ter “merecido”.

essa é a má notícia. desculpa.

a boa notícia é que você só vai tomar remédio se quiser. você pode passar a vida mascarando suas sensações ruins. também pode se recusar a tomar um antibiótico e deixar a unha do pé cair, levando o pé junto. livre arbítrio existe é pra isso mesmo, portanto nada tema.

deixa o coleguinha glorificar o prozac dele em paz.

30 Mar 14:39

AEP : Depression didn't make the Germanwings copilot kill 149 people

Because Germanwings pilot Andreas Lubitz killed himself when he purposefully drove a plane carrying 149 other people into a mountain in the Alps, there has been an assumption that he suffered from "depression: — an assumption strengthened by the discovery of antidepressants in his home and reports that he had been treated in psychiatry and neurology clinics.

Many patients and other interested parties are rightly concerned that Lubitz's murderous behavior will further stigmatize the mentally ill.

It is certainly true that stigma may lead those in need to avoid treatment. When I was a psychiatrist at an HIV clinic, I was baffled by the shame associated with a visit to see me. Patients at the clinic had advanced AIDS, often contracted through IV drug use or sex work, and many had unprotected sex despite their high viral loads.

Some were on parole. Many had lost custody of their children. Many lived in notorious single-room occupancy housing and used cocaine daily. But these issues, somehow, were less embarrassing than the suggestion that they be evaluated by a psychiatrist.

For my clinic patients, it was shameful to be mentally ill. But to engage in antisocial behavior as a way of life? Not so bad.

I think my patients were on to something. Bad behavior — even suicidal behavior — is not the same as depression. It is a truism in psychiatry that depression is under-diagnosed. But as a psychiatrist confronted daily with "problem" patients in the general hospital where I work, I find that depression is also over-diagnosed. Even doctors invoke "depression" to explain anything a reasonable adult wouldn't do.

For instance: act completely blasé, then lock the pilot out of the cockpit, and deliberately crash a plane full of people.

I don't know what that is, but it's not depression.

In the hospital where I practice, a small but regular population of patients are young men who sustained gunshot wounds during or in proximity to gang-related activities. Now paralyzed, they are admitted for pressure ulcers or urinary tract infections. These men were accustomed to getting their needs met through intimidation and even murder.

Now they are dependent on nurses and aides for intimate care, and it hasn't made them any nicer. They terrorize staff members by throwing urinals and food and sexually harassing them. When I am asked to evaluate for "depression," I see hopelessness, entitlement, and rage.

And it's not just antisocial behavior that is explained away by calling it "depression." I'm often asked to see patients with poorly managed chronic diseases; for example, diabetics who neglect to do fingersticks to draw blood and test their blood sugar. Recently I did a consultation for a patient who is on dialysis and ignores the low-salt "renal diet" prescribed by her doctor. Her insistence on eating chips led her nephrologist to wonder if she were depressed; after all, wouldn't a mentally healthy person give up junk food to save her own life?

We all know the answer to that.

On a daily basis in the hospital, I see sad, lonely, elderly widows. Many live in walk-up apartments but can no longer walk, and neither can their friends. Their children live in another country. When I ask what they enjoy doing, they say they enjoy knitting or dancing or visiting their grandchildren. But nudged a little, they admit that they haven't been able to do any of those things for years. They spend their whole lives watching television. Are they depressed? Or "depressed"?

"Depression" seems to signify social ills for which we have no solution, from violent, homicidal behavior, to health illiteracy, to our culture's neglect of the elderly. Constructing societal deficits as a medical problem does everyone a disservice — because treatment specific for depression won't work for people who don't really have depression. People who need social support can be expected to benefit most from programs that provide social support — not from psychiatrists.

The patient with bona fide depression will benefit from treatment with antidepressants or proven psychotherapies. For the lonely great-grandmothers, the junk-food addicts, and the violent paraplegics, there has to be another form of intervention. We must turn from the inappropriate use of the disease model of emotional distress and understand that individuals' psychological pain arises within social systems as well as within their own brains.

Andreas LubitzREUTERS/Foto-Team-MuellerAndreas Lubitz runs the Airportrace half marathon in Hamburg in this September 13, 2009 file photo.
Was Andreas Lubitz depressed? We don't know; a torn-up doctor's note and bottles of pills don't tell us much. Most people who commit suicide suffer from a mental illness, most commonly depression. But calling his actions suicidal is misleading.

Lubitz did not die quietly at home. He maliciously engineered a spectacular plane crash and killed 150 people. Suicidal thoughts can be a hallmark of depression, but mass murder is another beast entirely.

Using the word "depression" to describe inexplicable or violent behavior sends two false signals: First, that society has no obligations with regard to our happiness — because misery is a medical problem — and second, that a depressed person is in danger of committing abhorrent acts.

Depressed people need help. "Depressed" people do, too — but not the same kind.

This article originally appeared at Slate. Copyright 2015. Follow Slate on Twitter.

30 Mar 00:41

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27 Mar 14:01

O VALOR DA MULHER: O PREÇO DE SER UMA ARTISTA

by lola aronovich
Pedi a sempre querida e prestativa Elis para traduzir este relevante artigo de Anna Heyward que saiu na ArtNews:

Nunca houve um período em que resultados de leilões de obras de arte produzidas por mulheres tenham igualado as obras produzidas por homens. Ano passado, surgiu novamente a discussão sobre essa disparidade -– sobre o motivo e o tamanho da diferença nos preços das obras criadas por homens e mulheres. O catalisador foi o recorde atingido pela venda da obra Jimson Weed, White Flower No. 1, de Georgia O’Keeffe, da coleção do Museu Georgia O’Keeffe. 
O quadro foi vendido por US$ 44,4 milhões na Sotheby’s em novembro, o maior preço já alcançado por um quadro pintado por uma mulher em uma venda por leilão. Em segundo lugar, Sem Título (de 1990), de Joan Mitchell, fica bem atrás, tendo sido vendido por US$ 11,9 milhões em maio.
Georgia O'Keeffe
Ao ser questionada sobre por que a obra de O’Keeffe foi vendida por um valor tão alto (a estimativa estava entre US$ 10 e US$ 15 milhões), Elizabeth Goldberg, chefe do departamento de arte norte-americana da Sotheby’s, respondeu, “Era o momento certo de vender este quadro.” O quadro tem uma procedência impressionante, e viajou muito antes de subir no ranking. 
E havia os outros dois notórios pintores norte-americanos do período pré-guerra, Norman Rockwell e Edward Hopper, contemporâneos de O’Keeffe, cujos trabalhos bateram recordes em leilões pessoais em 2013, com Rockwell alcançando US$ 46 milhões por Saying Grace (1951) e Hopper US$ 40,5 milhões por East Wind Over Weehawken (1934). Mas, como Goldberg observou, a venda de O’Keeffe foi excepcional pois atingiu resultados correspondentes aos de seus colegas do sexo masculino, em vez de se apequenar diante deles.
Instalação de Cady Noland
Na lista das cem obras de arte mais caras já vendidas em leilão, não há uma única obra de uma artista. (Em abril, a Artnet divulgou uma lista geral dos artistas norte-americanos vivos mais caros, encabeçada por Jeff Koons, que trazia somente uma mulher, Cady Noland). Entre 2008 e 2012, os cem lotes que atingiram os preços mais elevados não continham nenhuma artista mulher. Novos recordes das maiores quantias pagas por obras de arte em leilões são batidos periodicamente, às vezes mais de uma vez por ano, por artistas que estão em voga. Mulheres quase nunca batem esses recordes.
Nos anos 80, as Guerilla Girls, com sua famosa odalisca com máscara de gorila, fizeram dessa disparidade entre os gêneros uma discussão central no mundo artístico pela primeira vez, ao mesmo tempo em que o boom da arte contemporânea criava os alicerces do atualmente inflacionado mercado da arte. 
O método principal das Guerilla Girls, no entanto, eram os “weenie counts” — pesquisas, a maioria delas em instituições públicas, avaliando o quanto os homens estão acima das mulheres nos rankings, cujas estatísticas eram vinculadas à subvalorização do trabalho das mulheres no mercado. A questão hoje ainda é a mesma. O que impede artistas mulheres de serem tão valorizadas quanto os homens?
Benjamin Godsill, especialista da casa de leilões Phillips, acredita que o mercado não é necessariamente eficiente na definição dos preços -– porque, historicamente, o colecionador médio é homem. Mas isso, embora reflita de maneira geral a distribuição de riqueza e poder no mundo, não explica completamente o desequilíbrio. Os mercados, afirma Godsill, seguem a tendência dos interesses dos curadores, e é por isso que os “weenie counts” são relevantes para os resultados dos leilões.
“É onde os valores são definidos”, diz ele. “E nos museus, artistas mulheres não são nem de perto tão proeminentes quanto artistas homens.”
Carta da Guerrilla Girls aos
colecionadores de arte: "Vcs
não têm artistas mulheres
suficientes. Sabemos que vcs
se sentem mal por isso e vão
resolver a situação
Menos mulheres no Met significa menos mulheres em todo lugar. Os colecionadores buscam importância, eminência e um diálogo com a história da arte (uma narrativa que não é necessariamente determinada pelo artista ou pelo consumidor), e as casas de leilão fazem seu marketing com base no valor histórico e cultural, não no valor artístico. Godsill, no entanto, “espera com certeza que os preços das obras de artistas mulheres aumentará”. Por quê? Porque “as pessoas estão buscando valor, buscando coisas que foram subestimadas e que não receberam a devida atenção”, diz ele.
Em 2013, Gemma Rolls-Bentley, curadora independente de Londres e diretora artística do grupo feminista East London Fawcett, decidiu fazer uma avaliação do mercado de arte do Reino Unido, não com o intuito de fechar lacunas, mas  de dar continuidade às discussões. “Eu percebi que não é possível nem começar essa discussão sobre igualdade no mundo da arte”, disse Rolls-Bentley ao The Guardian na época, “porque muitas pessoas acreditam que ela já foi conquistada. Porque pessoas como Tracey Emin desafiaram as estatísticas”.
My Bed, obra de Tracey Emin
A obra mais famosa de Emin, My Bed (1998), foi vendida por quase o dobro do preço estimado de £ 2,5 milhões (US$ 3,9 milhões), com a taxa de prestação de serviços, na Christie’s. “O raro sucesso dessas artistas leva as pessoas a pensarem, erroneamente, que as mulheres têm oportunidades iguais”, afirmou Rolls-Bentley. E provando o quanto essa percepção é incorreta, ela descobriu que somente 5% das galerias comerciais de Londres representam números semelhantes de artistas mulheres e homens, e que nas galerias não comerciais, quase um terço não apresentava nenhuma mulher artista em obras individuais.
Elizabeth Sackler, fundadora do Centro Elizabeth A. Sackler de Arte Feminista no Museu do Brooklyn, vem monitorando a desigualdade de gêneros no mundo da arte há anos. Ela acredita que o mercado da arte é apenas um dos problemas com que as artistas se deparam.
Leilão de Arte do Pós-Guerra da
Christie's, com obras de Andy
Warhol ao fundo
“As estatísticas de vendas das obras são um sintoma, lutar por mais dinheiro não é nada mais que um band-aid", afirmou ela por e-mail. “As doenças que enfrentamos são o desrespeito fundamental pelas mulheres e atitudes inaceitáveis que se baseiam na crença de que o pensamento, as observações e as soluções criativas das mulheres têm pouco valor. Basta observar que no leilão de 12 de novembro de 2014 de Arte Contemporânea do Pós-Guerra da Christie’s havia 82 lotes: 79 homens e 3 mulheres.”
Há, é claro, um pequeno grupo de vozes que alega que essas diferenças são facilmente explicadas pela inferioridade inerente da arte que é feita por mulheres. Em um artigo para o The New York Times no em dezembro, a escritora Siri Hustvedt citou o crítico Brian Sewell, que afirmou em 2008: “O mercado da arte não é sexista… Nunca houve uma artista de primeira linha. Somente homens são capazes da grandeza estética.” Assim como o pintor George Baselitz, que disse em 2013: “Mulheres não pintam muito bem. É um fato… Como sempre, o mercado está certo.” 
Dentre as inúmeras estatísticas devastadoras que poderiam ser usadas para ilustrar o tema, Hustvedt citou um boato que será familiar para os que acompanham publicações de arte. “Em abril de 2014, circulou um rumor na internet de que, em 2015, o MoMA iria expor somente mulheres. Havia até uma citação de Glenn Lowry, o diretor do museu, admitindo que o gesto ainda não compensaria os anos de representação desigual. Infelizmente, era uma brincadeira de primeiro de abril inventada pelo Art Slant, um portal especializado em belas artes.”
26 Mar 04:00

by Pie Comic