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26 Feb 17:23

People Grow Old, Excuses Live Forever

by Barry

excuses-live-forever

This cartoon was created in collaboration with the wonderful Becky Hawkins.

Transcript:

Panel 1
A young man (20s or 30s) is talking with cheerful optimism to a woman who is about 60 years old. In the background a female secretary works on a laptop.
MAN: The reason most executives are male isn’t sexism. It just takes time for women to get promoted! In thirty years lots of top executives will be women!
WOMAN: Do you ever get deja vu?

Panel 2
A caption says TEN YEARS EARLIER. The same woman, who looks about 50, is listening to a different cheerful man talk. In the background, a different female secretary works on a computer with a flatscreen monitor.
MAN: The reason most executives are male isn’t sexism.

Panel 3
A caption says TWENTY YEARS EARLIER. The same woman, now about 40, is listening to a different cheerful man. In the background, a female secretary works on a computer with a huge boxy monitor.
MAN: It just takes time for women to get promoted!

Panel 4
A caption says THIRTY YEARS EARLIER. The same woman, now about 30, is being talked out by a cheerful man with a big mustache. But the woman has turned and is listening to the secretary in the background, an older woman working on an electric typewriter.
MAN: In thirty years, lots of top executives will be women.
SECRETARY: Do you ever get deja vu?

CAPTION FOR ENTIRE CARTOON: People grow old, excuses live forever.

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25 Feb 17:33

yungchub: This is more dramatic than the endof lost in...

by aishiterushit




















yungchub:

This is more dramatic than the endof lost in translation

25 Feb 14:37

hablup: This looks like a fuckin pokemon battle.

by aishiterushit


hablup:

This looks like a fuckin pokemon battle.

19 Feb 16:15

neilnevins: nathanael-platier: We freed them…but at what...

by aishiterushit










neilnevins:

nathanael-platier:

We freed them…but at what cost?

that ball wasn’t there to trap them

it was to protect us

21 Feb 03:40

Photo





19 Feb 14:03

saldo do carnaval:- três livros terminados. - muitos hematomas. em locais de difícil acesso ainda...

saldo do carnaval:

- três livros terminados.

- muitos hematomas. em locais de difícil acesso ainda por cima. uma coisa sem explicação. parece que um trio elétrico passou por cima de mim.

- a viagem de ônibus mais perdigotada da história. sério, não sei o que as pessoas tomaram que resolveram ficar todas enfáticas e falar cuspindo.

- uma tatuagem dourada fake que grudei no braço no calor do momento e agora se recusa a sair, estou cogitando passar creolina.

- todos os meus pertences aromatizados com aquela mistura de cerveja seca e mijo que paira no ar e gruda em você.

- uma treta na qual fui envolvida porque minha vida é esse interminável episódio de gossip girl baixa renda.


lembrando que só fui de casa para o trabalho e vice-versa nesses dias, é isso que eu chamo de otimização do tempo.



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aí que semana passada eu assisti whiplash.

esse tipo de filme sempre me deixa meio fuén porque sou incapaz de botar em prática essa coisa da persistência, do triunfo da disciplina. lindo conceito, porém inaplicável na minha mente. desculpa, sociedade. desculpa, pai da juno. desculpa, cisne preto (aliás, cisne preto é outro bode eterno em minha vida). volta e meia eu me torturo um pouco pela minha incapacidade de fazer planos a longo prazo, manter raciocínios lineares e gente, ontem comi metade de um bolo sozinha antes de perceber que era de figo e supostamente não como figo.

eu costumava pensar nesse traço da minha personalidade como uma falha de caráter. provavelmente fui doutrinada a pensar dessa forma. a verdade é que nunca entendi como é que num mundo tão cheio de gentes e lugares e possibilidades alguém pode escolher fazer UMA coisa. dentre tantas. dentre todas. apenas uma, e repeti-la durante todo o tempo que lhe foi destinado. fico pensando como seria viver uma existência em que todos os meus esforços convergissem para a realização de UM objetivo. não que eu tenha muita habilidade para botar objetivos em prática, cês podem ter percebido já, que rola uma dificuldade. mas UM? um é muito pouco, eu não sei lidar não.

tudo isso pra dizer que assisto esse tipo de filme e nunca sei como me sentir a respeito. por um lado que bonito você ficar aí com as mãos sangrando pra executar essa música perfeitamente, mas por outro TOCA UM MAMBO, meu filho. dá uma baquetada nesse velho demente.



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don’t point your fucking finger at crazy people, mano.


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mas antes de whiplash assisti factotum. porque antes disso tinha lido misto quente. e vinha pensando muito sobre obsessões. as minhas, as alheias, mas acima de tudo as ERRADAS. aqueles troços que você cisma de fazer e ainda por cima escolhe o pior caminho possível, enfim.

e o bukowski tem essa coisa paradoxal que eu gosto (contra minha própria vontade muitas vezes porque vamos combinar que ele não era nenhuma flor de pessoa): ele era muito mais obcecado, obstinado, do que propriamente disciplinado. os textos dele são aquele tumulto de idéias ruins com idéias ótimas e uns momentos simplesmente sensacionais, tudo numa página só, e me deixam com a impressão de que ele não estava tentando, estava fazendo. simples assim. e isso me reconforta de uma maneira estranha - porque quando eu tento colocar coisas em prática me perco num limbo desgraçado e sem rumo de listas das listas das listas que preciso fazer, noites viradas no planejamento de coisa nenhuma - e no final de factotum está lá o matt damon/chinaski no bar num bom momento porém depois de tomar muito no cu e recitando em off roll the dice:

if you’re going to try,
go all the way.
there is no other feeling like
that.
you will be alone with the gods
and the nights will flame with
fire.

do it, do it, do it.
do it.

all the way
all the way.

you will ride life straight to
perfect laughter, its
the only good fight
there is.


que é um dos meus poemas preferidos mas também um lembrete muito necessário nesse momento de que eu posso pegar mais leve comigo mesma e sair fazendo coisas em vez de pensar em querer tentar fazê-las e enfileirar o plano a, o plano b, o plano c, porque isso até hoje serviu apenas para provar que eu sei o alfabeto. agora vamos pegar uma das letras e fazer e se o resultado for uma bosta bem grande foda-se porque na real ninguém tá se importando? vamos. 



a nível de ~discurso motivacional~ é o melhor que tá tendo, gente.

18 Feb 15:12

Jessica Huang gives her son “the talk.”

Lori

Hahahahhahaha gargalhei com essa cena. O melhor é q o pai já tinha conversado com o guri e ela pergunta "vc conversou com ele sobre date rape?" e vem essa cena. Tô achando essa série ótima.









Jessica Huang gives her son “the talk.”
18 Feb 21:10

teasing_the_dog.gif

teasing_the_dog.gif
18 Feb 04:22

ascoutinglevi:this-ugly-flower:death-limes:"omg i love Harry! his British accent is so cute!"THAT...

ascoutinglevi:

this-ugly-flower:

death-limes:

"omg i love Harry! his British accent is so cute!"

image

THAT RED THING IS CALLED HARRY?

oi mate “that red thing” is a member of the royal family

14 Feb 05:15

http://feedproxy.google.com/~r/CatVersusHuman/~3/j7iuD4tpebg/may-your-cat-let-her-cuddle-with-you.html

by yasmine
May your cat let her cuddle with you this Valentine’s Day. Or any day.

01 Feb 14:17

lady-feral:Damn.





















lady-feral:

Damn.

13 Feb 00:33

224

by clay

depcom.224.col.400px

flattr this!

11 Feb 22:23

"O QUE ACONTECEU QUANDO CONFRONTEI MEU TROLL MAIS CRUEL"

by lola aronovich
Não foi bem isso que aconteceu com a escritora feminista Lindy West

O sempre adorável Flávio leu este artigo de Lindy West no The Guardian e decidiu traduzi-lo e mandá-lo pra cá. 
Não vou incluir minhas observações porque o artigo já é longo. Vou aproveitar os comentários de vocês, refletir sobre o tema (tipo: valeria a pena eu tentar dialogar com algum dos inúmeros mascutrolls que me insultam e ameaçam? Contar pra mãe deles?), e escrever um texto sobre isso mais pra frente. Por enquanto, fiquem com a experiência da Lindy. 

Manifestante em Marcha das Vadias
Nos últimos três anos, aproximadamente, pelo menos um estranho me perseguiu diariamente para me chamar de vaca gorda (ou alguma variação disso). Eu sou escritora, mulher e feminista e escrevo sobre coisas grandes, gordas e irritantes que deixam as pessoas desconfortáveis. E porque escolhi isso como carreira, me dizem que esse constante bombardeio de abusos é simplesmente parte do meu trabalho. Dane-se. Não há nada que eu possa fazer. Aparentemente, eu estou pedindo isso.
Lindy recebendo um
importante prêmio em NY
Ser assediada na internet é uma parte tão normal e rotineira da minha vida que sempre me surpreendo quando outras pessoas acham esses abusos surpreendentes. Você está me dizendo que você não tem centenas de homens pipocando em seu cubículo na contabilidade da empresa de pequeno porte em que trabalha para informar a você que -– humm -– você é muito gorda para ser estuprada, mas que talvez eles devessem fatiar você com uma faca elétrica? Não? Só eu? Pessoas que não passam muito tempo na internet ficam invariavelmente chocadas ao descobrir a barbárie –- o ardente abandono do contrato social -– que muitos de nós enfrentamos simplesmente por fazermos o nosso trabalho.
Às vezes o ódio escorre lentamente, só uma ou duas mensagens por dia. Outras vezes, quando escrevo sobre algo particularmente controverso (feminismo, por exemplo) –- como, digamos, minha crítica ao fato de que homens se sentem no direito de ter o tempo e a atenção das mulheres ou, literalmente, qualquer coisa sobre estupro -– o assédio vem em dilúvios. Inunda minha conta no Twitter, minha página no Facebook, meu e-mail, tão rápido que eu mal consigo acompanhar (não que eu queira).
Foi em meio a um desses dilúvios dois anos atrás que meu falecido pai me contatou através do Twitter.
Na época eu estava escrevendo bastante sobre o problema da misoginia (especificamente sobre piadas de estupro) no mundo da comédia. Meu ponto central –- que foi alegremente desconstruído para se tornar um argumento “pró-censura” desde então -– era que o que dizemos afeta o mundo em que vivemos, que palavras são tanto um reflexo quanto um catalisador da maneira como nossa sociedade opera. Eu disse que, quando se fala sobre estupro, você tem que decidir qual o seu objetivo: você está tirando sarro dos estupradores? Ou das suas vítimas? Você está tornando o mundo melhor? Ou pior? Não é sobre censura, não é sobre obrigação, não é sobre impor limites à fala de ninguém -– é sobre escolhas. Quem você é? Escolha.
Na internet vc pode ser o que quiser.
É estranho que tanta gente
escolha ser estúpida
A reação raivosa dos fãs de comédia foi imediata, e intensa: “Essa gorda não tem que se preocupar com estupro”. “Ela nunca vai ter que se preocupar em ser estuprada”. “Ninguém vai querer estuprar esse bagulho gordo e nojento”. “Depósitos como essa aí me fazem querer estuprar alguém só de raiva”. E isso seguiu assim indefinidamente, até o ponto em que quase se transformou em ruído branco. Depois de mais ou menos uma semana eu estava me sentindo desgastada, mas fortalecida. Nada mais podia me atingir.
Lindy criança com seus pais
Mas aí surgiu o amável rosto de meu querido pai brilhando para mim no Twitter. Alguém –- entediado, aparentemente, com as formas habituais de perseguição e assédio -– abriu uma conta falsa no Twitter fingindo ser meu falecido pai, com uma foto dele que eu amo, roubada, com nenhuma outra intenção a não ser me ferir. O nome da conta era “PawWestDonezo”, porque o nome do meu pai era Paul West, e uma difícil luta contra o câncer de próstata 18 meses antes o tornara “donezo” (uma gíria boba para “done” [acabado]). A bio dizia “Envergonhado pai de uma idiota”. “Os outros dois filhos são OK, no entanto”. O local de origem era “Buraco sujo em Seattle”.
Lindy com seu pai Paul West
Meu pai era especial. A única coisa que ele valorizava mais do que a ironia era a gentileza. Ele era escritor e publicitário, além de ser um barítono magnífico (ele podia gravar um jingle para você e gravá-lo no mesmo dia); um tipo raro de músico que ia sem problemas dos padrões do jazz aos clássicos -- e posso afirmar que nunca conheci alguém que fosse amado por tantas pessoas, nem espero encontrar novamente. Eu o amava, tanto.
Existe um termo para esse tipo de crueldade online gratuita: chamamos isso de trolagem de internet. A trollagem é um abuso recreativo, geralmente anônimo, com o objetivo de desgastar uma pessoa, conseguir audiência ou então silenciá-la através do medo. Algumas vezes são relativamente inócuos (como fazer perguntas contrárias ao argumento só para começar uma discussão) ou infantis (como fazer piada do meu peso ou da minha inteligência). Mas, principalmente quando o sujeito é uma mulher, com frequência a boa fé é ultrapassada e os comentários se transformam em perseguição perigosa.
Com que idade você perdeu
sua compaixão?
E mesmo a perseguição “inócua”, quando vem em massa de centenas ou mesmo milhares de usuários diariamente, deixa de parecer inócua com muita rapidez. É uma tática de silenciamento. A mensagem é: você está em desvantagem numérica. A mensagem é: nós iremos parar quando você sumir. O volume e a intensidade da perseguição são imensamente maiores com mulheres negras, mulheres trans, mulheres portadoras de deficiência, mulheres gordas, trabalhadoras do sexo e outras intersecções identitárias. Quem é trolado tem impacto direto sobre quem tem poder de fala; na minha experiência, a trolagem mais feroz vem tradicionalmente de comunidades dominadas por homens brancos (comédia, videogames, ateus) cujos membros gostariam de mantê-las assim.
Eu sinto o baque o tempo todo: eu deveria mudar de carreira; eu deveria encerrar as contas nas mídias sociais; talvez eu consiga arrumar um emprego na mídia impressa em algum lugar; é exaustivo demais. Ouço a mesma ladainha de meus colegas. Claro, todos construímos uma armadura a essa altura. A trolagem na internet pode parecer um problema que só afeta um certo grupo de pessoas, mas isso só é válido se você acreditar que viver em um mundo destituído de vozes diversas -– o discurso público moldado primariamente por homens brancos, heterossexuais, não portadores de deficiência -– não afetaria profundamente a sua vida.
Sentada na frente do computador, olhando para o PawWestDonezo, eu tinha poucas, mas preciosas opções. Tudo que eu podia fazer, de fato, era ignorá-lo: apertar o botão de bloqueio e seguir em frente, sabendo que essa conta ainda vai estar lá, escondida num emaranhado de linhas de programação, ainda pondo palavras na boca de meu pai morto, ainda usando sua imagem para zombar, insultar e silenciar pessoas. Afinal, não é ilegal dar uma cotovelada nas memórias de alguém, distorcê-las e transformá-las em arma. Nem deveria ser, é claro. Mas isso não quer dizer que temos que tolerar isso sem discordar.
Repetidamente, àquelxs de nós que trabalham na internet, nos é dito “Não alimente os trolls. Não responda. É o que eles querem”. Mas isso é verdade? Ignorar os trolls vai mesmo impedí-los? Alguém pode me mostrar números concretos que provem isso? Eu já ignorei mais trolls do que “alimentei”, e minha caixa de entrada não ficou mais silenciosa por isso. Quando falo o que penso e recebo uma enxurrada de injúrias como resposta, não percebo isso como apelo por atenção –- parece mais uma exigência para que eu me cale.
E alguns trolls dizem isso abertamente. “Se não aguenta, caia fora da internet”. Essa é uma ladainha persistente que eu e minhas colegas ouvimos quando confrontamos nossos agressores. Mas por quê? Por que VOCÊ não sai da internet? Por que eu devo ter que reorganizar toda a minha vida –- e mudar de profissão, basicamente -– só porque você se borra de medo toda vez que uma mulher fala?
Meus amigos dizem, “Não leia os comentários”. Mas outro dia, por exemplo, recebi um tuite que dizia “Que a sua odiosa cabeça repouse sobre a lâmina de uma espada do ISIS”. Colegas e amigos tiveram seus números de telefone e endereços publicados na rede (uma tática de perseguição chamada de “doxing”) e viram trolls aparecerem em seus eventos públicos ou fazer ameaças de tiroteio em massa. Então, se não mantivermos um olho no que essas pessoas estão dizendo, como saberemos quando a linha foi cruzada e a força da lei deve ser aplicada? (Não que a polícia tenha ideia sobre como lidar com ameaças online -– ou tenha muito interesse em tentar).
Jezebel reclamou, Twitter rejeitou
As empresas de mídias sociais dizem “Basta reportar o abuso e seguir em frente. Nós cuidamos disso”. Então eu faço isso. Mas reportar o abuso é um processo trabalhoso e entediante que pode consumir até metade do meu dia de trabalho. De qualquer forma, a maioria das minhas denúncias é rejeitada. E sempre que um troll é bloqueado (ou mesmo suspenso), ele pode simplesmente criar uma nova conta e começar tudo de novo.
Estou ciente de que o Twitter está dentro de seu direito de permitir que sua plataforma seja usada como veículo para agressões racistas e sexistas. Mas, na posição de empresa privada -– como um comediante remoendo uma piada de estupro, ou um troll procurando um alvo para sua raiva –-, ela poderia escolher não fazê-lo. Como uma coletividade de seres humanos, poderia escolher ser melhor.
Então, quando cheguei ao caso de PawWestDonezo, eu fugi do roteiro: parei de me preocupar com o que ele queria e fiz o que me pareceu o melhor naquele dia. Tornei o caso público, online. Me coloquei na posição de vulnerabilidade. Não escondi o fato de que aquilo doía. Na manhã seguinte, dou de cara com um email:

"Oi, Lindy, eu não sei por que, nem mesmo quando, eu comecei a trolar você. Não foi por causa de sua posição em relação a piadas de estupro. Eu também não as acho engraçadas.
Acho que minha raiva de você deriva de sua felicidade consigo mesma. Isso me ofendia porque servia para realçar minha infelicidade comigo mesmo.
Eu mandei e-mails para você através de duas outras contas do Gmail apenas para fazer insultos idiotas.
Peço desculpas por isso.
Eu criei a conta de email e a do Twitter com o nome do seu pai. (Apaguei ambas.)
Não posso dizer o quanto lamento.
Foi a coisa mais baixa que já fiz. Quando você divulgou isso em seu último artigo no site Jezebel, finalmente me dei conta. Há um ser humano, alguém com vida, que respira e que está lendo essa merda. Eu estou atacando alguém que nunca me fez absolutamente nada. E por nenhuma razão.
Cansei de ser um troll.
Mais uma vez, me desculpe.
Fiz uma doação em memória de seu pai.
Desejo o melhor para você."

Ele doou 50 dólares para um instituto contra o câncer em Seattle, onde meu pai recebeu tratamento.
Esse email ainda me deixa de boca aberta cada vez que o leio. Um troll reformado? Uma admissão de fraqueza e auto-aversão? Um pedido de desculpas? Eu escrevi de volta uma vez, expressando minha surpresa e agradecendo -– e só isso. Voltei à minha rotina normal de receber emails de ódio, passar pelas mesmas opções milhões de vezes -– ignorar? Bloquear? Reportar? Enfurecer-me? -– mas a cada vez que encarava essas opções pensava rapidamente de meu troll com remorso.
No verão passado, quando um grupo de fãs de videogame começou um ataque massivo contra mulheres que fazem crítica de jogos e desenvolvedoras (se quiser saber mais, procure “GamerGate” no Google, depois feche seu laptop e jogue-o no lixo), meus pensamentos voltaram cada vez mais para ele. Me perguntava se poderia aprender algo com ele. E então eu me toquei: por que não pagar para ver?
Nós só tínhamos nos comunicado aquela vez, rapidamente, no verão de 2013, mas eu ainda tinha seu e-mail. Pedi ao popular programa de rádio This American Life para me ajudar a encontrá-lo. Eles concordaram. Eles mandaram um email para ele. Após alguns meses de angustiante silêncio, ele finalmente respondeu. “Ficarei feliz em ajudar da melhor forma possível”.
E então lá estava eu no estúdio com um telefone -– e o troll na outra ponta.
Conversamos por duas horas e meia. Ele me disse que não me odiava por causa das piadas de estupro –- isso foi só uma coincidência –- me odiava porque, simplesmente, eu não me odeio. Ouvi-lo explicar suas escolhas em suas próprias palavras, com a própria voz, foi fascinante e de partir o coração. Ele contou que, na época, ele se sentia gordo, detestado, “sem paixão” e sem propósito. Por alguma razão ele achou fácil descontar essas frustrações nas mulheres online.
Perguntei por quê. O que tornava as mulheres um alvo fácil? Por que era tão satisfatório nos ferir? Por que ele não nos enxergava automaticamente como seres humanos? Em todo o seu processo de reflexão, essa era a única coisa que ele nunca conseguiu articular -– como a raiva por uma mulher se traduzia no ódio por mulheres em geral. Por que, quando os homens se odeiam, são as mulheres que apanham.
Campanha contra cyber-
bullying: O que vc diz de mim
diz muito sobre você
Mas ele também explicou como se modificou. Ele começou a cuidar da saúde, encontrou uma nova namorada e, mais importante, voltou a estudar para se tornar professor. Ele me contou –- com toda a seriedade –- que, como voluntário em uma escola, ele agora recebia muitos abraços. “Vi como os sentimentos das crianças eram feridos por seus pares, de propósito ou não, e isso tirava-as do eixo pelo resto do dia. Elas mergulhavam a cabeça na carteira e se recusavam a conversar. Enquanto observo isso, não consigo deixar de pensar nos sentimentos que feri.” Ele disse que sentia muito.
Eu não tinha intenção de perdoá-lo, mas perdoei.
Essa história não é prescritiva. Não quer dizer que qualquer uma está obrigada a perdoar pessoas que as agridem, ou mesmo que eu planeje ser cordial e ter compaixão por cada adolescente que me diz que estou muito gorda para ser estuprada (desculpas antecipadas, meninos: eu ainda mordo). Mas, para mim, isso mudou o tom das minhas interações online -– com, por exemplo, o cara que respondeu à minha história no rádio chamando meu pai de “bichona”. 
É duro sentir-se ferido ou assustado quando se está repleto de pena. E isso, por sua vez, tornou muito mais fácil para mim continuar conversando diante de uma turba barulhenta clamando pelo meu silêncio. Continuem gritando, trolls. Eu sei o que vocês são.
07 Feb 12:01

the-kellephant:captxandri:sgtbuckyrogers:thewantedpumpkin:milesja...

by aishiterushit
Lori

Thororo <3











the-kellephant:

captxandri:

sgtbuckyrogers:

thewantedpumpkin:

milesjai:

ooooOOOOOOO

Bring on the biracial thunder babies.
image

#still all about that thororo

Thororo is the best ship name ever.

08 Feb 11:52

Photo



08 Feb 03:31

Gillian Anderson and David Duchovny



Gillian Anderson and David Duchovny

09 Feb 22:00

Black Person: I have been followed in stores, called a nigger, stopped and frisked...

by wagatwe
Black Person: I have been followed in stores, called a nigger, stopped and frisked...
Latino/a: I have been told to "go back to my own country", harassed for speaking Spanish, called a wetback...
Asian: I have been called "ching-chong", had people call me submissive, ask me to help them with their tests...
Native-American: Lots of rape against native women, cultural appropriation for days, told I am getting free stuff from the government

White person: One time, a black person called me a cracker. It hurt my feels a lot. Why can't we all just move forward and not see color?
09 Feb 17:36

eu sou uma pessoa que não lida bem com a ausência súbita de rotina. penso em tudo o que seria...

eu sou uma pessoa que não lida bem com a ausência súbita de rotina. penso em tudo o que seria interessante fazer naquele dia todo meu e aí me dá uma gastura, eu não consigo escolher, eu quero hidratar o cabelo e ir à praia ao mesmo tempo, quero ir a uma biblioteca mas tenho pudores pois que tipo de pessoa trabalha com livros e quer ir pra uma BIBLIOTECA no dia de folga?


dias de folga acabam com meu bem estar psicológico. é muita pressão.


mas tem uns momentos em que você se esforça e faz um plano. e vai dormir determinada a segui-lo. é aí que a coisa dá mais errado ainda.


para começar, você acorda e descobre que a família inteira fugiu de casa contando com o fato de que você vai cuidar do cachorro (diabético, toma insulina 2 vezes ao dia e precisa comer em intervalos regulares). mas tudo bem, você pode fazer um café e assistir um filme enquanto espera.


você senta com o café na frente do computador, a gata senta na frente do monitor. você a empurra para o lado, ela mastiga o fio do mouse. você a tira da cama, ela faz fssss e mastiga um sapato. você grita. o café já esfriou. a gata sobe na estante e tenta roer tudo o que há nas prateleiras. o cachorro dá two fucks para o fato de que você só está em casa por causa dele e começa a chorar de tristeza atrás da porta numa clara demonstração de que prefere as pessoas que saíram. você vai até a sala interromper os ganidos. o gato constata que os outros bichos estão roubando o holofote e começa a enfiar as unhas no sofá. você escuta barulhos no quarto, volta e descobre que a gata vomitou e foi para o quintal comer toda a sorte de vegetal não comestível. você vai para o quintal checar a situação e a tartaruga estica a cabeça por cima do cercadinho como quem pergunta se você tem um minuto para ouvir a palavra do senhor. o cachorro está uivando. você decide que é melhor parar de pensar no sofá. lembra do filme. senta na frente do computador. o parágrafo inteiro se repete mais umas três vezes exceto pela parte do café, porque você não sabe mais onde deixou a caneca.


eventualmente as pessoas retornam ao lar, está cedo ainda. mas passou uma nuvem preta ali e nada a ver sair na chuva, gente.

semana que vem eu tento de novo, né. é bom que a lista já está até pronta.


(pra quem estiver muito curioso:

1. folga agora só na terça de carnaval. ou quando eu tirar a saia e usar como uma capa, o que probabilisticamente tá mais perto de ocorrer.

2. o filme em questão era whiplash, o que significa que com todas as pausas e recomeços eu passei umas 5 horas lutando com a vontade de enfiar baquetas no rabo do pai da juno porque meu deus do céu, que pessoa irritante. mas isso fica pra outro texto.)

03 Feb 07:32

How Rape Makes Women Poorer

by Barry

rape-is-a-tax-on-women

This cartoon was inspired by “Yes means yes” is about much more than rape, by Amanda Taub.

Transcript:
The cartoon is in flow chart form.

Panel 1 is labeled “START HERE,” and shows a fashionable hipster man talking on a cell phone. He has a Van Dyke beard.
VAN DYKE: Come to the city and stay with me for the conference! You’ll meet important people!

An arrow labeled “If you’re a girl go this way” leads to a panel showing a young woman on the phone thinking “Should I go? I barely know this guy.” There are two paths leading from this panel: “YES, GO” and “DON’T GO.”

“DON’T GO” leads to a panel marked THE END, where we see an IMPORTANT PERSON IN A SUIT AND TIE speaking to VAN DYKE.
IMPORTANT PERSON: Whatever happened to her? I thought she was talented.
VAN DYKE: I tried helping her, but she’s SO standoffish.
THE END!

“YES, GO!” leads to a panel of the young woman and Van Dyke in a bedroom. He is grabbing her and she’s trying to fend him off.
VAN DYKE: Aw, c’mon, don’t tease!
WOMAN: Get OFF!
There are two routes out of this panel: “STAY IN HIS APARTMENT” and “FLEE HIS APARTMENT.” “STAY IN HIS APARTMENT” leads to a black panel labeled “HE RAPES YOU.” “FLEE HIS APARTMENT” leads to a panel of the young woman sitting on a sidewalk, shivering, in the dark, labeled “you’re broke on the streets of a strange city.” Whichever path you choose, they both lead to…

A panel marked “YOU GET BLAMED.” Fingers point at the young woman.
FINGER 1: She must have wanted it!
FINGER 2: What did she expect to happen?

The “YOU GET BLAMED” panel leads to an arrow marked “TIME OFF TO HEAL,” which in turn leads back to the THE END panel.

Going all the way back to the “START HERE” panel, there’s one more route in this flow chart. From “START HERE” (“Come to the city and stay with me for the conference! You’ll meet important people!”) choose “IF YOU’RE A BOY, GO THIS WAY.” A young man on the phone says “Thanks! I’d love to go!” We then see him at a party in the city, with lots of networking going on; the IMPORTANT PERSON is saying to him, “we should collaborate.” An arrow marked “YEARS LATER” leads to a panel of the now less young man, clearly now an important person himself, giving a speech at a podium.

YOUNG MAN: I never benefited from sexism… I just worked harder than my rivals!

The post How Rape Makes Women Poorer appeared first on Lefty Cartoons.

06 Feb 21:31

223

by clay

depcom.223.col.400px

flattr this!

03 Feb 15:28

Photo



02 Feb 22:16

themarysue: Mulder, calm down.







themarysue:

Mulder, calm down.

02 Feb 00:12

http://pinkvader.com/post/109823812870

by aishiterushit

pyjamazombie:

sherlockedcompanion:

i-make-doodles-lol:

gallifrey-feels:

cosmo-gyral:

Who invented the blow job?

Like, who wakes up one day and thinks “today, I will suck a dick

image

Probably

Definitely. 

Obviously.

It’s history.

30 Jan 21:03

222

by clay

depcom.222.col.400px

flattr this!

31 Jan 23:40

gaywilliamjohnson: soundgoodizer: howd they get north america...



gaywilliamjohnson:

soundgoodizer:

howd they get north america out there

please bring us home

31 Jan 01:31

pi4nobl4ck:Never understood this trilogy



pi4nobl4ck:

Never understood this trilogy

25 Nov 14:30

stunningpicture: PETA was in town the other day, protesting the...



stunningpicture:

PETA was in town the other day, protesting the abuse of animals and handing out stickers. I gave one to my cat.

22 Jan 00:00

Oh! Kra

by admin

28 Jan 18:00

Photo





29 Jan 04:21

[Hayao Miyazaki: “Things like Kiki and Laputa, I can no...











[Hayao Miyazaki: “Things like Kiki and Laputa, I can no longer look back upon fondly. I became aware these otakus are perverts too. Lolicons. These degenerate sexualize these innocent young protagonists, and now the industry is built around catering to that. It’s disgusting. Why would I want to stay in an industry like this?”]