Shared posts

16 Sep 22:38

touché. 



touché. 

13 Sep 04:16

Photo



14 Sep 03:31

Photo





14 Sep 03:32

Photo





14 Sep 03:33

wonderingaboutfandoms: letyourjourneystart: According to chemistry, alcohol IS a solution.

wonderingaboutfandoms:

letyourjourneystart:

According to chemistry, alcohol IS a solution.

image

04 Sep 23:27

lesmachins: Montreal Thistle Curling Team, 1893



lesmachins:

Montreal Thistle Curling Team, 1893

14 Sep 15:59

pugliepug: Free Shipping ends tonight at Midnight PDT! First...

by laurabuu
















pugliepug:

Free Shipping ends tonight at Midnight PDT!

First batch of new content uploaded :]

13 Sep 11:14

A música seria muito melhor, com certeza.

by Zanfa
Alan Porto

everybody!

bach

11 Sep 22:04

704 – Sarado.

by gomba

Sarado

Fora Sarney.

11 Sep 04:00

I Could Care Less

I literally could care less.
11 Sep 11:01

Nunca solicite honestidade.

by Zanfa

pneumonia

11 Sep 03:16

Photo





11 Sep 03:21

elle-lafille: micdotcom: Watch: Serena Williams shuts down a...

10 Sep 00:07

FRAGILIDADE

by ricardo

fragilidade
08 Sep 23:06

Photo





08 Sep 04:17

darlenealdersons: Broad City S02E10





darlenealdersons:

Broad City S02E10

08 Sep 04:21

africant: he tried to be slick smh.



africant:

he tried to be slick smh.

07 Sep 01:06

Visão aérea incrível de um petroleiro atracando com perfeição em um porto estreito

by Casey Chan
Alan Porto

via Osias Jota

O capitão desse navio deve ser um mestre em Tetris ou um especialista no joguinho de estacionar carros. A forma como ele manobra esse petroleiro, o Galway Fisher, no estreito Porto de Galway, na Irlanda, é simplesmente incrível de se ver por cima.

Navio petroleiro atracando com perfeição em um porto estreito

Ele não apenas encaixa o navio em uma passagem muito estreita, como também desvia de outro navio para fazer a curva e enfim atracar. Mestre!

O post Visão aérea incrível de um petroleiro atracando com perfeição em um porto estreito apareceu primeiro em Gizmodo Brasil.




rc.img

rc.img

rc.img

a2.imga2t.imgmf.gif
06 Sep 14:19

Photo





06 Sep 17:05

jrdnparrish: doctor who meme: nine scenes [1/9]       ↳ Ten and...





















jrdnparrish:

doctor who meme: nine scenes [1/9]
      ↳ Ten and River in “Silence in The Library“

06 Sep 03:56

I am Cait

by Patricia C.


Estou vendo I am Cait - passa no E!, mas dá pra baixar também - e tenho refletido bastante, claro que está atrelado a um processo de reflexão longo feito nos últimos anos. Sigo aprendendo a cada dia. A causa trans, especificamente, me ajudou a calar mais a boca diante de questões que não são minhas. Eu não tenho propriedade para dar pitaco na causa trans ou na causa negra, por exemplo, minha parte é escutar e dar apoio. Meu papel é aprender. Muito se fala no papel do homem na causa feminista e eu acho que é esse também: calar a boca e escutar.

Acompanhar o seriado sobre a vida da Caitlyn Jenner tem sido interessantíssimo em diversos aspectos. A relação dela com a família, com os amigos homens heteros, a relação com as filhas, sempre mais abertas ao diálogo do que os homens, é impressionante. E um dado momento a irmã fala sobre Caitlyn ter dito sobre a transexualidade 30 anos atrás, "achei que era uma fase, ela nunca mais mencionou". Porque fica para o grande público, a grande massa de julgadores, que um dia ela acordou e falou "taí, quero ser uma mulher". Um julgamento que reduz o ser humano e suas reflexões internas. O processo de transição, o processo de reconhecimento dessa transição é longo, muitas vezes a pessoa passa por períodos enormes de depressão até entender o que está acontecendo. Muito se fala do privilégio da Caitlyn ter dinheiro e suporte familiar, mas pode ter sido justamente a fama o principal empecilho na aceitação da transexualidade. O peso que se tem ao ser atleta, campeã olímpica recordista e tudo mais. A posição da mãe, apesar de cristã, é aberta para a possibilidade de compreensão. Não é uma aceitação direta, mas uma abertura para. A mãe diz "é difícil assimilar, mas irei assimilar", mais tarde diz "eu preciso aprender mais". E aí a gente tem uma questão crucial: o reconhecimento das próprias limitações. Olha como é difícil lidar com o mundo, mas me dá um tempinho aqui pra ler, me informar, que daqui a pouco eu estou pronta. É o primeiro passo. E o que vemos, na maioria dos casos, é uma total aversão ao desconhecido. Aversão que produz preconceito e consequentemente ódio. 

É engraçado também acompanhar o início de uma mudança política. Caitlyn sempre foi republicana, conservadora. Uma das amigas fala sobre um grupo que luta por ajudas do governo e Cait diz "ah, mas não se pode dar tudo de mão beijada porque aí a pessoa não corre atrás". Daí Cait vai na reunião desse grupo e se depara com as histórias das pessoas "fui expulsa de casa", "era a melhor aluna do colégio e sequer tive chances de ir pra uma faculdade", "não conseguia emprego, para não passar fome me prostituí" etc. A cara de choque dela. A realidade completamente diferente. Pá na cara. Uma mudança total de perspectiva. No final do dia Cait tá chamando a assessora, aos prantos, e dizendo "nós vamos pagar a faculdade dela". É uma cena emocionante, mas também hilária.

Curto também as participações das ativistas no programa.  Uma delas, a Kate Bornstein, falou sobre a questão do aliado. Um pensamento que é bem parecido com o meu:

"Tenho problemas com a palavra 'aliado'. Muitas pessoas pensam que, por nos aceitarem, são nossas aliadas, mas não são. São apenas receptivas. Ser aliado significa... você me pergunta do que eu preciso, eu respondo, e você me diz o quê ou o quanto pode fazer para me ajudar. Se eu disser que preciso de ajuda para atravessar aquela multidão, que me vê como aberração, preciso que você seja meu guarda-costas. Isso significa ser um aliado. E pergunte. Não presuma que sabe. Não presuma que o nosso maior problema seja banheiros de uso livre. Não é. E para algumas pessoas este é o maior problema. Pergunte. É o primeiro passo para ser um bom aliado". 


Vale a pena acompanhar o seriado.

05 Sep 02:39

Photo





05 Sep 14:58

Photo



05 Sep 15:02

Photo





04 Sep 21:35

tastefullyoffensive: by Mr. Lovenstein

04 Sep 21:38

Photo



04 Sep 11:25

Amigo só serve para ser filho da puta.

by Zanfa

5786_b5e3_390

03 Sep 23:13

As vezes em que achei que ia morrer

by Ygor Freitas

Por longos anos da minha infância eu fui um menino de apartamento que não saía de casa pra nada. A minha vida era escola, video game e Cartoon Network. Por causa dessa superproteção, não tive a oportunidade de ser uma daquelas crianças que corriam só de camiseta e cueca no meio da rua. O saldo disso tudo (além de eu não virar um usuário de crack) é que eu me tornei um moleque frouxo.

A propósito, uma observação rápida sobre as crianças de cueca aqui. Já reparou que sempre tem uma dessas no seu bairro? É aquela criança com uma barriguinha protuberante, um umbiguinho estufado e que geralmente tem umas casquinhas de ferida no corpo que é melhor você não encostar. Depois procura bem.

E justamente por eu ser frouxo, quando finalmente tive liberdade para brincar nas ruas do meu Bairro Califórnia, eu não estava preparado. Eu simplesmente não tinha o Know-How. Além disso, o meu campo de diversão limitava-se apenas à minha rua (uma rua sem saída, diga-se de passagem). Ou seja, se todos quisessem brincar com o pessoal da rua do lado, eu não podia participar. Ir, por exemplo, à padaria, que era a dois quarteirões de distância, tratava-se basicamente uma aventura impossível.

 

1Minha concepção de como era comprar pão.

 

Nessa minha realidade de não conhecer a vida como ela é, meio que perdi a noção de realidade muitas vezes. Coisas bobas eram o suficiente pra eu ficar neurótico e achar que iria a óbito em menos de 24h. Rapaz, se eu fosse contar todas as vezes em que achei que iria morrer por algo estúpido, daria pra escrever uma série de livros maior que Game of Thrones. E essas aqui foram três muito marcantes pra mim…

 
 
Canivete

Quando eu tinha, sei lá, uns 7 anos, estava no quarto dos meus pais à noite vendo TV. Ao lado da cama, como toda boa cama, tinha um criado-mudo. E dentro dele um canivete do meu pai. Era um daqueles canivetes suíços bonitões da Victorinox que são vermelhos na medida certa pra chamar atenção de uma criança.

 

Canivete-Victorinox-Tourist
Olha que bonito

 

Eu, explorador que só, esperei o momento certo para abrir a gaveta quando ninguém estivesse vendo para pegar aquele artefato e descobrir como ele funcionava. Comigo não tinha receio, fui abrindo tudo sem pensar nas consequências. Puxei tesourinha, puxei serrinha, puxei a pinça…aí tinha um que estava emperrado. Fiz força. Continuava emperrado. Força força. Agora sim estava quase indo e PLUFT. A função mais cortante do canivete mostrou que não estava ali pra sacanagem. Aquela lâmina abriu muito rápido, muito de surpresa. E com a mesma velocidade, o sangue que circulava no meu dedo descobriu que estava livre para viver uma nova vida. Eu tinha me cortado.

O negócio sangrou, e olha, como sangrou. Eu olhei pro meu dedo e estava lá o melado escorrendo. Até então eu não tinha visto algo assim na minha vida. Pelo menos não ao vivo e muito menos comigo. Aquele cortezinho pra mim era um massacre e no mínimo eu iria virar uma peça de açougue. Fui correndo ao banheiro lavar aquela sanguinolência porque minha cabeça água salvaria. Eu botaria água lá e o sangue não sairia mais. Água é vida.

Só que nada impedia aquele dedo de sangrar.

 

More than 67,000 martyrs in the fighting in Syria in Damascus
A situação era basicamente essa 

 

Qual o meu raciocínio lógico? Na escola aprendi que quando perdemos muito sangue, morremos. Ou seja, eu tava virando um cadáver ali mesmo. Comecei a chorar e a gritar no banheiro “EU TO MORRENDO, MAMÃE. ESTOU PERDENDO MEUS SENTIDOS, Ó MEUS PROGENITORES. YA NO PUEDO MÁS VIVIR, PAPÁ! ADIÓS”. Quando eles chegaram correndo a cena era eu no chão do banheiro sangrando esperando a morte me carregar.

 

Screen-Shot-2015-07-01-at-4.44.12-PMEu

 

Não morri. Eu era só burro mesmo. A lição estava aprendida e só encostei naquele canivete depois de 10 anos.

 
 
Lego

Esse não foi um caso isolado, mas sim recorrente. Quando eu era criança, um dos presentes que mais ganhava da família era Lego. Na época eu não tinha muita noção e acabei não dando tanto valor quanto deveria, MAS VOCÊS JÁ VIRAM O PREÇO DO LEGO HOJE EM DIA? Com uma dessas caixas temáticas grandes você já pode dar entrada num apartamento duplex em Ipanema. Dei uma breve pesquisada aqui no Mercado Livre e estou indiguilouco.

 

Captura de Tela 2015-09-03 às 5.17.31 PM
Qual a necessidade disso gente

 

Modéstia à parte, sempre mandei bem naquelas construções e vez ou outra me sentia o próprio Le Corbusier (acabei de colocar “melhor arquiteto do mundo” no Google e peguei o primeiro nome. Não vou mentir pra vocês). Minha carreira ia de vento em popa até o dia eu cometi o erro de ler a caixa do Lego.

Situando vocês melhor, sabe quando você pega uma bula de remédio depois de tomar, lê os efeitos colaterais e do nada começa a sentir todos ao mesmo tempo? É basicamente isso. Só que eu acredito que tenha levado a psicologia a um patamar muito maior: eu li que aquele brinquedo não era recomendado para crianças menores de 3 anos pois continha peças que poderiam ser engolidas.

Maluco…PRA QUÊ. Não teve nem desenrolo, NO ATO eu senti uma peça de Lego obstruindo a minha garganta. Isso sequer fazia sentido porque minhas duas mãos estavam segurando a caixa, eu não tinha colocado nada na boca e já tinha muito mais de 3 anos de idade.  Não fez diferença: lá estava eu agoniado com a certeza de que meu sufocamento era iminente. Eu ia ficar roxo até morrer e pronto. Comecei a tossir alto como se tivesse sido envenenado com Cianeto, com as mãozinhas segurando meu pescoço e me estrebuchando no chão até meus pais chegarem no quarto.

 

Screen-Shot-2015-07-01-at-4.44.12-PM
Eu de novo

 

O que sei é que mesmo depois de constatarmos que não havia nada na minha glote, eu continuava sentindo ela lá. Inclusive só de ter lembrado disso eu já to sentindo de novo. É hoje.

 
 
Tetano

A escola primária serve não só pra te dar uma base de conhecimento e te ensinar, mas também pra aterrorizar as suas noites de sono tranquilo. Quero dizer, nas aulas de ciências a gente via coisas que uma criança não pode ver assim sem uma preparação, sabe? Tem coisa perturbadora ali, coisa que mexe com a nossa cabecinha.

Tipo, lembra daquela imagem do Ciclo da Esquistossomose? Meu amigo, eu tinha um pavor daquilo. Até hoje eu não sei como funciona. Se eu prestasse atenção demais eu ia cismar que qualquer coisa que acontecesse comigo seria esquistossomose. Se eu entendi bem, parece que eu não posso ir em um lago e cagar  em um caracol, sei lá. Olha a cara desse caipira.

 

Esquistossomose-ciclo
Quê…

 

Numa dessas aulas conheci o Tétano. Esse bad boy foi o meu terror por muitos anos porque eu sabia que o tétano era uma realidade e que ele estava pronto pra me matar a qualquer deslize. Não tinha essa de anti-tetânica não. Pra mim ele era invencível. Tu já viu como o tétano te mata? Você começa a envergar que nem um berimbau e se der mole tu vai envergando até quebrar ao meio. TU ENVERGA ATÉ MORRER. Isso não é doença isso é praga bíblica.

Aí um dia eu estava brincando na rua com um menino chamado Pedrinho. O Pedrinho era mais velho que eu, o que nas regras das ruas, significava que eu sempre teria uma desvantagem. A brincadeira era show de bola: pegamos duas barras de ferro e encenamos clássicas cenas de combates de espadas. Tinha tudo pra dar certo.

Eu tava me sentindo o Sephiroth de Nova Iguaçu quando num momento de distração VLÁU a espada (barra de ferro) do Pedrinho cortou minha perna. Foi um corte razoável na panturrilha, sangrou bem mas não era nada que um poderoso Band-Aid não resolvesse. Só que eu lembrei o que causou aquele corte. E lembrei das aulas de ciências.

Puta merda eu tava com tétano. Tinha nem argumento. Aquele bastão de ferro a gente pegou na rua, é o próprio tétano em forma de objeto.

Fui correndo pra casa tomar banho com aquele desespero tomando conta de mim e antes de dormir eu peguei uma camiseta e meio que amarrei meus pulsos no meu tornozelo, de forma que eu ficasse deitado em posição fetal pra não envergar até morrer durante noite. Acordei inteirão e nunca mais me preocupei com tétano.

Quer dizer, eu fui dar uma olhadinha rápida na Wikipedia e…

 
photo_2015-09-03_19-50-00

photo_2015-09-03_19-50-10
 

Meu deus do céu, eu nunca mais saio de casa.

03 Sep 22:06

Photo



03 Sep 22:09

thingsmakemelaughoutloud: They’re Pretty Weird- Funny and...