









WHY AM I LAUGHING SO HARD I LOVE THIS
the oil
Adam Victor BrandizziMeu filho vive dizendo isso, vou montar pra ele.



Multi-disciplinary artist Nadiah Alsagoff designed this fun shadow umbrella that never fails to remind you exactly where you are. These shots are stills of a larger video art piece exploring Alsagoff’s interest in “relationship between the body, the self and its position the everyday world.” (via Fubiz, This Isn’t Happiness)
Adam Victor BrandizziMais um motivo para ir para Lisboa







Artist Bordalo II (previously here and here) uses old tires, bumpers, and other scraps of painted found trash to form towering 3D murals of animals on the streets of Lisbon, Portugal. Collected here are several pieces from the last few months, and you can see much more on Facebook. (via Beautiful/Decay)

facebook
reddit ….. is from J.R.R. Tolkien:
“….the most improper job of any man, even saints (who at any rate were at least unwilling to take it on), is bossing other men. Not one in a million is fit for it, and least of all those who seek the opportunity.”
The post Quotation of the day on the most improper job…. appeared first on AEI.
Grant Thompson of the King of Random just shared a great tutorial on how to make completely edible gummy LEGO bricks and figures using a mixture of corn syrup, Jello, and gelatin. Using the right molds, the pieces are so precise you can actually build with them. Unlike the chocolate LEGO bricks we featured a few months ago, these look somewhat simple to make. (via The Awesomer)






Registro inédito de Menininha do Gantois (3ª da D p/ E) e filhas de santo – Foto: Anacostia Museum, Smithsonian Institution, Washington, D.C. (EUA) | Divulgação.
Imagens raras da Bahia vão virar CD e livro
Verena Paranhos – Cachoeira, BA
Xavier Vatin não imaginava o que poderia encontrar no acervo de gravações antropológicas da Universidade de Indiana (Estados Unidos), um dos maiores do mundo, quando resolveu fazer pós-doutorado na instituição.
Em sua pesquisa, o professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) se deparou com um tesouro desconhecido pelos brasileiros: 52 horas de gravações feitas pelo linguista norte-americano Lorenzo Turner entre 1940 e 1941, em sua passagem pela Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe e Mato Grosso.
“Eu não conhecia Lorenzo Turner, um neto de escravos da Carolina do Norte, o primeiro linguista a se formar em Havard e a mostrar que existiam línguas crioulas no país. Ele tem uma história de família incrível: em duas gerações foi da escravidão à excelência acadêmica”.
A pesquisa de Vatin recentemente ganhou repercussão nacional por conta da descoberta de uma gravação rara que reproduz a voz do poeta Mário de Andrade (1893 – 1945), inexistente no Brasil (ver notícia aqui).
Na época, a tecnologia era cara e literalmente pesada: os equipamentos e discos de alumínio que guardavam as gravações totalizavam cerca de 250 quilos, um obstáculo a mais para quem viajava em navio a vapor.
Expedição Bahia
No entanto, o que desperta o interesse do etnomusicólogo são as 17 horas gravadas por Turner em terreiros de candomblé baianos durante sete meses, nos quais registrou filhos e filhas de santo e sacerdotes como Martiniano Eliseu do Bonfim, Manoel Falefá, Mãe Menininha do Gantois e o jovem Joãozinho da Gomeia.
“Cada minuto é muito precioso. A primeira coisa que eu ouvi foi uma gravação de Mãe Menininha, aos 35 anos, isso me fez chorar. São centenas de cantigas e rezas, além de ritos funerários gravados em diversos terreiros de Salvador, Cachoeira, São Félix, Santo Amaro. O precioso para o povo de santo é que muitas dessas canções e rezas se perderam”, explica.
Vatin percorreu 5.000 quilômetros nos Estados Unidos para reunir também as fotografias e anotações de Turner feitas na expedição baiana.
O repatriamento do material vai dar origem a um CD duplo que será restituído aos terreiros, um livro e uma exposição fotográfica, cuja estreia está marcada para julho, no Museu Afro Brasil, em São Paulo.
“O que acho extraordinário, tanto na fotografia, como nas gravações sonoras, é que Turner traz literalmente a presença dessas pessoas. Talvez por ser negro, ele deu voz ao povo de santo como ninguém fez”, defende o estudioso da musicalidade do candomblé.
Segundo Vatin, Turner foi pioneiro na década em que a Bahia se tornou referência para os estudos sobre a diáspora africana, antecedendo antropólogos como Pierre Verger, que aportou aqui em 1946.
Entre 1937 e 1946, importantes pesquisadores seguiram os vestígios quase que intactos de elementos africanos no estado. “Neste período, a Bahia foi laboratório de pesquisadores da cultura negra como Ruth Landers, Verger, Melville Herskovits, Roger Bastide, Edson Carneiro, Arthur Ramos. O trabalho de Turner ficou 72 anos esquecido. Se esse homem não fosse negro, com certeza seria muito mais conhecido”, opina o francês radicado na Bahia há 23 anos.
Turner pesquisava as línguas crioulas faladas no Sul dos EUA por descendentes de escravos africanos e foi atraído pela Bahia depois de saber que nos terreiros daqui as pessoas falavam fluentemente iorubá, kibungo e fon, entre outras línguas.
“Essas gravações são os únicos documentos que a gente tem que comprovam que na década de 1940 as línguas africanas eram ainda faladas dentro dos terreiros. Além de uma mina de ouro para o povo de santo, esse material mostra que há muito tempo vem pessoas do mundo inteiro aqui para pesquisar essa cultura. Este trabalho é uma forma de reforçar a legitimidade da cultura afrobrasileira através da tradição do candomblé”.
Fonte: A Tarde – Salvador, BA
Adam Victor BrandizziTivesse policiais infiltrados nas escolas brasileiras, essa seria minha história de vida.

New prints available in store! http://lunarbaboon.bigcartel.com/product/community-pack
All content is Copyright © 2000–2015 of Explosm, LLC.
This entry passed through the Full-Text RSS service - if this is your content and you're reading it on someone else's site, please read the FAQ at fivefilters.org/content-only/faq.php#publishers.
Há duas semanas, a Câmara aprovou a emenda do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) à medida provisória 664 que cria alternativa ao fator previdenciário no cálculo do valor da aposentadoria. O fator previdenciário é um redutor do valor do benefício se a aposentadoria ocorrer muito cedo. Faz todo o sentido, dado que a expectativa de vida tem aumentado.
O fator previdenciário, criado em 1999, corrige de forma imperfeita o fato de no Brasil haver aposentadoria por tempo de contribuição sem idade mínima para requerer o benefício.
Considere duas pessoas que contribuíram o mesmo número de anos, com a mesma expectativa de vida. A que se aposenta com idade menor usufruirá do benefício por um número maior de anos. O fator previdenciário faz exatamente este ajuste: quanto menor a idade da aposentadoria, menor o benefício, dado que o tempo de usufruto do benefício será maior.
A alternativa ao fator –a regra que permite a aposentadoria sem a correção dada pelo fator se a soma da idade e do tempo de contribuição for 95 para homens e 85 para mulheres– foi incluída na MP 664, que, entre outras medidas, altera os critérios de elegibilidade aos benefícios do programa de pensão por morte.
Além de incluir a emenda com a alternativa ao fator, o relatório do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), aprovado na Câmara e agora submetido para apreciação do Senado, alterou o valor da pensão por morte. Na medida provisória original, a pensão seria de 50% do salário com adicional de 10% para cada dependente, no limite de cinco. No relatório aprovado, o benefício passou a ser integral.
Somente faria algum sentido manter a integralidade se houves- se conjuntamente a vedação ao a- cúmulo da pensão por morte com a própria aposentadoria. Conti- nuaremos a ser uma sociedade que gasta com pensão por morte de três a seis vezes mais do que qualquer outra.
Como tenho escrito repetidamente neste espaço, nossa sociedade pactuou um contrato social em 1988 –um conjunto de programas sociais com regras de elegibilidade e valores de benefício– que requer que o gasto público cresça além da expansão da economia.
Desde 1991 o crescimento do gasto da União com programas sociais tem sido de 0,3 ponto percentual do PIB por ano, ou 6,8% do PIB nos últimos 23 anos.
As projeções do Ministério da Previdência, que constam na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentária), estimam que as despesas somente do INSS como porcentagem do PIB, dadas as regras atuais, crescerão 0,7 ponto percentual do PIB neste segundo mandato da presidente Dilma e continuarão a crescer ao longo dos próximos anos e décadas. De fato, crescimento de 0,7 ponto do PIB em um quadriênio é o ritmo que temos tido para essa rubrica do gasto social desde 1991.
As duas importantes alterações introduzidas na MP 664 têm uma característica em comum: o custo fiscal é muito elevado, mas somente virá no longo prazo.
No vazio político em que nos metemos, delineia-se o caminho que temos tomado. O PSDB resolveu virar oposição petista sem se preocupar com um de seus legados mais importantes, a sustentabilidade fiscal. O PT vota as medidas, mantendo os ganhos fiscais maiores de curto prazo e se aliando aos demais partidos da oposição na hipoteca do futuro do país. Caminhamos para, em alguns anos, sermos uma grande Grécia.
May 19, 2015
During one of my philosophy courses at school, my professor gave us an in-class assignment:
For the next five minutes, I want you to think about literal Hell. What would it be like? What would you feel and experience?
And we sat and contemplated what Hell would be for each of us. And then we discussed it. Lots of fire and brimstone. Torture. Pain. It was a pretty lovely discussion.
Then he flipped it on us:
For the next five minutes, I want you to think about literal Heaven. What would it be like? What would you feel and experience?
Surprise, surprise: this was a really shit way to spend five minutes. You first think cool, I get to see all my dead friends and family again. But then you wonder what age they’d all be. And then like, even your BFF is kind of an asshole to you sometimes, do you really want him there? But you also don’t want everyone being complacent zombies all the time- that’d be no fun either. So maybe you just imagine a non-stop orgy and MDMA bender. But wouldn’t that get boring sometimes, too? Variety is the spice of the after-life, after all.
After about a minute of this we all just got bored. But he made us sit there and think about this for the full five minutes. It was surprisingly maddening. This was supposed to be Heaven, dammit. Eternal happiness. This should be easy.
It turns out, it’s much easier to focus on avoiding pain than it is to envision pleasure.
The hip thing nowadays is that your software company should hire only A-players instead of B- or C-players, or focus on engineers that are ten times better than anyone else. Whether or not that’s true is debatable and dependent on how you're able to measure it, but I think the sentiment itself is the wrong question to ask.

Their About page may say otherwise, but — drumroll, please — the average company is pretty average. Not everybody can hire exclusively top-tier people. And you know what? That’s fine. Quality of individuals is only one part of what makes an organization great. Sports is rife with examples of the nimble, well-connected team triumphing over the team of individual superstars.
When I worked at Gild, it became pretty clear that while nearly all companies boasted that We only hire A-players!, the reality was that most of the companies using our hiring software were most interested in finding people that don’t suck. They wanted good people that they didn’t need to pay the top 1% of salary in the world for. It’s pain avoidance rather than pleasure seeking behavior. It’s worrying about Hell rather than trying to get to Heaven. Basically, most people were Billy Beanes rather than Steve Jobses.
None of this is bad. What I think is bad is that there’s so much pride and focus on The Best of the Best of the Best, With Honors. It’s setting a pretty fucked up expectation for our industry.
This is an interesting tendency that can occasionally cut across a lot of different areas in your product.
A few years back I had just landed in Amsterdam and was desperately looking around for breakfast. I checked Foursquare and saw that two of my friends had eaten at a small place just up the block. I figure they must have done at least some research to go there, so it probably wasn't terrible. I ended up eating there and it was perfect. It wasn’t a Michelin star restaurant, because I didn’t need something amazing; all I wanted was to avoid eating shitty food.
When we’re building product, we tend to use words like best, perfect, optimized, and other top-tier words like that. That’s fine; certainly you want to help your user out as much as possible.
But with whatever you’re building, step back and realize that sometimes quick is better than best. Or flexible might be better than optimized.
Sometimes people just want a greasy burger.

Often one associates origami with sharp and precise folds, miniature works that have a crisp perfection. Origami artist Hoang Tien Quyet shies away from this rigidity, instead folding his small objects with a technique called “wet-folding,” which allows curves to be created instead of the typical straight lines. With this technique Vietnam-based Quyet creates posed animals bounding with personality, their heads tilted and wings ready for flight.
The technique of wet folding was created by the late origami master Akira Yoshizawa, and involves dampening the paper so it easily accepts folds. Wet-folding gives the paper works a more realistic appearance, adds a rounded quality to the origami, and allows it to appear malleable even though the pieces dry into hardened forms. Wet-folding also involves using a thicker paper, as traditional origami paper would easily tear if wet.
Quyet is co-author of two books, “50 hours Origami +” and “VOG2 – origami.vn,” both published by Passion Origami. Quyet’s skill and has lead to him being invited to several international origami conventions, including Germany, France, Italy, and Japan. You can see more images of Quyet’s animals on his Flickr. (via My Modern Met)











This one’s dedicated to Ita from Bali – happy birthday Ita! ![]()
And here are more cats.
And a reminder: I’ll be at the Vancouver Comic Arts Festival all weekend. If you’re in Vancouver, stop by and say hi!