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14 Aug 11:46

antikythera-astronomy:What’s the closest galaxy to us?Apart from...



antikythera-astronomy:

What’s the closest galaxy to us?

Apart from the Milky Way of course… the answer is surprising.

Most people would probably answer the Andromeda Galaxy, but this would be totally wrong.

A little over a decade ago my school co-conducted a survey with another to detail the night sky around us.

Among many of the discoveries made in this survey was that there was something strange going on about 25,000 lightyears from Earth. The stars in that area were unusually dense.

In addition, the collection of stars was elliptical-shaped.

The incredible part?

It’s inside the Milky Way.

Canis Major Dwarf Galaxy, a small galaxy of a billion stars, is now thought to be the closest (non-Milky Way) galaxy to Earth at a mere 25,000 lightyears away from Earth.

It was likely an independent galaxy until our much larger one ate it. It’s since  been leaving a trail of stars as it orbits around the middle of the Milky Way.

This means, like the Galapagos, you’d better go there soon if you want to see what it’s like. In a few billion years its stars may all have been stolen by the gravity of the Milky Way.

(Image credit: VncntM)

10 Aug 02:06

As pessoas não têm nenhuma noção sobre maioridade penal, diz professor

SÃO PAULO - O Brasil não tem dados suficientes para iniciar uma discussão profunda sobre a redução da maioridade penal. Essa é a conclusão do economista e professor do Insper João Manoel Pinho de Mello, em meio à evolução do assunto no Congresso, onde deverá ser votado ainda nesta semana. A complexidade da questão da segurança pública em um dos países com as maiores taxas de homicídio no mundo e a polarização da discussão em argumentos apaixonados, segundo ele, também dificulta o debate propositivo por melhorias no sistema.

Formado em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas, com mestrado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e PhD em Economia pela Stanford University, João Manoel Pinho de Mello é especialista no tema Economia do Crime, sendo membro afiliado da Academia Brasileira de Ciências e coordenador da America Latina Crime and Policy Network (AL CAPONE) da Latin American and Caribbean Economic Association (LACEA).

Em entrevista ao InfoMoney, o especialista falou sobre os principais aspectos econômicos que envolvem a polêmica discussão da redução da maioridade penal, além de expor ampla bagagem de estudos estrangeiros sobre criminalidade. Confira os principais trechos da conversa:

InfoMoney - A discussão sobre a maioridade penal voltou ao centro da pauta de repente. O que o senhor tem a dizer a respeito?
João Manoel Pinho de Mello - Assim como várias outras discussões de política no Brasil, esta aparece de uma forma atabalhoada na pauta. Não vou fazer grandes elucubrações a respeito das razões pelas quais ela apareceu agora na pauta – poderia muito bem ter aparecido ao longo de muitos anos.

IM - A pressão popular é constante...
JMPM - Pois é. O Brasil mostra um movimento quase ininterrupto, constante para cima, da violência homicida a partir de meados da década de 1980. Alguns períodos de civilidade... A década de 1990 foi terrível. Esse movimento sobe com o Brasil atingindo níveis como 30 homicídios por 100 mil habitantes em meados da década de 2000. Essa pauta poderia ter 10 anos, se você olhar do pico da violência homicida.

IM - Houve redução com o estatuto do desarmamento, não? Uma pontual redução e, depois, uma retomada no crescimento.
JMPM - Se olharmos pelo ponto de vista estritamente estatístico, cego para qualquer teoria ou análise a respeito do que ocorreu no período, vemos um pico mais ou menos em 2004/2005, e aí, ao que parece, estabilização ou leve queda na violência homicida, calculada em nível do país. Há muita heterogeneidade entre os estados nessa dinâmica. As tendências de São Paulo são radicalmente diferentes das tendências que ocorreram no Nordeste.

Esse é um tema muito espinhoso. A primeira coisa que eu vou dizer é muito desanimadora: a verdade nua e crua é que não sabemos nada. Com dados brasileiros, a gente não tem nenhum guia para caminhar.

IM - Como se explica a definição do marco etário que delimita maiores e menores infratores?
JMPM - Do ponto de vista conceitual, se vamos estabelecer um marco arbitrário - em algum momento, sociedades como a nossa escolhem traçar uma coisa arbitrária, enquanto outras escolhem outros procedimentos menos dicotômicos –, o que sabemos é que o marco deve ser algum lugar entre 7 e 30 anos de idade. A maioria das pessoas concordaria com isso, mas não é muito informativo um recorte desses, não resolve nosso problema. Mas só para não fazer um argumento radical, vamos falar algo entre 12 e 25 anos. 18 anos é um ponto focal, porque sempre foi assim. Por que não 17 ou 19? Acho que não tem nada particularmente relevante com relação aos 18 anos exceto uma evidência intuitiva, que hoje a gente sabe relativamente bem, com dados norte-americanos, de qual é a dinâmica da propensão a cometer crime ao longo da vida.

Quando pensamos na propensão em cometer crimes ao longo da vida, essa coisa começa a parecer um pouco menos arbitrária. Aquele corte que fizemos entre 12 e 25 anos começa a ficar muito grande. Quando olhamos esse indicador, percebemos que ele muito flat, mas que começa a subir levemente a partir dos 14 anos. 16 e 17 anos já são idades razoavelmente criminogências e vão alcançar o pico lá por 21 ou 22 anos. Depois, fica estável e cai.

Evidentemente, a dinâmica da propensão a cometer crimes não é exógena. Ela depende de quando você estabelece a maioridade penal, é claro. Porque alguma diferença no tratamento pode fazer diferença nessa variável.

IM - Quais são as bases estatísticas que temos sobre isso?
JMPM - Vamos separar a discussão em três fatores: incapacitação, dissuasão genérica e dissuasão específica (o mesmo que reincidência). Por que você pune maiores e menores, do ponto de vista econômico (já que, do ponto de vista filosófico, pode haver uma série de razões: vingança, resposta à sociedade etc.)? Uma coisa que você pode fazer ao punir é incapacitar um criminoso. Ou seja, tirá-lo do convívio social para que ele não cometa mais crime. Para adultos, há uma tonelada de evidências – tanto europeias como americanas - de que incapacitação é um fator importante. Daí a nós queremos usá-lo é outra coisa.

O segundo fator é o mais conhecido, que chamamos de dissuasão genérica. Por exemplo: se eu for pego, serei punido por determinado castigo e isso pode me dissuadir de cometer determinado crime. E dissuasão específica é o fato de que, suponhamos, eu te coloquei na cadeia e isso fará com que você cometa menos crime no futuro.

O que nós sabemos com dados americanos? Do ponto de vista da reincidência, colocar na cadeia é ruim. A probabilidade de você reincidir, nesse caso, é alta. Há papers bem feitos com base em experimentação que dizia assim: eu jogo uma moedinha para cima e mando você para a cadeia e eu saio, por exemplo, com tornozeleira. E a probabilidade de eu reincidir vai ser menor que a sua. Poderia ser bom. Tem, inclusive, um paper bem feito para o Uruguai, sobre menores de idade, que diz o contrário. Mas a absoluta maioria da literatura diz que mandar para a cadeia não é a coisa mais inteligente do ponto de vista de reincidência específica. Esses pontos valem para menores e maiores.

IM - E sobre dissuasão genérica, o que se sabe?
JMPM - Existe razoável evidência na literatura de economia do crime de que reincidência genérica tem efeito. Pode não ser enorme, mas tem. Então, a gente incapacita ou pune mais talvez por uma razão de reincidência genérica. Enquanto isso, não queremos colocar na cadeia por conta da reincidência específica.

No caso de menores, há uma evidência mais forte do ponto de vista de reincidência específica, que é: se você colocar menor em um sistema precário de correção, aumenta a chance de ele reincidir. E tem uma razão para isso ser mais forte com essa categoria: menor de idade (digamos entre 15 e 20 anos) é mais influenciável, está passando por uma fase importante em escolha ocupacional.

Mas isso não quer dizer que a gente não deva ou queira discutir o nível de punição que atribuímos ao jovem de 17 anos. Essa é uma idade criminogênica, e, por uma razão de dissuasão genérica, talvez a gente possa muito bem chegar à conclusão de que as penas são baixas nessa faixa etária no Brasil. O fato é que não sabemos e não temos ciência para dizer se o aumento dessas penas teria algum efeito sobre o crime.

Acho que a maneira mais construtiva de caminhar seria: em primeiro lugar, os órgãos públicos responsáveis fazerem um esforço enorme sistemático de coleta e disponibilização de dados para que possamos pelo menos tentar ter alguma ciência a respeito do problema para nos guiar. Estamos totalmente cegos. Você sempre faz política pública com mapinha? Não. Você precisa de GPS? Idealmente, sim, mas, na prática, não, porque o mundo é imperfeito. Mas, nesse caso, não é que não temos GPS, é biruta total. A gente não sabe nada. Precisamos, primeiro, reconhecer e fazer um esforço para conhecer melhor o problema.

IM - Seria aquela questão de François Bourdignon sobre a mensuração de políticas públicas?
JMPM - Sim. No Brasil, estamos no padrão madeira – na verdade, compensado; nem madeira é. Dito isso, vamos admitir nossa ignorância, e, já que não sabemos, a única coisa que pode nos guiar é um pouco de bom senso, e, obviamente, olhar para o que apareceu de evidência no exterior. A gente sabe que prisão perpétua não é um grande dissuasor. Como não? Se eu te disser que, se você atravessar a rua fora da faixa de pedestres, vou coloca-lo na cadeia, isso obviamente irá dissuadi-lo.

O que quero dizer é: em relação a 30 anos de cadeia, prisão perpétua, para a maioria das pessoas, não faz muita diferença. Para alguém de 30 anos, vai fazer muito pouca. Para um jovem de 15 pode fazer? Pode... Mas existe uma evidência na literatura de que os jovens são meio míopes e impacientes demais, descontam hiperbolicamente o futuro. Para um cara de 16 anos, 30 anos pode ser quase a vida toda. Então, a gente sabe que pegar uma pena e aumenta-la de 30 anos para 40, provavelmente não haverá muito efeito. Temos alguma intuição e evidências nos EUA de que pena de morte e prisão perpétua não são grandes dissuasores. Agora, aumentar a pena de 2 anos para 5, o bom senso sugere que pode haver algum efeito sobre dissuasão genérica.

IM - E aquela questão da punição diferenciada em crimes hediondos cometidos por menores?
JMPM - Temos pouca ciência para nos guiar. Essa seria uma resposta à sociedade. Em casos de crimes hediondos, precisamos pensar no tipo Champinha. Um sujeito como aquele teria sido dissuadido se, aos 15 anos... Será que ele fez a conta: eu vou estuprar essa menina e matar, porque, aos 18, vou sair? E se o contrato social com ele fosse ficar 30 anos na cadeia, ele não teria feito? Não sei. Às vezes o cara tem um surto psicológico que, na coisa da dissuasão de crime hediondo, o canal talvez não seja tão forte. No entanto, certamente, para os crimes motivados economicamente, um jovem pode muito bem fazer a conta. Eu não ficaria surpreso se fizesse.

Acho que podemos caminhar no sentido de não mexer com a coisa dos 18 anos, porque é vespeiro, já estamos com uma bússola muito doida. Mas, se achamos que as penas são muito curtas aqui e o bom senso talvez possa sugerir, podemos pensar em alongar um pouco a pena. Isso pode fazer diferença, mas não deixa de ser percepção, tentando usar o bomsensonomics. A gente não tem evidência dura.

Podemos alargar a pena e tratá-lo como menor. Ou seja: não joga o cara aos leões do sistema carcerário brasileiro, que é horrível. Muita gente vai criticar: “ah, vai ficar marmanjo de 22 anos sendo tratado no regime especial?”. É, porque esse é o contrato com ele. Se eu for alongar a pena, é melhor deixa-lo lá do que jogar no sistema carcerário normal e, aí sim, quase me assegurar que esse cara vai reincidir.

Se eu precisasse dar uma opinião, o que me sinto pouco cômodo em fazer pela pouca ciência que temos é: melhor não mexermos no vespeiro dos 18 anos, porque aí você vai jogar todo mundo para o outro lado. Eu sou conservador neste caso. É melhor deixar como está já que não sabemos. Nada garante que não vá piorar. Podemos jogar para uma carreira criminosa um monte de jovens, que, na margem, poderiam ir para um lado ou outro.

Do ponto de vista de reincidência específica, temos uma ideia razoável de que não funciona muito bem. Do ponto da dissuasão genérica, é possível que a gente esteja punindo muito pouco uma faixa específica. Se você olhar a criminogenia, a coisa séria mesmo é a partir dos 16.

No Brasil, ficar preso 10 anos por homicídio é um feito, pouca gente fica. Tem esses casos famosos só, como Suzane Von Richthofen... Eu uso a história do Champinha para ilustrar o seguinte: parece-me óbvio que um jovem de 17 anos cometer exatamente o mesmo crime que um jovem de 18, o primeiro vai ser mais castigado. Mas isso às vezes nem sempre é verdade para os crimes hediondos. Como esse jovem tem a questão do laudo e nem a pena específica, ele pode ficar lá por muito tempo até ter o parecer de psicólogos.

IM - Em maio, em entrevista ao InfoMoney, o diretor do Ipea, Daniel Cerqueira (que foi seu orientando de doutorado), apresentou uma tese de que, em muitos casos, sobretudo de crimes hediondos, a punição para menores não é maior do que a de adultos.
JMPM - Acho válido o paralelo do Daniel. Estou muito mais interessado, na verdade, não nos crimes hediondos, mas em ocorrências como assalto à mão armada. Neste, por exemplo, o menor que sai com arma, assalta alguém no semáforo e é pego, quando bater 18 anos, é solto. Esse sujeito, se fosse tratado como adulto, muito provavelmente teria uma pena mais longa. Mas, de novo: não sabemos isso. Temos que pegar casos parecidos nas diferentes categorias: aos 17 anos e 11 meses e 18 anos e 1 mês. Apesar das variáveis envolvidas, em tese, daria para fazer esse experimento.

Lembra-se da história do dado cuja paternidade é desconhecida, o dado bastardo? Aquele que mostrava que apenas 0,7% dos homicídios são cometidos por jovens entre 16 e 18 anos. Esse dado virou órfão. A paternidade é desconhecida agora.

IM - De quanto seria, na verdade? Vocês têm esse número?
JMPM - O melhor número que poderíamos chutar é algo em torno de 10%. A chance desse dado de 0,7% estar certo é zero. Como você faria essa conta? O jeito certo é ir no Judiciário e contar. A gente teria a conta de quantos homicídios que foram cometidos e nós esclarecemos foram cometidos por menores – o que não quer dizer quantos homicídios. Nos EUA, essa é uma boa conta, porque eles esclarecem uma fração enorme dos homicídios.

Mas aqui ela não parece tão eficaz, uma vez que você imaginaria, por exemplo, que um jovem de 17 anos é mais descuidado do que um adulto de 27 anos. Então, você imaginaria que a taxa de esclarecimento é maior entre os jovens – o que enviesaria o dado. Mas a gente não sabe.

Uma proxy seria você olhar para a taxa de vitimização. Nos EUA, validaram esses dados – mas não sabemos se valeria para o Brasil. Eles se correlacionam bem com o que queremos descobrir. Porque, em geral, a propensão que você tem para cometer crime vai aumentar a propensão que você ser vitimado pelo mesmo crime. O que quero dizer? Eu não fico na esquina vendendo crack. Se eu ficasse, a chance de matar ou morrer seria maior.

O bacana desse dado é que ele mitiga os efeitos do descuido do jovem. No caso de ser morto, a diferença no cuidado tende a ser menor. Olhando para esse dado, ele dá uns 10%, entre 16 e 18 anos, por homicídios cometidos. Mas é chute isso.

IM - Uma das argumentações contrárias à redução da maioridade penal é que ela traria implicações maiores na desigualdade, já que pobres e negros tenderiam a ser mais afetados. Qual é a sua visão sobre isso?
JMPM - Não gosto desse argumento. Vou inverter: então, quer dizer que temos que ser mais lenientes com um maior negro porque ele é negro e foi discriminado? Ou um maior pobre porque ele é pobre e foi discriminado? Acho difícil de vender essa ideia. O sistema penal brasileiro deve ser perpetuador senão agravador da desigualdade mesmo. Não duvido que seja. Mas temos que resolver as desigualdades em outro lugar, não no sistema penal.

IM - Tendo em vista a possibilidade de a reincidência do menor aumentar se ele for colocado com presos adultos, quais seriam os efeitos econômicos que os senhores conseguem estimar?
JMPM - Teríamos perdas de bem-estar. Se a reincidência aumenta mesmo, haveria mais gastos com o sistema carcerário, tirar-se-iam pessoas do mercado de trabalho, induzindo-as a um caminho de carreira que não é exatamente produtivo para a sociedade. Quanto isso vai se materializar em homicídios, é difícil saber.

IM - A questão da maioridade penal pode estar sendo uma espécie de bode expiatório de todos os problemas envolvendo criminalidade?
JMPM - Acho que sim. É uma resposta que você pode dar à sociedade. Mas a outra resposta é criar uma carreira decente de policial (como se fez para a educação), fazer coisas de longo prazo, poder demitir policial, poder usar a carreira como premiação, criar sistemas de inteligência, coisas que funcionaram em intervenções locais. Não há razões para pensarmos que não iria funcionar aqui. Mas isso demora, custa muito dinheiro no curto prazo.

IM - Esse é o preço que pagamos por não termos discutido segurança pública por todos esses anos?
JMPM - Um pouco. Acaba se manifestando desta forma. O custo de ter negligenciado e não ter fomentado a construção de conhecimento em segurança pública. Se você for pegar dos fenômenos sociais da América Latina, um dos mais importantes e custosos é segurança. Se você perguntar para a maioria em enquetes, segurança pública vai estar sempre lá em cima. No entanto, este é um dos temas mais subestudados. Como fenômeno social, há uma discrepância.

Acho que isso não nos condena, mas aumenta a chance de não produzirmos intervenções que poderiam ser efetivas. Quem tentou fazer combate a hotspot [áreas com maior concentração de registros de crimes ou contravenções] na América Latina? Quase ninguém. No Brasil, ninguém. Coisas que não são validadas por dados brasileiros, mas que contam com uma tonelada de evidências lá fora que funcionam. Mas a gente não fez, então a resposta pode ser canalizada da forma atual.

IM - Algum ponto que não tratamos na entrevista e o senhor gostaria de tratar?
JMPM - Eu sei que a resposta de não mexer muito nas regras sai um pouco pela tangente. De novo: se esperarmos ter GPS para fazer política pública, provavelmente não faríamos nenhuma. Mas entre ter GPS e não ter absolutamente nenhuma noção, alguma coisa no meio deveria ser razoável. Quando falamos de maioridade penal no Brasil, não temos nenhuma noção. E dois lados. As pessoas falam de orelhada. E aí vão citar casos específicos para fazer argumentos, mas é um truque retórico. A gente sabe como seria se aumentássemos a pena de assalto a mão armada se a pena dele aos 17 anos subisse de 1 para 5 anos? Não. Pode ter um efeito de dissuasão genérica enorme, assim como pode não ter nenhum. Esse é o drama e é isso que torna a discussão muito esquisita de seguir.

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05 Jul 13:54

Do You Realize Mad Max: Fury Road Is A Miracle?

Osias Jota

vi de novo ontem! :)

Do You Realize Mad Max: Fury Road Is A Miracle?

I’m serious. Mad Max: Fury Road should not exist. It should never have gotten made. It certainly shouldn’t be as awesome as it is. And yet somehow, against all odds, this impossible cinematic masterpiece is in theaters right now, in defiance of reality itself.

Obviously, the fact that Hollywood decided to make a new Mad Max film 30 years after the last movie came out isn’t that exceptional. If there’s a franchise that anyone has nostalgia for — or at least awareness of — there’s a decent chance that Hollywood will make another in hopes of cashing in. Generally, these tend to be remakes or reboots, so the first miracle is that Fury Road isn’t a needless reboot, but a new chapter in the Mad Max saga. I can’t imagine how much Hollywood execs wanted to remake The Road Warrior, or give a new origin story for Tom Hardy’s turn as Max. I don’t know how director George Miller managed to convince the studio that modern audiences didn’t need to be coddled.

Actually, I don’t know how Miller was hired to direct the movie at all. Yes, Miller was the creator, writer and director of all three Mad Max movies, but when has Hollywood ever shown a creator loyalty? That’s not a studio executive’s job. Their job is to make as much money as possible, and given Miller’s track record, there’s no way he should have been hired, creator or not.

Do you know what Miller was doing before he returned to Mad Max? In the last 20 years, he has only directed three other movies: Happy Feet, a CG cartoon about a bunch of dancing penguins, Happy Feet Two, and Babe: Pig in the City. Three movies not just for kids, but for little kids. Movies that contain no action to speak of, no violence, and nothing in common with Fury Road. He literally hadn’t made an action flick since Mad Max: Beyond Thunderdome in 1985, and it wasn’t even a very good movie! Yes, Miller was tapped to direct a Justice League movie several years ago, but that fell apart, and no one gets to put “almost” on their resume.

Do You Realize Mad Max: Fury Road Is A Miracle?

Look, I know it makes sense to normal people that you would only let the creator of Mad Max make a new Mad Max movie, but Hollywood studio executives are not normal people. They’re cocaine-addled lunatics who are terrified at the idea of losing potential box office revenue. From that viewpoint, hiring Miller is a legitimately risky decision. He’s woefully out of practice, his last action film was mediocre anyways, he’s 70 years old… there’s no reason to suspect he could make a summer blockbuster, let alone a modern summer blockbuster, let along a goddamned action movie masterpiece. There are plenty of other movie directors out there who, while they may make crappy movies, still make movies that almost always make money. As nightmarish as it is to consider, from a studio exec’s point of view, it would have been more fiscally responsible to give Fury Road over to a Brett Ratner or a Len Wiseman or one of their ilk.

But not only was Miller hired, he was given a massive $150 million budget and, more insanely, he seemingly also had complete creative control. You know who gets that deal? Practically no one. Maybe guys like Chris Nolan, who have churned out enough summer blockbusters over the years that the studio doesn’t feel the need to second-guess their every decision.

The reason I know that Miller must have had almost total control over the movie is because he was allowed to make decisions no studio executive would have or should have allowed, no matter how much cocaine he/she was on. Here five things I can’t believe Miller was allowed to do:

• Have Max be the sidekick in his own film.

• Hire Nicholas Hoult, one of Hollywood’s youngest, most attractive stars, then shave his head, paint him bone white, and have him play a character with disgusting chapped lips for the entire movie.

• Get rid of Max’s iconic car in the first few minutes of the flick.

• Ignore conventional action movie structure in order to present one giant, two-hour long car chase.

• Give the main villain a name that will confuse every one all the time, because they assume there’s been some kind of error and the character’s real name must be “Immortal Joe.”

These are all reasons the film is awesome, but they’re also not things the studio should have allowed. These aren’t safe decisions. But then again, there’s nothing safe about Fury Road.

Do You Realize Mad Max: Fury Road Is A Miracle?

Was Miller blackmailing the president of Warner Bros. or something? Did he find a genie? Because those are the only two reasonable solutions for why Fury Road got made now, which, by the way, is yet another miracle. Reportedly, Miller has been working on Fury Road since 1998 and very nearly got it made on several occasions. At first Mel Gibson was going to reprise the role of Max, which would have been a disaster, because Gibson is an anti-Semitic loon. Then it was going to be a a 3D CG animated movie, which probably would have been lame and looked terrible, and even if it was good wouldn’t have been nearly as good as the movie we eventually got.

Ignoring the fact that most films that languish that long in development hell never, ever, ever get made anyways, so many random things had to happen to prevent us from getting an earlier, crappier version of Fury Road. The movie had to be thwarted, over and over again, for nearly 20 years so we could get this version of Fury Road — so Miller would have this specific idea, so the studio would give him that much money, that for god knows what reason the executives didn’t interfere with Miller’s vision, and that Gibson wasn’t involved.

So I’ll say it again — Mad Max: Fury Road shouldn’t exist. It shouldn’t have been possible. It certainly wasn’t plausible. Hollywood executives are paid to prevent this sort of potential disaster from ever happening. And yet somehow, one 70-year-old man who had been stuck directing children’s movies for two decades took a somewhat beloved franchise from the ‘80s and not only made one of the most badass movies of all time, but also created a legitimate masterpiece of the action genre.

If that’s not a miracle, I don’t know what is.

Contact the author at rob@io9.com.

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05 Jul 13:37

RT @djairgalvao: Dias atrás vi um amigo do Nordeste escrevendo "crise hídrica" para...

by Pai Osias
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RT @djairgalvao: Dias atrás vi um amigo do Nordeste escrevendo "crise hídrica" para falar sobre a seca, um fenômeno climático histórico. Tu…
05 Jul 13:11

Aquele cross over evangélico, Alien versus Pecador

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
Source: Facebook
Aquele cross over evangélico, Alien versus Pecador
05 Jul 11:10

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by sharhalakis

by keiran_s

04 Jul 14:07

Oh, Fuchs! Advogado de graça

by João Paulo Charleaux
Osias Jota

e quando chegar o uber do direito?

SimpsonsNum surto vanguardista, a OAB derrubou no domingo a norma estúpida que há mais de dez anos proibia advogados de defenderem clientes pobres sem cobrar nada. Embora gente altruísta pratique a advocacia pro bono há mais de 100 anos no Brasil, a ordem que os representa tinha achado por bem considerar a prática ilegal, sob alegação de que se tratava de “captação de clientes”. Os visionários da OAB sugeriam num raciocínio tortuoso que o pobre ajudado por um advogado pro bono era na verdade uma vítima indefesa e desavisada de um golpista malvado. Com a decisão de domingo, cai a proibição. A partir de agora, a cobrança ou não de honorários passa a ser assunto exclusivo entre cliente e advogado, o que põe a OAB no sistema capitalista com uns 2 mil anos de atraso. A regulação constará no parágrafo 2 do Código de Ética da Advocacia reformado.

Mais de 30 milhões de brasileiros precisam de um advogado, mas não podem pagar. São pessoas pobres que disputam a guarda dos filhos, pais que não pagam pensão, trabalhadores que divergem dos patrões, idosos que não conseguem se aposentar, um batalhão de gente que tem a vida paralisada por um trâmite que custa caro. A OAB achava que toda essa gente deveria se estapear para conseguir um defensor público pago pelo Estado. Agarrar um deles é mais difícil que passar no vestibular. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Pro Bono no primeiro semestre de 2013, só na cidade de São Paulo, havia mais de 82 mil cidadãos para cada Defensor Público.

O Rio de Janeiro tem a maior e mais antiga defensoria. Fundada em 1977, ela possui 989 defensores, número mais alto entre todos os Estados. Mas quando esse efetivo é dividido pela população fluminense, o número de habitantes para cada defensor é de 16.171, o que deixa o Rio em oitavo lugar no ranking nacional, com base em dados do Censo de 2010. No Paraná, cada defensor teria de atender mais de 1 milhão de cidadãos para fechar a conta.

Para fugir do gargalo, inventou-se a figura do “advogado dativo” – profissional avulso remunerado pelo Estado para atender pessoas físicas de baixa renda. O negócio virou uma teta na qual alguns dos 50 mil dativos mamavam gostosamente sem que houvesse qualquer fiscalização do Estado sobre a qualidade do atendimento prestado. Brasil adentro, muitos advogados vivem exclusivamente destes contratos dativos e eles têm um peso tremendo na hora de votar na OAB.

Dados de 2011 mostram que o governo de São Paulo gastava R$ 200 milhões com a Defensoria Pública e R$ 300 milhões com a remuneração de dativos.

O compromisso dos políticos da OAB com os dativos era claro. Só em 2014, o Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da OAB havia se pronunciado pelo menos 20 vezes, em caráter consultivo, contra advogar de graça para pessoas físicas. Era a Tropa de Choque da coisa toda. O jogo pesado incluía dossiês contra advogados que faziam do pro bono uma bandeira política.

“Não se trata, absolutamente, de esvaziar atribuições da Defensoria Pública, que cumpre no Brasil um papel insubstituível. A advocacia pro bono tampouco diz respeito a extinguir a categoria dos advogados dativos. Antes disso, ela é uma forma complementar de enfrentar um problema persistente que mantém milhares de brasileiros à margem da cidadania, enquanto outros milhares de advogados interessados em dedicar parte do seu tempo ao atendimento gratuito se veem proibidos por uma resolução. Esse monopólio da pobreza é inadmissível. Infelizmente, no Brasil, existem pobres para todos. E é nossa função mudar essa realidade”, disse o advogado Marcos Fuchs, diretor do Instituto Pro Bono, num artigo assinado com o jurista Miguel Reale Júnior e a jovem advogada Raíssa Gradim, em 2012, na Folha.

Três anos depois, veio a vitória do pessoal que defende o acesso à Justiça no Brasil. Fuchs tem sido um batalhador e tanto à frente desse negócio. Não fosse corintiano, corria o risco de canonizar-se pela defesa de uma causa tão inequivocadamente certa.


04 Jul 14:02

RT @malak_almaut: sou tão nerd que não fico sexta à noite em casa vendo pornografia,...

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
Source: Mobile Web (M2)
RT @malak_almaut: sou tão nerd que não fico sexta à noite em casa vendo pornografia, fico em casa lendo sobre a história da pornografia.
04 Jul 14:02

Então você quer gerar um buzz?

by Zanfa

buzz

capinaremos?d=yIl2AUoC8zA capinaremos?i=1Uh2DjOrnSE:L3c2tS6zkKY:V_ capinaremos?d=dnMXMwOfBR0
04 Jul 01:16

Trying to understand the customer’s email

by sharhalakis

by @uaiHebert

03 Jul 15:33

smcrtn14.jpg 1480×1201 pixels

by preshaa
Osias Jota

we don't need another heeeeeeeeeeeeero

03 Jul 15:17

Tell Me, O Muse

by Greg Ross
Osias Jota

sei não... mas queria ler esse livro

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:William-Adolphe_Bouguereau_(1825-1905)_-_Homer_and_his_Guide_(1874).jpg

Samuel Butler believed Homer was “a very young woman” living in Sicily. In his 1897 book The Authoress of the Odyssey he argues that the events in the poem fit neatly onto the province of Trapani and its islands. And a careful reading of the action, he says, reveals “jealousy for the honour and dignity of woman, severity against those who have disgraced their sex, love of small religious observances, of preaching, of white lies and small play-acting, of having things both ways, and of money.”

I have touched briefly on all the more prominent female characters of the ‘Odyssey.’ The moral in every case seems to be that man knows very little, and cannot be trusted not to make a fool of himself even about the little that he does know, unless he has a woman at hand to tell him what he ought to do. There is not a single case in which a man comes to the rescue of female beauty in distress; it is invariably the other way about.

“Moreover there are many mistakes in the ‘Odyssey’ which a young woman might easily make, but which a man could hardly fall into — for example, making the wind whistle over the waves at the end of Book ii., thinking that a lamb could live on two pulls a day at a ewe that was already milked (ix. 244, 245, and 308, 309), believing a ship to have a rudder at both ends (ix. 483, 540), thinking that dry and well-seasoned timber can be cut from a growing tree (v. 240), [and] making a hawk while still on the wing tear its prey — a thing that no hawk can do (xv. 527).” He didn’t find many supporters, but Robert Graves took up the idea in his 1955 novel Homer’s Daughter.

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03 Jul 14:44

RT @nildaalcarinque: Porque vc assistiu Vikings indicamos: Amanhecer, Se beber não...

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
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RT @nildaalcarinque: Porque vc assistiu Vikings indicamos: Amanhecer, Se beber não case, Tô tentando entender a relação entre estes filme…
03 Jul 14:44

O verdadeiro significado da história da Cinderela.

by Zanfa

cinderella

capinaremos?d=yIl2AUoC8zA capinaremos?i=VTdRgTpzB94:KjlwvLuuXxE:V_ capinaremos?d=dnMXMwOfBR0
03 Jul 00:25

E quando vier o uber da maioridade penal?

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
Source: Facebook
E quando vier o uber da maioridade penal?
03 Jul 00:25

E quando vier o uber dos lixeixos? E dos planos de saúde?

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
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E quando vier o uber dos lixeixos? E dos planos de saúde?
02 Jul 21:48

atticustm1: Inside Parks

by aishiterushit
Osias Jota

via Alan Porto



atticustm1:

Inside Parks

02 Jul 20:54

I should print this picture out immediately and put it in a...

Osias Jota

Mulder no



I should print this picture out immediately and put it in a fucking frame.

02 Jul 14:47

The Kola Superdeep Borehole is the result of a scientific...

Osias Jota

eles tiveram que parar porque ouviram vozes do inferno



The Kola Superdeep Borehole is the result of a scientific drilling project of the Soviet Union in the Pechengsky District, on the Kola Peninsula

It has been said that the human race knows more about certain distant galaxies than it does about the ground that lies beneath its very feet. In fact, while it took the famous Voyager 1 satellite twenty-six years to exit our Solar System (relaying measurements to Earth from 16.5 billion km away), it took about the same amount of time for humanity to penetrate a mere 12 km into the Earth’s surface. [x]

Source

For more facts, follow Ultrafacts

02 Jul 13:00

RT @gabrielolinto: #this http://t.co/ByzErYxz0z

by Pai Osias
02 Jul 13:00

RT @Bullshico: Um spoiler sobre a redução da maioridade penal: não vai melhorar nada.

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Author: Pai Osias
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RT @Bullshico: Um spoiler sobre a redução da maioridade penal: não vai melhorar nada.
02 Jul 13:00

O livre mercado melhorando a eficiência do transporte urbano é legal, mas quero ver...

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
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O livre mercado melhorando a eficiência do transporte urbano é legal, mas quero ver quando chegar o uber da pesquisa científica
01 Jul 23:27

Viva Intensamente # 214

01 Jul 16:33

a conversation i had with a 96-year-old woman

96 yr old: You know how your parents probably say things like, "you were BORN with the internet, you don't know what it's like to live without!"
Me: yeah
96 yr old: Well, my parents said that to me about electricity.
01 Jul 14:20

"Can you prove out these vulnerabilities? I think our network defenses should catch this stuff.."

Prove it out

01 Jul 13:26

RT @Lileks: Breaking on BuzzFeed: the llamas who cannot deal with your shenanigans...

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
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RT @Lileks: Breaking on BuzzFeed: the llamas who cannot deal with your shenanigans also can not even
01 Jul 11:56

RT @choracuica: as bandeirantes americanas recusaram uma doação enorme pq o doador...

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
Source: Mobile Web (M5)
RT @choracuica: as bandeirantes americanas recusaram uma doação enorme pq o doador não queria que o $ fosse pra ajudar meninas trans http:/…
30 Jun 23:52

"[There’s a] frequently misunderstood construction that linguists refer to as the “habitual be.” When..."

[There’s a] frequently misunderstood construction that linguists refer to as the “habitual be.” When speakers of standard American English hear the statement “He be reading,” they generally take it to mean “He is reading.” But that’s not what it means to a speaker of Black English, for whom “He is reading” refers to what the reader is doing at this moment. “He be reading” refers to what he does habitually, whether or not he’s doing it right now.

D'Jaris Coles, a doctoral student in the communication disorders department, and a member of the African-American English research team, gives the hypothetical example of Billy, a well-behaved kid who doesn’t usually get into fights. One day he encounters some special provocation and starts scuffling with a classmate in the school yard. “It would be correct to say that Billy fights,” Coles explains, “but he don’t be fighting.”

Janice Jackson, another team member who is also working on a Ph.D. in communication disorders, conducted an experiment using pictures of Sesame Street characters to test children’s comprehension of the “habitual be” construction. She showed the kids a picture in which Cookie Monster is sick in bed with no cookies while Elmo stands nearby eating cookies. When she asked, “Who be eating cookies?” white kids tended to point to Elmo while black kids chose Cookie Monster. “But,” Jackson relates, “when I asked, ‘Who is eating cookies?’ the black kids understood that it was Elmo and that it was not the same. That was an important piece of information.” Because those children had grown up with a language whose verb forms differentiate habitual action from currently occuring action (Gaelic also features such a distinction, in addition to a number of West African languages), they were able even at the age of five or six to distinguish between the two.



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SYNERGY - African American English

The Sesame Street study is now a classic in “habitual be” research: here’s the article that it comes from (paywalled, but you can read the abstract and first few pages). 

(via scapetheserpentstongue)

30 Jun 13:48

RT @filipesaraiva: Se Godzilla tentasse invadir o nordeste ele teria que enfrentar...

by Pai Osias
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Author: Pai Osias
Source: Buffer
RT @filipesaraiva: Se Godzilla tentasse invadir o nordeste ele teria que enfrentar nossos cajueiros gigantes e os bonecos de Olinda
30 Jun 12:53

Saturday Morning Breakfast Cereal - Dark Matter

by admin@smbc-comics.com
Osias Jota

devia chamar "matéria trasnparente"

Hovertext: Inaccuracy: Dark matter doesn't speak English.


New comic!
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