Shared posts

11 Dec 17:45

Acontece comigo, acontece com você, acontece com o Presidente dos Estados Unidos.

by Regis Freitas

Você pode achar que só acontece com você mas do “Eu vi aquela perua dar em cima de você” nem o Presidente Obama escapa.
O boato na internet é que, no funeral de Nelson Mandela, Michelle Obama, primeira-dama dos EUA, não teria gostado nada da simpatia da primeira-ministra da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, com o seu marido e acaba sugerindo ao presidente para trocar seus lugares, para, finalmente, virar as costas para a loira.

Confira no Replay, procede?

 Acontece comigo, acontece com você, acontece com o Presidente dos Estados Unidos.
11 Oct 00:34

Como Star Wars foi apresentado ao mundo em 1976

by Daniel Junqueira

É difícil encontrar hoje quem nunca tenha ouvido falar em Star Wars, mas há muitos anos a criação de George Lucas não era conhecida por muita gente. Estamos falando de 1976, um ano antes do primeiro filme da trilogia Star Wars chegar ao cinema – quando o nome era apenas “Star Wars”, sem nenhum complemento “Episódio IV – Uma Nova Esperança”.

O trailer abaixo serviu para apresentar o universo de Star Wars a um mundo que ainda não sabia da sua existência. “A história de um garoto, uma garota e o universo”, explica o vídeo:

Diversas cenas clássicas do filme podem ser vistas, com um foco muito maior em Leia e Luke do que em Han Solo. Desde então, muita coisa aconteceu com este filme em particular: ele foi relançado em 1997 em VHS com algumas mudanças nos efeitos especiais, e novamente em 2011 na versão para Blu-ray. Ele também gerou mais dois filmes (fechando a trilogia clássica), e uma nova trilogia mais de 20 anos depois. E, a partir de 2015, teremos a terceira trilogia de Star Wars, agora produzida pela Disney e dirigida por J.J. Abrams, sem participação direta de George Lucas.

É bacana ver como tudo isso foi apresentado ao mundo em 1976 – um ano antes do mundo se encantar com o universo dos sabres de luz e planetas com dois sóis. O impacto cultural de Star Wars é imenso, e esses dois minutos são apenas uma prévia do que viria pela frente. [The Verge]




14 Aug 14:44

Teoria do dia 0116 – O problema com a promoção web do Subway

by Tio Léo

Motivação:

Hora do almoço. Ou, talvez, hora do jantar. A verdade é que pode ser qualquer hora em que seu estômago deu aquela roncadinha esperta e você não está afim do arroz com feijão/baião de dois/ buxada de bode/guisado de peixe/salada caesar/moqueca de pintado/arroz com pequi/churrasquinho/massa/japa ou tailandesa de todo dia.

Sua boca pede um sabor diferente daqueles que você come todos os dias e, ao mesmo tempo, você não quer enfiar os dentes em um McKingRockBobGiraBurger. Você quer se esbaldar, mas com cautela, e por isso procura algo não tão engordativo.

A chegada ao local escolhido, que serve sanduíches mais saudáveis, tem seu caminho percorrido com a dúvida que martela em sua cabeça a possibilidade de que os poucos lugares disponíveis para se sentar já estejam ocupados. E, ao de fato adentrar o estabelecimento, vem então à sua vida a pergunta recorrente: “Será que finalmente hoje eles terão TODOS os ingredientes que eu desejo escolher na lista de disponíveis”?

Mas está tudo bem, nenhum de seus medos se confirmou,  e você monta seu sandubão gostosão para então, ao pegar a nota fiscal emitida ao pagar, olhar o verso e ter seus pensamentos e certezas derrubados pela avalanche que um aviso nerd te trás à cabeça.

fale_com_subway

Teoria:

“A promoção do Subway, que diz conceder um cookie de graça após acessar o site de pesquisa da companhia e dizer o que pensa,  pode conter pelo menos uma de duas pegadinhas:

1. Quando você, após preencher a pesquisa, vai à lanchonete pegar o seu cookie grátis, o vendedor pode se negar a entregar qualquer alimento, dizendo “Você já ganhou o seu cookie. Ele está lá no seu navegador.”, e ele não estará mentindo.

2. O vendedor que não está afim de te deixar insatisfeito com a loja, e de fato te entregará um cookie para saborear, está também confirmando que a promoção não fala toda a verdade: Você não ganhou apenas um cookie no decorrer da promoção, e sim dois.”

23 Apr 01:29

Grupo usa web para provar inocência de Dzhokhar Tsarnaev

Leonardo Moulin Franco

Vou contar uma histórinha: Na última chuva forte em Vitória, Gisele, minha funcionária e que trabalha ao meu lado, estava tentando ir para casa com sua motinha, quando se deparou com a BR alagada. Um repórter da TV Capixaba (Band/ES) fez sinal então para que ela voltasse, mesmo na contra mão, pois seria arriscado passar. Ao que ela seguiu a instrução, foi parada pelo repórter, e deu entrevista informando que não dava pra passar, pois era muita água. Mais tarde no noticiário, a notícia foi passada, exibida e narrada como se ela tivesse feito a ação de voltar pela contra mão sem necessidade e, mais que isso, por livre decisão, sem que o próprio reporter a tivesse orientado.
Ou seja, temos muitas formas de contar uma mesma história.

São Paulo – Internautas de várias partes do mundo se juntaram na internet para provar a inocência de Dzhokhar Tsarnaev. O jovem de 19 anos... - por Fabiano Candido
22 Apr 21:22

Eduardo e Mônica versão 2013

by EvelRyu

A galera do Duka7 resolveu aproveitar o formato “Draw my Life” para recontar a clássica história de Eduardo e Monica como se passasse nos dias de hoje e o resultado foi fantástico.

Via: Duka7

28 Mar 02:49

[glnito]





[glnito]

27 Mar 21:27

A Dancinha de Adalberto

by Rob Gordon


- Oi. Cheguei.

- Oi.

- Fiquei até mais tarde hoje, estava cheio de trabalho.

- Certo.

- Tudo bem?

- Tudo.

- Que foi?

- Nada.

- Mesmo? Você está estranha.

- Adalberto, você andou na Avenida Central hoje?

- Sim, fui ao banco ali. Por quê?

- Porque a Joana me ligou. Ela disse que viu você ali.

- Ah, é?

- Sim. Ela passou de carro e viu você na calçada.

- Que coincidência. E ela está bem?

- Ela me disse que viu você dançando na rua, Adalberto!

- Oi?

- Não negue! Você sempre nega tudo!

- Mas...

- Ela disse que viu tudo claramente. Era você, andando na rua e fazendo uma dancinha!

- Bom...

- E dando pulinhos! Pulinhos! Vai negar?

- Bem, não... É que...

- O que você estava pensando?

- Olhe, eu...

- Pulinhos, Adalberto? Pulinhos e dancinha! A Joana disse que você fez até uma voltinha! Não negue!

- Eu não estou negando nada. Não foi culpa minha...

- Ah, claro que não. Por acaso alguém colocou uma arma na sua cabeça e gritou que “ou você dança na rua ou você morre”?

- Não... Olhe, eu estava indo ao banco e ouvindo música com meu fone de ouvido. E de repente começou a tocar Stones. She’s a Rainbow, sabe?

- Sei.

- E, de repente... Não sei o que me deu... Comecei a dançar.

- Na rua, Adalberto? No meio da rua?

- Desculpe! Foi mais forte que eu! É aquele comecinho, com piano... Eu gosto. Dá vontade de dançar. Aí não aguentei...

- Ah, Adalberto! Faça-me o favor! Você é um homem adulto!

- Mas...

- Como eu vou encarar minhas amigas agora? Porque a Joana já deve ter falado para todo mundo! A partir de amanhã, todas vão olhar com pena para mim. Tenho certeza! Vou ser conhecida no bairro inteiro como a mulher que tem o marido que dançou na Avenida Central. Que vergonha!

- Mas é só...

- Doze anos de casamento, e um dia você começa a dançar e dar pulinhos na rua! Você não pensou em mim? Na sua família?

- Ah, não... Na verdade, eu não pensei em nada, eu apenas...

- Claro que não pensou! Você estava lá, todo pimpão, indo ao banco e de repente, pronto. Bastou ouvir uma musiquinha para jogar tudo para o alto! Eu, seus filhos, nossa reputação!

- Olha, Fernanda...

- A esta altura, já está todo mundo sabendo! Pelo amor de Deus, Adalberto. Você é um engenheiro, trabalhador, tem uma vida estável. E de repente começa a dançar na rua feito um adolescente?

- Fale mais baixo! Você vai acordar as crianças!

- Ah, você não quer que os meninos saibam que o pai deles dança na rua, certo?

- Oi?

- Sim, porque imagine o que esses meninos vão ouvir na escola! Deve ser demais você ser um pré-adolescente e ter um pai que faz dancinhas na rua!

- Então, mas o pianinho... Foram só uns cinco segundos...

- NÃO QUERO SABER! SE QUISER FAZER DANCINHA, FIQUE EM CASA!

- Calma...

- E eu vou contar isso pros nossos filhos! Amanhã de manhã!

- Bom, tudo bem...

- Faz quanto tempo que você dança na rua?

- Como?

- Faz quanto tempo? Eu duvido que você tenha começado com isso hoje!

- Sei lá... Nunca pensei nisso.

- Quando você fica no banheiro depois do almoço, no final de semana, você fica dançando lá dentro, não fica?

- No banheiro?

- Responde! Você fica fazendo isso dentro de casa? Debaixo do nosso teto?

- Não sei, nunca prestei atenção. Apenas aconteceu...

- Meu Deus. Uma vida inteira jogada no lixo. Por que você nunca me disse isso? Antes de casarmos, por que não me disse que você gostava de fazer dancinhas na rua? Eu teria entendido! Mas não! O que você preferiu? Resolver ser pego em flagrante, mais de dez anos depois do casamento. Que humilhação.

- Mas é só... Eu não...

- Não quero mais saber. Eu vou dormir. Você vai ficar na sala.

- Na sala?

- Sim. Eu não quero você no meu quarto. Pode dormir ou dançar e dar pulinhos aqui na sala. Tanto faz. Você escolhe.

- Fernanda, eu...

- Amanhã a gente conversa melhor. Quero ficar sozinha.

- Mas...

- E espero que você pense no que está fazendo com a nossa vida.

- Mas foi só...

- E com a vida dos seus filhos.

- Mas foram apenas três pulinhos. Três ou quatro. E uma voltinha, a hora que o Mick Jagger começa a cantar. Juro que foi só isso!

- Seu porco! Não quero saber!

- Sabe, aquele pianinho. Tim-tim-tim-tim...

- CALA A BOCA, ADALBERTO!

- Mas estou tentando...

- Não quero mais saber! Vou dormir!

- Espera, calma...

- E outra coisa! Se você ousar ligar nesse mp3 dentro da sua mala, eu vou para a casa da minha mãe!

- Hã?

- E levo as crianças comigo!

- Mas...

- Seu cafajeste! Pervertido!

- Fernanda...

- Uma vida inteira jogada fora! Cafajeste!

E bateu a porta do quarto.

Eventualmente, fizeram as pazes. Adalberto explicou que fora tudo sem querer, e que nunca mais iria dançar na rua. Prometeu de pés juntos. Nem mesmo um pulinho. E o casamento voltou ao normal – Fernanda nunca teve coragem de tocar no assunto com as amigas ou com os filhos.

Mas o Adalberto está se saindo bem, está se segurando. Mas na dúvida, não leva mais o mp3 na mala. E até hoje, sempre que estão numa festa, basta Adalberto bater o pé distraído ao som da música que está tocando para a Fernanda olhar feio para ele.