








holy shit get me shorts made out of this
Adam Victor BrandizziE aí?
Adam Victor BrandizziPuta merda, viu? :(
A letter from Virginia slave Sargry Brown to her husband Mores, Oct. 27, 1840:
Dear Husband –
this is the third letter that I have written to you, and have not received any from you; and dont no the reason that I have not received any from you. I think very hard of it. the trader has been here three times to Look at me. I wish that you would try to see if you can get any one to buy me up there. if you don’t come down here this Sunday, perhaps you wont see me any more. Give my love to them all, and tell them all that perhaps I shan’t see you any more. Give my love to your mother in particular, and to mamy wines, and to aunt betsy, and all the children; tell Jane and Mother they must come down a fortnight before christmas. I wish to see you all, but I expect I never shall see you all — never no more.
I remain your Dear and affectionate Wife,
Sargry Brown
It never reached him — it was discovered in the dead letter office in Washington, D.C.
Erdogan no poder
O governo de Recep Tayyp Erdogan assumiu o poder há cerca de dez anos. Seu partido, o AKP, tem um viés conservador religioso. A Turquia, por outro lado, desde o colapso do Império Otomano e a Revolução de Mustafa Kemal Ataturk, havia se transformado em uma nação laica, embora majoritariamente muçulmana sunita, com minorias judaicas, armênias e cristã ortodoxa.
Ao longo das décadas de 1980 e 90, a Turquia passou por ditaduras militares seculares. Conservadores islâmicos eram perseguidos e praticamente banidos da política. A chegada de Erdogan ao poder foi, portanto, uma transformação no cenário turco. Os religiosos passaram a ser aceitos.
Reformas econômicas, mas desrespeito à democracia
Inicialmente, Erdogan foi elogiado. Respeitou as regras democráticas e melhorou a economia turca. Inclusive, em 2010 e 2011, a Turquia cresceu mais de 8%, embora no ano passado a taxa tenha sido bem menor, pouco superior a 2%. O premiê também sempre manteve uma boa aliança com os EUA, seja com George W. Bush ou com Barack Obama, de quem é amigo. Os turcos, vale lembrar, são integrantes da OTAN.
Ao mesmo tempo em que a economia e a aliança com os EUA seguiam bem, Erdogan, com o passar do tempo, começou a desrespeitar alguns pilares da democracia turca. A imprensa foi reprimida e militares foram presos. A boa relação militar com Israel foi praticamente jogada no lixo para defender o Hamas o Gaza. Ações também violaram o caráter laico da Turquia.
Classe média religiosa versus classe média laica
Uma nova classe média emergente e religiosa do interior também passou a assustar os tradicionais turcos da elite e mesmo a classe média de Istambul, Ancara e outras grandes cidades turcas..
Nos últimos meses, a imagem de Erdogan se deteriorou muito. Primeiro, sua aposta na queda de Bashar al Assad e o apoio à oposição trouxeram um conflito sangrento para a fronteira com a Turquia. Parte da população, especialmente a mais laica, não entende o motivo de o premiê ter rompido com Assad, um líder secular e entusiasta de investimentos turcos, para apoiar os rebeldes. A resposta, para muitos, seria o caráter religioso da oposição síria, similar ao de Erdogan.
O diálogo com os curdos do PKK tem um impacto menor. Assim como na rejeição do genocídio armênio e na ocupação ilegal do Chipre, a questão curda é uma das de menor atrito entre Erdogan e os opositores.
Hoje a Turquia possui três grupos. Os laicos, defensores do kemalismo, os religiosos, defensores de Erdogan, e os liberais, que são laicos, mas toleram a liberdade religiosa.
Os protestos e a repressão
A decisão de construir prédios otomanos e um shopping, destruindo um parque ao lado da praça Taksin, serviram de símbolo para o antagonismo entre estes grupos da sociedade turca. De um lado, o neo-otomanismo religioso de uma classe média emergente ligada a Erdogan. De outro, o tradicionalismo laico dos kemalistas, aliados aos liberais. É a Turquia religiosa de Erdogan, aliada dos EUA, contra a Turquia laica.
Erdogan, repetindo líderes que ele tanto critica, como Assad e Hosni Mubarak, ex-ditador do Egito, reprimiu com violência os protestos e prendeu mais de mil pessoas ao redor do país. Verdade, está longe de ser como na Síria. Além disso, Erdogan está legalmente no poder, em eleições vencidas justamente, diferentemente de Mubarak.
A praça Takzsin
Mas nada justifica a violência do governo contra o direito de os turcos se manifestarem pacificamente. Se Erdogan realmente se diz um democrata, deveria ouvir as demandas dos manifestantes e ver qual a melhor solução. Convenhamos, Istambul não precisa de réplicas de prédios otomanos. Basta cruzar o Chifre de Ouro, que separa a parte moderna de Istambul da antiga, onde fica o bairro de Sultanahmet, para ver suas históricas e magnificas construções otomanas. E para que um shopping se ao lado da Taksin está a charmosa e comercial rua Istklal?
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
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Adam Victor BrandizziComprei hoje de manhã, terminei de ler às 18h. Muito bom mesmo!
Percentual inquietante: 68% dos profissionais de saúde não notificam casos de violência a menores, contrariando o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente. Apesar de não precisarem se identificar ou sequer comprovar a suspeita para fazer uma denúncia, a maioria libera as crianças agredidas sem qualquer intervenção.
É o que mostra pesquisa feita com 107 profissionais da rede pública de saúde de Olinda (PE). Dos 86% que já suspeitaram de violênciapelo menos uma vez, somente 36,4% notificaram. A pergunta central é por quê?
Foi a partir dessa indagação que o cirurgião-dentista João Luís da Silva, da Universidade Federal de Pernambuco, realizou o estudo, baseado em entrevistas a cirurgiões-dentistas, médicos e enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) de Olinda.
Entre outubro de 2011 e fevereiro de 2012, ele endereçou 50 questões (por meio de questionário e entrevista) aos profissionais, não só sobre suas suspeitas e notificações, mas também se já haviam sido vítimas de violência em alguma época da vida, participado de discussões sobre o tema ou feito cursos em saúde coletiva.
O pesquisador relata que os profissionais de saúde reconhecem a enorme importância da notificação, mas se rendem ao medo de sofrer consequências. “Represálias e ameaças do agressor, fora e dentro do ambiente de trabalho, são as principais amarras dos profissionais”, observa. Ele constatou, no entanto, que aqueles que já fizeram uma denúncia não foram procurados depois.

Além do medo, foram apontados outros fatores que impedem a ação. “A falta de articulação dos postos de saúde com outros setores responsáveis, a burocracia do processo e a falta de retorno por parte desses setores foram queixas presentes nas entrevistas”, conta Silva.
O interesse do pesquisador pelo tema surgiu de sua própria experiência. Quando cursava o último período da graduação em odontologia, atendeu no estágio um garoto de oito anos com traumatismo dentário. O menino disse que tinha se machucado ao fugir de um ataque violento da mãe, que o espancava frequentemente. A mãe, porém, alegava que tinha sido um acidente.
“Fiquei muito perturbado com a situação e perguntei à minha orientadora o que poderia fazer pela criança, além de tratar a lesão. Esperava algum direcionamento para lidar também com a questão da violência”, conta Silva. “Mas ela disse que não se podia fazer mais nada, que aquilo já não era da nossa competência. Essa situação me inquietou muito.”
Silva começou aí a pesquisar a legislação existente sobre como os profissionais de saúde devem agir diante de um caso de violência contra menores. “Descobri que pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, todo profissional de saúde é obrigado a notificar os casos de violência, mesmo que seja uma leve suspeita”, diz.
Durante seu mestrado, resolveu ouvir os profissionais de saúde para saber como agem frente a essa situação. “Quis lhes dar voz para que os gestores de saúde possam conhecer e atuar sobre as dificuldades encontradas quando eles decidem notificar situações de violência, melhorando assim o cuidado geral”, justifica.
Muitos profissionais de saúde que testemunharam violência contra crianças não sabem como nem a quem fazer a denúncia. Segundo Silva, o tema da violência não é abordado na graduação, mas só na pós-graduação em saúde coletiva ou em oficinas promovidas por alguns serviços de saúde. “A cidade de Olinda já faz esse trabalho de sensibilização com os profissionais da rede pública. Por isso escolhi estudá-los”, diz o pesquisador.
As perguntas foram baseadas na ficha de notificação elaborada pelo Ministério da Saúde e distribuída a todos os postos da rede pública do país. No formulário, o profissional encarregado de notificar preenche o tipo de violência sob suspeita, o meio de agressão, o tipo de lesão causada e os dados pessoais do paciente.
Dali a ficha segue para a Secretaria Municipal de Saúde e para o Conselho Tutelar, que encaminhará o menor para outras instâncias (hospitais, psicólogos, delegacias ou casas de abrigo). A denúncia também segue para as Delegacias de Proteção da Criança e do Adolescente, que investigarão o caso.
O profissional não precisa se identificar, mas a Secretaria de Saúde exige o carimbo e o código da unidade de saúde, o que inibe a maioria deles, já que temem represálias também aos colegas e agentes comunitários que vivem nas áreas atendidas.
Apesar das grandes dificuldades que o sistema ainda precisa enfrentar, a obrigatoriedade da notificação reconhece a violência como um problema de saúde pública. Silva acredita que a sensibilização em relação a essa questão amplia a visão do profissional de saúde, que não deve ser apenas clínica. “Mas há de se analisar se é prudente e justo obrigar a notificação num cenário onde muitas vezes não há amparo e auxílio aos profissionais”, pondera o autor.
Camille Dornelles
Ciência Hoje/ RJ
Texto originalmente publicado na CH 303 (maio de 2013).
This post by Aleatha Parker-Wood is very applicable to the things I wrote in Liars & Outliers:
A lot of fundamental social problems can be modeled as a disconnection between people who believe (correctly or incorrectly) that they are playing a non-iterated game (in the game theory sense of the word), and people who believe that (correctly or incorrectly) that they are playing an iterated game.For instance, mechanisms such as reputation mechanisms, ostracism, shaming, etc., are all predicated on the idea that the person you're shaming will reappear and have further interactions with the group. Legal punishment is only useful if you can catch the person, and if the cost of the punishment is more than the benefit of the crime.
If it is possible to act as if the game you are playing is a one-shot game (for instance, you have a very large population to hide in, you don't need to ever interact with people again, or you can be anonymous), your optimal strategies are going to be different than if you will have to play the game many times, and live with the legal or social consequences of your actions. If you can make enough money as CEO to retire immediately, you may choose to do so, even if you're so terrible at running the company that no one will ever hire you again.
Social cohesion can be thought of as a manifestation of how "iterated" people feel their interactions are, how likely they are to interact with the same people again and again and have to deal with long term consequences of locally optimal choices, or whether they feel they can "opt out" of consequences of interacting with some set of people in a poor way.

Here’s more texting.
Adam Victor BrandizziDilbert anda muito repetitivo (e como culpar? tem de ter tirinha todo dia...) mas essa está boa :)

Adam Victor BrandizziO equilíbrio de poder está sendo abalado. Querem os coelhos ser o novo hegemon da Internet?

Joe Armstrong(of Erlang) while reviewing Elixir(Ruby like language that compiles to Erlang Virtual Machine) states his Three Laws of Programming Language Design.
Some language get some things so right that nobody ever bothers to mention them, they are right, they are beautiful, they are easy to understand.
The wrong stuff is a bitch. You boobed, but you are forgiven if the good stuff outweighs the bad. This is the stuff you want to remove later, but you can’t because of backwards compatibility and some nitwit has written a zillion lines of code using the all the bad stuff.
The difficult to understand stuff is a real bummer. You have to explain it over and over again until you’re sick, and some people never get it, you have to write hundred of mails and thousands of words explaining over and over again why this stuff means and why it so. For a language designer, or author, this is a pain in the bottom.
Adam Victor BrandizziBasicamente, é assim que me sinto na maioria dos lugares onde trabalhei, mas tem dado certo :)

Por Paula Elias
“Casamento? Eu? Nunca. Você nunca vai me ver entrando numa igreja vestida de cupcake, toda de branco, parecendo um mix de árvore de Natal com reveillón.”
Eis o que costumava sair da minha boca quando me perguntavam se eu planejava me casar algum dia. E emendava:
“Você já pensou seriamente sobre o que é um casamento? Você entra na igreja nos braços de um homem, que te passa para outro como uma cabeça de gado, numa cerimônia chefiada por OUTRO HOMEM. Você ainda sai de lá com outro sobrenome, como uma casa cuja escritura muda de dono.”
Achava a idéia como um todo detestável, um tiro no pé do feminismo. Como qualquer mulher inteligente poderia se rebaixar a tal tratamento? É o que eu pensava, quieta. Afinal, boa parte das mulheres da minha vida já tinham se vestido de cupcake e sido “transferidas” de um homem para outro.
Há alguns anos uma prima querida casou de véu, grinalda e tudo mais o que se tem direito. Guardei minhas idéias sobre casamento na gaveta, fui pra cerimônia e chorei que nem um bezerro desmamado. Confesso que todo o episódio fez tremer as bases do meu eu feminista esbravejador, mas ele continuou lá resmungando.
Tempos depois o irmão dela noivou e me chamou para ser madrinha. Eu esqueci de esbravejar, fiquei super feliz com o convite e já avisei que era pra ter bem casado na festa. Na fila da igreja, para não perder o hábito, já avisava quem ficasse parado tempo suficiente que era para aproveitar BEM a visão, que eu NUNCA MAIS ia entrar em igreja nenhuma nos braços de homem nenhum.
Meus protestos e avisos veementes se derreteram junto com a maquiagem com as lágrimas de alegria.
Esses dias fui numa despedida de solteira de uma amiga da faculdade. Enfiei minhas reclamações e indignações na bolsa, junto com o batom e a chave de casa. Cheguei na festa e dei de cara com uma amiga que tinha acabado de casar. De véu, grinalda e o escambau a quatro, todo o kit que eu adorava esculhambar.
Surpreendentemente, ela não virou uma dona-de-casa-zumbi. Também não parecia estar com stress pós-traumático, nem ter perdido 60 pontos de QI. Ela só estava bronzeada. Bem bronzeada. Lua de mel em Cancún.
…
Não, não vou dizer que mudei totalmente de idéia e agora sonho em entrar em alguma capelinha rústica ao som de “Con Te Partiro”.
Ainda acho que o casamento (como instituição) pode ser machista, misógino, patriarcal.
Mas percebi que o verdadeiro tiro no pé do feminismo é achar que as minhas crenças e escolhas são melhores que as de outras mulheres. Os sonhos e desejos delas são tão válidos quanto os meus, não importa quais sejam.
Ser feminista é ser uma mulher feliz, decidida, dona do próprio nariz e do destino.
Casar na igreja, ser levada pelo pai ao altar, jurar na frente de Deus e dos amigos e família amar para sempre o companheiro é um compromisso sério.
O meu preconceito, minha implicância com todo tipo de liturgia católica, é tão venenoso quanto a homofobia, o machismo.
Precisamos exercitar nossa coerência, compreensão, tolerância. O que eu acredito não é o certo. Nunca será. É apenas isso: o que eu acredito.
Minha amiga que era a noiva na despedida de solteira se casa este mês. Pela primeira vez na vida não pretendo nem pensar nas minhas idéias e crenças sobre casamento. Elas estão guardadas para serem revisadas, talvez até jogadas pela janela para serem substituídas por uma posição menos beligerante e preconceituosa.
Vou para a festa levando na bolsa batom, celular, cigarros, chaves. Afinal, precisa sobrar espaço para levar um bem-casado para casa.




Photographs taken inside musical instruments making them look like large and spacious rooms.

A Swedish minister having assembled the chiefs of the Susquehanna Indians, made a sermon to them, acquainting them with the principal historical facts on which our religion is founded — such as the fall of our first parents by eating an apple, the coming of Christ to repair the mischief, his miracles and suffering, etc. When he had finished an Indian orator stood up to thank him.
‘What you have told us,’ says he, ‘is all very good. It is indeed bad to eat apples. It is better to make them all into cider. We are much obliged by your kindness in coming so far to tell us those things which you have heard from your mothers. In return, I will tell you some of those we have heard from ours.
‘In the beginning, our fathers had only the flesh of animals to subsist on, and if their hunting was unsuccessful they were starving. Two of our young hunters, having killed a deer, made a fire in the woods to boil some parts of it. When they were about to satisfy their hunger, they beheld a beautiful young woman descend from the clouds and seat herself on that hill which you see yonder among the Blue Mountains.
‘They said to each other, “It is a spirit that perhaps has smelt our broiling venison and wishes to eat of it; let us offer some to her.” They presented her with the tongue; she was pleased with the taste of it and said: “Your kindness shall be rewarded; come to this place after thirteen moons, and you will find something that will be of great benefit in nourishing you and your children to the latest generations.” They did so, and to their surprise found plants they had never seen before, but which from that ancient time have been constantly cultivated among us to our great advantage. Where her right hand had touched the ground they found maize; where her left had touched it they found kidney-beans; and where her backside had sat on it they found tobacco.’
The good missionary, disgusted with this idle tale, said: ‘What I delivered to you were sacred truths; but what you tell me is mere fable, fiction, and falsehood.’
The Indian, offended, replied: ‘My brother, it seems your friends have not done you justice in your education; they have not well instructed you in the rules of common civility. You saw that we, who understand and practise those rules, believed all your stories; why do you refuse to believe ours?’
– Benjamin Franklin, “Remarks Concerning the Savages of North America,” 1784





FRIDAY
These GIFs are taken from the Cartoon Hangover cartoon, Rocket Dog, by Mel Roach.
Watch the cartoon by clicking here and have an awesome Friday!
This is really on the news though
i cant believe this is real
the future is bright
kyary is here and she will save this country

It is the one great weakness of journalism as a picture of our modern existence, that it must be a picture made up entirely of exceptions. We announce on flaring posters that a man has fallen off a scaffolding. We do not announce on flaring posters that a man has not fallen off a scaffolding. Yet this latter fact is fundamentally more exciting, as indicating that that moving tower of terror and mystery, a man, is still abroad upon the earth. That the man has not fallen off a scaffolding is really more sensational; and it is also some thousand times more common. But journalism cannot reasonably be expected thus to insist upon the permanent miracles. Busy editors cannot be expected to put on their posters, ‘Mr. Wilkinson Still Safe,’ or ‘Mr. Jones, of Worthing, Not Dead Yet.’ They cannot announce the happiness of mankind at all. They cannot describe all the forks that are not stolen, or all the marriages that are not judiciously dissolved. Hence the complex picture they give of life is of necessity fallacious; they can only represent what is unusual. However democratic they may be, they are only concerned with the minority.
– G.K. Chesterton, The Ball and the Cross, 1909