Osias Jota
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Lá vem o Jorge Lá da Capa-dó-ci-a. Lá vem o Jorge Para ver o que é que há... (via Albener Pessoa )
adriofthedead: snoozlebee: allisonkilkenny: Chris Person...



Chris Person fixed TIME’s new magazine cover. Now it’s accurate. (TIME version #1, Person edit #2)
Update: And here’s another stellar contribution from @direlog
EXCELLENT
From @EARNEST_CYBORG9
Aí vem o Jorge ♪ Jorge ♪ Jorge ♪ Todos atentos olhando pra TV
May 12, 2013

Only 14 hours left to get a Marx tee shirt!
Also, if you're a U Chicago student, by reading this, you have joined the Order of the Occult Hand.
May 11, 2013

Hey geeks! In case you've been on the fence about the Trial of the Clone gamebook app I wrote (which comes with narration by Wil Wheaton!), here's a crap-ton of reviews.
La mano arriba ♪ mata o dragãã-o ♪ Salve São Jorge ♪ dança kuduro
piroca
Daí a louca ligou hoje e minha mãe estava dentro de um ônibus. Escutou todos os xingamentos e disse em voz alta:
- Minha querida, quem me dera roubar o marido de alguém, há muito tempo não sei o que é uma piroca.
SILÊNCIO NO ÔNIBUS.
Tive a quem puxar, né?
O primeiro foi seu pai O segundo seu irmão O terceiro foi o cara que pensa em você toda hora Que conta os segundos se você demora
Estou chegando à conclusão de que só gosto das músicas cantadas pelo Paul e o Jonh era um bobo misticóide. Me Julguem.
RT @bolivarescobar: Whisky ou água de côco Para mim tanto faz E cada vez que eu fujo Eu me aproximo maaaaaais
Sou Jorge ♪ dig dim dig dim ♪ Sou Jorge ♪ dig dim dig dim ♪ Sou Jorge, na lua eu te esculacho ♪ Na Capadócia ou no quarto.♪ Eu sou sinistro!
via Antonio Mano: Lá vem o Jorjão ♪ Lá da Capadócia ♪ Te catá ♪ Te catá ♪ Te catá
GUEST POST: AMIGO GAY COMO FETICHE
Eu me assumi muito novo (a primeira vez que contei a alguém foi aos 14 anos; para meus pais, foi só aos 19), numa idade em que eu ainda não tinha consciência de toda a história política e social do movimento LGBT, não fazia ideia de tudo que aconteceu desde as Revoltas de Stonewall em 1969, da luta para retirar o “homossexualismo” da condição de doença psiquiátrica, e todos os outros grandes passos dados pelo movimento. A única coisa que eu tinha consciência era do preconceito e do constante “estado de trincheira” em que eu me sentia sendo um menino gay extremamente jovem, que se sentia o único homo no mundo e vindo de um lar tradicionalmente machista (meio italiano, meio nordestino tradicional; do tipo que ainda mantém tradições como a de levar o menino de 13, 14 anos para um bordel a fim d'ele provar sua virilidade e ser “educado” a respeito do seu papel de macho no sexo).
Por algumas pessoas -– na verdade, por algumas das meninas -– eu fui quase que adotado como um pet. Era coberto de paparicos, virei confidente, era carregado com elas para onde quer que elas fossem, e elas deixavam bem claro quem eu era e “o que eu era”. Eram geralmente as garotas populares, as mais fashionistas e antenadas com tendências e glamour -– as trendsetters ou it girls -–, e constantemente diziam que isso lhes causava uma “forte identidade com os gays”.
A cópia dessa tendência para a vida real transformou a nós jovens gays -– muitos em busca de alguém que nos aceite e nos acolha num momento tão vulnerável como o de se assumir e aceitar –- no mais novo sapato Prada, no acessório da moda; toda mulher colunável do mundo moderno precisa ter seu gay BFF [best friend forever], senão está perdida no tempo.
Somos todos attention whore
Resumo: semana passada uma pessoa influente no Twitter tentou cometer suicídio, supostamente tomou algumas doses de um remédio psiquiátrico com bebida. Quando tudo isso fez efeito, celular em mãos tuitou frases desconexas, muitas vezes nem palavras eram junto com uma carta. Foi socorrida por pessoas próximas que viram, via Twitter e chamaram os bombeiros que invadiram sua casa. Ela foi levada para o hospital e salva.
Queria aqui, sem julgamento de valor, tentar explicar o que aconteceu.
Algumas coisas se sucederam nesse meio tempo, e dessas que eu acho interessante serem destrinchadas com mais calma. Tão logo os primeiros tuites começaram e a ‘comunidade’ começou os movimentos. Com 60mil seguidores ela é um líder e influente, e consequentemente os ânimos se animam, principalmente por parte de outras pessoas que se vangloriam por ‘quebrar as regras’ (a turma da zoeira).
Brincar com o que ela “disse” (uma vez que nem palavras eram) foi primeira grande imitação que essas pessoas fizeram, mas tão logo ela foi salva outro julgamento que isso seria uma tentativa de chamar a atenção.
Vamos entender uma coisa, todo suicídio não é uma tentativa de chamar a atenção, a pessoa já superou isso, ela quer, realmente, colocar um fim no sofrimento. Chamar atenção é colocar um vestido rosa, pendurar uma melancia na cabeça.
Corajoso ou fraqueza, é um ato de desespero, de últimas consequências.
O diferente nessa situação é que ela foi até o Twitter para deixar, ainda consciente, seu desespero transbordar. Não sei, nem ninguém o que ela queria com isso, mas via na relação que ela tinha com a tela, e com as pessoas por trás, um lugar importante e firme o suficiente para acolhe-la.
Qualquer argumento que fale ‘ah, mas se ela quisesse mesmo ela teria feito isso ou aquilo’. Isso é uma visão estereotipada e fantasiosa do que realmente acontece, grande parte dos suicídios não são calculados, a pessoa não está completamente a par das suas faculdades psicológicas. Outra grande parte são as pessoas que querem mas se seguram na ultima hora, ou desiste quando é ‘tarde demais’, e acabam conseguindo.
Ela quis mesmo, quis o suficiente para fazer tudo que ela fez. E isso que é a realidade que sabemos.
Me chama atenção as outras pessoas que se utilizam deste absoluto desespero para, aí sim, ganhar atenção. Essas pessoas são as ‘verdadeiras’ attention whores, ou ‘putinhas de atenção’ como a @choracuica coloca. E isso é absolutamente compreensível se, no final, só existimos dentro da rede social se alguém, do outro lado da tela, nos dá essa existência.
São as mentions, os RT’s… aquelas coisinhas que asseguram que alguém ali está recebendo tudo que estamos fazendo, e nos instiga a fazer mais. E essa coisa é tão forte que algumas “convenções sociais” acabam ficando mais flexíveis. Tão logo nos transportamos para o cibermundo algumas pessoas se sentem fortes para tratar de assuntos que não seriam tratados tão abertamente fora dele.
Uma situação como essa é perfeita para as pessoas se aproveitarem. Se em um ambiente ‘comum’ já atrai atenção o suficiente, aqueles que foram sugados pela atenção-digital, eles aproveitarão para puxar um pouco para ‘si’ esse ato de desespero. Há quase uma disputa, tal qual acontece nas televisões abertas (Legendários, Teste de Fidelidade e afins tão ai) quem consegue chocar mais ganha mais atenção. É então uma imitação de alguém que conseguiu algo que eles querem (atenção), e aí sim, colocam seus vestidos rosas e suas melancias aonde bem entenderem.
Por fim é interessante como, enquanto levantou-se a dúvida se era tudo uma estória, sentimo-nos traídos por ter confiado, não houve uma separação entre o On e o Off. É a falta de informação junto com a proximidade que sentimos ter com outra pessoa que está por entre sua arroba.
Em tempo: pessoalmente eu acredito que ela tenha tentado, realmente, por um fim no seu sofrimento e que ela precisa de ajuda, toda que ela puder.
deantrippe: “You’ll be safe here.” Society 6 / DeviantArt /...
serial dreamer
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| illustration for the wall st journal i did recently with a a similar theme. |
Google's decision to recognize Palestine could undermine peace efforts, Israel says
Osias JotaPQP QUE PARIU, ISRAEL!!! (via firehose)
Israel has asked Google to reconsider its decision to list Palestine among its selection of localized search pages, accusing the company of implicitly recognizing a Palestinian state. In a letter to Google CEO Larry Page, deputy foreign minister Ze’ev Elkin said the search giant's move could undermine efforts for peace in the region.
The company's Google.ps search page had previously been labeled "Palestinian territories," but was changed to "Palestine" on May 1st. Israel's foreign ministry had expressed concerns over the nomenclature, saying it "raises questions" about Google's intent. As the Jerusalem Post reports, Elkin has now adopted a more openly critical stance.
A threat to peace in the Middle East
"Such a decision is in my opinion not only mistaken but could also negatively impinge on the efforts of my government to bring about direct negotiations between Israel and the Palestinian Authority," the minister wrote, adding that the move would embolden Palestinians to "further their political aims through one-sided actions rather than through negotiating and mutual agreement." Elkin asked Google to reconsider its decision, while urging Page to discuss the matter with Israeli representatives.
In an interview with the BBC last week, Google spokesperson Nathan Tyler said the company decided to change the listing after consulting "a number of sources and authorities."
"In this case, we are following the lead of the UN, ICANN [the Internet Corporation for Assigned Names and Numbers], ISO [International Organisation for Standardisation] and other international organisations," Tyler said. The UN sent shockwaves across Israel late last year, when, by a vote of 138 to 9, it designated Palestine as a non-member observer state. Israel and the US were among those in opposition to the move, with an additional 41 countries abstaining from the vote altogether.
The Palestinian authority last week welcomed Google's name change, describing it as "a step in the right direction," but Elkin says the shift runs counter to the company's ethos of openness and communication.
"Google has brought about so many positive changes in the world by promoting connections between people and between peoples," he wrote. "This decision, however, is in contradiction to such aims, and distances the parties from real dialogue."
- Source The Jerusalem Post
- Related Items google politics israel middle east palestine larry page ze’ev elkin
As andorinhas voltaram ♪ e eu também voltei ♪ olha que coisa mais linda ♪ mais cheia de graça ♪ que vem e que... http://t.co/S6r8RfpkWF
What's the Hold-Up?
Osias Jotavia Pichi
Estou na sua casa quero ver Salve Jorge ♪ você não gosta ♪ um dragãozinho você fecha a porta
pipud: ut4ps: Race matters. Must reblog.
consultingavengersintardis: toujoursbabe: welcometotiffanys: O...

OMG
this is so whoa on any blog
i think this is what’s going to happen in avengers 2
I’m still here: back online after a year without the internet
Osias Jotanão li tudo ainda, mas o que li confirma o que vivo falando: a internet não é culpada de nada disso que falam

I was wrong.
One year ago I left the internet. I thought it was making me unproductive. I thought it lacked meaning. I thought it was "corrupting my soul."
It's a been a year now since I "surfed the web" or "checked my email" or "liked" anything with a figurative rather than literal thumbs up. I've managed to stay disconnected, just like I planned. I'm internet free.
And now I'm supposed to tell you how it solved all my problems. I'm supposed to be enlightened. I'm supposed to be more "real," now. More perfect.
But instead it's 8PM and I just woke up. I slept all day, woke with eight voicemails on my phone from friends and coworkers. I went to my coffee shop to consume dinner, the Knicks game, my two newspapers, and a copy of...
Do proselitismo nosso de cada dia
Aí nêgo compartilha a imagem de um aleijado malhando e a pergunta que traz em si a censura e a acusação: “E agora, qual é sua desculpa (sedentário)?”. Ou repassa o vídeo de um velhote correndo, puxando ferro, pedalando, nadando, quase um maratonista – ou até mais do que isso, se considerarmos o esforço necessário -, e novamente o dedo na cara: “E você, qual é sua desculpa (indolente)?”. Ou mostra o antes e o depois do gordo que emagreceu sei lá quantos quinhentos quilos em três meses e agora tem uma barriga onde se enxerga com plena nitidez os gomos da musculatura, e, surpresa nenhuma, aqui vamos, as tochas, a inquisição: “E agora, qual é a tua desculpa (preguiçoso)?”.
Minha desculpa é que eu não tô a fim, prosélito. E é apenas essa. Não dou valor ao que, para você, parece ser tão importante. Tenho outras prioridades para meu tempo, meu dinheiro, meu empenho e minha escassa força de vontade. Entenda: quer ser marombeiro, azar o seu, sectário; quer ficar saudável, foda-se, faccioso; quer prolongar sua existência, divirta-se, masoquista. Já participei dessa brincadeira em algumas ocasiões. Hoje prefiro me abandonar aos prazeres da alimentação desregrada, da vida sem disciplina, do sono além da hora, da cerveja sem culpa. Aceito as conseqüências: a pele flácida, a camada de tecido adiposo, não ser o homem mais atraente sem camisa em um raio de duzentos quilômetros. Nem em um raio de um metro e meio! Posso viver sabendo não ser digno da capa da Men’s Health. Explicando melhor: o que não admito é pagar o preço necessário para isso. Prefiro minha casa, minha cama, meu marasmo e minha quietude. Meus livros e meus pensamentos. E, com sorte, uma vida breve em decorrência de um coração fraco.
Pro inferno com seu ambiente rescendendo a sudorese; a música repetitiva em um remix pobre feita com o sampler do sampler do sampler de um plágio de uma cópia; seus suplementos, seus anabolizantes e seus apetrechos de tortura moderna; suas conversas sobre padrões de beleza inatingíveis; sua tara em mapas da anatomia humana, seu tesão em se olhar no espelho e ver, a olho nu, as estruturas musculares fibrosas e hipertrofiadas. Não é meu objetivo de vida, não é minha meta. Fico feliz que seja a sua, mas saiba: é tão vazia, inútil e sem propósito quanto qualquer outra. Todas são.
Parabéns Twitter, fizeste Hitler cair no meu conceito
Osias Jotaei, achei a idéia boa e nada hitlérica! Acho que vou fazer isso (seletivamente e sem ferramenta, pra dar mais valor agregado)
Nos Anos 80 Gerald Thomas (é, aquele) costumava passear na Alemanha e perguntar aleatoriamente a senhores na casa dos 60 anos onde eles estavam 50 anos atrás. Praticamente 100% davam alguma desculpa esfarrapada, como a do Ex-Papa.
Junto à essa tiração da reta, criou-se o mito de que Hitler seria incrivelmente carismático, um gênio maléfico manipulador de multidões, que com auxílio de seu Mestre-Propagandista Goebels (comunistas ADORAM reforçar o termo “propaganda” aqui) moldou o inocente povo alemão em uma implacável máquina de guerra e ódio.
Não é bem assim.
Calma, não estou dizendo que Hitler era inocente (quem diz isso é o 4Chan), mas seus “poderes” foram muito exagerados. Ele mesmo não tinha essa apreciação toda pelos súditos de seu império milenar de 12 anos, ou não diria:
“As massas são femininas e estúpidas. Somente emoção e ódio podem mantê-las sob controle”
Vamos deixar de lado a misoginia e nos concentrar no “estúpidas”. Quão complicado é manipular gente burra? Não muito difícil, mas devemos confiar em Hitler? (spoiler: não) Não estaria ele sendo preconceituoso com a população em geral? Se a Alemanha era assim imagine a Jamaica.
Infelizmente Hitler estava certo. A média de QI de uma multidão é muito mais baixa que o QI individual de seus membros. Ocorre uma sinergia ao contrário, presenciada em portas de bailes funk e estádios de futebol, onde gente minimamente racional se comporta de forma animalesca, sob influência da multidão.
Na Internet isso ocorre o tempo todo. Seja nas turbas de linchamento coletivo virtual, seja no dia-a-dia. E o melhor exemplo dessa estupidez vem de um site brilhantemente canalha chamado FollowGen.
Ele é mais um daqueles milhares de sites com esquemas para ganhar seguidores no Twitter, mas a forma com que ele promete isso (e consegue!) deixaria Adolf orgulhoso.
Ao invés de montar um esquema de pirâmide ou follow-back, onde você se compromete a seguir de volta os seguidores que o site enviar, o FollowGen abusa da boa-vontade e cortesia (e da cegueira) das pessoas.
Ele não segue, então não cai nos limites diários do Twitter. Ele busca twits aleatórios, favorita-os, partindo do princípio que o dono do tal twit favoritado se sentirá prestigiado e, como cortesia, irá seguir o autor da favoritada.
É o mesmo modelo do Follow-back espontâneo, que funciona MUITO bem, 50% das pessoas seguidas seguem de volta, mas mesmo que no modelo do Favorito o percentual seja menor, você não cai nos limites de follows/dia, não lota sua conta de seguidos, evidenciando a manipulação, e não oferece nada em troca.
É maquiavelicamente genial. Uma forma de macetear o sistema sem deixar traços, excelente para quem tem pretensões profissionais e aposta que por vários anos ainda agências não entenderão a diferença entre números brutos e engajamento. Uma visão bem cínica diria inclusive que com isso você está maceteando as próprias agências, que não entendem como as redes sociais funcionam.
Você deve usar? Sinceramente acho que não. Por mais que eu concorde quanto à facilidade de manipulação das massas, em algum momento isso se torna moralmente questionável, e uma regra das mais fáceis é que não convém imitar Hitler, por mais tentador que seja.






















