
Adam Victor Brandizzi
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pizzaforpresident: smartaleckette: February 13, 2013 - the day...
Adam Victor BrandizziE aqui? Quais as providências tomadas para a Copa nesse possível senário?
Brasil, um país de TOLOS!!1!





February 13, 2013 - the day Canada’s Parliament debated the zombie apocalypse. (x)
this is very important
OKTOBERFEST
Adam Victor BrandizziHahaha, macabro :D
INTROVERTIDOS - Entenderlos y relacionarse con ellos no es tan complicado
Adam Victor BrandizziEu não sei quão geral é essa descrição e quão aplicáveis são as sugestões, mas achei muito bom a maneira como o autor conseguiu descrever sua situação, criando metáforas adequadas para seu estado etc.
* * *
Meu primeiro impulso foi me perguntar "ok, show me the paper". Depois pensei: "poxa, a pessoa tá se comunicando comigo de boa, na amizade, passa bem as ideias (que ainda são abertas a outras interpretações etc.) e só consigo exigir uma autoridade que a confirme. Palha isso aí."
Acho que eu preciso baixar mais a guarda...
Mrs. DON'T-fire
Submitted by: Unknown
serial dreamer
Adam Victor BrandizziNão entendi, mas o traço é tão legal que compartilho assim mesmo.
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| illustration for the wall st journal i did recently with a a similar theme. |
fuck yeah dementia!!1!
PADRES, TÍOS Y DEMÁS - He aquí unos cuantos trucos para lidiar con los pequeños de la casa
Chandelier casts a fantasy forest of shadows against the walls

Designers Hilden & Diaz have created a fixture that can transport you to a dark forest with the flick of a light switch. When you turn on this chandelier, you're suddenly engulfed in a tangle of tree-shaped shadows.
Mães, hit parades dos tangos (e o pouco apreço da mãe de Borges pelo sistema decimal)
Adam Victor BrandizziMelhor post dos Dias das Mães.
Gardel olha sua idolatrada “viejita querida”, dona Berthe Gardés, que morreu anos depois de seu filho.
As letras dos tangos podem ser divididas em vários tópicos: paixões arrebatadoras e traições, a saudade de Buenos Aires, a nostalgia dos amigos, entre outros assuntos.
Um dos tópicos hit parades são as mulheres. E nesta categoria, uma as mães possuem presença sine qua non. Além disso, as mães são as únicas mulheres 100% reverenciadas nos tangos, sem exceção.
A mãe, nessas letras, é chamada de “mamá” (mamãe) ou “vieja” (velha, no sentido carinhoso). Ou ainda, “viejita” (velhinha, mais carinhoso ainda).
A mãe é o porto seguro dos protagonistas dos tangos nos momentos de angústia. Ou, quando o protagonista, arrependido de sua vida, busca o perdão. “Só uma mãe nos perdoa nesta vida, é a única verdade, é mentira todo o resto”, diz a letra de “La casita de mis viejos” (A casinha de meus pais).
Dona Berthe olha as fotos de seu filho, Carlos.
Neste caso, também existe uma subdivisão temática, a da casa materna, abundante nos tangos.
Carlos Gardel sempre falava sobre sua mãe, Berthe, e levava um retrato seu para todos os lados.
Em meados dos anos 60 um jornalista perguntou ao tangueiro Aníbal Troilo qual era o motivo da existência de tantas mães nos tangos. Troilo respondeu perplexo: “E onde você queria que elas estivessem???”.
Acima, Edmundo Rivero (o criador de “El Viejo Almacén”) canta o tango “Bonjour mamá”, do uruguaio Alberto Mastra. Esta canção também foi imortalizada pelo cantor Sandro, falecido há poucos anos.
MAMÁ BORGES – O escritor Jorge Luis Borges literalmente morou na casa da mãe Leonor Acevedo de Borges até ela morrer, com 99 anos, em 1970. Borges, que na época tinha 71 anos, viveu apenas 16 anos a mais, morando “independente” no mesmo apartamento materno no edifício da rua Maipú, esquina com a rua Marcelo T.de Alvear, no bairro de Retiro.
Durante décadas, até morrer, sua mãe lia todos seus contos e fazia observações e correções. Leonor Acevedo foi a grande incentivadora da carreira do filho, e, quando ele estava cego, encarregava-se de anotar os contos e poemas que Borges lhe ditava.
Mãe e filho eram muito irônicos, inclusive, sobre a morte. Ela morreu com 99 anos. No velório, uma amiga da mãe se aproximou e comentou com o escritor: “que pena, pensar que dona Leonor morreu poucos meses antes de completar 100 anos! Se ela tivesse esperado um pouco…”. Borges respondeu: “pois é, minha mãe não era devota do sistema decimal…”
Dona Leonor e seu filho Jorge
MAMÁ PALACIOS - Na semana passada, quando minha mãe, Marta, morreu inesperadamente de um ataque cardíaco, uma colega – levada por aquela clássica morbidez funérea – me telefonou para dizer “puxa, não queria incomodar, mas sua mãe morreu repentinamente, sem avisar, sem sinais prévios? Como foi??”.
Nas horas anteriores eu já havia explicado, por mail, tudo o que havia ocorrido (do ponto de vista da causa mortis), e que – pela tristeza extrema que me assolava (e ainda não acredito que ela tenha falecido) – não tinha vontade de falar sobre o assunto com ninguém, por alguns dias. Mas, esta explicação não foi suficiente.
Então, quando esta colega me perguntou sobre o assunto, respondi (inspirado de certa forma no bom e velho Borges): “pois é, minha mãe era boa em improvisos…”
Minha mãe, que apreciava as ironias, teria se divertido, e muito…
E aqui, Beniamino Gigli cantando “Mamma, son tanto felice”, um hit dos anos 1920, que fazia os imigrantes italianos chorar de saudade na América do Sul.
O dia das mães na Argentina não é hoje, ao contrário do Brasil, EUA e outros países no planeta. O dia das mães na Argentina é no terceiro domingo de outubro. Esta data celebra-se no país desde a primeira metade do século XX. Mas, os historiadores não possuem registro dos motivos da escolha desse dia na Argentina.
Às mães, feliz dia!
Aos filhos, aproveitem cada dia de convívio com suas mães!
PERFIL: Ariel Palacios fez o Master de Jornalismo do jornal El País (Madri) em 1993. Desde 1995 é o correspondente de O Estado de S.Paulo em Buenos Aires. Além da Argentina, também cobre o Uruguai, Paraguai e Chile. Ele foi correspondente da rádio CBN (1996-1997) e da rádio Eldorado (1997-2005). Ariel também é correspondente do canal de notícias Globo News desde 1996.
Em 2009 “Os Hermanos“ recebeu o prêmio de melhor blog do Estadão (prêmio compartilhado com o blogueiro Gustavo Chacra).
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…E leia os supimpas blogs dos correspondentes internacionais do Estadão:
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totally fishing for that sweet google traffic coming from searches for "slappin' bums"
Adam Victor BrandizziCompartilhando porque, obviamente, o xkcd de hoje me lembrou que DC existia mas tinha sumido dos meus feeds durante minha diáspora.
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May 8th, 2013: AW DANG DUDE IS THAT A DINOSAUR COMICS IOS APP?? AW DANG DUDE IT TOTALLY IS AW DANG DUDE IT'S TOTALLY FREE AW DANG DUDE LOOK AT ALL THOSE OTHER GREAT COMICS IN IT TOO YOU SHOULD DOWNLOAD THIS I AM PRETTY SURE One year ago today: hi! i'm a comic you can read with your eyes and brain!! – Ryan
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Birds and Dinosaurs
Adam Victor Brandizzi...exceto para os dinossauros devorados, Randall quis dizer.
Observações sobre o ensino no Brasil
O post me fez pensar um pouco sobre as experiencias da minha família com o ensino de primeiro e segundo graus no Brasil e no exterior. A gente discute bastante as diferenças que temos notado com relação às questões curriculares e também às atividades extra classe.
Primeiro algumas constatações similares às de Feynman: o ensino no Brasil tem um viés mais "conteudista"(odeio essa palavra, mas não achei nenhuma melhor...). Isso vem tanto da nossa observação das atividades desenvolvidas por nossos filhos quanto da comparação dos requisitos curriculares.
Desde que nos mudamos, temos a preocupação em manter o curriculo escolar das crianças compatível com os requisitos da legislação brasileira para facilitar a validação do diploma ao voltarmos ao Brasil. No caso do DF, onde morávamos, a regra é que o curriculo cursado no exterior tem de ser similar às definições das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Assim, tivemos de estudar as diretrizes curriculares para ver como deixar o currículo daqui o mais "similar" possível.
A primeira diferença é a flexibilidade. A única opção que a legislação brasileira deixa para os alunos de segunda grau é a escolha da língua estrangeira. Já o esquema americano se baseia no ensino de língua materna e matemática como obrigatórios e deixa muitas opções para os alunos montarem o seu currículo. Um exemplo concreto: enquanto a lei brasileira exige o ensino de física, química E biologia, a escola daqui permite que o aluno escolha apenas duas das ciências em cada ano. Nas áreas de humanas a diferença é ainda maior: no Brasil exige-se história, geografia, sociologia E filosofia; o currículo daqui inclui uma disciplina de "humanities", que agrega as diversa áreas de humanas. Em compensação a ênfase em matemática e na língua materna aqui é muito maior.
Ao menos no papel, o currículo brasileiro é muito mais abrangente e completo. Mas aí entra a crítica de Feynman que, já nos anos 50, percebeu que a ênfase brasileira em conteúdo não é acompanhada de uma compreensão mais aprofundada dos princípios básicos. A observação de Feynman sobre a falta de experimentos no ensino de física no Brasil pode ser, pela nossa experiência, extrapolada para o ensino das demais ciências. Se no Brasil as crianças faziam uma ou, no máximo, duas visitas ao laboratório de ciências da escola por ano, aqui as aulas de ciências se dão no próprio laboratório. Enquanto no Brasil o ensino de biologia se dava com o profesor mostrando modelos de plástico dos órgãos, aqui os alunos dissecam corações ou olhos (um para cada dupla ao invés de um único manipulado apenas pelo professor).
Outro ponto que muito nos chamou a atenção é que as escolas e as turmas aqui são bem menores. A escola atual é considerada grande por aqui: tem 1500 alunos do maternal ao segundo grau. A escola brasileira tinha cerca de 5000 alunos, sem contar com o segunda grau, que era em um prédio separado. Nas salas de aula, enquanto no Brasil turmas de 4a série (5o ano) com 40 a 45 alunos eram consideradas "normais" pela escola, aqui as turmas tem no máximo 20 alunos, muitas vezes menos, mesmo no segundo grau. Aulas especializadas podem ter apenas 3 alunos em alguns casos.
O tamanho das turmas afeta a capacidade dos professores no ensino de ciências (e outras matérias, obviamente), em especial a capacidade de promoverem aulas em laboratórios. Alguém consegue imaginar uma aula em laboratório com 40 alunos de 5a série?
O tamanho das turmas e a quantidade de alunos na escola afetam também a capacidade dos professores de ter um acompanhamento mais próximo do desempenho e da evolução de cada aluno. Enquanto no Brasil a escola pedia para os pais levarem os alunos nas "reuniões" periódicas com os professores para facilitar que os professores reconhecessem cada aluno, aqui basta o nome. O acompanhamento é muito mais próximo das dificuldades e facilidades dos alunos.
Até por se tratar de um escola internacional, a ênfase no ensino de línguas que aqui é muito maior. Os alunos do ensino básico tem aulas de duas línguas estrangeiras e os do segundo grau tem três. No Brasil é conhecido o baixo nível do ensino de inglês nas escolas, que obriga os pais a recorrerem a escolas especializadas.
Obviamente nem tudo são flores. A gente tem sentido falta da quantidade de atividades extra curriculares que tinha no Brasil. As atividades esportivas ocorriam mais vezes por semana e sempre tinha alguma competição no final de semana. Aqui teve bastante atividade durante o período de competição e depois acabou. Aulas de teatro são também sazonais e não duram todo o período escolar.
O apoio que a escola dá aos alunos é bem maior, com conselheiros para ajudar desde a montar o currículo até à escolher a universidade. Isso faz com que as crianças fiquem mais dependentes. Como no Brasil a coisa vai mais na base do "se vira", as crianças acabam aprendendo a se virarem mais sozinhas.
E, na questão do conteúdo, temos aqui um modelo que acaba pecando pela falta. Um exemplo que nos deixou preocupados é que a matéria de Geografia no segundo grau é opcional e oferecida aos alunos que tem dificuldades em ciências. Talvez isso explique a famosa falta de conhecimento de geografia pelos norte-americanos.
Voltando às observações de Richard Feynman, a gente concorda com a maioria delas e vê uma abordagem diferente no ensino de ciências por aqui. Mas também não dá pra formar um ser humano completo sem uma base de conteúdo ampla e diversificada. Um meio termo talvez seja possível e, quem sabe, poderia ter os pontos positivos das duas abordagens. Será que é possível formar com um pouco menos de conteúdo do que é exigido no Brasil e com uma quantidade de experimentos e de suporte ao ensino próxima ao que temos por aqui?
Pra encerrar: estamos comparando as experiências que tivemos em escolas particulares em Brasília e Nova York.
Surviving a DDoS attack
Submitted by choult
May 12, 2013

Only 14 hours left to get a Marx tee shirt!
Also, if you're a U Chicago student, by reading this, you have joined the Order of the Occult Hand.
Make bread by mixing ice cream with flour and baking

It appears that you can make delicious (and fantastically high-carb) bread by mixing melted ice-cream with self-rising flour and baking it. I'm willing to believe that this is totally yummy but I'm not going to try it:
1 Preheat oven to 350 F
2 Let ice cream soften at room temperature for 10-15 minutes.
4 Evenly distribute sprinkles in the bottom of a greased Bundt pan and scoop batter evenly on top.
5 Bake for 35 minutes until a toothpick inserted comes out clean.
6 Invert and allow to cool completely.
Cake Batter Ice Cream Bread (via Neatorama) ![]()
Vibrant, Repetitious Hotel Facades Photographed on an Italian Beach
Behind the Edge showcases hotel facades in Jesolo Beach, Venice. Shot by Italian born, New York-based photographer Luigi Bonaventura, his intention is to show each structure as its Platonic ideal—as the architect imagined it. The repetitive forms and pops of color combine to create a graphic, eye-pleasing series.
the much needed happy hour after a long week
Composite Image of the Moon Taken from 47 Photos Reveals Solar Corona During a Total Solar Eclipse




Shot by Czech photographer Miloslav Druckmüller from the Brno University of Technology, these amazing composite images capture the moon during a total solar eclipse revealing a vast solar corona. To achieve the crystal clear effect the shots are comprised from some 40+ photos taken with two different lenses. Additional clarity was achieved due to the incredibly remote location chosen to view the eclipse from, a pier just outside the Enewetak Radiological Observatory on the Marshall Islands, smack dab in the middle of the Pacific Ocean. You can see several more images from the project at Druckmüller’s website and don’t miss this much higher resolution version including some 209 stars. All images courtesy the photographer. (via this isn’t happiness)
DIE WALKÜRE
Adam Victor Brandizzise este filme realmente existe diga o nome.
National Geographic Traveler Magazine: 2013 Photo Contest

Bunda Cliffs in Australia: Is this the End of the World?
Located on the Great Australian Bight in Southern Australia, is the vast, featureless Nullarbor Plain - the world’s largest single piece of limestone, covering an area of 270,000 square km and extending some 1,000 km from the east to the west. The area is so flat that the Trans Australian Railway runs across its surface for about 483 kilometers in a completely straight line. On the surface of the plain there are areas of slight depressions where sparse rainfall has slowly dissolved away some of the limestone. There are also places where underground caves or sinkholes have collapsed to form dents in the surface. But mostly, the plain is horizontally flat and devoid of trees, as its Latin name suggests. The Nullarbor Plain ends abruptly at the spectacular Bunda Cliffs, comprising a 200-kilometer-long precipice curving around the Great Australian Bight.

© Amusing Planet, 2013.
John McAfee Answers Questions From Slashdot Readers
Adam Victor BrandizziHa, mas é um mentiroso mesmo :)
Almost certainly the most entertaining thing you’ll read today. A taste:
I haven’t been involved with McAfee anti-virus for 21 years. When I ran the company the software was the best and least intrusive on the market, and in 1991 we had 87% of the world market. What happened after I left was none of my doing. As to name association, I am a master at sullying my own name and, all things considered, being associated with the worst software on the planet ranks way down the pole. It’s barely a blip in the ocean of associations — madman, paranoid, child molester, murderer, drug addict, unstable, liar, to name but a few. Thank god I’m 67 and will probably be too hard of hearing soon enough to have to listen to them rattling around wherever I go. Amy, thankfully, did half the job already by bursting my left eardrum when she tried to shoot me in the head while I slept back in 2011.
Dear the Oatmeal, I see your Mantis Shrimp post, and I raise you my favorite animal…
Adam Victor BrandizziHora de fazer um torneio, não?
* * *
Meu animal preferido ainda é o tamboril, por causa de suas muitas formas e cores. De feiura.

The Oatmeal’s post is here. Pretty darn good too. You have to watch this NOVA program on Cuttlefish, if just to see the the ‘Broadclub’ Cuttlefish hypnosis strobe effect.



























































