



How do you thank writer/director Joss Whedon for donating to your Kickstarter campaign? With a gospel cover of the theme song to his cult TV show, apparently. At least that’s what former Law & Order star and current Flash star Jesse L. Martin (who, more importantly, is also a Broadway musical veteran) did after Whedon donated “an outstanding amount” to the Kickstarter for his new musical short film, The Letter Carrier.
The Letter Carrier tells the story of a black family hiding from slavery in secluded mountains in 1860, and Martin is working on the project with his Flash co-stars Rick Cosnett and Carlos Valdes. The trio came together to lend some gorgeous harmonies to “The Ballad Of Serenity,” which Whedon wrote for Firefly. The director tweeted a link to the cover, exclaiming “OMG.”
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I’m just imagining the hardware store clerk (or wherever these knives were purchased) ringing up all of these knives. Like the artist just standing there acting nonchalant and the store clerk just keeps looking down at the PILE OF KNIVES and back up at this person, and then back to the knives…
"How was your day today?"
"I think I sold 1,000 knives to a serial killer and some people are going to die.”
estou um pouco confusa, não sei se sou burra ou se o roteiro é uma bosta.
13. foram passear no bosque, acho que é agora que ele conta que é vampiro.
14. PIOR. grey é virgem de espírito. e tem trauminhas.
15. gente, uns drama, né? que casal cansativo meu deus.
16. ah pera que sr. grey vai contar MAIS trauminhas
- mãe crackuda
- prostituta
migo, melhore, sabe.
17. a pessoa senta achando que vai assistir umas sacanagens e acaba presa numa sala escura vendo uma dr de duas horas, eu não sei se o procon está ciente disso.
18. TUDO o que sai da boca desse moço é clichê e anastasia continua insistindo para que ele fale. essa é a verdadeira essência do masoquismo.
19. 50 tons de floquinho de neve especial, né. eu não posso agir como as pessoas normais, é assim que eu sou, mau feito pica-pau.
20. “vou te dar 6 cintadas e você vai contar”
“mas eu sou de humanas”
juro que esperava que pelo menos ela perdesse a conta e ele recomeçasse porque é mauzão transtornadão implacável. tipo, o velho de whiplash TOTAL teria falado “cê contou fora do tom, pode começar de novo. OI? NÃO OUVI. VOLTA TUDO E AGORA CONTA EM JAPONÊS”. porém nem isso. cabô cintadas cabô o amor cabô filme.
achei válido reforçar 30 vezes que tudo era consensual, que ela tinha o poder de dizer até onde estava disposta a ir. pena que o problema não é esse, né. persegui-la em todos os lugares não é consensual. vender o carro da menina não é consensual. ela diz que vai viajar pra ver a mãe, ele conta uma história triste de seu passado traumático pra ver se ela desiste de ir. ter a delicadeza de perguntar antes se pode usar plugues anais não minimiza esse resto todo aí que seu grey saiu fazendo porque deu na veneta.
acho muito horrorosa a insistência em vender reabilitação de sociopatas como história de amorrrr, em que a mocinha atura muita humilhação, patada e falta de civilidade porque o cara ruim-porém-bom-lá-no-fundo um dia há de se emendar. o mais bizarro é que nesse caso especificamente a coisa está mais para o cara bundão inseguro com idade emocional de oito anos que precisa metralhar clichês e declarações constrangedoras para cima de uma virgem sem um pingo de traquejo, já que qualquer mulher adulta provavelmente teria mandado um “AH, VÁ” nos primeiros 10 minutos.
resumindo: todo um cansaço.
A visualization by Halcyon Maps (previously) shows a sunset scene with the Sun being replaced by other stars of various size and brightness. The visualization only takes size and brightness into account, since the reality is that liquid water and life on Earth would most likely not exist at the same distance from the other stars.
Prints can be ordered through the Halcyon Maps site.
image via Halcyon Maps
Chris Hardwick is a stand-up comedian, podcaster, television host, actor and geek icon. His Nerdist Podcast, in which he and his pals interview celebrities and creative people, is one of my favourites.
This quote is taken from Hardwick’s memoir/self-help book The Nerdist Way: How to Reach The Next Level (in Real Life). In the book, Hardwick shares how he levelled-up and seized control of his own mind. He landed a gig as an MTV host at 22 but admits he was not prepared for the world of show business. What followed were “several years of laziness, drinking and f**kups.” By the time he was 30, Hardwick was overweight, drank too much, had bad credit and little work prospects. He decided to do something about it, got sober, got in shape and devoted himself to improving his life (you can compare ‘Chubby Chris’ to ’New and Improved Chris’ in this blog post he wrote). He went on to start the incredibly successful Nerdist empire, and today is a stand-up comedian, TV host and pretty much the King of all pop-culture.
So what actually is a Nerdist? Taken from The Nerdist Way:
There are Nerds, and then there are Nerdists. A Nerdist is, more specifically, an artful Nerd. He or she doesn’t just consume, he or she creates and innovates. Freelancers, game designers, graphic designers, DMs (Dungeon Masters), musicians, artists, crafties, and writers are all examples of Nerdists. Yes, we obsess over things, but we are also driven to produce stuff. It may not be surprising, then, that I refer to Nerdists as “creative obsessives.” The technology explosion in the Information Age has allowed us to flourish, whereas even as recently as fifteen years ago we would have had to get jobs that devoured our souls and pooped them out into little cubes, with little recourse for pursuing our Nerdly passions in any professional capacity. OUR TIME IS NOW.
Can I get an ‘Amen’?
RELATED COMICS: Kevin Smith – It Costs Nothing to Encourage an Artist. Jim Henson – A Puppeteer’s Advice. Amy Poehler – Great People Do Things Before They’re Ready.
Thanks to Patty Marvel for submitting this quote.


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| from Magnar Jenssen's excellent "Functional Lighting" |



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| A master class in how NOT to light a game? Note the blorange, note lazy glowy bits everywhere, etc. |
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| the evolution of video games; from Jack Monahan's "Visual Clarity in Character Design" |

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| from "Thief 1's Assassins and environmental storytelling." |
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| from "Dark Past, part 4: a valence theory of level design" |
Fox Grom est un photographe russe né à Kirovsk. L’artiste détient deux magnifiques Husky qu’il s’amuse à photographier dans toutes sortes de situations. Dans cette série, l’homme s’est promené avec ses deux adorables bêtes sur un lac gelé. A découvrir en images dans la suite de l’article.
Minha relação com os quadrinhos começou ainda na infância. Quando minha irmã mais velha – musa idolatrante, como geralmente toda irmã mais velha é – deixava algumas Chicletes com Banana e revistas da Circo espalhadas pela casa. Ela foi meu primeiro exemplo próximo de transgressão feminina. Tinha o cabelo curto, se vestia sempre de preto e sofria todo tipo de pressão pra ser mais feminina aos olhos da família e da sociedade. Usava uns coturnos bem bizarros e lia QUADRINHOS. Uma arte que supostamente pertencia ao universo dos homens. Claro que eu queria ser como ela. Tentar copiar os personagens daquelas revistas para impressiona-la, desenhar naquele formato meio tosco, maluco e underground – ainda que, claro, sob a ótica de uma criança – foi, sem eu saber, minha porta de entrada no mundo da 9a arte.
Muitos anos se passaram, entre pausas e retornos segui desenhando despretensiosamente, até publicar pela primeira vez.
O que minha puerilidade não concebia e que me foi um grande choque, é que pessoas estranharam o fato de uma garota desenhar quadrinhos. O motivo disso soar estranho, minha inexperiência ainda não alcançava. E as coisas seguiram-se assim.
Muitas vezes ouvi comentários de que eu seria um autor disfarçado, que adotara um codinome para testar e expor uma nova linguagem sem grandes traumas. Ou seja, com base em alguns temas que até então divergiam do que se esperava de uma singela mocinha – como sexo, que na mentalidade de alguns é obsessão exclusiva do sexo masculino – minha produção era frequentemente identificada como a de um autor se passando por mulher. Essa constatação estapafúrdia era mais crível que a de uma mulher estar produzindo quadrinhos de humor.
Acho que foi por aí que tive a certeza de que nada seria fácil. O mercado das HQs – principalmente dos quadrinhos humorísticos sempre foi um ambiente misógino. Assim como parte de seu leitor médio. Só a partir de meados dos anos 60, com autoras como Claire Bretécher, Aline Kosminski, Linda Barry, e no Brasil com Mariza Dias Costa e a Ciça – apesar de que, ainda por volta da década de 30 Pagú produziu algumas tiras em sua coluna n’O Jornal do Povo – o leque de autoras passa a se abrir expressivamente.
Insegura, como qualquer jovem artista saudável, me sentia pressionada pelos sempre presentes parâmetros sociais que automaticamente desqualificam qualquer coisa que se relacione a ideia de feminilidade – ideia torta de feminilidade, convém dizer . Via no fato de ser autora uma espécie de empecilho, e por tal razão tentava disfarçar quaisquer trejeitos e temas femininos na minha produção, assim como nos meus autorretratos, até então meio andrógenos. Não queria ser direcionada ao nicho dos quadrinhos de “mulherzinha”. Termo escrotíssimo e usado exaustivamente à época – em partes informacionalmente obscura em seus tempos pré web 2.0.
Até que em meu próprio tempo o fodasse encontrou forças, e, de propósito, passei a dar vazão ao que tanto me negava: ser, sem pânico, minha própria fonte em se tratando de humor com referências ao taxativo e binário universo feminino, – principalmente nas mentiras bobas que se apregoam em nome do mesmo – no que de mais grotesco e ridículo eu conseguiria enxergar e transpor. Usar minha vivência como mulher pra justamente transgredir a clássica e vilipendiosa representação humorística do feminino – fortemente baseada em loiras e ou donas de casa traídas e revoltadas e ou motoristas ruins – pra focar em questões reais. Reais na minha experiência de mulher comum.
Desenhei os maiores peitolões simbólicos que consegui e acabei seduzida pela minha nova regra: produzir o que quisesse sem me sentir acuada.
Quem não conhece a máxima “mulheres não tem senso de humor ‘’? Desde sempre somos moldadas a não fugir da etiqueta social que coloca as mulheres de forma apática e complacente perante as situações corriqueiras da vida. Distorcer, criar e exagerar situações para torná-las motivo de riso, desconforto ou choque, sempre foi algo comum aos homens. Mas ousasse uma mulher fazer o mesmo. Cansei de observar as mais emblemáticas expressões de desconforto pós-piadinhas quando proferidas por mim ou amigas.
O humorismo sempre foi, infelizmente, um território de machos. E eu pouco fazia ideia que ser uma mulher com algum senso de humor era uma espécie de tabu ou raridade. Vale frisar: para homens e principalmente para as próprias mulheres, pois ao que vejo, muitas ainda precisam conseguir rir de si mesmas sem sentirem-se pessoalmente agredidas.
E me encontrei como cartunista justamente por isso, pra quebrar expectativas de todos os lados que estas viessem. Pra bater no estereótipo, mostra-lo ridículo. Imprimir padrões que de tão arraigados e persecutórios, só vemos quando não estão diretamente refletidos no espelho. E não estamos falando aqui apenas da realidade das mulheres. E sim do humano de forma geral.
O humor é a minha forma de fazer uma leitura da opressão que sofremos, tanto da sociedade, como de nós mesmas, portanto, me é inadmissível a ideia de, como mulher que sou, não me identificar e me ter como parte da luta feminista, mesmo que não veja o feminismo como uma cartilha fechada que devemos seguir de olhos vendados. A luta por igualdade é importante, mas a luta pelo respeito a diferença também é primordial. Não me interessa exatamente o embate. Me interessa o meio, as ambiguidades que habitam cada uma de nós. Rir do próprio discurso, colocar ele mesmo do avesso faz parte do que entendo como basal na reflexão sobre o que queremos e pelo que lutamos.
As mulheres que tento representar nos meus cartuns, são todas parte de mim. Fora do padrão corpóreo que espera-se delas, sim. Dentro dos tais padrões. De vez em quando. Se importado o tempo todo com isso. Não. Algumas seguras. Meio felizes, meio deprimidas. Contraditórias. Liberadas sexualmente. Algumas medrosas. Outras corajosas. Algumas fortes, outras menos. Submissas, nunca.
No dia 25/8/1999, primeiro ano do segundo mandato do FHC, meu pai, Mario Prata, que tinha votado no Lula, publicou no "Estadão" a crônica "UNE ou desune". Cito abaixo alguns trechos.
"Eu, a princípio, achei que tinha lido errado. Mas li de novo. O erro não era meu. Era de um moleque de 22 anos. (...) Ele é o novo presidente da União Nacional dos Estudantes. Sabe qual é a meta dele? Derrubar o Fernando Henrique Cardoso. (...) Ir pra rua e derrubar o presidente. (...) Será que esse moleque (...) sabe o que a UNE fez durante anos contra a ditadura para agora, finalmente, a gente colocar lá o Fernando Henrique? (...) Eu posso até não concordar com o nosso presidente. Mas vivemos numa democracia. (...) Você não viveu a ditadura, menino. Dê graças a Deus por termos o Fernando Henrique como nosso presidente. É um homem digno, íntegro, honesto e não mata estudante. (...) Se está errando aqui ou ali não é de propósito. (...) Foram muitos mortos, moleque, para conseguirmos a democracia."
No mesmo dia 25, na coluna Joyce Pascowitch, na Folha: "Pode haver nos próximos dias uma revoada de políticos que apoiam o governo para partidos de oposição (...)." "A pedido do próprio Palácio do Planalto, o mago das pesquisas do PSDB [Antonio Lavareda] tem dado várias entrevistas. Tudo para explicar que existe um outro lado das pesquisas de opinião -a população não estaria assim tão insatisfeita com a performance do presidente."
No dia seguinte, 26 de agosto de 1999, a oposição faria em Brasília a Marcha dos 100 mil, gritando "Fora, FHC!". Brizola pregaria a renúncia do presidente e do vice e a convocação de novas eleições. MST e CUT exigiriam impeachment. "O líder do maior partido da oposição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse no Rio que o objetivo do movimento é pedir a abertura de uma CPI para apurar suposto crime de responsabilidade de FHC na privatização das teles. 'Pode-se até chegar ao impeachment, a partir do que for apurado pela CPI'", publicou a Folha.
Neste domingo, a mesma história será reencenada, mas com os atores invertendo-se nos personagens. Manifestantes do centro à direita (Dez mil? Cem mil? Dois milhões?) vão às ruas pedir a cabeça da petista. Eu venho ao jornal repetir as palavras do meu pai: "Posso até não concordar com o [a] nosso [a] presidente. Mas vivemos numa democracia".
É inegável que há muita coisa podre em Brasília -e em São Paulo, no Rio, em Birigui e em Santa Rita do Passa Quatro. Somos um país corrupto, da quitanda ao agrobusiness. O petrolão, contudo, está sendo investigado. O Ministério Público é independente. A imprensa é livre -livre, inclusive, para ter o rabo preso com quem bem entende.
Veja: após o mensalão, o presidente do PT, o tesoureiro e o ministro da Casa Civil foram julgados pelo STF (um colegiado cuja maioria foi indicada durante os anos petistas) e mandados pra cadeia. Se isso é a "venezuelização" do Brasil, não precisamos mais nos preocupar com a Venezuela.
Protestos contra o governo são justos e não só dor de cotovelo da "elite branca", mas enquanto não houver provas que envolvam a presidente com a corrupção, qualquer um que falar em impeachment não passará, como disse há 16 anos nosso grande cronista, de um "moleque".
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This cartoon was created in collaboration with the wonderful Becky Hawkins.
Transcript:
Panel 1
A young man (20s or 30s) is talking with cheerful optimism to a woman who is about 60 years old. In the background a female secretary works on a laptop.
MAN: The reason most executives are male isn’t sexism. It just takes time for women to get promoted! In thirty years lots of top executives will be women!
WOMAN: Do you ever get deja vu?
Panel 2
A caption says TEN YEARS EARLIER. The same woman, who looks about 50, is listening to a different cheerful man talk. In the background, a different female secretary works on a computer with a flatscreen monitor.
MAN: The reason most executives are male isn’t sexism.
Panel 3
A caption says TWENTY YEARS EARLIER. The same woman, now about 40, is listening to a different cheerful man. In the background, a female secretary works on a computer with a huge boxy monitor.
MAN: It just takes time for women to get promoted!
Panel 4
A caption says THIRTY YEARS EARLIER. The same woman, now about 30, is being talked out by a cheerful man with a big mustache. But the woman has turned and is listening to the secretary in the background, an older woman working on an electric typewriter.
MAN: In thirty years, lots of top executives will be women.
SECRETARY: Do you ever get deja vu?
CAPTION FOR ENTIRE CARTOON: People grow old, excuses live forever.
Como a maioria das pessoas seculares e muitas pessoas religiosas, eu acreditei, por grande parte da minha vida, na ideia culturalmente dominante sobre o suicídio: que era a escolha privada de cada um. Que era moralmente neutro. E que, como não podemos ousar compreender a dor que culmina em tal ato, devemos abandonar o assunto. Eu já não acho que estas ideias sejam verdade.
O que me fez mudar de ideia? Eu perdi dois amigos para o suicídio, com um ano e meio de diferença entre as mortes. Por vezes, eu também não pude deixar de pensar em suicídio. Sou poetisa e historiadora e escrevi abundantemente sobre a história de ideias seculares, de modo que pensei muito no que eu estava enfrentando. Notei que era estranho que todos nos sentíssemos tão sós em nosso sofrimento suicida diante da conexão intensa que sentimos quando algum(a) conhecido(a) comete suicídio.
O que aprendi foi que, em comparação com a nossa sociedade, a maioria das sociedades tem apresentado mensagens fortes de rejeição ao suicídio por causa do que significamos um para o outro e do que devemos ao nosso eu futuro. Sócrates é frequentemente lembrado como um suicida, mas, na cela de prisão onde ingeriu cicuta, ele disse a seus pupilos e amigos que eles não deviam matar-se, a menos que também fossem condenados à morte no tribunal.
Devido ao poder da influência suicida, permanecer vivo apesar das agruras mantém vivas outras pessoas. Em um estudo grande e muito cuidadoso do Centro Johns Hopkins em 2010, pesquisadores descobriram que o suicídio de um dos pais de uma criança com menos de dezoito anos triplica o risco de suicídio, com diferentes padrões de hospitalização e morte, a depender da idade da criança no momento do suicídio. Um estudo de 2014 mostra que a tentativa de suicídio de um dos pais aumenta em cinco vezes a chance de a criança tentar o suicídio, “mesmo após ajustar para a transmissão familial de transtornos do humor”.
Ralph Waldo Emerson disse: “nossos estados de espírito não acreditam uns nos outros”. Das quase 40 000 pessoas que cometem suicídio anualmente nos EUA, certamente algumas não teriam previsto tal causa de morte para si. Algumas foram pegas em um momento ruim, com meios letais e sem ideias sólidas de resistência. Há uma parte de muitos suicidas em potencial que ferozmente não deseja morrer; a parte de nós que liga para serviços de apoio, por exemplo. Esta parte de nós precisa de encorajamento.
Há pessoas lendo isto que não se veem em risco de suicídio, mas que irão morrer assim, a menos que tomem alguma ação mental neste momento. "Vacine-se" o máximo que puder, repensando cuidadosamente essas questões neste novo contexto. Não se deixe matar pelo clássico e cego esquecimento da desgraça. Pratique lembrar-se que a depressão produz uma ilusão de constância sempre que se instala.
Muitas pessoas pensam em suicídio — meu palpite esclarecido é consideravelmente mais da metade da população. Um estudo de 2006 envolvendo 26 000 estudantes universitários (na graduação e na pós) mostrou que mais da metade tinha considerado suicidar-se em algum ponto. Dezoito por cento dos estudantes em graduação tinham pensado seriamente a respeito. Empiricamente, quando converso com adultos, a maioria confessa que às vezes deseja morrer.
Pensar em suicídio não é uma indicação de que você deve ou vai se matar. Leve a sério os pensamentos como uma indicação de que não está tudo bem, e encontre alguém com quem conversar. Contudo, os pensamentos são muito comuns para serem atemorizantes. Se todos soubéssemos quantos de nós ocasionalmente pensam a respeito, estaríamos menos propensos à intimidação pela ideação suicida.
Maybe you remember your childhood Atari or that rec room NES, but today's kids are growing up with mobile games, and sixth-grader Madeline Messer has noticed something weird. Read the rest
For $5 you can now serve drinks over a round ball of ice, in the guise of the Empire's ultimate weapon, the Death Star, a frozen ball of water with enough cooling power to chill an entire tumbler of whiskey.
Read the restRecebo muitas mensagens assim: “Polly, queria te agradecer, também sou gorda, sempre pesei 50kg e agora estou com 54kg e seus textos me ajudam muito.” Olha, fico muito feliz de ajudar quem quer seja, mas é preciso acabar com essa ideia de que ser gorda é um estado de espírito.
Após uma petição online, o Facebook removeu Gorda da opção de sentimentos
Se você pode entrar em qualquer shopping agora e achar uma roupa que caiba em você, se você nunca precisou se preocupar em caber ou não em uma poltrona de avião ou cadeira de boteco, se você não passa o dia ouvindo pessoas ao seu redor falando sobre o que elas precisam fazer para não ter o corpo como o seu, se quando você liga a televisão as pessoas com o mesmo corpo que você não estão sendo motivo de piada, então, sinto informar, mas você não é gorda.
Ai, mas eu estou fora do padrão e sofro com isso. Lógico que sofre. Todas nós sofremos pois existe um controle permanente sobre os corpos das mulheres e o mundo trabalha para que a gente sempre esteja insatisfeita. O fato de você não ser gorda não significa automaticamente que você vive uma vida abençoada sem nenhuma neura com o corpo, mas é preciso entender que entre os 60kg e os 160kg há uma infinidade de experiências diferentes. Achar que a sua experiência de um dia não ter achado uma calça 42 na loja que queria é a mesma coisa que ter apenas duas lojas na cidade que trabalham com a sua numeração é, no mínimo, ingenuidade.
Né não, Paris.
E por que isso importa? Porque tentando se inserir em um grupo marginalizado ao qual não pertence, você está abrandando as experiências desse grupo e marginalizando ainda mais as pessoas nele. Porque se você é gorda, a gorda real deixa de existir até no espaço reservado para ela.
Estamos todas juntas na luta, mas é preciso saber quando a batalha não é sua e deixar o espaço livre para quem precisa dele.

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