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08 Dec 01:27

“Any day now”*twiddles paws* By MichaelH



“Any day now”
*twiddles paws* By MichaelH

27 Oct 19:01

Mentirinhas #627

by Fábio Coala

mentirinhas_618Opinião e internet não formam par.

 

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27 Oct 19:01

Mentirinhas #628

by Fábio Coala

mentirinhas_620O alguém por trás do alguém…

 

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25 Aug 19:18

I Just Want to Be Alone

monday thru friday,retail,work

Submitted by: (via Dump a Day)

25 Aug 19:17

The Eternal Struggle

25 Aug 19:04

Who Else Would You Trust With All Your Worldly Possessions?

06 Aug 17:42

Some awful things must have happened on this toilet for the...



Some awful things must have happened on this toilet for the owners to have erected tidal defences.

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20 Jul 19:00

Hoje é sextaaaaaa, porraaaaaaaaaaa!!!

by O Criador


Certeza que foi o Isaías =X

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08 Jun 20:00

Baptisms in the future

08 Jun 19:59

Bald eagle/hairy eagle

11 May 22:50

Immortal

by Doug
11 May 22:46

04.30.2014

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
03 May 14:38

Every damn time



Every damn time

02 May 16:58

Gerry Conway on Comixology and Amazon

by John Gruber

Renowned comic book writer Gerry Conway:

And so, as we could have predicted, Amazon wrecks Comixology.

What has it been, less than a month since Jeff Bezos bought the most promising tool for renewing the mass distribution of comics in the digital era? I’ll give the man this: he’s moved faster to undermine an existing technology for the benefit of his own company than General Motors did when it sabotaged Los Angeles’s public transit Red Line for the benefit of the bus fleet they wanted to sell the City of Angels. Job well done, Jeff.

02 May 16:51

Security Alert: Yet Another Creepy Peeper Baby Cam Hack Story

by Kevin Murray
OH - According to FOX19, Heather and Adam Schreck were woken up in the middle of the night recently to hear a man screaming “wake up baby.”
The man had hacked the monitor, which streams video to the Schreck’s cell phone, and was watching the baby sleep.

When Heather and Adam ran to her room, they saw the camera moving, and it eventually pointed away from the baby to Adam.

The man then started swearing and screaming at Adam from the monitor.

They quickly unplugged the camera. (more with video report) (more)

An almost identical incident occurred last August in Texas.

Murray Security Tip #823 - Hackers search for and post the URLs of unsecured cameras. Once your camera is tagged, you can expect any number of outsiders peering through your electronic window. If you remotely view your baby camera (or other home surveillance products) do the following:
• Replace the default password with your own (decent) password.
• Use a non-standard port. Hackers generally target camera default ports. (8100 or highter)
• Periodically check the manufacturer's web site for software and firmware updates. Often these updates are released to specifically fix security loopholes. Example.
• Foscam cameras were mentioned in both of these hacks. If you have a Foscam product, read their security alert.
• Don't forget to secure your home wireless network as well. Top 10 Tips.

Example of someone who didn't take security seriously.

Related Security Scrapbook items: here & here.
30 Apr 23:39

Ficção bizarra

by Carlos Orsi
Albener Pessoa

Nao tem audiobook do Basil Copper :-(

Cuddly Cthulhu dá as boas-vindas aos colegas
A foto acima mostra o meu Great Old One doméstico saudando duas peças de "weird fiction", "ficção bizarra", que saíram agora em abril e que, coincidentemente, têm participação minha: à esquerda, o livro A Ascensão de Cthulhu, da editora gaúcha Argonautas, que traz um conto que escrevi -- Caos e Eternidade, passado numa estação espacial -- e, à direita, a edição brasileira de O Rei de Amarelo, na qual colaborei com uma introdução, além de uma série de notas explicativas e comentários.

Agora, alguém pode estar se perguntando: que papo é esse, "weird fiction"? A expressão hoje está mais associada ao chamado new weird de China Miéville & colegas, mas trata-se de uma denominação mais antiga -- senão, é claro, não haveria por que usar o "new" -- e se refere a um tipo de ficção que mistura terror, fantasia e ficção científica em doses nem sempre iguais, e nem sempre de modo homogêneo, muitas vezes bastando apenas o uso de elementos de um gênero -- digamos, viagens espaciais -- para produzir um tipo de efeito emocional ou estético mais associado a outro, como o medo, geralmente associado ao terror, ou um clima de conto de fadas mais comumente ligado à fantasia.

Dá, suponho, para argumentar que a weird fiction na verdade antecede os três gêneros que entram em sua composição: é só pensar, por exemplo, no romance Frankenstein, em vários contos de Edgar Allan Poe ou no meu candidato favorito ao papel de pedra angular e obra-prima do weird, o conto Horror das Alturas, de Arthur Conan Doyle.


O new weird atraiu muita atenção alguns anos atrás, o que é bom, mas isso, de certa forma, teve o efeito de eclipsar um pouco os praticantes do old weird, o que não é tão bom assim. Talvez o maior cultor do weird old-school na segunda metade do século 20 -- e mais um candidato ao triste título de "grande escritor de quem quase ninguém ouviu falar" -- foi o britânico Basil Copper, cuja morte completou um ano, também agora em abril.

Copper escreveu um pouco de tudo: de uma série de romances policiais calcada em Raymond Chandler, a do detetive Mike Faraday, a inúmeras aventuras de Solar Pons, mas seu principal legado são seus contos e romances macabros, muitos deles na encruzilhada entre o terror e a ficção científica. Já que temos uma foto de Cthulhu na postagem, não custa lembrar que Basil Copper é o autor de Shaft Number 247, possivelmente o mais assustador conto lovecraftiano escrito depois da morte de Lovecraft -- e que ainda tem o mérito de conseguir isso sem citar (ou mostrar) nenhum monstro de nome impronunciável.

Há alguns anos saíram, na Inglaterra, três volumes com toda ficção curta da obra fantástica de Copper, que aparecem na foto acima. Um de seus contos, Camera Obscura, chegou a ser adaptado para a série Night Gallery, de Rod Serling, e outro foi lido num especial de Dia das Bruxas da rádio BBC.

Em termos estéticos, ele era um tradicionalista, quase um vitoriano: não aderia nem aos malabarismos formais tão caros à literatura "séria" moderna, mas também não caía nos truques típicos da literatura comercial. Era, na forma, um narrador à moda antiga, à la M.R. James, ainda que no conteúdo revelasse uma capacidade de mesclar temas e tropos de modo surpreendente -- o romance Necropolis, por exemplo, consegue ser gótico, holmesiano e ainda trazer algumas pitadas de steampunk reminiscentes do seriado James West.

Duas antologias de Copper publicadas pela Arkham House, From Evil's Pillow e  And Afterward, the Dark, são bem importantes em minha história literária pessoal. Tenho um apreço especial por narradores à moda antiga, e Basil Copper foi um dos maiores. Pena que não esteja mais conosco.
30 Apr 16:20

Sleep on the side of a cliff

by drew

black-diamond-portaledge-1

Tired of the non-adventure of sleeping on a bed moored to the earth by the simple force of gravity? Why don’t you hammer a metal hook into the face of a steep cliff and sleep there? For only $699.95, the pleasure can be yours.

29 Apr 12:14

An elephant trying not to feel lonely



An elephant trying not to feel lonely

28 Apr 17:30

Evolution



Evolution

28 Apr 17:30

Deja Moo



Deja Moo

28 Apr 17:28

Roooaaaarr



Roooaaaarr

28 Apr 16:14

04.26.2014

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Cyanide and Happiness, a daily webcomic
28 Apr 16:14

04.27.2014

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
26 Apr 01:27

Dr. Emmett Brown acertou em cheio

by O Criador
Steve Jobs não curtiu isso.

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26 Apr 01:25

Até que idade você teve amigos imaginários?

by O Criador
26 Apr 01:22

Hoje é sextaaaaaa, porraaaaaaaaaaa!!!

by O Criador


Certeza que foi o Isaías =X

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26 Apr 01:17

Not Gonna Lie

by DOGHOUSE DIARIES

Not Gonna Lie

Not gonna lie, that’s how I feel about most debates.

26 Apr 01:10

Final Moments

by Doug

Final Moments

Here are more apocalypses.

And a reminder to Vancouver folks: I’ll be at the Carded! art show tomorrow night. You should go too – it looks like fun!

26 Apr 00:37

avianawareness: THEY JUST KEEP GETTING BETTER

Albener Pessoa

Por alguma razao eu rolei de rir desta bobagem (via firehose)



avianawareness:

THEY JUST KEEP GETTING BETTER

24 Apr 16:50

A fábula do juiz que queria ser chamado de “doutor”

by Cristina Moreno de Castro

"I'm the Master" sign on executive's desk

Ainda em 2007, escrevi sobre a história do juiz Antonio Marreiros da Silva Melo Neto.

Vou refrescar a memória dos leitores: ele é um que queria obrigar o funcionário de seu condomínio a chamá-lo de “doutor” e “senhor”. Como não conseguiu fazer isso por meio da simpatia, pura e simples, apelou à máquina do judiciário (que conhece bem, por ser juiz), para tentar obter o tratamento à força.

Lá foi o juiz Marreiros entrar para a história do judiciário brasileiro, como um desexemplo. Não sei quanto a vocês, mas me lembrarei para sempre do nome dele. E, se um dia vier a encontrá-lo em minha frente, farei questão de chamá-lo de “você” — ou, mais mineiramente, de “cê”. Acho o caso tão anedótico e, ao mesmo tempo, tão absurdo, por chegar à mais alta esfera do judiciário — o STF — depois de longos dez anos de tomada de tempo e dinheiro do nosso sistema judiciário, que tenho convicção de que ele deve ser estudado nas boas escolas de direito do país. Se não é, pelo menos vale um belo post para este blog. Recomendo a leitura até o fim, queridos leitores, porque trata-se de uma verdadeira fábula:

CAPÍTULO 1 – DA BRIGA DE CONDOMÍNIO

Tudo começou com um vazamento no prédio. Ele pediu a ajuda do porteiro para resolver o problema, que, por não ter a autorização da síndica, negou o socorro. Os dois discutiram e o porteiro passou a chamar Marreiros sempre de “você” e “cara”, enquanto chamava a síndica de “dona” (daí surge a ofensa maior, reparem bem!). Como se vê na própria apelação do juiz, ele chegou a interfonar para o porteiro e insistir em várias ocasiões que fosse chamado de “senhor” e “doutor”. O empregado, antipatizado, respondeu: “Não vou te chamar de senhor não, cara!” e acrescentou: “Fala sério!”. Marreiros retrucou que “não é cidadão comum, mas juiz”. Pneus de seu carro começaram a aparecer furados. Enfim, típico barraco de condomínio.

CAPÍTULO 2- DO COLEGA QUE CONCORDOU COM O JUIZ

Inconformado com as ofensas do displicente porteiro e com o dar-de-ombros da síndica, Marreiros decidiu entrar com uma ação na Justiça, em setembro de 2004 — um mês depois do início das discussões — pedindo para ser tratado por “senhor” e “doutor”, sob pena de multa diária que seria fixada, e pedindo ainda indenização por danos morais, a ser paga pela síndica e pelo condomínio, no valor de no mínimo 100 salários mínimos (o que, em valores de hoje, daria mais de R$ 70 mil). Leia a petição inicial dele.

A juíza Simone Ramalho Novaes, da 7ª Vara Cível de São Gonçalo, negou o pedido de liminar, e Marreiros recorreu. Na segunda instância, o desembargador Gilberto Dutra Moreira concordou com Marreiros e concedeu a liminar, decidindo:

“Tratando-se de magistrado, cuja preservação da dignidade e do decoro da função que exerce, e antes de ser direito do agravante, mas um dever e, verificando-se dos autos que o mesmo vem sofrendo, não somente em enorme desrespeito por parte de empregados subalternos do condomínio onde reside, mas também verdadeiros desacatos, mostra-se, data vênia, teratológica a decisão do juízo a quo ao indeferir a antecipação de tutela pretendida. Isto posto, defiro-a de plano. Oficie-se, inclusive solicitando as informações e indagando sobre o cumprimento do art. 526, do CPC. Intimem-se os agravados para contra-razões, por carta.”

Na época, o presidente da OAB-RJ, Octávio Augusto Brandão Gomes, repudiou a decisão, dizendo: “Todos nós somos seres humanos. Ninguém nessa vida é melhor do que o outro só porque ostenta um título, independente de ter o primeiro ou segundo grau completo ou curso superior”.

Apesar disso, em março de 2005, a 9ª Câmara Cível do TJ confirmou a decisão do desembargador Gilberto Dutra Moreira, por 2 votos a 1.

CAPÍTULO 3 – DA AULA DE BOM SENSO

Pouco depois, em maio de 2005, Marreiros teve sua primeira grande derrota: o juiz Alexandre Eduardo Scisinio, da 9ª Vara Cível de Niterói, foi decidir o mérito da ação, não só a antecipação de tutela (que tinha sido favorável a Marreiros até então). E sua decisão foi um poço de sabedoria e bom senso. Ela pode ser lida na íntegra AQUI, mas seguem alguns trechos:

“Embora a expressão “senhor” confira a desejada formalidade às comunicações — não é pronome —, e possa até o autor aspirar distanciamento em relação a qualquer pessoa, afastando intimidades, não existe regra legal que imponha obrigação ao empregado do condomínio a ele assim se referir.”

“O empregado que se refere ao autor por “você”, pode estar sendo cortês, posto que “você” não é pronome depreciativo. Isso é formalidade, decorrente do estilo de fala, sem quebra de hierarquia ou incidência de insubordinação.”

“Tratamento cerimonioso é reservado a círculos fechados da diplomacia, clero, governo, judiciário e meio acadêmico”

“Mas na relação social não há ritual litúrgico a ser obedecido. Por isso que se diz que a alternância de “você” e “senhor” traduz-se numa questão sociolingüística, de difícil equação num país como o Brasil de várias influências regionais. Ao Judiciário não compete decidir sobre a relação de educação, etiqueta, cortesia ou coisas do gênero, a ser estabelecida entre o empregado do condomínio e o condômino, posto que isso é tema interna corpore daquela própria comunidade.”

UM BREVE PARÊNTESIS

(Se ele realmente tivesse conseguido uma decisão judicial favorável, de que adiantaria? Será que o funcionário iria cumpri-la? Se não cumprisse, ainda mais antipatizado com o magistrado depois dessa peleja jurídica, quem o iria punir? Ele seria preso? Multado? O juiz andaria com um gravador para mostrar que ele descumpriu a determinação? E quantos anos depois conseguiria a execução da “pena”? Enfim, fico só a pensar.)

EPÍLOGO

Marreiros ficou inconformado com esta sentença e apelou para o TJ de novo, dizendo que a conduta da síndica é “pior do que um soco na face”. Perdeu. Em 2006, enviou Recurso Extraordinário ao STF, dizendo que o caso diz respeito à Constituição “por envolver os princípios da dignidade da pessoa humana e da igualdade”.

No dia 22 de abril de 2014, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo, pôs fim à novela, negando o pedido de Marreiros, apenas poucos dias depois de o STF julgar o caso de um ladrão de galinhas que já havia até devolvido as aves furtadas. Leia a decisão de Lewandowski.

MORAIS DA HISTÓRIA

1) Nosso sistema judiciário precisa de reforma urgente. Não é cabível que se despenda esforço, equipe, dinheiro e tempo (dez anos!) para julgar uma rixa de condomínio. Não é cabível que se despenda o mesmo por um furto de galinhas. Num Brasil de mensalões petistas e tucanos, de operações lava-jatos, castelos de areia, satiagrahas, sanguessugas, navalhas, caixas de pandora, etc ad nauseam, não é possível que nosso judiciário tenha que perder tempo para acalmar o incômodo de um juiz que ficou #chatiado.

2) O juiz Marreiros terá que se conformar em ser chamado de você. Ou pode fazer duas coisas:

  • se mudar de condomínio, para um no qual seja melhor atendido pelos síndicos e porteiros, com os quais poderia até travar alguma amizade;
  • fazer doutorado na área de linguística (após esses dez anos de aula que ele teve que tomar na área, forçosamente), para ser chamado de doutor onde esta forma de tratamento funciona bem: no meio acadêmico.

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