Shared posts

05 Apr 02:56

O Justiceiro Russo.

by Neto

Seu nome é Alexei “The Punisher” Volkov. À primeira vista, parece um motorista de ônibus comum. Mas ele é um homem numa missão. Didática. Sua tarefa é ensinar os motoristas russos a não fechar no trânsito. Uma batida de cada vez. Alexei já se envolveu em mais de 100 batidas e, segundo ele, a empresa para a qual trabalha até o incentiva nesta missão inglória. Funciona assim: se você fechar o ônibus de Alexei, prepare-se, porque ele não vai frear. Alexei tem um canal no YouTube para você conferir o russo aprontando altas confusões.

via @IsabelaBela



05 Apr 02:45

Awkward science stock photography

by Maggie Koerth-Baker

A collection of evidence suggesting that the people who take stock photographs have absolutely no idea what the process of science looks like, beyond a vague understanding that it probably involves white coats (and also beakers full of liquid).

    


04 Apr 13:06

Photo



04 Apr 03:15

Jorge veio lá da Capadócia ♪ Proibida pra mim, no way!

by OsiasJota (Osias Jota)
Jorge veio lá da Capadócia ♪ Proibida pra mim, no way!
04 Apr 00:10

A Softer Wordl



A Softer Wordl

03 Apr 20:02

Vista da superfície de marte

by Carlos Ruas

vista da superficie de marte

03 Apr 17:10

ivanazzo: The dooor!!





ivanazzo:

The dooor!!

03 Apr 14:42

Odeio virar Nyan Cat

by OsiasJota (Osias Jota)
Odeio virar Nyan Cat
03 Apr 09:14

Da necessidade de canais incomuns para escape de frustração em situações de irritação repetitiva

by joão baldi jr.
Osias Jota

motoboy++

tmnt_cowabunga

Daí que você tem um problema. Não é um problema novo, não é um problema grande, não é um problema dramático, não é um problema inédito, é apenas um problema. Ele já vem de algum tempo, ele já vem consumindo algum esforço, ele já foi comunicado a todas as pessoas com quem você tem contato o bastante para comentar sobre algum problema seu. Com algumas você abordou o problema de forma vaga (“ah, sei como é, também tenho esse problema”), com outros de forma pormenorizada (“então, e por causa disso, disso e disso, isso é um problema, me deixa trazer o retroprojetor, eu fiz umas lâminas”), mas nesse meio tempo o problema persistiu, não foi resolvido, e a duração dele não fez diminuir o seu nível de contrariedade em relação ao problema. Na verdade ele apenas vem aumentando.

E você quer falar sobre ele com sua namorada o tempo todo. Na verdade você tem a impressão de que fala sobre ele com a sua namorada o tempo todo. Mas isso te parece chato, te parece cansativo, e não parece justo com ela. Afinal, quando vocês se conheceram era tudo all fun and games e spray de chantilly e agora você fica nessa de só falar de problemas? Então você tenta evitar. Não acha que consiga, não acha que esteja dando certo, mas se sente um pouco aliviado de pensar que não está falando do problema sempre que está pensando no problema. O que é bom, já que você está sempre pensando no problema.

E você quer falar com sua família sobre o problema. Mas sabe como são famílias. Pra sua mãe todo problema é um grande problema, e ainda mais sendo o seu problema, se trata de um imenso problema. Se você continuar falando com ela sobre o problema ela não vai conseguir falar com você sobre nada além do problema e por mais que você efetivamente não ande pensando em nada além do problema, você gosta de ideia de que, ao menos quando falar com a sua mãe, não vai precisar pensar no problema. Ainda que você vá pensar no problema. Com seu irmão você não fala sobre o problema porque ele te recomendaria malhar e bater no problema, e você não apenas não quer malhar como não acha que violência seja a solução pro problema. Ao menos não por enquanto.

E você tenta se controlar em relação aos seus amigos também, claro. Não que funcione muito bem também, claro. Mas você não quer ser o cara que enquanto todos estão falando de atividades interessantes e divertidas fica falando apenas sobre o próprio problema. Férias em Aruba? Eu tenho um problema. Festinha no sábado. Então, tem meu problema. Estamos pensando em adotar uma criança. Espero que ela nunca tenha o meu problema, porque é um grande problema. Meu problema. Então você tenta evitar falar sobre o seu problema, mas tudo que te passa pela cabeça é o seu problema e no seu íntimo você acha que todos estão sendo meio insensíveis de não levar mais a sério o seu problema, já que ele é o seu problema. Ainda mais porque as lâminas já estavam prontas e o retroprojetor não se carregou sozinho.

E é assim que, num dia normal, você, no tempo que demora pro sinal da maquininha do visa pegar, apenas por falta de qualquer outra válvula de escape, já que tem a sensação de que já encheu sua namorada, sua família, seus amigos e todo mundo mais que você conhece, resolve falar sobre o seu problema pro entregador de pizza. E como o sinal é realmente péssimo, você tem tempo pra falar dos detalhes, contar as nuances, comentar suas aflições e, enquanto finalmente espera o “processando” sair da tela, você ouve uma frase que, ainda que dita no tom mais desinteressado do mundo, te ensina uma valiosa lição sobre as proporções de sofrimento, a relatividade da dor e o empirismo da realidade. “Bem, mas pelo menos você não precisa trabalhar de sábado, final de semana, né, fera? Tem que ver isso aí também”.


Filed under: é como as coisas são, Desocupações, Rio, Sem Categoria, Vida Pessoal, vida profissional Tagged: aí não, aí sim, abrindo o coração, amigos, aprendendo com delivery, é a vida, compartilhamento de informações, diluindo reclamações, dramas da vida real, entregas, máquina do visa, mundo sem sentido, pelo menos eu não trabalho no final de semana e fico sempre grato por isso, pessoas, pizza, problemas, retroprojetor, tem que refletir, teorias, Vida Pessoal
03 Apr 02:36

Rua Goncalo de Carvalho: Most Beautiful Street in the World via...





Rua Goncalo de Carvalho: Most Beautiful Street in the World via Amusing Planet

03 Apr 00:40

Photo

Osias Jota

hã?













02 Apr 21:12

Marcadores de superioridade

by camilalpav

Era uma vez, em um café superfaturado da cidade de São Paulo (aliás, existem cafés não-superfaturados em São Paulo?), uma fila. Não muito longa, não muito curta: umas cinco pessoas, esperando para fazer um pedido e tirar a ficha no caixa. No terceiro lugar da fila, uma senhora com seus seguramente mais de setenta anos. No segundo, um homem – apenas isto, um homem. No primeiro, uma mulher – apenas isto, uma mulher.

Os cafés superfaturados são superfaturados por um motivo: neles você pode pedir não apenas café, mas também chocolate, caputchino, mocatchino e meia dúzia de outras coisas que podem ser bebidas quentes.

Não é de admirar, portanto, que a mulher tenha ficado um pouco indecisa diante de tantas opções. O que surpreende um pouco, talvez, é que ela tenha passado cerca de três minutos sem fazer o seu pedido, perguntando à atendente, em vez disso, qual era a diferença do moca pro caputchino, quanto de chocolate ia em cada um, se tinha alguma opção lait, dáiet, etc.

Depois de três minutos – que pode parecer muito pouco tempo, mas experimente fechar os olhos e contar pausadamente até cento e oitenta –, o homem atrás dela arriscou:

- Olha, primeiro você tem que decidir o que vai comprar antes de entrar na fila, senão você bloqueia todo mundo.

- Ué, mas eu ainda não me decidi! Estou escolhendo, por acaso não posso escolher?

- Você pode, mas escolha antes de entrar na fila. Não é justo, existem outras pessoas atrás de você. Como esta senhora.

Nisso, a senhora se adianta:

- Posso passar na sua frente? Eu já sei o que vou pedir e já estou com o dinheiro trocado. Um espresso, por favor.

(Adoro quem pede permissão para fazer alguma coisa, já fazendo – é o famoso “posso ver?” das crianças, que é a primeira coisa que elas dizem quando tomam um objeto das mãos umas das outras.)

A mulher continua:

- Se a senhora quer passar na minha frente, ela que passe, mas você está sendo muito deselegante, rapaz!

Então o homem se exaltou. E falou em absurdo e incivilidade e em desrespeito à cidadania. E a mulher respondeu que ele não tinha nenhuma educação. Até que o homem proferiu a frase mágica:

- Queria ver se você fizesse isso nos Estados Unidos, o que que iam te dizer!

Mas, como um Harry Potter que rebate o feitiço do bruxo mau com uma mera sacudidela da varinha, a mulher respondeu:

- Pois eu já fiz muito isso nos Estados Unidos, e sempre fui tratada com educação! E além disso, sou professora de inglês muito bem sucedida graças a Deus, e meus alunos sempre foram muito educados comigo!

Isto posto, a partida ficou em um a um – cada qual pediu seu café (ela) e sanduíche natural (ele) e foi degustá-lo em cantos opostos do estabelecimento.

Ao contrário de quando duas mulheres ricas brigaram no shopping, desta vez, pelo mero fato de ninguém ter saído no tapa, tive vontade de dar um abraço nos dois.

Eles são um retrato de valores aos quais nossa velha e combalida classe média se aferra com imenso fervor. E esses valores nada têm a ver com a discussão sobre o lugar na fila, que isso não tem importância alguma – mas com aquilo que o homem e a mulher consideram um marcador de superioridade de uma pessoa sobre outra.

Em primeiro lugar, a mui celebrada viagem para os Isteits. Há alguns anos, dizer “estive nos Estados Unidos e sei como é” podia ser uma frase de provocar OHs na plateia, dado que viajar era para poucos – mas, hoje, toda a velha classe média (e boa parte da nova também) viaja aos Estados Unidos com frequência. Para a classe média de São Paulo, Miami tornou-se um destino turístico equiparável ao Rio de Janeiro – compare os preços de hotéis e passagens aéreas e me diga se estou errada.

Resta à classe média o conhecimento do inglês como privilégio. Falar inglês fluentemente ainda é sinal de status, num país historicamente monolíngue como o nosso. Mas atualmente o que se vê são empregadas domésticas e serventes de obra economizando para pagar escola de inglês para os filhos. Se os pobres já lotam os aeroportos, em breve também escreverão hashtags em inglês no instagram. #OhMyGod #SoHumilliating #SoInfuriating

O homem e a mulher podem ter concepções opostas do que seja uma fila democrática e justa, mas ambos se igualam em sua idealização dos Estados Unidos (e, por extensão, da língua inglesa) como um modelo de civilidade e boa educação a ser alcançado. Mais que isso, ambos se agarram a marcadores de superioridade que estão extintos ou em processo de extinção.

Seria bom se o homem considerasse que não importa muito a civilidade (ou falta dela) dos estadunidenses – importa, sim, a civilidade que estamos permanentemente construindo para nós, segundo nossos próprios parâmetros. Seria melhor ainda se a mulher se desse conta de que sua profissão (ou seu grau de êxito e competência nela) não tem qualquer relação com o tempo que se leva para fazer um pedido quando há uma fila esperando atrás de você.

Acima de tudo, seria fenomenal se eu entendesse que aquilo que eu gostaria que os outros entendessem jamais será objeto de sua preocupação.

02 Apr 13:09

targaryns: *jon snow travels to outer space*  aliens: ah, you must be ned stark’s bastard

targaryns: *jon snow travels to outer space*  aliens: ah, you must be ned stark’s bastard
02 Apr 06:47

Do not meddle in the affairs of dragons for you are crunchy and ...



Do not meddle in the affairs of dragons for you are crunchy and taste good with ketchup.

01 Apr 22:23

Photo



01 Apr 19:49

meme4u: http://memeblock.com/

01 Apr 19:36

Dia de pneu furado.

by OsiasJota (Osias Jota)
Dia de pneu furado.
01 Apr 19:31

Last Dog

01 Apr 19:10

premiumgifs: Me on April Fools’ Day



premiumgifs:

Me on April Fools’ Day

01 Apr 18:23

Esperança discreta

by Gus Morais

O conto do “Café Pendente” tem circulado bastante pelo facebook e pode ser lido aqui.

01 Apr 03:02

Just the good parts

by Seth Godin

"I want to be an actress, but I don't want to go on auditions."

"I want to play varsity sports, but I need to be sure I'm going to make the team."

"It's important to sell this great new service, but I'm not willing to deal with rejection."

You don't get to just do the good parts. Of course. In fact, you probably wouldn't have chosen this path if it was guaranteed to work every time.

The implication of this might surprise you, though: when the tough parts come along, the rejection and the slog and the unfair bad breaks, it makes sense to welcome them. Instead of cursing or fearing the down moments, understand that they mean you've chosen reality, not some unsustainable fantasy. It means that you're doing worthwhile, difficult work, not merely amusing yourself.

The very thing you're seeking only exists because of the whole. We can't deny the difficult parts, we have no choice but to embrace them.

01 Apr 02:28

Esta imagen tiene que ser real



Esta imagen tiene que ser real

31 Mar 17:14

Star Wars is the most deceptive and seductive pro-fascist narrative ever written

by ebisudave
I used to be a huge fan of Star Wars, but I can no longer ignore the ugly truth. This is a video of a performance, part comedy, part political analysis of the Star Wars universe, wherein I present my take on the Star Wars mythology. Can you be leftist and pro-monarchy?

[Link]
31 Mar 16:27

Interesting Analysis of Karl Marx’s Writing

Interesting Analysis of Karl Marx’s Writing:

In short, the takeaway I got from it was that we should not necessarily think of Marx as “the Communism guy”, but rather the science fiction guy who wrote about the social implications of what would happen when technology eliminated the need for people to work.

And it’s kind of happening already, right? As I and may others have said many times…the jobs aren’t coming back. They’re going to computers, automation, robots, AI, self-checkout, etc.

So at some point we’re going to be left with a population that has nothing to do. Or, more accurately, no reason to have to perform labor, since it will be done by machines.

What happens then?

31 Mar 15:47

El fin de la humanidad

by wicho@microsiervos.com (Wicho)

Lo peor de usar Google Glass es decirle a tus padres que no van a tener nietos.

– @DanSoha

# Enlace Permanente

31 Mar 15:38

Jorge veio lá da Capadócia ♪ esperando o ônibus da escola

by OsiasJota (Osias Jota)
Jorge veio lá da Capadócia ♪ esperando o ônibus da escola
30 Mar 23:12

Photo



30 Mar 02:36

El enigma de la anomalía Pioneer

by Matroski

Cuando toca el tema de gravitación, suelo comenzar hablando a mis alumnos sobre los descubrimientos de Johannes Kepler. Carl Sagan, en su Cosmos, nos narra magistralmente la historia de cómo este astrónomo pugnó por ajustar los movimientos de los planetas a un modelo geométrico. No dudó en viajar hasta Dinamarca para conseguir las mejores medidas de las posiciones planetarias, cosa que no obtuvo sino después de largos años de duro esfuerzo. Al final, consiguió ajustar la órbita de Marte a una circunferencia. O casi. Había un pequeño error...

etiquetas: enigma, anomalía, pioneer, kepler, sondas, cosmos

votes

» noticia original

30 Mar 01:23

50 Common Misconceptions Debunked in 6 Minutes

by Neha Prakash
Brain1Feed-twFeed-fb

This video is about to change your life. Not just because it is funny, informative, quirky and quick, but also because you're about to realize your entire life is a lie

All those fun facts, little gems of historical knowledge, tidbits of trivia and did-you-know brain teasers were wrong. You read it right: worthless, bologna, made-up, fictional, simply common misconceptions

SEE ALSO: Amazing Facts That Will Tickle Your Brain

Time to set things straight with this six-minute explosion of info via YouTuber MentalFloss

Click here to view this gallery

Image via iStockphoto, ericsca.

30 Mar 00:42

Photo