
Osias Jota
Shared posts
This post has been featured on a 1000notes.com blog.
Osias Jotaa comunicação entre humanos e outros mamíferos é possível, aponta estudo
Jorge veio lá da Capadócia ♪ Fazer feliz meu coração ♪ Já não importa quem errou ♪ vem me ajudar matar ♪ o dragão
Caetano Veloso sobre o Ecad: “Se não pode mexer, não anda”

Caetano escreveu sobre as batalhas sobre o Ecad em sua coluna do Globo deste domingo. Eis o trecho:
A carta assinada por muitíssimos compositores, músicos e cantores, em tom de defesa do Ecad contra uma suposta manobra sinistra para destruí-lo, não contou com minha assinatura, e eu ia escrever e-mails para, pelo menos, Fernando Brant, Ronaldo Bastos e Abel Silva, mas a estreia do “Abraçaço” em Sampa, logo em seguida à estreia carioca no Circo Voador e a uma apresentação em Fortaleza, não me deixaram cabeça nem energia para nada. Quando eu ia escrever, a carta ainda não tinha as assinaturas que exibe hoje. Eu ia explicar minha pausa para ponderação. Como o assunto é notório, faço-o aqui.
Há um projeto de lei no Senado esperando para ser votado em urgência. O Ministério da Cultura tem uma proposta que é bastante próxima da que é feita no PLS129. Falei brevemente com a ministra em São Paulo; ouvi demoradamente, já no Rio, um assessor seu que me pareceu muito claro. Conversei com Leoni, Tim Rescala, Gil, Emicida, li os artigos de Ivan Lins e Sérgio Ricardo. Os manifestos dos defensores da manutenção do modus operandi atual do Ecad são pouco ou nada técnicos — e são alarmistas: querem acabar com o Ecad e deixar tudo voltar ao caos que era antes, tal como Ipojuca Pontes fez com a Embrafilme. “O Ecad e o Direito do Autor: mexeu nisso, tudo desaba”, diz Abel. Tendo a pensar que é hora de arrefecer os ânimos e tentar pôr Leoni e Bastos pensando juntos, para ver se aproveitamos a oportunidade de andar com o tema. Nem o Ministério nem o PL propõem a extinção do Ecad. Ambos enfatizam a necessidade de supervisão (o PLS129 propunha que feita pelo Ministério da Justiça; o Minc tomaria a tarefa para si).
Não creio que Abel ou Fernando estejam protegendo vantagens indevidas; tampouco creio que Tim Rescala e Ivan Lins estejam lutando pelo poder das emissoras de TV. Suponho que seja hora de amadurecer a conversa. Nunca fui bom nisso de contas, administração, leis. Mas tenho vocação para o centro e, eu que já pedi que Silas Malafaia intermediasse um diálogo entre quem não admite que o assassino de Lennon seja louvado como o enviado da Santíssima Trindade e o pastor que propôs isso, acho que posso pedir que Sérgio Ricardo e Fernando Brant se entendam. Não é “se mexer, desaba”; é “se não pode mexer, não anda”.
No resto da coluna ele ainda fala sobre a escritora Agustina Bessa-Luís. A íntegra está aqui. Não tenho dúvidas de que a melhor coisa desse Caetano indie pós-Cê é o seu reencontro com o texto. O colunista Caetano Veloso está em ponto de bala, talvez em sua melhor fase. Acho louvável que sua estética atual se dedique ao risco e à descoberta, mas o resultado final ainda me parece filhote daquela vanguarda de plástico que gerou discos estranhos nos anos 80 como Velô e Caetano (de 1987) – mas ainda assim é melhor do que ficar na mesma ou, pior, virar mero intérprete, como havia sido em sua década anterior, dedicada a songbooks. Seu retorno ao texto, por outro lado, é exemplar, como no texto acima.
the little 5 year old girl I babysit
her: Instead of the prince?
me: Instead of the prince
her: So her daughter would have two mommies?
me: Yes
her: two princess mommies...
me:
her:
me:
her: fabulous
What Country Could They Possibly Be Referring To?
Submitted by: Unknown
Tagged: Canada , coffe , cups , monday thru friday , g rated Share on Facebooksmartgirlsattheparty: How awesome is this? AAWWWWW.
sofuckingkatty: tiburongata: acoustickub: viergacht: femmefor...



Nichelle Nichols (Uhura on the original series):”Whoopi Goldberg, she’s just marvellous. I had no way of knowing that she was a Star Trek fan. When I finally met her it was her first year on the Next Generation.
She loved the show so much and she told her agent she wants a role on Star Trek. Well agents go ‘Big screen, little screen, no, you can’t do that’. Well you can’t tell Whoopi ‘You can’t do that’.
And so they finally asked, and they had the same reaction at Star Trek office, specifically Gene. And she said, ‘I want to meet him and I want him to tell me to my face. If he tells me he doesn’t want me and why, I’ll be fine.’
Knowing Gene he had to take that challenge, and so he met with her. She said, ‘I just wanted you to tell me why you don’t want me in Star Trek.’
Gene said, ‘Well, I’ll just ask you one question and I’ll make my decision on that. You’re a big screen star, why do you want to be on a little screen, why do you want to be in Star Trek?’
And she looked at him and she said, ‘Well, it’s all Nichelle Nichols’ fault.’
That threw him, he said, ‘What do you mean?’
She said, ‘Well when I was nine years old Star Trek came on,’ and she said, ‘I looked at it and I went screaming through the house, “Come here, mum, everybody, come quick, come quick, there’s a black lady on television and she ain’t no maid!”’ And she said, ‘I knew right then and there I could be anything I wanted to be, and I want to be on Star Trek.’
And he said, ‘I’ll write you a role.’
Manly tears were shed.
The feels are strong here.
:’
She was my favorite character, too. Which just makes this doubly awesome for me.
Nós não somos ocidentais.
A primeira vez que eu me deparei com esse problema foi em 83, na França, quando minha mãe, durante o doutorado, precisou preencher um formulário da universidade que perguntava “origem cultural”, ou algo assim. Ela marcou “ocidental”. O orientador dela reclamou:
– Você não é ocidental!
– Não? ela perguntou espantada. Mas então o que eu marco?
E as opções eram africano, árabe, próximo-asiático ou oriental. Não conseguiram descobrir o que ela era, deixaram em branco. Descobrimos o que nós éramos 10 anos mais tarde, no canadá, onde os formulários sempre tinham a opção: latino! (Alguns bem explícitos, “latino, mesmo que branco”). Não, definitivamente não éramos ocidentais, mas agora pelo menos éramos alguma coisa.
[amazonify]B0052REUW0:right[/amazonify]Daí em diante, sempre me deparo com esse problema. Outro dia foi um blog cético qualquer que falava sobre o oriente médio citando um [amazonify]B0052REUW0::text::::livro do Pinker[/amazonify] sobre a violencia: “o pinker mostra como nós passamos por um processo civilizatório que resultou em maiores direitos humanos”, e pombas, o pinker não fala de nós. Ele falava explicitamente: EUA e Europa Ocidental. E aí eu percebo que o blogueiro cometeu o mesmo erro da minha mãe e preencheu no seu formulário mental: “etnia: ocidental”. Não, o pinker não falou da gente, nós não passamos pelo processo civilizatório que ele cita, nós não somos ocidentais.
Tem horas que eu mesmo me confundo. Por mais que eu saiba que não sou ocidental, essa idéia nos permeia tanto que, se não prestarmos atenção, a gente se agarra nela. Quando estava grávido do Tomás, fui ler o [amazonify]B000FC1KBG::text::::livro da encantadora de bebês[/amazonify]. E pombas, que mulher “caga regras”. Me revoltava a forma como ela tratava os bebês e os pais. E aí num belo momento ela me fala que numa casa onde ela trabalhou estava tudo errado: o bebê só acalmava no colo. E era tudo por causa de uma babá guatemalteca que sempre mantinha o bebê no colo, já que, no país dela, os bebês ficam sempre no colo e não no berço como deveria ser.
Nossa! Larguei o livro xingando: QUE MULHER XENÓFOBA RACISTA DO CARALHO! Que diabos, ela quer impor a cultura dela, desprezando a cultura da coitada da babá guatemalteca, que, se bobear, nunca tinha visto um berço antes de ir pros EUA. Bufei por uns bons minutos até parar pra pensar de novo: Pombas, porque eu tou puto? Ela nem desprezou a cultura da outra, só constatou como era! Mas então porque me pareceu que ela estava “cagando regras”? E aí cai a ficha de novo: Porque o livro dela não é pra mim! EU NÃO SOU OCIDENTAL! Ela não está cagando regras, ela está ensinando os pais a tratarem os bebês como se faz na cultura dela, na cultura ocidental! Ela não “caga a regra” de que criança não pode ir no colo, essa É a regra na cultura dela. Assim como criança ficar no colo é a regra na NOSSA cultura, mais parecida com a da babá guatemalteca do que da dela!
Aí chego no ponto atual, no meu ultimo conflito com a cultura ocidental: o texto que circulou no facebook traduzido como “A derrota do feminismo no Facebook“. Quando li, fiquei revoltado. POMBAS, que mulher “caga regras”, maldita preconceituosa! Culpando as coitadas das mães, que já não sofrem pouca pressão da sociedade, só porque cederam um pouquinho da sua personalidade em nome de serem mães, no maior estilo “blame the victim”. Me deu ódio, me meti em discussões acirradas sobre feminismo ser sobre dar poder pra essas mães se encontrarem fora dos estereótipos, e não culpá-las e estereotipá-las desse jeito.
Aí, discutindo com o Bruno ainda sobre o assunto, uma frase dele me deixou com a pulga trás da orelha: “Mas a minha avó, por exemplo, DEPENDE dos filhos pra tudo.” Pombas, se a avó dele, e as mulheres da geração das nossas mães em geral, é que se encaixam nesse estereótipo, porque diabos a Katie Roiphe me diz no texto que “Não posso deixar de pensar que nossos pais jamais teriam suportado tênis que apitam ou conversas que giram inteiramente em torno de crianças.” Não encaixava, como assim nossos pais jamais teriam suportado, se são exatamente nossas mães que mais se comportam assim?
Mas é claro! É porque NÓS NÃO SOMOS OCIDENTAIS! Esse texto não era pra mim, não era pra nós. A Katie Roiphe não está cagando regras, nem mesmo culpando as vítimas. Ela está constatando uma mudança cultural que, na opinião dela é negativa, e está apontando os agentes da mudança: as mães que trocam suas fotos no facebook pela dos filhos! Enquanto pra nós, latinos, postar essa foto é um reflexo da opressão do passado, pra ela, ocidental, é uma novidade, uma escolha de caminho futuro, um retrocesso! Não era pra eu ter raiva do texto porque o texto não foi escrito pra mim. Eu não sou ocidental!
joehillsthrills: Donald Glover talking about the comments he...








Donald Glover talking about the comments he received during his campaign to be the next Spider-Man (x)
“I was talking about it with Dan Eckman, who directed my Bonfire video. Can you imagine that trailer? That would be dope. Like it makes sense… a poor black kid in Queens. Like it just fits.”He woulda been a great fuckin’ Spider-Man.
BAILE ANUAL DA ACADEMIA VIENENSE DE MÚSICA
Some Seriously Smart Stray Dogs in Russia
Victoria amazonica water lilies can reach 20 feet in...

Victoria amazonica water lilies can reach 20 feet in circumference and support up to 300 pounds each. Perching children atop the massive leaves was all the rage in water gardens of the time. Salem, North Carolina, c. 1892.
Photograph by Frank Hege, National Geographic
Eu só quero é ser feliz, andar traqüilamente na Capadócia onde eu nasci.
antigosespíritos
osias_download postou uma foto:
Jorge veio lá da Capadócia ♪ Acharam um bagulho no banco de trás
http://theremina.tumblr.com/post/47563268334
"Let me tell you a story. The day after Columbine, I was interviewed for the Tom Brokaw news program...."
Osias Jotaque mídia realmente influencia na violência
The obscure 1995 Leonardo DiCaprio movie did indeed have a brief fantasy scene of that nature, I said, but the movie failed at the box office and it’s unlikely the Columbine killers saw it.
The reporter looked disappointed, so I offered her my theory. “Events like this,” I said, “if they are influenced by anything, are influenced by news programs like your own. When an unbalanced kid walks into a school and starts shooting, it becomes a major media event. Cable news drops ordinary programming and goes around the clock with it. The story is assigned a logo and a theme song; these two kids were packaged as the Trench Coat Mafia. The message is clear to other disturbed kids: If I shoot up my school, I can be famous. The TV will talk about nothing else but me. Experts will try to figure out what I was thinking. Kids and teachers at school will see they shouldn’t have messed with me. I’ll go out in a blaze of glory.”
In short, I said, events like Columbine are influenced far less by violent movies than by CNN, “The NBC Nightly News” and other news media, who glorify the killers in the guise of “explaining” them.
The reporter thanked me and turned off the camera. Of course the interview was never used. They found plenty of talking heads to condemn violent movies, and everybody was happy.”-
A Roger Ebert quote that sticks out in my mind
From his review of Gus Van Sant’s Elephant
(via yeezytaughtme)
Man that movie is so sad.
(via softcastle-mccormick)doctordonna10: castielsunderpants: mattykeehl: gallifrey-feels...
Osias Jotaos comentadores estão errados porque qualquer político pode fingir essas coisas pra ser popular, mas é legal assim mesmo


wholocked-me-in-my-mindpalace:
Hitler flirting with Eva Braun.
I don’t know how this makes me feel
It makes me feel very uncomfortable
You know what’s so uncomfortable about this? It shows that perhaps one of the most evil men in history, was a human being. That, on occasion, he could be nice, even flirty. That’s not all. You want to see evil people as evil, screaming horrible stuff over a desk with 20 microphones with 20, 000 people saluting them. The evil is clear and recognizable then. This shows a completely different image, it scares you because that means that evil isn’t a stereotype, that evil is not recognizable, that evil could be anyone. It scares you because this shows that could be lurking inside anyone and you’ll never ever know. Maybe in you?
i reblogged this literally like 2 minutes ago, but i want this version because of that comment ^
That comment is one of my favorite post commentaries, because it’s completely right. People aren’t inherently evil. Like good, it’s a role they grow and live into. We have just as much potential to destroy as this man exhibited. And it’s a very eye opening experience to realize that.
does anyone even remember that one time hitler attended that luncheon between world leaders, some guests of which even included china’s socialist leader as well as Stalin. And then when they were ordering, everyone was gladly ordering impressive dishes one after the other, but Hitler placed an order for barley tea and a pheasant (considered a peasant’s meal by standard). When he was questioned as to why he would order something like this in something as grand as a world leader’s congress, he replied,
“I don’t smoke when my people cannot smoke, and I cannot eat when my people are going hungry.”
He wasn’t evil for its own sake, let’s try to remember that despite the countless murders, but for a moment, he did actually believe he was doing something for the good of his countrymen.
WHAT IS WRONG WITH YOU PEOPLE
No, he’s right. Hitler, though extremely wrong in his views, did everything for what he thought would better the lives of his people. It was wrong. It was disgustingly, horribly wrong. But he did not do it because it was evil and he was evil. He did it because he believed it would help Germany and those who needed a better life. Those who don’t understand or even try to understand the human brain will always label men like him as ‘evil’ because it is easier to accept. But he wasn’t ‘evil.’ He felt love and loyalty and responsibilities. He simply took these aspects and morphed them into a twisted, violent thing.
Tumblr is probably the only place we could have this conversation and not be lynched.
oh my god reblogging if only for the last comment
this is literally the best thing on tumblr
A Dramatic Time-Lapse Video of a Full Moon Rising Over Los Angeles
Photographer Dan Marker-Moore shot a dramatic time lapse video of the full moon rising behind downtown Los Angeles, and then turned the video frames into a collage and animated GIF.
images via Dan Marker-Moore
via PetaPixel
The Best Coffee Mug Improvement Since the Handle
Osias Jotaeu quero!
They say if you build a better mouse trap the world will beat a path to your door. And the same will probably hold true for the first coffee shop to adopt this clever spoon-securing NOTA coffee mug designed by Lee Hae Seung Scott. More » 









































