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13 Jun 12:48

Eu tenho provas para afirmar se o seriado 24 Horas foi melhorando ou piorando com o tempo

by marcus
ivan

DENÚNCIA: POST PAGO!

Um consenso entre os fãs do seriado 24 Horas é de que a qualidade dos episódios foi caindo com o passar das temporadas. Enquanto as quatro primeiras foram muito boas, revolucionando a TV, as seguintes ou foram repetindo a fórmula, ou foram escalando as ameaças de maneira quase inverossímil.

Para testar se isto é verdade ou não, pensei em fazer um gráfico com as avaliações que cada episódio de cada temporada recebeu no IMBd e plotar isto em relação ao tempo em que a série ficou no ar. O resultado está abaixo.

Para saber como ficou o tal gráfico, basta visitar o Blog da Azul Consultoria. Só digo que estou bastante orgulhoso do resultado que consegui.

12 Jun 20:51

Faceswap App Fail

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
This is hilarious.











12 Jun 20:50

Dicas para o Dia dos Namorados

DICAS-PARA-O-DIA-DOS-NAMORADOS.png
11 Jun 12:45

How to Troll the Junk Mail Sender

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)









11 Jun 12:24

;)





;)

10 Jun 19:46

06/07/13 PHD comic: 'For vs. With'

Piled Higher & Deeper by Jorge Cham
www.phdcomics.com
Click on the title below to read the comic
title: "For vs. With" - originally published 6/7/2013

For the latest news in PHD Comics, CLICK HERE!

10 Jun 12:49

As 17 estruturas feitas pelo homem mais antigas do mundo

by Attila Nagy

Das sete maravilhas originais do mundo antigo, apenas uma ainda existe hoje: as maravilhosas grandes pirâmides de Giza. Mas existem outras estruturas antigas que também merecem a nossa atenção, de uma igreja de 2 mil anos de idade a um templo budista de 1000 anos feito de madeira. Ainda mais impressionante? Todas estas construções ainda estão em uso. Veja 17 destes tributos à engenharia humana abaixo:


A Basílica de Santa Sofia (também conhecida como Hagia Sophia) em Instambul, na Turquia, foi igreja, mosteiro e museu desde que foi finalizada no ano 537.

Daily Life Returns To Normal In Istanbul After Bombings

Foto: Scott Barbout/Getty Images


O Panteão, em Roma, foi construído como um templo por Adriano em 117 d.C., e se manteve em uso contínuo ao longo da história. É uma das construções mais bem preservadas de Roma, e agora funciona como um museu e uma igreja católica.

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Foto: Dark Rome Tours & Walks


A Igreja de Santa Sabina em Roma, construída em 422, não foi modificada desde então, e ainda é usada pela Igreja Católica.

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Foto: Agniulka/Wikimedia Commons


O Mausoléu de Adriano, em Roma, normalmente conhecido como Castelo de Santo Ângelo, foi finalizado no ano de 139 e convertido em um forte por volta de 400. Ainda é um forte (e um museu) hoje em dia.

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Foto: davidpc_


O Coliseu antigamente recebia 50 mil romanos para testemunharem o sangue e a violência dos lendários gladiadores. Por causa do seu estado arruinado, hoje ele recebe apenas algumas centenas de pessoas em alguns assentos plásticos temporários para eventos culturais caríssimos. Grandes concertos e eventos católicos são feitos na parte de fora, usando o Coliseu como imagem de fundo.

Pope Francis Attends Via Crucis At The Colosseum

Foto: Franco Origlia/Getty Images


O Teatro de Marcelo já foi o maior teatro a céu aberto de Roma – construído nos primeiros anos da República. A construção já passou por grandes modificações ao longo da sua história. Hoje em dia, a parte superior serve como apartamento.

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Foto: Mark Turner


A Ponte Fabricio, em Roma, foi construída em 62 a.C. A ponta permanece praticamente sem modificação, e ainda é atravessada por milhares de romanos hoje em dia.

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Foto: Tomaž Štolfa


Esta é a Ponte da Caravana sobre o rio Meles em Izmir, na Turquia. Ela foi construída por volta de 850 a.C., o que faz com que ela tenha atualmente mais de 2.860 anos de idade – o que a qualifica como a ponte em funcionamento mais velha do mundo.

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Foto: Murat AY/Panoramio


Da mesma forma, a Basília da Natividade, em Belém, na Cisjordânia, construída em 565, é uma das igrejas mais velhas do mundo – hoje em dia, ela ainda está em atividade.

Israeli Defense Forces

Foto: Nadav Neuhaus/Getty Images


O Pântano de Proserpina (Mérida, Espanha) data do primeiro ou segundo século depois de Cristo, e alimentou o aqueduto romano levando água para cidades próximas. Esta antiga barragem ainda é usada por agricultores locais para irrigar as lavouras.

Proserpina¥s Roman Dam, Merida

Foto: JMN/Cover/Getty Images


Muitos dos templos com mais de mil anos de idade em Angkor, no Camboja, ainda têm serviços religiosos.

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Foto: Attila Nagy/Gizmodo


O Templo Nanchan é um templo budista próximo à cidade de Doucun em Wutaishan, na província Shanxi, na China. Foi construído em 782, e o Hall do Grande Buda é a construção em madeira mais antiga e preservada da China.

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Foto: Zeus1234/Wikimedia Commons


A Basílica de Constantino, em Trier, na Alemanha, é um palácio e basílica romana que foi construída no começo do século IV. Hoje em dia é usada como congregação pela Igreja Evangélica na Renânia.

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Foto: Berthold Werner/Wikimedia Commons


O Acoma Pueblo, também conhecido como “Cidade do Céu”, é uma aldeia nativa americana localizada a oeste de Albuquerque, no Novo México. As tradições tribais de Acoma estimam que eles vivem naquela vila há mais de dois mil anos.

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Foto: tunnelarmr


A Mesquita de Uqba (ano 670) também conhecida como a Grande Mesquita de Kaurouan, na Tunísia, é uma das mesquitas mais antigas do mundo.

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Foto: Andrew Watson


O Stonehenge ainda é um lugar com significado religioso para algumas culturas.

Druids Celebrate Winter Solstice At Stonehenge

Photo: Matt Cardy/Getty Images


A Torre de Hercules é um farol romano antigo próximo a Coruña, na Galícia, na Espanha. A estrutura tem quase 1.900 anos de idade e ainda é usada atualmente.

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Foto: Alfonso Maseda


A lista não está completa, e certamente esquecemos de algumas construções importantes. Se lembrar de alguma, poste nos comentários!

10 Jun 00:48

06.09.2013

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
08 Jun 03:37

lusshvibe: That awful moment when you learn that this...

















lusshvibe:

That awful moment when you learn that this wasn’t scripted. That Will Smith’s character was actually supposed to brush off the whole thing, but Will’s father actually had left him when he was younger and he just fell apart on the set and the hug at the end was from one actor to another, not one character to another.

07 Jun 17:45

“alex castro, guru do minimalismo?” não, obrigado

by alexcastro

o músico jorge l. santos, leitor de antiga data, escreveu um texto provocante e inteligente sobre a “moda” do minimalismo e meu papel de “guru” dentro dela.

abaixo, o texto do jorge:

* * *
A moda minimalista

Já de um bom tempo tenho hábito de me questionar bastante sobre a real necessidade de comprar qualquer objeto. Esse foi um dos motivos que me levou a ter um celular tão “tardiamente”. Eu simplesmente não via necessidade em ter um. Só em 2010 passei a usar o bendito aparelho. Não se tratava de uma postura anti-capitalista ou anti-tecnológica. Eu sempre argumentava aos estupefatos interlocutores que me perguntavam por que eu não tinha o “dito cujo”: “eu não acho que preciso”. Além do mais; era um gasto a menos.

Esse prelúdio foi apenas para iniciar um comentário sobre a nova moda da classe-média intelectualizada brasileira: o minimalismo. Para quem já teve tudo, e no fundo sabe que pode voltar a ter tudo, a escolha chamada de minimalista é mais fácil do que apregoam seus defensores. Em geral, incomoda-me um pouco quando alguém começa a vender uma ideia de “dever-ser”, uma espécie de manual, ainda que mais aberto e não dito de forma explícita, de um “viver diferenciado”.

Duas matérias recentes em jornais de grande circulação atestam esse novo “fenômeno” social nas altas classes brasileiras. Primeiro o Valor Econômico, e mais recentemente O Globo. Em ambos, o escritor Alex Castro aparece como um dos gurus desse modus vivendi. Acompanho há alguns anos os textos que ele escreve. Alguns brilhantes sobre racismo e história da escravidão no Brasil. Ele também é ficcionista embora na prática dedique pouco da sua produção para isso. Cheguei inclusive a comentar um romance dele aqui.

Alex virou um guru de jovens adultos em busca de uma vida sem a culpa do consumo. A palavra guru aqui não é figura de retórica, além de escrever sobre o assunto, ele dá palestras ”ensinando” as pessoas como se libertar do que ele chama de “prisões”. Apenas para assistir a palestra, paga-se a bagatela de R$100, o que por si denota quem é o público alvo. Não é uma consulta/atendimento individual, é uma palestra coletiva. Mas o que está em questão não é o preço, nem mesmo o Alex em si, cuja formação e persona pública humanísticas são irrepreensíveis, mas sim o fato de que, conscientemente ou não, ele encarna essa busca médio-classicista de ser diferenciado.  Mais do que isso; a tentativa de propagar essa ideia não é muito diferente de uma igreja evangélica neo-pentecostal. A comparação parece absurda, mas tudo deve ser visto em termos.

Nesse meio altamente intelectualizado, não caberia bravatas e nem ameaças de inferno ou semelhante, todavia assim como nas religiões, Alex vende uma ideia de que há um jeito ideal de se viver e que esse jeito é o dele – e inteligentemente ele diz que não faz isso, que “não está cagando regras sua cabeça”. Para isso, utiliza uma retórica que vai do excesso consumista do capitalismo ao budismo ocidentalizado, tendo a si próprio como modelo basilar, o que na prática não se coaduna.

Frequentemente em seus textos Alex cita supostos amigos que enriqueceram e em momentos de crise de consciência, por conta de suas escolhas de outrora, o ligam apenas para parabeniza-lo pela coragem de “viver assim”. Ele encara a escolha do outro como prisão. O simples fato de mencionar esses diálogos com amigos “ricos”, colocando-se como Robin-Hood da liberdade e do desapego já encerra em si uma vontade de verdade (para utilizar fora de contexto um termo de Foucault sobre o discurso) inequívoca e quase positivista.

Utilizar o Zen-budismo como base, no meu entender, agrava ainda mais a situação. É difícil saber o que é o Zen, mas dá pra arriscar dizer o que ele não é, e cada vez que o Alex fala desse assunto, minimalismo, citando ou se baseando direta ou indiretamente em algo do Zen, mais ele se afasta dos princípios fundamentais da práticado Zen. Sua retórica moral (não moralista) que está por trás do discurso minimalista se baseia numa leitura ocidental extremamente pretensiosa do Zen, que o coloca como solução moral e espiritual para os males da pós-modernidade, algo como uma terapia para alma e para consciência moral. Fazendo isso se afasta radicalmente do silêncio como princípio.

São muitas as contradições escancaradas: ele escreve que vive uma vida mínima, sem luxos, sem viagens, etc, mas realiza turnês frequentes em diversos estados, segundo seus próprios twitts. O fato de não ficar num hotel não te torna um monge renunciado. Pelo contrário, ficar na casa de amigos e fãs é um privilégio que poucos podem ter. O escritor fala de uma vida sem rastro, mas escreve sob seu cotidiano há mais de uma década.

De toda forma não se trata de um julgamento moral. Não faria sentido algum qualquer que fosse o caso em questão. Não há desvio ético ou moral em se ganhar dinheiro e fama com um nicho de mercado. Procuro apresentar o Alex, aqui, como um exemplo, uma personagem, extraído das reportagens antes mencionadas, para apontar as profundas contradições que enxergo no discurso e prática de um dos “líderes”, por falta de melhor termo, dessa prática.

No fim das contas é isso que, ao que me parece, busca essa classe-média ilustrada brasileira. Ser diferenciado. Umas das coisas que sempre marcou o “ser classe-média” era o acesso a bens duráveis como carro, tevê, imóveis e hábitos de consumo acima do padrão, como ir a restaurantes, teatros, cinemas e viagens mais longas com alguma frequência. Esse padrão de consumo colocava esse grupo numa posição social, nessa tensa relação de poder cotidiana, muito acima da massa de trabalhadores. Ainda que empregado, o trabalhador comum considerava uma “simples” tevê nova um bem quase inalcançável, o sonho de uma vida.

Na Era Lula, isso começou a mudar. O crescimento econômico a uma baixa inflação, o aumento de crédito com juros mais baixos, permitiu um acesso vertiginoso a bens de consumo antes quase que exclusivos das classes-média e alta. Aliado a isso, a educação que servia como privilégio delimitador dessa fronteira, o ensino superior em especial, cada vez mais se torna mais acessível e deixa de impactar nas relações de poder e principalmente de sensação de superioridade, quase nunca declarada, das classes altas com a classe subalterna. Lógico que essa generalização não se aplica exatamente ou necessariamente a esse grupo dos minimalistas, mas de certa forma esse fenômeno parece delinear esse traço em se tratando do fenômeno no Brasil. Talvez esse seja um traço cultural marcante da classe-média brasileira, essa vontade de diferenciação. Como menciona a filósofa Marilena Chauí nesse vídeo, referindo-se a classe-média paulistana, o médio-classista tem por hábito essa vontade de privilégio.  Principalmente de diferenciação explicitada ora no poder aquisitivo ora no status intelectual, leia-se diplomas universitários, ora num estilo de vida que possa ser abalizado por legitimadores intelectuais/ideológicos, como no caso do Alex, e  sobretudo uma diferenciação que se marque pela singularidade, pela exclusividade, nesse caso de ordem social.

Considero o minimalismo uma prática tão legítima quanto qualquer outra. Embora eu possa ser até considerado um “minimalista”, talvez por questionar tanto minha real necessidade de aquisição de certos bens ou por exercitar, em algum nível, o desapego material, e mais dificilmente, imaterial, não há absolutamente um argumento que torne essa postura mais legítima que outras. Nem mesmo a sustentabilidade. Seria sofismar usar uma questão de ordem coletiva e de grandes proporções, qualquer que seja o estilo de vida, como argumento para legitimar uma prática individualista e moralmente pretensiosa. Uma pessoa que é verdadeiramente simples nunca clamaria para si o status da simplicidade.

[fim do texto do jorge]

* * *

concordo com quase tudo que o jorge diz. vejo todas essas contradições que ele aponta e tento resolvê-las na minha vida prática.

eu somente colocaria algumas coisas de modo diferente: por exemplo, ao chamar o minimalismo de “moda”, o jorge já está se colocando contra ele. (eu teria dito “estilo de vida”)

mas não acho que o jorge está errado: ele está escrevendo em resposta à matéria do globo, que faz um esforço grande para apresentar o minimalismo como “modinha de jovens hipsters burgueses entediados”.

definitivamente, de agora em diante, o minimalismo vai ser progressivamente apresentado, visto e detonado como uma modinha de gente rica, e quero fugir desses rótulos.

eu tento viver com menos. só isso. menos objetos, menos tensões, menos consumo, menos trabalho, menos grana.

não me apresento como guru e, para evitar de ser visto assim (nem sempre funciona), reitero repetidas vezes que não quero convencer ninguém e que não acho minha vida melhor do que outras.

não faço parte de nenhum movimento. não assinei abaixo-assinados. não defendo que ninguém mude sua vida. não acho que ninguém deve viver como eu.

não me considero budista e, com certeza, não estou qualificado para ensinar o dharma para ninguém.

e, por ser sinceramente pobre, preciso sim ganhar meu sustento mês a mês. não tenho economias, investimentos, emprego fixo. por isso, aceito dinheiro para falar sobre como decidi viver minha própria vida.

existem contradições inerentes nisso? existem. o texto do jorge as descreve muito bem.

estou aqui tentando resolvê-las. um dia de cada vez.

enquanto isso, para quem quiser ouvir soluções da boca de um guru, sugiro ler textos de auto-ajuda ou contratar um  coach.

aqui, não oferecemos esse serviço.

06 Jun 19:58

A alternativa do Google para o Reader é bem inútil

by Peter Ha
ivan

Quem tem TOR nunca estará orfão

Quando o Google anunciou o fim do Google Reader em março, muita gente enlouqueceu. Na época, o Google citou uma diminuição no uso como motivo da morte do serviço, além de uma redução geral do foco em alguns produtos. Hoje, porém, o Google esclareceu para a Wired o motivo de ter matado o Reader, e o que deve preencher o vazio que ele deixará. E isso é muito triste.

Richard Gringras, diretor sênior de Notícias e Produtos Sociais do Google, disse: “Como cultura, mudamos para um consumo de notícias como processo quase constante”. Por mais que isso seja parcialmente verdade, é mais provável que os esforços do Google para coletar esses dados tenham se mostrado infrutíferos e uma grande perda de tempo. E como nós, usuários, migramos para serviços como o Twitter e estamos consumindo mais notícias em dispositivos móveis, o Reader simplesmente parou de ser útil para o Google – não para os usuários.

Então qual é a alternativa do Google para o Reader? A combinação de Now e Plus, é claro. Só que outros já tentaram e falharam ao usar a estratégia do Now, de usar inteligência artificial para oferecer conteúdo relevante baseado nos hábitos do usuário. Serviços como Zite tentaram isso por anos ao mostrar artigos que poderiam interessar com base no que você já leu e gostou. Mas esse tipo de recomendação simplesmente não funciona assim, de forma simples. O Pandora é o que chega mais perto de fazer isso, mas também erra. O Netflix, então, erra muito. Gosto pessoal não é algo que uma máquina consiga interpretar. Nem humanos conseguem fazer isso direito.

Gringras continua dizendo que o Google está atrás de “meios difundidos para mostrar notícias em todos os produtos (do Google) para lidar com o interesse de cada usuário com a informação correta, na hora certa, através dos meios mais apropriados”.

Veja bem, uma coisa é saber quando eu gostaria de ler as notícias, mas outra coisa é adivinhar o que eu gostaria de ler naquele momento. O Google não é nem tão bom assim para mostrar publicidade relevante após todos esses anos, então como eles vão conseguir descobrir quais notícias queremos ler? Descanse em paz, Google Reader.

04 Jun 21:50

11 fracassos espetaculares de impressão 3D

by Leslie Horn

Só porque você tem uma impressora 3D não significa que tudo o que você fizer vai ser inesquecível. Não significa nem que você vai conseguir fazer o que quer fazer. Acredite ou não, impressão 3D exige habilidade. E quando você não tem, é um desastre.

Existem muitas possibilidades com uma impressora 3D, mas também há espaço para erro humano. Você não pode deixar a impressora esquentar demmais. Mas ela precisa esquentar um pouco! E você não quer que ela funcione rápido demais. Mas ela precisa ser rápida! Você vai estragar as coisas. Mas não estará sozinho. Eis alguns bons exemplos de grandes falhas de impressão 3D.


Apitos que não apitam deviam receber outro nome

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Imagem: Flickr


Parece que isso deveria ser algum tipo de animal

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Imagem: Zheng3.com


Uma tentativa fracassada de criar uma caveira celta, via um grupo inteiro do Flickr dedicado a falhas de impressoras 3D

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Imagem: Flickr


Este carro arruinado vem do Beautiful Failures, um livro que apresenta os fracassos de impressão 3D como arte

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Imagem: Cunicode


Este busto mal feito era para ser de Walt Disney. Se você se esforçar um pouco talvez consiga entender (não vai)

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Imagem: Flickr


O que isso deveria ser? Um cavalo de tróia.

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Imagem: FailThing


Não use um copo impresso em 3D como um copo caso você queira beber algo nele.

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Imagem: FailThing


Esta coruja está sem cabeça. E sem metade do corpo também.

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Imagem: FailThing


Eu não arriscaria sentar nesta cadeira.

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Imagem: CNET


Eis uma tentativa de estrela-do-mar prejudicada pela falta de material.

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Imagem: RichRap


Bônus: este terrível sapato com entrada para iPhone não é tecnicamente uma falha, mas vamos incluir na lista como um lembrete de como NÃO usar uma impressora 3D.

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Imagem: BetaBeat


Sabe de alguma grande falha de impressão 3D que não incluímos na lista? Compartilhe nos comentários!

04 Jun 19:53

1953 Volkswagen Beetle Crunched Into a Shiny Sphere

by Charlie White
1953-vw-sphere
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Look what Indonesian artist Ichwan Noor has done to a heap of car parts, a few scraps of aluminum and some carefully crafted pieces of polyester. This tightly compressed sphere resembles a brand-new 1953 Volkswagen Beetle that was somehow balled up into a globular mass of shiny yellow goodness.

Part of the Art Basel show that recently took place in Hong Kong, the artwork is a strong statement by Noor that's resonating worldwide. The obscure artist from Jakarta is hard to contact — we've been trying to find him so he can tell us how he made this unusual sculpture

According to Hong Kong art site Juxtapose, Noor created this monstrous piece by "transforming, fusing and morphing" a vintage 1953 Volkswagen Beetle into this insane art installation Read more...

More about Art, Cars, Watercooler, and Pics

04 Jun 19:48

Jim's Greatest Pranks On Dwight From "The Office"

Jim Halpert is the greatest prankster in history.

Jim's Greatest Pranks on Dwight #TheOffice

The best pranks from The Office

Source: youtube.com  /  via: youtube.com

04 Jun 15:05

Cliente insatisfeito faz sátira do comercial do Hyundai HB20

by Duquian

Hugo Martins, um cliente insatisfeito por comprar um Hyundai HB20 em janeiro de 2013 e ainda não ter expectativa de receber seu carro, resolveu fazer uma sátira do comercial da Hyundai para mostrar toda a sua indignação.

Seu vídeo protesto foi batizado de “Final de semana SEM HB20″, um contraponto ao “fim de semana COM HB20″, mostrado no comercial da montadora. Segundo Hugo, a ideia surgiu na própria agência em que trabalha. “O pessoal já fazia piadinhas o tempo todo do carro, falando que eu ia receber ‘só depois da Copa’. Até que tiveram a ideia de fazer uma sátira da propaganda. Gravei em um final de semana e deu certo”.

A concessionário chegou a oferecer um HB20 em outra cor, diferente da escolhida, mas Hugo Martins não aceitou. Compare os dois vídeos:

O post Cliente insatisfeito faz sátira do comercial do Hyundai HB20 apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.

02 Jun 21:13

Sessão de fotos de Lobão para a capa da revista Rolling Stone

by Andrício de Souza
A capa em questão é essa aqui.

29 May 17:43

Will Smith, DJ Jazzy Jeff, And Alfonso Ribiero Reunited To Do The ‘Carlton Dance’

by Josh Kurp

The gimmick of Will Smith rapping The Fresh Prince of Bel Air theme should have long since worn off. Not only because he’s done it so many times, but because he’s now the kind of guy who turns down playing a “supporting” character in Django Unchained for a leading role in an M. Night Shyamalan movie. And yet every time he does it, it’s a delight, even when his wiener son Jaden, and his Eraserhead hairdo, is around.

Last night on The Graham Norton Show, Smith was joined by DJ Jazzy Jeff and Alfonso “Carlton” Ribiero to perform “The Fresh Prince” and the infamous “Carlton Dance,” set to the sweet sounds of the Sugarhill Gang’s “Apache (Jump On It).” Please take note of Heather Graham in the background, still dancing like she’s on roller skates.

(Via Pajiba)

29 May 12:00

Resenha: A Visita Cruel do Tempo (Jennifer Egan)

by Tati
A Visita Cruel do Tempo - Jennifer Egan
Editora Intrínseca - 336 páginas

Bennie Salazar é um executivo da indústria musical. Ex-integrante de uma banda punk, ele foi o responsável pela descoberta e pelo sucesso dos Conduits, cujo guitarrista, Bosco, fazia com que Iggy Pop parecesse tranquilo no palco. Jules Jones é um repórter de celebridades preso por atacar uma atriz durante uma entrevista e vê na última — e suicida — turnê de Bosco a oportunidade de reerguer a própria carreira. Jules é irmão de Stephanie, casada com Bennie, que teve como mentor Lou, um produtor musical viciado em cocaína e em garotinhas. Sasha é a assistente cleptomaníaca de Bennie, e seu passado desregrado e seu futuro estruturado parecem tão desconexos quanto as tramas dos muitos personagens que compõem esta história sobre música, sobrevivência e a suscetibilidade humana sob as garras do tempo. 


Esse livro é muito estranho. Só que de um jeito bom. Eu ganhei ele de aniversário do meu amigo Ivan e peguei pra ler tão rápido quanto pude. A história funciona de um jeito não-linear, não existe um "núcleo básico" de personagens: a cada capítulo você é jogado em uma nova história que se conecta com as anteriores apenas por um personagem ou outro. Mas, isso não quer dizer que se trata de um livro de contos. É um romance, sim, mas cada capítulo é independente. Ao mesmo tempo, em meio a todo esse caos aparente, as histórias se conectam e um capítulo ajuda a entender o outro.

Dito assim, parece ser um livro difícil de ler, mas não é. É tudo tão bem escrito e tão bem apresentado que a história te prende e você se apaixona logo nas primeiras páginas. Eu fiquei particularmente embasbacada com o penúltimo capítulo, onde uma criança conta a sua vida por meio de gráficos e pausas musicais (!). Sim, o livro é surpreendente assim.

Acho que eu nunca li um livro assim e por isso é tão difícil resenhá-lo. A cada novo capítulo a história é mostrada por outro ponto de vista, por outro personagem, em outra época, antes ou depois do que aconteceu no capítulo anterior. É difícil até dizer sobre o que se trata. É sobre Bennie, o produtor musical? É sobre Sasha, a cleptomaníaca de passado obscuro? Sim e não, pois no meio de tantas história o ponto principal se desloca dos personagens e vai além. Acho que o mote de A Visita Cruel do Tempo não são os personagens em si, mas a coisa toda do tempo, sobre como a nossa vida acontece enquanto vai devorando a gente. Sobre os planos que a gente faz na juventude, sobre o olhar de criança que vamos perdendo conforme vamos compreendendo o mundo. A Visita Cruel do Tempo é sobre todas essas coisas e por isso é tão arrebatador. Nunca vi um uso tão bom de ficção para falar de um tema tão filosófico, tão metafísico.

Recomendo muito a leitura, foi um presente que acertou em cheio e vai ser lembrado pra sempre.
27 May 14:49

Leon desorientado

ResidenteEvil-eleise-habilidosa.png
27 May 14:49

Daily strip 27. May 2013

26 May 22:34

Finally, a Video Game That Lets You Play as a Badger

by Matt Silverman
Badger-850
Feed-twFeed-fb

If there's one thing gamers have been clamoring for, it's more badger simulators. And by "more," we mean "one singular" badger simulator, because to our knowledge, there is no such genre.

SEE ALSO: 10 Exciting Indie Games We Can't Wait to Play

That's about to change, thanks to Swedish indie studio Might and Delight, makers of the charming 2012 platformer Pid. In its new game, Shelter, a player assumes the role of a mother badger, who must forage for food and protect her cubs from the dangers of — wherever badgers live. Cleveland? I don't know.

The studio dropped a video (watch above) of some early gameplay, and in general, people have been reacting online with: "What the f ... oh. Oh, this is kinda cool!" Read more...

More about Entertainment, Gaming, and Honey Badger
26 May 22:29

gaksdesigns: Earth by  Erik Olson.oil on canvas,  



gaksdesigns:

Earth by  Erik Olson.
oil on canvas,  

26 May 22:28

May 24, 2013


Really been enjoying Junior Scientist Power Hour comics.
25 May 15:35

05.25.2013

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
25 May 02:41

Aí vem o Jorge ♪ Jorge ♪ Jorge ♪ Todos atentos olhando pra TV

by OsiasJota (Osias Jota)
ivan

Isso foi lindo!

Aí vem o Jorge ♪ Jorge ♪ Jorge ♪ Todos atentos olhando pra TV
24 May 16:16

Este anúncio é devorado por larvas para mostrar os perigos do crack

by Felipe Ventura

O consumo de crack se tornou um problema alarmante: a droga tem efeito rápido, causa intensa dependência e é difícil de combater.

Para ilustrar os efeitos nocivos do uso do crack, a Talent – agência de publicidade brasileira – criou estes cartazes com imagens de pessoas, que são lentamente devoradas e destruídas por larvas de farinha.

Cada cartaz foi impresso em massa de trigo, em vez de papel, e depois colocado dentro de um painel junto às larvas. À medida que elas o consomem, acabam revelando certas consequências do crack. O resultado é extremamente inquietante, especialmente quando parte do rosto é devorada: parecem cicatrizes e danos físicos reais na pessoa.

Os anúncios foram exibidos por vinte dias, entre fevereiro e março, dentro da Galeria do Rock no centro de São Paulo. Ela fica próxima à Cracolândia, área que concentra usuários da droga.

Há cerca de um ano, as ações contra o crack no centro de São Paulo foram intensificadas. Depois que uma operação da polícia dispersou a Cracolândia por vários bairros, adotou-se a internação compulsória dos viciados. Agora, o governador de São Paulo vai oferecer um cartão de R$ 1.350 que paga clínicas de tratamento para cada usuário se recuperar. (O dinheiro será repassado diretamente às entidades.)

O vídeo foi produzido pela Malabar Filmes, como parte da ação publicitária para a ONG Parceria Contra Drogas. [YouTube via Meio e Mensagem via Talent]

24 May 13:54

College Professors Have Fun

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
College professors have their fun too..





























































23 May 16:18

Experience

by Doug

Experience

Here are more jobs.

22 May 18:59

Comic for May 21, 2013

22 May 14:21

Posto Ipitanga

Posto-Ipitanga.png