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22 May 13:26

Why 'Dots' Is the Most Scarily Addictive Social Game Yet

by Chris Taylor
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About 12 years ago, I happened to take my Palm Pilot (remember those?) to a friend's house. A friend of a friend asked if she could borrow it. Sure, I said. She proceeded to download a game called Bubblet, then curled up on the couch with it for the next hour

My curiosity was piqued, and soon I, too, was a Bubblet junkie. It was a simple game — you got a screen full of bubbles and double-tapped to pop connected ones of the same color. Once those popped, the others fell down, Tetris-like, to create new strings of bubbles

You could tap away like a maniac at small strings, but eventually you'd learn the strategy of creating longer ones, which scored more. The important thing was that the game kept your average score, which you were constantly trying to improve. Read more...

More about Social Games, Betaworks, Words With Friends, Gaming, and Social Media
20 May 14:18

Your baby send you a tweet

by Clementine
ivan

NÃO!!!

17 May 16:46

Diário de Classe fazendo escola: Guri gringo cria vídeo denunciando merenda fajuta

by Cardoso

kids

Ano passado tivemos um raro caso de uma celebridade de internet que ficou famosa sem mostrar a bunda, rebolar, falar sacanagem ou fazer merda. Não que o fato de ter 13 anos a impedisse de fazer essas coisas, o funk é bem inclusivo. Isadora Faber criou a página Diário de Classe, no Facebook, onde denunciava o estado lastimável de sua escola.

Isadora ganhou notoriedade nacional, sofreu retaliação por parte da direção da escola, foi ameaçada de morte e acabou virando objeto de ódio da Internet. Parte desse ódio veio de gente ligada ao PT, incapaz de perceber que há sim problemas na educação básica e mais acostumados com uma política stalinista de não-contestação, xingaram e ameaçaram a menina.

Outro grupo foi a invejosfera. Um monte de gente que nunca produziu nada na vida além de memes idiotas se indignou ao ver uma guria de 13 anos ganhando os holofotes que deveriam (em suas mentes distorcidas) ser deles.

Mesmo assim Isadora continua como um exemplo, e mesmo que seus vários imitadores queiram apenas a “fama” que ela conquistou, acabam sendo úteis, sem perceber.

O modelo de Isadora, claro, não é único, ele é fruto da sociedade de informação dos últimos anos, onde todo mundo é famoso por 15 minutos e gerador de conteúdo 24/7. Só somos testemunhas passivas (ui!) se quisermos, temos as armas para nos tornarmos agentes ativos (coça o saco e cospe no chão) de nossas vidas.

O Big Pequeno Brother

Como Zachary Maxwell, um guri de 11 anos de Nova York.

Em 2011 ele começou a encher o saco de seus pais moderninhos, dizendo que queria levar lanche pra escola, ao invés de comer a merenda oferecida pela rede pública. Os pais não concordaram, afinal a cidade havia reformulado os menus, cozinheiras famosas de TV haviam criado receitas gostosas e saudáveis para os pimpolhos.

O cardápio parece delicioso, ainda mais para quem ainda não tomou café, como eu. Nas sextas por exemplo as High Schools de NY servem:

  • Almôndegas Napolitanas
  • Macarrão de grão integral
  • Moro marinara com ervas
  • Feijão verde com alho
  • Sanduíche de pasta de amendoim e geléia
  • Sanduíche de queijo

Dá pra ser feliz com um menu assim, não? Não se as tais almôndegas com macarrão de grão integral se pareçam com isto:

macarraodomal

Como os pais não tinham noção da comida de quartel servida no colégio, Zachary pegou uma câmera e começou a filmar discretamente as refeições. Acumulou seis meses de exemplos, até mostrar tudo aos pais, com a idéia de transformar aquilo em um filme.

Ao contrário de tantos outros casos, onde os pais mandam o moleque ir jogar bola como as crianças normais, ou não prestam atenção afinal ele é só uma criança, ou mandam parar de arrumar briga com a Diretora, os pais de Zac compraram a idéia, montaram uma estrutura de produção na sala e viabilizaram o projeto.

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O resultado foi Yuck – O Filme, um documentário de 20 minutos sobre o triste estado da merenda escolar no Estado de Nova York. Zac está sendo chamado de O Michael Moore da Escola Primária, e o filme já ganhou dois prêmios, além de ter sido selecionado pro Festival de Cinema Independente da Cidade de Nova York.

Aqui a Pizza de Forno com Salada Tricolor, com Brócolis, Couve-Flor e Pimentão Vermelho:

saladanaolevaanada

Um clipe do documentário:

O trailer oficial você acha neste link aqui.

A Secretaria de Educação se manifestou, disse que Zac talvez tenha escolhido as opções sem salada, mas imagens não mentem. Agora o maior problema são os chatos, reclamando por ele ter feito alguma coisa, ao invés de ficar calado, como boa ovelhinha.

Zachary Maxwell é o pesadelo não só da Secretaria de Educação de NY, mas de todo mundo que presta serviços achando que está fazendo favor. As novas mídias sociais têm o poder de ampliar a voz dos idiotas, mas também conseguem ampliar o grito dos excluídos mas criativos. Ser ouvido não depende mais nem da sua causa, mas da forma com que você a apresenta.

Zac poderia apenas reclamar, mas preferiu ser criativo, preferiu ser um rebelde, um desajustado, uma peça redonda em uma cavilha quadrada. Ele representa o ideal de Steve Jobs, no clássico comercial “The Crazy Ones”, aqui narrado pelo brilhante Guilherme Briggs.



Leia Também:

17 May 00:18

Daily strip 17. May 2013

15 May 16:27

Senta Direito, Riker!

by j noronha

Tem coisas que só a internet faz por você. Eu assisti a praticamente todas as temporadas de Star Trek TNG e nunca prestei atenção na maneira como o Número 1 Riker sentava.

O post Senta Direito, Riker! apareceu primeiro em #FKDK.

15 May 11:19

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14 May 19:12

Hospital clowns ...

07 May 18:25

Hybrid Celebrities GIF Creations

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
ivan

MELHOR POST!

It’s alive…..ALIVE!!!















































07 May 15:29

Jay Leno

"Here's something to think about: How come you never see a headline like 'Psychic Wins Lottery'?"
07 May 14:16

Frank Zappa

"Rock journalism is people who can't write interviewing people who can't talk for people who can't read."
03 May 18:28

How not to use the Force

by seemikedraw

Apologies to those who are offended by this rather crass Star Wars cartoon, but I doodled it as I was drifting off to sleep one night and it made me laugh. So there.

03 May 15:16

- Autor(rafael sica)

01 May 01:31

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30 Apr 12:49

Não tem graça.

by Marta Preuss

Vocês me desculpem mas esse vai ser um post forte. É preciso.

Todo mundo gosta de por a culpa em alguém ou achar que nunca vai acontecer por perto. É que vocês têm me magoado com sua postura quando se fala de suicídio. Vocês fazem piadas. Vocês desejam que a pessoa morra longe, escondida, sem atrapalhar o metrô.

Não vejo ninguém questionando se o “corpo na via” se jogou ou caiu por acidente. Ou mesmo teve um desmaio, um ataque cardíaco. Não. Tá no trilho é porque tentou se matar.

Aí todo mundo fica “Af não basta ser um bundão, um covardão, um frouxo de não aguentar a própria vida, ainda atrapalha a vida dos outros” mas vocês, egoístas mimados, não param um segundo para pensar no inferno que aquela pessoa pode estar vivendo.

Vocês ainda acham normais seus problemas de imagem e auto-estima. Vocês acham normal viverem frustrados, de balada em balada, de porre em porre, como se isso sim fosse muita coragem de enfrentar a vida. Não satisfeitos, ainda criam um modelo de vida não só inatingível como também sem conexão com a verdade de cada um e esculacham quem não se encaixa por inveja de não ser quem realmente é.

Pois bem, tenho uma historinha pra vocês.

Eu sempre fui a pessoa mais “feliz” da minha casa. Sempre fui a que tinha mais amigos e a que lutava com menos dificuldade contra a maré de negatividade que é viver em depressão. Tive depressão desde a adolescência, nunca diagnosticada, nunca tratada. Meu modelo de vida era aquele e eu não sabia que existia uma vida diferente daquela.

Quando não consegui mais trabalhar de tristeza, procurei ajuda. Ela parecia ter ajudado. Remédios e terapia. O Rivotril, que vocês tomam feito agua e acham graça. O que vocês falam “haha ele é louco, tomou seu tarja preta hoje?”. O que criativos tomam para aguentar os clientes.

Eu achei que estava bem e voltei a trabalhar, mas a crise voltou. Não conseguia parar de chorar. Não conseguia trabalhar e era um emprego novo para pagar minha pós. Justo eu, a mais feliz. Não tinha o direito de ficar triste. Nem motivo. Mas estava.

Vocês não sabem o desespero que é ter uma doença invisível. Parece tudo escuro, eterno e sem esperança. E vocês chamam de frescura!

A minha “frescura” desesperada me fez tomar seis comprimidos tarja-preta, mas não fizeram efeito. Não parei de chorar. A lobotomia instantânea não funcionou. Então sai para almoçar com um amigo.

No caminho tinha um bar e eu sabia que Rivotril com bebida dava ataque cardíaco. Um jeito fácil de resolver o problema, todos os problemas. Eu não conseguia trabalhar. Eu não servia para mais nada. Aquilo nunca ia acabar e se fosse para viver no inferno, qual seria a diferença?

Tomei uma dose de tequila prata (eu nem gostava da prata!). Mas não tive o prometido ataque cardíaco. Fiquei foi extremamente bêbada e dopada de remédio. Perdi a noção de mim. Não conseguia andar direito nem escrever.

Consegui, ainda assim, subir a Augusta da Alameda Franca até a Paulista. Na Praça do Ciclista, uma das grades faltava. Eu olhei para baixo, pensei “Agora é a hora” e me joguei.

Quase cai em cima de um carro com duas crianças – foi a primeira coisa que me disseram. Eu podia ter sido atropelada inclusive por ônibus, mas não fui. Com certeza atrapalhei o trânsito da hora do almoço. Desculpem por isso.

Desculpa se eu estava desesperadamente sem esperanças, se nenhum médico conseguiu me ajudar e se o remédio que me deram tinha, como efeito colateral, indução ao suicídio. Desculpa se a vida toda me podaram os limites, dizendo que não podia participar das aulas porque tava me achando, e desculpa se eu era paga para mudar corzinha de letrinha e todo meu potencial foi reduzido a nada e eu pirei.

O resto são números: 4 bolsas de sangue, 15 dias de UTI, 2 ossos quebrados, 50 sessões de fisioterapia, o que vocês já sabem.

Não é a primeira vez que uso esse blog para me confessar, e quase posso ouvir minha mãe falando “Marta, não fica contando pra internet inteira que você tentou se matar, que coisa feia”. Mas e se eu vivi para contar? E se a minha função for despertar vocês para seu próprio tratamento e o respeito pela vida alheia?

Cada vez que vocês falam “ain mas não tinha outro lugar pra morrer senão o metrô?” vocês estão caçoando de mim. Cada vez que vocês fazem uma piada com suicida, estão rindo de mim. Cada vez que vocês brincam de “tomei rivotril e fumei maconha”, vocês estão zombando de mim.

Parem.

Parem de ignorar vocês mesmos, parem de ignorar que somos seres vivos, humanos, e temos sentimentos. Parem de encaixar todo mundo no modelo homem-branco-hétero-classe média.

PAREM DE CULPAR A VÍTIMA.

Já que você não consegue ficar chocado a cada notícia de suicídio, pelo menos pare de fazer chacota. Você ajuda as pessoas a desistirem. Não seja isso. Por favor.

Trabalhe todos os dias para ser uma pessoa mais gentil, que entende melhor os outros e mais respeitosa. Pense só um segundo do outro lado. Só isso. Obrigada.

[EDITADO EM 30/04/13]

Talvez não tenha ficado claro, mas isso foi há 2 anos. Eu melhorei muito de lá pra cá, troquei de terapeuta e psiquiatra e voltei a trabalhar. Não tenho crises de choro como antes e controlo bem a minha ansiedade. Não tenho nenhuma vontade de repetir nada disso e tenho muito apoio da minha família, amigos e até emprego.

Espero que vocês achem ajuda e melhorem também. Mas não fiz esse post para vocês. Fiz para quem está super longe desse universo. Não queremos que ninguém passe por isso, por isso conscientizar é importante.

Outros comentários que eu achei importante responder eu respondi. Quem não foi respondido é porque apenas concordo e desejo melhoras.

30 Apr 11:08

History of famous artists

Italian design studio H-57 created a series of brilliant illustrations that show the history of famous artists, musicians, and politicians.

26 Apr 12:38

Professor Encourages His Students to Cheat in Order to Teach Them Game Theory

by John Farrier

test

Peter Nonacs, professor of biology at UCLA, teaches Game Theory in his Behavioral Ecology course. He told his students that for an upcoming exam, they could do anything that would normally be considered cheating:

A week before the test, I told my class that the Game Theory exam would be insanely hard—far harder than any that had established my rep as a hard prof. But as recompense, for this one time only, students could cheat. They could bring and use anything or anyone they liked, including animal behavior experts. (Richard Dawkins in town? Bring him!) They could surf the Web. They could talk to each other or call friends who’d taken the course before. They could offer me bribes. (I wouldn’t take them, but neither would I report it to the dean.) Only violations of state or federal criminal law such as kidnapping my dog, blackmail, or threats of violence were out of bounds. [...]

Once the shock wore off, they got sophisticated. In discussion section, they speculated, organized, and plotted. What would be the test’s payoff matrix? Would cooperation be rewarded or counter-productive? Would a large group work better, or smaller subgroups with specified tasks? What about “scroungers” who didn’t study but were planning to parasitize everyone else’s hard work? How much reciprocity would be demanded in order to share benefits? Was the test going to play out like a dog-eat-dog Hunger Games? In short, the students spent the entire week living Game Theory. It transformed a class where many did not even speak to each other into a coherent whole focused on a single task—beating their crazy professor’s nefarious scheme.

On the day of the hour-long test they faced a single question: “If evolution through natural selection is a game, what are the players, teams, rules, objectives, and outcomes?”

Most students responded by working together:

One student immediately ran to the chalkboard, and she began to organize the outputs for each question section. The class divided tasks. They debated. They worked on hypotheses. Weak ones were rejected, promising ones were developed. Supportive evidence was added. A schedule was established for writing the consensus answers. (I remained in the room, hoping someone would ask me for my answers, because I had several enigmatic clues to divulge. But nobody thought that far afield!) As the test progressed, the majority (whom I shall call the “Mob”) decided to share one set of answers. Individuals within the Mob took turns writing paragraphs, and they all signed an author sheet to share the common grade. Three out of the 27 students opted out (I’ll call them the “Lone Wolves”). Although the Wolves listened and contributed to discussions, they preferred their individual variants over the Mob’s joint answer.

In the end, the students learned what social insects like ants and termites have known for hundreds of millions of years. To win at some games, cooperation is better than competition. Unity that arises through a diversity of opinion is stronger than any solitary competitor.

But that wasn't the end of of Prof. Nonacs's instruction:

But did the students themselves realize this? To see, I presented the class with one last evil wrinkle two days later, after the test was graded but not yet returned. They had a choice, I said. Option A: They could get the test back and have it count toward their final grade. Option B: I would—sight unseen—shred the entire test. Poof, the grade would disappear as if it had never happened. But Option B meant they would never see their results; they would never know if their answers were correct.

“Oh, my, can we think about this for a couple of days?” they begged. No, I answered. More heated discussion followed. It was soon apparent that everyone had felt good about the process and their overall answers. The students unanimously chose to keep the test. Once again, the unity that arose through a diversity of opinion was right. The shared grade for the Mob was 20 percent higher than the averages on my previous, more normal, midterms. Among the Lone Wolves, one scored higher than the Mob, one about the same, and one scored lower

Link | Photo: Alberto G.

24 Apr 15:07

April 20, 2013


Maybe my favorite shirt design ever?

24 Apr 15:06

Scene comparison of Victor Sjöström’s ‘The Phantom Carriage’ ...

















Scene comparison of Victor Sjöström’s ‘The Phantom Carriage’  (1921) and Stanley Kubrick’s famous scene of ‘The Shining’ (1980). (Link)

22 Apr 11:18

Ego

by Andrício de Souza
Você já viu minha página do Facebook? Se quiser ver, clica aqui. Mas não é obrigatório!

20 Apr 23:49

Todo mundo vai pra Europa

by Tati
E posta foto de um lugarzinho ótimo que conheceu por lá. Fica hospedado em um hotelzinho fofo e traz chocolate pra todos na volta. O pôr-do-Sol é sempre mais bonito sem filtro e se não rolar Europa, uma viagem rápida para Buenos Aires já resolve. Todos vão para Buenos Aires e tiram foto com a Mafalda.

Todo mundo já fez esse curso que você quer fazer e todo mundo tem um barzinho favorito. Todo mundo comemora o aniversário em um boteco pretensamente simples, mas caro e chique. Ninguém tem coragem de dizer que o lugar é caro, todos vão do mesmo jeito, pra não ficar feio. Todo mundo adora dizer que é pobre, mas sempre deixando bem claro nas entrelinhas que não é. Todos estão enterrados até o pescoço nas dívidas do cartão de crédito, mas não deixam de ir à praia no feriado, nem deixam de beber depois do trabalho, nem deixam de comprar um celular novo se o atual parece ultrapassado perante os demais. Ninguém deixa de comemorar o aniversário com um esquenta em casa mais uma esticada no boteco mais uma ida à Augusta ("só pros fortes!") se não tiver dinheiro. As pessoas nunca tem dinheiro e, ao mesmo tempo, gastam o tempo todo.

Estamos sendo ultrapassados o tempo todo, por todo mundo. Todo mundo é mais realizado que a gente. Todo mundo termina o namoro e não fica triste, pelo contrário, "aproveita pra piriguetear". Ninguém chora por frustração, tristeza ou saudade. Chora-se por que o seriado foi cancelado, a internet saiu do ar, o jabá foi pra outra pessoa. Chora-se por que não sobrou ingresso para o festival que custa 700$ por dia e ainda não tem line-up definido.

Todo mundo deixa o crachá na mesa pra segurar lugar na praça de alimentação. Todo mundo come pouco e mal e posta foto mostrando que está emagrecendo. Todo mundo está malhando e fazendo reeducação alimentar com acompanhamento médico da "nutri". Todo mundo corre pra pegar o elevador e se veste melhor nos dias de reunião com o cliente. Todo mundo tem vidas paralelas desassociadas dentro de si. São inúmeros personagens paralelos em uma pessoa só, mantidos juntos a base de remédio.

Todo mundo diz que está feliz. Ninguém realmente está.

Photo Credit: camil tulcan via Compfight cc

19 Apr 13:21

Orchestra Hidden Camera Prank [Video]

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)


The guys from Irish RTÉ Two show Republic of Telly surprise random people on the streets of Dublin with some impromptu orchestra music, as soundtrack for what they're doing.


18 Apr 15:59

Photo



18 Apr 15:57

diggly: fucking engineers 



diggly:

fucking engineers 

17 Apr 14:39

Uma timeline para entender melhor Metal Gear

by Sérgio Lopes

Metal Gear Solid V

 

Acho que todo mundo aqui fica louco com a linha do tempo de Metal Gear, pois ela é realmente confusa e longa. Nós mesmos já montamos uma a muito tempo atrás aqui, e agora o pessoal do Gamefront montou uma pontuando os principais eventos e em que jogo ele acontece em Metal Gear e já pontuando eventos do Metal Gear Solid 5. Vale a conferida para conhecer melhor sobre essa fantástica franquia:

metalgeartimeline5

 

[Via: Gamefront]

The post Uma timeline para entender melhor Metal Gear appeared first on Select Game.

11 Apr 18:30

Mini-conto #17 – Uma breve justificativa

by joão baldi jr.

marshall

Eu ando tendo uns problemas no trabalho. Desgaste, cansaço, estão me impedindo de sair pra procurar outra vaga, coisas assim, sabe?  Tive uma conversa franca, tentei argumentar, apresentei propostas, mas as coisas não andaram. Aí um dia esperei todo mundo sair e escrevi nas cascas das bananas que eles deixam no cesto de frutas palavras como “morte”, “terror” e “medo”, de maneira que conforme as frutas forem amadurecendo e as letras forem ficando pretas eles imaginem que o nosso andar tem fantasmas.

Uma vez, não faz tanto tempo assim, acho que em 2009, eu estava numa festa, tinha sido convidado por uma garota. Chegando lá eu parecia estar afim da garota, ela parecia estar afim de mim, mas tinha um cara que também estava afim dela e ele ficava me atrapalhando, tentando queimar meu filme, me pedindo pra tirar fotos dele com ela, tudo pra conseguir me colocar de lado naquela história. Numa certa altura da noite eu apenas desisti da garota, peguei a câmera do cara e, me aproveitando que ela era de filme e ele só veria as fotos depois de reveladas, fui até o banheiro e tirei duas fotos da minha bunda. Entreguei a câmera e fui pra casa.

Também bem recente é uma quebra que eu tive no meu dente incisivo superior causada pelo fato de que eu costumava acionar o bloqueio do meu ipod usando a boca, para poder ler, ouvir música e segurar minha mochila ao mesmo tempo quando estava no metrô, e que ocorreu quando o vagão deu uma freada brusca e eu senti alguma coisa estranha na boca mas achei que não era nada. Depois notei que era um pedaço de dente, mas agi como se não fosse nada do mesmo jeito.

Em outras oportunidades nos últimos 3 anos eu já: discuti com a minha namorada porque ela chama microondas de micro e eu acho que micro é o microcomputador; já me tranquei do lado de fora de um quarto de hotel duas vezes na mesma noite;  gastei seis meses para conseguir instalar um filtro de água cuja instalação era tão simples que eles nem mandavam manual de verdade e quando eu telefonei pro atendimento ao cliente a moça disse que “até uma criança conseguiria”; não consegui manter viva por uma semana uma planta que a minha mãe tinha me dado de presente alegando que “essa é uma das que precisam de menos água e luz, até você dá conta”.

Tive dificuldades extremas para exercer atividades como desarmar alarmes domiciliares, abrir portas, encontrar coisas em espaços reduzidos como porta-luvas e gavetas, ler instruções de gps, diferenciar vegetais e conseguir fazer a net funcionar na minha casa mesmo com o receptor e a televisão em perfeito estado. Também esqueci uma melancia em cima da pia e fiz uma viagem de dois dias, comi um palmito sem ver o prazo de validade no pote e passei a noite em claro tendo pesadelos sobre botulismo (mesmo sem saber os sintomas do botulismo), tentei abrir uma daquelas latas de atum que tem anelzinho mas o anelzinho não apenas se soltou e cortou a minha mão como a lata continuou fechada, aí usei o abridor e não apenas cortei de novo a mesma mão como deixei a lata cair no chão. Aí ela abriu, é claro.

Nesse meio tempo também peguei o metrô no sentido errado mesmo fazendo o mesmo trecho nos últimos três anos, achei que o polegar era o dedo menor da mão, confundi esquerda e direita e num dia de calor mantive a geladeira aberta e me sentei diante dela numa cadeira lendo um livro. Ah, e nunca consegui plugar de primeira nenhum cabo, seja hdmi, usb, de joystick ou mesmo de fone de ouvido. A média é três a cinco tentativas.

E apenas por causa de coisas assim, vó, eu acho que a senhora muito provavelmente tá enganada e ainda não tá nem perto da hora de dar um bisneto pra você. Melhor sentar e esperar mais um bocado, sério. Falo de coração.


Filed under: é como as coisas são, crise de meia meia idade, Declaração de princípios, situações limite, teorias, Vida Pessoal Tagged: aí não, aí sim, abraço pra família, avôs, é a vida, consequências naturais dos textos anteriores, dramas da vida real, espero que essas fotos nunca venham a tona, eu escolhi esperar, familia, justificando informações, maturidade, para reuniões de família, período fértil, problemas, problemas práticos, vida adulta, Vida Pessoal
05 Apr 13:48

Mixed news everyone: update, help search, report and pics.

Mixed news everyone!

1. First and the most important: thank you everybody for your donations. We now have enough to secure our servers for the next two months or so. You can donate using Flattr or using bitcoins: 1JMYDeTaJHvfL6stbvwNdbY8zVqWfEnucU.

2. We’ve got an incredible amount of emails during last three weeks. There’ve been several days when all three of us were busy mostly dealing with user requests. If you believe that The Old Reader is missing something (and it surely is), please go to our Uservoice page, browse the issues (most likely, someone has already created your suggestion), and vote for the ones you like. Also you can see what’s already planned there. And please, check our Status page or subscribe to our Twitter account — we are updating these two on current issues.

We only have that much time during the day to spare on this project, and we would prefer to spend it making The Old Reader more reliable or implementing new features, not removing duplicate feature requests or explaining how to create a folder.

We are focused on making everything work for the vast number of users and feeds, for now this is our top priority.

image(image by ProlificPen)

3. We could really use some help on the Ruby on Rails front. If you have experience engineering medium-size websites, and you’d like to become a part of our small team, please, drop us a line to hello@theoldreader.com. If you have any other suggestions about how you can help us, feel free to email us as well. Or just spread the word, that’d be much appreciated.

We can’t pay you a huge pile of money, but we still have something interesting to offer.

4. Cool graphs, no?
cool graphs

02 Apr 19:35

Da necessidade de canais incomuns para escape de frustração em situações de irritação repetitiva

by joão baldi jr.

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Daí que você tem um problema. Não é um problema novo, não é um problema grande, não é um problema dramático, não é um problema inédito, é apenas um problema. Ele já vem de algum tempo, ele já vem consumindo algum esforço, ele já foi comunicado a todas as pessoas com quem você tem contato o bastante para comentar sobre algum problema seu. Com algumas você abordou o problema de forma vaga (“ah, sei como é, também tenho esse problema”), com outros de forma pormenorizada (“então, e por causa disso, disso e disso, isso é um problema, me deixa trazer o retroprojetor, eu fiz umas lâminas”), mas nesse meio tempo o problema persistiu, não foi resolvido, e a duração dele não fez diminuir o seu nível de contrariedade em relação ao problema. Na verdade ele apenas vem aumentando.

E você quer falar sobre ele com sua namorada o tempo todo. Na verdade você tem a impressão de que fala sobre ele com a sua namorada o tempo todo. Mas isso te parece chato, te parece cansativo, e não parece justo com ela. Afinal, quando vocês se conheceram era tudo all fun and games e spray de chantilly e agora você fica nessa de só falar de problemas? Então você tenta evitar. Não acha que consiga, não acha que esteja dando certo, mas se sente um pouco aliviado de pensar que não está falando do problema sempre que está pensando no problema. O que é bom, já que você está sempre pensando no problema.

E você quer falar com sua família sobre o problema. Mas sabe como são famílias. Pra sua mãe todo problema é um grande problema, e ainda mais sendo o seu problema, se trata de um imenso problema. Se você continuar falando com ela sobre o problema ela não vai conseguir falar com você sobre nada além do problema e por mais que você efetivamente não ande pensando em nada além do problema, você gosta de ideia de que, ao menos quando falar com a sua mãe, não vai precisar pensar no problema. Ainda que você vá pensar no problema. Com seu irmão você não fala sobre o problema porque ele te recomendaria malhar e bater no problema, e você não apenas não quer malhar como não acha que violência seja a solução pro problema. Ao menos não por enquanto.

E você tenta se controlar em relação aos seus amigos também, claro. Não que funcione muito bem também, claro. Mas você não quer ser o cara que enquanto todos estão falando de atividades interessantes e divertidas fica falando apenas sobre o próprio problema. Férias em Aruba? Eu tenho um problema. Festinha no sábado. Então, tem meu problema. Estamos pensando em adotar uma criança. Espero que ela nunca tenha o meu problema, porque é um grande problema. Meu problema. Então você tenta evitar falar sobre o seu problema, mas tudo que te passa pela cabeça é o seu problema e no seu íntimo você acha que todos estão sendo meio insensíveis de não levar mais a sério o seu problema, já que ele é o seu problema. Ainda mais porque as lâminas já estavam prontas e o retroprojetor não se carregou sozinho.

E é assim que, num dia normal, você, no tempo que demora pro sinal da maquininha do visa pegar, apenas por falta de qualquer outra válvula de escape, já que tem a sensação de que já encheu sua namorada, sua família, seus amigos e todo mundo mais que você conhece, resolve falar sobre o seu problema pro entregador de pizza. E como o sinal é realmente péssimo, você tem tempo pra falar dos detalhes, contar as nuances, comentar suas aflições e, enquanto finalmente espera o “processando” sair da tela, você ouve uma frase que, ainda que dita no tom mais desinteressado do mundo, te ensina uma valiosa lição sobre as proporções de sofrimento, a relatividade da dor e o empirismo da realidade. “Bem, mas pelo menos você não precisa trabalhar de sábado, final de semana, né, fera? Tem que ver isso aí também”.


Filed under: é como as coisas são, Desocupações, Rio, Sem Categoria, Vida Pessoal, vida profissional Tagged: aí não, aí sim, abrindo o coração, amigos, aprendendo com delivery, é a vida, compartilhamento de informações, diluindo reclamações, dramas da vida real, entregas, máquina do visa, mundo sem sentido, pelo menos eu não trabalho no final de semana e fico sempre grato por isso, pessoas, pizza, problemas, retroprojetor, tem que refletir, teorias, Vida Pessoal
02 Apr 13:22

02. April, 2013

02 Apr 11:58

03.17.2013

Archive Cyanide and Happiness, a daily webcomic
27 Mar 18:03

Russos malucos subiram ilegalmente nas pirâmides do Egito e tiraram estas fotos inacreditáveis

by Max Read

Semana passada, um grupo de fotógrafos russos aparentemente escalou a Grande Pirâmide de Gizé, no Egito. Eles se esconderam de guardas por quatro horas após o fim das visitas e começaram a subir. Segundo um dos fotógrafos, escalar a pirâmide pode dar punição de um a três anos. Mas valeu a pena. “Fiquei sem palavras”, ele escreveu. “Senti um prazer arrepiante, uma felicidade absoluta.” Eis alguma das fotos:

original (1)

Como eles estavam visíveis para os guardas, a maior parte das fotos foram tiradas enquanto eles estavam deitados:

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original (4)original (5) original (6)

 

[Mister-MaratRaskalov via EnglishRussia]