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07 Jun 23:43

No Words

by Bill Harris

A car pulled up beside me in a parking lot.

I heard a window go down, and when I looked inside the car, I saw a black man about my age, with a blue fabric mask pulled down below his nose. 

He was sitting inside a dark Oldsmobile 88 from the mid 90s. There was trash in the floorboards, and the ashtray had a partially smoked Swisher Sweet cigar with the plastic tip.

"Excuse me, sir." he said. "Can you tell me how far I am from downtown?"

I pointed. "Not far. It's only a few minutes from here."

"Can you give me directions to the Spectrum Hospital Cancer Center? My phone is out of battery."

"Sure," I said, pulling out my phone. He looked worn, somehow, like people do when things have been wrong for a long time.

"How far is it from here?"

"A little over two miles," I said. 

"Two miles? Man." He looked at me. "I just bought this car, and it's a piece of crap. I haven't even cleaned it up yet." He moved his left leg. "I hurt this leg in the service."

Ah. 

This sounded like a scam, but I didn't react, because people who run this kind of con fascinate me. Plus I liked this guy. He had a soft-spoken, gentle quality.

"There's a product to plug the radiator until you can get it fixed, but it costs twenty-three dollars." He reached into his pocket and pulled out a small group of crumpled, folded bills, showing them to me. "I'm twelve dollars short."

"I'm sorry, man," I said. "I don't carry any cash. Who carries cash anymore?"

"Almost no one," he said. "Nobody carries cash."

"If you have some paper, I'll write down the directions for you," I said. "You just get on Lake and it takes you to downtown."

"That's all right," he said. "I'll find my way."

I turned to walk away, but I'd only gone a couple of steps when I came back. "Can I ask you something?"

"Sure," he said. 

"Look, I'm going to apologize in advance if what I ask offends you. It's really awkward."

"Don't worry about it. It's good."

"All right," I said. "Again, I apologize if I'm wrong, but what you just did has a lot in common with someone running a con. I'm a writer, and people who are good at doing this really fascinate me, and you're good at it. Would you mind if I asked you some questions so I can learn how you put this together?"

He looked at me for a few seconds, and he said, "I like you, brother. I'll tell you." He looked away for a moment, then he looked at me and said, "The throes of addiction make you do things you're not proud of."

"I understand," I said. "And I'm sorry you're struggling with that."

"What do you want to know?" he asked. 

"I can't understand how someone can approach a total stranger and gain their confidence to the point that they give them money. How do you handle the conversation?" 

"You have to establish control. You do as much of the talking as you can, and you give them so many details that they can't concentrate on just one. You just don't give them the chance to say no."

"How do you build the pitch?"

"The pitch doesn't really matter," he said. "What matters is you look them in the eyes, and you're polite. You're polite at all times."

"So how do you handle the moment when someone becomes suspicious? I assume most people have resistance to what you're telling them. How do you get past that and make them trust you?"

"You offer them something of value. If you have an iPad, you let them use it to look something up. Or you offer them something that they know is valuable to you. That makes them think that what you're saying is true."

"You were really, really smooth," I said. "How long have you been doing this?" 

"Too long," he said. "In rehab, they said that people with addictions are powerful persuaders, because we're desperate. I lost my wife, and my car, and a ranch-style home. I lost it all. I'm almost living out of my car at this point."

"Man, I'm sorry," I said. "I  can't even imagine what that must feel like."

"Nothing else matters when you're addicted. You won't spend a dollar on anything else. I've had three of these 88s. I buy them used, in bad shape, and I run them until they're ruined. Blew the "A" gasket on the first two. It'll blow on this one, eventually."

"What are you going to do?"

"I've got a plan to get free. God is working with me." He said it like a wish.

"Listen, do you have an address where you can get mail? I'll send you twenty dollars, just for the conversation."

"No, brother, you keep your money," he said. "It felt good to let it go."

"I hope you make it," I said.

"So do I."

I shook his hand, a long handshake, and walked away.

07 Jun 23:34

A Saga do Brasil na Estação Espacial Internacional

by Carlos Cardoso

A participação do Brasil no projeto da Estação Espacial Internacional foi uma saga de incompetência, mentiras, promessas não-cumpridas e o mais puro jeitinho brasileiro de empurrar com a barriga. Neste longo e tardio artigo vamos acompanhar passo a passo essa jornada épica a lugar nenhum. Pegue um conhaque, tome com um Prozac, e acompanhe.

Not yours, Brazil. (Crédito: NASA)

Em 2010 um documento1 do Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica a Câmara dos Deputados dava como encerrada a participação brasileira no projeto da ISS – Estação Espacial Internacional. A rigor o Brasil já estava de fora oficialmente bem antes, em 2008, quando a NASA celebrou os dez anos a Estação Espacial Internacional2, sem nenhuma menção ao Brasil.

1 – A Estação Espacial Internacional

Parece incrível, mas a ISS nem sempre esteve lá onde está. Ela já foi muito menos espacial e principalmente muito menos internacional. Sonhada desde os anos 1960, a estação espacial substituiria o modesto e atormentado Skylab, e ofuscaria a Mir russa.

Em 1984 A então batizada Estação Espacial Freedom foi anunciada por Ronald Reagan, que logo percebeu que espaço é caro, muito caro. Ele tentou uma parceria com a Inglaterra de Margareth Thatcher, mas ela era a Dama de Ferro, não de Ouro, e não tinha grana pra bancar o projeto.

Rapidamente a solução foi reduzir as expectativas, mudar o nome pra Estação Espacial Alfa, e oferecer parceria para Europa e Japão. Em 1993 os sonhos de uma Guerra Fria no espaço caíram por terra, a única chance da ISS sair do chão era com ajuda dos comunistas, por mais que isso colocasse em risco nossos preciosos fluídos vitais.

Ronald Reagan apresenta a Margaret Thatcher um modelo preliminar da Estação Espacial Freedom. (Crédito: Reagan White House Photographs / White House Photographic Collection)

Assim em Setembro de 1993 Al Gore, Vice-Presidente dos EUA e a Viktor Chernomyrdin, Primeiro-Ministro russo anunciam a intenção de desenvolver em conjunto uma Estação Espacial. Os países que foram convidados para a Alfa são confirmados, novos países são chamados a participar do projeto, entre eles a 8ª Economia do Mundo, o glorioso salve-salve Brasil.

2 - A Proposta Irrecusável

O convite veio em 1996, quando o Brasil, extremamente otimista assinava acordos de cooperação espacial com todo mundo, e a administração Clinton era favorável ao Governo FHC. Fomos o único shithole país em desenvolvimento convidado para o Projeto da Estação Espacial.

Em um documento de título longuíssimo3 assinado em 14 de Outubro de 1997 era detalhada a participação brasileira na ISS. Nele o Brasil se comprometia a entregar os componentes entre Novembro de 2000 e Janeiro de 2004. As peças (descrição detalhada no documento) eram:

  • Instalação para Experimentos Tecnológicos (TEF)
  • Janela de Observação para Pesquisa – Bloco 2 (WORF-2)
  • Palete Expresso para Experimentos na Estação Espacial (EXPRESS)
  • Container Despressurizado para Logística (ULC)
  • Adaptador de Interface para Manuseio de Carga (CHIA)
  • Sistema de Anexação ZI-ULC (ZI-ULC-AS)

Tecnicamente não eram essenciais. Ou melhor, eram componentes necessários, mas não estratégicos. Havia tempo caso algo desse errado.

Eles seriam produzidos no Brasil, seguindo especificações fornecidas pela NASA e fabricantes americanos, como a Boeing. O custo estimado pela NASA foi de US$120 milhões, ou US$196 milhões, em valores de 2021.

No Brasil o sinal de que as coisas não iriam dar certo já apareciam. Em uma notinha no Jornal do Brasil, em 13 de Outubro de 1997 era dito:

“Convênio garantirá ao Brasil participação em uma estação espacial construída pela NASA. O Brasil terá que entrar com US$12 milhões, mas a proposta do Congresso só prevê US$4 milhões”

Mau sinal (Crédito: Jornal do Brasil)

A gente já viu esse filme.

O governo exaltava o acordo dizendo que traria know-how para a indústria nacional, e em troca teríamos acesso a experimentos, hardware, espaço de carga na ISS e principalmente um astronauta brasileiro participaria de pelo menos uma missão na Estação Espacial. Com muita fanfarra foi anunciado em 1998 que o então Capitão Marcos Pontes havia sido selecionado, e iria treinar em Houston para sua eventual missão.

Em terra, as coisas não iam tão bem. A Embraer havia sido selecionada para construir os componentes, e terceirizaria o projeto envolvendo mais 15 empresas, incluindo a Boeing, mas não houve repasse de verbas. Em verdade o orçamento do MCT sequer contemplava o projeto da ISS, e a Boeing levou um calote de US$15 milhões em 1998. A Embraer entubou ainda mais, deixou de receber US$20 milhões.

Vai dar tudo certo. (Crédito: Jornal do Brasil)

3 - Problemas no Paraíso

A NASA discretamente começava a correr atrás de fornecedores alternativos, enquanto no Brasil a gente empurrava com a barriga. A Embraer acabou admitindo que não teria como produzir os seis componentes, que seriam capazes de construir apenas o Palete Expresso (Express Pallet, no original)  para Experimentos na Estação Espacial, que é basicamente uma estante de metal. Só que ele custaria US$300 milhões4, dos US$120 milhões alocados para o projeto inteiro.

Nossa participação equivalia a 0.12% do custo5 total da Estação Espacial, mas era suficiente para causar atrasos ao cronograma do projeto. A NASA cobrou do Brasil a entrega do componente mais crítico, o Palete Expresso. Ele estava planejado para subir em 2006, deveria ser entregue em 2001 e já era 2002.

A Embraer agora dizia que podia reduzir os US$300 milhões do Express Pallet para US$140 milhões6, o que ainda era US$20 milhões além do orçamento original pra todos os componentes.

Partes da Estação Espacial que cabiam a cada país. Brasil é em laranja. Clique para ampliar (Crédito: NASA)

A NASA foi enrolada de Junho a Outubro, quando o Brasil admitiu que não tinha como entregar o tal Palete. E não iríamos mais construir os projetos mais complexos, como a Janela de Observação WORF-2.  (sim, pessoal da NASA assiste Star Trek)

Internamente a NASA queria detonar a participação brasileira, mas diplomacia morre de medo de criar climão e causar cenas, então foram feitas novas propostas. O Brasil construiria o Container Despressurizado para Logística, que é pouco mais que uma caixa de metal e materiais compostos, e 43 FSEs, Flight Support Equipments7, adaptadores genéricos para interfacear sistemas na estação.

O Brasil disse que não terá como fazer o tal Container, mas se comprometeu a produzir os FSEs, a um custo de US$8 milhões. Eles precisavam estar prontas em 2006.

Nesse momento o Brasil caiu num buraco negro estatal.

Entre 2002 e 2004, silêncio total de rádio. Diz o DefesaNet:

“Segundo dirigentes da NASA declararam à imprensa internacional em abril de 2006, desde 2004 os contatos com a agência brasileira saíram por completo de cena. O Brasil simplesmente se escondia de suas atribuições e cobranças.”

Para piorar, o Brasil, como bom caloteiro orgulhoso, estava indignado com a retirada de Marcos Pontes dos cronogramas dos próximos vôos. Ele deveria embarcar em um ônibus espacial em 2007, mas o acidente com o Columbia fez a NASA encolher o número de futuros vôos planejados, e de qualquer jeito o Brasil ainda não havia entregue NADA do prometido.

Ainda era possível ver a bandeira brasileira espalhada pela NASA (Crédito: NASA)

4 - Pobres mas Orgulhosos. E Exigentes.

Roberto Amaral, Ministro de Ciência e Tecnologia chegou a cobrar via imprensa um vôo para Marcos Pontes, era questão de orgulho nacional. Ao mesmo tempo na NASA o clima era o pior possível. O próprio Pontes relata8 que não tinha mais o que dizer em reuniões, já estava sem desculpas. Nos corredores da NASA ele desviava para não ter que encarar as pessoas.

Os tais FSEs? Ninguém sabe. Mesmo. Foram literais ANOS sem avanço.

Agindo por conta própria Marcos Pontes foi atrás de parceiros comerciais, e chegou ao SENAI, do qual havia sido aluno. Ele conseguiu convencer o SENAI9 a produzir os FSEs, segundo as especificações da NASA, a CUSTO ZERO PARA O GOVERNO BRASILEIRO.

O racional era que teriam equipamentos no espaço com o selo MADE IN SENAI, e em termos de propaganda isso seria insuperável. Tipo mandar um Tesla pro espaço.

5 - Problema resolvido, certo?

Se você disse certo, first week in Brazil, am I right?

Em Abril de 2005 foi noticiado que o SENAI construiria 38 FSEs (mais tarde reduzidos a 33) e o primeiro protótipo seria entregue em um ano, mas Pontes garantiu que o fariam em 120 dias. De novo, de graça. A Agência Espacial Brasileira havia orçado os tais FSEs a R$86 milhões.

Em Junho de 2006 o SENAI ainda estava fabricando o primeiro dos FSEs10. A AEB chegou a propor trocar os FSEs por uma câmera de satélite que eles juram o INPE seria capaz de construir.

Um dos FSEs. (Crédito: INPE/NASA)

O atraso não foi culpa do SENAI. Eles simplesmente não conseguiram furar a inércia e burocracia estatal, os agentes do governo que viam a Estação Espacial com extrema má-vontade tinham interesse zero em avançar o projeto, então engavetavam os pedidos de especificações e dúvidas técnicas, o que levaria alguns minutos entre empresas parceiras levava semanas com a AEB intermediando.

De novo estava claro para a NASA que o Brasil não conseguiria entregar os 18 (sim, reduziram de novo) FSEs, orçados em US$8 milhões. Eis que veio a facada nas costas:

6 - O Vôo de Marcos Pontes para a Estação Espacial

Desde 2004 que o Brasil tinha dúvidas se Pontes iria ao espaço pela NASA. O Governo era cobrado pelos US$500 mil investidos em seu treinamento, e o próprio Pontes estava BEM descontente com a forma com que foi tratado, sendo taxado de herói nacional em público, mas como indesejável internamente. Muita gente nunca engoliu ele ter conseguido o acordo com o SENAI, e sua posição apoiando a NASA também não era nada popular entre os caloteiros, digo, políticos brasileiros.

Mesmo assim era preciso um cala boca geral, e em 30 de Março de 2006, a bordo de uma Soyuz, subiu para a ISS o Cosmonauta Marcos Pontes, mas ele não fazia parte oficial da Expedição 1311, que para a NASA constava do Comandante, Pavel Vinogradov, e do Engenheiro de vôo Jeffrey Williams.

Imagem oficial da NASA da Expedição 13 (Crédito: NASA)

Pontes não consta das fotos oficiais, ele foi levado como “carga”, ou de forma mais delicada, como um turista espacial. A imprensa logo levantou essa lebre, mas a abordagem do New York Times12, chamando Pontes de “caroneiro” está errada.

Ele foi um passageiro pagante, e muito bem pagante. Os russos estavam passando por um perrengue financeiro, e ofereciam vôos para a Estação Espacial Internacional para turistas. A NASA não gostava muito mas era o jeito. Desde Denis Tito em 2001, vários visitantes pagaram para conhecer a Estação. O mais recente, Gregory Olsen, pagou por volta de US$20 milhões13, então imagina-se que Pontes não saiu muito mais barato.

Na cabeça dos americanos a conta era simples: “A gente negocia um monte de peças por US$120 milhões, vocês enrolam, não entregam, renegociamos até um pacote de US$8 milhões, vocês dizem que não tem dinheiro, mas pagam US$20 milhões pra mandar um sujeito ficar 9 dias no espaço?”

Nota: Oficialmente o Governo Brasileiro diz que o custo do vôo de Pontes foi de US$11,2 milhões. (Fonte: Este documento aqui, página 171. JURO.)

Em Terra, sonho realizado, Pontes vai para a Reserva da Aeronáutica e começa a criticar o Governo, que o corta totalmente.

“Sou a única pessoa que pode falar oficialmente com a Nasa”, disse em 2006 Raimundo Mussi, gerente do Programa ISS-Brasil da AEB.

Segundo ele as renegociações estavam quase no final, e o Brasil tinha reservado naquele ano R$5 milhões do orçamento da AEB para a Estação Espacial. O que dava na época US$2,2 milhões. Uns 15% do que custou o vôo de Pontes e ¼ do custo projetado das FSEs.

No mesmo ano, antes do SENAI conseguir entregar seu protótipo, o Brasil recebeu uma carta da NASA dizendo “Obrigado, não precisa mais”. Outros fornecedores foram alocados para produzir em regime de emergência as FSEs, e o resto dos equipamentos já haviam sido construídos ou estavam em fase de entrega.

7 - O Sonho da Estação Espacial Acabou

Em Maio de 2007 um artigo do Estadão, citando John Logsdon, Conselheiro da NASA, foi taxativo: “Brasil está fora do projeto da estação espacial”.

Logsdon aponta corretamente que a paciência da NASA acabou. Dez anos de promessas vazias, uma bolada nas costas pagando ao “inimigo” pra levar um astronauta de pirraça para a Estação que o país não contribuiu com um parafuso. Em nome da diplomacia não haveria uma expulsão formal, o Brasil seria ignorado, ostracizado.

Sem nunca deixar explícito, a NASA removeu o Brasil do programa da Estação Espacial Internacional. As bandeiras foram retiradas dos cartazes e da decoração, tanto em terra quanto no espaço, e em Novembro de 2008 um press release15 comemorando os Dez Anos da Estação Espacial não menciona o Brasil entre os membros do projeto.

Da nossa parte, um monte de gente começou a irracionalmente tentar justificar de forma racional o injustificável. Houve quem dissesse que o Programa da Estação Espacial era uma forma dos Estados Unidos alinharem o Programa Espacial Brasileiro com o deles, em detrimento de nossa soberania. No já citado documento sobre a Política Espacial Brasileira1 (página 154), de 2010, é dada a inacreditável desculpa: O programa não era bom pois as empresas brasileiras construiriam projetos já prontos, ao invés de “desenvolver” a tecnologia.

“A negociação do Inpe com a Nasa e a Boeing (sua empresa contratada) mostrou-se morosa e foi definido um modelo onde o Inpe atuaria efetivamente como contratante principal tendo as empresas nacionais como subcontratadas, somente para a etapa de fabricação, pois o projeto seria elaborado por empresas estrangeiras, ocorrendo no exterior o desenvolvimento inicial de vários itens, ou seja, o Brasil financiando o desenvolvimento em outro país. Etapas estratégicas para o desenvolvimento tecnológico do país, como o desenvolvimento de itens eletrônicos (a chamada aviônica), dificilmente seriam passadas para as empresas brasileiras. Finalmente a não colocação de recursos adequados por parte do Brasil determinou o término do referido programa.”

Ou seja: A culpa não é nossa. A culpa é das estrelas. E só levamos dez anos para perceber isso.

A Saga do Brasil na Estação Espacial Internacional não é a primeira nem a última cooperação científica internacional onde o Brasil só entra para passar vergonha. Só é, de longe a mais longa, constrangedora e o suprassumo de todas as vis características dessa terra e dessa gente, que garantem de forma absoluta: O Brasil não tem a menor, a mais remota chance de dar certo.

Fontes:

  1. A Política Espacial Brasileira
  2. Nations Around the World Mark 10th Anniversary of International Space Station
  3. Ajuste Complementar entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América para o Projeto, Desenvolvimento, Operação e Uso de Equipamento de Vôo e Cargas Úteis para o Programa da Estação Espacial Internacional (ufa!)
  4. Brasil pode perder sua participação na ISS
  5. EEI - A história de uma crise anunciada: AEB versus NASA
  6. Brasil pode perder sua participação na ISS
  7. Brazilian Industry Conference on the Contract Flight Support Equipment #1
  8. NASA PODERÁ MUDAR A PARTICIPAÇÃO BRASILEIRA NA ISS
  9. Peças brasileiras para a Nasa
  10. Brasil quer trocar peças da ISS por câmera
  11. Expedition 13
  12. Brazil's Man in Space: A Mere 'Hitchhiker,' or a Hero?
  13. Gregory Olsen - American scientist and entrepreneur
  14. País renegocia acordo com a Nasa e descarta Pontes
  15. Nations Around the World Mark 10th Anniversary of International Space Station

PS: ESQUECE ALCÂNTARA!

A Saga do Brasil na Estação Espacial Internacional

06 Jun 14:03

FPTs: Pure Fungibility on the Blockchain

by Stephen Diehl

FPTs: Pure Fungibility on the Blockchain

You may have heard a lot about NFT speculative mania in the news and how people are shelling out millions of dollars of monopoly money for digitally signed URLs. And I too initially thought this was an absurd farce and that the emperor was running around with no clothes, up until I realised a way I could personally profit from it, and then it all made perfect sense. It’s time to lean into the crypto grift but with purity.

The key idea of this functional pearl is based on the simple notion that we shouldn’t be trading URLs to Nyan Cat GIFs for millions of dollars, but instead we should be trading pointers to functions for billions of dollars!

Now say you wanted to do some super complex logic, like printing to stdout. Normally we would perform the arcane dark category theory rites and summon the IO monad from the nameless void with the following incantation:

main :: IO ()
main = print "Hello World"

Now this works just fine, but it has a serious problem. It doesn’t involve blockchain. Let’s fix that:

import Control.Monad.Fpt

helloWorld :: FPT '[IO] ()
helloWorld = bid $ 100000 (print "Hello World")

There we go, now this this function involves a monadic wrapper which encodes what we call an FPT (Functional Programming Token) represented at the type level. It is a higher kinded type that wraps a type-level list of effects of the functions we wish to bid on for evaluation. In this case we’re bidding $100,000 for the exclusive rights to print “Hello World” to the screen. This is probably too low an ask, but it’s just an example.

Now instead of just evaluating the IO function directly, we want to evaluate it exclusively using the paradigm-shifting power of the blockchain to write to stdout. We do this by providing our bitcoin private key in the first argument to the runFpt function which evaluates the auction monad to bid on the evaluation of the function we wrote.

main :: IO (Either MoarMoney ())
main = runFpt privKey $ embedToFinal @IO helloWorld
  where
    privKey = "$PRIVATEKEYHERE"

This function will run for about 32 hours while your transaction propagates through the bitcoin mempool, then through a bunch of coal-guzzling server farms in Xinjiang. This ultimately burns through an acre of rainforest in the Amazon, but we can ignore that because it’s an unobservable side effect. If the market is good it will eventually evaluate and yield a response. The result is wrapped in a Either value where the right success value will contain the result of your function or a left failure value in the case where you’ve been outbid. If you’ve been outbid, you’ll simply have to bid higher to evaluate your code because that’s how code under capitalism works.

Many people claim that lazy evaluation is actually a misfeature. Au contraire, consider the real world application of computing the nth Fibonacci number. Since every call to fib will cost us upwards of tens of thousands of dollars (depending on rapidly fluctuating exchange rates) we want to minimize the evaluation of unnecessary calls to the market. With FPTs we’ve finally found the only killer application of laziness: not draining our bank account with useless computation.

fib :: FPT '[IO] ()
fib 0 = pure 0
fib 1 = pure 1
fib n = liftM (+) (fib (n-1)) (fib (n-2))

In the brave new frontier of cryptocurrency our business logic will probably involve some combination of money laundering, ransomware, securities fraud, puppy smashing and IO. It’s important to note that effects aren’t necessarily commutative, we don’t necessarily want to smash the puppies before we launder money, but we can do securities fraud and launder money commutatively. And we’ll probably end up adding a logging interface after-the-fact if our budget affords that level of luxury.

To facilitate with money laundering there is a set of wrappers provided by Control.Monad.WireFraud module which provides a high-level streaming interface for cleaning money tied to crime in a space-efficient way. Simply chain together a bunch of sources and sinks using the launder combinator, which will compose the dirty funds through a series of seemingly legit business and the output will be squeaky clean and run in constant memory.

import Control.Monad.WireFraud

launder :: DodgySource m o -> LegitSink i

Using the effect system of FPT we can magically combine all of this business logic together locally into a single token and then put it up for auction.

cryptoBusinessLogic :: FPT '[IO, Puppy, LaunderMoney] ()
cryptoBusinessLogic = bid $ 10000000 $ do
  profits <- runRansomware
  launderMoney profits drugCartels
  void $ smashPuppies

As with NFTs this token can itself become a laundering instrument, so an FPT can become a higher-order money laundering token in which we launder money through money laundering, just like we do with higher order functions. This “Internet Computer” is vastly more advanced than just shuffling art for organized crime around in a freeport in Switzerland.

Perhaps it’s a valid criticism that functional programmers aren’t concerned with the side effects of their work, and fair enough … only time will tell on that. But at the very least we should be able to use the type system to abstractly model the harm we do to the world at a more granular level using advanced type system features. Because at the end of the day purity and fancy types are what really matters.

The FPT token presale starts next week. To the moon. 💎🙌🚀

22 May 00:37

papapupi: … vía  papapupi

papapupi:

… vía  papapupi

21 May 14:39

Europa lleva años exportando su reciclaje de plástico. Lo que exporta en realidad es prenderle fuego

by Mohorte

Europa lleva años exportando su reciclaje de plástico. Lo que exporta en realidad es prenderle fuego

La humanidad tiene un problema con el plástico. No es ninguna novedad. En 2018 la agencia medioambiental estadounidense calculaba que sólo éramos capaces de reciclar un 8,7% del plástico producido a lo largo de un año. En este proceso no todas las partes del mundo son igual de responsables. Europa y los países más desarrollados consumen más materiales plásticos que otros. Pero no disponen de la infraestructura necesaria para reciclarlo. Durante años, su solución ha pasado por exportarlo.

O eso creíamos.

Mantenlo prendido. Una investigación de Greenpeace en Reino Unido publicada esta semana ilustra lo que sucede con nuestro plástico cuando llega a los vertederos de otras partes del mundo. El trabajo se centra en Turquía . Desde que China pusiera fin a sus importaciones de residuos en 2017, Reino Unido y Europa tuvieron que buscar alternativas. Una de ellas fue Turquía, y en particular los vertederos de Adana. Si en 2016 los puertos británicos enviaron 12.000 toneladas de plásticos al país, en 2020 la cifra había ascendido a las 209.000 toneladas. Un 30% del total.

Y digo fuego. ¿Y qué sucede con ese plástico que sale de Reino Unido y termina en Turquía? Sobre el papel, se recicla. En la práctica, se le prende fuego. En su visita a las escombreras, la oenegé encontró restos calcinados de productos de Tesco, Aldi, Sainsbury's, Lidl y Marks & Spencer, algunas de las principales cadenas de supermercados del país. Ni las tiendas cumplen con sus supuestos compromisos medioambientales ni el gobierno británico hace negocio sostenible con el reciclaje. Lo único que Reino Unido (y Europa) han estado haciendo es externalizar la quema.

Mala idea. Sabemos que prenderle fuego a la basura no es lo ideal. El motivo principal es la contaminación. Las tan afamadas centrales de energía suecas que funcionan con basura sobrante de otros países europeos generan más emisiones que sus pares de carbón o gas natural, y hablamos de dos de las formas de generar electricidad más contaminantes que el ser humano haya ideado jamás. Quemar basura no computa como reciclar. Esto es algo que Europa y Reino Unido sabían de antemano cuando comenzaron a exportar su plástico a Turquía, por cierto.

El país sólo recicla un 12% de sus residuos.

Negocio sucio. En 2018, un año después de que China cerrara el grifo de las importaciones de basura, Interpol advertía sobre el incremento de las actividades criminales relacionadas con la compra-venta de residuos plásticos y su posterior "reciclaje". Ante la inoperancia de los estados, distintas organizaciones criminales entrevieron una oportunidad en el plástico. Podían ofrecer sus servicios a cambio de llevar los residuos a países pobres, como Malasia, donde se encargarían de procesarlos. Este procesado no era sino un eufemismo consistente en quemarlos.

Cerrando puertas. Mientras Europa vivía ajena a todo esto, Malasia observaba cómo su costa y puertos se convertía en una consecución infinita de vertederos ilegales. En 2019 el gobierno malayo seguía los pasos de China y ponía fin a las importaciones de residuos plásticos desde Europa. España lo descubrió en sus carnes cuando un año después seguía topándose con barcos cargados de basura de vuelta de la otra punta del mundo. Barcos, en su mayoría, cargados de plásticos "ilegales", tóxicos, cuyo reciclaje es imposible, y cuya comercialización no está permitida.

Las autoridades malayas se habían cansado de que su país se convirtiera en el vertedero del mundo desarrollado. Otros países, como Filipinas o Vietnam, afrontan similares dilemas.

Sin solución. Cuatro años después de que el gobierno chino se hartara de nuestra basura, Europa sigue sin saber qué hacer con todo el plástico que genera. No cuenta con la logística necesaria para reciclarlo en su totalidad (en España las cifras reales sobre su reciclado, exportaciones mediante, son una nebulosa indescifrable) y en torno al 70% no tiene una segunda vida (la mitad de la basura sobrante se marcha para Asia). Todo esto mientras los propios vertederos europeos queman el 40% que llega a sus manos. Un quebradero de cabeza al que seguimos sin encontrar remedio.

Imagen: Mahesh Kumar A/AP

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La noticia Europa lleva años exportando su reciclaje de plástico. Lo que exporta en realidad es prenderle fuego fue publicada originalmente en Magnet por Mohorte .

19 May 23:34

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19 May 23:33

Necesitas este vídeo pero aún no lo sabías.

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17 May 12:53

Saturday Morning Breakfast Cereal - Fads

by tech@thehiveworks.com


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Google images assures me that the font style at top is 90s style, though it seems to me more late 80s? Anyway, I await your complaints.


Today's News:
16 May 13:30

ultrafacts: Just Room Enough Island is part of the Thousand...





ultrafacts:

Just Room Enough Island is part of the Thousand Islands in the St. Lawrence river. It is the smallest of the 1,864 islands in the famous archipelago shared by the cities of Ontario and New York. Just Room Enough Island counts as a legitimate part of the Thousand Islands because it satisfies these state-given criteria: 1) Above water level year round; 2) Have an area greater than 1 square foot (0.093 m2); and 3) Support at least one living tree.

(Fact Source)

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12 May 12:46

Empezaron con un garaje, pero… ¿En Vallecas?

by Fino

Visto en vallecas. @JuanGT

Empezaron con un garaje, pero... ¿En Vallecas?

12 May 01:28

Hay gente que solo quiere ver el mundo arder…

by Fino

Hay gente que solo quiere ver el mundo arder...

11 May 23:01

Harry Potter and the Philosopher's Question

by Corey Mohler
Dumbledore: "Welcome back, Harry, we have missed you here at Hogwarts.  "
Harry Potter: "Thanks Dumbledore. You know, there was something i was wondering. "
Dumbledore: "What is it? "

Harry Potter: "Well, during my regular muggle education I've been reading a lot of moral and political philosophy."

Harry Potter: "So i was sort of wondering, what is the philosophical justification for keeping magic a secret?"

Harry Potter: "Magic can cure diseases, feed the hungry, and empower the oppressed to up rise against their oppressors."

Harry Potter: "Some philosophers think we should maximize global happiness, other say we should base our society on universal justice. What principle does Hogwarts operate on?"

Dumbledore: "You see, Harry, we here at Hogwarts believe above all else in upholding our own power and privilege, even if all the muggles in the world have to suffer."

Harry Potter: "Based on what philosophical grounding? How do you justify it?"

Dumbledore: "How do we justify it? I thought that was obvious."

Dumbledore: "Harry, we are English."
10 May 01:24

La tortuga gigante que pasea por las calles de Tokio y que anima a los clientes de una funeraria

by filosofo

Además de por su tamaño, también se ha hecho popular porque en sus habituales paseos siempre hace una parada en la puerta de una funeraria. “Algunas personas pueden decir que es absurdo tener una tortuga tan grande en la entrada de una funeraria. Pero incluso en sus momentos de tristeza, la gente sonríe cuando lo ve, así que no creo que sea una mala idea tenerla”, comentó el dueño del local.

etiquetas: tortuga, pasear

» noticia original (www.lavanguardia.com)

09 May 00:27

Lost and forgotten, jacob howard

09 May 00:27

Alex Krokus

08 May 23:58

Source: [x]Click HERE for more facts!

08 May 18:21

“Mommy, Why Do The Kids in These Books Get to Walk Around Without an Adult?”

by Let Grow Staff

Books from the 20th Century seem odd and unreal to today’s constantly supervised kids. The disconnect between the adventure in children’s books and the reality of kids’ lives today makes the 1970s and even ’80s seem as mythic as the […]

The post “Mommy, Why Do The Kids in These Books Get to Walk Around Without an Adult?” appeared first on Let Grow.

08 May 17:17

Facebook banea la campaña publicitaria más honesta

by mat30

Una campaña publicitaria en Instagram por parte de Signal acaba con el baneo de esta en la plataforma publicitaria de Facebook. La campaña mostraba en los anuncios la cantidad de datos que Facebook/Instagram disponen de sus usuarios.

etiquetas: facebook, ban, instagram, signal

» noticia original (gizmodo.com)

07 May 11:16

Una ciudad de suiza encuentra una manera muy polémica para deshacerse de los sin techo de sus calles

by Wurmspiralmaschine

El servicio migratorio de Basilea ha decidido deshacerse de las personas sin techo en las calles de la ciudad suiza ofreciéndoles pasajes de tren y 20 francos (unos 22 dólares). Cualquiera que lo solicite y se dirija a las autoridades podrá viajar gratis a un destino de Europa a cambio de comprometerse por escrito a no volver a Suiza nunca más. En el caso de que estos sin techo violen el compromiso y los vuelvan a encontrar en el territorio del país, correrán el riesgo de ser deportados.

etiquetas: suiza, basilea, europa, sin techo

» noticia original (diariodeavisos.elespanol.com)

06 May 20:39

Frankreich will 2.500 Euro für ein E-Bike zahlen, wenn Bürger ihr Auto stilllegen

by Ronny
mkalus shared this story from Das Kraftfuttermischwerk.

(Foto: Anrita1705)

Ich bin jetzt nicht der größten Fan von E-Bikes, unterstütze diese Idee der französischen Nationalversammlung allerdings dennoch voll und ganz. Die nämlich sieht vor, den Käufern eines elektrischen Fahrrads einen Zuschuss von bis zu 2.500 Euro zu zahlen, wenn sie im Gegenzug ihr bisheriges Verbrennerfahrzeug abwracken. Geiler wäre natürlich, wenn das auch für Bio-Fahrräder gelten würde – und konsequent wäre das allemal.

Die ungewöhnlich konzipierte Abwrackprämie ist Teil eines Maßnahmenpakets, mit dem die französische Regierung bis zum Jahr 2030 die Emission von Treibhausgasen um 40 Prozent – ausgehend vom Level des Jahres 1990 – reduzieren will. Mit der Abstimmung ist die Förderung noch nicht beschlossen, darf aber für die endgültige Lesung des Gesetzes als unstrittig betrachtet werden.

05 May 01:27

El idioma universal que entienden todos los perros

by Fino

Lo curioso es que Batman, siendo un murciélago (en teoría ciego), no acuda con llamaras sonoras como este perro, sino con una linterna gigante…

30 Apr 11:58

jgthirlwell:Faig Ahmed “Osho” handmade woolen carpet at the...



jgthirlwell:

Faig Ahmed “Osho” handmade woolen carpet at the Frieze Art Fair NYC.

30 Apr 11:58

Photo





27 Apr 18:43

Saturday Morning Breakfast Cereal - FSD

by tech@thehiveworks.com


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Technically all cars are self-driving, for at least a little while.


Today's News:
26 Apr 17:46

my employees won the lottery and quit, but now they want their jobs back

by Ask a Manager

This post, my employees won the lottery and quit, but now they want their jobs back , was originally published by Alison Green on Ask a Manager.

A reader writes:

I’m a divisional manager. I manage several smaller teams and report to the manager of our entire department. Several years ago (before I worked here), one of the teams won the lottery as a group. The entire team played except for Mary. Mary was invited to play but chose not to. After the win, everyone quit, including the manager.

In the years since the win, Mary has moved up to team manager. The lottery money has been a problem for her former team members and manager. One died from an overdose and another is in prison.

Our department is expanding, and some of Mary’s former team have applied to work here, citing financial issues and the need for an income. The departmental manager, Jon, has said he wants all of them to work on Mary’s team. Mary and I both think this is a bad idea. Mary thinks her old team will be bitter about having to come back to work and to have her as manager (when they left, she was entry-level and the most junior person on the team). A few of them have publicly expressed bitterness and regret about spending all the money and needing to work again. There are spots on other teams they would be qualified for, but the spots on all the teams are entry-level only. Jon said he doesn’t think that Mary managing some of her old team members will cause conflict, but Mary and I both disagree. Do you have any idea how I can approach Jon with these concerns?

I answer this question — and four others — over at Inc. today, where I’m revisiting letters that have been buried in the archives here from years ago (and sometimes updating/expanding my answers to them). You can read it here.

Other questions I’m answering there today include:

  • Client asked me to disclose the salary of someone I recommended
  • New coworker dresses much more nicely than me
  • My employee communicates terribly
  • Should I tell my new boss about a personal problem that’s affecting my work?
26 Apr 12:47

Apple’s ransomware mess is the future of online extortion

by Eric Bangeman
Apple’s ransomware mess is the future of online extortion

Enlarge (credit: Aurich Lawson)

On the day Apple was set to announce a slew of new products at its Spring Loaded event, a leak appeared from an unexpected quarter. The notorious ransomware gang REvil said they had stolen data and schematics from Apple supplier Quanta Computer about unreleased products and that they would sell the data to the highest bidder if they didn’t get a $50 million payment. As proof, they released a cache of documents about upcoming, unreleased MacBook Pros. They've since added iMac schematics to the pile.

The connection to Apple and dramatic timing generated buzz about the attack. But it also reflects the confluence of a number of disturbing trends in ransomware. After years of refining their mass data encryption techniques to lock victims out of their own systems, criminal gangs are increasingly focusing on data theft and extortion as the centerpiece of their attacks—and making eye-popping demands in the process.

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25 Apr 02:30

Sea Glass Cats

by John Farrier

Katerina Murphy, an artist in Ukraine, makes three-dimensional stained glass sculptures. They're made, specifically, out of sea glass, which is weathered glass that washes up on beaches. Slide a light inside and they turn into vibrant cat lamps.

-via So Super Awesome

21 Apr 14:23

A Tribute’s First Day of the Hunger Games or a Teacher’s First Day of School Reopening?

by Matt Cheung

1. No one wants to say it out loud, but the public expects you to die for your district.

2. As the day begins, everyone lines up six feet apart. They size each other up with uneasy glances, and that’s when you realize that even the smallest people here can kill you.

3. Kids have no boundaries. The youngest ones won’t stop following you around, and the oldest ones keep trying to grab you. You’d prefer everyone stay at least six feet or six miles away.

4. It definitely seems like the white, good-looking, rich kids have all the advantages in this game.

5. You wonder why the parents who constantly complain about the government are so willing to turn their kids over to this government institution.

6. You make a big show of how excited you are to be locked inside a completely artificial environment with no ventilation in hopes that anonymous donors will have pity on you and fund your basic needs.

7. You make eye contact with your work friend. You’re deflated when, at the sound of the morning bell, he turns and runs off-campus.

8. You would literally get stung by hornets to escape some of these teenagers.

9. It’s only the first day, but half of your co-workers aren’t coming back tomorrow.

10. The end of the day leaves you traumatized and exhausted, and people expect you to do this over and over until you die.

- - -

First Day of Hunger Games: 1-10
First Day of School Reopening: 1-10

20 Apr 15:08

ampervadasz:

20 Apr 12:14

bomberman:artistformerlyknownsandmandaddy: