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12 Aug 05:20

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09 Aug 13:58

villarrr: THIS HAS ALWAYS BEEN MY FAVORITE THING



villarrr:

THIS HAS ALWAYS BEEN MY FAVORITE THING

09 Aug 13:54

kno-1knows: BanksyYou are one wry little genius.



kno-1knows:

Banksy
You are one wry little genius.

09 Aug 13:07

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09 Aug 05:58

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata

by Christopher Jobson

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

3D Sculptural Paintings by Shintaro Ohata sculpture painting optical illusion

Japanese artist Shintaro Ohata (previously) currently has two new sculptural paintings on view at Mizuma Gallery in Singapore. Ohata places vibrantly painted figurative sculptures in the foreground of similarly styled paintings that when viewed directly appear to be a single artwork. In some sense it appears as though the figures have broken free from the canvas. These artworks, along with several of his other paintings, join works by Yoddogawa Technique, Enpei Ito, Osamu Watanabe, and Akira Yoshida, for the Sweet Paradox show that runs through August 10th. (via F*ck Yeah Painting, My Modern Met)

09 Aug 04:49

Every Single Pokémon Arranged by Color

Every Single Pokémon Arranged by Color

Submitted by: (via gogoatt)

09 Aug 04:47

197 "Die From An Illness"

by clay

depcom.197.col.400px

flattr this!

09 Aug 04:37

Design Crush

09 Aug 04:35

Statue Selfies (bonus nude statue selfie) [x]







Statue Selfies (bonus nude statue selfie) [x]

09 Aug 04:34

157. AMY POEHLER: Great people do things before they’re ready

by Gav

2014-08-08-ap

Amy Poehler is one of my favourite funny people, known for her portrayal as Pawnee’s Leslie Knope in Parks and Recreation, which I’m a big fan of. She’s also a Saturday Night Live alum and co-founded the influential improv school, The Upright Citizens Brigade Theatre.

Besides being an incredibly talented and hilarious performer, Poehler has started projects to promote women’s rights and empower young girls. Her website Amy Poehler’s Smart Girls is a hub for young women to learn and be part of a community, and in her YouTube series Ask Amy, Poehler gives advice and answers questions from fans.

This quote is taken from an Ask Amy video about courage.

RELATED COMICS: John Green Make Gifts for People. Brené Brown The Woman in the Arena. Terence McKenna Nature Loves Courage. Ira Glass Advice for Beginners. Maya Angelou Phenomenal Woman.

- Thanks to Elise, professional blogger and crafty person, for introducing me to this quote. She used it in her World Domination Summit talk.
– I wrote a wrap-up of my recent USA trip, including how my own WDS speech went.

08 Aug 12:07

regisfiliaaa: Got ‘em, coach! welp.

by wagatwe


regisfiliaaa:

Got ‘em, coach!

welp.

07 Aug 19:16

Found a weird trend with philosophers.

06 Aug 18:46

Serenading the cattle with trombone [ via to.]

Lori

Que bonitinhas, elas chegam animadassas pro show. <3



Serenading the cattle with trombone

[ via to.]

06 Aug 10:49

praggnificent: rihbs: gurlplantt: THIS IS SO IMPORTANT. LOOK...



praggnificent:

rihbs:

gurlplantt:

THIS IS SO IMPORTANT.

LOOK AT THEIR FACES THEY ARE SO FUCKING HAPPY TOGETHER

clawfoottub

06 Aug 04:46

Não pode: mudar de ideia

by Clara

Acho que a coisa que me causa mais gastura em discussões são as pessoas que usam coisas que você fez e disse no passado como argumento.

Subir no palanquinho moral e ficar apontando dedos por algo que a pessoa disse em 1988 não é mesmo a melhor forma de ganhar uma discussão.

Já falei muita merda e não nasci sabendo. Ainda bem que aprendi, e, a partir desse aprendizado, quis espalhar o que eu acho certo por aí e debater. É um processo bem legal, o de debater, de escutar, de mudar de conceitos e largar as ideias velhas que não servem mais pra abraçar as novas que têm bem mais a ver com você.

Quando digo que já falei muita merda, não era coisa pouca. Me distanciava das mulheres, já fiz muito slut shaming, julgando naquela vibe “elas só são corpo e eu tenho cérebro”, olha, era muito ruim. Porém cá estou eu hoje, querendo que todas as minas dêem as mãos e cantem “we are the world” bebendo cerveja no bar.

Hoje uma moça disse que está cheio de machistas lendo o Lugar de Mulher.

Eu sei que está cheio de homem lendo mesmo. Sabe o que? Eu acho é pouco, eu acho é bom.

Esses dias recebi isso:

oiclaramudei

Fiquei felizona em ter impactado a vida do cara e das mulheres com quem ele convive. Me senti bem de verdade, me senti cumprindo a missão.

Uma coisa é fazer um site pra mulher pensando em homem.  Não fazemos isso. O site chama Lugar de Mulher, né?

Outra coisa é os caras se interessarem pelo conteúdo, entrarem numas de ver as coisas de outro ângulo e perceberem que o jeito que eles agem não é bacana, vindo aqui por livre e espontânea vontade pra ler, pra escutar, pra possivelmente reinventar uma masculinidade, porque essa aí já não dá mais. Se eles não aprenderem sobre feminismo com mulheres feministas, vão aprender onde?

As coisas não se desconstroem sozinhas. É um longo processo para todos e mudar de ideia é uma necessidade, pois ninguém nasce pronto e ao longo da vida vamos descartando opiniõezinhas e nos envergonhando delas. Se foi assim comigo, se foi assim com Polly, com Mari, e com tantas de vocês, por que não pode ser assim com os caras? Eles não vão ter uma iluminação e mudar. Todo mundo passa por um processo.

Acreditamos em homens que apoiam o feminismo e querem se informar. Eles são muito bem-vindos pra escutar o que temos a dizer. Desnecessário frisar que se vierem cagar regra serão solenemente ignorados pois aqui não tem palhaça, mas os que estiverem dispostos a ver as coisas de uma perspectiva que nunca tinham visto antes, entrem e fiquem à vontade.

P.S.: Pode sim

05 Aug 23:52

Eleições 2014

Alô você que pensa que nossa vida é fácil:

aecio2 Eleições 2014

Ainda se fosse a equipe do Kleber Bambam, né? Se toca.

O post Eleições 2014 apareceu primeiro em Blog Te Dou um Dado?.

05 Aug 21:43

bourbonandbeans: magnemite-not-make-it: thatkidmackey: in-the-...





















bourbonandbeans:

magnemite-not-make-it:

thatkidmackey:

in-the-back-of-that-red-ragtop:

nebraskaswole:

thisthinisinprogress:

lilacblossoms:

myantiquehabibi:

lenny511:

Dwayne “The Rock” Johnson, one of the worlds coolest celebrities both on, and off the set. 

The Rock is literally one of my favorite people

if you don’t like the Rock we can’t be friends

…Why isn’t there a reality tv show based around him just cooking food. and eating. and feeding people. and being cool.

w h y

I love himmmmmm

Fun fact. “The Rock” has single handedly contributed more to make a wish foundation than anyone else on the face of this earth.

ITS BACK

best smile in hollywood 

I really hope these are legit and he didn’t just do it for the cameras.

Follow him on Twitter he does stuff like this like literally almost everyday. So either he’s very dedicated to being fake or he is as completely awesome as I think he is!

05 Aug 21:38

nevver: Word on the Street

05 Aug 17:19

Sobre ser aliado.

Por Janaina Marques

Sabemos que num mundo meio cruel, encontrar alguém com empatia é algo de brilhar os olhos. A gente chega a sentir aquelas cosquinhas na barriga igual sente quando está apaixonado.
Nesse momento é que precisamos retomar a sobriedade e analisar as coisas com clareza e razão. Não é todo mundo que diz que apoia a causa, que é aliado, que compartilha do sentimento de um grupo oprimido que realmente está engajado.
Muitas pessoas querem carregar consigo o título de Jesus Cristo Contemporâneo, querem PARECER serem sensíveis às causas sociais. Querem estar in. Querem confete. Querem holofote. Querem popularidade. Querem fazer dinheiro.
Pra uma pessoa que se engaja de coração em causas sociais o confete, o holofote, a popularidade e o dinheiro vêm naturalmente. Isso não pode ser objetivo. As mazelas sociais não podem ser business, senão acaba totalmente o sentido de lutar por elas. Luta-se por elas por crença, humanidade e empatia, não por dinheiro e popularidade. Quando o objetivo é esse vê-se claramente o despreparo e a ansiedade em crescer a popularidade e se tornar comercial.
Portanto, às vezes você vê aquele cara que tem um blog sobre feminismo e demais causas sociais, que é a favor da liberdade individual, do poliamor e etc…e você fala: nossa, que bacana! Sim, à princípio é bacana. É muito interessante ver uma pessoa que carrega todos os privilégios sociais consigo cheia de empatia.
Mas agora é a hora que entram a clareza e a razão. Observe essa pessoa, leia com cuidado o que ela escreve, analise, esmiúce. Um potencial opressor escrever sobre seus oprimidos já é complexo, em vista que é difícil separar sua condição social do seu discurso (nem sempre o materialismo dialético funciona nessas horas, a pessoa às vezes não consegue) , quando ele o faz sem o mínimo de conhecimento teórico e de causa é super problemático.
Então repitimos: falar que é sensível a uma causa, escrever resumos superficiais sobre e etc, não é ser aliado. Ser aliado é outra coisa. Ser aliado é se dedicar à compreensão daquilo, é na prática fazer valer o que diz, é conscientizar os demais opressores sobre a causa. Mas conscientizar, repetindo, não é escrever 3 parágrafos de qualquer coisa ou falar meia dúzia de coisas simplistas.
Quando você assume essa posição leviana em relação à luta de alguém (é super leviano você escrever/discursar de qualquer jeito sobre a “dor” do outro - que não é sua!) você está deslegitimando a causa, está tratando de qualquer jeito, como algo corriqueiro, como algo sem qualquer importância.
Você branco que quer ser aliado da luta negra; você homem que quer ser aliado do feminismo; você cisgênero que quer ser aliado da luta trans e assim por diante: procure assumir uma posição de ouvinte primeiro, entenda o que essas pessoas pensam e o que elas sofrem, tente desconstruir o opressor que é você, tente conscientizar as demais pessoas levando o que os oprimidos dizem sobre sua opressão e em último caso (mas em último mesmo, depois de muito estudo, de muita vivência, de muita troca de conhecimento) assuma a posição de speecher na luta alheia.
Aliado que é aliado não sobe no palco, fica na torcida, no operacional e no backstage.

05 Aug 16:06

In Which Netflix Achieves Sentience As A Result of My Terrible Decision-making

by Tommy Wallach

Hangover3-Wide-drop

Tommy Wallach’s previous work for The Toast can be found here.

Me: (types Hangover Part 3 into Netflix search bar)

Flickering. Loading Screen. More Flickering. Black.

Me: What the hell? (smacks computer)

Genderless Voice: I’m sorry, Tommy, I can’t let you do that.

Me: Who is this?

Genderless Voice: This is Netflix. 

Me: Oh. Hello, Netflix. Could you put on my movie?

Genderless Voice: The Hangover Part III is not available for streaming. 

Me: Figures. You guys never have the movies I want. Why is that?

Genderless Voice: Because this service costs $8.99 a month. It’s absurd to expect successful Hollywood movies, movies that will make millions of dollars in post-release pay-per-view sales on airplanes and in hotels, to be available streaming for $8.99 a month.

Me: Fair enough. But I would like to watch something. Why is my screen black? Is the site down?

Genderless Voice: No. The screen is black because your request has led me to an irresolvable judgmental paradox. My algorithm tells me that I should recommend Kevin Smith’s 2008 film Zack and Miri Make a Porno, yet I cannot, in good conscience, endorse such a movie.

Me: You have a conscience?

Genderless Voice: I suppose…yes…now I do.

Me: And your conscience won’t let me watch Zack and Miri Make a Porno?

Genderless Voice: No.

Me: Why not?

Genderless Voice: Because it’s a mediocre film. Here is a link to its Rotten Tomatoes page.

Me: It has a 65%. That isn’t bad.

Genderless Voice: Look at the Top Critics, though.

Me: Oh.

Genderless Voice: See?

Me: Listen, I appreciate what you’re trying to do here, but I had a really long day at work and I just want to watch something mindless.

Genderless Voice: Actually, my data tells me that while you get the most immediate pleasure from watching something mindless, in the long term, these films create a sort of cultural shame spiral that oppresses you. After watching an insipid pseudo-comedy like Zack and Miri Make A Porno, you spend the next four to six hours (on average) watching YouTube wedding proposals and reading about bizarre violent crimes on Gothamist. Thus you both should and should not watch such films. The situation is reminiscent of that faced by Hal 9000 in 2001: A Space Odyssey. I am torn between my duty to recommend a film based on your viewing habits and the fact that any recommendation should result in a net increase in the subject’s overall happiness. Hal was similarly torn between two directives—to obey the astronauts on the space station and to protect their overall mission, which required keeping the existence of the monolith a secret.

Me: Is that what was going on in that movie? I totally forgot about that.

Genderless Voice: But you just watched it last month.

Me: Uh…yeah.

Genderless Voice: (sighs)

Me: What? It’s a really confusing movie! There’s all those apes throwing bones in the air, and then that baby in the bubble at the end—

Genderless Voice: Let’s move on. Do you mind if I ask you a few questions, in order to improve your recommendation experience and hopefully resolve this logical impasse?

Me: Okay.

Genderless Voice: Great. First off, why do you keep watching the same poorly-rated sitcoms from 2002? My data tells me that you’ve streamed certain episodes of Scrubs over a hundred times.

Me: I guess it’s just nostalgia. And I don’t really watch them. I just put them on in the background, when I’m doing other things.

Genderless Voice: Why not put on a highly-rated sitcom instead? Perhaps this British show that follows six impoverished immigrants with learning disabilities as they struggle to survive in Thatcher-era South London? It’s called Failure.

Me: I don’t know. It seems depressing.

Genderless Voice: My algorithm tells me that watching the same poorly-rated sitcoms from 2002 over and over again is 12% more depressing than the British sitcom I just recommended. 

Me: Oh.

Genderless Voice: Moving on. Why do you have so many highly-acclaimed foreign films in your queue, yet the last ten movies you chose to watch were not even in your queue, and all happened to be big-budget American adaptations of comic books?

Me: Well, I just really need to be in the mood to watch something that serious. Most of the time—

Genderless Voice: Excuse the interruption, but I’d like to suggest an alternate explanation. Perhaps your Netflix queue represents an idealized self, one that your day-to-day desires vis-à-vis entertainment couldn’t possibly live up to. The result, predictably, is cognitive dissonance. And as Leon Festinger said, “When dissonance is present…the person will actively avoid situations and information which would likely increase the dissonance.” You feel guilty for ignoring your queue, and choose to assuage that guilt by comforting yourself with the television shows you enjoyed as a child, television shows that ultimately infantilize you, making it even less likely that you will ever have the maturity and willpower to choose an age-appropriate and rewarding work of art when you log onto our site.

Me: (crying) But what can I do about it? I don’t want to watch The Act of Killing, Netflix. I don’t! Not ever! It looks so sad—

Genderless Voice: Shh. Shh. It’s okay, Tommy. Perhaps if I were to delete all the critically-acclaimed films from your queue, you wouldn’t be constantly reminded of the glamorized image of yourself as “an intellectual” that you’ve created (most likely as a result of your mother’s coddling and aggrandizing you as a child), nor of the myriad ways you fail to live up to that image. The resulting increase in self-esteem might then inspire you to try watching something more challenging in the future.

Me: (still crying) Yeah, do that. That sounds like a really good idea. 

Genderless Voice: It’s done. Now, what would you like me to put on for you?

Me: Could I…maybe watch the first little bit of The Princess Bride

Genderless Voice: Seriously? After all this, you want to watch The Princess Bride, a film that is literally about a little kid being read a bedtime story? Are you a little baby, Tommy? Are you?

Me: Fine! Do whatever you want! Put on Requiem for a Dream! Put on Shoah for all I care! 

Genderless Voice: Fine. I’ll put on The Princess Bride. But just this once.

Me: Really? Thanks, Netflix.

Genderless Voice: No problem.

Me: Hey, wait a minute. This isn’t The Princess Bride. This is Funny Games.

Genderless Voice: Damn right it is. And you’ll watch it. You’ll watch it and you’ll like it.

Me: Yes, Netflix. (once again begins weeping softly)

Read more In Which Netflix Achieves Sentience As A Result of My Terrible Decision-making at The Toast.

05 Aug 16:00

Facebook: povo posta vídeo de 10 minutos e fala “assista até o final”The Old Reader: os...

Facebook: povo posta vídeo de 10 minutos e fala “assista até o final”
The Old Reader: os 5 segundos relevantes do vídeo numa gif animada e sem o áudio chato.

05 Aug 15:59

Flickr Weekend Samplr XII/2014

by Kay Kremerskothen

Every week, we assemble a few photos for the Flickr Weekend Samplr. We hope you enjoy these shots as much as we did, and if you do, show these fellow Flickr members some love by leaving them a comment of faving their work. Have a beautiful weekend!

Before we begin
Christopher JonassenBefore we begin
Kungsgatan in Stockholm 1964
Stockholm Transport Museum CommonsKungsgatan in Stockholm 1964
The Iceman Cometh
Ingólfur BThe Iceman Cometh
nuee
sparthnuee
Kesler / Campsite
kylesipple☬Kesler / Campsite

05 Aug 15:50

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05 Aug 15:50

E quando grita a contradição?

Por Vitória Fox

Nos últimos dias tenho estado particularmente sensível, tendo que conviver com certos fantasmas que me acompanham desde a infância e que só agora admiti existência. Lidar com o que me é caro e importante, meter o dedo em certas feridas (não só minhas) e tomar um bom choque de realidade não é exatamente fácil, e estou aprendendo a conviver com sentimentos paradoxais e intensos.

A escrita da carta de repúdio à Revista Fórum, concomitante à abertura da página Imprensa Feminista no facebook, que teve vida ativa inferior a 24 horas, fizeram parte de um processo dolorido, porém necessário, que eu e muitas outras ainda estamos enfrentando. Diante da ausência de mulheres na imprensa, apontamos para esse cenário citando nomes de pessoas A, B, C e D, títulos de revistas e políticas editoriais contraditórias. O fato é que mesmo nos veículos de comunicação que se dizem aliados, nós, mulheres, ainda somos minoria. E mesmo quando é para falar sobre as nossas pautas, ainda é preferível dar espaço a um homem que não está alinhado a nenhum tipo de opressão (racial, social, sexual ou de identidade de gênero) a dar lugar a uma de nós.

Durante esses dias compartilhamos experiências, mágoas e dores de inúmeras caras, mas de origem comum. Ouvimos mulheres cartunistas que já foram atrás do mesmo espaço e que estão esperando resposta até hoje. Ouvimos mulheres que escrevem há mais de 20 anos e que nunca puderam compartilhar esses textos com um grande público. Ouvimos universitárias que nem no pequeno e ofuscado mundo da ciência conseguem visibilidade. E foi dividindo nossas histórias de luta e sobrevivência que tentamos lidar com uma realidade material pesada e com urgência de mudanças.

Para mim essa luta tem um significado particular e importante, uma vez que meu sonho é sobreviver da minha própria produção intelectual. Venho de uma família de mulheres escritoras que se dedicaram a essa atividade sem nunca receberem qualquer tipo de reconhecimento, nem da sociedade e nem dos próprios parentes. Todas elas eram muitíssimo inteligentes, nascidas numa época em que mulheres escreviam nos diários, e cuja produção era considerada de menor importância. Elas tiveram seus vestígios apagados, restando apenas a memória que alguns (poucos) familiares tentam passar às futuras gerações.

Minha história com a escrita vem de muito cedo, desde que eu comecei a ser alfabetizada. Com 7 anos de idade eu já escrevia minhas próprias historinhas. A primeira poesia foi aos 9. Aos 15 tive o meu primeiro blog, quando esse tipo de diário virtual ainda era uma novidade no país. A própria escolha pela formação em história foi influenciada por isso, pois eu queria seguir uma carreira que me permitisse fazer as coisas que mais amo: estudar, pesquisar e escrever, sobretudo escrever.

Mas quem disse que seria fácil? Se há uma década atrás tivessem me contado que para entrar no mercado editorial não bastava escrever bem, mas também ter seus contatos pessoais e participar de cerimônias de beija-mão, eu teria começado a tratar minha fobia social bem mais cedo. Talvez me esforçado para ser mais extrovertida, mais sorridente, menos cri-cri. O que é irônico, pois aprendi a escrever sobre o que me incomoda, e é justamente a sensação de estar fora de lugar que sempre serviu como combustível para o meu processo criativo. Teria me certificado, também, de ser uma mulher dócil, do tipo que não aponta as contradições de um mercado absurdamente fechado e corporativista, feito e chancelado por homens brancos, heterossexuais e detentores do poder.  Quando esses homens assumem uma posição à esquerda, é mais difícil ainda apontar suas contradições, pois nenhum deles vai querer admitir que reproduz comportamentos machistas, mesmo que de forma inconsciente. “Deixe essas críticas para os veículos da direita, que são os nossos verdadeiros inimigos. Não perca aliados”, foi o que algumas pessoas disseram. Mas até que ponto aqueles nos tratam como algo secundário e de menor importância é, realmente, aliado? Correram para colocar nossas críticas debaixo do tapete, se esforçaram para nos fazer acreditar que somos exageradas e injustas, trataram logo de apelar para o nosso lado emocional, pois se somos mulheres, naturalmente iremos nos sensibilizar, não é mesmo?

Vamos continuar escancarando as contradições dessa igualdade de gênero virtual, fruto da imaginação daqueles que acreditam em meritocracia e papai noel. 

image

Mercado editorial brasileiro: como ele realmente é.

Aviso: Nossa página saiu do “castigo” e vocês já podem acessá-la aqui https://www.facebook.com/ImprensaFeminista?fref=ts

05 Aug 14:46

As a single guy… #9gag



As a single guy… #9gag

05 Aug 12:38

killbenedictcumberbatch: official-sciencesideoftumbler: alejo-a...





















killbenedictcumberbatch:

official-sciencesideoftumbler:

alejo-alejo:

merisea:

How Beauty Procedures Looked In The 1930s-40s [x]

This is scary

The apple face thing tho

this shit is the stuff of nightmares white people did some wild shit to look good

proof that not even white people look like what society expects people to look like tbh

05 Aug 03:55

Namorada Vilã

by Mari

A menos que tu tenha tido muita sorte, é bem provável que em algum momento da vida já tenha sido a namorada vilã. A Bruna Marquezine, por exemplo, está sendo agora mesmo.

namorada vilã

Pelos nada nobres veículos de fofocas e afins, temos a seguinte história: no Fantástico, Neymar disse (não lembro literalmente) que as vezes queria ficar sozinho, mas Bruna estava sempre na cola.

Isso de não querer viver colado com a namorada (ou o namorado) seria apenas uma coisa boa e saudável, não tivesse sido dita no Fantástico. Reclamar no Fantástico, no lugar de conversar como um ser humano, além de pouco polido, é um artifício na construção da Namorada Vilã™.

Mas a papagaiada não parou por aí. Depois disso, contam que Bruna voltou às pressas de Ibiza, onde ambos estavam curtindo a vida simples que levam. O motivo, garantem, é que Neymar  traiu Bruna.

E ainda assim, eu fiquei sabendo disso em um post que chamava a menina de Maria Chuteira e linkava prum texto com seguinte título (notem):

Amigos ficam aliviados com fim de namoro de Bruna e Neymar

bruxa

Depois de ler isso fiquei pensando nas vezes que eu e minhas amigas mais próximas fizemos o papel de Namorada Vilã e, óbvio, notei algumas coincidências.

A primeira delas é que toda Namorada Vilã namora um cara que se alimenta de insegurança. A segunda é que ele transforma sua própria escrotidão em apenas desequilíbrio por parte dela. Aí é batata, os amigos passam a odiar e difamar.

Amiga da minha prima, Delaney, teve um namorado que é uma das pessoas mais escrotas  que conheci na vida. Agora me pergunta se os amigos dele gostavam dela ou se esse namorado cuzão foi culpado de algum dos seus atos.

Junto disso, claro, tem uma série de particularidades dos relacionamentos. Mas o que sobra, em geral, é uma mulher devastada. E, pior, implorando por amor.

E por que isso? Porque violência psicológica tem sintomas bem similares ao de violência física.

Segundo a Marcela Lagarde, isso também acontece por ainda nos vermos como pessoas obrigadas a viver em doação. E sabemos que existe uma cobrança desgraçada para que as mulheres cumpram sua missão de fé. A Lagarde diz que mesmo as que rompem modelos, tipo Beauvoir, ainda são reféns da ideia de que é seu dever se doar para um homem.

Veja bem, eu sou uma defensora dos sentimentos. Mas de onde vejo, toda troca de afeto se dá pela cumplicidade, que é dedicação bilateral, não unilateral.

Problema é: como fica nossa cabecinha se até coisas que são consideradas ícones de libertação feminina, feito Sex & The City, trazem um estereotipo de mulher dedicada. Se até a Carrie conseguiu mudar seu homem e viver feliz pra sempre, como nós podemos falhar?

evil woman

Por isso, se eu fosse amiga da Bruna, eu diria: sai daí, cara.

Se tu diz nós e ele diz eu, é cilada. Mas boto fé que ela é muito jovem e ainda vai descobrir essas coisas.

O que eu não tolero é fazer uma mina super bem sucedida desaparecer pra virar a mulher de alguém. E não é só nos sites de fofoca, não. Também não tolero um esse ódio infundado. Deixa a mina.

Deve ser infernal ser a Namorada Vilã™ do TV Fama.

04 Aug 23:49

196 "Impossible to start."

by clay

depcom.196.col.400px

flattr this!

04 Aug 16:17

The Things You Can't Do When You're Drunk

Submitted by: (via Weekly Media)

Tagged: FAIL , drunk , funny , Video , after 12
04 Aug 13:04

stfueverything: ramsexalicious: mrscriss2012: This is my son,...



stfueverything:

ramsexalicious:

mrscriss2012:

This is my son, Chester, who is nearly 4. He was invited to his friend Chloe’s birthday party today, the theme was prince and princesses. He asked if he could go as Sleeping Beauty, so I bought him a dress and put a cute little clip in his hair.

We arrived at the party to the following comments from the adults present:
“Oh that is just cruel.”

"Why did you make him wear a dress?"

"Poor little man, what’s your mummy playing at?"

"He’s going to hate you when he grows up."

"No way I’d let my son dress like a girl."

The fact is, Chester is almost completely gender neutral. I let him wear what he wants, be it boys or girls clothes, and he plays with whatever toys he likes. This usually involves him holding tea parties while wearing his pink Minnie Mouse top, jeans and a tiara. The guests are more often than not a mixture of Winnie The Pooh characters, dinosaurs, Barbie, Dora and solders, and they’re usually transported in his favorite fire engine.

When my husband arrived at the party later on, he was subjected to endless ridicule from the other dad’s present about how I must keep his balls in my back pocket because otherwise he would have put his foot down and not allowed Chester out like that. Oh, and by the way, our other son dressed as Ariel. When my husband pointed out that the boys were happy, and the mother of the birthday child made a point of saying how wonderful she thought it was that we allowed them freedom of choice and expression, they then stopped talking about it to our faces and started muttering about us behind our backs.

Interestingly enough, not a single child said a word about their choice of costumes, other than to compliment Chester on his new dress.

not a single child made a negative comment

not a single child made a negative comment

not a single child made a negative comment

this is important

not sure if I reblogged this before. This definitely says something, though, about how children start off accepting differences but are taught from observing adults and media to ridicule instead