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The line between editorial content and advertising in news media is blurrier and blurrier. That's not bullshit. It's repurposed bovine waste.
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LastWeekTonight
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Last Week Tonight with John Oliver: Native Advertising (HBO)
AD Round Up: Architecture of the Soviets
During the Soviet Union’s relatively brief and tumultuous history, the quest for national identity was one that consumed Russian culture. The decadence of Czarist society was shunned, and with it, the neoclassical architecture the Czars so loved. Communism brought with it an open frontier for artistic experimentation, particularly where public buildings were involved. It was on this frontier that Russian Constructivism was born, and some of Russia’s greatest buildings were built. This article on EnglishRussia.com compiles a list of some of the “best of the best” in Soviet architecture—and we liked it so much that we’ve compiled our own top ten list! See all of our favorite Soviet projects, after the break!
Amalir Sports and Concert Complex- Yerevan, Armenia
Railway Station- Dubulty, Latvia
Olympia Hotel- Tallinn, Estonia
Embassy of the USSR- Havana, Cuba
Tarelka Hotel- Dombai, Russia
Russian Academy of Sciences- Moscow, Russia
Regional Drama Centre- Grodno, Belarus
The House of the Soviets- Kaliningrad, Russia
The Palace of Ceremonial Rites- Tbilisi, Georgia
AD Round Up: Architecture of the Soviets originally appeared on ArchDaily, the most visited architecture website on 31 Jul 2014.
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illaminati: "maybe you shouldnt eat all of tha-"
"maybe you shouldnt eat all of tha-"
amandagoodbyeness: WHENEVER I GET IN A FIGHT WITH PEOPLE ONLINE
WHENEVER I GET IN A FIGHT WITH PEOPLE ONLINE
Mas eu só queria ajudar...

Por Gabriela Moura
Existe uma onda bem grande de negativas quando pessoas são questionadas. Ou seja: você questiona algo e no mesmoo instante aparece um grupo achando aquilo absurdo – Mas eu só queria ajuda, eu estou ao seu lado!
Para começar, vamos colocar a seguinte frase: ser de esquerda e ser pró o que for, não significa ser inquestionável.
Homens falando de feminismo existem aos montes, banhados pela calda da boa intenção. Não raro são muito bem aceitos. Mas como podem estes homens bem intencionados serem interrogados sobre sua boa vontade? Falando em poucas palavras: uma pessoa que nutra empatia por determinado assunto naturalmente pode falar sobre ele. Uma, duas, três vezes. Entretanto, estando de fora do problema social debatido, há um risco grande de a abordagem ser rasa e se tornar repetitiva com o tempo. Um homem pode falar sobre a importância de as mulheres serem ouvidas, pode falar da problemática das cantadas de rua, pode apontar o erro no uso de termos pejorativos contra mulheres, pode afirmar que não se julga uma mulher por ela usar determinada roupa ou seguir uma religião. Contudo, é preciso dizer: isto não é um favor.
A empatia crescente de um grupo de homens é a demonstração de sua humanidade e ética, mas não deve ser uma chancela para que ele seja colocado em um patamar acima de qualquer outro ser humano, tampouco o torna imune a questionamentos.
Um homem pode escrever sobre todos os temas supracitados, podendo inclusive fazer disso um abre-alas metafórico com seus outros amigos homens que sejam pouco familiarizados com o tema. Mas um homem nunca terá a bagagem para falar da perda da identidade sofrida por uma mulher que é perseguida por um ex-companheiro e precisa mudar sua vida para sobreviver, ou uma mulher que teve sua saúde mental profundamente afetada por ter sido ridicularizada por conta de uma peça de roupa, uma mulher que ouça piadas todos os dias no trânsito, o medo constante de ser violentada a qualquer hora ou local, uma mulher que viva sob o mesmo teto de um abusador, uma mulher que tenha sido prejudicada no trabalho ou emprego simplesmente por ser mulher.
“Mas esse webfeminismo é uma loucura”. Não, não é. O tal webfeminismo levou informação a muitas mulheres que não tinham conhecimento total de seus direitos, estreitou relacionamentos e criou elos. Além disso, é irresponsável chamar mulheres que se manifestam na internet de meras “webativistas”, utilizando este termo para diminuir uma luta, já que a história de vida de cada uma das ativistas não é de conhecimento pleno do acusador.
Ao lutarmos por uma causa que não nos afeta diretamente, mas ajuda no abismo social em que vivemos e por isto nos incomoda, temos que ter o bom senso de nos aproximar destas minorias. E, se algum membro deste grupo de minorias nos aponta um erro, este apontamento não precisa ser levado como uma ofensa pessoal, e é de bom tom entender o motivo da fala da pessoa que nos questiona tal posicionamento.
As mulheres são alvo de chacota diariamente, inclusive da dita esquerda que gosta de se afirmar apoiadora das causas dos sofridos. Ser de esquerda nunca significou apenas assinar embaixo de qualquer manifesto social sem compreendê-lo, tampouco significa apenas erguer-se contra o governo ou apoiar meia dúzia de políticas afirmativas. Mais que isso, assim como qualquer posicionamento político, a esquerda não é um sistema homogêneo com uma cartilha única a ser seguida, inquestionável e imutável. Mas é, sim, questionadora, por vezes dolorosa.
Um homem pode falar do feminismo enquanto assunto que merece atenção, dada a fundamental importância deste tema para a construção de uma sociedade mais justa.
Mas não, um homem não pode tomar pra si esta fala e ignorar os olhares de estranheza sobre seu material produzido, tentando virar o jogo e se fazer de ferido quando questionado pelas próprias mulheres que dizem não se sentir representadas por ele. Ser escritor não é um favor, ninguém tem que nos agradecer por apoiar causa alguma. Ser escritor é usar o talento da escrita para levar, de forma objetiva e responsável, conhecimento a outras pessoas, e utilizando para isto os meios de comunicação que pudermos dispor. Por isso, seguimos sendo webativistas, arte-ativistas, ativistas de literatura, ativistas do jornalismo, ativistas questionadoras.
Quando um grupo de homens brancos acha absurda a manifestação de mulheres sobre homens escrevendo sobre o feminismo, temos aí o cerne da questão.
Movimentos sociais incomodam porque tiram as pessoas da zona de conforto, e põem em dúvida aquilo que até então tinham como verdade absoluta.
Carta de Repúdio
Os últimos acontecimentos envolvendo a Revista Fórum e o novo espaço “outrofobia” destacam as fragilidades do mercado editorial brasileiro, fragilidades essas que são históricas e podem ser ilustradas pelos ocorridos no século XIX, quando as primeiras feministas brasileiras precisaram criar seus próprios jornais para poderem divulgar seus trabalhos. Esses problemas estão longe de acometerem apenas os grandes veículos de comunicação, como a revista Veja, a Época e a Istoé, estando presentes, também, nas publicações voltadas aos movimentos sociais e a defesa de suas pautas.
A Revista Fórum sempre reafirmou o seu compromisso com os movimentos sociais, desde sua formação em 2001, em Porto Alegre, tornando-se um dos principais veículos de comunicação da esquerda, publicando textos em defesa das minorias e participando de forma ativa das lutas políticas do país.
Ao conceder espaço a um homem branco, cisgênero e heterossexual para falar sobre movimentos sociais que não o representam, a Revista Fórum não apenas está assumindo uma posição colonizadora, como também está tirando a oportunidade dos participantes desses movimentos de falarem por si mesmos.
Minorias como mulheres, lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans*, negras e indígenas sempre escreveram sobre as suas lutas, mas dificilmente encontram oportunidade de publicarem suas palavras. Atualmente os coletivos ainda precisam criar seus próprios espaços para difundirem seus textos. Espaços que são geridos de forma voluntária, autônoma e não remunerada.
Pelo compromisso demonstrado com as lutas socias desde a sua fundação, a Revista Fórum tem condições de conceder espaço a uma voz representativa para falar sobre esses movimentos no Brasil, que possuem uma produção intelectual rica, histórica e capaz de comunicar seus anseios e necessidades.
É por acreditar na interlocução com a Revista Fórum que nós publicamos esta carta aberta, na esperança de sermos ouvidxs e termos nossas críticas consideradas.
Num de seus textos intitulado “A monogamia é uma prisão”, o dono da coluna “outrofobia” distribui e aborda em tópicos algumas questões de importância sobre as relações monogâmicas: aspectos de definição, falsas seguranças, principais dificuldades, obrigações e dívidas sexuais, desonestidade, medo, dependência psicológica, funcionamento, matriz de pensamento familiar, expectativas irreais, etc.
Tudo isso importa – e muito! – numa discussão sobre o sistema monogâmico, especialmente porque ele está inserido em um contexto cultural de desigualdades, coerções e violências de gênero, que o próprio autor observa nos contratos afetivos estabelecidos entre homens e mulheres, quase sempre seguidos de maneiras arbitrárias e assimétricas.
Apesar disso, o único tópico que traz efetivamente um convite para a reflexão sobre essa dimensão fundante das relações monogâmicas não vai além de três parágrafos. E ao fim do texto o autor deixa claro que, para muitas pessoas, o “poliamor” talvez seja uma escolha viável no que se refere à resolução dessas problemáticas todas, incluindo as que trazem consigo os conflitos de gênero.
Em outras palavras, o autor reconhece os abusos, coerções, dívidas e até violências de gênero presentes na monogamia. Entretanto, falha ao reconhecer nela a causa desses problemas, quando, na verdade, ela é apenas uma forma de expressão dessas desigualdades. Problematizar somente o modelo de relacionamento, em vez das profundas concepções assimétricas entre a posição social do homem e da mulher – não estando nem o “poliamor” livre disso –, parece ter apenas duas possíveis razões: miopia social – advinda de falta de carga teórica ou vivência – ou má-fé, pra não dizer as duas coisas juntas.Não preocupa que a discussão desenvolvida por ele seja embrionária, mas sim que, por uma falta de diálogo já constatada, esteja tão alheia ao contexto cultural.
Quando falamos da luta dos oprimidos, sempre queremos mais adeptos e pessoas sensíveis à causa, o que se difere absurdamente de pessoas tentando protagonizar discussões sobre realidades que não vivem, ocupando o lugar de outras com muito mais formação, vivência e engajamento direto no assunto.
Na luta feminista é a desconstrução do machismo pelos próprios homens problematizando seus privilégios nessa sociedade patriarcal que fará deles nossos aliados. Na luta do racismo o branco que certifica-se da configuração do racismo estrutural e institucionalizado se faz nosso aliado.
Porém fazer parte da luta não é poder classificar, decidir ou pontuar o que seria o preconceito que atinge cada qual com suas estruturas preconceituosas. Ler o prefácio de um livro não lhe faz conhecedor da obra, assim como não é possível ser especialista de opressão sem vivenciá-la.
Portanto as mulheres negras, apesar de gratas com a disposição da revista e do colunista em falar sobre um assunto tão peculiar, não crêem que ele possa transformar em palavras nossa vivência, estando tão distante de nossa realidade. As mulheres negras aqui alegam e documentam que se sentem silenciadas pela sua própria história em não poderem conta -la, sendo dado esse privilégio a um homem, hétero, cis e branco, ou seja, que não vivencia tudo isso, além de abordar o assunto de maneira rasa e principiante, apresentando resquícios de racismo, como o fez ao dizer que a camiseta “100% negro” está celebrando uma identidade subalterna.
Posteriormente editado para “marginalizada”, provavelmente em função de represálias quanto a sua falta de preparo. Uma pessoa que comete erros principiantes desse modo, não está pronta para discorrer sobre um grupo oprimido em um veículo de comunicação de significativa magnitude.
Nós, pessoas com deficiência, repudiamos todo o capacitismo que esse costumeiramente destila em seus textos. E não, não é porque não é feito um ataque direto que não nos ataca.
Quando o colunista usa termos da tríade oligofrênica como xingamentos ou algo pejorativo, ele está sendo capacitista. Se ele acha que não, é porque é tão privilegiado que acha que pode nos dizer o que é ou não capacitismo. Retardado é quem tem oligofrenia leve, uma debilidade mental. Imbecil é quem tem oligofrenia média e idiota é quem tem Doença de Tay-Sachs. Usar qualquer um desses termos como algo pejorativo é cuspir na cara de quem tem essas doenças.
Quando se usa esses termos, inconscientemente (ou não) está debochando das pessoas que possuem esses problemas. O colunista age como se fosse repreensível ter essas doenças, como se as pessoas que as tem devessem se envergonhar por tê-las. Isso trabalha muito a favor da exclusão de pessoas com doenças mentais de modo geral, e, assim, ele trabalha a favor disso. Tais discursos capacitistas podem ser encontrados nos seguintes links: https://www.facebook.com/AlexCastroEscritor/posts/494821183909628, http://papodehomem.com.br/carta-aberta-aos-humoristas-do-brasil/ e http://www.scribd.com/doc/235218678/As-Prisoes-Felicidade-SobreSites-Alex-Castro.
Chama a atenção, ainda, a predominância de autores oriundos da classe média na blogosfera brasileira, que insistem em abordar a questões ligadas à periferia, deslegitimando as vozes protagonistas do movimento. Por isso também repudiamos a invisibilidade promovida por diversas publicações de esquerda que insistem em não ouvir a voz de periféricos e periféricas.
Os problemas na produção textual do autor vão além, como no seguinte link em que o mesmo utiliza linguagem etarista para falar de casais inter-etários, afirmando que o alto número de relacionamentos desse tipo é “praticamente uma calamidade de saúde pública”. O autor ignora todos os preconceitos que as mulheres que vivem esses relacionamentos sofrem, sendo reduzidas aos rótulos de “interesseiras”, “destruidoras de lares” ou “meninas ingênuas” incapazes de fazer escolhas próprias. Ignora, também, o etarismo que vitimiza as mulheres mais velhas, utilizando-se, inclusive, de expressões gordofóbicas para se referir a elas: “Já as mulheres estão quase todas sozinhas, ressentidas, magoadas, muitas gordas e alcoolatras, reclamando das vidas vazias e sem sentido”.
No mesmo texto, ele desrespeita uma pauta histórica do movimento feminista, assinalando que “o divórcio, que a princípio foi uma bandeira e uma conquista feminista, acabou saindo pela culatra e se tornando um meio legal e limpo para se trocar velhas esposas por jovens gatinhas”, desconhecendo que esse era o discurso utilizado pelos conservadores dos séculos XIX e XX para repudiar um direito básico para a garantia das liberdades individuais. Tal afirmação não desrespeita apenas a história do feminismo, mas também a memória de todas as mulheres que precisaram abraçar a luta divorcista numa época em que não havia leis de combate à violência doméstica: https://www.facebook.com/AlexCastroEscritor/posts/506321636092916
A forma como ele faz seus discursos sobre as minorias é aviltante e está muito abaixo do nível com que estamos acostumadas na Fórum. Ele simplesmente rouba o que nós escrevemos, dando a entender que esses raciocínios só são válidos depois de sua chancela. Um bom exemplo está aqui, quando a blogueira Lola escreveu isto (http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/search?q=pierce+brosnan) em 2008, e ele usou os mesmos argumentos em 2012 (http://papodehomem.com.br/e-se-a-sua-mulher-engordasse/). Ele não sabe o que nós passamos. Qual a legitimidade dele para falar sobre mulheres gordas, enquanto homem cis que objetifica corpos de mulheres magras em ensaios?
E sem o gabarito devido ele jamais poderia falar pelas mulheres e também sem saber de toda a violência por que essas já passaram e passam. Sem fazer ideia, por exemplo, do que é ser gorda numa entrevista de emprego, numa consulta médica, na escola, em casa e na rua, e de como é ter seu corpo ora insultado, ora hiperssexualizado.
A nossa indignação foi causada pelo fato de que o escritor Alex Castro está se valendo da voz das minorias sociais, em vez de dar espaço às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade. Sentimos que a falta de artigos sobre minorias pode e deve ser sanada com a presença de membrxs das mesmas que se proponham a escrever, utilizando de uma real experiência, possibilitando assim um maior aprofundamento dos temas. Portanto, o que queremos com essa nota é que essa condição se altere e uma pessoa representante das minorias aqui citadas ocupe essa função.
Apesar de não desmerecer o trabalho do colunista como escritor, é necessário entender que, ainda que um homem tenha maior aceitação ao iniciar a discussão desses temas com outro homem, este fato não reduz, tampouco anula a necessidade de espaço para que os atores sociais – as pessoas oprimidas – façam os discursos necessários para a formação de multiplicadores.
O fato é que um blogueiro fixo está falando sobre assuntos e situações que ele não vive e ainda de maneira amadora. Isso é uma afronta às pessoas que todos os dias lutam por um espaço para transformar a sociedade. Se a revista se propõe a dar espaço a minorias, por que não começar dando o espaço da fala para essas pessoas? Por que entregar essa pauta a quem não se identifica dentro desses grupos?
Portanto, nós repudiamos a concessão de espaço a essa pessoa por motivos que vão além de sua condição de homem cis branco de classe média escrevendo sobre os direitos das mulheres, dos negros e demais minorias, mas por fazer isso de modo raso e leviano, sem experiência e embasamento, como já mencionado. Repudiamos por considerar seu trabalho raso e irresponsável, algo que não combina com o perfil dessa revista que admiramos. Assim, esperamos uma resposta e uma posição da revista, conforme o que foi exposto.
Assinam:
Coletivo Feminista Não Me Kahlo
Pajeú- Resistência em Movimento
APS - Ação Popular Socialista
Coletivo Negrada
Conajir Coletivo
Coletivo Labrys Indaiatuba
Página Sisterhood Of Sis
Psol Indaiatuba
Manifesto Grrrl Power
Unidade Vermelha
Coletivo Anita Garibaldi
Coletivo Feminismo sem Demagogia
Página Moçe Você é Racista
Página Opressão Nossa de Cada Dia
Coletivo Baderna Não Binária
Frente de Mulheres PUCC
Frente Feminista da UNICAMP
Marcha das Vadias de Curitiba
Travesti Reflexiva
Blog Questões Plurais
Coletivo Transfeminismo
Doula Laura
Em Nome da Moral e dos Bons Costumes
Maria, hoje teu nome é
Orgulho de ser feminista
Capacitismo é crime de ódio
Pelo Direito das Minorias
Feminismo Dialético
Coletivo Chute
Blog Centro de Socialismo
Blog Mina Explosiva
Gorda de Boa
Coletivo Feminista Comuhna
Coletivo de Mulheres Caaso e Federa
Página Vida Trans e Próspera
Frente Feminista da PUC-SP
Museu de Imagens
Centro do Socialismo
Ativismo de Sofá
Mulheres Notáveis
Primavera nos Dentes
Blogueiras Negras
Vote numa Feminista
Marcha Jundiaí
Gorda e Sapatão
Machismo Chato de Cada Dia
Agenda Feminista
Word Art Nosso de Cada Dia
LIS- Liberdade, Igualdade e Sororidade
Coletivo Audre Lorde de Lésbicas e Bissexuais Negras e Afrodecendentes
Página Vandalismo Artístico Feminista
Página Pare com assédio nas ruas
OperaçãoUmoja
Feminismo Leverniano
Tailor
Moça, você é maneira
Feminiciantes
Bloco das Pretas
Coletivo Feminismo Diagonal
Feminismo na Rede - Original
Sua Capa Não me Representa
Coletivo de Mulheres PUC-Rio
Coletivo Feminista Vacas Profanas UFV
Indiretas Feministas
sushinfood: fat-birds: chickenshit: real birds tweet on...


real birds tweet on twitter
I don’t know why I’m laughing so hard at this :’)
they’re about as literate as most people
The way you think I am, isn’t always a reliable guide to who I...






The way you think I am, isn’t always a reliable guide to who I am.
blackmagicalgirlmisandry: alibuttons: chubby-bunnies: Mary...
Mary Lambert - Secrets
Yes girl! Love it
This song feels like it was written for me. The first line caught my attention IMMEDIATELY because I have Bipolar Disorder, and I actually teared up listening to this up-beat song because I related to it so much!
y’all don’t understand how much I needed this song this week
UM TEXTO DE 2012
Numa entrevista à revista Rolling Stone, Lady Gaga diz que não faz análise porque não quer correr o risco de bloquear seu processo criativo.
Gosto dela - não tanto da música (sou meio pentelha nesse assunto), mas desse jeitão de dizer qualquer coisa sem medo e se comportar como se fosse uma celebridade milionária - coisa que ela é, mas funcionaria também se não fosse.
A Bia, linda travesti que mora aqui perto, age do mesmo jeito e também é fascinante.
Voltando ao assunto, uma vez o humorista Jaguar, meu mestre querido, disse coisa parecida.
Que tinha receio de não conseguir mais escrever e desenhar se viesse a “conhecer a si mesmo”.
Confesso que já senti o mesmo.
Ao longo da vida, sempre fiz alguma forma de terapia - análise, mesmo, só recentemente -, mas sempre sob o bafo desse medo.
Achava que o fluxo das ideias e dos sentimentos que produzem uma história, um desenho, passa necessariamente pela zona de sombra e dubiedade da nossa loucura particular - e que tentar acessar algum ponto de clareza pode desmobilizar esse ímpeto, interromper este fluxo.
Achava que a doideira precisa ser doida mesmo, pra que não se cubra do clichê das convicções gerais, das ideias prontas, do bom-senso óbvio e tedioso.
Hoje suspeito do contrário.
Ou melhor, suspeito que existam essas duas possibilidades, em momentos diferentes da vida - ou em pessoas diversas, como diversas são as pessoas nesse mundo.
Sinto que existe um cenário de dificuldade - o famoso bloqueio criativo - que é resultado justamente da falta de acesso às nossas áreas malditas.
Porque ali se encontram horrores, sim - mas também a razão que nos faz dar os passos que damos, escolher as palavras ou os traços que escolhemos.
Ali estão nossos medos e a nossa saída.
Margaret Atwood, eu seu livro “Negociando com os Mortos”, discorre sobre o movimento que fazem os escritores em busca de sua literatura, da força vital em sua literatura - e sobre a necessidade desse mergulho.
É essa a essência do primeiro romance da história, a epopéia de Gilgamesh - o mergulho, o retorno e o relato.
O autor Lourenço Mutarelli afirma ter ido ao inferno, voltado e marcado o caminho pra poder transitar quando precisa.
Lady Gaga pode não ter feito análise, mas, pela força da sua arte (eu sou meio pentelha mas sei reconhecer…), certamente achou sua própria trilha no mapa complexo das mentes e dos corações.
Laerte
Firefly

Dedicated to Laurel D., who is celebrating her birthday this weekend. Hope you have a good one, Laurel!
(Laurel asked me to do a comic about Firefly, but I’ve never seen that show so I did a comic about fireflies instead.)
Here are more insects.
mtvother: Chris Pratt isn’t the only star who hit the gym for...
nudityandnerdery: pixelkitties: So the Fifty Shades of Gray...








So the Fifty Shades of
GrayGrey trailer is out…Isn’t Fifty Shades of Neigh the Bad Horse origin story?















































