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04 Jul 11:25

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03 Jul 19:00

Transplante de medula óssea remove todos os sinais de HIV em duas pessoas

by Jamie Condliffe

Este ano está sendo bastante promissor para o tratamento do HIV. Primeiro, um bebê foi curado do vírus; em seguida, 14 adultos foram tratados com sucesso usando antirretrovirais. Agora, dois homens infectados há anos pelo HIV não precisam mais usar antirretrovirais, graças a um transplante de medula óssea. Estamos mesmo chegando lá.

Um dos homens se infectou com HIV “nos primeiros anos da epidemia”; o outro, enquanto era bebê. Ambos receberam transplantes de medula óssea no DFBWCC (Dana-Farber/Brigham e Centro de Câncer da Mulher) nos EUA, para o tratamento de câncer de sangue.

No entanto, os testes mostraram que, à medida que suas células eram substituídas pelas de um doador, o nível de HIV presente no sangue caía de forma constante, até se tornar indetectável.

Desde então, eles pararam de tomar a medicação antirretroviral, e não houve nenhum retorno do vírus. Os médicos também não conseguiram encontrá-lo nos tecidos dos dois homens. Mas, como o HIV pode ficar dormente em níveis baixos, e posteriormente tornar-se ativo, eles estão sendo monitorados de perto. A pesquisa foi apresentada esta semana durante a conferência da Sociedade Internacional de Aids, em Kuala Lumpur.

Não é a primeira vez que transplantes de medula óssea foram usados ​​para tratar o HIV. Já em 2010, um paciente em Berlim foi submetido a um procedimento semelhante, recebendo medula de um doador que tinha resistência genética ao HIV. Tais doadores são incrivelmente difíceis de encontrar; no entanto, neste caso mais recente, utilizaram-se doadores comuns.

Só que esta não é uma forma prática. Há uma taxa de mortalidade de 15% a 20% ligada ao transplante de medula, e até mesmo os medicamentos utilizados – que suprimem a reação do sistema imunológico às células do doador – podem causar problemas aos pacientes, especialmente quem tem HIV.

Mesmo assim, esta é uma descoberta médica incrível. Ainda não dá para proclamar que podemos curar o HIV, mas parece que estamos chegando cada vez mais perto. [IASC via The Guardian]

03 Jul 15:37

10 medidas tomadas por Eike Batista para combater a crise

by Vinicius Antunes

1 – Leilão de suas taças e uso imediato de copos de requeijão para tomar Sidra,

2 – Esquentar a ponta da caneta para reaproveitar sua Bic e poder assinar seus últimos cheques do talão,

3 – Parcelar suas roupas em 5 vezes sem juros na C&A,

4 – Colocar as pilhas do seu controle remoto no congelador para aumentar o período de uso,

5 – Reunir restinhos de sabonete para depois juntar e fazer um maior.

6 – Comemorar seu aniversário em um rodízio de pizza e levar 10 amigos para o seu sair de graça.

7 – Acrescentar água na embalagem de xampu para aproveitar até o último restinho.

8 – Cozinhar ovo na água do macarrão para economizar gás.

9 – Colocar fita isolante para segurar a pilha do controle remoto e evitar gastos desnecessários com uma tampa ou até mesmo com um controle novo.

10 – Fazer miojo com ketchup nos fins de semana para reunir-se com Thor e Olín de forma econômica. Perder o dinheiro sim, os laços familiares jamais!

03 Jul 11:22

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01 Jul 17:05

07.01.2013

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
01 Jul 12:05

O Homem que Confundiu Sua Mulher com um Chapéu – Oliver Sacks

by baixelivros

O Homem que Confundiu Sua Mulher com um Chapéu - Oliver Sacks

O Homem que Confundiu Sua Mulher
com um Chapéu – Oliver Sacks

1 Mb / 472 Kb

O cientista e neurologista Oliver Sacks é também um excelente narrador, dono do raro poder de compartilhar com o leitor leigo certos mundos que de outro modo permaneceriam desconhecidos ou restritos aos especialistas. Em “O homem que confundiu sua mulher com um chapéu” estamos diante de pacientes que, imersos num mundo de sonhos e deficiências cerebrais, preservam sua imaginação e constroem uma identidade moral própria. Aqui, relatos clínicos são intencionalmente transformados em artefatos literários, mostrando que somente a forma narrativa restitui à abstração da doença uma feição humana, desvelando novas realidades para a investigação científica e problematizando os limites entre o físico e o psíquico.

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28 Jun 12:51

553 – Gigante.

by gomba

Gigante
ad infinitum

27 Jun 19:56

32 Greatest Movie Scenes Of All Time

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
Awesome unscripted movie scenes.

Gun vs. Sword
Raiders of the Lost Ark (1981)

Director - Steven Spielberg

While chasing Marion Ravenwood (Karen Allen) after she's been kidnapped, archaeologist and adventurer Dr. Indiana Jones (Harrison Ford) runs into a large sword-wielding bad guy dressed all in black. Instead of fighting him in what would surely be a losing whip versus sword battle, Indy simply pulls out his revolver, puts the man down with one shot and moves on.

The original script called for a long sword fight but a day earlier Ford got a severe case of food poisoning and didn't have the energy to film the scene as written. After a discussion with director Steven Spielberg, the scene was changed and became an iconic part of Indiana Jones mythos.




Why Male Models?
Zoolander (2001)

Director - Ben Stiller

In this scene involving former hand model J.P. Prewitt (David Duchovny) and the dimwitted male model Derek Zoolander (Ben Stiller), Prewitt - a conspiracy theorist - explains how the fashion industry has been behind every high profile political assassination of the last hundred years.

Zoolander asks, "Why male models?" Prewitt answers with a lengthy explanation, after which Zoolander responds again, "Why male models?" Stiller forgot his original line and just repeated his previous line instead. This prompted Duchovny to ad-lib his response "Are you kidding? I just told you like a minute ago."

The scene ends up reinforcing the movie's narrative of the brainless male model stereotype and Stiller turned a gaffe into one of the funniest parts of the film.




The Cat
The Godfather (1972)

Director - Francis Ford Coppola

Vito Corleone (Marlon Brando) is more than the cold-hearted head of a powerful Italian mob family. That trait shows when he sentences a man to be beaten as retaliation for the beating of another man's daughter - all while gently stroking a cat.

Thing is, the cat was never part of the original script. Some reports say that Coppola plopped the feline into Brando's lap just before filming began. Other reports say Brando found "il gatto" roaming around the set, picked him and gave him an offer he couldn't refuse (heh).




I Don't Care
The Fugitive (1993)

Director - Andrew Davis

In this famous showdown between Richard Kimble (Harrison Ford) - a doctor wrongly accused of murdering his wife - and U.S. Marshal Samuel Gerard (Tommy Lee Jones), Kimble gets the jump on Gerard in the sewers. Instead of shooting the Marshal and making things worse, Kimble pleads his case to him saying, "I didn't kill my wife!" Gerard, with a sober tone and intense look on his face, responds with a simple, but brilliant and ad-libbed, piece of dialog, "I don't care."

The line wasn't part of the script but those three words reinforced to Kimble, and audiences, that it didn't matter to Gerard whether the doctor was guilty or innocent of the crimes for which he was accused. He was going to get his man - no matter what.




Slow Clapping
The Dark Knight (2008)

Director - Christopher Nolan

As the Joker (Heath Ledger) waits quietly alone in jail after having been arrested by Jim Gordon (Gary Oldman), Mayor Garcia (Nestor Carbonell) shows up to look over Gotham's latest scourge. While there he also promotes Gordon to the position of Commissioner.

As the officers in the room applaud the announcement Ledger begins, unscripted, to slowly clap - never changing his facial expression. It was just a simple improvisation but one that was unsettling and darkly brilliant.




Spitting Blood
RoboCop (1987)

Director - Paul Verhoeven

When antagonist Clarence Boddicker (Kurtwood Smith) is taken to the police precinct after receiving a solid whooping by RoboCop (Peter Weller), Boddicker spits a bloody glob onto the paperwork of the desk sergeant, followed by the line "Give me my f*ckin' phone call!"

Smith and Verhoeven briefly had discussed the unscripted moment before filming the scene but neglected to inform the extras - which was evident by their real and disgusted surprise as the scene unfolded.




Necklace Laugh
Pretty Woman (1990)

Director - Garry Marshall

In what became one of the most famous scenes from the film, Edward Lewis (Richard Gere) presents call girl Vivian Ward (Julia Roberts) with a gorgeous and rather expensive diamond necklace. As Roberts reaches out to touch the precious jewels, Gere - in an unscripted playful moment - quickly snaps the box shut genuinely surprising her.

Her laugh was so honest, and the scene so good, that Marshall decided to leave it in the film as is.




Think Fast!
Being John Malkovich (1999)

Director - Spike Jonze

Shortly after John Malkovich meets Craig Schwartz (John Cusack) on the side of the road he wanders off mad. As he does, a car passes by with a man leaning out the window. The man throws a can hitting Malkovich square in the back of the head while yelling, "Hey Malkovich! Think Fast!" - causing the Oscar nominated actor to scream out in legitimate pain.

Neither the can throwing nor the reaction were scripted but the drunken extra in the car felt the opportunity was too good to pass up. Jonze thought the scene added to the character's frustration and left it in.

Instead of being fired, the extra was added to the final cut of the film and given a raise.




The Cinderella Story
Caddyshack (1980)

Director - Harold Ramis

One of the best and most quoted scenes from this film is "The Cinderella Story" where groundskeeper Carl Spackler (Bill Murray) mutters a story to himself about an unknown golfer winning The Masters.

This entire scene was developed by Murray on the spot saying in his 1999 book Cinderella Story: My Life in Golf: "The Cinderella Story was a spur-of-the-moment idea. 'Get me some flowers,' I said. 'Four rows of mums."




Most Annoying Sound in the World
Dumb and Dumber (1994)

Director - Farrelly Brothers

There are many scenes in the film that show how moronic and simple-minded best friends Lloyd Christmas (Jim Carrey) and Harry Dunne (Jeff Daniels) can be but this one showed how annoying they can be on car trips - and it was entirely unscripted.

Even hitman Joe Mentalino's (Mike Starr) hissy fit reaction to the scene was unscripted, which makes the scene that much funnier.




Know How I Know You're Gay?
Knocked Up (2007)

Director - Judd Apatow

Crafting a good and funny insult is one of the hardest things to do but Seth Rogen and Paul Rudd are two of the best - proving it in this scene of put down jokes.

This entire exchange between Pete (Rudd) and Ben (Rogen) while in the car was completely ad libbed by the two actors. The scene is only a few seconds long on the final cut but as an extra on the DVD, the scene goes on for over six minutes.




Farting Wife
Good Will Hunting (1997)

Director - Gus Van Sant

In this scene between therapist Sean Maguire (Robin Williams) and math genius Will Hunting (Matt Damon), Williams proves that comedic-minded actors usually give the best ad libbed scenes.

The entire story about Maguire's flatulent spouse was made up on the spot by Williams and not a part of the original script.




Delayed Explosion
The Dark Knight (2008)

Director - Christopher Nolan

Originally, the Joker (Heath Ledger) was supposed to walk down the street while the explosion at the hospital began, get on the school bus during the scripted pause, and the bus would drive away while the explosion finished.

However, Ledger stopped walking during the pause and in a moment of improvisation began fidgeting with the remote detonator in a very Joker-esque manner - bringing a slight amount of dark humor to what would have just been a serious scene.




Game Over Man
Aliens (1986)

Director - James Cameron

Chaos and confusion are everywhere after the first attack by the xenomorphs decimate the Space Marines and their drop ship crashes. As the crew tries to get their bearing and fully understand what just happened, Private Hudson (Bill Paxton) - ever the pessimist - laments "That's it man, game over man, game over! What are we going to do now?"

The original line didn't include the "game over" part and was ad libbed by Paxton.




Party Talk
Tootsie (1982)

Director - Sydney Pollack

During this scene, aspiring playwright Jeff Slater (Bill Murray) was required to appear to be talking throughout the entire party; however, there was no dialog written for the character.

As a natural entertainer and comedian, Murray improvised the entire scene.




The Line Up
The Usual Suspects (1995)

Director - Bryan Singer

Christopher McQuarrie wrote only one line for this scene - "Give me the keys, you f*cking c*cksucker!" - it was up to the individual actors to deliver it however they wanted. McQuarrie actually plays the cop speaking with the suspects and both his line to Fred Fenster (Benicio Del Toro) "In English please?" and Del Toro's reaction were unscripted.

According to interviews on the DVD, the laughing during Del Toro's delivery was due to his constant farting while filming - boys will be boys.




Come Out to Play
The Warriors (1979)

Director - Walter Hill

In this scene, the script called for Luther (David Patrick Kelly) - leader of the vicious New York gang the Rogues - to drive up and provoke rival gang The Warriors to a fight in the streets by clinking bottles together.

Kelly spontaneously added the now famous line "Warriors, come out to play!”




Take the Cannoli
The Godfather (1972)

Director - Francis Ford Coppala

Corleone family capo Peter Clemenza (Richard Castellano) orders his henchman Rocco Lampone (Tom Rosqui) to carry out a hit on Paulie Gatto (John Martino) for his betrayal of Don Vito Corleone (Marlon Brando).

Castellano's original line was "Leave the gun" but drawing from an earlier scene where Clemenza's wife reminds him to bring home some cannoli, he improvised the now famous line "Take the cannoli."




Mein Furher, I Can Walk
Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb (1964)

Director - Stanley Kubrick

Nuclear scientist Dr. Merkwürdigliebe or Strangelove (Peter Sellers) was confined to a wheelchair for the entire film - but Sellers decided to spontaneously stand at the very end of the film, take a couple of steps and proclaim, "Mein Führer! I can walk!"

In a process known as "retroscripting", Kubrick changed much of the script he co-wrote with Terry Southern to incorporate much of Sellers' improvised dialog, including this now famously unscripted scene from the end of his black satirical comedy.




Remembering the Brothers
Saving Private Ryan (1998)

Director - Steven Spielberg

During a brief break from fighting, Captain Miller (Tom Hanks) sits with Private Ryan (Matt Damon) swapping stories about what it was like back home for them both. The story Damon tells about his brothers and the barn was made up entirely by him during filming.

None of the story was part of the original script.




You're Gonna Need a Bigger Boat
Jaws (1975)

Director - Steven Spielberg

While chumming the waters in an attempt to lure the deadly great white shark within range, Police Chief Brody (Roy Scheider) gets his first look at exactly how massive the killer shark truly is.

Stunned, startled and filled with fear he stands up and utters the now famous line to Orca Captain Quint (Robert Shaw) completely off-script, "You're going to need a bigger boat.”

Turns out, he was right.




I Know
Star Wars Episode V: The Empire Strikes Back (1980)

Director - Irvin Kershner

As smuggler-turned-hero Han Solo (Harrison Ford) is about to be encased in carbonite, Princess Leia (Carrie Fisher) reveals her love for him. The script called for Leia to say "I love you" to which Solo was supposed to respond with "I love you too".

Ford decided that Solo wouldn't say something like that and instead, changed the line to simply "I know."




Can You Hear Me Now?
Reservoir Dogs (1992)

Director - Quentin Tarantino

The script for Tarantino's violent, freshman project called for jewel thief Mr. Blonde (Michael Madsen) to torture Officer Nash (Kirk Baltz) by cutting off his ear with a straight razor - however, Tarantino didn't give Madsen any specific direction what to do once the gruesome deed had been done.

All of Madsen's lines and actions with the ear were improvised by him.




Here's Looking at You Kid
Casablanca (1942)

Director - Michael Curtiz

The scene of Rick Blaine (Humphrey Bogart) putting Ilsa Lund (Ingrid Bergman) and Victor Laszlo (Paul Henreid) on a plane bound for America with the help of Captain Louis Renault (Claude Rains) is chock full of memorable lines but the line listed as 5th in AFI's 100 Years...100 Movie Quotes wasn't even part of the original script.

According to reports, Bogart said the phrase "Here's looking at you kid" multiple times to Bergman while teaching her to play poker between takes.




The Sneeze
Annie Hall (1977)

Director - Woody Allen

Neurotic Jewish comedian Alvy Singer (Woody Allen) is at a party when his friend passes him a small tin filled with cocaine. As Alvy takes the tin in his hands he has a violent sneeze - sending white powder everywhere. The surrounding actors’ uncontrollable laughter was spontaneous and genuine and Allen decided to leave it in the final cut of the film after it tested well with audiences.

So one of the most famous sneezes in cinema history was never actually intended to be part of the final film - it actually occurred during a scene rehearsal.




Here's Johnny!
The Shining (1980)

Director - Stanley Kubrick

Wendy Torrance (Shelley Duval) and her son Danny (Danny Lloyd) hide from the deranged novelist Jack Torrance (Jack Nicholson) in a hotel bathroom. As Jack begins chopping through the door with a fire axe and sticks his face into the splintered opening, he utters a phrase previously made popular by Ed McMahon on The Tonight Show starring Johnny Carson - "Here's Johnny!"

The line was not part of Kubrick's original screenplay and was improvised by Nicholson.




Like Tears in the Rain
Blade Runner (1982)

Director - Ridley Scott

As ex-blade runner Rick Deckard (Harrison Ford) attempts to "retire" the replicant known as Roy Batty (Rutger Hauer), he finds himself in a precarious position. The battle worn replicant shows mercy on Deckard rescuing him from the edge of the building - only to "die" shortly after giving a moving monologue.

As he reminisces about his past he says, "All those moments will be lost in time...," but then Hauer adds the unscripted and philosophical phrase "...like tears in rain."




I'm Walking Here!
Midnight Cowboy (1969)

Director - John Schlesinger

As want-to-be gigolo Joe Buck (Jon Voight) and crippled scam artist Ratso (Dustin Hoffman) cross a street in New York City, a REAL NYC taxi cab driver who ignored all the "Street Closed for Filming" signs drives through the scene.

Obviously this wasn't scripted and Hoffman's response and actions were all improvised, in character, as a result.




Singing in the Rain
A Clockwork Orange (1971)

Director - Stanley Kubrick

Alex (Malcolm McDowell) breaks into a happy song as he and his "droogs" perform a bit of "ultra-violence" and rape. Reportedly Kubrick filmed this scene several times and wasn't happy with it each time - until he told McDowell to just "do anything he wanted".

McDowell decided to belt out "Singing in the Rain" and Kubrick was so pleased with how much better the scene became that he acquired the rights to use the song immediately.




You Talking to Me?
Taxi Driver (1976)

Director - Martin Scorsese

When screenwriter Paul Schrader wrote this scene it simply said "Travis talks to himself in the mirror" - there was no specific dialog given. Everything that insomnia-plagued taxi driver Travis Bickle (Robert De Niro) says during his faux-conversation was improvised by De Niro on the spot.

To this day, whenever someone walks by a mirror they can't help but utter his now famous line "You talking to me?"




Hsssss!
The Silence of the Lambs (1991)

Director - Jonathan Demme

The famous "hssssss" sound made by Dr. Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) during his story about eating a liver with "fava beans and a nice Chianti" to FBI agent Clarice Starling (Jodie Foster) wasn't in the original script.

Apparently it was something Hopkins did during rehearsals to creep out Foster - and Demme decided leaving it in was the best way to creep out his audience too.




Drill Sergeant
Full Metal Jacket (1987)

Director - Stanley Kubrick

Originally, R. Lee Ermey wasn't even cast in the role as Gunnery Sergeant Hartman but after Ermey submitted a tape of himself spewing insults at group of Royal Marines for 15 minutes straight, Kubrick cast him immediately

Ermey wrote 150 pages of insults and Kubrick estimated that 50% of the character’s dialog was improvised by the former drill instructor.


Via: screenrant
27 Jun 14:36

Credible Hulk tee

by Cory Doctorow


For a mere $16, you can own this "CREDIBLE HULK ALWAYS CITES HIS SOURCES" tee. Goes well with the (as-yet-nonexistent) [CITATION NEEDED] shoelaces.

The Credible Hulk Always Cites His Sources : Reasonist Products (via Tor Teen Tumblr)

    


26 Jun 14:22

Antes

Antes.png
24 Jun 12:39

Daily strip 22. Jun 2013

24 Jun 12:38

06.24.2013

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Cyanide and Happiness, a daily webcomic
21 Jun 15:10

06.20.2013

ivan

c/c Marcus Nunes

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
20 Jun 11:41

cálice - milton nascimento ♪ (http://migre.me/f5Z3T)



cálice - milton nascimento ♪ (http://migre.me/f5Z3T)

19 Jun 14:05

06.18.2013

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Cyanide and Happiness, a daily webcomic
19 Jun 13:52

Já valeu a pena.

by Ana Freitas

Protesto - Movimento Passe Livre 07.06.2013 - -6

A maior preocupação de muita gente agora parece ser definir exatamente pelo que tá todo mundo lutando. Quer dizer, já ficou claro que não é só por 20 centavos. Mas então, é pelo que? É tanta coisa errada, tanto problema estrutural, e na verdade esse argumento é um daqueles que a gente usou por tantos anos pra não fazer nada sobre os problemas. Quem nunca deu a si mesmo ou escutou dos outros aquela desculpa que vai mais ou menos na linha do “tem tanta coisa errada que eu não sei por onde começar”?

Também não dá pro negócio virar um CANSEI, porque NÉ.

Não cabe a mim definir as causas dos outros; eu sei bem das minhas. A essa altura, em que os atos são apoiados por todo tipo de gente, gente legal e gente idiota, as causas são as mais diversas possíveis. E em algum momento, talvez, será preciso organizar uma pauta, dividi-la com o grupo e vê-lo se dividindo por discordâncias internas – uma parte vai achar que brigar pelo fim do Bolsa Família é mais importante do que lutar pela construção de ciclovias.

E isso não é um problema – pelo contrário! Isso cria a consciência de que todos os grupos, de todos os interesses, podem e devem se organizar via redes sociais e sair na rua reivindicando que seus políticos os representem.

No entanto, enquanto isso não acontece, somos um grupo de pessoas unidas por dois objetivos principais, um enunciado e outro não enunciado:

  • O direito de fazer uma manifestação pacífica sem ser violentamente reprimido pela polícia.
  • A possibilidade de retomar o poder que é do povo e ver um objetivo atingido caso as pessoas se unam indo pra rua protestar – no caso, a redução na tarifa de ônibus.

E quer saber? Se essas coisas bastam pra nos tirar do sofá, é isso que vale. Porque é importante ir pra rua fazer política e saber que você pode e deve ir pra rua fazer política. É importante caminhar lado a lado de outros brasileiros porque isso retoma a sensação de poder sobre as ruas, o senso de cidadania e coletividade, a solidariedade e principalmente, nos faz refletir sobre os bens coletivos.

Nossa noção de bens coletivos no Brasil é quase inexistente. Muitos de nós somos sempre os primeiros a falar “isso não é problema meu”, e deixamos a cidade nos engolir, porque trabalhar é mais importante do que qualquer coisa. E quando a gente se dá o direito de faltar na aula ou no trabalho pra ir pra manifestação ao lado de um monte de gente desconhecida, que pode até pensar diferente, mas está junto unida por uma coisa só – com uma indignação fomentada por uma série de coisas diferentes, verdade, mas unida ali por um propósito final único naquele momento – acho que pode lembrar a gente do que importa.

Os protestos estão fomentando a discussão política, coisa tão rara pra gente – agora, todo mundo tem uma opinião, baseada em uma tonelada de informação descentralizada que recebe das redes sociais. Estão tornando as pessoas mais solidárias, já que elas estão lutando pelos direitos dos outros, também. Gente solidária, que se dá conta que não está sozinha no mundo, pode se questionar da próxima vez que for jogar um papel no chão, subornar um policial ou assistir calado a uma injustiça. Isso tudo está nos ensinando como somos capazes, sim, de se mobilizar via rede social pra coisas maiores, e principalmente, está ensinando às pessoas que são essas coisas que movem o mundo. A gente tinha esquecido que política é feita na rua, não nos corredores dos prédios públicos, e agora estamos lembrando como é que se faz.

Pode duvidar de quem diz que nada vai mudar, porque acredite, depois desses últimos dias, nenhum de nós é mais o mesmo. Agora, a gente lembrou que voto não é uma carta branca pra eles fazerem o que quiserem, é um voto de confiança, que pode ser retirado caso essa confiança seja traída.

Finalmente, tudo o que está rolando está nos ensinando que somos todos parte de uma coisa só, de um povo que que tomar de volta, pra si, o poder que tem sob seus governantes, e que por causa da rede, tem a capacidade de parar a cidade se quiser – porque a cidade somos nós. O que vamos fazer com isso em seguida é algo pra decidir depois. O importante, agora, é retomar esse poder e garantir que todos o tenham, não importa a causa que defendam.

Independente do que aconteça, já valeu a pena.

19 Jun 13:49

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ivan

Essa é minha postura em qualquer reunião às 8 da manhã ou da noite.



18 Jun 16:17

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18 Jun 16:17

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ivan

Esse sou eu com The Last of Us



18 Jun 12:48

Cientista bebe água de 1,5 bilhão de anos atrás só para ver como é

by Ashley Feinberg

Há cerca de um mês, cientistas do Canadá descobriram o reservatório com a água mais antiga que existe. Ela ficou estagnada sob uma rocha por cerca de 1,5 bilhão de anos, e pode conter restos de vida pré-histórica.

Mas não beba essa água: o gosto é ruim demais. Ou pelo menos é o que diz a Dra. Barbara Sherwood Lollar. E ela deveria saber – ela bebeu.

Como pesquisadora – e degustadora – da sopa primordial, Lollar descreveu as propriedades físicas do líquido durante uma entrevista recente com o LA Times. E como é essa água antiga? Salgada, viscosa, e meio que alaranjada quando exposta ao ar. Delícia!

Mas você pode se perguntar: como é que ela tem esse conhecimento tão íntimo e sensorial dessa água antiga? O LA Times também quis saber. E Lollar respondeu com uma honestidade admirável e inquietante:

Eu tenho que admitir que eu já provei a água de vez em quando. O gosto é terrível. Ela é muito mais salgada do que a água do mar. Você certamente não iria querer beber isso.

Sim, ela provou, e mais de uma vez. Houve várias ocasiões em que ela disse: “Provavelmente é uma boa ideia colocar essa água com até 2,5 bilhões de anos e composição indeterminada na minha boca… você sabe, mais uma vez”.

Na verdade, a primeira vez foi pela ciência, pelo qual elogiamos sua coragem. No entanto, depois que você chega à segunda ou terceira rodada de sopa primordial, os motivos começam a ficar um pouco nebulosos… especialmente porque os cientistas ainda estão esperando para saber se o líquido esconde alguma forma de vida antiga. Mas depois que você prova esse néctar salgado e viscoso, fica difícil largar o copo. Aparentemente. [LA Times via The Atlantic]

Imagem: Shutterstock/Maridav

18 Jun 11:24

Anésia # 116

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Não sei se a galera tá curtindo as tiras que eu tenho feito sobre a Copa das Confederações para o POP,
mas eu tô adorando fazê-las! Acompanhe! :D
17 Jun 11:20

Daily strip 16. Jun 2013

16 Jun 23:57

computerheroboy: Adult Swim making an unholy amount of sense.





















computerheroboy:

Adult Swim making an unholy amount of sense.

16 Jun 23:55

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16 Jun 23:52

É por isso que você nunca precisou usar uma caneta-tinteiro

by Eric Limer

Você provavelmente nunca usou uma caneta-tinteiro, nem derramou acidentalmente um frasco de tinta refil e arruinou sua roupa. Isso é graças à caneta esferográfica: este gadget extremamente útil comemora hoje seu 75º aniversário, então vá assinar algo para garantir seu direito de comemorar!

Lá em 1888, um homem chamado John J. Loud desenvolveu o primeiro precursor da caneta esferográfica, mas embora a ideia fosse boa, a execução não era lá essas coisas. Ela funcionava, mas só escrevia bem o bastante em couro, não em papel. Por isso, ela nunca pegou.

Então, em 1938 – exatamente 75 anos atrás – o húngaro László Bíró e seu irmão György patentearam um modelo próprio, o mais bem-sucedido. Ele consistia no mesmo método de bola em um encaixe, porém usava uma tinta mais espessa, o que lhe permitia lidar muito bem com papel, e evitava os compartimentos pressurizados – que às vezes estouravam – dos modelos anteriores de caneta.

ballpoint 2

Em 1943, os irmãos Bíró se mudaram para a Argentina, e lá abriram uma empresa para fabricar as canetas. Mas a esferográfica só se tornou popular depois de 1950, quando Marcel Bich comprou a patente dos irmãos Bíró e desenvolveu o design da Bic Cristal, que você deve ter usado (e talvez mordido) em algum momento da sua vida.

Então, feliz aniversário para a caneta esferográfica: colocando tinta portátil no bolso desde antes de você nascer.

Imagem por Trounce/Creative Commons

15 Jun 18:49

Manual de Convivência

by Tyler Bazz


“Não somos tão violentos e autoritários como dizem, não é como se fôssemos a Polícia de São Paulo” (Autor desconhecido)

A frase acima é muitas vezes atribuída a um alto oficial da Gestapo, embora sua verdadeira origem nunca tenha sido rastreada, sendo inclusive possível que nunca tenha realmente sido dita. Isto posto, vamos ao objetivo central deste texto: acompanhando os protestos da última quinta-feira (13J) em São Paulo, fiquei com a clara sensação de que manifestantes, jornalistas, entre outros, incluindo alguns amigos, colegas e conhecidos, não sabem exatamente como lidar com a PM paulista. Assim, sendo contra qualquer forma de violência e pensando no bem dessas pessoas, resolvi compilar este Pequeno Manual de Convivência com a Polícia de São Paulo, que não visa ser completo nem garante a segurança das pessoas, mas que pode ser útil em alguns casos.

Observação: as fotos e vídeos usados no manual não são de minha autoria e provêm da internet. Como diria a polícia: “eu não me responsabilizo”.

1. Não saia de casa. Este é o ponto básico e principal de toda a relação cidadão/polícia, na verdade. É importante ficar em casa – dentro de casa, não na sacada. Dependendo de sua renda mensal, pode-se ler a revista Veja ou assistir à novela das nove. Pessoa de bem fica em casa, sem incomodar a cidade, sem andar por aí à noite, sem fazer fila. Quem fica em casa não tem problema com a polícia (desde que o som esteja baixo e que a fumaça não tenha um cheiro estranho, naturalmente). No entanto, se ficar em casa não for sempre possível – algumas pessoas têm que trabalhar, estudar (diversão não pode, fiquem em casa), e todas são obrigadas a sair para votar – os tópicos seguintes se aplicam.

2. Ande sempre de carro. O carro é como uma extensão da casa do brasileiro, então, ao se locomover sempre de carro, o cidadão está pelo menos tentando se ater à regra 1 deste manual e manter uma boa relação com a polícia. Se todos andarem de carro, ninguém reclama do aumento do preço do ônibus, por exemplo. A polícia não incomoda quem anda de carro e impede que qualquer pedestre incomode também. A polícia está tão tranquila com quem anda de carro, na verdade, que às vezes deixa grandes avenidas engarrafadas sem nenhum tipo de observação, empregando melhor o efetivo na proteção de algum dirigente da FIFA ou desmantelando algum distúrbio causado por pedestres, e, assim, abrindo caminho para arrastões. Mas os arrastões são feitos por pessoas que não estão de carro, e quanto mais gente seguir esta regra, menos arrastões.

3. Ao encontrar um policial na rua, algumas normas de conduta devem ser estritamente observadas. Abaixe a cabeça e continue andando em frente, nem muito rápido, nem muito devagar, e não pare se não receber ordem para tal. Se o oficial polidamente solicitar que você pare, faça-o e mantenha a cabeça baixa. Apesar de toda a proteção – capacetes, escudos, coletes, cacetetes, bombas de efeito moral, gás de pimenta e armas de fogo – os homens da polícia costumam temer poderes especiais que o cidadão possa ter, como lasers disparados pelos olhos. Por isso, é fundamental não fazer contato visual, nem mesmo tentar ver o nome pregado à farda. Lembre-se de, sempre e somente quando perguntado, responder prontamente e com calma, e terminar a frase com “sim, senhor”, afinal você está falando com um ser superior que merece e exige o devido respeito. Caso seja atingido no rosto ou receba outro tipo de agressão, tenha paciência e pense se valeu a pena não ter seguido as regras 1 e 2 acima.

4. Não compre vinagre. Não importa o quanto você gosta de salada, cara, não compre vinagre.

5. Não participe de aglomerações. Qualquer reunião de vinte ou mais pessoas pode ser considerada uma aglomeração e, por consequência, um distúrbio aos cidadãos de bem. Aglomerações podem e serão sempre desbaratadas com as já citadas bombas de gás, sprays de pimenta e armas. Este ponto, mais uma vez, reforça a importância da regra 1, Não saia de casa. Se por acaso você vive em uma casa com mais de vinte moradores, evite áreas comuns e reuniões na hora do jantar, elas podem se tornar pontos de distúrbio e vandalismo.

6. Não tente registrar a ação da polícia, seja na rua ou de dentro de sua casa. Tá pensando que é quem com essa câmera, o Spielberg? Além disso, não dance, cante, grite ou se manifeste.

7. Não pense. Da mesma forma que paleontólogos acreditam que algumas espécies de dinossauros enxergavam mal, mas eram capazes de detectar o movimento de suas presas, existem correntes que afirmam que o policial é capaz de detectar o trabalho de um cérebro. Isso, além de não ser bom para a ordem, a moral, os bons costumes e o regime (que ainda vive no coração por trás de cada farda), é considerado extremamente perigoso dentro dos quartéis. Cidadão de bem não pensa. Cidadão de bem não quer mudar as coisas. Ao avistar uma farda da PM ou do Choque, é importantíssimo parar de pensar imediatamente, abaixar a cabeça e caminhar direto para casa. Uma imagem boa para ter em mente é a das hienas desfilando à frente de Scar, em O Rei Leão. Estudos mostram que este tipo de comportamento costuma atenuar os instintos violentos dos oficiais. No entanto, se não for possível preencher a cabeça com imagens de paradas militares e afins, o mais importante é não preenchê-la com pensamento nenhum. Os escudos da polícia não são capazes de deter o pensamento, e por isso ele é considerado uma arma de grande força.

Seguindo estas regras, dificilmente o cidadão de bem será confundido com um bandido, marginal, vagabundo desocupado e atacado pela polícia. Vale lembrar que este Manual não visa cobrir todas as situações e trata-se apenas de um conjunto básico de regras de conduta e comportamento. Instruções mais detalhadas podem ser encontradas em alguns jornais e revistas de grande circulaçao.

Por favor, tentem ficar seguros.


Tyler Bazz
14 Jun 19:19

Olhos vermelhos

Olhos-vermelhos.png

- Os velhos olhos vermelhos voltaram desta vez com o mundo nas costas e a cidade nos pés...
14 Jun 19:19

Novo Mascote da Copa do Mundo 2014

by Marcelo del Debbio
14 Jun 18:20

Prender alguém por portar vinagre não é só ilegal. É ridículo

by José Nabuco Filho
ivan

Melhor site...

A tentativa absurda do estado de criminalizar os movimentos sociais. A detenção de manifestantes que portavam vinagre e a prisão em flagrante de outros por crime de quadrilha são atos ilegais e uma clara tentativa de criminalizar os movimentos sociais. É difícil um autoritário praticar um ato de opressão e não resvalar no ridículo. Na
14 Jun 00:51

Tira 1673


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