Adam Victor Brandizzi
Shared posts
Library Hand, the Fastidiously Neat Penmanship Style Made for Card Catalogs | Atlas Obscura
Enjoying This Story?
Related Stories
In September 1885, a bunch of librarians spent four days holed up in scenic Lake George, just over 200 miles north of New York City. In the presence of such library-world luminaries as Melvil Dewey—the well-organized chap whose Dewey Decimal System keeps shelves orderly to this day—they discussed a range of issues, from the significance of the term “bookworm” to the question of whether libraries ought to have a separate reference-room for ladies.
They then turned their attention to another crucial issue: handwriting. As libraries acquired more books, card catalogs needed to expand fast in order to keep track of them. Though the newly invented typewriter was beginning to take hold, it took time and effort to teach the art of “machine writing.” Librarians still had to handwrite their catalog cards. And this was causing problems.
“The trouble in handwriting,” said Mr. James Whitney, of the Boston Public Library, “is that there is apt to be too much flourishing.”
Professor Louis Pollens of Dartmouth College agreed: “We want a handwriting that approaches as near to type as possible, that will do away with individual characteristics.”
A Mr. C. Alex Nelson, of the Astor Library in New York, then mentioned that “T.A. Edison, the inventor” had lately been experimenting with penmanship styles in order to find the most speedy and legible type of handwriting for telegraph operators. Edison, Nelson recalled, had ultimately selected “a slight back-hand, with regular round letters apart from each other, and not shaded.” With this style, Edison was able to write at a respectable 45 words per minute.
Hearing this, Dewey set out a catalog-minded mission for the group: “We ought to find out what is the most legible handwriting.”
This was the beginning of “library hand,” a penmanship style developed over the ensuing year or so for the purpose of keeping catalogs standardized and legible.

Influenced by Edison and honed via experimenting on patient, hand-sore librarians, library hand focused on uniformity rather than beauty. “The handwriting of the old-fashioned writing master is quite as illegible as that of the most illiterate boor,” read a New York State Library School handbook. “Take great pains to have all writing uniform in size, blackness of lines, slant, spacing and forms of letters,” wrote Dewey in 1887. And if librarians thought they could get away with just any black ink, they could think again real fast. “Inks called black vary much in color,” scoffed the New York State Library School handwriting guide.
Dewey and his crew of “a dozen catalogers and librarians” spent, in his estimation, “an hour daily for nearly an entire week” hashing out the rules of library hand. They started by examining hundreds of card catalogs, looking for penmanship problems and coming up with ways to solve them. They concluded that the “simpler and fewer the lines the better,” and decided that, while a slant was best avoided, a slight backward slant was acceptable. Then they got to the more nitty-gritty stuff, such as whether to opt for a “square-topped 3” or a “rounded-top 3.” (The rounded-top 3 won out, as it is less likely to be mistaken for a 5 during hasty reading.)

Since the aim was legibility, not haste, library hand wasn’t so speedy to execute—but the pace depended on the scribe. Dewey conducted a test in which four cataloguers wrote the Lord’s Prayer in both “catalog hand” and their standard note-taking hand. One cataloguer took three-and-a-half minutes in note-taking hand and almost 12 minutes in catalog hand. But another took three-and-a-half minutes in note-taking hand and four-and-a-half minutes in catalog hand. And the time saved among librarians who had previously mistaken 3s for 5s was priceless.
Now that card catalogs have been replaced by electronic indexing, library hand is a rare sight—unless you know where to look. After the New York Public Library removed its physical card catalog in 1971, every card was photographed and composited onto the pages of an 800-volume set of black books. These books, collectively known as the Dictionary Catalog of the Research Libraries of the New York Public Library, 1911-1972, can be found on public shelves in the main branch of the NYPL, as well as in over 65 libraries around the world. Though most of the cards are typed, you’ll find many examples of library hand in these black books. Below is a selection.








Gado são os outros

Das outras vezes, pelo menos, esperaram o sujeito ganhar a eleição. Agora Lula só precisou aparecer bem nas pesquisas para começarem os comentários estúpidos sobre os eleitores nordestinos. Dessa vez foi o site "O Antagonista", que noticiou o bom resultado de Lula entre os pesquisados do Nordeste com a manchete "Os bois voltaram para o curral".
Em resposta aos críticos da manchete, os antagonistas lembraram que "curral eleitoral" é uma expressão comum na discussão política brasileira. E, é claro, reclamaram do politicamente correto.
Isso está errado.
"Curral eleitoral" é uma expressão criada para descrever a situação de eleitores brasileiros em épocas em que, de fato, era muito difícil exercer a cidadania livremente,como na Velha República. O voto não era secreto: votar contra o candidato dos poderosos locais era desafiá-los abertamente, o que era muito arriscado.
Dizer "curral eleitoral" para falar da República Velha é descrever um fato histórico. Usar "curral eleitoral" para o Brasil atual é dizer que, mesmo em uma sociedade democrática como a nossa (em que o voto é secreto), os eleitores nordestinos de Lula têm a mesma capacidade de deliberação de gente que votava com medo do coronel. Na opinião dos antagonistas, os eleitores nordestinos de Lula são incapazes de deliberar como homens e mulheres livres mesmo se lhes dermos as instituições da liberdade.
Essa ideia circulou bastante durante o lulismo entre o pessoal da segunda divisão da direita brasileira. Em sua edição 2.329, de Julho de 2013, fl. 56, a revista "Veja" propôs um plebiscito para decidir se os beneficiários do Bolsa Família deveriam ter o direito de se declararem impedidos de votar (era confuso assim mesmo). Após a eleição de 2014, muita gente boa divulgou a ideia de que o "Brasil que trabalha" votou em Aécio, enquanto o "Brasil que depende do Estado" votou em Dilma. A ideia era sempre a mesma: os pobres estão perto demais da subsistência para prestar atenção em problemas morais como a corrupção. Subjacente ao raciocínio estava a ideia de que Lula sempre disputou o segundo turno contra "A Ética", e não contra esses tucanos que agora aparecem nas delações.
Diga o que quiser de 2016, ele pelo menos matou essa tese, entre outras celebridades.
O experimento que matou a hipótese é o governo Temer. Os ricos brasileiros, que, podemos supor, não estão perto demais da subsistência, apoiam o governo a despeito das denúncias de corrupção contra ele.
Os ricos não silenciam porque aprovam a corrupção do PMDB; os pobres não aprovavam as roubalheiras petistas; nos dois casos, ricos e pobres votam porque o governo corrupto em questão implementa políticas que correspondem às suas preferências. E porque os outros candidatos não lhes parecem muito mais honestos.
Isso não quer dizer, repito, que ricos e pobres não se preocupem com a corrupção. Só que todos tentam equilibrar essa preocupação moral com a defesa de seus interesses. Isso é uma vida humana. Nem ricos nem pobres são, em geral, mártires.
Refutada a tese dos antagonistas, nos resta esperar que a direita brasileira passe a tratar os eleitores pobres como pessoas racionais cujos votos podem ser conquistados com melhorias em suas perspectivas de vida. Será uma revolução.
O acordo que precisa ser feito não é contra a Lava Jato
Adam Victor Brandizzi" Feche esse acordo, desamarre o ajuste da turma que está no poder, dilua um pouco o ajuste, se for necessário fazê-lo para alcançar um consenso, e, aí sim, compre pipoca para ver o pessoal caindo. Sem isso, o Brasil pode ter que escolher entre a Lava Jato e o fim da crise econômica. E a culpa será nossa, pois não teremos feito o acordo certo."

O Brasil vive um momento de duro ajuste fiscal, com grande custo para a sociedade, em especial para os mais pobres. E nossos líderes estão envolvidos em detalhadas negociações, conversas difíceis em que deixam de lado qualquer partidarismo para garantir que um acordo satisfatório seja alcançado o mais rápido possível. Só é uma pena que a conversa não seja sobre a crise.
A conversa suprapartidária em curso é sobre parar a Lava Jato. Aí todo mundo é só bom senso e espírito de conciliação. Na semana passada, o bloco "Me Anistia que eu Gamo" começou seu pré-Carnaval com a nomeação de Moreira Franco como ministro, continuou com a indicação de Alexandre de Moraes para o STF, gerou expectativas com os possíveis nomes para o Ministério da Justiça e anunciou os nomes de sua Comissão de Frente, Constituição e Justiça. Gilmar Mendes é o autor do samba "Me Prende, Mas Só Até Quarta-Feira".
Naturalmente, a conversa suprapartidária que deveria estar acontecendo era outra. E, sem essa conversa, vai ser mais difícil continuar a Lava Jato no mesmo ritmo.
Se quisermos ajudar a Lava Jato a cumprir sua promessa, o que podemos fazer é baixar o custo da instabilidade política que as delações vão causar. Podemos fazer isso estabelecendo um acordo mínimo sobre o ajuste fiscal, que envolva esquerda e direita e aumente a chance de que a eleição de 2018 não derrube a recuperação econômica.
Se a recuperação econômica não depender da continuidade da rapaziada de sempre no poder, muita gente que está evitando bater no governo (ou na direção dos partidos de oposição) tomará coragem para fazê-lo.
Nada trabalha mais pelo acordão do que a crise. Os empresários demonstram indisfarçável tolerância com as articulações políticas em curso. É compreensível: há empresários (grandes e pequenos) que sabem que vão quebrar se a economia não melhorar logo. E é indiscutível que a crise política transformou uma crise feia em uma crise horrenda.
Não é que os empresários torçam pelos corruptos: eles só querem normalidade o mais rápido possível, e isso não é o que a Lava Jato promete para os próximos meses. Milhões de trabalhadores com medo de perder emprego compartilham essa preocupação.
Mas, se esquerda e direita concordarem com um programa mínimo que preserve o ajuste fiscal, mas tire educação e saúde do congelamento de gastos; que inclua uma reforma da Previdência razoável; que estabeleça níveis de tributação para os ricos típicos de países decentes; nesse caso, podemos garantir a estabilidade social de que precisamos para sair da crise.
Reduziríamos o risco de populismo em 2018, e seria mais barato desestabilizar o bloco no poder antes disso. Não dependeríamos de circunstâncias incertas, como, por exemplo, alguma autoridade brasileira estar fora da cadeia em dezembro. E, nessa negociação, talvez surgissem lideranças políticas razoáveis para substituir o pessoal que vai em cana.
Feche esse acordo, desamarre o ajuste da turma que está no poder, dilua um pouco o ajuste, se for necessário fazê-lo para alcançar um consenso, e, aí sim, compre pipoca para ver o pessoal caindo. Sem isso, o Brasil pode ter que escolher entre a Lava Jato e o fim da crise econômica. E a culpa será nossa, pois não teremos feito o acordo certo.
André Lara Resende é patrulhado por falar de tema interditado
Adam Victor BrandizziResultado: os jovens americanos que estudaram pela edição americana aprenderam que o Brasil podia quebrar. Os brasileiros só viram a quebra em 1982, quando ela aconteceu.
No início de janeiro, o economista André Lara Resende publicou no jornal "Valor Econômico" o artigo "Juros e Conservadorismo Intelectual". Longo e incompreensível para quem tropeça em coisas como "velocidade de circulação da moeda", o texto trazia uma pergunta:
"Como é possível que depois de dois anos seguidos de queda do PIB, de aumento do desemprego, que já passa de 12% da força de trabalho, a taxa de juro no Brasil continue tão alta, enquanto no mundo desenvolvido os juros estão excepcionalmente baixos?"
Resende não apresentava a resposta, mas informava que está sendo discutida a eficácia do remédio dos juros altos contra a inflação. É possível que essa receita seja tóxica, e esse é um debate corrente na academia internacional.
André Lara Resende foi presidente do BNDES durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e integrou a ekipekonômica que criou e administrou o Plano Real, restabelecendo o valor da moeda nacional.
O artigo recebeu mais ataques que o texto de Carlos Marighella "Algumas Questões sobre as Guerrilhas no Brasil", publicado pelo "Jornal do Brasil" em setembro de 1968.
Na maioria dos casos, Lara Resende foi contestado sem ser citado, como se fosse um ectoplasma. Assim fez o professor Samuel Pessôa reclamando por que "propagandeiam-se heterodoxias que vendem ilusões".
Numa entrevista curta e por isso mesmo pouco articulada, o economista Armínio Fraga informou que "o André foi provocativo", reconheceu que esse é "um debate muito especializado" e atirou na testa. Disse que Lara Resende "implicitamente sugeriu que (...) sendo mais agressivo com cortes de juros no Brasil, talvez levasse a uma queda da inflação, o problema é que essa sugestão encontrou terreno fértil no Brasil, que adora um atalho".
Quando a repórter Erica Fraga perguntou-lhe "por que o Brasil adora atalhos", Armínio desconversou. Falar mal do "Brasil" é um dos tiques nervosos da demofobia.
Armínio Fraga, Samuel Pessôa e o artigo de Lara Resende são mais inteligentes do que esse tipo de debate. O professor Delfim Netto registrou que "a tribo dos economistas está inquieta", nem tanto pelo que Lara Resende disse, mas porque mexeu em coisa que deve ficar fora da agenda: a taxa de juros. Vale reiterar, Lara Resende não defendeu juros baixos mas, como disse Armínio Fraga, "implicitamente sugeriu". E isso não se deve fazer, nem mesmo em artigos incompreensíveis para a patuleia.
Os piores atalhos são os que flertam com o silêncio. É quase certo que Armínio e Pessôa conheçam essa história, mas vale recontá-la:
Em 1973, a editora Agir deveria publicar uma nova edição do clássico "Introdução à Análise Econômica", de Paul Samuelson. Lá ele condenava as ditaduras dizendo que, mesmo quando produzem milagres econômicos, eles são transitórios. Entre elas, mencionou a ditadura brasileira. A editora não queria publicar a referência e pressionou Samuelson com a ajuda de dois corifeus do liberalismo econômico nacional, os doutores Eugênio Gudin e Roberto Campos. O atalho do silêncio funcionou, pois Samuelson concordou com a supressão do parágrafo.
Resultado: os jovens americanos que estudaram pela edição americana aprenderam que o Brasil podia quebrar. Os brasileiros só viram a quebra em 1982, quando ela aconteceu.
UM BAIXO-RELEVO TIJUCANO
A postagem de hoje é tão-somente um registro do baixo-relevo localizado na fachada do Colégio Estadual Paulo de Frontin, cujo prédio novo foi inaugurado no dia 10 de novembro de 1929.
A então bem conservada fachada da então Escola Profissional Paulo de Frontin pode ser vista abaixo, em foto P/B do livro A Cultura Brasileira, de Fernando de Azevedo. A imagem colorida, mais abaixo, foi feita em março de 2014.

O endereço é Rua Barão de Ubá, 399, no Rio Comprido.
Pela simples análise do baixo-relevo já é possível inferir tratar-se de uma instituição de ensino profissionalizante, como as muitas que surgiram na cidade com a reforma do sistema de ensino conduzida pelo Professor Fernando de Azevedo em 1928. E mais: uma instituição de ensino para mulheres!

Analisemos, pois, essa composição, que carrega consigo certa ingenuidade formal.
Dispostos simetricamente no baixo-relevo estão sete figuras humanas: cinco figuras femininas emolduradas por duas figuras masculinas. A mulher central e os dois homens carregam atributos clássicos do Conhecimento e da Vitória – uma vitória conquistada pelo esforço da Educação: ela carrega uma tocha e cada um deles porta um ramo de louros.
Já as quatro mulheres restantes – duas de pé e duas ajoelhadas – carregam atributos alusivos às atividades desenvolvidas na instituição: um pincel, um tear, uma cesta e uma matriz litográfica?
Arabic Words Illustrated to Match Their Literal Meaning by Mahmoud Tammam

“Cat”, “Duck”, “Dog”, “Fox”.
Egypt-based graphic designer Mahmoud Tammam creates simple modifications of Arabic words, transforming the language into visual representations of their meaning. The words Tammam chooses to design are often animals, turning long slopes into a llama’s neck, or a series of curves into an octopus’s tentacles. By creating these pictorial translations he allows the words to be understood by those not familiar or well-versed with the Arabic language, a minimal gesture that leads to a much greater understanding.
You can see more examples of Tammam’s illustrated language on his Instagram and Behance. (via My Modern Met)









Probably just stress.

Probably just stress.
CLUBE COSTA BRAVA
How to Make a Good Impression At a Job Interview
I did once try the “My only flaw as an employee is that I care too much about the quality of my work” gambit. I didn’t get the job. At first I assumed it was because the interviewer figured I was lying, but later I realized that he probably checked with my supervisors (the interview was for a transfer to a new location within the company I worked for at the time) and was likely told that I had recently gotten into a dispute with a coworker about how the poor quality of their work made us all look like idiots.
I’m probably the only person in the history of the “My flaw is that I care too much” gambit to lose out on a job because the statement was provably true.
As always, thanks for using my Amazon Affiliate links (US, UK, Canada).
Saturday Morning Breakfast Cereal - Swearing

Click here to go see the bonus panel!
Hovertext:
It's interesting how caveman can speak a language that won't exist for 50,000 years, but they still have trouble with article usage.
New comic!
Today's News:
Turbo-geeks of London! BAHFest London tickets are about 40% sold. We usually sell 70% of tickets in the last week, so this one will definitely sell out. Book now, or dwell in sorrow.
Lugar ao sol

“Jules Renard”
The Pursuit of Idleness
Spring is almost here! I can think of no better time to resist the urge to write poetry.
Pre-order my book | Poster Shop | Patreon
Angels and Demons Poster
Adam Victor BrandizziWonderful!
it moves!webtoon / website / facebook / twitter / patreon
digital advertising and media transparency

This cartoon was inspired by the talk P&G CMO Marc Pritchard gave on the state of digital advertising at the IAB’s Annual Leadership Meeting a few weeks ago. His talk is worth reading or seeing in its entirety. Professor and pundit Mark Ritson called it the most important speech about marketing in the last 20 years.
Marc Pritchard addresses the whole digital media supply chain, which he calls “murky at best and fraudulent at worst”:
“We need to clean it up, and invest the time and money we save into better advertising to drive growth. It’s time we come together, put down our finger-pointers and solve these problems – all of us – marketers, agencies, publishers, ad tech platforms, suppliers. Frankly, this is a matter of collective will. Because surely if we can invent technology for driverless cars and virtual reality, we can find a way to track and verify media accurately.
“As we all know, the problems and the solutions are not new – adopt one viewability standard; implement accredited third party measurement verification; get transparent agency contracts; prevent ad fraud. Yet, for many reasons, we haven’t taken enough action to make a difference. Maybe one reason is that cleaning up the media supply chain is not a sexy topic. Let’s face it, it’s a lot more fun to talk about the latest VR experience than bot fraud. Maybe there’s another reason.
“I’ll make a confession, which may sound familiar. I confess that P&G believed the myth that we could be a “first mover” on all of the latest shiny objects, despite the lack of standards and measurements and verification. We accepted multiple viewability metrics, publisher self-reporting with no verification, outdated agency contracts, and fraud threats – with the somewhat delusional thought that digital is different and that we were getting ahead of the digital curve. We’ve come to our senses.”
Marc goes on to share four actions P&G is taking to help nudge the whole digital advertising ecosystem. As the world’s largest advertising, with a $7 billion ad spend, P&G has the clout to make some significant waves. It will be interesting to see the ripple effects.
Here are a couple more cartoons I’ve drawn on this topic over the years.
“We’re Going Digital,” April 2012
“Ad Viewability”, August 2015
Saturday Morning Breakfast Cereal - Anti-Theodicy

Click here to go see the bonus panel!
Hovertext:
I think you could do an entirely novel exegesis of the Old Testament based around this premise.
New comic!
Today's News:
Hey! Geeks of London! Come see me, March 25th, at Imperial.
Saturday Morning Breakfast Cereal - The First Visit

Click here to go see the bonus panel!
Hovertext:
Also cows with HUGE teets.
New comic!
Today's News:
Last day to get in your BAHFest MIT proposals!


















