
Basically 87% of florist profits come from that time she caught you checking out the waitress.
Brilliant Florist Ad is a post from: The Inquisitr

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Adam Victor BrandizziUm artigo muito legal sobre o mais legal dos animais.

In a celebrated poem Ogden Nash begs the octopus to tell him if its limbs are arms or legs. Textbooks have a no-nonsense answer: they are arms, not legs (and emphatically not tentacles). But super tongues would be at least as good. Each octopus arm is a muscular hydrostat, like a human tongue, and each of the tens or hundreds of suckers on it is lined with tens of thousands of chemoreceptors—taste buds to you and me—and a comparable number of nerve endings that provide an exquisite sense of touch.
Adam Victor BrandizziInteressante ponto...
On a slow day several months ago, I wrote a post describing my love of traditional American clothing. Although it attracted some criticism for being pretentious, the post was intended to be gently self-mocking. I’d be delighted to see more of the Ivy League Look on the streets. But I don’t really think it matters to the fate of civilization.
But the horror in Bangladesh reminds me that there are moral reasons to prefer clothes manufactured using traditional methods in America or Western Europe to trash shipped in from low-wage countries. No one gets rich sewing jackets or cutting leather. But workers in what remains of the American garment industry are far more likely to earn a living wage in safe conditions than their competitors abroad.
That’s one of the reasons I like to buy from makers like Mercer and Sons, Alden, and Southwick, among others. Considerations of taste aside, I value the fact that their products are made by craftsmen in factories that have been located in the same New England towns for years, and sometimes generations.
I realize that these companies sell luxury products whose prices are out of reach for many. But the same is true of goods offered by big chains that rely on foreign sweatshops like the one that collapsed this week in Dhaka. So if you have the option (which is more likely when it comes to tailored clothing than basics like T-shirts) and can afford to spend a few more dollars, wouldn’t you rather buy something made in America? The Bangladesh disaster reminds me how much I would.
“I found one day in school a boy of medium size ill-treating a smaller boy. I expostulated, but he replied: ‘The bigs hit me, so I hit the babies; that’s fair.’ In these words he epitomized the history of the human race.” — Bertrand Russell
Imagine você, leitora, desejando fazer alguma tatuagem e contando para a família. Alguns pais e parentes poderiam reclamar, mas isto não seria um grande problema. Agora, imagine esta mesma situação para uma mulher no auge do puritanismo do século XIX?
Antigamente, as tatuagens eram mal vistas pelo simples fato de serem comuns entre prisioneiros. Desde os tempos dos Gladiadores, as marcas no corpo deixavam uma pessoa estigmatizada. Hoje em dia, mesmo com toda essa revolução social, algumas empresas pedem para o empregado não expor qualquer tatuagem em público.
O site Tinta na Pele fez um dossiê, contando inúmeras histórias dessas Damas Tatuadas, que tinham seu corpo quase inteiro ornamentado. Muitas delas se apresentavam em Circos de Aberrações, junto com outras “pessoas” que não se encaixavam num padrão “normal” da época.
Para conhecer as histórias dessas mulheres que contrariavam quase toda a “moral e bons costumes” do século XIX, é só clicar aqui!
Adam Victor BrandizziOTOH there are evidences that, if you assign a job to people who find this kind of stuff, this kind of stuff just does not appear anymore.

By Lee Sallows: Assign the letters JHMLCNVTURISEYAPO to the integers -8 to 8 and you get:

And a reader points out that ERIS gives 10.
Vocês me desculpem mas esse vai ser um post forte. É preciso.
Todo mundo gosta de por a culpa em alguém ou achar que nunca vai acontecer por perto. É que vocês têm me magoado com sua postura quando se fala de suicídio. Vocês fazem piadas. Vocês desejam que a pessoa morra longe, escondida, sem atrapalhar o metrô.
Não vejo ninguém questionando se o “corpo na via” se jogou ou caiu por acidente. Ou mesmo teve um desmaio, um ataque cardíaco. Não. Tá no trilho é porque tentou se matar.
Aí todo mundo fica “Af não basta ser um bundão, um covardão, um frouxo de não aguentar a própria vida, ainda atrapalha a vida dos outros” mas vocês, egoístas mimados, não param um segundo para pensar no inferno que aquela pessoa pode estar vivendo.
Vocês ainda acham normais seus problemas de imagem e auto-estima. Vocês acham normal viverem frustrados, de balada em balada, de porre em porre, como se isso sim fosse muita coragem de enfrentar a vida. Não satisfeitos, ainda criam um modelo de vida não só inatingível como também sem conexão com a verdade de cada um e esculacham quem não se encaixa por inveja de não ser quem realmente é.
Pois bem, tenho uma historinha pra vocês.
Eu sempre fui a pessoa mais “feliz” da minha casa. Sempre fui a que tinha mais amigos e a que lutava com menos dificuldade contra a maré de negatividade que é viver em depressão. Tive depressão desde a adolescência, nunca diagnosticada, nunca tratada. Meu modelo de vida era aquele e eu não sabia que existia uma vida diferente daquela.
Quando não consegui mais trabalhar de tristeza, procurei ajuda. Ela parecia ter ajudado. Remédios e terapia. O Rivotril, que vocês tomam feito agua e acham graça. O que vocês falam “haha ele é louco, tomou seu tarja preta hoje?”. O que criativos tomam para aguentar os clientes.
Eu achei que estava bem e voltei a trabalhar, mas a crise voltou. Não conseguia parar de chorar. Não conseguia trabalhar e era um emprego novo para pagar minha pós. Justo eu, a mais feliz. Não tinha o direito de ficar triste. Nem motivo. Mas estava.
Vocês não sabem o desespero que é ter uma doença invisível. Parece tudo escuro, eterno e sem esperança. E vocês chamam de frescura!
A minha “frescura” desesperada me fez tomar seis comprimidos tarja-preta, mas não fizeram efeito. Não parei de chorar. A lobotomia instantânea não funcionou. Então sai para almoçar com um amigo.
No caminho tinha um bar e eu sabia que Rivotril com bebida dava ataque cardíaco. Um jeito fácil de resolver o problema, todos os problemas. Eu não conseguia trabalhar. Eu não servia para mais nada. Aquilo nunca ia acabar e se fosse para viver no inferno, qual seria a diferença?
Tomei uma dose de tequila prata (eu nem gostava da prata!). Mas não tive o prometido ataque cardíaco. Fiquei foi extremamente bêbada e dopada de remédio. Perdi a noção de mim. Não conseguia andar direito nem escrever.
Consegui, ainda assim, subir a Augusta da Alameda Franca até a Paulista. Na Praça do Ciclista, uma das grades faltava. Eu olhei para baixo, pensei “Agora é a hora” e me joguei.
Quase cai em cima de um carro com duas crianças – foi a primeira coisa que me disseram. Eu podia ter sido atropelada inclusive por ônibus, mas não fui. Com certeza atrapalhei o trânsito da hora do almoço. Desculpem por isso.
Desculpa se eu estava desesperadamente sem esperanças, se nenhum médico conseguiu me ajudar e se o remédio que me deram tinha, como efeito colateral, indução ao suicídio. Desculpa se a vida toda me podaram os limites, dizendo que não podia participar das aulas porque tava me achando, e desculpa se eu era paga para mudar corzinha de letrinha e todo meu potencial foi reduzido a nada e eu pirei.
O resto são números: 4 bolsas de sangue, 15 dias de UTI, 2 ossos quebrados, 50 sessões de fisioterapia, o que vocês já sabem.
Não é a primeira vez que uso esse blog para me confessar, e quase posso ouvir minha mãe falando “Marta, não fica contando pra internet inteira que você tentou se matar, que coisa feia”. Mas e se eu vivi para contar? E se a minha função for despertar vocês para seu próprio tratamento e o respeito pela vida alheia?
Cada vez que vocês falam “ain mas não tinha outro lugar pra morrer senão o metrô?” vocês estão caçoando de mim. Cada vez que vocês fazem uma piada com suicida, estão rindo de mim. Cada vez que vocês brincam de “tomei rivotril e fumei maconha”, vocês estão zombando de mim.
Parem.
Parem de ignorar vocês mesmos, parem de ignorar que somos seres vivos, humanos, e temos sentimentos. Parem de encaixar todo mundo no modelo homem-branco-hétero-classe média.
PAREM DE CULPAR A VÍTIMA.
Já que você não consegue ficar chocado a cada notícia de suicídio, pelo menos pare de fazer chacota. Você ajuda as pessoas a desistirem. Não seja isso. Por favor.
Trabalhe todos os dias para ser uma pessoa mais gentil, que entende melhor os outros e mais respeitosa. Pense só um segundo do outro lado. Só isso. Obrigada.
[EDITADO EM 30/04/13]
Talvez não tenha ficado claro, mas isso foi há 2 anos. Eu melhorei muito de lá pra cá, troquei de terapeuta e psiquiatra e voltei a trabalhar. Não tenho crises de choro como antes e controlo bem a minha ansiedade. Não tenho nenhuma vontade de repetir nada disso e tenho muito apoio da minha família, amigos e até emprego.
Espero que vocês achem ajuda e melhorem também. Mas não fiz esse post para vocês. Fiz para quem está super longe desse universo. Não queremos que ninguém passe por isso, por isso conscientizar é importante.
Outros comentários que eu achei importante responder eu respondi. Quem não foi respondido é porque apenas concordo e desejo melhoras.

That’s. That’s genius!
Adam Victor BrandizziPeguei raiva do cara há uns anos atrás e agora tô retornando. O novo site dele tem crônicas legais, de fato.
eventually, em inglês, quer dizer por fim ou finalmente.
he used to call once in a while. eventually, he gave up.
eventualmente, em português, quer dizer de vez em quando.
reparem como a frase acima, em uma má tradução bastante comum, não faz nenhum sentido:
ele ligava de vez em quando. eventualmente, desistiu.
uma tradução mais correta seria:
ele ligava eventualmente. por fim, desistiu.
apesar disso, os cool-americanófilos cometem tanto esse falso cognato que, daqui a pouco, ele vira regra.
mas agora está surgindo uma nova língua, chamada de eu english, ou seja, o inglês da comunidade européia, usado por europeus continentais não falantes nativos.
uma das tantas novidades do eu english é, por influência do francês, eventually significando de vez em quando.
fecha o círculo.
Adam Victor BrandizziNo Brasil seria quase sempre diplomata ou outro tipo de servidor público, né?

Adam Victor BrandizziEu, quando não faço a barba.
Adam Victor BrandizziPô, verdade. Por que ao invés de torrar dinheiro em milicos não vão apoiar campos de refugiados?
As pessoas defendem uma intervenção na Síria para salvar vidas. Primeiro, uma ação militar externa não interromperá o conflito. No Iraque, a guerra começou com a queda de Saddam. Os milicianos armados pelos EUA no Afeganistão viraram o Taleban anos depois. Na Líbia, ex-guerrilheiros se transformaram em terroristas e cometeram atentados contra o consulado americano em Benghasi e a embaixada francesa em Trípoli.
Além disso, se quiser mesmo salvar vidas, defenda uma intervenção humanitária na Somália, no Haiti e, por que não, na Síria. Segundo relatório publicado hoje pela ONU, 260 mil pessoas morreram na Somália de fome entre 2010 e 2012. O valor é o triplo do de vítimas na Síria. No Haiti, no terremoto, em um dia teriam morridos mais pessoas do que em toda a guerra civil síria.
Os sírios também seriam beneficiados caso houvesse uma intervenção humanitária para ajudar refugiados no Líbano e na Jordânia. São 1 milhão ao todo. O Qatar e a Arábia Saudita poderiam doar dinheiro para eles em vez de gastar com grupos da oposição síria muitas vezes ligados à Al Qaeda. Os EUA deveriam pressionar a Rússia para uma resolução exigindo que o regime de Bashar al Assad permita a entrada de ajuda humanitária, em vez de ficar tentando sanções inócuas que serão vetadas por Moscou.
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
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Adam Victor BrandizziAgora tudo faz sentido.



Went and saw Jurassic Park 3D this weekend (I have never seen it in theaters and it was a blast)
Thought of how different the movie could seem from another perspective.

Black hole consumes a star
how is tha…wha… I mean…..but……fuuuuuuuuck. Mindbroke.