
Vjuliao
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New Murals by DALeast Seem to Explode with Energy








It’s impossible to mistake any piece by Chinese muralist DALeast (previously) as belonging to any other artist. His signature style involves a delicate interplay of unraveling ribbon-like lines that form his animalistic and human forms. The tigers, birds, deer and people he depicts are already bursting with motion, but the added line work seems to create an elevated sense of energy, as if the figure itself is about to explode.
Above is a collection of work over the last year or so, and his most recent mural (top) just popped up at Wall Therapy in Rochester, NY and is by far my favorite piece of his I’ve seen. See much more on his website. (via StreetArtNews)
I Watched James Deen Make the First-Ever Google Glass Porn |...

I Watched James Deen Make the First-Ever Google Glass Porn | Motherboard
And from MiKandi: Tits & Glass [NSFW]: “Share, comment and vote on your favorite sexy photos with Google Glasses."
Computer chips in your mouth will know what you're saying
Time Magazine Covers Americans Weren’t Meant To See

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Veja as fuça do Bolivar Trask em Dias de um Futuro Esquecido

Bom, esse aí é a fuça do ator Peter Dinklage, o anãozinho de Game of Thrones, caracterizado como Bolivar Trask, o criador das Sentinelas.
A FOX também lançou um site viral das Instústrias Trask, que tem um vídeo da empresa (mostra uma sentinela no finalzinho):
E algumas IBÁGENS:



Agora uma coisa me deixou cabreiro. O Bryan Singer tá tentando ligar todos os filmes, criando uma história própria para culminar em Dias de um Futuro Esquecido, trazendo os mesmos atores dos antigos filmes e tal mas, como disse o Hell, vai merecer um OSCAR se ele conseguir explicar nesse filme como é que esse Bolivar Trask aí virou esse aqui em X-Men Last Stand:

IUA HIUHA IUHA IU HAIHIUA HA Melhor que o Michael Jackson!!!
E esse Trask aí parece o Âncora!

A pior briga de todos os tempos
Né pur nada não, mas os caras se esforçaram. Pode conferir.
Eu contei 53 socos e 3 chutes que passaram no vazio. Um novo recorde da Academia Luis Fabiano de Artes Marciais.

O Policial Militar ninja do Rio Grande do Sul
O bêbado mala (perdão o pleonasmo) achou que era o dono do mundo e podia tirar onda com quem quisesse ali, mas ele não sabia que quem estava a caminho era oooOOooOOooo… *suspense*….. SUPER POLICIAL MILITAR COM TREINAMENTO NINJA!!!!!
Siiiiiiiim!!!! A brigada militar do Rio Grande do Sul aparentemente tem um treinamento NINJA com técnicas milenares de imobilização utilizando TCHACOS (ou aquilo é um cacetete?). Tadinho do bêbado, foi zonear na jurisprudência (meu sonho era usar essa palavra, sei nem se tá certa) errada e acabou caindo nas mãos do Super PM Ninja.
Acho que da próxima vez, qualquer malfeitor das redondezas vai pensar duas vezes antes de ameaçar as pessoas nos butecos. O PM Ninja está de olho.
enviado pelo leitor abençoado Caio Augusto Schuck
darthshadow: malicedesire: The Last of Us by *JWBeyond I’M...










I’M NOT SURE IF I SHOULD BE SCARED BECAUSE IT’S SO GOOD OR BECAUSE OF CORDYCEPS
BBC: «Portuguese culture feels the pinch as arts budget slashed»
O Sol nasce para Akhenaton (Parte I)
O programa Ancient Aliens é conhecido por defender que realizações antigas da Humanidade – das Grandes Pirâmides aos círculos de pedra de Stonehenge – não teriam sido possíveis sem o auxílio de extraterrestres.
Especialistas como Erich von Däniken e o seu mentor, Giorgio A. Tsoukalos, vislumbram os nossos antepassados como meros macacos sofisticados que estendiam as mãos para receber de visitantes extraterrestres uma dádiva em forma de amendoins tecnológicos.
Quando há dias passei pelo History Channel e vi uma estátua de Akhenaton, pensei ingenuamente que o canal fizera jus ao seu nome com um bom documentário sobre o faraó.
Fiquei logo especado diante do televisor, pois Akhenaton é um mistério dentro do mistério que é o Antigo Egito.
Afinal não era um documentário comentado por egiptólogos, arqueólogos ou historiadores, mas os nossos velhos conhecidos do Ancient Aliens a oferecerem-nos a sua delirante versão sobre quem foi realmente o faraó proscrito e surpreendendo-nos com a sua monolítica perspicácia: um ser extraterrestre!
Que outra explicação poderia haver para o facto de ter sido representado como uma espécie de hermafrodita de crânio alongado e olhos exageradamente rasgados, como os extraterrestres que vemos nos filmes de ficção científica?
O facto de as referências a Akhenaton terem sido apagadas dos monumentos era também um sinal de que se fizera um esforço para «encobrir» a sua verdadeira ascendência.
Este episódio de Ancient Aliens chamava-se «Alienígenas: Factos encobertos», pelo que achei normal que, a dado ponto, os «teóricos» do programa tenham tido a necessidade de justificar o título.
A teoria dos extraterrestres não deixa de ser interessante, pois permite aos autores do Ancient Aliens explicar, de uma assentada, todos os mistérios e maravilhas da Antiguidade que não se preocuparam em conhecer.
O rei solar
Se não fazem ideia das circunstâncias que levaram os artistas a representar a família real daquela forma, se não sabem o que foi o período Amarna na história do Antigo Egito e por que motivo o nome do faraó foi apagado dos monumentos com um zelo sacerdotal, a explicação alienígena torna-se quase plausível.
Duvido que a nossa noção moderna de um ser de outro planeta fizesse sentido para os antigos egípcios, mas há que dar a mão à palmatória ao Ancient Aliens: se Akhenaton tivesse vivido numa sociedade em que a possibilidade de vida extraterrestre fosse tema familiar de conversa, o faraó teria sido o alvo número 1 da mexeriquice intergaláctica.
A não ser que se seja um «teórico» do Ancient Aliens, são necessários muitos anos de estudo para se tornar um arqueólogo, mais ainda quando se deseja uma especialização no estudo da história do Antigo Egito.
Nem décadas de estudos e investigações, contudo, têm sido suficientes para que os próprios egiptólogos se ponham de acordo sobre o que foi a vida, a personalidade e o destino do enigmático Akhenaton. Uma sombra enorme obscurece este período da História da civilização egípcia e as descobertas arqueológicas ainda não são suficientes para o iluminar.
Por isso as interpretações e opiniões sobre a natureza de Akhenaton têm sido muitas ao longo das décadas: os factos rareiam, o mistério adensa-se…
Quem foi realmente este homem cujo destino ainda nos intriga, mais de 3000 anos depois? O que fez? Quão diferente era dos seus contemporâneos?
Sabemos, ou julgamos saber, que este faraó da 18ª dinastia, filho mais novo de Amen-hotep III e da sua esposa principal, Tié, ocupou o trono devido à morte do irmão mais velho — ele não estava destinado a ser um rei.
Sabemos, ou julgamos saber, que rompeu com o panteão dos deuses egípcios em favor de um único deus, o deus-sol Aton, fundando um novo culto que alguns viram como percursor do Cristianismo, mais de 1300 antes do nascimento de Cristo.
Nos primeiros cinco anos reinou como Amen-hotep IV, mas depois mudou o nome para Akhenaton («o espírito atuante de Aton»). Para nós, mudar o nome de Fernando para Francisco pouco significado tem a não ser, talvez, a complicação burocrática que é fazê-lo; para um egípcio daquela época, o nome fazia parte do seu ser — definia-o de forma profunda.
Sabemos, ou julgamos saber, que abandonou a cidade de Tebas e os seus sacerdotes materialistas para fundar, na margem oriental do Nilo, num deserto a mais de 300 quilómetros a sul do atual Cairo, uma utópica cidade chamada Akhetaton («Horizonte de Aton»).
Os anos em que por lá viveu (até morrer) ficaram conhecidos como o Período Amarna em referência ao nome atual da localidade onde o faraó mandou erguer a nova cidade.

Akhenaton e Nefertiti (LeeReex @DeviantArt)
Sabemos também que a sua esposa principal foi a famosa rainha Nefertiti, cujo nome significa «a bela chegou».
Akhenaton revolucionou a arte egípcia não só pela forma como a família real passou a ser representada, como pelas cenas que os artistas eram autorizados a pintar ou esculpir: nunca antes na história das dinastias um faraó se deixara ver como um pai de família dedicado e carinhoso, de mãos dadas com a rainha, pegando ao colo e beijando as filhas.
Deve ter sido um devoto com alma de poeta, pois escreveu um hino em homenagem ao deus-sol que venerava e de quem se julgava o principal representante na Terra. Foi mais diplomata do que guerreiro, pois privilegiou o diálogo com os rivais numa época em que o Egito atingira o expoente da sua força mas estava a ser acossado pelo ambicioso rei dos Hititas.
Para uma civilização que atribuíra as suas vitórias militares e o bem-estar do império à satisfação do deus Amon, agora desprezado pelo faraó, o período da sua regência poderá ter sido visto como uma desgraça que haveria de arruinar o Egito e destruir-lhe as conquistas.
Devido à escassez de material arqueológico, às representações estilizadas da sua figura física e à sua personalidade, Akhenaton passa então à história como herético, revolucionário que combateu o materialismo oportunista dos gananciosos sacerdotes de Tebas, homem impotente, pai extremoso, mulher disfarçada de homem, marido apaixonado, rei forte, rei fraco, indivíduo doente, louco, pacifista, idealista, um santo, um demónio, o criador do monoteísmo, o percursor do Cristianismo, o mentor de Moisés – têm existido interpretações para todos os gostos.
Visões de Akhenaton

O faraó Akhenaton (à esquerda) e a rainha Nefertiti com as filhas, sob os raios abençoados do deus-sol.
O escritor egípcio e Prémio Nobel da Literatura, o já falecido Naguib Mahfouz, escreveu uma bela ficção explorando a incerteza acerca da verdadeira natureza deste faraó: o romance «Akhenaton, o Rei Herege», coloca-nos no Egito após a morte do soberano, acompanhando-o numa demanda pela verdade de um homem que ia «arruinando um império».
Com a ajuda do pai, um funcionário influente em Tebas, o jovem protagonista consegue entrevistar várias testemunhas-chave — pessoas que conviveram de perto com Akhenaton, incluindo a rainha.
O nosso escriba, meio detetive meio jornalista, confundido com visões tão diferentes e antagónicas do faraó, atónito perante o testemunho de quem o amava e o desprezava, abstém-se de revelar ao pai a sua única certeza final: a inabalável paixão que lhe desperta a bela Nefertiti…
O Ancient Aliens defende a ideia de que Akhenaton foi um extraterrestre devido ao seu aspeto bizarro e invulgar desaparecimento, mas declarações estapafúrdias sobre o faraó herético também se encontram na história da Egiptologia, sobretudo por motivações políticas ou religiosas.
Para o arqueólogo e historiador norte-americano James Henry Breasted (1865–1935), educado no Seminário Teológico de Chicago, Akhenaton foi «o primeiro indivíduo da História»:
Era um homem inebriado de divindade, cujo espírito correspondia com uma sensibilidade e uma inteligência excecional às manifestações de Deus em si próprio, um espírito que teve força para disseminar ideias que ultrapassaram o quadro de compreensão da sua época e dos tempos futuros.
Arthur Weigall (1880–1934), egiptólogo inglês, jornalista e multifacetado autor de livros sobre o Antigo Egito, biografias históricas, guias turísticos, romances populares, poesias e peças de teatro, refere um rei quase divino:
O primeiro homem a quem Deus se revelou como fonte de amor universal, isento de paixões, e com uma bondade que não conhecia restrições. Deu-nos, há três mil anos, o exemplo do que deve ser um esposo, um pai, um homem honesto, do que um poeta deveria sentir, um pregador ensinar, um artista seguir, um sábio crer e um filósofo pensar.
Como outros grandes mestres, sacrificou tudo aos seus princípios; a sua vida, contudo, mostrou até que ponto estes princípios eram impraticáveis.
O prestigiado professor de Egiptologia e lexicógrafo, o alemão Adolf Erman (1854–1937), fundador da Escola de Egiptologia de Berlim mas expulso da sua faculdade na Universidade de Berlim pelo regime nazi por ter «um quarto de sangue judeu», salientou as características físicas do faraó – crânio alongado, lábios demasiado grossos, grandes olhos, bacia larga, ventre inchado – em contraste com uma personalidade muito enérgica:
O jovem rei, que era fisicamente doente como mostram os seus retratos, era certamente um espírito inquieto, que cumpriu a sua reforma deste o início com um zelo excessivo que só o prejudicou.
A doença de Akhenaton: eis um assunto recorrente até hoje. A estranha aparência do faraó, que o Ancient Aliens toma como sinal de descendência alienígena, explica-se para alguns egiptólogos com o auxílio da medicina.
O inglês E. A. Wallis Budge (1857 –1934), entre outros, achava que Akhenaton sofria de uma doença chamada Síndrome de Babinski-Fröhlich:
Os homens atingidos por esta doença apresentam com frequência uma corpulência análoga à de Akhenaton.
As partes genitais não estão desenvolvidas e podem estar tão cobertas de gordura que não são visíveis. A adiposidade pode repartir-se diferentemente conforme os casos, mas há uma distribuição das gorduras que é tipicamente feminina, sobretudo nas regiões do peito, do abdómen, púbis, coxas e nádegas.
Akhenaton deformado, Akhenaton reformador
Uma das consequências para o doente que sofre deste mal é a incapacidade de gerar filhos – uma hipótese difícil de defender no caso de Akhenaton, que teve seis filhas com Nefertiti.
Num documentário sobre Akhenaton que vi recentemente no Discovery Channel, o egiptólogo e apresentador do programa, o norte-americano Bob Brier, propõe a uma especialista em Síndrome de Marfan que observe as representações do faraó em busca de características reveladoras. Esta explicação fora proposta em 1993 pelo egiptólogo Alwyn L. Burridge.
Este síndroma é uma desordem do tecido conjuntivo caracterizada por anomalias a nível esquelético, ocular e cardiovascular, entre outras. Mãos e pés excecionalmente longos — aracnodactilia — podem ser sinais reveladores da mutação. A especialista admitiu, com alguma relutância, a existência de tais sinais nas representações do faraó.
O Síndrome de Marfan tem a vantagem de não afetar a capacidade de fazer filhos, como o de Babinski-Fröhlich, mas Brier aborda a hipótese com saudável cautela: afinal quantos médicos aceitariam comprometer-se com diagnósticos feitos a partir de fotografias atuais, quanto mais em esculturas com mais de três mil anos?
As múltiplas interpretações prosseguem: o egiptólogo francês Auguste Mariette (1821–1881) estava convencido de que o faraó era um prisioneiro castrado que as tropas egípcias tinham trazido do Sudão. Por razões que Mariette não explicou, teria chegado ao poder e dado livre expressão à sua doidice – uma hipótese quase tão plausível como a do alienígena. Outro francês, Eugène Lefébure (1838–1908), achava que Akhenaton era uma mulher mascarada de homem.
Um ensaio de Sigmund Freud (1835–1939), pai da psicanálise, judeu, ateu, publicado no ano em que morreu – «Moisés e o Monoteísmo» — defende que salmos contidos no Velho Testamento são copiados do hino ao deus-sol composto por Akhenaton.
Para Freud, Moisés era um egípcio, um alto dignitário na corte do faraó que após a morte deste e o fracasso do deus Aton no Egito procurou dar continuidade à ideia de uma religião monoteísta, tomando os judeus como «povo eleito». Freud via em Akhenaton o impulsionador do princípio da «exclusividade de um deus universal».
Quanto mais se lê sobre Akhenaton, mais a trama se adensa.
A ideia de monoteísmo associada a Akhenaton sustenta-se sobretudo na descoberta de uma inscrição incompleta do próprio faraó, que considerava os restantes deuses do Egito meras «estátuas criadas pelos humanos e, como elas, efémeros, ao contrário do deus que se criou a si mesmo».
A visão depreciativa do faraó explica a ausência de imagens divinas para o culto nos templos e capelas dedicados ao Aton e à família real. E também nos ajuda a perceber por que razão as representações da família real se vão tornando cada vez mais estilizadas e menos realistas: o rei e a rainha são objetos de culto juntamente com o próprio deus Aton, simbolizado por um disco solar cujos raios terminam em mãos, mãos que abençoam e concedem a vida ao casal monárquico e à sua família – a eles e só a eles.
Não são apenas reis, mas os únicos intermediários entre um deus que é, ao mesmo tempo, pai e mãe, e todos os outros povos. É daqui que nasce o estilo artístico característico de Amarna — mas isto ficará para o post seguinte.
Akhenaton tem dado para tudo, como se viu; mas na segunda parte deste artigo os interessados nestes assuntos irão ver como a noção de um faraó extraterrestre nem sequer é uma teoria original do Ancient Aliens, mas nascida de especulações esotéricas que começaram no final do século XIX. Preparem-se para conhecer uma pequena legião de cromos.
Depois acalmei e tomei a sensata decisão de largar o meu sapato imaginário e começar a preparar um artigo para o blogue: se não fosse a patetice do programa, não teria chegado a conhecer de forma mais profunda o mistério de Akhenaton e do Período Amarna – ainda assim, é pouco o que sei.
Fui ver a página oficial no Facebook destes teóricos da treta, constatei que tem mais de trezentos mil fãs e percebi por que razão o História se metamorfoseou no canal História da Carochinha. A ignorância é muito lucrativa.
Mas para aqueles que levam a sério o Ancient Aliens, umas considerações adicionais.
Giorgio A. Tsoukalos, o principal produtor do programa, é um ex-culturista transformado em especialista de arqueologia, biologia, antropologia, astronomia e, sobretudo calhalogia. Calhalogia é a ciência que explica o que calhar e tira conclusões ao calhas.
Para terem uma ideia de como estes investigadores e autores tiram as suas conclusões, imaginem um Tsoukalos de um futuro muito distante. O nosso hipotético teórico do século 60 debruça-se sobre um curioso e estranho artefacto: uma revista de banda desenhada de A Guerra das Estrelas.
O Tsoukalos do futuro concluirá, em primeiro lugar, que a nossa civilização usou armas laser, sabres de luz e naves espaciais, dominou uma bizarra forma de energia chamada Força e conheceu numerosas espécies alienígenas na galáxia.
A segunda conclusão do génio será a de que todas estas coisas foram mantidas em segredo por uma misteriosa organização secreta chamada George Lucas. São assim as teorias do Ancient Aliens.
Brazilian street artist Herbert Baglione has somehow managed to...






Brazilian street artist Herbert Baglione has somehow managed to make an abandoned psychiatric hospital in Parma, Italy even creepier with his paintings of shadows.
The way Baglione’s ‘shadows’ creep out from disused wheelchairs and lurk ominously on the walls makes it easy to imagine that they belonged to the tortured souls that used to inhabit the place.
The work is part of Baglione’s ‘1000 Shadows’ project, where he paints silhouettes on floors and walls.
(via)
idlnmclean: mels-ness: If you’ve never seen this movie, you...










If you’ve never seen this movie, you don’t fully understand.
Brother Cavil: “I’m a machine, and I can know much more.”
President Marjorie Bota: “According to the records at the NorthAm Robotics Company, the robot also known as Andrew Martin, was powered up at 5:15 pm on April 3rd, 2005. In a few hours, he’ll be 200 years old, which means that with the exception of Methuselah and other biblical figures, Andrew is the oldest living human in recorded history. For it is by this proclamation, I validate his marriage to Portia Charney, and acknowledge his humanity.”
Hypnotic Animated GIFs from Mat Lucas







UK-based artist Mat Lucas works by day as a graphic designer and by night runs a Tumblr of experimental art called 89—A. Lucas tells me that many of his GIFs begin as a problem he’s facing while learning various graphics and video applications like Cinema4D, After Effects, and Photoshop. The byproduct of his experimentation are often ethereal geometric forms that pulsate, rotate and contract in various hypnotic patterns. Above are some of my favorite pieces but you can see much more here. If you liked this also check out the work of Matthew DiVito and Paolo Čerić.
Humorous and Political Street Art by Escif

On-Off (Katowice, Poland)

On-Off (Katowice, Poland)

Wikileaks (Valencia, Spain)

Ne travaillez jamais (Besancon, France)

Gentrification (Valencia, Spain)

HELP (Praghe / Czech Republic)

El rescate del euro (Niort, France)

The Enlightened Vandalism (Vila-real, Spain)

Lock (Montreal, Canada)
Spanish muralist and street artist Escif hails from Valencia, Spain but is actively globally with recent works popping up throughout Canada, Italy, and France. His use of subdued colors and simple lines helps the artist communicate his humorous and often direct commentary on capitalism, politics, the economy and other sensitive social issues. His work is much more about the message than style. In an interview with Unurth the artist shares:
Although sometimes is not easy to separate, I try to focus my work around concepts, not just shapes. I try to found my style like the consequences of my own ideas. I understand the painting as an exercise of reflection that can be shared with people. I’m not looking for decorative paintings, I try to wake up viewers minds.
Above is just a tiny fraction of Escif’s work over the last two years or so. You can see much more on his blog Street Against, on Facebook, or over on Flickr. (via arrested motion)
Incredible Red Beach in Panjin, China
Sand is probably the first thing that comes to mind when thinking about beach. However, this is not the case with the Panjin Red Beach in China, which is, actually, red, and not covered in sand at all. Such phenomena is caused by a type of sea weed Sueda. It starts growing during April and May, then stays green during the summer, but starts turning vividly red in autumn.
The Red Beach is located in the biggest wetland and reed marsh in the world, and actually hosts the most completed ecosystem that can be found: the area has become home to more than 260 kinds of birds and 399 kinds of wild animals. You can find the endangered Crown Cranes and Black Beaked Gulls there, which is why the area is even called “home of the cranes”.
In order to keep the whole ecosystem safe, the area was granted state-level protection back in 1988. Even though most of the Red Beach is closed to the public, there still is a small section that’s open for tourists. We can assure you that the photos below are not an example of infrared photography, it’s just one of those places that are hard to believe really exist!
Photo: Jia Mi
Photo: 沉默
Photo: 刘红石 liuhs
Photo: Douglas Du
Photo: Douglas Du
Photo: Douglas Du
Photo: Kirsten Wong
Photo: Jia Mi
Photo: Qing
Photo: Tintori
Incredible Red Beach in Panjin, China originally appeared on Bored Panda on July 17, 2013.
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Unique Glass Beach in California
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Extreme Plane Landings at Maho Beach, Saint Martin
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Hidden Beach on Marieta Islands, Mexico
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Incredibly Colorful Rock Formations in China
lolzpicx: A guy pushing a Great White Shark back into water.
Como soam as palavras em alemão
Os caras resolveram demonstrar como soam palavras simples em outros idiomas comparando com a pronúncia alemã. ELES SÃO MEIO DESESPERADOS NÉ?


















































