Submitted by: Unknown
Shared posts
The businessman who sits on his cell phone to avoid wiretapping...
“We took our seats. I put my mobile on the table. He gave me my mobile and said ‘Take this and sit on it.’ I did not understand. ‘What am I going to sit on?’ I asked. ‘Sit on the telephone. This is how I do it. That way they cannot listen,’ he said. He sat on his own telephone. I just put it in my pocket, without him seeing. He was relieved and only then could we continue to speak.” As you might understand, we are now passing through a period of time when people sit on their phones. (more)
Hummm... Maybe there is a market for... stay tuned for my solution.
The Comprehensive Guide to Facebook Privacy Settings
The first thing you have to realize about Facebook: Nothing you put there is truly private.
Yes, you can control how users see or don’t see your profile. But every time you like a product or even look at a page, the company itself is taking note. This doesn’t mean that some day Facebook will malevolently release your every click to the world. But it does mean that Facebook is not your private diary, and what you do on the website gets collected and catalogued. That's worth keeping in mind whenever you use the service.
So let’s go over the various settings you can change to ensure pictures of your wacky jaunt to Vegas don’t end up at the top of your boss's news feed... (more)
Cooking On Your Car Engine
In case you can’t handle the logistics of wrapping meat and vegetables in a foil pouch and sticking it on top of your gross car engine, the authors of Manifold Destiny have outlined the procedures for you. And in case you don’t want to use the “Look Inside” link, here’s a summary: Wrap any kind of food in foil, set it on your engine manifold, then drive for an hour and pray that your raw chicken doesn’t slide off into your serpentine belt or timing chain.
Then again, who needs power steering, or, uh… (googles parts of a car) pistons… crankshaft?
Experimento Micro-ondas – dia 22: o resultado final
Acompanhe o experimento desde o começo:
Dia 0: Um garoto contra um mito: Tulio vs Micro-ondas
Dia 1: Experimento Micro-ondas: Dia 01
Dia 3: Experimento Micro-ondas: Dia 03
Dia 20: Experimento micro-ondas: mudou o pH, e agora?!
Depois de analisar os dados coletados durante os 22 dias de experimento, é hora de revelar os resultados.
Primeiramente, uma recapitulação básica do que é tudo isso:
Há algum tempo, voltou a circular um velho mito nas redes sociais de que o forno de micro-ondas teria capacidade de alterar características físico-químicas dos alimentos nele aquecidos. Para mostrar que essas mudanças eram perigosas, haviam fotos de duas plantas, uma regada com água fervida no micro-ondas e a outra com água fervida no fogão. A planta que recebia água do micro-ondas morria em 9 dias.
Mas será que é realmente isso que acontece?
Responder essa pergunta foi umas das minhas motivações para a realização desse simples porém relevante experimento. Acompanhe os textos anteriores nos links acima caso você ainda não os tenha lido. Garanto que tudo vai fazer mais sentido.
No último texto, “Experimento micro-ondas – Dia 20: mudou o pH, e agora?!” demonstrei como o aquecimento da água pode alterar suas características físico-químicas, como por exemplo o pH. Sim, aquecer a água ou qualquer alimento no forno de micro-ondas muda algumas características da substância, na maioria das vezes tornando-a mais básica (menos ácida). Mas o efeito é exatamente o mesmo de ferver a água num fogão à gás.
Portanto, ao partirmos da noção de que a água fervida (sem importar o como) será mais básica, poderíamos esperar um efeito no desenvolvimento das plantas envolvidas. O pH das águas utilizadas no experimento estão descritas na Tabela 1:
| Tipo de água | pH |
| Mineral | 6,0 ±0.1 |
| Torneira | 6,0 ±0.1 |
| Fervida em forno de micro-ondas | 6,8 ±0.1 |
| Fervida em forno à gás | 6,8 ±0.1 |
Tabela 1 – Relação de pHs
O experimento estava dividido em três testes: germinação em terra, germinação em algodão e crescimento. Achei interessante partir de três abordagens diferentes e tentar chegar em resultados que não se contradissessem. Será que deu certo?
1. Germinação em terra – Rúcula e Chicória
Existem alguns textos pela internet dizendo que a água fervida em micro-ondas faria com que sementes ficassem estéreis. Será que é realmente isso que acontece?
Para o teste de germinação em terra, escolhi duas espécies de plantas que resistem bem ao calor e tem um tempo de germinação relativamente diferente entre si: Eruca sativa (Rúcula) e Cichorium endívia (Chicória). Foram mais de mil sementes espalhadas por 104 espaços em uma sementeira, como a Figura 1:

Figura 1: sementeira para testes de germinação.
As sementes e respectivas mudas foram regadas duas vezes ao dia com uma quantidade padrão de água durante todo o período do experimento. Será que a fervura realmente deixou as sementes estéreis?
Veja você mesmo na Figura 2. Na metade superior temos as Chicórias e na inferior as Rúculas:

Figura 2: Sementeira ao final do experimento.
Você consegue dizer qual fileira recebeu qual tipo de água simplesmente olhando para esta imagem?
A distribuição foi a seguinte, da esquerda para a direita: água mineral, água de torneira, água fervida no micro-ondas e água fervida no fogão. Acertou alguma?
Conclusão: Não há efeito observável em relação ao tipo de água utilizado. Todos os quadradinhos tiveram uma germinação parecida.
Talvez você não tenha gostado muito desse resultado, por ser provindo de uma análise puramente qualitativa e subjetiva, onde a avaliação foi “no olho”. Mas esse não é nem o teste primário, o melhor acabou ficando para o final!
2. Germinação em algodão – Feijão
Este foi um teste com um apelo um pouco mais didático, facilmente reproduzível por qualquer um (professor, faça esse experimento em sua classe!). Separei 60 feijões-comuns e coloquei 3 em cada pote. Cada grupo de 5 potes recebia um tipo de água. A brita no fundo do pote é para que o mesmo não saia voando, veja a Figura 3:

Figura 3: Feijões no algodão para teste de germinação.
O que aconteceu? Será que algum feijão não germinou?
Acompanhe a Figura 4. Talvez seja um pouco difícil de observar, mas os feijões germinaram normalmente em todos os potes:

Figura 4: Feijões já germinados.
Conclusão: Não há efeito observável em relação ao tipo de água utilizado. Todos os feijõezinhos cresceram normalmente, como esperado!
3. Teste de Crescimento – Cuphea gracilis e Torenia fournieri
Agora partimos para uma análise um pouco diferente. Mais robusta e quantitativa, o teste de Crescimento busca avaliar exemplares de duas espécies de flores comuns e como diferentes tipos de água afetam seu crescimento, medindo em biomassa. Esse foi o experimento de verdade, que usa números e porcentagens, imensamente melhores do que comparações “no olho” como fizemos até agora.
3.1 “Biomassa”? Isso é spaghetti para biólogos?
A piada pode ter sido ruim, mas a explicação é boa: biomassa é um termo chique para falar sobre a quantidade total de matéria viva existente num ecossistema ou numa população animal ou vegetal. [1]
Existem principalmente dois tipos de biomassa: específica, que trata da massa total de determinada espécie, e a biomassa de comunidade, que leva em consideração todas as espécies naquela comunidade.
Toda vez que utilizei biomassa aqui, estava me referindo à biomassa específica ou, no caso da biomassa média, a média da biomassa específica de nossas duas espécies: a Torênia e a Cufeia.
A biomassa foi medida de forma padronizada, na mesma hora e com o mesmo espaçamento temporal entre a última regada de cada planta. Uma balança de precisão foi utilizada para uma medida com maior acurácia. Isso significa que eu pesei elas na mesma hora, para garantir que eu não estaria pesando junto água da última regada.
As plantas estavam divididas de acordo com a Tabela 2:
| Tipo de água | Quantidade |
| Mineral | 12 plantas (6 de cada) |
| Torneira | 12 plantas (6 de cada) |
| Fervida em forno de micro-ondas | 24 plantas (12 de cada) |
| Fervida em forno à gás | 12 plantas (6 de cada) |
Tabela 2 – Relação de distribuição de plantas
Para comparar o crescimento das plantas, escolhi utilizar a medida de biomassa média de cada conjunto. Pesei em uma balança de precisão cada planta no início do experimento e as fotografei. Ao final, pesei e fotografei novamente todas as plantas. A ideia inicial era pesá-las diariamente, mas tal processo mostrou-se logisticamente complicado.
Calculei a média aritmética de cada um dos 4 grupos no início e no fim do experimento. O gráfico a seguir mostra a biomassa inicial, em azul; biomassa final, em laranja; variação em porcentagem em amarelo. As medidas de massa estão em gramas. Veja a Figura 5:

Figura 5: Comparação de Biomassa Média.
A tendência é clara. Veja a Tabela 3:
| Tipo de água |
Média inicial |
Média final |
Variação |
Porcentagem |
| Mineral |
280,17 |
281,00 |
0,83 |
0% |
| Torneira |
267,92 |
285,67 |
17,75 |
7% |
| Fervida micro-ondas |
249,00 |
290,71 |
41,71 |
17% |
| Fervida fogão |
248,92 |
290,25 |
41,33 |
17% |
Tabela 3 – Comparação de biomassa média por tipo de água.
Podemos concluir, a partir dessa análise geral, que:
1. No geral, as plantas utilizadas pelo experimento preferem as águas fervidas;
2. A água mineral foi a que pior se saiu no nosso teste: as plantinhas que a receberam mal conseguiram sobreviver.
3.2 – Comparação de Biomassa Média de espécimes de Cuphea gracilis.
Agora, vamos analisar uma espécie por vez, a começar pela Cuphea gracilis (Cufeia). O procedimento adotado foi o mesmo: foi feita a média aritmética da biomassa inicial e da final e uma comparação simples. Acompanhe a Figura 6 e a Tabela 4:

Figura 6: Comparação de Biomassa Média de espécimes de Cuphea gracilis.
| Tipo de água |
Média inicial |
Média final |
Variação |
Porcentagem |
| Mineral |
264,00 |
258,50 |
-5,50 |
-2% |
| Torneira |
238,83 |
270,33 |
31,50 |
13% |
| Fervida micro-ondas |
223,50 |
257,83 |
34,33 |
15% |
| Fervida fogão |
213,00 |
258,17 |
45,17 |
21% |
Tabela 4 – Comparação de biomassa média por tipo de água de espécimes de Cuphea gracilis.
O efeito agora é um pouco mais sutil. Não há uma diferença tão gritante entre a água de torneira e as fervidas. O que é interessante de se notar é o péssimo desempenho da água mineral, que fez as plantas perderem biomassa, ou seja, emagreceram um pouquinho. Nota: não recomendo ao leitor interessado em perder alguns quilinhos beber água mineral em excesso; caso o leitor não se recorde, as plantinhas aqui estudadas funcionam de modo ligeiramente diferente de um ser humano.
Podemos concluir, a partir dessa análise de biomassa de espécimes de Cuphea gracilis, que:
1. No geral, as Cuféias utilizadas pelo experimento preferem as águas fervidas no fogão, com uma pequena diferença entre a água de torneira e a fervida no micro-ondas;
2. A água mineral obteve o pior desempenho; os espécimes que receberam-na não apenas deixaram de crescer, mas definharam perdendo em média 2% de sua biomassa inicial;
3.2 – Comparação de Biomassa Média de espécimes de Torenia fournieri.
O mesmo procedimento foi repetido para os espécimes de Torenia fournieri. Veja a Figura 7 e a Tabela 5:

Figura 7: Comparação de Biomassa Média de espécimes de Torenia fournieri.
| Tipo de água |
Média inicial |
Média final |
Variação |
Porcentagem |
| Mineral |
296,33 |
303,50 |
7,17 |
2% |
| Torneira |
297,00 |
301,00 |
4,00 |
1% |
| Fervida micro-ondas |
274,50 |
323,58 |
49,08 |
18% |
| Fervida fogão |
284,83 |
322,33 |
37,50 |
13% |
Tabela 5 – Comparação de biomassa média por tipo de água de espécimes de Torenia fournieri.
O efeito agora é inverso. A água fervida no forno de micro-ondas se saiu melhor que a fervida no fogão, ao contrário do que ocorreu com a Cufeia. E desta vez o pior desempenho ficou com a água de torneira.
A partir de todos esses dados, podemos extrair algumas conclusões gerais:
1. Em geral, as plantas utilizadas no estudo preferiram água fervida, ou seja, menos ácida;
2. O pior desempenho médio ficou com a água mineral, com um crescimento quase nulo;
3. A água de torneira, não-filtrada, teve um desempenho superior ao da água mineral, mas inferior ao das águas fervidas.
4. Dentro das águas fervidas, a água fervida no forno de micro-ondas teve uma miserável vantagem de 0,00145% sobre a água fervida no fogão. Tecnicamente, seu desempenho foi melhor.
E temos um vencedor!
Conclusão principal: O experimento mostrou que a água fervida no micro-ondas não apenas não faz mal algum as plantas, como se mostrou a melhor dos quatro tipos de água!

Se você leu até aqui, deve estar se imaginando o porquê que água mineral obteve um desempenho inferior ao da água de torneira. Bem, eu também. Isso é assunto para um próximo experimento, a ser detalhado em breve…
Convido a todos a postarem suas perguntas na seção de comentários abaixo.
E aqui um experimento se encerra, mas a minha motivação não. Pretendo publicar um texto em breve respondendo às perguntas feitas e completando com mais detalhes que não foram incluídos aqui para não deixar o texto muito pesado. Também vou aproveitar o próximo texto para discutir com um pouco mais de detalhamento os resultados obtidos.
O objetivo agora é sintetizar os resultados para publicação em periódicos específicos ou não. No próximo texto detalharei melhor como tudo isso será feito.
Convido a todos para replicarem a ideia, utilizando outras plantas ou outros tipos de água. Expresso aqui minha vontade de que todos possam realizar o exercício científico como hobby. Meu experimento foi simples, mas serviu para mostrar como se mistifica muita coisa a respeito do fazer científico. É claro que não acho que isso aqui se compara a uma pesquisa de verdade, mas serve para ilustrar o conceito.
Agradeço a todos que apoiaram a execução e deram sugestões. Um agradecimento especial à minha mãe, que me ajudou do começo ao fim do experimento, ao Rafael Bento aqui do ScienceBlogs, que me incentivou a escrever sobre o experimento e a minha ex-Professora de Biologia, Sharon, que sempre alimentou meu interesse pelas plantas!
Também aceito desafios para desbancar lendas urbanas!
Saliento para vocês leitores: perguntem, duvidem, critiquem, elogiem, proponham, desafiem. O espaço de comentários está aqui a seu dispor! E não se esqueça, se gostou do experimento, compartilhe e mostre para seus amigos e familiares.
Até o próximo experimento!
Acompanhe o experimento desde o começo:
Dia 0: Um garoto contra um mito: Tulio vs Micro-ondas
Dia 1: Experimento Micro-ondas: Dia 01
Dia 3: Experimento Micro-ondas: Dia 03
Dia 20: Experimento micro-ondas: mudou o pH, e agora?!
The City That Went From Riches to Rags
Potosi, Bolivia once housed the world’s largest silver mine. Today, the city is in ruins. What happened?
Mentirinhas #597
Tenho certeza que o mundo acabará numa guerra entre os chatos e os “tios do pavê”.
O post Mentirinhas #597 apareceu primeiro em Mentirinhas.
Valve Open Sources Their DirectX To OpenGL Layer
Read more of this story at Slashdot.
Crowdsourcing Confirms: Websites Inaccessible on Comcast
Read more of this story at Slashdot.
Para que tipo de carro e de condução cada tipo de pneu é indicado?
O pneu é um item muito importante em qualquer veículo terrestre e basicamente faz a ligação entre as rodas e o solo, proporcionando conforto, economia, segurança e performance. No entanto, cada tipo de pneu tem uma aplicável apropriada para automóveis, caminhões, ônibus, jipes e utilitários 4×4, por exemplo.
Cada modelo de carro e/ou tipo de condução, necessita de um tipo de pneu específico, que geralmente variam em diâmetro da roda, largura da banda de rodagem, altura do flanco e diâmetro total do conjunto montado, bem como desenho de sulcos, ranhuras e outras características. Para isso, existem sistemas de medidas em polegadas/polegadas, milímetros/percentagem-polegadas e off-road.
Polegadas/polegadas
Este sistema de medidas através de polegadas é usado geralmente em caminhões e ônibus, tanto em pneus diagonais quanto radiais, cujas marcações laterais são L.LL (largura em polegadas) e DD (diâmetro da roda em polegadas).
Como exemplo, temos 11.00-22, 9.00-20, 5.90-15, por exemplo, sendo este último do antigo Fusca. 11.00-R22, indica com a letra “R”, que se trata de um pneu radial. A altura do flanco é a mesma da largura da banda de rodagem. O diâmetro da roda é indicado por último e está em polegadas.
Milímetros/percentagem-polegadas
Já o sistema por milímetros é o que usamos normalmente em nossos automóveis, mas também em ônibus e caminhões com pneus radiais sem câmara (marcação xxx/yy Rdd). Assim, temos largura da banda de rodagem em milímetros, altura variável em percentagem de acordo com a proposta de uso do pneu e o tamanho da roda em polegadas.
Nesse caso, um pneus 205/55 R16, por exemplo, tem 205 mm de largura da banda, 55% dessa medida em altura (113 mm) e diâmetro da roda de 16 polegadas. O mesmo vale para caminhões e ônibus, embora o diâmetro da roda não precise ter um valor inteiro, como aro 22,5, por exemplo.
Off-Road
Pneus de uso off-road são aplicáveis em utilitários 4×4, caminhonetes e jipes, cujas indicações laterais são: AA (diâmetro máximo do pneu), BB (largura máxima do pneu) e CC (diâmetro da roda). Todas são medidas em polegadas. A letra “R” indica se são radiais. Aí temos 31×10,5 R15, como exemplo. Sendo, 31 polegadas de diâmetro total, 10,5 polegadas de largura da banda e roda aro 15. Desenhos e fabricantes diferentes podem alterar as medidas em 5% na prática.
Índice de carga
Além das medidas e tipos propriamente ditos de pneus, existe também a indicação de carga suportada por cada pneu. O índice começa em 70, que presenta 335 kg de capacidade. Ex: 165/70 R13 70Q. A tabela vai de 70 à 100, sendo o último para 800 kg. Veja a tabela abaixo:
• 70 – 335 kg
• 71 – 345
• 72 – 355
• 73 – 365
• 74 – 375
• 75 – 387
• 76 – 400
• 77 – 412
• 78 – 425
• 79 – 437
• 80 – 450
• 81 – 462
• 82 – 475
• 83 – 487
• 84 – 500
• 85 – 515
• 86 – 530
• 87 – 545
• 88 – 560
• 89 – 580
• 90 – 600
• 91 – 615
• 92 – 630
• 93 – 650
• 94 – 670
• 95 – 690
• 96 – 710
• 97 – 730
• 98 – 750
• 99 – 775
• 100 – 800
Código de velocidade
Esse código representa a velocidade máxima suportada por um pneu em sua carga máxima. É representado por letras de acordo com determinados limites de velocidade. EX: Ex: 165/70 R13 70Q. Veja a tabela abaixo:
• N – 140 km/h
• P – 150 km/h
• Q – 160 km/h
• R – 170 km/h
• S – 180 km/h
• T – 190 km/h
• H – 210 km/h
• VR – Acima de 210 km/h
• V – 240 km/h
• ZR – Acima de 240 km/h
• W – 270 km/h
• Y – 300 km/h
Tipos de pneus
Existem vários tipos de pneus, sendo os assimétricos bastante usados. Eles utilizam dois desenhos na banda de rodagem, geralmente para conciliar o uso em diferentes tipos de piso, sendo um para piso seco e outro para molhado. Há também o chamado “Run Flat”, que tem a capacidade de suportar furos ou impactos mais fortes, podendo rodar até 80 km/h e percorrer distâncias de cerca de 80 km sem comprometer a segurança.
Os pneus “High Performance” são indicados para carros de alto desempenho, sendo geralmente construídos com material especial, maior banda de rodagem, menor altura de flanco, desenho das ranhuras específico para altas velocidades e maior tecnologia na fabricação. Suportam velocidades e temperaturas altas, oferecendo maior tração, estabilidade, respostas mais rápidas e segurança ampliada.
Mercado nacional
Nos automóveis nacionais, geralmente as medidas dos pneus basicamente usados em carros compactos são: 165/70 R13, 175/70 R13, 175/70 R14, 175/65 R14, 185/65 R15, 195/55 R15 e 195/55 R16, por exemplo. Modelos médios geralmente utilizam os 205/55 R16, 215/50 R17 e 225/50 R17. Os SUV compactos começam com o 205/65 R15, 205/60 R16 e 215/65 R16, enquanto os médios 235/60 R17, 265/65 R17, 225/55 R18, entre outros.
Para conhecer melhor como é feito o pneu e como ele funciona, leia nossa matéria com visita à fábrica da Bridgestone.
A noticia Para que tipo de carro e de condução cada tipo de pneu é indicado? foi publicada no site Notícias Automotivas - Carros.
themarvelwayoflife: tonywhatareyoudoing: I pledge to reblog...

I pledge to reblog this every time it shows up on my dash
Hilarious!
How to Explain Your Tastes

Because of the complicated nature of my posting schedule, this comic was written before the Seahawks won the Super Bowl (which I did watch, and enjoy) and the season finale of Downton Abbey, the plot of which largely centered around the contents of a letter.
Of course, you'd have seen this comic a month ago if you were a subscriber. Just saying.
As always, thanks for using my Amazon Affiliate links (US, UK, Canada).
Hackers Allege Mt. Gox Still Controls "Stolen" Bitcoins
Read more of this story at Slashdot.
Embarrassing Stories Shed Light On US Officials' Technological Ignorance
Read more of this story at Slashdot.
How Engineers Are Building a Power Station At the South Pole
Read more of this story at Slashdot.
Study: Elephants Have Learned To Tell Certain Languages Apart
Read more of this story at Slashdot.
$2,400 'Introduction To Linux' Course Will Be Free and Online This Summer
Read more of this story at Slashdot.





















