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03 Sep 23:49

Talon, o Um Anel para games

by Dori Prata

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Ao mesmo tempo em que o Wii foi responsável por trazer muitas pessoas pra os games devido ao seu inovador controle, o console também deu início a uma corrida por novos meios de interagirmos com os jogos eletrônicos, algo que iniciou uma corrida por novos sistemas de detecção de movimentos e que originou coisas muito interessantes, como o Kinect e outros até um pouco bizarros.

Um que pretende ganhar destaque por ser bastante diferente é o Talon, controle criado pela Titanium Falcon é que acredite, não passa de um anel que se conectará via Bluetooth a consoles, dispositivos mobile e de realidade virtual. Seu objetivo? Capturar os movimentos da mão do usuário e assim permitir a fácil manipulação de suas interfaces.

Acreditamos que nosso anel inteligente sem toque e com controle de movimentos mudará para sempre a maneira como os usuários jogam games,” afirmou Guo Juan, CEO da companhia responsável pelo acessório. “O Talon permitirá aos gamers jogarem instantaneamente em qualquer lugar e hora, sem usar as mãos, enquanto estiverem se movendo. Os usuários poderão jogar games mobile ou controlar aplicações mesmo enquanto estiverem fazendo outras coisas como correndo, cozinhando, pegando um ônibus e assim por diante.

Uau! Poder me distrair com um joguinho enquanto estiver fazendo exercícios e prestes a ser atropelado ou queimar a comida enquanto jogava Candy Crush? Como ninguém pensou nisso antes?!

Mas falando sério, o Talon terá 3,8 mm de espessura e o seu preço ficará em torno de US$ 100, porém, para que o produto se torne realidade a Titanium Falcon precisará de pelo menos US$ 300 mil, valor que tentarão arrecadar a partir do final deste mês através de uma campanha no Indiegogo.

Para ser sincero, sempre fico meio ressabiado com essas promessas de mudar a indústria e por mais que eu ache a ideia interessante quando se trata de auxiliar a interação com certos dispositivos, tenho sérias dúvidas em relação ao Talon se tornar popular. Se tivesse sido anunciado por uma empresa bastante conhecida, tenho certeza que muita gente estaria bastante empolgada, mas neste caso acho que o anel acabará sendo esquecido antes mesmo de chegar às lojas, se é que isso um dia acontecerá.

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03 Sep 23:45

Faltou à igreja? Deus tá vendo (e o software também)

by Carlos Cardoso

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Não é de hoje que as igrejas brigam para manter seu público, principalmente entre os mais jovens. Eu costumava beber em São Gonçalo em uma birosca em frente a uma Universal e o balcão ficava cheio de gente que fugia do culto. Quando era adolescente um amigo sempre caçava em porta de igreja.

Por isso muitas estão cobrando presença, mas é complicado quando você tem centenas de fiéis desorganizados, e não quer colocar roleta com cartão magnético. Eis que, mais uma vez, a salvação vem de Israel. 

No caso a Churchix, subsidiária da Skakash, empresa criada por Moshe Greenshpan especializada em reconhecimento facial em tempo real.

Tudo que o software precisa é de uma imagem de referência para identificar cada fiel, depois é tudo automatizado, com relatórios de frequência e presença baseados em imagens obtidas por câmeras de vídeo ou imagens fotográficas.

Passando essas informações para um software de CRM — Christian Relationship Management, a igreja pode saber quem é mais assíduo, quem doa mais, quem senta na frente e quem sai antes do fim do culto.

Moshe diz que já vendeu o sistema para 40 igrejas, oito nos EUA, com congregações de 100 a 3.000 membros. É curioso notar que a maioria das igrejas está usando o software sem o conhecimento dos fiéis, e algumas pessoas estão preocupadas com uma possível invasão de privacidade. Não faz sentido: se não ligam se Deus sabe se elas mataram igreja pra ir pro bar, qual o motivo da preocupação se o pastor descobrir?

Fonte: Washington Post.

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25 Aug 13:53

Mentirinhas #857

by Fábio Coala

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Cada um dá aquilo que tem.

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25 Aug 13:53

Mentirinhas #858

by Fábio Coala

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Ou não.

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25 Aug 13:53

Mentirinhas #860

by Fábio Coala

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Talvez nem precise usar seu exército, general… Senhor… Mestre…

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23 Aug 23:02

Proposta irrecusável

by Gian Danton/Ivan Carlo
- Oi Gian, eu adicionei você porque gosto muito dos seus roteiros. 
- Obrigado. 
- Olha, eu tenho uma proposta irrecusável para vc. 
- Ah, tá. Beleza. 
- Eu tenho um personagem chamado Super-brasileiro e podia ter escolhido qualquer roteirista, mas escolhi você para escrever as primeiras histórias. 
- Er... bem... obrigado. Mas vai sair como revista? Já tem editora?
- Cara, presta atenção: eu estou falando do Super-brasileiro! As editoras vão correr atrás da gente. Ontem mesmo mandei um e-mail para a Panini oferecendo e só estou esperando a resposta. 
- Cara, obrigado pelo convite, mas ando bastante ocupado. Estou fazendo doutorado, já estou em outros projetos... 
- Gian, você não está entendendo! É o Super-braileiro, cara! O Super-brasileiro! É sucesso garantido! Só vou precisar que você escreva as três primeiras revistas para eu desenhar e apresentar para as editoras. São só 60 e poucas páginas! 
- Olha, obrigado pelo convite, mas tenho aqui na centenas de páginas de roteiros que escrevi para personagens de outras pessoas. No final, a revista não saiu e nem posso aproveitar para outra coisa, já que o roteiro era para o personagem específico daquela pessoa. Já perdi muito tempo assim. 
- Gian, você não está entendendo: é o Super-brasileiro, é genial, cara. E eu vou te pagar pelos roteiros! 
- Vai pagar? 
- Assim que as revistas saírem cara. Vou te pagar muito bem. Estou te dizendo, mandei ontem e-mail para a Panini. As editoras vão correr atrás desse personagem. 
- Cara, obrigado pelo convite. Mas vou ter que declinar. Se ainda fosse algo pequeno... não tenho tempo para escrever três revistas.
- Tá bom, seu arrogante FDP!
E assim eu ganhei mais um inimigo no Facebook.
23 Aug 22:37

Saturday Morning Breakfast Cereal - The Ethical Fourier Transform

by admin@smbc-comics.com

Hovertext: There's a lot of networking to be done on the Dark Side.


New comic!
Today's News:
23 Aug 22:37

Saturday Morning Breakfast Cereal - Specifications

by admin@smbc-comics.com

Hovertext: Oh you just ASSUMED the humans were somewhere where humans can exist. Uh huh.


New comic!
Today's News:

 GUYS, 42% of general admission tickets for BAHFest are gone!

23 Aug 21:36

Anésia # 237

22 Aug 15:33

Don’t test drive a new car before buying it

by Tyler Cowen

Why should you?  They want you to do it, which is already reason to be suspicious.

It makes you all the more emotionally committed to buying a car whose immediate feel you enjoy.  You might save a few hundred dollars on the bargaining by refusing to take that step of commitment.

Furthermore you might expect that every plausible new car can in fact survive a test drive from a potential customer.  Let others test drive it for you.

And let’s say you didn’t so much like the test drive.  Is that a bad sign or a good sign about the car?  Does your dislike very well predict you will dislike it a month from now?  I doubt that.  In fact if you are somewhat typical and others dislike the test drive too, that might mean the car is all the more a bargain.  And you are letting a mere mediocre test drive persuade you away from exploiting that bargain.

I readily admit this advice does not apply to very tall people and other outliers.

Question: to how many other spheres of life might this reasoning apply?

20 Aug 13:54

Quando Jesus está no barco não importa o tamanho das ondas

by Carlos Ruas

O leitor Túlio Espírito Santo me mandou essa imagem:

 

2718

20 Aug 13:54

1566 – Irmão mais velho

by Carlos Ruas

2719

19 Aug 19:00

Make-up sex

19 Aug 19:00

Bad boy 4 life

19 Aug 13:40

Straight to the Point, I Like It!

19 Aug 13:36

Avoiding Work

by Doug

Avoiding Work

Get back to work.

19 Aug 13:36

Life’s Work

by Doug
19 Aug 13:36

Marathon

by Doug
19 Aug 12:34

AEP : Exclusivo: ameaças mudaram o rumo dos fliperamas do Brasil na década de 80

Era a década de 1950 no Japão. O país estava em recuperação das bombas que o devastaram 5 anos antes. Um russo encontra, ali, um mercado promissor para venda de seus produtos: vodca e amendoins. Nesse ambiente, Michael Kogan convive com o boom tecnológico pós-guerra e resolve expandir seu negócio para o de entretenimento eletrônico. Então, em 1953, ele funda a Taito, empresa focada em arcades, uma nova febre no Japão.

Cerca de 10 anos depois, Michael resolve levar sua marca para fora das ilhas japonesas. Ele manda seu filho, Abraham, para o Brasil, a fim de começar uma empresa no país. Quem conta a trajetória da Taito no Brasil é Pier Paolo Cartocci, advogado que cuidou dos trâmites legais da empresa por 10 anos. Em entrevista exclusiva, ele revela como era o trabalho das fábricas, os processos por conta de fliperamas e o triste fim da empresa no Brasil.

Filas e processos

Abraham Kogan – também conhecido como Abba – chega a Manaus aproveitando a abertura econômica ocasionada pela inauguração da Zona Franca. Em 1968, em plena ditadura militar, entrar com exportação no país não era uma missão fácil. Entretanto, os arcades não eram uma febre só no Japão, mas também nos EUA e Europa. Como esses mercados já tinham outras empresas em ação, o Brasil era um espaço esperando para ser desbravado. “A empresa chegou aqui no Brasil com uma fábrica imensa, que montavas as peças em Manaus e comercializava [as máquina de fliperama] nas principais capitais do país”, lembra o advogado.

Nessa época, Pier era apenas estagiário – ou boy de luxo, como gosta de brincar. Ele trabalhava para o pai, quem de fato cuidava das questões legais. Pier explica que, para driblar o problema da importação, Abba adotou a estratégia de montar os arcades aqui, o que gerou uma série de problemas. Durante os primeiros anos, a empresa viu muita desordem, já que as máquinas chegavam do Japão sem ter quem as montasse.

“Foi uma transição muito complicada. As máquinas tinham que ser precisas, aguentar o uso em massa. Então, a gente teve muito problema com manutenção. Foi preciso trazer técnicos de lá [Japão] para fazer cursos aqui e especializar o pessoal. O preparo não foi feito, foi tudo em cima da hora. Geralmente, se faz o contrário: você antes de montar uma fábrica, já tem o expertise. Montamos primeiro, agora vamos ver quem vai dar manutenção”, conta entre risos.


Fábrica da Taito no Brasil (foto: arquivo)

Apenas 3 anos depois, a Taito inaugurou sua loja na Avenida Paulista. O modelo de negócio de Abba era inteligente: como já era dono da produção, também queria possuir o comércio. Dessa forma, não vendia as máquinas, mas criava grandes salões de jogos. Um verdadeiro parque de diversões para as crianças.

Não era por coincidência que a molecada era o grande público da Taito. As lojas foram estrategicamente posicionadas perto de escolas e outros locais de fácil acesso aos mais jovens. Assim, as filas para jogar eram comuns, o que chamou muita atenção – e alguns processos.

“Você está em uma loja e começa a colocar essas máquinas um pouco diferentes. Começou a formar fila na porta, começou a chamar muita atenção. Aí, veio a polícia perguntar. Estavam envolvidos menores. As máquinas não eram caça-níqueis, mas tinham esse negócio da aposta [a ficha]. Então, a gente sofreu algumas intervenções policiais, porque foi considerado jogo de azar. Teve uma vez que tivemos que entrar com um mandato de segurança para impedir o fechamento, com laudos do Instituto Criminalista falando que não era [jogo de azar]. Deu muita dor de cabeça na época”, lembra o advogado.

O fim em meio ao lucro

No começo dos anos 80, a Taito dominava o mercado de games no Brasil. Os primeiros Ataris só chegariam oficialmente por aqui em 1983, logo a falta de concorrência fez com que a empresa de Abba voasse alto em todas as capitais.

Versões adaptadas não autorizadas de jogos famosos nos Estados Unidos e Japão chegaram aqui com nomes abrasileirados. Black Knight virou Cavaleiro Negro; Video Hustler, Caçapa; e Donkey Kong se tornou Kong, por exemplo. O mesmo sucesso que essas máquinas faziam lá fora também faziam aqui, com uma única diferença: no Brasil, todas as máquinas era da Taito.

No auge do sucesso, em meados de 1985, Abba repentinamente resolve que é hora de fechar a fábrica de Manaus e sair do país. Mas por que, em pleno crescimento, fazer isso? O problema é pessoal.

Abba sempre foi tachado como um playboy, como um herdeiro de uma fortuna que só quer aproveitar a vida. Pier, contudo, ressalta uma outra faceta dele: “Ele era uma pessoa que, se gostava de você, falava: ‘vou te dar um carro, porque você é uma cara legal’. Ele tinha um coração aberto. Quem conta a história dele não conta isso. Ele era só visto como um playboy. Até era, mas dizer que era só isso, não. Ele era muito inteligente, mas o defeito dele era ser muito bom com as pessoas”.


Abraham Kogan, o Abba (foto: arquivo)

Essa bondade custou caro a Abba. Ao abrir filiais em nome de pessoas quem acabara de conhecer, ele foi ganhando também a fama de bobo dentro da própria Taito. Assim, Abba começou a ser “literalmente roubado” nas palavras de Pier. Tanto que foi ameaçado de sequestro e extorsão.

“Ele sofreu essas ameaças. Teve uma operação policial de grampear os telefones e nós pegamos todo mundo em flagrante, passando o dinheiro como se ele tivesse aceitado a chantagem, extorsão. Eles foram presos e condenados”, conta.

Com isso, Abba perdeu a vontade de ficar no Brasil. Em 1985, resolve que vai encerrar todas as operações no país e começa os trâmites para fechar a empresa por aqui. A Taito não declarou falência, não estava no vermelho, não passava dificuldades financeiras. Pelo contrário, crescia de forma muito forte. Mas isso não era suficiente para fazer Abba ficar.

“Em 1985, ele já tinha saído, deixou as representações para resolver as pendências. Ele fechou a empresa e começou a pagar todo mundo. Resolveu encerrar, mesmo dando lucro, não valia a pena. Ele tinha esse espírito, se divertia com a vida e dinheiro não era problema para ele”, recorda Pier.

Assim, Abba se muda com a família para o Canada em busca da paz que não teve aqui. Uma história de um russo que veio trazer uma tecnologia para o Brasil e foi recebido com processos e ameaças. A história das máquinas que encantaram milhares de crianças pelo país e que teve seu fim precoce por conta do medo. História essa que mudou os rumos da indústria de games por aqui.

Entrevista

Aqui, estão alguns trechos da entrevista com Pier Cartocci. Mas você pode ouvir abaixo o bate-papo emocionante e divertido com o advogado da Taito. Ele participou do podcast dessa semana com o pessoal do Player 2. Dá o play!

14 Aug 23:19

You got a little something there ...

14 Aug 14:18

Pai que ajuda é um babaca

Albener Pessoa

O título do texto é meio histriônico mas se você o ler por inteiro vai entender a razão (e, espero, concordar)

Um dia, depois de meses sem que minhas unhas vissem uma manicure, estava eu lá no salão de beleza.
Começaram a falar de uma cliente que tinha reclamado do marido.
A cabeleireira dizia:
“-Pois ela disse que o marido não ajuda em nada com as crianças.
Disse que nem ajudar a dar uma mamadeira ele ajuda! “
Uma moça emenda:
“-Meu marido é ótimo, ele me ajuda muito com nossos filhos.
Dá banho, comida…até a trocar fralda ele ajuda!!!!”
Eu calada. Muda. Sem me mexer rezando pra não me colocarem no assunto.
Não adiantou:
“-Mari,  seu marido ajuda com os filhos de vocês? “
Eu respondo:
“-Não.
Homem que “ajuda” a criar filho é um BABACA.”

Silêncio geral no salão. Olhares de pânico.
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“-Mas Mari, babaca porque? Você não acha que pai tem ajudar a criar filho????”
“-Não, pai não tem que AJUDAR a criar filho.
Pai tem que criar filho junto com a mãe.
A gente “ajuda” é com alguma coisa que é tarefa do outro.
Meu marido estaria “me ajudando” se ele lavasse as minhas calcinhas, coisa que é dever só meu fazer.
Cuidando dos nossos filhos junto comigo ele não faz mais do que obrigação dele.”

É isso que realmente acho.
Se um pai sente que está “ajudando” a mãe, ele é um babaca.
Criar filho não é tarefa só da mãe pro pai ser camarada e dar uma força.
Cuidar dos filhos é uma obrigação igualmente dos dois.
E não estou falando simplesmente de “brincar com as crianças enquanto a mamãe faz o jantar”.
Estou falando do pai cozinhar com as crianças no colo, igualzinho a milhares de mães fazem todos os dias.

Onço e Oncinho fazendo papá
Onço e Papai fazendo papá

Acho também que as pessoas precisam parar urgentemente de supervalorizar os pais participativos .
Sim, é maravilhoso que meu marido e vários outros pais sejam tão presentes e responsáveis pelas suas tarefas na criação dos filhos, mas não devia haver espanto e muito menos agradecimentos eternos e emocionados por isso.
Por exemplo:
Dia desses meu marido estava saindo sozinho com as duas crias para simplesmente dar uma volta no bairro quando alguém disse:
“Vai com os dois? Pai herói!”
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Será que uma mãe seria chamada de heroína por simplesmente estar na rua com seus dois filhos?
Enquanto um pai for chamado de herói simplesmente por isso  outros pais que ainda estejam procurando seus lugares nessa aventura de ter filhos vão pensar:
“Nossa, passear com duas crianças não é pra mim. Eu não sou um herói, eu sou só um pai comum!”
E é aí que mora o perigo porque cumprir com funções assim na vida dos filhos é SIM uma coisa pra “um pai comum”.
Isso não é ser um pai herói, isso é ser…ora bolas…UM PAI !
E quanto mais colocamos num pedestal os pais que cumprem suas obrigações, mais fica parecendo que eles estão fazendo um favor pra nós mães, entendem?

Talvez você pense:
“Ah, mas temos que super valorizar sim, afinal tem pai que não faz nem o que é a obrigação dele!”
Desculpa, mas nesse caso vale lembrar:
Muitos homens podem ter filhos, poucos homens podem ser pais.
Os que tem e não cuidam são uns canalhas e não servem nem de base pra comparação.
E o famoso “botar comida na mesa” não basta.
Quem serve só pra fornecer dinheiro deveria ser chamado de “Caixa Eletrônico” e não de “pai”.

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Além disso da canalhice acho que o pai que não participa da criação dos filhos perde um enorme prazer.
Penso nos pais de antigamente, tão distante dos filhos…
Quem sabe eles não estavam lá, não querendo silêncio após o trabalho como achavam as esposas, mas sim querendo rolar no chão com os filhos enquanto lhes davam a sobremesa.
Vai ver esses pais, coitados , apenas não se sentiam nesse direito, como muitas mulheres na época não se sentiam no direito de trabalhar fora.
Por isso quero deixar claro que acho que hoje criar os filhos além de um dever  é pros pais hoje um direito!
Eles tem o DIREITO de cuidar dos filhos, porque cuidar deles é uma tarefa deliciosa!
O pobre pai não está em sofrimento eterno quando cuida de um filho e por isso não é herói ou coitadinho.
É um privilégio estar com as crianças na pracinha, dar na boca aquele pápá gostoso que ele mesmo fez, ver aquele piquitito subir sozinho a escada pela primeira vez.

Ok,  não é tão gostoso trocar uma fralda de cocô atômico, mas quer saber?
Isso faz parte e  cria vínculo, aproxima.
Eu realmente acho que um pai que limpa hoje aquele bumbunzinho fedido tem mais chance de na adolescência ser o abraço que a filha vai procurar quando não entender oque pensam os meninos da idade dela.
Acho mesmo que o pai que fica no quarto até passar o medo do monstro deve ser o pai que vai sair pra tomar uma cerveja com o filho depois de adulto.

Que privilégio tem esses pais de hoje em dia, que podem criar seus filhos junto com as mães deles!
E privilégio maior ainda eu acho que terá a geração do Onço onde os pais participativos, responsáveis e carinhosos não vão ser chamado de “pais heróis” , mas apenas de “pais”.

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4  2-w

13 Aug 19:32

There's a Skill I'd Like to Learn

skills,dead badger,linux,monday thru friday,g rated

Submitted by: Unknown

13 Aug 19:31

Four Things You Didn’t Know Could Be Hacked

by Kevin Murray
At two big hacking conferences in Las Vegas over the past week, security pros revealed new vulnerabilities in daily items we never considered security risks. These events serve as annual displays of the latest hacking tricks.

Rifles 
The Austin, Texas-based company TrackingPoint makes auto-aiming rifles that increase a shooter’s accuracy and have Wi-Fi connectivity. Within the 100- to 150-feet range of the Wi-Fi and using a mobile phone, a hacker can compromise the weapon and change the target of the shooter, says Runa Sandvik, one of the researchers who presented at the annual hacker gathering Def Con last week.

In a demonstration for Wired, Sandvik and a research partner finagled with a rifle’s software to shift aim 2.5 feet to the left, hitting a different target...

Electronic skateboards 
Electric skateboards can make your ride smoother — until the board no longer listens to your controls and throws you off. Two researchers developed a hack they dubbed “FacePlant,” which gave them total control over digital skateboards by manipulating the Bluetooth connection.

An attacker could force the skateboard to connect to a laptop and then stop the board, alter its direction or disable its brakes.

Death records 
It’s pretty simple to kill someone off — at least on paper — Chris Rock, chief executive officer and founder of the security company Kustodian, showed in a presentation at Def Con. Using information found online, anyone can complete state electronic death records, Rock found, and then register to become a funeral director online to complete a certificate of death.

Why kill someone off officially, but not physically? For revenge against an ex-partner or a jerk boss, according to Rock’s presentation, or to enjoy the insurance benefits or access elderly parents’ estates.

Teslas
We already know that the modern car is like a smartphone on wheels in that it’s susceptible to hack attacks like any other connected device... What they found: Teslas are, in fact, built with more security in mind than the average vehicle. But they also found several vulnerabilities, and were able to remotely open and close trunks, lock and unlock doors and stop a Tesla, depending on what speed it was being driven at.

The researchers worked with Tesla, and Tesla automatically pushed an update to all the cars so drivers could patch the vulnerabilities within one to two weeks — unlike other car companies, which have had to issue recalls on vehicles with security flaws.  more


13 Aug 19:21

Desenho Livre # 68

Um belo dia resolvi mudar... 
Saí de um "apezinho" e tô indo morar num menor ainda. E o pessoal deve saber a zona que a vida vira em dias assim. Nesse momento estou sentado no meio-fio publicando estas tiras... que não são inéditas. Foram publicadas entre março e maio deste ano. Mas, quem sabe, dá uma desbaratinada no seu dia, na sua tarde. Com fé, voltamos a programação normal o quanto antes ;)
Ótimo dia!


- Descobrimento do Wi-fi Brasil


- Sabendo legal sobre o Show do Kiss


- Aniversário de cinco anos do fim do fatídico Lost.
13 Aug 19:18

Aproveite: iPhone 6 por 690,00

by O Criador


Ba Dum Tssssss

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13 Aug 17:00

1567 – Mensagens de Deus

by Carlos Ruas

2717

13 Aug 17:00

1565 – Destino existe?

by Carlos Ruas

58-1

12 Aug 14:29

Ad-blocking software markets in everything

by Tyler Cowen

…Adblock Plus has become the internet’s advertising sheriff. That’s because its software, by default, allows some ads through its firewall—ads it deems “acceptable,” meeting a series of strict criteria it came up with in conversation with internet users around the world. The criteria essentially eliminate most of the ads on the market today, rolling back ad technology to the 1990s: text only, no animations, no popovers, no placement in the flow of text. In the two months since I’ve installed the software, I don’t recall seeing any ads that meet the criteria.

Websites must apply to get “whitelisted,” and an Adblock Plus employee then works with the site to make sure that the selected ads comply with the criteria. Ben Williams, a spokesman for Eyeo, told me that 700 publishers and bloggers have been whitelisted. The whitelist is how the company makes money. Eyeo charges large for-profit publishers a cut of ad revenues to be on the list, a scheme some critics have called extortion. Williams declined to say who is paying or how much, but the Financial Times recently reported that Google, Microsoft, and Amazon were among those paying Eyeo for their acceptable ads to appear to Adblock Plus users.

There is more here, from Michael Rosenwald.

Will ad-blocking, over time, decimate the free web?

11 Aug 23:41

Mentirinhas #856

by Fábio Coala

mentirinhas_844Ou era a morte ou era o Fantomas.

 

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11 Aug 11:49

Pai Nerd

by Carlos Ruas

Tirinhas que eu fiz pro livro “Pai Nerd” do Piadas Nerds.

darth vader

 

scorpion

dalsin