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30 Jul 00:26

Daily strip 17. Jul 2013

19 Jul 17:43

07.16.2013

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
18 Jul 17:26

Client: Would it be okay if I paid you in a month? Me: That’s fine, the invoice is has a 30...

Client: Would it be okay if I paid you in a month?

Me: That’s fine, the invoice is has a 30 day pay period.

Client: Great, that’s when my Kickstarter will be finished and I’ll have money to blow.

18 Jul 16:44

Express Lane

by Doug
18 Jul 14:13

Sunday July 14, 2013

by admin

18 Jul 14:13

Monday July 15, 2013

by admin

18 Jul 14:12

Tuesday July 16, 2013

by admin

18 Jul 12:25

1122 – Sexo 5

by Carlos Ruas

1071

18 Jul 11:55

The Value of Breaking the Law

by schneier

Interesting essay on the impossibility of being entirely lawful all the time, the balance that results from the difficulty of law enforcement, and the societal value of being able to break the law.

What's often overlooked, however, is that these legal victories would probably not have been possible without the ability to break the law.

The state of Minnesota, for instance, legalized same-sex marriage this year, but sodomy laws had effectively made homosexuality itself completely illegal in that state until 2001. Likewise, before the recent changes making marijuana legal for personal use in WA and CO, it was obviously not legal for personal use.

Imagine if there were an alternate dystopian reality where law enforcement was 100% effective, such that any potential law offenders knew they would be immediately identified, apprehended, and jailed. If perfect law enforcement had been a reality in MN, CO, and WA since their founding in the 1850s, it seems quite unlikely that these recent changes would have ever come to pass. How could people have decided that marijuana should be legal, if nobody had ever used it? How could states decide that same sex marriage should be permitted, if nobody had ever seen or participated in a same sex relationship?

This is very much like my notion of "outliers" in my book Liars and Outliers.

18 Jul 00:24

Morales Mandou Revistar Avião da FAB com Celso Amorim `a Caça de Asilado

by SELVA BRASILIS
18 Jul 00:20

Sony abandona ideia de medir o suor dos jogadores através do joystick do PS4

by Matheus Gonçalves

dualshock 4-580-75

Antes da Sony chegar ao desenho final do controle DualShock 4, a companhia estudou protótipos que detectavam a condutividade da pele para medir as emoções dos jogadores. Em uma recente entrevista para o site Stuff, Mark Cerny, arquiteto de sistemas da Sony, disse que a empresa “avaliou precisamente qualquer ideia que se possa pensar”, antes de chegar à nova versão, posterior ao DualShock 3, e que inclui um sensor de toques e uma barra de luz para sensores de movimento.

Mas a Sony descartou a ideia de medir o suor e o estresse, retirando as tecnologias de biofeedback do novo controle. Eles preferiram focar na usabilidade do produto para os mais variados games. Cerny admite, por exemplo, que o joystick anterior não era tão bom para jogos de tiro em primeira pessoa. Para melhorar isso, a Sony garante que o DualShock 4 será melhorado e tratá gatilhos melhores, com o acionamento dos botões R1/L1 e R2/L2 feito de forma muito mais natural e intuitiva.

Aliás, a Sony não foi a primeira companhia de games a pensar em resposta biométricas para melhorar a experiência dos videogames. Em Maio, Mike Abinder, psicólogo experimental da Valve, disse que a empresa tinha conduzido experimentos baseados na transpiração dos gamers em títulos como Left 4 Dead, ajustando o gameplay de acordo com a variação das emoções captadas. E desenvolveu uma versão modificada de Portal 2 que permite que o jogador controle as ações usando apenas seus olhos.

Eu fico imaginando as ideias que passaram pelos laboratórios da Sony até que eles chegassem à esta versão final. Se você fosse um engenheiro da Sony, qual seria seu projeto para tentar melhorar a experiência nos jogos de videogame?

Fonte: CVG.



18 Jul 00:18

Controlando Drones em primeira pessoa com o Oculus Rift

by Matheus Gonçalves

fpvrift

O Oculus Rift é uma espécie de headset com visores independentes para cada olho, capaz de criar realidades virtuais em 3D, feito originalmente para games. Ele vem se tornando popular há algum tempo, e ganhou bastante notoriedade por causa de um vídeo que mostra uma senhora de 90 anos descobrindo o que é a realidade virtual. Recentemente o aparelho ganhou até um game erótico com inspiração em Mass Effect.

É, mas o Oculus Rift não foi feito só para melhorar a experiência de videogames, não. Erik Torkel Danielsson, um dos fundadores da empresa Intuitive Aerial, resolveu utilizar o gadget para pilotar um de seus modelos de drones. No caso, um hexacóptero chamado Black Armor Drone, projetado para fazer fotografias aéreas.

Para fazer tudo funcionar junto, eles prenderam uma espécie de caixa embaixo do drone, com duas câmeras gravando ao vivo, mais um laptop dentro. O vídeo era codificado e transmitido pelo laptop por WiFi, para uma base no chão. O computador em terra recebia as imagens e enviava em tempo real para os visores do Rift. Sim, parece meio bagunçado, mas o sistema funcionou sem erros, com delay de aproximadamente 120 milissegundos, o que é decente para um voo no qual o piloto está usando um visor em primeira pessoa. E ainda assim, é legal ver gente que está usando o Oculus Rift de formas cada vez mais inovadoras.

Assista abaixo um vídeo que mostra o primeiro voo feito pela equipe:

Fonte: Hack a Day.



18 Jul 00:18

Rússia aproveita escândalo da NSA para tentar controlar a internet (mais ainda)

by j. noronha
Rússia

Crédito da imagem: We Know Memes

Quem foi rei nunca perde a majestade, e outros chavões do gênero, se encaixa muito bem nessa história. A Rússia, nos tempos da União Soviética, controlava a vida de todos e tinha provavelmente o melhor serviço de espionagem do mundo.

O tempo passou, o comunismo acabou, mas a sede de controle continua lá.

Os russos estão usando a presença de Snowden, a persona non grata mais non grata de que se tem notícia nos últimos anos, para tentar mais uma vez aumentar o controle sobre a internet.

Dois membros do parlamento russo citaram os “vazamentos” de Edward Snowden sobre a espionagem da NSA (a famigerada agência de segurança norte-americana, que entre outras coisas tem uma lista de tudo que você assistiu no Xvideos) como motivos para obrigar empresas globais como Google, Facebook e Microsoft a obedecer regras russas de armazenagem de dados.

Ruslan Gattarov, membro do parlamento russo, declarou em entrevista:

Nós precisamos colocar rapidamente essas grandes empresas transnacionais como Google, Microsoft e Facebook, sobre controle nacional. Essa é a lição que Snowden nos ensinou.

Nos Estados Unidos, os documentos que Snowden divulgou mostraram como essas empresas cooperavam com as práticas da NSA.

Empresas de tecnologia que operam na Rússia estão acostumadas a receber intimações legais para fornecer dados de usuários, e não têm muitas maneiras de lutar contra isso, por causa das leis russas.

O que aguçou a raiva russa, no entanto, foi a cooperação de várias empresas norte-americanas com a NSA na interceptação de ligações telefônicas e emails, através do programa Prism, coisa que os russos tentam há anos sem muito sucesso com seus cidadãos.

Em resposta, Gattarov formou um comitê para lidar com o assunto.

Com o objetivo aparente de proteger a privacidade dos cidadãos russos, o comitê fez reviver uma aspiração antiga russa, de transferir o controle da internet e do registro de domínios para um braço das Nações Unidas, a União Internacional de Telecomunicações.

O comitê também recomendou que a Rússia exija que empresas estrangeiras obedeçam sua lei de privacidade de dados, usando criptografia licenciada pelo Serviço de Segurança Federal (em outras palavras, a versão atual da KGB).

Sergei Zheleznyak, parlamentar do partido de Vladimir Putin, foi mais além: ele quer que serviços de email e redes sociais mantenham seus dados em servidores russos, onde poderiam ser acessados por mandados de busca locais.

Como você já deve ter notado, os russos querem aproveitar o barulho para tentar controlar tudo que circula na internet (colocando o controle da mesma nas mãos da “inocente” ONU), no que tem o apoio de nosso glorioso ministro das relações exteriores, Antonio Patriota, que apoiou a ideia em recente visita à Rússia.

A KGB 2.0 já demonstrou seu poder sobre empresas de tecnologia russas, quando ordenou que o Yandex, maior site de buscas russo, revelasse quem havia feito doações online para o líder da oposição, Aleksei A. Navalny. Por uma incrível coincidência, essas pessoas receberam telefonemas ameaçadores de um grupo de jovens do Kremlin.

Fonte: The New York Times



17 Jul 01:16

uriels: fairly certain that my physics textbook snapchats are...





















uriels:

fairly certain that my physics textbook snapchats are my greatest achievement in life

17 Jul 00:55

Photo



17 Jul 00:49

Rottweiler furioso ataca pobre bebê indefeso

by Jesus Manero

Rottweiler furioso ataca pobre bebê indefeso

CENAS FORTÍSSIMAS

Rottweiler furioso ataca pobre bebê indefeso

Rottweiler furioso ataca pobre bebê indefeso

Rottweiler furioso ataca pobre bebê indefeso

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16 Jul 19:25

VLSub Downloads Subtitles to VLC Automatically

by Shep McAllister

VLSub Downloads Subtitles to VLC Automatically

It's not really hard to find subtitles online for your digital movie collection, but you can save a couple of steps with the VLSub extension for VLC media player.

Read more...

    


16 Jul 17:18

Ghost Shark, A Syfy Original Movie About a Spectral Shark

by Kimber Streams
Albener Pessoa

Tubarao Fantasma!!!! Pra que ele precisa comer? (via firehose)

Following the release of internet hit Sharknado, Syfy has released a new teaser trailer for Ghost Shark, the channel’s latest shark-related original movie. Ghost Shark will premiere on Syfy on Thursday, August 22nd at 9PM.

Ghost Shark

video via Syfy

via Deadline

16 Jul 17:00

Spent 4 hours on a bug only to find it was a misspelled variable name

by sharhalakis

by imaginarythomas

16 Jul 16:33

Wine

16 Jul 14:14

Hackers Turn Verizon Box into Spy Tool

by Kevin Murray
Researchers at iSec hacked into a Verizon network extender, which anyone can buy online, and turned it into a cell phone tower small enough to fit inside a backpack capable of capturing and intercepting all calls, text messages and data sent by mobile devices within range...

"The level of technical skill that you need to break into one of these, people are learning college. 

A malicious person could put one of these, with a battery, in a backpack, and go downtown - to a place like Times Square or Wall Street...

Frankly, these devices scare us. It is not the NSA tapping ordinary people. It is about ordinary people attacking ordinary people." (more)

Note: Verizon says they fixed this particular issue.

Warning: Femtocells in general, however, offer a new playground to hackers and criminals alike. Cut back on your confidential transmissions in densely populated areas.
16 Jul 13:39

pantsare-forsquares: magicalrumpustimes: sometimes I think...



pantsare-forsquares:

magicalrumpustimes:

sometimes I think about this comic and I just burst out laughing 

I have reblogged this ten thousand times

16 Jul 11:28

Animated maps of great empires

by Rob Beschizza


GIF: Maps On The Web

Vince Miklos collects GIFs of Empires, from the Roman to Soviet. [io9]

    


16 Jul 11:28

Libraries Used to Look Like This

by John Farrier

In 1874, Cincinnati, Ohio built a huge main library. This architectural marvel remained in use until 1955. Can you imagine wandering from tier to tier of the stacks in the main hall? Or looking through the stereoscope at photographs?

Link -via Erik Kwakkel

(Photos: Public Library of Cincinnati and Hamilton County)

16 Jul 11:27

artifact from the future

thatll_do_thag
16 Jul 11:20

A visual guide to understanding the introverted, and how to live with them

by Xeni Jardin
At deviantART, Schroeder Jones has published a clever and spot-on "How to Live with Introverts" graphic explainer.

The artist explains,

I thought a lot of folks out there could benefit from learning how to with introverted people. I drove my ex crazy by being introverted. He thought that I was being "distant" and "purposely ignoring him as part of a passive-aggressive power play". Here I was just enjoying his company without talking.
German translation. Chinese translation. Polish translation.

Here's a printable version.

(HT: @ClaireRPorter)

    


16 Jul 02:41

Linux 3.11 Officially Named "Linux For Workgroups"

by samzenpus
An anonymous reader writes "Linus Torvalds decided to change the code name for Linux 3.11 and even submitted an alternate Tux Logo. Heise reports: 'For this release, Linus Torvalds changed the code name from "Unicycling Gorilla" to "Linux for Workgroups" and modified the logo that some systems display when booting: it now depicts a Tux holding a flag with a symbol that is reminiscent of the logo of Windows for Workgroups 3.11, which was released in 1993.'"

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Read more of this story at Slashdot.



15 Jul 16:37

turntechgofuckurself: We need to talk about the calendar I...









turntechgofuckurself:

We need to talk about the calendar I found in New Hampshire

15 Jul 10:56

Os piores (e mais divertidos) títulos traduzidos de filmes

by Alexandre Inagaki

Todo cinéfilo que conhece os títulos originais de filmes já ficou estarrecido com alguma tradução feita no Brasil. Lembrar, por exemplo, que The Sound of Music tornou-se A Noviça Rebelde por aqui, é constatar que este deve ter sido o pior nome que alguma coisa recebeu neste país desde que batizaram o mascote da copa de Fuleco. Porém, saibam que a ruindade nas traduções de nomes de filmes não é exclusividade tupiniquim.

Ok, eu entendo que às vezes uma obra recebe um nome pouco chamativo, e que por conta disso departamentos de marketing de distribuidoras de filmes se esmeram ao procurar um título que seja capaz de atrair as atenções dos espectadores. Capa do DVD de O Rei dos Gazeteiros em Portugal.Não creio que muita gente se animaria a sair de casa e ir até uma sala de cinema, por exemplo, para assistir a um filme intitulado O Dia de Folga de Ferris Bueller. É curioso, pois, ver como este clássico de Sessão da Tarde, que no Brasil ganhou o nome Curtindo a Vida Adoidado, é conhecido em outros países. Em Portugal, por exemplo, virou O Rei dos Gazeteiros. Na Espanha, foi traduzido como Tudo em um Dia. Creio, porém, que o Oscar de pior versão merece ser dado aos italianos, que rebatizaram o clássico de John Hughes como Um Louco Dia de Férias.

Outro motivo para imaginar que a pizza comida pelos tradutores italianos é temperada com generosas doses de orégano é o título que The Producers, de Mel Brooks, recebeu por lá. No Brasil, esta comédia tornou-se Primavera para Hitler. Que, ok, é um título coerente com a trama do filme, que fala da produção de um musical tosco na Broadway sobre o nazista. Mas qual é a justificativa para que na Itália ele seja conhecido como Por Favor, Não Toque nas Velhas?

Cartaz de A Vida, o Amor e as Vacas, título que City Slickers recebeu em Portugal.Mais um exemplo significativo é City Slickers, comédia de 1991 que rendeu a Jack Palance o Oscar de melhor ator coadjuvante. Ok, a tradução literal desse título, “Malandros da Cidade”, não é das mais atraentes. No Brasil, conhecemos este filme pela alcunha de Amigos, Sempre Amigos, um título mais vago e insípido do que o original. Já em Portugal (e também em outros países como França e Itália), o filme ganhou um nome bem mais sugestivo, e até ligeiramente filosófico: A Vida, o Amor… e as Vacas.

Essas liberdades poéticas, que até certo ponto são justificadas, deveriam no entanto ter um limite: o momento em que começaram a revelar detalhes importantes da trama de um filme. É o caso de Tomates Verdes Fritos. Não creio que o título, isolado, levaria uma pessoa a comprar um ingresso para assistir a esse drama dirigido por Jon Avnet em 1991. Mas não é complicado quando a gente descobre que, no Canadá, ele recebeu o nome de O Segredo Está no Molho? A propósito: se você ainda não viu um filme que foi produzido há mais de vinte anos, não tem moral para reclamar de spoilers. ;)

Vertigo, uma das muitas obras-primas de Alfred Hitchcock, é outro filme que recebeu uma tradução na mesma linha “Darth Vader é o pai de Luke”. Enquanto no Brasil conhecemos este suspense protagonizado por James Stewart e Kim Novak como Um Corpo que Cai, em Portugal seu título quase justifica as piadas maldosas contadas por aqui, revelando a grande reviravolta no meio da trama: A Mulher que Viveu Duas Vezes. Para mim, é como se dessem a Psicose um nome como “Assassinato no Chuveiro”. Estes exemplos, de qualquer modo, não conseguiram ser mais graves do que o inacreditável título lusitano que O Planeta dos Macacos, clássico da ficção científica de 1968, ganhou na terra de Manoel de Oliveira e Maria de Medeiros: O Homem que Veio do Futuro.

Cartaz alemão de A Vida de Pi.Também não posso deixar de destacar os subtítulos infelizes de títulos que as distribuidoras preferem manter no idioma original. Por exemplo: Brother, filme do cineasta japonês Takeshi Kitano que ganhou um complemento de redundância pleonasticamente redundante: Brother – A Máfia Japonesa Yakuza em Los Angeles. Título tão bobo quanto O Pequeno Stuart Little, e que compete pau a pau com a tradução alemã para The Life of Pi. Enquanto no Brasil o filme de Ang Lee foi rebatizado para As Aventuras de Pi (que seria adequado se se tratasse de uma comédia estilo Sessão da Tarde sobre as loucas aventuras de um jovem indiano aprontando altas confusões em alto-mar), na Alemanha o título ganhou um complemento igualmente infeliz: Life of Pi – Naufrágio com Tigre.

Estes exemplos mostram que há casos em que talvez seja melhor deixar os títulos originais, sem complementos desnecessários. É algo que ocorre mais frequentemente com séries de TV, nestes tempos em que fãs ansiosos buscam assistir aos episódios mais recentes na internet, limando o intervalo de exibição entre Estados Unidos e Brasil. Por que traduzir Game of Thrones como Guerra dos Tronos, por exemplo, se os espectadores mais fiéis já se referem ao seriado pelo nome original? Seguindo essa tendência, filmes como Traffic e Cold Mountain foram lançados por aqui com os títulos originais, evitando que fosse cometidos disparates como “Montanha Fria, Coração Quente”. Uma solução mais razoável do que as adaptações livres que canais como SBT e Record fizeram de seriados como Desaparecidos (Without a Trace), Um Maluco na TV (30 Rock), A Garota do Blog (Gossig Girl) ou Uma Família Perdida no Meio do Nada (The Middle). Menos mal que ao menos o SBT exibe True Blood aproveitando o título original em vez de alguma coisa como “Sangue Bom”.

Aliás, o que dizer da compulsão de se usar expressões metidas a engraçadinhas, ao estilo Loucademia de Polícia? Por exemplo, Leap of Faith (“salto de fé”), filme em que Steve Martin interpreta um charlatão religioso, transformado em Fé Demais Não Cheira Bem. Ou Continental Divide (“divisão continental”), comédia romântica protagonizada por John Belushi, que virou Brincou com Fogo… Acabou Fisgado! Ou Parenthood (“paternidade”), de Ron Howard, renomeado como O Tiro que Não Saiu pela Culatra. Ou Clueless (“sem noção”), comédia com Alicia Silverstone que ganhou o singelo nome de As Patricinhas de Beverly Hills. E é inevitável, enfim, citar a aberração cometida com Annie Hall, obra-prima de Woody Allen, grande vencedor do Oscar em 1977 e sério candidato a pior título traduzido de todos os tempos, por ter recebido aqui a alcunha de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa.

eternal-sunshineO problema de tradutores ou marqueteiros sem superego criativo, no entanto, não é exclusivo do Brasil. Um dos filmes que se tornou vítima desse tipo de criatividade discutível foi Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças, cujo belo título é citação de um verso do poeta Alexander Pope. Na Itália, o longa dirigido por Michel Gondry recebeu um nome absolutamente chocho: Se Me Deixar, Te Apago. A parcela de contribuição dos tradutores da Alemanha para este parágrafo é o nome que Era Uma Vez no Oeste, faroeste de Sergio Leone, recebeu por lá: Toque Para Mim a Canção da Morte. Outro bom exemplo de puro delírio alucinógeno é o título francês para Tubarão, o clássico de Steven Spielberg lançado em 1975: Os Dentes do Mar.

As coisas podem piorar? Claro: fundo de poço sempre tem um subsolo. Vide Memento, suspense de Christopher Nolan no qual o protagonista, apesar de ter problemas de memória, explica que não sofre de amnésia. Lamentavelmente, os tradutores brasileiros não devem ter visto o filme. Ou esqueceram dessa cena em específico, já que o intitularam com o título equivocado de Amnésia. Não posso esquecer ainda de My Girl, drama com Anna Chlumsky e Macaulay Culkin, que na Terra Brasilis virou Meu Primeiro Amor. Até que o título não seria tão ruim se não tivesse havido uma continuação, My Girl 2, que se tornou Meu Primeiro Amor – Parte 2, causando um tremendo contrasenso: o filme não deveria se chamar “Meu Segundo Amor”?

Continuações são de fato um desafio para os tradutores. Que o digam os portugueses, que transformaram o primeiro Die Hard (Duro de Matar no Brasil) em Assalto ao Arranha-Céus. Até aí nada de muito grave, uma vez que a trama se passava em um prédio comercial invadido por terroristas. Depois, quando Duro de Matar 2 chegou aos cinemas, em Portugal o filme virou Assalto ao Aeroporto (nome fiel à locação principal da continuação). Mas, quando as demais continuações da saga com Bruce Willys chegaram aos cinemas, os portugueses desistiram de sua ideia inicial e rebatizaram as sequências seguintes como Die Hard – A Vingança, Die Hard 4.0 — Viver ou Morrer e Die Hard: Nunca é Bom Dia para Morrer. Caso similar se deu com a trilogia de comédias Meet the Parents, Meet the Fockers e Little Fockers, protagonizada por Ben Stiller e Robert de Niro. Em Portugal, os filmes respectivamente receberam os nomes de Um Sogro do Pior, Uns Compadres do Pior e Não Há Família Pior! No Brasil, as emendas do soneto ficaram, hmm, piores: Entrando Numa Fria, Entrando Numa Fria Maior Ainda e Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família. Qual será o título que inventarão caso uma nova continuação seja produzida?

Ainda citando nossos companheiros de lusofonia, vale lembrar que em Portugal Bastardos Inglórios é conhecido como Sacanas Sem Lei (que seria um título apropriado caso o filme de Tarantino fosse uma pornochanchada), Do The Right Thing (o filme de Spike Lee traduzido fielmente no Brasil como Faça a Coisa Certa) virou Não Dês Bronca e Pequena Miss Sunshine, vencedor de dois Oscars em 2006, entrou em cartaz em Lisboa com o infame título de Uma Família à Beira de um Ataque de Nervos.

O filme de Sofia Coppola na versão francesa no Canadá..Por fim, não posso deixar de citar Lost in Translation (literalmente, “perdido na tradução”), o filme dirigido por Sofia Coppola em 2003 que, ironicamente, recebeu uma tradução diferente em cada recanto do mundo. No Brasil, recebeu um nome genérico, que poderia ser aplicado a 90% de todas as produções em cartaz: Encontros e Desencontros. Na Itália, é conhecido como Amor Traduzido. No México, virou Perdidos em Tóquio. Em Portugal, tornou-se O Amor é um Lugar Estranho. E, na província canadense de Quebec, onde se fala francês, o filme estrelado por Bill Murray e Scarlett Johansson recebeu um título mais do que apropriado para este post: Tradução Infiel.

* * *

P.S. 1: Pra não dizer que só falei de espinhos, há algumas traduções não literais que, na minha opinião, ficaram ótimas. Destaco, por exemplo, Giant (1956), filme de 3 horas e 21 minutos de duração com James Dean, Elizabeth Taylor e Rock Hudson, que no Brasil ganhou um título expressivo que espelha bem a ambição deste filme dirigido por George Stevens: Assim Caminha a Humanidade. Outra boa tradução é a de The Apartment (1960), um título simples para um ótimo filme de Billy Wilder, com Jack Lemmon e Shirley MacLaine, cujo nome brasileiro é bem mais sugestivo e significativo: Se Meu Apartamento Falasse. Gosto também do título que The Molly Maguires (1970), produção batizada com o nome de um grupo secreto de mineiros irlandeses, protagonizada por Sean Connery, recebeu: Ver-te-ei no Inferno. Afinal de contas, não é todo dia que se vê uma mesóclise sendo bem aplicada por aí.

P.S. 2: Valiosas fontes para este post foram as traduções toscas citadas em sites como ShortList, Den of Geek e Madmind. Porém, há títulos que deixei passar porque não sei ler ideogramas e não consegui apurar a veracidade de certas informações. Segundo o ShortList, por exemplo, O Sexto Sentido foi traduzido como Ele é um Fantasma (!!!) na China.

14 Jul 21:24

Yup, That's A Rolls For Ya