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21 Oct 17:35

15 truques para você usar (de verdade) seu Kindle

by Nadiajda Ferreira

O mercado brasileiro de livros eletrônicos ainda está engatinhando e em breve (torçamos) será expressivo a ponto de a compra de e-books se tornar financeiramente vantajosa para o consumidor. Mas a praticidade dos leitores digitais é um fato: você pode dispensá-la, mas negá-la é complicado.

A discussão sobre o futuro do livro físico e sua pretensa obliteração pelo formato digital já está desgastada, mas é bom não esquecer que boa parte dos leitores está (e permanecerá) em cima do muro: mesmo tendo adquirido leitores digitais, eles não deixaram de comprar livros físcos. De modo que o apocalipse do livro de papel pode ser adiado em alguns anos.

Se você não é o tipo de pessoa que vai perder essa mão na roda só pra levantar a bandeirinha do tradicionalismo sem limites, é possível que já tenha optado ou esteja pensando em optar por um Kindle. Embora os dois modelos disponíveis hoje no Brasil sejam simples e não sigam a regra do device-que-faz-absolutamente-tudo-que-você-precisa-na-sua-vida, os leitores digitais da Amazon guardam alguns segredinhos nem tão secretos assim e descobri-los vai facilitar a sua vida. Ainda mais

1. Hora de criar a sua biblioteca digital

A maioria das pessoas compra o leitor digital com um só objetivo: ler livros. Se você (secretamente, claro), já parou para pensar no seu consumo de literatura como uma dependência grave e passível de tratamento, prepare-se para alcançar um pouquinho de redenção ao adquirir um Kindle: os livros digitais são um pouco mais baratos, você poderá ler no transporte público sem precisar fazer malabarismo para equilibrar um calhamaço numa mão só, vai carregar menos peso e se o livro acabar no meio do caminho, não tem problema: tem mais alguns bem ali. Embora a oferta brasileira de e-books ainda não seja uma maravilha e o preço das versões eletrônicas não apresente grandes vantagens sobre as edições físicas, o leitor digital ainda representa economia. Sabe aquele monte de arquivos de livros que você acumulou a vida inteira no seu HD, jurando que um dia iria ler mesmo com toda a canseira causada pela tela do computador? Então, amigo, chegou a hora de colocar toda essa biblioteca alternativa no Kindle. Se você é essa pessoa equilibrada que não passou anos acumulando arquivos, parabéns. E meus pêsames, porque isso vai mudar agora mesmo.

O Calibre é a ferramenta mais utilizada para converter arquivos para .mobi, o formato nativo do Kindle. Basta fazer o download do programa e ta-dam, é possível converter todos aqueles livros não lidos ou mezzo lidos e passá-los para o seu leitor via USB. Só que além de exigir que você faça as conversões e coloque os arquivos dentro do device no muque, o Calibre não é a ferramenta mais bonita e amigável que você verá na sua vida. Pra ser bem realista, ele é o tipo de software que sua tia (sim, a que te envia aqueles PPTs com mensagens de amor e esperança ilustradas com fotos de gatinhos e desenhos de artistas especialmente inaptos) criaria se ela fosse desenvolvedora.

Calibre
Se você usa várias máquinas e não está na vibe de baixar um programa de conversão, nada tema: existem as opções que não precisam de instalação. O Cloud Convert e o Online Convert podem ser usados direto no site e transformam seus livros e documentos em arquivos .mobi, prontinhos para serem lidos no Kindle.

Mas tem um jeito ainda mais fácil: a própria Amazon oferece um software para desktop que envia seus arquivos para o Kindle e você pode baixar as versões para PC e Mac aqui. Depois de instalar, é só clicar com o botão direito do mouse sobre um arquivo e aparecerá a opção “Send to Kindle”. O programa faz a conversão do documento para .mobi, mas pode demorar para que ele chegue ao seu leitor.

2. Organize sua biblioteca digital como você quiser

Você pode organizar seus livros digitais de duas maneiras: deixando uma lista de livros na sua tela inicial (as opções de exibição são por mais recentes, por título ou por autor) ou criando coleções. Se você tem mais de 20 livros no seu Kindle, a melhor opção para fugir da insanidade organizacional são as coleções.

O mesmo livro pode estar dentro de diferentes coleções, de modo que se seu nível de TOC for alto, é possível criar múltiplos grupos com diferentes divisões: por autor, por gênero, por língua, por tema e o que mais der pra inventar. Se optar pelas coleções, o Kindle sempre vai manter no alto da tela a última coleção na qual você entrou. Assim, uma ideia é criar três coleções funcionais: a de livros lidos, a de livros que você está lendo e a de livros a serem lidos, e manter as duas últimas no topo da lista. Dois lembretes importantes: excluir as coleções não exclui os arquivos de livros ou documentos contidos nelas; se acontecer alguma coisa com seu Kindle e você tiver que adquirir outro, a conta da Amazon continuará sendo a mesma e seus livros estarão lá. Mas as coleções vão sumir e (sim, é uma tristeza) será preciso organizar tudo de novo.

3. Envie textos do seu navegador direto para o Kindle

Você está aproveitando seus cinco minutos de internet e de repente encontra um artigo legal. Você poderia lê-lo, mas coisas incômodas como trabalho, obrigações ou responsabilidades são impedimentos. Suas opções são deixar o link aberto no navegador (e depois fechar todas as abas sem querer), favoritá-lo (e esquecer pra sempre), mandar pra você mesmo por e-mail (e nunca ler) ou usar uma ferramenta de curadoria de links (e acumular mais artigos do que poderia ler numa vida inteira, mesmo se passasse 24 horas por dia fazendo isso). É possível acreditar em pequenos milagres quando o staff das principais ferramentas de armazenamento de favoritos tem a epifania de se integrar com o Kindle.

O Instapaper, um dos mais conhecidos sites de favoritos, disponibiliza o envio dos textos salvos para o seu Kindle. Eles vêm num só arquivo e dá para escolher a periodicidade e quantidade de artigos enviados, mas não espere um grande primor da arte da diagramação. Ele também não permite a visualização de imagens e não dá pra adicionar o arquivo de artigos a uma das suas coleções.

O Readability é um complemento para navegador que também guarda seus links para leitura posterior. A opção de envio de artigos para o Kindle cria documentos minimalistas e oferece aquela que provavelmente é a melhor experiência de leitura de artigos no Kindle, embora o envio de imagens também seja um problema.

redability
A Amazon não perdeu tempo e criou seu próprio complemento para enviar artigos do browser, o Send to Kindle. Ele tem até um botão que você coloca no seu site ou blog para que os leitores possam enviar os artigos diretamente para seus dispositivos. Acontece que o Send to Kindle é temperamental, trava muito e às vezes simplesmente não simpatiza com um artigo e não o envia a não ser após várias tentativas.

Algumas aplicações para navegador foram criadas especialmente para o device, como o Push to Kindle, e reza a lenda que ele é o mais funcional de todos. Lembre-se de que para utilizar esses complementos é necessário colocar os e-mails deles na lista autorizada a enviar material para o seu Kindle. Para fazer isso, entre na sua conta da Amazon e acesse as “Configurações de Documentos Pessoais”.

4. Envie arquivos para o seu Kindle por e-mail

Você também pode enviar arquivos para o seu Kindle por e-mail. Para isso, entre na sua conta da Amazon e clique na opção “Gerencie seu Kindle”. Depois, à esquerda da tela, entre em “Configurações de Documentos Pessoais” e adicione os endereços de e-mail que poderão mandar conteúdo para o seu aparelho. Os arquivos que forem enviados de outros e-mails serão descartados. Depois de fazer a configuração, é só anexar um arquivo (no formato .mobi) e mandar ver. Um truque: se o arquivo for um PDF, você pode enviá-lo no formato original, mas alguns PDFs ficam ilegíveis no Kindle. Então coloque a palavra “convert” no título do e-mail e ele será convertido automaticamente. Só que pode demorar e nem sempre dá certo.

emailaprovado

5. Leia seus feeds favoritos no Kindle

Do vício em livros para o vício em blogs é um pulo. Dá para ler alguns dos seus feeds preferidos no leitor digital usando o Kindle4rss, que monta uma revistinha com o conteúdo que você acompanha. A versão gratuita permite a assinatura de até 12 feeds com 25 artigos por edição, mas é preciso que você coloque o conteúdo manualmente no seu Kindle. A versão paga custa $1,90 por mês, oferece até 300 assinaturas com número ilimitado de artigos por edição e ainda envia os arquivos automaticamente para o aparelho.

kindle4rss

6. Acesse o conteúdo do seu Kindle em outros aparelhos

Aí a bateria do Kindle acabou numa situação em que não dá pra recarregar bem quando você pretendia continuar uma leitura. Não precisa chorar: é possível acessar o conteúdo do seu Kindle em outros devices através de aplicativos disponibilizados pela Amazon. Tem pra iPhone, iPod Touch, iPad, Android, tablet Android e tablet com Windows 8.

7. Seus arquivos e a nuvem da Amazon

Nem todos os arquivos que você coloca no Kindle ficam guardados nos servidores da Amazon. Tudo aquilo que você compra ou envia para o Kindle via e-mail ou complementos de navegador fica armazenado tanto no aparelho como na nuvem da Amazon. No entanto, os arquivos que são colocados no Kindle via cabo USB ficam somente no aparelho. Se acontecer alguma coisa com seu device, eles se perdem.

8. Use o Kindle para ler quadrinhos

quadrinhos(Via)

O Kindle e o Kindle Paperwhite não são os devices ideais para a leitura de quadrinhos, tanto pelo tamanho da tela como pela ausência de cores. Mas se a vontade for maior que o juízo, sempre há um jeitinho.

Pelo site da Amazon é possível baixar gratuitamente o Kindle Comic Creator, um software que permite que os quadrinistas criem HQs em .mobi para vendê-las no site. Você pode baixá-lo e converter as HQs que estão no seu computador, só que como o foco da ferramenta não está nos usuários, mas nos criadores, utilizá-la não é fácil nem rápido.

Já o Mangle foi criado com o objetivo de tornar a leitura de mangás possível no Kindle. Como os mangás costumam ter um formato menor que o dos comics americanos e geralmente são em preto e branco, a experiência não fica muito prejudicada.

9. Coloque uma senha no seu Kindle

Digamos que você seja Professor Doutor em Literatura Russa, resolva ler Crepúsculo (só para entender o fenômeno, lógico) e não queira que ninguém descubra para evitar situações academicamente embaraçosas. Simples: coloque uma senha no seu Kindle. Tanto o modelo simples quanto o Paperwhite oferecem em seus menus de configurações a opção de criar uma senha numérica para o dispositivo.

10. Quanto mais línguas, mais dicionários

dicionários
(Via)

O Kindle já vem com dicionários, mas quem é poliglota ou está estudando outras línguas pode adicionar mais alguns. Aqui você encontra dicionários já no formato nativo do leitor da Amazon.

11. Faça backup do seu arquivo de anotações

O Kindle permite que você faça marcações e notas nos seus livros. Essas anotações ficam armazenadas num documento que seu Kindle chamará de “Meus Recortes”. É sempre bom fazer o backup periódico desse arquivo, que fica na pasta raiz do aparelho, para que as suas informações estejam sempre atualizadas. Outra dica é: você pode sincronizar os dados para que o documento esteja disponível em todos os devices nos quais você utiliza a plataforma Kindle. Para fazer isso, vá até as configurações e se certifique de a opção “Backup de anotações” está ligada. Você também pode ver os trechos que as pessoas mais destacam nos livros e permitir que suas notas sejam vistas pelas pessoas que você segue na Amazon: basta entrar nas suas configurações e ligar as opções “Destaques Populares” e “Notas públicas”.

12. Use seu Kindle para revisar textos

Muita gente acha melhor imprimir documentos para revisá-los. Você pode repassar seus textos no Kindle, economizar papel e contribuir para a vida das arvorezinhas. Envie o documento a ser revisto para o seu Kindle e faça as correções usando as ferramentas de notas e marcações.

13. Um sistema operacional alternativo para o Kindle

duokan(Via)

Uma pequena empresa chinesa decidiu que não tem medo do Jeff Bezos e desenvolveu o Duokan, nada menos que um sistema operacional alternativo para o Kindle. Ele permite que o Kindle leia ePub, o formato padrão de e-books, que é mais compacto que o .mobi. O Duokan também conta com um auto-ajuste para arquivos PDF. Agora a dura verdade: a instalação do sistema é por sua conta e risco: se tudo der certo, seu Kindle fica tunado. Se der errado, ele vai virar um belíssimo peso de papéis. Além disso, com a instalação do Duokan, o Kindle deixa de receber as atualizações de software da Amazon.

14. Screenshots no Kindle Paperwhite

paperwhite1(Via)

No Kindle Paperwhite é possível tirar screenshots tocando as extremidades opostas da tela, como mostra este vídeo. O arquivo vai para a pasta raiz do aparelho.

O Paperwhite também permite que você faça uma pesquisa na Wikipedia Inline a partir de uma palavra do texto. Quando a palavra for pesquisada, abaixo da definição vai aparecer um botão “Mais”: clicando nele, você será encaminhando para a definição do termo no site.

15. Pequenas funcionalidades, grande ajuda

O Kindle permite que você personalize algumas configurações do arquivo que você está lendo: é possível mudar o tamanho da fonte e o espaçamento entre as linhas, além de rotacionar a tela e, em alguns arquivos, usar o zoom.

Apesar de o Kindle manter os livros digitais na página em que você os deixou, se quiser ficar fuçando pra lá e pra cá no arquivo (o Kindle não tem numeração de página: ele usa um sistema de porcentagem de leitura), é possível criar um marcador. É só ativar o menu, clicar na opção “Marcador de Página” e vai aparecer uma dobrinha digital no canto da página em que você estiver.

Você também pode compartilhar suas notas e destaques via Twitter ou Facebook ativando as redes sociais na parte de configurações do aparelho. Essa funcionalidade só está disponível para os livros comprados na Amazon.

O Kindle é feito para ser carregado via USB através do computador, mas você também pode carregá-lo direto na tomada, desde que compre um adaptador para USB ou use um carregador compatível (dica: o do iPhone 5 funciona perfeitamente).

No menu do Kindle há a opção “Experimental”, que oferece um navegador beta. Você pode experimentá-lo e enviar a sua opinião para que a Amazon o aperfeiçoe.

Recentemente a Amazon liberou o serviço de atualização automática de livro. Se você ativá-la na sua conta, os livros recebem atualizações caso a editora opte por substituir a edição que você comprou por uma versão aperfeiçoada.

Agora você não tem mais desculpa para não dar um jeito no seu Kindle. Se você conhece outros truques, compartilhe nos comentários!

Imagem de destaque via.




21 Oct 17:06

10.20.2013

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
18 Oct 16:29

Desonestidade que me convém

18 Oct 12:37

Gruesome Halloween Decorations Cause Controversy

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
Mustang, Oklahoma resident Johnnie Mullins scared his neighbors with this Halloween prank. Some of them even called 911.














18 Oct 10:57

Photo



17 Oct 16:13

The Battle to Lose the Independent Vote

by Tim Urban







































































































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17 Oct 16:00

Como se livrar do serviço militar obrigatório

by Igor Santos

Existe uma lenda que reza que “o exército serve para disciplinar o soldado”, como se humilhação diária por superiores prepotentes de ego inflado, exercícios mal feitos orientados por quem não sabe o que está fazendo e treinamento de ações irrelevantes com materiais não apropriados fossem fortalecedores de caráter. A única coisa que exército, aeronáutica e marinha ensinam é o desrespeito ao cidadão que, por ser civil, deve sempre ser considerado inferior, já que a mentalidade militar adora fantasiar um mundo onde eles têm importância ou utilidade.
(Tanto que essa conversa de “fulano tem que servir no quartel para tomar jeito” só é usada por pessoas rancorosas e que querem o mal do fulano citado. Servir em capacidade militar é, corretamente, considerado como punição por tais indivíduos raivosos.)

E por que isso? Porque quem criou essa idiótica lei do alistamento obrigatório foram os idióticos ditadores militares, quatro meses após o golpe que os colocou no poder supremo, irrestrito e irrepreensível do país por mais de vinte anos.

Guerra do Paraguai, celebrada até hoje pelos “heróis” vitoriosos do Brasil, Argentina e Uruguai que a comemoram como uma “grande vitória militar”, e conhecida pelo resto do mundo como “maior genocídio militar da história”, deixando o Paraguai com menos da metade da sua população original. Civis em sua maioria.

Quem for do sexo masculino, maior que de 18 anos e não se alistar, além de ser obrigado a pagar multa (que não é das mais altas, todavia) não poderá tirar passaporte, carteira de trabalho (e, conseqüentemente, não poderá contribuir para a Previdência) nem se matricular em concursos públicos, inclusive vestibulares ou similares (como entrei na faculdade aos 17, não precisei provar que havia passado por essa imoralidade). Ou seja, os milicos até hoje interferem impune e negativamente na vida civil (inclusive no anacrônico Código Penal Militar que, além de prever pena de morte por fuzilamento (Artigo 55), impõe punições a cidadãos civis).
Portanto, quando eu me alistei nessa palhaçada que são as forças armadas brasileiras (que só servem para drenar as economias do país e sonhar com um dia retomar o poder forçosamente) o fiz obviamente contrariado. Contudo, aprendi um truque excelente para evitar o serviço militar.

Muitas lendas existem a esse respeito (ter pé chato, por exemplo, não livra ninguém), mas de acordo com a lei a única forma de evitar se tornar militar é ser “arrimo de família” (Art 30.f). Mas, a não ser que o exército tenha mudado radicalmente seu modo de pensar nos últimos vinte anos (RÁ, que piada!), boa sorte provando isso.

O truque que aprendi chama-se “excesso de contingente”. E o que é isso? Cada quartel tem um número limitado de vagas para recrutas. Após preenchidos com seu contingente máximo, os quartéis precisam rejeitar a priori novos alistados, independentemente da situação destes (porque existem sim aqueles pobres iludidos que acham que passar um ano nas forças armadas é um bom negócio).

É bom esclarecer logo que, mesmo não entrando, você perderá pelo menos três dias da sua vida com essa abominação antidemocrática. Você precisa se alistar na junta militar, onde saberá da segunda data, quando deverá se apresentar em um quartel ou algo que o valha. Nesta segunda etapa, prepare-se para chegar cedo e sair tarde, pois mesmo que você seja dispensado, algum cabo com ilusões de grandeza fará questão de tentar mostrar por algumas horas como você é inferior (quem nada é, quer se mostrar superior tentando diminuir os outros). Neste dia você será novamente direcionado à junta em data posterior, onde receberá seu cartão de reservista e precisará se prestar ao ridículo papel de jurar à bandeira (uma forma de religião inventada pelas mentes doentes dos militares, onde o deus é o efêmero conceito de “pátria” e seu símbolo é a flâmula verde-loura, o altar é o mastro e a oração é um juramento sinistro porém inconsequente).

Como o alistamento vai do dia primeiro de janeiro até o último dia útil de junho do ano em que você completa 18, é uma boa aposta acreditar que as vagas já tenham sido preenchidas nos primeiros quatro meses. Eu me inscrevi no meio de abril, mas por segurança recomendo deixar para a última semana de junho, se possível. Desta forma, você perderá três dias e somente três dias. Ouvirá um discurso ou dois de pessoas que não sabem do que estão falando, receberá um documento inútil mas do qual será refém até o fim dos seus dias, fingirá defender, com a própria vida, a “honra” de um tecido colorido e será incluído no excesso de contingente, certificando-se de que jamais precisará passar mais que três dias em péssima Companhia.


15 Oct 16:17

‘Breaking Bad’ Storage Unit: How Much is Enough? [Infographic]

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
If you’re one of the millions of fans of AMC’s critically acclaimed drama “Breaking Bad,” then you’ve undoubtedly ben riveted by every little detail that pops up in just about every episode. Here at SpareFoot, we’ve been fixated on that cash-filled storage unit that Skyler and Walt started using at the middle of the final season, and we soon found out that other fans were too. So we decided to take a stab at answering the 13 most obvious questions surrounding this storage unit. To find out the answer to some of the most nagging questions about this unit, check out the groundbreaking infographic presented below.

Click on Image to Enlarge.

Via sparefoot


15 Oct 13:01

Um discurso histórico: Luiz Ruffato na Feira de Frankfurt, 2013

by Alexandre Matias
ivan

Ziraldo tá velho demais pra essas coisas

luiz-ruffato-frankfurt

Eu sei, foi um dos principais assuntos da semana passada, mas quero sublinhar aqui. O escritor mineiro Luiz Ruffato foi o primeiro brasileiro a discursar na Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, o maior evento do mercado editorial mundial. No evento, que começou na terça passada, o Brasil entrava com louros de homenageado. Mas Luiz não se fez de rogado e emendou um discurso emocionante e épico, arregalando os olhos dos gringos para a série de problemas que ainda nos afligem no Brasil. Um discurso excessivamente sóbrio e sem eufemismos, que expôs didaticamente – e com números – o rosário de preconceitos, violências e abusos que convivemos diariamente no Brasil, mas com um tom essencialmente otimista, apesar do peso das palavras usadas. Um discurso parente da recente fala do presidente uruguaio José Mujica na Assembléia da ONU.

A velha guarda chiou: Ziraldo gritou, ao final, que ‘não tem que aplaudir! Que se mude do Brasil, então” e Nélida Piñon desconversou que ‘adoto a postura de não criticar o Brasil fora do país, assim como não critico meus colegas”. Conversa fiada. É importante que saibam que, por baixo do chapéu tutti-frutti de país exótico latino-americano e por trás dos olhos injetados de ódio que parecem clamar pela guerra civil há um país muito complexo, cheio de camadas contraditórias e mantido sob a rédea de uns poucos que, à medida em que veem a sociedade crescer, apertam o cabresto com medo das mudanças. E é isso que Ruffato fez em seu discurso, que republico abaixo, com trechos em vídeo registrados por Tânia Maria Rodrigues-Peters. Um texto obrigatório para todos que se interessam minimamente pelo Brasil – e que já tem seu lugar na história pela coragem, postura e mensagem. Faça-se o favor de ler este texto abaixo:

“O que significa ser escritor num país situado na periferia do mundo, um lugar onde o termo capitalismo selvagem definitivamente não é uma metáfora? Para mim, escrever é compromisso. Não há como renunciar ao fato de habitar os limiares do século 21, de escrever em português, de viver em um território chamado Brasil. Fala-se em globalização, mas as fronteiras caíram para as mercadorias, não para o trânsito das pessoas. Proclamar nossa singularidade é uma forma de resistir à tentativa autoritária de aplainar as diferenças.

O maior dilema do ser humano em todos os tempos tem sido exatamente esse, o de lidar com a dicotomia eu-outro. Porque, embora a afirmação de nossa subjetividade se verifique através do reconhecimento do outro –é a alteridade que nos confere o sentido de existir–, o outro é também aquele que pode nos aniquilar… E se a Humanidade se edifica neste movimento pendular entre agregação e dispersão, a história do Brasil vem sendo alicerçada quase que exclusivamente na negação explícita do outro, por meio da violência e da indiferença.

Nascemos sob a égide do genocídio. Dos quatro milhões de índios que existiam em 1500, restam hoje cerca de 900 mil, parte deles vivendo em condições miseráveis em assentamentos de beira de estrada ou até mesmo em favelas nas grandes cidades. Avoca-se sempre, como signo da tolerância nacional, a chamada democracia racial brasileira, mito corrente de que não teria havido dizimação, mas assimilação dos autóctones.

Esse eufemismo, no entanto, serve apenas para acobertar um fato indiscutível: se nossa população é mestiça, deve-se ao cruzamento de homens europeus com mulheres indígenas ou africanas – ou seja, a assimilação se deu através do estupro das nativas e negras pelos colonizadores brancos.

Até meados do século XIX, cinco milhões de africanos negros foram aprisionados e levados à força para o Brasil. Quando, em 1888, foi abolida a escravatura, não houve qualquer esforço no sentido de possibilitar condições dignas aos ex-cativos. Assim, até hoje, 125 anos depois, a grande maioria dos afrodescendentes continua confinada à base da pirâmide social: raramente são vistos entre médicos, dentistas, advogados, engenheiros, executivos, artistas plásticos, cineastas, jornalistas, escritores.

Invisível, acuada por baixos salários e destituída das prerrogativas primárias da cidadania –moradia, transporte, lazer, educação e saúde de qualidade–, a maior parte dos brasileiros sempre foi peça descartável na engrenagem que movimenta a economia: 75% de toda a riqueza encontra-se nas mãos de 10% da população branca e apenas 46 mil pessoas possuem metade das terras do país. Historicamente habituados a termos apenas deveres, nunca direitos, sucumbimos numa estranha sensação de não pertencimento: no Brasil, o que é de todos não é de ninguém…

Convivendo com uma terrível sensação de impunidade, já que a cadeia só funciona para quem não tem dinheiro para pagar bons advogados, a intolerância emerge. Aquele que, no desamparo de uma vida à margem, não tem o estatuto de ser humano reconhecido pela sociedade, reage com relação ao outro recusando-lhe também esse estatuto. Como não enxergamos o outro, o outro não nos vê. E assim acumulamos nossos ódios –o semelhante torna-se o inimigo. 

A taxa de homicídios no Brasil chega a 20 assassinatos por grupo de 100 mil habitantes, o que equivale a 37 mil pessoas mortas por ano, número três vezes maior que a média mundial. E quem mais está exposto à violência não são os ricos que se enclausuram atrás dos muros altos de condomínios fechados, protegidos por cercas elétricas, segurança privada e vigilância eletrônica, mas os pobres confinados em favelas e bairros de periferia, à mercê de narcotraficantes e policiais corruptos.

Machistas, ocupamos o vergonhoso sétimo lugar entre os países com maior número de vítimas de violência doméstica, com um saldo, na última década, de 45 mil mulheres assassinadas. Covardes, em 2012 acumulamos mais de 120 mil denúncias de maus-tratos contra crianças e adolescentes. E é sabido que, tanto em relação às mulheres quanto às crianças e adolescentes, esses números são sempre subestimados. 

Hipócritas, os casos de intolerância em relação à orientação sexual revelam, exemplarmente, a nossa natureza. O local onde se realiza a mais importante parada gay do mundo, que chega a reunir mais de três milhões de participantes, a Avenida Paulista, em São Paulo, é o mesmo que concentra o maior número de ataques homofóbicos da cidade. 

E aqui tocamos num ponto nevrálgico: não é coincidência que a população carcerária brasileira, cerca de 550 mil pessoas, seja formada primordialmente por jovens entre 18 e 34 anos, pobres, negros e com baixa instrução.

O sistema de ensino vem sendo ao longo da história um dos mecanismos mais eficazes de manutenção do abismo entre ricos e pobres. Ocupamos os últimos lugares no ranking que avalia o desempenho escolar no mundo: cerca de 9% da população permanece analfabeta e 20% são classificados como analfabetos funcionais –ou seja, um em cada três brasileiros adultos não tem capacidade de ler e interpretar os textos mais simples. 

A perpetuação da ignorância como instrumento de dominação, marca registrada da elite que permaneceu no poder até muito recentemente, pode ser mensurada. O mercado editorial brasileiro movimenta anualmente em torno de 2,2 bilhões de dólares, sendo que 35% deste total representam compras pelo governo federal, destinadas a alimentar bibliotecas públicas e escolares. No entanto, continuamos lendo pouco, em média menos de quatro títulos por ano, e no país inteiro há somente uma livraria para cada 63 mil habitantes, ainda assim concentradas nas capitais e grandes cidades do interior.

Mas, temos avançado.

A maior vitória da minha geração foi o restabelecimento da democracia – são 28 anos ininterruptos, pouco, é verdade, mas trata-se do período mais extenso de vigência do estado de direito em toda a história do Brasil. Com a estabilidade política e econômica, vimos acumulando conquistas sociais desde o fim da ditadura militar, sendo a mais significativa, sem dúvida alguma, a expressiva diminuição da miséria: um número impressionante de 42 milhões de pessoas ascenderam socialmente na última década. Inegável, ainda, a importância da implementação de mecanismos de transferência de renda, como as bolsas-família, ou de inclusão, como as cotas raciais para ingresso nas universidades públicas.

Infelizmente, no entanto, apesar de todos os esforços, é imenso o peso do nosso legado de 500 anos de desmandos. Continuamos a ser um país onde moradia, educação, saúde, cultura e lazer não são direitos de todos, e sim privilégios de alguns. Em que a faculdade de ir e vir, a qualquer tempo e a qualquer hora, não pode ser exercida, porque faltam condições de segurança pública. Em que mesmo a necessidade de trabalhar, em troca de um salário mínimo equivalente a cerca de 300 dólares mensais, esbarra em dificuldades elementares como a falta de transporte adequado. Em que o respeito ao meio-ambiente inexiste. Em que nos acostumamos todos a burlar as leis.

Nós somos um país paradoxal.

Ora o Brasil surge como uma região exótica, de praias paradisíacas, florestas edênicas, carnaval, capoeira e futebol; ora como um lugar execrável, de violência urbana, exploração da prostituição infantil, desrespeito aos direitos humanos e desdém pela natureza. Ora festejado como um dos países mais bem preparados para ocupar o lugar de protagonista no mundo –amplos recursos naturais, agricultura, pecuária e indústria diversificadas, enorme potencial de crescimento de produção e consumo; ora destinado a um eterno papel acessório, de fornecedor de matéria-prima e produtos fabricados com mão de obra barata, por falta de competência para gerir a própria riqueza.

Agora, somos a sétima economia do planeta. E permanecemos em terceiro lugar entre os mais desiguais entre todos…

Volto, então, à pergunta inicial: o que significa habitar essa região situada na periferia do mundo, escrever em português para leitores quase inexistentes, lutar, enfim, todos os dias, para construir, em meio a adversidades, um sentido para a vida?

Eu acredito, talvez até ingenuamente, no papel transformador da literatura. Filho de uma lavadeira analfabeta e um pipoqueiro semianalfabeto, eu mesmo pipoqueiro, caixeiro de botequim, balconista de armarinho, operário têxtil, torneiro-mecânico, gerente de lanchonete, tive meu destino modificado pelo contato, embora fortuito, com os livros. E se a leitura de um livro pode alterar o rumo da vida de uma pessoa, e sendo a sociedade feita de pessoas, então a literatura pode mudar a sociedade. Em nossos tempos, de exacerbado apego ao narcisismo e extremado culto ao individualismo, aquele que nos é estranho, e que por isso deveria nos despertar o fascínio pelo reconhecimento mútuo, mais que nunca tem sido visto como o que nos ameaça. Voltamos as costas ao outro –seja ele o imigrante, o pobre, o negro, o indígena, a mulher, o homossexual– como tentativa de nos preservar, esquecendo que assim implodimos a nossa própria condição de existir. Sucumbimos à solidão e ao egoísmo e nos negamos a nós mesmos. Para me contrapor a isso escrevo: quero afetar o leitor, modificá-lo, para transformar o mundo. Trata-se de uma utopia, eu sei, mas me alimento de utopias. Porque penso que o destino último de todo ser humano deveria ser unicamente esse, o de alcançar a felicidade na Terra. Aqui e agora.”

14 Oct 13:32

Progress bar

by Clementine

A worker is pulling a video progress bar, Cool.


11 Oct 12:15

sarahj-art: Okay, I admit to laughing while making this one.



sarahj-art:

Okay, I admit to laughing while making this one.

11 Oct 11:42

CQC se vinga dos motoristas folgados que param em vagas para deficientes

by Duquian

A turma do CQC resolveu dar uma lição naqueles motoristas folgados que não respeitam vaga de estacionamento preferencial: Amarrou uma cadeira de rodas em seus carros para que não pudessem sair por 1 hora e depois enviou deficientes reais para abordar esses motoristas.

As desculpas são sempre as mesmas, que foi ‘só um minutinho’, tentando justificar a cara de pau e a falta de respeito e senso coletivo. Tomara que sirva de lição!

O post CQC se vinga dos motoristas folgados que param em vagas para deficientes apareceu primeiro em Sedentário & Hiperativo.

11 Oct 11:23

crescendudes: this is basically all you  need to know about the...





















crescendudes:

this is basically all you  need to know about the government shut down. 

07 Oct 19:35

Hey, I know you!

06 Oct 22:34

What Does a Quadrillion Sour Patch Kids Look Like?

by Tim Urban
There are depressing moments. There are dark places.

And then there's being a 31-year-old man carefully stacking Sour Patch Kids on the kitchen counter in a silent apartment at 2:00am.

To understand how I ended up here, let's back up a couple hours to midnight, when I was staring at my computer at a half-completed post that I hated. 

The thing about bad Wait But Why posts is they don't like to reveal themselves right away—they like to disguise themselves as good posts until I work on them for a long time, and then they're suddenly like, "Oh btw I'm a very bad post." And I find myself sitting there in despair, realizing I need to scrap all the work and start something different. 

So that's what I did at midnight last night and decided instead to do a post I've been wanting to do for a long time—visually depicting massive numbers, to help get my (and your) head around words like "quadrillion." 

The obvious means to do this was to use cubes like those wooden cubic centimeter and cubic decimeter cubes that were in our 3rd grade classrooms, but it was late at night and in my mixture of despair and delirium, I ended up making a fairly inexplicable and weird decision to use Sour Patch Kids as my unit of measurement instead. I don't understand it any better than you do, but it turned into me heading to 7-Eleven at 1:00am to stare at this wall for like 70 seconds:



And somehow, there were no Sour Patch Kids.

I wandered around the store for awhile, and finally I came across this, which I looked at for a long time before determining it really wasn't what I wanted.


I moved on and headed to a nearby convenience store. They also had no normal Sour Patch Kids, just some irritating "eXtreme" version. I wasn't pleased, but it was late, I was aging, and they seemed close enough, so I bought ten bags.


I can't imagine what the cashier thought as I made this 1:30am purchase, other than "this guy is about to have one of the most depressing solo parties of all time."

I finally made it back home, broke open the bags, and started measuring.




3cm x 1cm x .5cm.

Next I lined up 10. Note the unappealing, radioactive colors Cadbury has chosen for its Sour Patch Kids eXtreme brand:


Next I laid 50 out:


And added another layer of 50 on top to make 100:


And in a night fraught with moments of self-loathing, carefully placing 50 eXtreme Sour Patch Kids on top of another 50 eXtreme Sour Patch Kids, alone at 2am, was the low point. Moving on—

Mercifully, I was able to copy and paste for all further building. The next step was to make a stack of ten of my 100-structure above to make 1,000:


That box is 10cm x 10cm x 15cm, so 1 million Sour Patch Kids is a 1m x 1m x 1.5m box:


1,000 of those boxes yields a 10m x 10m x 15m box that holds 1 billion Sour Patch Kids. Just a bit lower than the top of the Green Monster:


1,000 of those and we get to a trillion Sour Patch Kids, forming a 100m x 100m x 150m box that kills a bunch of squirrels in Central Park:


This helps illustrate just how huge a number a trillion is. A trillion is important because it's the largest number that comes up in day-to-day life. We come across a trillion mainly when it comes to the government and money, and it's such a large number, a stack of a trillion tightly-packed Sour Patch Kids would cover a football field and be as high as a 30-story building.

Now we enter the realm of numbers that are normally impossible to conceptualize. Luckily, we have my idiotic Sour Patch Kids method to help.

Taking 1,000 of the football stadium-size trillion box above and arranging them in a 10 x 10 x 10 box with dimensions 1km x 1km x 1.5km, we now have 1 quadrillion Sour Patch Kids, covering most of Downtown Manhattan. A quadrillion is a thousand trillion, or a million billion, and written out, it's 1,000,000,000,000,000. 

For reference, I put the Empire State Building and the world's tallest building, Dubai's Burj Khalifa, next to the box.


If you're wondering, experts say that there are somewhere between one and ten quadrillion ants on Earth.

The next step is a quintillion.  At their highest cruising altitude, commercial flights fly just above the top of this 10km x 10km x 15km box, which covers most of West LA:


Want to know how small an atom is? According to Physlink.com, there are 1.2 quintillion atoms in a grain of salt. So think about this massive airplane-height stack of tightly-packed Sour Patch Kids above. There are more than that many atoms in one grain of salt. Even more shocking is that NPR says that the number of grains of sand in the world is roughly 7.5 quintillion, only about seven times greater than the number of atoms number in a grain of salt.

Further, 1.7 quintillion represents the number of Sour Patch Kids you'd need to blanket the entire surface of the Earth with them. I depicted 1.7 quintillion below—so if you spread this box out into one layer, it would completely cover every inch of the planet:

1,000 quintillion boxes gets us to 1 sextillion, or a billion of those trillion boxes we saw sitting in Central Park above. 1 sextillion Sour Patch Kids makes a 100km x 100km x 150km stack that covers Switzerland. Note the airplane depicting the highest commercial airplane altitude:


1,000 sextillion makes 1 septillion, and a septillion Sour Patch Kids (1,000km x 1,000km x 1,500km) covers most of India and stretches deep into space, past the international space station:


Any recollection of Avogadro's Number from Chemistry class? It's the number of hydrogen molecules in a gram of hydrogen, and the number of atoms in a mole. The number is 6.022e23, or .6 septillion, which is 60% of the box above. Avogadro was not attractive.

1,000 septillion is 1 octillion, and at this point we move beyond all relevant reference. An octillion Sour Patch Kids is about as big as the Earth:


1,000 Earth-size octillion boxes equals one nonillion, or 1,000,000,000,000,000,000,000,000,000,000 Sour Patch Kids. It stretches about half the distance between the Earth and the moon (384,400 km), which are both drawn to scale:


I am quivering to keep going. I need to know how big the next one (decillion) looks in comparison to the sun and how big the one after that looks in relation to the whole solar system and how many more illions until we're bigger than the galaxy. But I'm gathering my strength and stopping. Because this is a post about big numbers, not about space and distances, and believe me, there will be a thorough post about space and distances some other time, since I've been seriously dating astronomy since I was three.

P.S. Sour Patch Kids are low quality. Nothing will expose something for being made in a factory in the cheapest possible way like opening ten packages of them and looking at a bunch of them for awhile. 

P.P.S. I ate no fewer than 30 throughout the night even though I was increasingly appalled by them as I made my 100 structure.

P.P.P.S Sorry for the erratic posting schedule lately. We're going to settle in at one post a week, on Tuesdays. 


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02 Oct 12:58

Hello, IT.

by Chris Dierkes

Se você estiver tendo problemas para ler esse post, tente desligar e ligar de novo.

Esse post é pra você, pequeno gafanhoto, que ainda não deu uma chance pra The IT Crowd, essa pérola da terra da Rainha Beth. A série vai te oferecer: boas piadas, um elenco incrível e diversão rápida e fácil. E depois de 4 temporadas e um hiato de 3 anos (!!!!!!!), a equipe de TI voltará para um capítulo especial e final que será exibido hoje.

Tá. Você ainda não está convencido, eu sei. Então acompanhe os 5 exemplos abaixo:

5. A vez que o Roy usou o banheiro de deficientes

Ir no banheiro de deficientes porque você não consegue fazer xixi na frente dos outros, puxar sem querer a cordinha de emergência, se jogar no chão e inventar que roubaram sua cadeira de rodas, comover todo mundo e ir embora de ambulância pra casa: QUEM NUNCA?

it1

4. A vez que o Moss participou de uma perigosa partida de Street Countdown

Countdown é tipo um Soletrando. Street Countdown é mais ou menos Soletrando, só que é jogado na rua. É um jogo muito emocionante e perigoso, não recomendado para crianças e cardíacos.

it2

 3. A vez que a Jen segurou a internet na mão

Sendo a chefe do departamento de TI, Jen não entende nada do assunto. Então seus subordinados a trollam emprestando a “internet” para ser mostrada em seu discurso de funcionária do mês. Spoiler: todo mundo acredita que uma caixa preta com uma luzinha vermelha é a internet.

it3

2. A vez que mudaram o número da Emergência

 0118 999 881 999 119 7253 é muito mais fácil de decorar que 999, é só decorar a musiquinha do vídeo.

1. A vez que foram contra a pirataria

Se você entrou na internet entre 2006 e 2013, com certeza já viu esse vídeo contra a pirataria. Pois fique sabendo que ela se originou na série.

Obs: se nada disso te convenceu, eu apenas lamento por você olha só esse site que fizeram pra reunir todas as camisetas bacanas que o Roy já usou.

[Créditos das imagens: Reprodução/E4]

02 Oct 12:55

This cartoon rings a bell

by seemikedraw

Pavlov

It’s been a while! I’ve been a little distracted lately but hopefully back on track now with the cartoons.

02 Oct 12:53

Photo



30 Sep 11:21

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day

by Christopher Jobson

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

9,000 Fallen Soldiers Etched into the Sand on Normandy Beach to Commemorate Peace Day WWII war sand Normandy installation

This past weekend British artists Jamie Wardley and Andy Moss accompanied by numerous volunteers, took to the beaches of Normandy with rakes and stencils in hand to etch 9,000 silhouettes representing fallen people into the sand. Titled The Fallen 9000, the piece is meant as a stark visual reminder of the civillians, Germans and allied forces who died during the D-Day beach landings at Arromanches on June 6th, 1944 during WWII. The original team consisted of 60 volunteers, but as word spread nearly 500 additional local residents arrived to help with the temporary installation that lasted only a few hours before being washed away by the tide. (via Lustik)

30 Sep 11:08

1/2 Batman 1/2 Regular Wedding Cake

by Clementine

Because marriage is all about compromise! By painter, baker, and party planner Becs Peel. Haha! Love it!

25 Sep 19:00

Products from the Past That Will Surprise You

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
These products will make you wonder if anyone needs them.
















25 Sep 01:43

Kombi se despede com bom humor

by Ricardo de Oliveira

kombi 2 700x464 Kombi se despede com bom humor

Geralmente, quando um modelo fecha a cortina e apaga a luz, o fabricante tenta minimizar ao máximo o impacto de sua retirada do mercado, antecipando versões especiais com melhor custo-benefício para desovar os estoques e já preparar o terreno para o substituto.

Mas esse não será o caso da Kombi. O comercial leve mais antigo do mundo finalmente se despedirá junto com 2013. Depois de décadas ajudando a levantar o gigante em berço esplendido, agora a popular “perua” sai de cena sem uma sucessora e com várias pretendentes ao cargo.

O fim da Kombi levou a Volkswagen a criar a série especial Last Edition, que teve seu volume original de 600 exemplares elevado para 1.200. Parece que o preço de R$ 85.000 (praticamente o dobro do preço normal) não foi uma barreira para saudosistas e fãs do modelo por este país.

kombi 700x955 Kombi se despede com bom humor

Temos conhecimento de empresários que começaram com o utilitário e ainda hoje preservam o veículo como um troféu ao sucesso nos negócios e também uma lembrança do começo difícil. A VW já começou uma campanha em seu site para registrar histórias como essas e outras vividas por muitos que um dia tiveram ou viajaram em uma Kombi.

Além disso, uma campanha veiculada em revistas faz o “deslançamento” da Kombi. Bem humorada, a propaganda chega a ser bastante honesta, afinal, descreve exatamente o que vai acontecer: “Em breve, em nenhuma concessionária perto de você”. Isso sem contar que revela os itens que motivaram a saída do modelo, entre outros. Enfim, “vem aí, ou melhor, vai aí a Kombi”.

[Fonte: Búfalos TV]

A noticia Kombi se despede com bom humor foi publicada no site Notícias Automotivas - Carros.








24 Sep 17:52

rurone: biologizeable: I can relate to this on every level I...





rurone:

biologizeable:

I can relate to this on every level

I fucking loved this.

23 Sep 16:25

Há nove anos, começava Lost – que poderia ter sido bem diferente

by Alexandre Matias

lost-815

No dia 22 de setembro de 2004, há nove anos, Lost estreava nos Estados Unidos. Em pouco tempo mobilizava uma pequena mas fiel audiência em frente à TV que, em alguns meses, se tornaria uma comunidade global online graças à internet. A saga dos passageiros do vôo 815 da Oceanic se expandiu de formas inusitadas, tanto dentro quanto fora do seriado – se por um lado explorava os limites do what-the-fuck com personagens impagáveis e premissas surreais (urso polar nos trópicos? Monstro de fumaça? Os outros?), por outro antecipava a fusão da TV com a internet reunindo pessoas para assistir episódios ao vivo em todo planeta, levando para a ficção algo que só existia em eventos esportivos ou em notícias ao vivo.

A história de como o seriado foi aprovado e como foi desenvolvido nos bastidores é uma saga paralela e os fãs bem se lembram das histórias em que a emissora norte-americana ABC questionava os rumos que Lost tomava. Isso aconteceu desde o início, quando a série recebeu o sinal verde para ter seu piloto filmado. Enquanto o primeiro episódio era produzido, Damon Lindelof e J.J. Abrams acharam melhor responder às dúvidas que o episódio levantaria num guia da série que talvez reconfortasse o canal.

O Boing Boing disponibilizou na semana passada um PDF que mostrava que os rumos da série podiam ser bem diferentes caso a ABC fosse rígida em relação ao futuro do seriado. O documento (reproduzido abaixo) explica que tudo na série teria explicação científica, que o monstro que fazia barulho no primeiro episódio seria descartado logo a seguir, que não haveria grandes mistérios nem mitologia na série, que seria baseada principalmente em seus personagens, e que Lost seria uma espécie de “Melrose primitiva” não sendo necessário acompanhar todos os episódios para entender a história principal, apresentada em vários contos autocontidos em episódios específicos.

Como sabemos, um tremendo papo furado. O SlashFilm procurou o Lindelof para saber o que era tudo aquilo e ele explicou que o documento era uma tentativa de acalmar a ABC sobre a possibilidade de Lost repetir a fórmula de Alias, a série anterior de J.J. Abrams, que, seus executivos temiam, vinha perdendo audiência por ser considerada muito específica de um gênero só. Queriam uma série mais ampla. Por isso a ênfase que a série teria um tom específico dependendo do personagem abordado – podia ser um seriado de médicos ou de guerra ou policial de acordo com o protagonista de cada episódio (o que realmente aconteceu nos primeiros anos). O documento, no entanto, não seria seguido à risca e Abrams e Lindelof contrataram os roteiristas Javier Grillo-Marxuach, Paul Dini, Jennifer Johnson e Christian Taylor para criar pequenas histórias que nunca seriam usadas na série e que serviam apenas como iscas pra ABC morder – e morderam histórias como um bunker nazista, a orelha do labrador com uma mordida de gente, um plano de Locke, um eclipse, uma fruta proibida, felinos predadores e estranhos casulos.

Vale a leitura (logo abaixo, em inglês), especialmente se você era fã da série.

Lost_Writers_Guide-001
Lost_Writers_Guide-002
Lost_Writers_Guide-003
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Lost_Writers_Guide-022
Lost_Writers_Guide-023
Lost_Writers_Guide-024
Lost_Writers_Guide-025
Lost_Writers_Guide-026
Lost_Writers_Guide-027

23 Sep 12:47

Generation Why

20 Sep 16:39

Sem confusão!

by Andrício de Souza

19 Sep 13:29

E ainda falando em pão.

by Queen Elizabeth
Em Belém, pão francês se chama pão careca. Em Porto Alegre, cacetinho.

Toda vez que vou comprar pão fico numa eterna batalha interna:

— Por favor, não fale cacetinhos carecas. Não fale cacetinhos carecas!

Bem fresquinho

17 Sep 15:36

Photo



16 Sep 19:46

[cavalinho recheado]

by .

então a livreira estava lá, com seu cabelo impecável, toda trabalhada no jeito lindo de ser, esbanjando simpatia, quando a freguesa chega chegando e quicando.

freguesa: meu bem, '50 tons de cinza' é um livro pornô, né?

(livreira, que já saca uma certa malícia no olhar da freguesa, tenta ser sucinta ao máximo)

livreira: sim, isso mesmo.

freguesa (olhar 51): ah, então é bom pra você, que é novinha, pode ler e depois ensinar para os mais velhos.

(wtf, minha senhora?)

livreira: ...

freguesa: mas me diz, você tem livros sobre cavalos?

(ENTÃO, CÊS JÁ PODEM IMAGINAR OU CÊS JÁ PODEM IMAGINAR O QUE VEM A SEGUIR? mesmo reticente, livreira segue o atendimento)

livreira: olha, nós temos alguns... a senhora quer dar uma olhada no setor?

freguesa: menina, adoro cavalos...

(livreira já em posição fetal, chorando, sem querer ouvir o resto da história)

freguesa: sério, uma vez eu tava num sítio e vi um cavalo lindo, lindo. daí comecei a olhar nos olhos dele e acariciá-lo..

(mantra para determinados atendimentos: 'pensa texto, não pensa imagem. pensa texto, não pensa imagem' - repete até você ou a pessoa morrer)

freguesa (non stop): quando eu olhei, o cavalo estava de pau duro, menina! nossa, tudo o que eu consegui dizer foi: "mas você é bem recheado, rapaz"

(PFV, PEOPLE AROUND THE WORLD)

manual prático de bons modos em livrarias: pessoas, controlem-se, por amor, por favor. sério.
11 Sep 19:12

09.09.2013

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Cyanide and Happiness, a daily webcomic