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Ellen DeGeneres
Spielberg, Woody Allen, Kubrick, Herzog e mais alguns diretores desejam um Feliz Natal
Esse cara filmou um segundo de cada um dos seus dias por um ano
ivanDia 16 de Janeiro eu finalizo o meu =)
Nossas vidas não são sempre interessantes. Alguns dias passam e ao final deles você nem se lembra do que fez. O mês passado é igual ao mês que vem. Quem sabe o que vai acontecer amanhã? O tempo simplesmente desaparece e às vezes nós não sabemos o que aconteceu. Por isso, nós deveríamos gravar um pouquinho das nossas vidas para lembrar do que fizemos. Pode ser incrivelmente chato e cheio de nada, mas quando juntamos essas pequenas gravações, elas podem se transformar em alguma coisa e juntando os dias, semanas, meses e anos, bom, você vai ter sua vida.
Como o Digg mostrou, Matt Skuta filmou um segundo de sua vida todos os dias por um ano inteiro e colocou tudo junto para você ver (e para ele se lembrar). Mesmo coisas como assistir cães perseguirem uns aos outros, fritar bacon, olhar para aviões no céu ou estacionar seu carro na garagem parecem memoráveis quando você as reúne e arremata com uma música inspiradora.
É legal olhar pra trás. Mesmo quando nada aconteceu.
[Imagem via]
SBT recria a pegadinha da ‘Carrie, a estranha’ no Brasil
A pegadinha de maior sucesso do ano, feito em um coffee shop, em Nova York, para divulgar o filme ‘Carrie – A Estranha’, chegou a incríveis 50 milhões de views.
E não é que o programa do Silvio Santos, responsáveis pelas melhores pagadinhas feitas pelo lado de cá, recrio o viral gringo aqui no Brasil em parceria com a Sony. Se brincar versão tupiniquim ficou ainda mais assustadora por trancar a porta e estourar as luzes da cafeteria, no final.
Só imagino que as vítimas mais jovens do SBT não tenham internet ou nunca acessaram o youtube para não terem visto a pegadinha original.
Chuck Norris mostra a Van Damme como se faz

Mais uma paródia do famoso comercial com o Van Damme, nesse a Delov Digital usa o imortal Chuck Norris para desejar um feliz natal de forma épica.
The Truth About Evolution
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This cartoon is abusing its privileges
Life is a Picture, But You Live in a Pixel
The relationship is going all right and Jack's reasonably happy, but for a while now, Jack has known that the Today he's with is not the one. Sure, he and Today have fun sometimes, but all too often, Jack feels like he's dating a mundane Wednesday, and that's certainly not the kind of Today he plans to be with in the long run.
The morning after he gets his raise, Jack wakes up with an extra bounce in his step. He's a new man with a new Today, and he likes her already:
And a month after that, when he heads out golfing for the fourth time with the new clubs, his mood isn't affected at all by them—it just kind of feels like a normal golf day again.
He considers placing a restraining order on this ex who won't leave him alone, but ultimately decides to let it go—after all, it's not like he was gonna marry Today Once My Business Takes Off And I Find A Girlfriend anyway. The real Today he's holding out for is Today Once I Sell My Business and Marry My Girlfriend, and that's the Today he'll truly be happy with.
Jack's difficulties also relate to The Pixel Theory, a phrase coined by Tim Urban during his famous "alone in his apartment in front of the mirror" Ted Talk.
Jack sees his life as a rich picture depicting an epic story and assumes that the key to his happiness lies in the broad components of the image.
But this is a mistake, because Jack doesn't live in the picture's broad strokes, he lives at all times in a single pixel of the image—a single Today.
So while thousands of Jack's Todays will, to an outsider from far away, begin to look like a complete picture, Jack spends each moment of his actual reality in one unremarkable Today pixel or another. Jack's error is brushing off his mundane Wednesday and focusing entirely on the big picture, when in fact the mundane Wednesday is the experience of his actual life.
But perhaps the first thing Jack needs to do is learn to feel more gratitude, another scientifically proven route to happiness and the area in which he falls the most woefully short. Jack spends so much of his time looking up at the great things that will come his way and planning his future happiness and not nearly enough time looking down and thinking about how badly he used to want so many of the things he currently has.
The good news for Jack is that next week is Thanksgiving—a perfect time to start.
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Netflix Brings Profiles to Android for Better Recommendations
ivanTHIS!

Android: Sharing a Netflix account means that you don't always get the best recommendations possible. The simplest way to stop that is to set up individual profiles for all the people in your house. And Netflix Profiles is now finally making its way to the Android app with the new 3.1.0 update.
Daniel Day-Lewis` Insane Method of Acting
ivanComo ser idiota.
Mobilidade urbana não é isso: resposta aberta à revista ‘Época São Paulo’
Publicado originalmente no site Cidades Para Pessoas
A revista Época São Paulo do mês de dezembro traz um especial sobre mobilidade em que questiona a construção de uma série de corredores exclusivos de ônibus em São Paulo. Nessa carta-aberta em resposta à reportagem, gostaria de tocar em quatro pontos:
1. O que é dar certo?
A resposta para essa questão depende do que e como está sendo medido e de quanto tempo a ideia teve para ser testada.
Na década de 70, por exemplo, uma série de ciclovias foi construída na cidade de Copenhague, ocupando espaço dos carros. O trânsito dinamarquês, que já era intenso, ficou pior durante alguns anos, até que as opções de mobilidade começaram a ser questionadas pelos usuários e mais gente optou pelas bicicletas. “Demorou cerca de 10 anos para que essa democratização das vias se convertesse em menos trânsito e mais gente se locomovendo com qualidade”, diz o urbanista Jeff Risom, do Gehl Architects.
Em meados dos anos 2000 o prefeito de Bogotá Enrique Peñalosa foi massacrado pela opinião pública e imprensa locais porque tirou faixas dos carros para criar corredores de ônibus no sistema de BRT. Anos depois foi convidado a integrar o time de consultores do ITDP e é ovacionado pela democratização da mobilidade que promoveu na capital colombiana.
Em 2010, a cidade de São Francisco inaugurou seu primeiro parklet, uma estrutura de madeira que transforma uma vaga pública de estacionamento de carros em um espaço público para pessoas. A imprensa local e os moradores do bairro do parklet foram contra a medida, que lhes “roubava” uma vaga de estacionamento. Hoje o modelo conquistou a cidade e o único congestionamento gerado foi entre os concorrentes para os editais de construção de novos parklets.
A chamada de capa da Época São Paulo se propõe a explicar por que a ideia deu errado.
A ideia à qual se refere a revista é a construção de 300 quilômetros de corredores exclusivos para ônibus, que levam a maioria das pessoas, em uma cidade com 17 mil quilômetros de vias. Claro que a medida não está imune a erros. Há uma porção de falhas na implementação das faixas a ser apontada e é papel do bom jornalismo fazer isso. Mas o período de menos de um ano está longe de ser suficiente para determinar que a medida deu errado, especialmente em uma cidade com a escala de São Paulo.
2. Dados imprecisos ou mal combinados levam a conclusões equivocadas
Logo no início da reportagem, a revista afirma “a carência de outras modalidades obriga 75% da população a andar de ônibus – um número tão alto quanto inadequado”. O dado está impreciso. Em São Paulo, de acordo com a última pesquisa Origem e Destino (de 2007), 38,42% dos deslocamentos são feitos de transporte público, sendo a maioria de ônibus. Esses 75% devem se referir às pessoas que andam também de ônibus, de forma integrada a outros meios de transporte. Mas é usado de forma imprecisa, além de não ter sua fonte citada. E, ainda que estivesse correto, o fato de tanta gente andar de ônibus não deveria ser um argumento a favor dos corredores? Outra coisa: ter um número alto de pessoas andando de ônibus não é ruim. Em Londres, por exemplo, 11% dos deslocamentos são feitos de metrô e 22% (o dobro) de ônibus, quase empatado com os deslocamentos a pé, que somam 21%.
“Não adianta aumentar a velocidade de um sistema ineficiente”, diz o urbanista Flamínio Fichmann em uma aspa em destaque. Fato: o sistema de ônibus de São Paulo não é confortável nem eficiente. Mas dar mais espaço aos ônibus não é justamente aumentar a eficiência do sistema?
“A frota de ônibus paulistana passou a receber um tratamento VIP em dezenas de avenidas. Ocupa com exclusividade o espaço antes dividido com motos, carros e taxis”. Tratamento VIP? Em 2010, o engenheiro de trânsito Horácio Figueira, com base na pesquisa Origem e Destino, estimou que os carros, que levavam 20% das pessoas, ocupavam 80% do espaço das vias. Trata-se, portanto, do fim do tratamento VIP que a minoria das pessoas tinha em São Paulo: ocupando a maioria dos espaços das ruas.
A questão é: isso está fazendo de maneira estratégica ou demagoga? Essa pergunta levantada nas entrelinhas da reportagem é legítima e deve ser colocada em pauta. Infelizmente, a sensação que o texto nos dá é que uma série de dados foi reunida para apoiar uma tese pré-estabelecida – a de que a ideia deu errado. Por exemplo ao citar a pesquisa por uma parceria entre o Ibope e a Rede Nossa São Paulo feita em setembro desse ano que aponta que 69% dos paulistanos acham o trânsito da cidade péssimo. Paulistanos acham o trânsito da cidade péssimo há anos, essa percepção não foi resultado dos corredores, ao contrário do que induz a reportagem. Aliás, essa mesma pesquisa aponta que 93% dos paulistanos apoiam os corredores de ônibus em construção.
É verdade que o Ibope levantou, também, que 43% dos moradores da cidade perceberam uma piora no trânsito após os corredores. Eu sou uma delas. Mas não deixo de apoiar a medida, nem de estar disposta a conviver com essa transição, que leva tempo.
Um ponto importante em que a revista toca é a má distribuição das linhas de ônibus. “As faixas exclusivas da avenida Sumaré, por enquanto, registram apenas 30 veículos a cada 60 minutos. Eles andam rápido mas levam pouca gente”. Como os ônibus pegam mais trânsito fora dos corredores, há casos em que estão demorando mais tempo para chegar ao destino. Perfeito: temos aí um problema claro e bem diagnosticado. A questão é: queremos resolvê-lo aumentando a rede de corredores exclusivos ou decidindo que a ideia deu errado, abandonando-a e voltando à estaca zero?
3. Mobilidade não se resolve com mobilidade
São Paulo tem empregos concentrados no centro e pessoas morando em excesso nas periferias, e é a correção desse desequilíbrio que aliviaria a pressão nos sistemas de transportes públicos e particulares. Na única parte propositiva da reportagem, as soluções apontadas são lineares e simplistas: sistemas de BRT, pedágio urbano e transporte sobre trilhos. Nada disso ataca o desequilíbrio físico da cidade. Há um ítem que prega o “adensamento dos bairros” e diz que “aproximar o emprego da moradia é uma maneira de evitar deslocamentos”. Perfeito. Seria um bom ponto de partida para dar conta da complexidade da questão.
4. Mobilidade não é futebol
É difícil escapar da armadilha de polarizar o debate da mobilidade – carros x ônibus, corredores x BRT, metrô x VLT. Cair nessa armadilha é quase como discutir futebol e tentar argumentar qual o melhor time, o melhor esquema tático, o mais talentoso, etc. A diferença central é que no futebol, apenas um time ganha. Na mobilidade, ao contrário, sai vitoriosa a cidade que sabe combinar várias opções, para que as pessoas possam escolher o melhor meio de transporte a cada situação.
Eu sou a favor da construção de corredores de ônibus porque eles são um passo nesse sentido. Não se trata de defender um modal em detrimento do outro ou cercear a liberdade de ir e vir das pessoas. Muito menos de crucificar os carros, um meio de transporte legítimo como qualquer outro. Trata-se de democratizar a mobilidade, reservando a maioria do espaço para a maioria das pessoas.
A pior tirinha do mundo
ivanJá contei essa piada pra minha mulher... e a reação dela foi igual a minha agora. Nula.
How to Name a Baby
So to be clear, Gunner and Gael are currently more common baby names than Phillip or Scott. And Lyric, Paisley, and Brooklynn with two n's are all more common than Lindsay, Caitlin, and Erica. We're still close enough in time to the red name fads that they seem really common, but they're actually just fads. And they're over.
The only time I ever saw a dead name return in fewer than 80 years is when it caught on with a totally different demographic (Jeremiah is another one of these, which after losing steam in the early nineties in the Northwest, has now gotten hot in the Deep South).
Here's a map showing where Paige was popular in 2008.
I know a lot about names right now.
I'll leave you today with this puzzle:
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Rocky movie breakdown
Fathom Information Design watched all six Rocky movies, classified segments into dialogue, training, montages, pre-fight, fight, and credits, and then visualized it. Rocky Morphology is the result.
It's interesting to see the battle between dialogue, montage and fighting throughout each film. Dialogue beats out training and fighting in the first two Rocky films, but fighting and montage occupy the most time in Rocky III and Rocky IV. Rocky V favors dialogue over fighting — undisputedly slowing its pace next to the previous films. In the final round, Rocky sticks with dialogue over fighting but — "it ain't over 'till it's over" — Rocky delivers one last montage and fight scene to close out the series and complete the Rocky Morphology.
Needs more montage. Maybe we'll get it in Grudge Match, because as we all know, that has instant classic written all over it.
Starred Items!
We’re excited to announce that starred items are now live in The Old Reader. This has been one of the most requested features and something we’ve felt belongs in the application for a long time. Hotkey (f) and API support are also available. Starred items will automatically be sent to pocket for users that have it activated.
As most of you know, our focus over the past few months was to increase performance and stability of The Old Reader. We’ve made tremendous strides and can now focus on adding functionality and making this tool a long-term sustainable platform built for the Open Web. The best is yet to come.
Thanks for using The Old Reader!
(www.catgifs.org/2013/09/07/cat-surprised-cat-animated-gif/)
Veja a evolução do impressionante retrato de Morgan Freeman feito com o dedo no iPad Air
ivanIgualzinho o Mandela

Kyle Lambert conseguiu impressionar a todos com a fotorrealista de Morgan Freeman. E mais surpreendente ainda é Kyle afirmar ter usado apenas um iPad Air, o app Procreate e seu dedo para cunhar, com tamanha precisão, essa imagem que você vê logo abaixo,
A carta mais inusitada enviada ao Papai Noel que você verá esta semana

“Querido Papai Noel, Como você está? Eu estou bem. Aqui está o que eu quero para o Natal”: http://www.amazon.com/gp/product/b0032hf60m/ref=s9_hps_bw_g21_ir03? pf_rd_m=ATVPDKIKXODER&pf_rd_s=center-3&pf_rd_r=1xwe42fh1k03y7bmwqnm&pf_rd_t
=101&pf_rd_p=1328901542&pf_rd_i=16579&tag=viglink122467-20
Não se sabe se a tal cartinha foi realmente escrita por uma criança, mas não deixa de ser inusitado e engraçado. Torcer agora para que Papai Noel tenha algum dispositivo ligado a internet e uma conta na Amazon. Quer saber o que foi pedido na cartinha? Clique no link acima.
Mais do mesmo.
Outro dia falei, nesse post no Facebook, que estava faltando criatividade nos Posters dos filmes. Usei como exemplo esses 3 posters aí de cima. E não é que tem gente que se dá ao trabalho de organizar a bagunça e separar categorias de clichês gráficos? A Marina Siqueira me mandou esse trablaho do site Demilked. Então, o UoD orgulhosamente apresenta as categorias Poster de Cinema Manjado:
O intrépido solitário de costas.
Cabeçonas sobre gente pequena na praia.
Costas com costas vistas de lado.
No meio das pernas.
Na cama e algo mais.
Olhão com coisa dentro.
Big Blue.
Preto e Branco em chamas.
Correndo na rua torto e azulado.
Cara feita de coisas.
Lady in Red.
A justiça é cega.
Textão na testa.
Reflexo no óculos.
A praça é nossa.
Photo
ivanMinha vida até achar um seriado legal.
Aliás, meu seriado do momento é... House of Cards =)

Batman: The Deal | A melhor história do Morcego que você não vai ver nas bancas
Não acho que exista uma fórmula para mostrar seu talento. Cada um faz de um jeito, cada um encontra um caminho, às vezes similares aos demais, outras não.
Normalmente as ideias mais ousadas são as que atingem o objetivo de forma mais rápida e prática. Foi numa dessas que Gerardo Preciado e Daniel Bayliss devem ter falado um pro outro:
– Ei, bora ali fazer a melhor história curta do Batman?
– Bora.
Porque é isso que The Deal é, uma fan art feita por dois ingleses de tirar o chapéu. É isso que esses caras tiveram bolas para fazer e mostrar pra quem quisesse ler. Coragem, ousadia e talento para mexer com um dos maiores ícones da cultura popular do mundo.
Se você leu A Piada Mortal de Alan Moore e Brian Bolland, eu diria que isso aqui é o final estendido dela.
As metáforas, as alusões e o entendimento sobre a vida o universo e tudo mais que The Deal traz é de uma sensibilidade, e profundidade que poucas vezes eu vi em uma história em quadrinhos. Colocar isso em um diálogo entre o Batman e o Coringa é simplesmente genial.
Se você gosta de quadrinhos ou não. Se você é fã do Batman ou não, não importa.
Apenas leia e tire alguns minutos para pensar.
Obs: a tradução foi feita pelo Pedro Turambar e garimpada (e diagramada com toda a inocência de quem nunca fez isso) por Jader Pires, com autorização dos autores da obra.
Obs 2: Todas as personagens são propriedade da DC Comics.


























































































































