
Adam Victor Brandizzi
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Be Kind to Moth
A short comic based on this post that’s been going around.
MY HEART
I love moths jfc
I can’t touch moth, but I will not kill moth.
The Isdal Woman
Adam Victor BrandizziInstigante, mas a história do Homem de Somerton é mais, muito mais impressionante. Inclusive, melhor ler o artigo da Wikipédia: https://en.wikipedia.org/wiki/Taman_Shud_Case
On Nov. 29, 1970, on a remote hiking trail in Norway’s Isdalen Valley, a university professor and his two daughters discovered the body of a woman lying in a burned-out campfire. In the grass around her were a dozen pink sleeping pills, a packed lunch, an empty quart bottle of liqueur, and two plastic bottles that smelled of gasoline. She had died from a combination of burns and carbon monoxide poisoning, and an autopsy showed traces of at least 50 sleeping pills in her body. Her neck bore a bruise, possibly the result of a blow.
In the ensuing investigation, Bergen police found that the woman had visited the city three times between March and November that year. On the last visit she had checked into the Hotel Rosenkrantz for one day, then moved to the Hotel Holberg, where she had remained in her room and seemed watchful. On Nov. 23 she paid cash for the room and asked the receptionist to call a taxi for her. Her body was found six days later.
Her identity was an insoluble puzzle. She had checked into the Holberg as a Belgian named Elisabeth Leenhower, but police discovered that she had maintained at least nine different identities and spoke German, English, Dutch, and French, all with an indistinct accent. She had left two suitcases in a locker at the train station, but all identifying information had been removed: The labels had been cut out of her clothes, and even the name tag of a bottle of cream had been scraped away. Sketches of the woman were circulated throughout Norway, but no one knew her.
After interviewing 100 people in a three-week investigation, the police formally ruled her death a suicide. On Feb. 5, 1971, a procession of 18 officers bore her to the cemetery where she lies today. Her identity has never been discovered.
See The Somerton Man.
lessamazingallison: can-u-not-my-wayward-son: a powerpoint on...










a powerpoint on english sweets
whenever my dad goes to a different country he brings back kinder eggs they’re so good
How to Buy Someone a Technology Related Gift
Adam Victor BrandizziE não é que são boas sugestões?
O debate do Salário Mínimo aqui e lá fora.
Salário mínimo é um dos temas mais controversos na teoria econômica. Em princípio, se estívessemos em uma economia competitiva, sem assimetria de informação no mercado de trabalho, cada trabalhador receberia um salário real equivalente à sua produtividade marginal.
O que aconteceria se o governo ou sindicato estabelecessem um piso salarial para o mercado de trabalho, um salario mínimo? Neste caso, os trabalhadores de menor produtividade (marginal), inferior ao salário mínimo, perderiam o seu emprego. Nenhum empresário pagaria um salário para um trabalhador maior do que a contribuição deste trabalhador para a receita adicional para a sua empresa.
No entanto, esse debate é muito mais complicado porque sabemos que mercados em concorrência perfeita não é o padrão. Adicionalmente, a literatura empírica sobre o efeito do aumento do salário mínimo na geração de emprego é inconclusiva (ver The Argument in the Floor: Evidence is mounting that moderate minimum wages can do more good than harm).
Recentemente, o debate sobre salário mínimo tem evoluído bastante lá fora devido a discussão nos EUA sobre a proposta do governo do presidente Obama para aumentar o seu valor de US$ 7,25 por hora para US$ 10,10 e o estabelecimento do salário mínimo na Alemanha. Afinal, o valor do salário mínimo nos EUA é alto ou baixo? Aumento do valor do salário mínimo é a melhor forma de combater pobreza? Há um nível técnico para o valor do salário mínimo? O salário mínimo no Brasil é alto ou baixo vis-à-vis a experiência internacional?
Primeiro, do ponto de vista de desigualdade de renda e pobreza, ao que parece aumento do salário mínimo não parece ser a forma mais eficaz de combater a desigualdade de renda e pobreza. No caso dos EUA, o economista Steve Landsburg escreveu um post interessante (Thoughts on the Minimum Wage) sobre salario mínimo, recomendado pelo professor de Harvard Greg Mankiw, no qual fala entre outras coisas que:
“If we’re going to transfer income to low-wage workers, it’s both fundamentally unfair and politically unwise to put the entire burden of that transfer on a relatively small segment of the population (namely the owners and customers of businesses that employ a lot of low-wage workers). The right thing, given that we’re going to make this transfer, is to fund it as broadly as possible — say through an increase in the Earned Income Tax Credit, which comes out of general tax revenues.”
Um dos defensores da ideia de que aumentos do salario mínimo aumentam o desemprego entre trabalhadores de menor qualificação, o economista David Neumark (The Minimum Wage Ain’t What It Used to Be) também advoga que se o objetivo for redistribuir renda para as famílias de menor renda, no caso dos EUA, seria melhor o crédito via imposto de renda (the Earned Income Tax Credit- EITC) para as famílias na base da pirâmide. Neumark mostra que apesar da queda real do salário mínimo nos EUA de 1976 a 2012, quando se adiciona o crédito do imposto de renda para as famílias de menor renda familiar não houve queda real de renda dessas famílias. Adicionalmente, de acordo com David Neumark, o EITC é um programa mais focado nas famílias de baixa renda ao contrário do salário mínimo.
Segundo, a revista britânica The Economist tem produzido vários artigos sobre salário mínimo (clique aqui para ver a lista de artigos sobre esse tema na revista de 1997 a 2013) e a posição oficial da revista colocada de forma clara em uma das edições recentes (ver the logical floor: Moderate minimum wages do more good than harm) é que salário mínimo pode sim ter um efeito benéfico para proteger o rendimentos dos trabalhadores de menor qualificação desde que o seu valor seja um pouco abaixo de 50% da renda mediana das pessoas ocupadas (a renda do trabalho daquele trabalhador que divide os trabalhadores entre os 50% de menores e os 50% de maiores rendimentos quando todos são ordenados do menor para o maior rendimento).
A revista defende uma tese interessante e polêmica: o valor do salario mínimo deveria ser estabelecido não pelos políticos, mas por uma comissão técnica como faz o Reino Unido de tal forma que seu valor não ultrapasse 50% do salário mediano. No Reino Unido, além de uma comissão técnica definir o valor do salário mínimo, o valor é diferenciado por grupos de idade, sendo menor para pessoas de 18 a 20 anos de idade e menor ainda para pessoas com menos de 18 anos de idade (clique aqui).
Segundo a The Economist, um valor do salário mínimo muito acima de 50% da renda mediana poderia ocasionar graves distorções no mercado de trabalho (elevado índice de desemprego para os mais jovens e os de menor qualificação) com parece ser o caso da França, país cujo salário mínimo equivale a mais de 60% da renda mediana das pessoas empregadas. No caso dos EUA, o salário mínimo atual é de fato muito baixo: 38% da renda mediana do americano e mesmo com o aumento de 40% proposto pelo governo Obama, o valor do salário mínimo ainda ficaria abaixo de 50% da renda mediana nos EUA.
Dito tudo isso, o que podemos falar sobre esse debate aqui no Brasil? acho que é fundamental enfatizar três coisas. Primeiro, ao contrário do debate lá fora que se concentra mais nos efeitos do salário mínimo sobre a estrutura salarial e impacto na geração ou destruição de emprego, no Brasil, temos que levar em conta também a dimensão fiscal do salário mínimo, pois ele é o piso base para a previdência, Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) e Renda Mensal Vitalícia (RMV) e afeta o valor do seguro desemprego e o abono salarial. Como lembra a última carta do IBRE-FGV deste ano sobre o salário mínimo (SM) (clique aqui):
“…..São, portanto, 21 milhões de brasileiros ganhando um SM no sistema previdenciário e de assistência social. No RGPS, ele engloba 67% dos benefícios e 48% do total gasto. Na LOAS e na RMV, há indexação total ao SM. Mas a conta não para aí. No seguro-desemprego, o piso dos benefícios é indexado ao SM, e, no programa de abono salarial, há indexação total. Neste segundo caso, existe atrelamento também do público-alvo, composto pelos trabalhadores formais que ganham até dois SM.
Independentemente do crescimento do PIB, com a regra de reajuste de salário mínimo em vigor no Brasil, é impossível estabilizar a despesa primária como porcentual do PIB. A única forma da despesa não crescer como % do PIB é se o crescimento do PIB fosse sempre crescente, o que é impossível. A Lei No 12.382 que estabelece a regra atual de reajuste do SM vale até 2014. Assim, em 2015, a sociedade terá que decidir se mantêm ou não a regra atual. Caso a regra atual seja mantida, é praticamente certo que precisaremos de uma carga tributária maior para arcar com o seu custo.
Segundo, da mesma forma que lá fora, pesquisadores que aqui estudam a eficácia do salário mínimo como política de combate à pobreza enfatizam que há programas mais eficazes e mais baratos para combater a extrema pobreza no Brasil do que o aumento do salário mínimo. Em livro publicado pelo IPEA, em 2007, e coordenado por pesquisadores da casa tendo à frente o economista Ricardo Paes de Barros (PB), PB mostrou de forma clara que um aumento do bolsa-família é muito mais efetivo (e barato) para reduzir a pobreza e a desigualdade do que um aumento correspondente do salário mínimo. O atual presidente do IPEA, Marcelo Neri, também já enfatizou o mesmo ponto diversas vezes.
Terceiro, o salário mínimo, no Brasil, pela comparação internacional, é elevado. É isso mesmo. Aqui é preciso fazer a diferença entre valor absoluto e valore relativo em relação à nossa renda mediana. Em termos absolutos, é claro que o valor do salário mínimo no Brasil perto de US$ 300 é muito inferior ao de vários países. Mas por esse critério, os EUA teriam um dos maiores salários mínimos do mundo – estaria entre os dez maiores (ver aqui) e a Austrália o maior do mundo.
No entanto, o importante para definir se o salario mínimo é alto ou baixo é fazer essa comparação em relação a renda mediana do trabalho das pessoas ocupadas no país. É fácil fazer isso para o Brasil tanto pelos dados da PNAD como pelos dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME). Aqui utilizei os dados da PME para o rendimento mediano nominal do trabalho principal das pessoas ocupadas com mais de 10 anos de idade de 2002 a 2013 porque queria ter dados mensais para 2013.
Como se observa nas duas tabelas abaixo, o salario mínimo brasileiro passou de 45,5% da renda mediana, em 2002, para mais de 60% da renda mediana no período recente. Ao longo do ano ele perde um pouco o seu valor e, por isso, tirei a média para 2013 até outubro que dá próximo a 60% da renda mediana das pessoas ocupadas.
Salário Mínimo e Renda Mediana Nominal no Brasil – 2002-2013
Fonte: PME. OBS: valores na data de reajuste do salário mínimo.
Salário Mínimo e Renda Mediana Nominal no Brasil – janeiro a outubro de 2013
Fonte: PME
Ou seja, em um mercado de trabalho como o brasileiro no qual metade das pessoas ocupadas ganham até R$ 1.200 por mês, um salário mínimo de R$ 678 não é baixo. Na verdade, quando comparado a outros países, nós estaríamos junto com França e agora Alemanha entre os países de maior salário mínimo como porcentual da renda mediana: 60% ou mais da renda mediana – ver gráfico.
Gráfico – Relação entre salário mínimo e renda mediana – Países selecionados (2012-2013)
Fonte: OCDE.
Assim, no debate sobre salário mínimo, no Brasil, é preciso ter em mente dois pontos: (i) no nosso caso, o valor do salário mínimo tem um elevado custo fiscal que não ocorre em outros países, e (ii) pela comparação internacional, o salário mínimo no Brasil (em relação a renda mediana das pessoas ocupadas) já é elevado. Acho que esses são elementos importantes para o debate.
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Memo To Parents and Society: Teen Social Media "Addiction" Is Your Fault
Read more of this story at Slashdot.
And then… what if you crawled out somewhere else?From...
Você sabia que os EUA são aliados de todos os países árabes, menos da Síria e Sudão?
Você sabia que os Estados Unidos são aliados de todos os países árabes do mundo, menos a Síria? e o Sudão E de todos os países de maioria islâmica (não necessariamente religiosos), a não ser o Irã, Sudão e a Síria? Esta é uma das lições mais importantes de 2013. Primeiro porque os americanos não são contra os muçulmanos e, ao mesmo tempo, os países de maioria islâmica não são contra os EUA. Como curiosidade, o Exército dos EUA treina as forças militares do Líbano apesar de o Hezbollah, considerado terrorista pelo Departamento de Estado americano, integrar a coalizão de governo ao lado de cristãos seguidores de Michel Aoun, certamente o mais popular líder cristão libanês, da xiita Amal e de algumas facções sunitas
Acho que já escrevi sobre este tema, mas achei necessário falar de novo
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
Comentários islamofóbicos, antisemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista
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dyevid: djazzy: ximune: did-you-kno: Source I saw a news...

I saw a news report about this on T.V., she was a straight A Student who had perfect attendance and everything. Everyone loved and respected her for her skills, but when she started this experiment and people thought she was pregnant, they started treating her like garbage. Even her teachers started looking down on her like she was scum of the earth. The only people who knew she was doing this as an experiment were her school principle, her health care teacher and her father. Her own mother thought she was pregnant.
I mean even her friends turned on her, it was horrid. Very very sad, and as soon as she revealed during an assembly that the pregnancy was false, a lot of people were in shock as she brought up all the horrible things they said and did to her because they thought she was pregnant.
The reason for the experiment was to see how people would react and treat her if they thought she was pregnant, as opposed as to treating her as the straight A “Perfect” student they usually did. And it proved that people were horrible scumbags to her as soon as they thought she was.holy shit. this is fucking awesome
mad respect for her to keep it going for 6 months. like can you imagine everyone turning on you like that holy fuck
Infinite Scrolling
Adam Victor BrandizziNão tenho esse problema com o Firefox desktop, ele volta para a posição anterior na página. Infelizmente parece não acontecer nos dispositivos móveis.
asfhdhfsjsfhjshjkdk
Adam Victor BrandizziÉ por aí.
Sobran las palabras
Adam Victor BrandizziNão foi, naturalmente, o meu caso.
teacup-warrior: philipchircop: ENGOLDENED I learnt a new word...







ENGOLDENED
I learnt a new word and I love the sound of it: kintsukuroi. It is the Japanese art of repairing broken pottery with seams of gold. Kintsugi repairs the brokenness in a way that makes the container even more beautiful than it was prior to being broken. Not a very common idea in western culture!
Instead of diminishing the bowl’s appeal and appreciation, the “break” offers the container a new sense of its vitality and resilience. The bowl has become more beautiful for having been broken. One can say that the true life of the bowl began the moment it was dropped!
Imagine you are that clay pot: celebrate your flaws and imperfections. Remember that you being you is what makes you uniquely beautiful.
And remember: “The world breaks everyone, then some become strong at the broken places.” Ernest Hemingway
An interesting essay on the art of kintsukuroi can be found in Flickwerk, The Aesthetics of Mended Japanese Ceramics.
Photos source | Kintsugi Japan
I’m pretty sure that I’ve reblogged this before, but its actually one of my favorite posts on tumblr. The idea that something can be more beautiful after being broken is so moving to me. I kind of want one of these someday, or to make my own. It’s an amazing concept, and I love the fact that it’s an artform.




















