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18 Feb 01:15

nowheresander: There goes my hero, watch him as he goes.





nowheresander:

There goes my hero, watch him as he goes.

17 Feb 15:22

A democracia

by Míriam Leitão

A democracia nos trouxe mais do que normalmente temos em mente. O momento é confuso e nele precisamos de lucidez e reflexão para avançar. A morte do cinegrafista Santiago Andrade tem de nos ajudar a ver que pisamos em terreno movediço. Outro ponto é...

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17 Feb 12:56

Stickeen

by Greg Ross

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Glacier_-_Stickeen_Valley_-_Alaska_Days_with_John_Muir.jpg

One day in 1880 John Muir set out to explore a glacier in southeastern Alaska, accompanied by Stickeen, the dog belonging to his traveling companion. The day went well, but on their way back to camp they found their way blocked by an immense 50-foot crevasse crossed diagonally by a narrow fin of ice. After long deliberation Muir cut his way down to the fin, straddled it and worked his way perilously across, but Stickeen, who had shown dauntless courage throughout the day, could not be convinced to follow. He sought desperately for some other route, gazing fearfully into the gulf and “moaning and wailing as if in the bitterness of death.” Muir called to him, pretended to march off, and finally ordered him sternly to cross the bridge. Miserably the dog inched down to the farther end and, “lifting his feet with the regularity and slowness of the vibrations of a seconds pendulum,” crept across the abyss and scrambled up to Muir’s side.

And now came a scene! ‘Well done, well done, little boy! Brave boy!’ I cried, trying to catch and caress him; but he would not be caught. Never before or since have I seen anything like so passionate a revulsion from the depths of despair to exultant, triumphant, uncontrollable joy. He flashed and darted hither and thither as if fairly demented, screaming and shouting, swirling round and round in giddy loops and circles like a leaf in a whirlwind, lying down, and rolling over and over, sidewise and heels over head, and pouring forth a tumultuous flood of hysterical cries and sobs and gasping mutterings. When I ran up to him to shake him, fearing he might die of joy, he flashed off two or three hundred yards, his feet in a mist of motion; then, turning suddenly, came back in a wild rush and launched himself at my face, almost knocking me down, all the while screeching and screaming and shouting as if saying, ‘Saved! saved! saved!’ Then away again, dropping suddenly at times with his feet in the air, trembling and fairly sobbing. Such passionate emotion was enough to kill him. Moses’ stately song of triumph after escaping the Egyptians and the Red Sea was nothing to it. Who could have guessed the capacity of the dull, enduring little fellow for all that most stirs this mortal frame? Nobody could have helped crying with him!

Thereafter, Muir wrote, “Stickeen was a changed dog. During the rest of the trip, instead of holding aloof, he always lay by my side, tried to keep me constantly in sight, and would hardly accept a morsel of food, however tempting, from any hand but mine. At night, when all was quiet about the camp-fire, he would come to me and rest his head on my knee with a look of devotion as if I were his god. And often as he caught my eye he seemed to be trying to say, ‘Wasn’t that an awful time we had together on the glacier?’”

17 Feb 12:53

Politica social: não é questão de bondade ou maldade

by mansueto
Vale a pena ler a entrevista do ex-número dois do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, ao jornal o Estado de São Paulo publicado no domingo – 16 de fevereiro de 2014 (clique aqui). Apesar de algumas discordâncias, acho que o Nelson ao negar a existência de uma armadilha de baixo crescimento contradiz o seu próprio […]
17 Feb 11:33

How to Understand Reality (Shows)

by Scott Meyer

As always, thanks for using my Amazon Affiliate links (USUKCanada).

17 Feb 08:42

Video Game Logic | 1bb.png

1bb.png
16 Feb 22:30

theonlymagicleftisart: Incredible Skullptures by Hedi...





















theonlymagicleftisart:

Incredible Skullptures by Hedi Xandt

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The Only Magic Left is #ART01

16 Feb 18:31

Enamorarse de una rubia...


16 Feb 18:29

February 16, 2014


Hey geeks with kids! My friends at EvoS are doing a kickstarter for a kids' book about evolution:

16 Feb 18:28

Sens dessus dessous

by Ileana

Scénario / dessins / couleurs : Ileana

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02-2014-Ileana-4-Sens-dessus-dessous

16 Feb 18:27

Anti-American street art in Hong Kong

16 Feb 18:27

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16 Feb 18:27

10-02-2014

by Laerte
Adam Victor Brandizzi

Essa série do Laerte tá massa.


16 Feb 02:11

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16 Feb 02:11

Ilustrações de Pablo Picasso para uma edição de Lisístrata. Via...

15 Feb 17:21

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15 Feb 00:17

A história deste cartaz que você certamente viu.

15 Feb 00:17

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14 Feb 17:51

theladyisagent: GPOY

14 Feb 13:18

Uma Copa que não terá campeões

by Daniel Cassol

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Uma significativa vitória da sociedade aconteceu quando, nos protestos de junho de 2013, a mídia corporativa desceu dos helicópteros e foi para a rua. Essa vitória está simbolizada no dia 13, quando, usando imagens aéreas, Datena perguntou aos seus teleespectadores se eles são favoráveis ao protesto com baderna e eles responderam que “sim”. No mesmo dia, um repórter fotográfico (Sérgio Souza) ficou cego de um olho pela Polícia Militar e a repórter Giuliana Vallone também foi atingida no olho por uma bala de borracha.

Oito meses se passaram e a mesma Band que tem Datena em seus quadros chora a morte de Santiago Andrade, cinegrafista empregado da rede de TV, em um protesto no Rio de Janeiro. Atingido por um rojão disparado por um manifestante, que possivelmente usava a tática black bloc.

Além de todos os simbolismos envolvidos, há um crucial: no dia seguinte, 10 de fevereiro, houve uma outra manifestação contra o aumento da passagem no Rio de Janeiro. Relatos esparsos de redes sociais mostram que ativistas foram levados pela Polícia Militar, que não deu detalhes do que faria com eles. As redes de TV, todas elas, voltaram para os helicópteros. Não há imagens da rua.

***

Santiago não é a primeira pessoa a morrer em uma manifestação, mas é a primeira que morreu porque estava lá trabalhando.

Outras vítimas aconteceram: a gari que teve uma parada cardíaca após inalar gás de pimenta em Belém; o jovem de 18 anos que foi atropelado; e no mesmo protesto em que Santiago foi alvejado, um aposentado fugiu do confronto e foi morto por um ônibus.

Santiago, porém, estava lá por obrigação, cumprindo o papel da sua profissão e da pauta determinada por seus editores. Isso não faz da morte dele mais importante que a dos outros três, mas torna a sua morte um fato político. A reação da mídia corporativa, assim como dos jornalistas, tem consequências mais sérias e repercussões mais drásticas. Tanto é que Paulo Paim, um senador petista, resolveu passar por cima da Comissão de Direitos Humanos do Senado na aprovação da Lei Anti-Terrorismo.

(Creio que é dever de todo cidadão brasileiro ler a Lei Anti-Terrorismo a partir de agora. Nada pode ser menos claro que “infundir terror ou pânico generalizado”. Somente a INCITAÇÃO a isso pode render oito anos de cadeia. Um texto sobre o perigo iminente de morte no Metrô de São Paulo no horário de pico poderia ser enquadrado como incitação ao terrorismo, por exemplo. É uma lei de incitação à paranoia.)

Se você, neste momento, está indignado com o fato de que a repercussão da morte de Santiago rendeu um editorial no Jornal Nacional, não questionarei: mas é assim que o jogo funciona. Se a morte de Santiago caísse no colo da Polícia Militar, como quase aconteceu em junho de 2013, é provável que a pauta “desmilitarização da polícia” estivesse na ordem do dia de todos os veículos de imprensa nacionais. Na era da informação, a repercussão dos fatos é tão ou mais importante que os próprios fatos, e os rolezinhos fake estão aí para provar.

***

Em uma sociedade violenta como a brasileira, era improvável que a palavra de ordem “sem violência” de junho de 2013 demorasse muito tempo.

Antes dos protestos de junho, o Brasil era o 3º país com maior número de mortes de jornalistas. Em 2012, foram mais de 50 mil assassinatos, mais de 500 mil crimes contra o patrimônio, mais de 50 mil mortes no trânsito e estupros, como descreve o texto brilhante do Fernando Graziani.

Está correto quem vê com outra proporção a “violência de Estado” praticada pela Polícia Militar. Ao mesmo tempo, é difícil medir o que é violência individual e o que é de Estado: no momento em que 64% dos policiais se veem como despreparados para manifestações, fica claro que existe um cenário de omissão, onde a raiva individual e a excitação coletiva acabam superando a orientação técnica ou política.

O resultado é um jogo de “morde-assopra”, no qual os policiais variam entre a omissão completa e a agressão deliberada, com raros lapsos de racionalidade. Esse jogo já minou as manifestações de junho no ano passado – assim que a catarse coletiva tornou-se um teatro para destruição de patrimônio a esmo, a maioria silenciosa saiu da rua. Ao lado desse teatro, a censura de opinião, as agressões a jornalistas, as respostas agressivas nas redes sociais, colocaram um quepe de general na cabeça de cada ator político. Todos parecem levar pequenos exércitos de opiniões e opinadores dispostos a matar e morrer por uma ideia, perpetuando um insano diálogo de surdos.

***

Eu acreditava, na minha ingenuidade, que as jornadas de junho poderiam ser o estopim para um novo pacto, um novo contrato social, no Brasil. O que elas fizeram, até agora, foi apenas mostrar a fragilidade do nosso contrato social.

Desde o país artificial dividido em linha reta até a Copa que ninguém perguntou e todos vamos pagar, o contrato social brasileiro é um morde-assopra entre a cordialidade consentida e a violência sem razão de ser. As conquistas sociais são obras de abnegados que eventualmente obtém algum espaço político, ou movimentos de classes dispostos a romper barreiras. Quando o “monstro” da opinião pública foi às ruas, os governantes se esconderam nos seus gabinetes, tentando articular pactos de gabinetes que se tornaram tão frágeis que nem saíram dos gabinetes. Diante de um cenário que pedia a horizontalidade, com o aumento de participantes ativos no jogo democrático – seja construindo suas próprias mídias, seja criando núcleos de influência muito mais dispersos que o Jornal Nacional – quem manda no País enredou-se na cordialidade consentida (entre os seus) e na violência sem razão de ser (contra os outros).

A Lei Anti-Terrorismo, com a Copa como pano de fundo, é apenas mais um desses capítulos: governistas acostumados com greves, como Paulo Paim, colocam um ato patriótico hardcore para satisfazer ilhas de influência, e que se dane o “terrorista” que ficar na outra ponta, sendo torturado por policiais militares, espancado dentro de casa na favela ou atirado em um presídio para servir de soldado de alguma facção do PCC.

***

No meio disso tudo, existe o papel imprescindível da mídia na era da informação. O papel da informação completa, analítica, didática, evitando a boataria e a falta de credibilidade.

O jogo político-social faz a morte de Santiago tornar-se mais problemática porque o papel da mídia, no imaginário social, está em mostrar para todos o que está acontecendo. Em denunciar os atos de violência. E a morte de Santiago, como referido no primeiro parágrafo, tirou as redes de televisão da rua e colocou nos helicópteros.

Não há vencedores quando Santiago morre. Você pode pensar o que quiser da mídia corporativa, e tem o direito disso, mas ela está ali cumprindo um papel na democracia. Ainda que o contrato social seja frágil, ainda que a sociedade seja desigual, ainda que a bobagem supere a relevância, se você tem um direito humano infringido e está diante de uma câmera de TV, o correto é você virar notícia. Se está operando a câmera de TV, mais ainda.

Se o contrato social brasileiro é frágil, é dele que depende a democracia. Se ele vai ser puxado e atacado de todos os lados, existem duas formas de agir: usando as nossas forças para atacar e provocando o conflito social, entre classes ou não; ou usando as nossas forças para garantir os direitos humanos, a convivência pacífica, a democracia direta.

É essa a encruzilhada em que estamos. Eu, sinceramente, não sei o que temos a ganhar com o conflito social institucionalizado. E se a democracia direta não nos satisfaz, há meios de mudá-la, que não sujam as mãos de sangue.

Luís Felipe dos Santos

14 Feb 13:07

Amor de máquina

Como seriam nossas relações com uma máquina que fosse capaz de crescer, evoluir, aprender igual a um ser humano? E essa máquina, que talvez se tornasse autônoma, como ela se relacionaria conosco? Uso uma distinção famosa, entre apocalípticos e integrados, feita por Umberto Eco em 1965. Os apocalípticos achariam que, se as máquinas se tornassem autônomas, elas planejariam o fim da humanidade: numa revanche parricida contra seu criador, elas seriam exterminadoras do futuro. Os integrados pensariam que máquinas autônomas serão nossos companheiros e companheiras ideais, numa nova era em que nunca nos faltarão amigos. Leia mais (02/13/2014 - 03h02)
14 Feb 12:43

Traição

by Daniel Lafayette

14 Feb 12:36

20thcenturypix: Francis Speight, Late Afternoon, 1931 1931



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Francis Speight, Late Afternoon, 1931

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14 Feb 12:36

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14 Feb 12:33

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13 Feb 17:31

Did We Mess Up on Mammograms?

by Leah Libresco

Across the country, NFL players may be wondering if they’ve been wearing pink in vain. In 2009, the United States Preventive Services Task Force changed its advice on mammograms, recommending them only to women over 50, since, below that age, the screening did more harm than good. Now, an exhaustive, twenty-five year study may prompt them to tell all women to cancel their appointments.

In a randomized controlled study (the gold standard of medical research), women who received regular mammograms were no less likely to die of breast cancer than those who went without. Although they received no additional protection, women who were screened paid an additional price. One in five of the cancers or abnormalities identified by mammography were ultimately harmless, but the women went through biopsies in order to be sure. Even worse, one out of every 424 women who were screened received treatment for a nonexistent cancer, enduring needless and debilitating radiation, chemotherapy, or surgery.

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It’s tempting to be skeptical whenever a medical recommendation is reversed. If the last thing they told us was wrong, why should we trust them again? However, health care has changed since the advent of mammography. The old studies on the benefits of mammography weren’t necessarily wrong, just out of date. As awareness of breast cancer has increased, self-screenings have begun to do the work of mammography. As cancer drugs have improved, it’s no longer critical to identify diseases at their earliest stages to be able to survive.

But for a patient, who just hears conflicting recommendations, and not a discussion of research methods or the history of medicine, it’s hard not to come away with a sense of unease. It’s hard for doctors, knowing they won’t get to convey the nuances of the change, to finally make the public flip-flop for the sake of their patients.  Not to mention we’ve been hearing every October that mammograms are one of our most potent weapons in the war on breast cancer. After so much relentless cheerleading, it’s hard not to feel a twinge of guilt or fear, when we think of the friend of a friend who had her cancer caught by a mammogram.

While we remain torn between the old recommendation and the new, it’s tempting to stick which the more interventionist option. Doctors and patients would like the comfort of knowing they did something even if what they did wasn’t very good. In fact, breast cancer treatment, as well as its diagnosis, has fallen prey to this rationale.

Women used to receive the Halstead procedure, a particularly radical form of mastectomy in which the doctor would remove the breast, underlying chest muscle, and even, sometimes, muscle in the neck and arm. William Steward Halstead performed the operation in good faith, thinking it was better to do everything he could for his patients, seeking to make the extremity of his surgery match the intensity of his intentions.

The same diseased thinking spreads through our body politic. War hawks accuse non-interventionists of being indifferent to humanitarian causes or national interest, when, in fact, the most ballistically satisfying solution may do more to calm our nerves than to quiet regional tensions. Politicians, like medical regulatory boards, become fearful of admitting that facts on the ground have changed since they made a decision, and the employer mandate doesn’t make much sense in a slack labor market.

In medicine and in politics, we’re always best prepared to fight the previous war, not the present one. Our clinical trial data and our policy maneuvers are always premised on information that’s a little out of date. But medicine has been more adept at recognizing the limitations of its data, resampling, and redeploying its resources.

Public policy is rarely put to any test more rigorous than that of public opinion, and, even the few empirical checks on rhetoric are often methodologically flawed, as in the case of the non-randomized pilot programs of the Obamacare Innovation Center.

Despite the headlines, the Canadian study didn’t expose an embarrassing error; it exemplified a robust culture of error-checking, one that’s still missing from American elections.

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13 Feb 17:17

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13 Feb 17:17

February 13, 2014


Stacy Farina had the best graph at BAHFest 2013!



Don't forget to watch the question session afterward!
13 Feb 00:23

besttravelphotos: Lauterbrunnen, Switzerland



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Lauterbrunnen, Switzerland

13 Feb 00:21

just-art: superheroes manatee by Joel Micah Harris











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superheroes manatee

by

Joel Micah Harris