
(via derplodge)

Quase pedi esse, mas e se fosse literalmente feito com pés de crianças tostados?




The stunning sight of hundreds of bright blue butterflies was almost too much for the six-month-old kitten, Lepa, as he bounced over and started trying to catch them. The comical chase was captured by student Natalia Moldovanova in Leningrad Oblast, Russia. After awhile Lepa got tired and collapsed among the butterflies, seemingly in paradise | Article.

"Hey! I bet you can’t tell what this is."
"It’s a slug."
"You can’t tell because I’ve cleverly disguised it."
"It’s a slug."
"Now, I know what you’re thinking: ‘Could it be some kind of cow?’"
"It’s definitely a slug."
"But no! It doesn’t even have a backbone!"
"Evolution, it’s a white banana slug.”
"Okay, okay, I’ll tell you. It’s a slug. Good trick, though, huh?"
"Please stop pretending that random mutations were brilliant ideas you had."
Lesminha bonitinha :-)

immiserization
n. the act of making or becoming progressively more miserable
luctiferous
adj. bringing sorrow, mournful, gloomy
| Piled Higher & Deeper by Jorge Cham |
www.phdcomics.com
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title:
"Not Pretty" - originally published
3/26/2014
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Adam Victor BrandizziPlausível

MARCO CIVIL DO CORTE DE CABELO
O Egito, desde a deposição de Mohammad Morsy em julho do ano passado, enfrenta o momento de maior repressão na história moderna do país, iniciada após Segunda Guerra Mundial. O regime do Marechal Sissi supera seus antecessores Nasser, Sadat e Mubarak na violência contra a oposição. Vamos ver algumas informações
1) Condenação à morte é quase recorde mundial
A condenação à morte de 529 membros da Irmandade Muçulmana pela acusação de terem matado um policial beira o realismo fantástico. O julgamento durou apenas dois dias. Isto é, sem interrupções, equivaleria a julgar 11 acusados por hora, ou um a cada cerca de cinco minutos. Algo impossível em uma justiça transparente.
2) Maior violência na história moderna do Egito
De acordo com artigo do Carnegie Endowment for International Peace publicado nesta terça, desde julho, com a instalação do regime de Sissi, já foram mortas 3.143 pessoas. “Estes números excedem até mesmo os momentos mais sanguinários do Egito desde a revolução militar comandada por Gamal Abdel Nasser em 1952”, diz o artigo
3) A volta do terrorismo
Das mortes, 2.528 foram de manifestantes durante protestos contra o regime – o quíntuplo do total de desaparecidos no regime militar no Brasil ao longo de 20 anos. Nestes embates, morreram ainda 59 policiais. O terrorismo, que voltou a assustar o Egito, ressurgiu e alveja acima de tudo policiais (150 mortos) e soldados (59)
4) Até presidente deposto está preso
Além das vítimas fatais, outros 17 mil egípcios ficaram feridos na repressão ou em outros atos de violência e cerca de 16 mil pessoas estão presas. Entre elas, o presidente deposto Morsy, que segue incomunicável há meses, aparecendo apenas dentro de uma jaula a prova de som durante seu julgamento.
5) Mas por que Sissi é tão popular
Ainda assim, a maior parte da população do Egito, especialmente os de viés mais laico, apoiam incondicionalmente o regime. O Marechal Sissi deve disputar as eleições e, mesmo que estas sejam transparentes, certamente é o favorito. Os egípcios queriam ordem depois da instabilidade que sucedeu a queda de Hosni Mubarak. Muitos temem o retorno da Irmandade Muçulmana ao poder, embora a organização, agora classificada como terrorista pelo novo regime, também conte com apoio popular, especialmente das alas mais conservadoras.
6) Acredite, Mubarak era mais liberal e estável
O Egito, depois de Mubarak, sonhava em ser democrático e estável. Sem dúvida, conseguiu um pouco de democracia. Mas esta era instável. E os egípcios saíram em busca da estabilidade ao derrubar Morsy, ainda que isso significasse sacrificar a democracia. No fim, obtiveram sucesso ao acabar com a democracia, mas fracassaram totalmente na busca da estabilidade. Hoje o Egito é uma ditadura instável. Pior até do que no regime de Mubarak, também uma ditadura, mas, pelo menos, estável.
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
Comentários islamofóbicos, antissemitas, antocristãos e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista
Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no gugachacra at outlook.com. Leiam também o blog do Ariel Palacios
Vladimir Putin é respeitado por israelenses e palestinos. Barack Obama é desrespeitado por ambos. Putin mantém boas relações com o premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, e com o presidente palestino, Mahmoud Abbas. Obama não é próximo de nenhum deles.
No Egito, o regime do Marechal Sissi busca se aproximar de Putin. E cada vez mais se distancia de Obama. Na Síria, Putin é visto como o salvador dos cristãos e do regime laico de Bashar al Assad. E estes mesmos cristãos e o regime laico de Assad veem Obama como aliado de rebeldes extremistas, muitas vezes ligados à Al Qaeda. Verdade, Putin é odiado pela oposição síria. Mas esta não vê Obama como salvador. Na verdade, o vê como um traidor.
No Oriente Médio, Putin salvou Obama ao solucionar a questão das armas químicas na Síria. Putin também ajuda Obama, pelo menos por enquanto, para um acordo envolvendo a questão nuclear iraniana. Putin em nenhum momento foi um obstáculo para a invasão fracassada dos EUA no Iraque. Putin não impediu a ação da OTAN para derrubar o regime de Kadafi e transformar a Líbia em um oásis de extremistas. Putin nunca atrapalhou as negociações de paz entre israelenses e palestinos. E Putin sempre ajudou os EUA no combate ao terrorismo – se o FBI tivesse prestado atenção nos russos, talvez o atentado da maratona de Boston não tivesse ocorrido.
Na cabeça de Putin, a Rússia é uma potência. E, sem dúvida, na cabeça dele, os EUA são uma potência ainda maior. Por este motivo, Putin respeita os EUA quando o assunto é Irã, Iraque e Israel-Palestina. São zonas de influência americana. O mesmo se aplica ao México e Canadá. E não só os EUA – o Líbano, na cabeça de Putin, seria zona de influência da França. Por este motivo, Putin não se envolve nos debates sectários libaneses.
Ao mesmo tempo, Putin quer ver seus interesses respeitados. A Síria, há décadas, faz parte da zona de influência da Rússia. Os EUA sempre souberam disso. A Ucrânia nem se fala. Para Putin, já houve concessões demais na Líbia e nas repúblicas bálticas, ao serem incorporadas à OTAN. Mas a Ucrânia e, acima de tudo, a Crimeia, são e, para Putin, sempre serão zonas de influência da Rússia. Uma nação que, concorde-se ou não, é a única capaz de destruir os EUA.
Putin foi agente da KGB na Alemanha Oriental nos anos 1980. Presidiu a FSB, o serviço secreto russo que sucedeu a KGB nos anos 1990. Não é ingênuo. Se for tratado com respeito pelos EUA, pode seguir como um importante aliado no combate ao terrorismo, no Oriente Médio e também para ir ao espaço (os americanos só conseguem viajar para fora do planeta com ele ou com Elon Musk). Agora, se o tratarem com desrespeito, pode se transformar no maior inimigo dos EUA neste início de século 21. Putin não é Ahmadinejad.
Egito, Israel, Irã, Síria e Palestina sabem como é importante ser aliado de Moscou. Sissi, Netanyahu, Assad e Abbas sabem da importância de Putin.
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
Comentários islamofóbicos, antissemitas, antocristãos e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista
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French duo Lucie Thomas and Thibault Zimmermann of the graphic studio Zim & Zou are back with more spectacular paper sculptures that are cut and assembled entirely by hand. Their latest work, called Paper Rebirth, features a stunning phoenix sculpture made out of flame-colored scraps of paper. Delicately cut pieces of paper form rows of feathers that cover the body of the phoenix, giving the sculpture a marvelous sense of texture and three-dimensional shape. From the intricate chest plumage to the swooping tail feathers, the fiery sculpture is a masterpiece of craft and skill.
The project was created as a part of a campaign to encourage recycling in Paris. Thomas and Zimmermann decided to construct a phoenix out of recycled paper, saying, "The Phoenix was a perfect mythological animal to symbolize that paper can have up to 5 lives thanks to recycling."
Although the artists first met in art school when they both studied graphic design, now their favorite choice of medium is paper. According to the duo, their "choice of paper is due to the versatility and good quality of the material, especially when it is sculpted and photographed." Thomas and Zimmermann manage to produce exquisitely crafted artworks from the humble material, creating everything from colorful animals to delicate plants to 3D illustrations.








