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03 May 07:50

A Política de Pacificação enxuga gelo?

by Joana Monteiro

Inúmeros “fatos” são citados para sustentar que a política de pacificação apenas enxuga gelo, que incluem argumentos como: (i) a política não acabou com o tráfico de drogas, (ii) ainda ocorrem tiroteios em áreas pacificadas, (iii) ninguém foi preso e os traficantes simplesmente migraram para outras atividades. Em que medida tais argumentos são sustentados por evidências?

A política de pacificação não acabou com o tráfico de drogas

O objetivo da política de pacificação nunca foi acabar com o tráfico de drogas e, em diversas ocasiões, o Secretário de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, ressaltou que este seria um objetivo impossível de ser alcançado.[1] Assim, não é surpresa que o tráfico de drogas continue ocorrendo nas favelas pacificadas. Para quem acredita que isso é um absurdo, cabe lembrar que não existe no mundo modelo bem-sucedido de combate ao tráfico. Para quem se interessa pelo assunto, recomendo a reportagem de capa da revista Economist de março de 2009 que afirma que a política mundial de combate ao tráfico de drogas tem sido um enorme fracasso (link).

Então para que servem as UPPs? O principal objetivo da política de pacificação é acabar com o controle territorial armado exercido pelo tráfico de drogas em algumas regiões do estado e com as “guerras” entre facções de drogas. Houve resultados nesse sentido?

A política de pacificação reduziu os confrontos entre as facções de drogas.

A forma mais direta de avaliar se as UPPs diminuíram os confrontos entre os traficantes é comparar a incidência de tiroteios antes e depois da ocupação nas favelas pacificadas. O Gráfico 1 faz essa análise baseada no número de denúncias que mencionam o confronto entre facções de drogas feitas ao Disque-Denúncia. No Gráfico 1, as datas de ocupação foram marcadas como zero e contam-se os meses que precedem e antecedem a ocupação policial. Por exemplo, o número seis no gráfico indica a média de denúncias no sexto mês após a ocupação nas favelas ocupadas. Tal exercício é feito para 34 UPPs.[2] O Gráfico 1 mostra uma clara redução no nível de denúncias nestas localidades. A média de denúncias nos 24 meses que antecederam a ocupação policial era de sete ao mês, tendo o mesmo número passado para uma denúncia em média após a ocupação. Esse gráfico sugere, portanto, que a ocupação policial não acabou totalmente com os confrontos nas áreas pacificadas, mas foi capaz de reduzir o nível acentuadamente.

Gráfico 1 – Incidência de tiroteio antes e após a ocupação nas favelas beneficiadas com UPPs

Fonte: Elaboração própria com base nas denúncias do Disque-Denúncia.

Fonte: Elaboração própria com base nas denúncias do Disque-Denúncia.

Esse gráfico, entretanto, só cobre os dados até setembro de 2013. Vem crescendo o número de reportagens nos jornais que mencionam a ocorrência de tiroteios em áreas pacificadas. Os dados dos últimos meses ainda não foram incorporados e podem alterar esse gráfico. Por isso, em breve retomarei o assunto.

O número de prisões aumentou fortemente na cidade do Rio

O Gráfico 2 mostra a evolução do número de ocorrências relacionadas a prisões. Embora tenha ficado no imaginário popular a imagem de mais de cem traficantes fugindo durante a ocupação do Alemão, os dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) indicam um forte aumento no número de prisões na cidade.

Não é claro, entretanto, em que medida esse aumento de prisões é decorrente da política de pacificação. Se a maior parte das prisões estivesse ocorrendo nas áreas pacificadas, os dados deveriam indicar um maior número de prisões nas delegacias que cobrem áreas pacificadas do que nas delegacias não afetadas por UPPs. Claudio Ferraz e Bruno Vaz fazem essa análise no estudo “Os Efeitos da Pacificação sobre o Crime, a Violência e a Atividade Policial” e não encontram evidência de que delegacias em áreas de UPP têm prendido mais gente.

Mas, na minha opinião, não é óbvio que as prisões deveriam ocorrer nas áreas pacificadas. Como muitos traficantes fogem das áreas pacificadas mesmo antes da ocupação, é natural que suas prisões ocorram em outros locais do município ou do estado. Infelizmente, os dados do ISP não indicam se as prisões estão relacionadas ao tráfico de drogas, o que nos ajudaria a identificar a relação das prisões com as UPPs. De qualquer forma, o Gráfico 2  apresenta evidência clara de que a polícia não está deixando de prender criminosos.

Gráfico 2 – Número de ocorrências de prisões por 100 mil habitantes.

G5.J

Fonte: Elaboração própria com base nas denúncias do Disque-Denúncia.


[2] A análise não inclui as UPPs do Morro Camarista Méier, do Complexo do Lins e da Mangueirinha porque esses locais foram ocupados após outubro de 2013 e a análise vai até fim de agosto de 2013.


02 May 11:25

10 Unusual Buys from the Depot that Rescues City Relics destined for Demolition

by MessyNessy

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Awesome places get demolished and modernised whether we like it or not. But have you ever wondered where some of their contents end up? In New York City, before the wrecking ball hits, a Harlem-based company called The Demolition Depot makes it their business to go in and salvage the irreplaceable pieces of a building’s architectural heritage. They’ll rescue anything from entire panelled rooms or staircases  to antique door knobs or coat hooks that will sell for $5.

Showroom images (c) Cia B

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It’s one of the most extensive architectural reclamation operations in the world, housing pieces of the Brooklyn Bridge, the Plaza Hotel and the Vanderbilt estates. Evan Blum is the owner of this curious wonderland and over the years has secured the salvage rights to some of the most iconic buildings undergoing renovation or destined for demolished. Since he began in the business in the 1960s, Evan has gone through so many historic houses and buildings, stripping out everything of value with a sharp eye, his showroom on East 125th street has accumulated millions of dollars worth of American architectural heritage.

Showroom images (c) Cia B

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Whether you’re interested in finding a personal vintage mirror for your bathroom, an eccentric front gate for the vacation home or an entire antique bar to use as a prop on your prohibition-era movie set, the Demolition Depot is the place to find it. I went through their inventory and picked out the most unusual things for sale…

 

1. Entire Restaurants & Bars

maxims

This is the old Maxim’s restaurant in the Carlton House Hotel, NYC. The Art Nouveau style restaurant, bar and lounge designed by world famous French fashion designer Pierre Cardin has found a temporary home at the Demolition Depot, but wouldn’t such beauty deserve to shine like her big sister Maxim’s in Paris, France?! More info here.

bar2

(Left), vintage bar with subway tiling, info here; (right); the historic and famous bar from McFeeley’s on 23rd St and 10th Ave in Manhattan. Circa 1890, info here.

 

2. Phone Booths

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Picture far left are three joined mid 20th century cast iron British call boxes which came from the Telephone Bar in East Village, which closed down, info here. The wooden telephone box on the right is for rental only, info here.

 

3. Stained Glass Ceilings

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Stained glass dome, restoration included in the price (upon application) info here.

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This last quarter 19th century stained glass ceiling dome came from a hotel in Southern Illinois, info here.

 

4. A Vintage Shoe Shop

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Comes complete with fitting booth and display cases, info here.

 

5. Elevators

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Ornate c. 1900 elevator cabs that can be converted into telephone booths or unusual changing rooms for a clothing store. Call buttons and various fixtures are also for sale. More info here.

 

6. Commercial Signs & Clocks

 Screen Shot 2014-03-18 at 15.52.15

Browse signs here.

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Browse clocks here.

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7. A Vintage Refrigerator

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A late 19th century oak and glass refrigerator cabinet case plucked from the ill-fated Ben Benson’s Steak House, NYC. Vintage. Browse all refrigerators here.

 

8. Doors, doors and more doors

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Including a bronze Art Deco revolving door salvaged from the Brooklyn Bank (pictured above right) with exquisitely ornamented cast iron surround, pediment and integral clock. Browse all doors here.

 

 9. A 1939 New York World’s Fair Ticket Booth

ticketbooth

A collectible from one of the most important World’s Fairs. The iconic trylon and perisphere are depicted on either side, info here.

 

 

10. A Boat bar

boatbar

Yep, a bar that’s a boat, complete with portholes and cabin for bottles, plucked from a cabana in Greenwich, CT.

And here’s one more bizarre buy for thought…

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An outsider art birdcage, details here.

Discover The Demolition Depot on 216 East 125th Street, NYC, open Monday to Saturday.

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17 Apr 21:27

03/19/14 PHD comic: 'Cosmic Inflation Explained'

Piled Higher & Deeper by Jorge Cham
www.phdcomics.com
Click on the title below to read the comic
title: "Cosmic Inflation Explained" - originally published 3/19/2014

For the latest news in PHD Comics, CLICK HERE!

10 Apr 16:07

pink-hime: when music continues to play after i closed the tab

by thehilariousblog

pink-hime:

when music continues to play after i closed the tab

image

10 Apr 16:06

a response to zen pencils

by kris

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this is not to say haters, as they are traditionally defined, don’t exist! there is energy and action in hate, there is a sense of power. i know people who hate things because it’s fun to hate them. i’ve also indulged in this. there are people who live to be cruel, because they are powerless in every other area of their life.

but the other side of the coin is to disregard all negativity as hate. and i have always thought negativity was allowed to be part of the conversation — depending on how it’s expressed. this is why i love parody and satire. good satire destroys its target from within — and the only way it got inside is because its originator loved the thing they took apart. it demands self-reflection, which is always useful. no one is immune to it. and something stronger and more bulletproof can emerge.

it’s too easy to discount detractors as haters, or just jealous. it is really, really hard to read negative comments. a single one can obliterate 100 positive ones. but amid the hate, maybe someone has a good point. you have to wade through it from time to time. it can keep you humble. 

24 Mar 21:08

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24 Mar 21:04

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24 Mar 16:24

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24 Mar 01:57

Curse Emporium

We never close! It's our curse!
24 Mar 01:20

Inadmissível

24 Mar 01:16

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22 Mar 22:09

lymeandcoconut: corwincub: Love this But this will make the...





















lymeandcoconut:

corwincub:

Love this

But this will make the aliens think we are an advanced and peaceful race when we’re really a bunch of shitheads.
22 Mar 22:08

f-l-e-u-r-d-e-l-y-s: installations by andy goldsworthy

20 Mar 21:40

March 20, 2014

20 Mar 21:39

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20 Mar 01:14

thedoppelganger: National Drama theatre in Vilnius, Lithuania

Adam Victor Brandizzi

Lindíssimas



thedoppelganger:

National Drama theatre in Vilnius, Lithuania

19 Mar 21:22

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19 Mar 01:07

meancutie: On an early morning shoot at the Waikupanaha ocean...



meancutie:

On an early morning shoot at the Waikupanaha ocean entry, lava from Kilauea volcano poured into the sea, creating a huge steam plume that rose with such velocity, it generated multiple vortices as it billowed upward into the sky. (x)

19 Mar 01:05

mirkand: Elsa by MirkAnd89 color version!



mirkand:

Elsa by MirkAnd89

color version!

18 Mar 16:32

heptagram: Johan Elzenga

17 Mar 21:11

Photo



16 Mar 23:10

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16 Mar 23:10

Crowdfunding de Talento

by ricardo coimbra
Clique na imagem para aumentar
16 Mar 23:10

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16 Mar 02:32

heptagram: Ysambre Fauntography



heptagram:

Ysambre Fauntography

15 Mar 17:31

Procrastination is SO Tempting

Procrastination is SO Tempting

Submitted by: Unknown

15 Mar 17:30

heptagram: Esmé Fransen

14 Mar 23:42

Photo



14 Mar 22:01

Ancient Stars

Adam Victor Brandizzi

O surpreendente é o alt text.

'The light from those millions of stars you see is probably many thousands of years old' is a rare example of laypeople substantially OVERestimating astronomical numbers.