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Engineering vs. Management
What happens when the unemployed retire?
They become much happier, or so it seems in a new paper by hetschko, Knabe, and Schoeb, “Changing Identity: Retiring from Unemployment.” (Ungated versions here.)
Catherine Rampell reports on the research here. Part of her summary is this:
The paper is based on German survey data and finds that self-reported “life-satisfaction” increases by around 0.3 points on a scale from 0 to 10 for people who transition from unemployment to retirement. That’s about twice the increase in happiness that newlyweds experience. The average person who transitions from employment to retirement, on the other hand, does not experience a bump in life satisfaction.
And:
Rather ironically, it is hope that keeps people unhappy while unemployed…
Há esperança?
Passo pelos alunos e um deles pergunta ao outro:
- E aí, véi, caiu Esperança na prova de Estatística?
Por um nanossegundo, pela minha mente, passa a imagem de que jamais me ocorreria perguntar se caíram consoantes na prova de interpretação de textos na escola, mas tudo bem. Só que eu quase respondi ao incauto:
- Caiu a sua esperança, isto sim!
Arquivado em:Uncategorized Tagged: tico-e-teco-na-estatística
Super-heróis que os pesquisadores gostariam de ver
O melhor de todos os super-heróis seria o Bullshit Man. Mas eu tenho algumas sugestões que aliviariam o trabalho BS Man :
- Data trap Man: Ele aparece logo antes de você fazer uma besteira com os dados. Um instante antes de apertar Enter, ele surge e avisa "Ei, o IBGE mudou a classificação dessa atividade em 2004, não dá para usar em série de tempo". Ou, "Psiu, os dados dos estupros na Suécia são incomparáveis com os dados do restante do mundo.";
- Bug Killer Woman. Você está há meia hora lutando para encontrar um erro nas tuas linhas do R. Ela aparece e avisa "Tira esse attach!" e vai embora;
- Basic References Man. Um super-herói que joga um raio mágico que faz com que os debatedores aprendam instantaneamente a literatura básica sobre o tema .(O poder do Woody Allen em Annie Hall já seriam um exagero).
Job Automation and the Minimum Wage Debate
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UK Bans Sending Books To Prisoners
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Researchers reconstruct facial images locked in a viewer's mind
Economia do híbrido já compensa preço maior em um ano e dois meses
Albener PessoaSo serve para quem mora em casa. Quero ver conseguir carregar o carro num predio como o meu. Ia ficar caro puxar um fio do meu padrao para a garagem.
Pouco mais de um ano atrás, um carro híbrido no Brasil precisava de 26 anos para pagar a diferença de valor em relação ao modelo movido apenas por gasolina. Agora, com os custos de produção menores, os veículos dessa categoria já são mais baratos e proporcionam retorno do investimento em tempo menor.
O cálculo da Jato Dynamics leva em consideração uma comparação com um modelo próximo em preço e da mesma marca ou grupo. No caso do Lexus CT 200h, o equivalente é o nipônico Toyota Camry. O híbrido custa R$ 157.000, sendo R$ 6.400 mais caro que o sedã com motor V6 3.5.
A economia com gasolina durante um ano é de R$ 2.799,54. O proprietário terá que rodar 23.000 km para cobrir o valor pago a mais pelo hatch de luxo. Isso representa quase um ano e dois meses de uso para que haja retorno do investimento adicional.
No caso do Fusion Hybrid (R$ 127.990) em comparação com a versão Titanium (R$ 105.990), a diferença de R$ 22.000 será compensada apenas depois de 121.000 km rodados e 8,06 anos. A economia de gasolina em um ano é de R$ 1.820,11, sempre com base no preço médio do combustível à nível nacional no dia 21 de março: R$ 2,848.
Por fim, o mais vendido dos três, o Toyota Prius. O híbrido mais vendido do mundo custa R$ 120.830 e tem no Novo Corolla 2.0 Altis seu equivalente mais próximo, custando R$ 92.900. O comprador do modelo ecológico precisará rodar 130.000 km em 8,6 anos para compensar a diferença de R$ 27.930. A economia de gasolina durante um ano é de R$ 2.141,54. Ou seja, o Lexus CT200h é o mais eficiente nesse aspecto.
No caso do Prius, o valor investido a mais só deverá ser compensado mesmo pelos taxistas de SP e RJ, pois de modo geral, o comprador de híbridos para uso pessoal tem alto poder aquisitivo, além do desejo de unir sua imagem à de sustentabilidade ambiental e prefere utilizar um veículo com maior nível tecnológico embarcado.
Em rápida pesquisa na internet, encontramos anúncios do Toyota Prius com preços bem abaixo do sugerido pela tabela, começando a partir de R$ 99.190 em concessionária. Ou seja, um valor pouco maior que o pedido pelo Novo Corolla Altis, que serviu de comparativo para a pesquisa da Jato Dynamics. O Ford Fusion Hybrid pode ser encontrado a partir de R$ 119.200, mas o Lexus CT200h só é vendido pela tabela e no único concessionário da marca, localizado em São Paulo.
[Fonte: Exame/Jato Dynamics]
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