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Sunday May 26, 2013

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28 May 13:59

Tecnologia Star Trek do Dia: NASA testará impressoras 3D na Estação Espacial

by Carlos Cardoso

Star_Trek_Replicator

Em Star Trek (ao menos nas séries passadas no século XXIV) uma tecnologia pervasiva é a de replicadores. Usando os mesmos princípios dos teletransportes, eles servem para produzir alimentos, objetos e substâncias químicas, baseados em padrões armazenados nos computadores e usando energia dos reatores de matéria-antimatéria.

Em teoria (comprovada, E=MC²) a quantidade de energia para produzir uma xícara de chá (Earl Grey, quente) é imensa. Por outro lado, é a mesma energia contida em uma xícara de chá, assim bastaria aniquilar ½ xícara de matéria com meia xícara de antimatéria, canalizar pro replicador, e teríamos nosso chá.

Outro uso dos replicadores é a produção de peças de reposição. Ao invés de um almoxarifado cheio de peças que ninguém sabe quando vai precisar, eles produzem a peça sob demanda. Isso economiza enormes quantidades de espaço e energia, pois você não precisa carregar o peso das peças desnecessárias.

Isso tudo parece ficção científica, mas vai deixar de ser, em agosto de 2014. Nessa data a NASA irá levar para a Estação Espacial Internacional uma impressora 3D, projetada para funcionar em gravidade zero.

Não vão ficar imprimindo bonequinhos ou armas espaciais 3D, o uso será bem mais prático. Segundo a NASA pelo menos 30% dos componentes da Estação Espacial podem ser substituídos por versões impressas em 3D. Isso significa que ao invés de levar uma tonelada de peças de reposição, podem levar 20 kg de plástico-matriz (inventei agora, não estou com saco de achar o nome certo) e, CASO seja necessário imprimir as peças.

Essa tecnologia é essencial para qualquer missão espacial de maior duração. Uma viagem a Marte não é mais concebível sem um equipamento capaz de imprimir as milhares de pequenas peças que compõe as partes não-essenciais de uma nave espacial.

Claro, é fato que mesmo assim eles vão imprimir uma Enterprise miniatura quando ninguém estiver olhando.

Fonte: NBC News.



28 May 13:59

Simples assim: Google não vai mais pagar desenvolvedores Argentinos do Android. E nem são os vilões

by Carlos Cardoso

chuuuuuuuuuuupaaaaaaa

Houve uma época em que o Google cortou um dobrado pra pagar os blogs que usavam o AdSense. O Brasil, pobre mas orgulhoso fazia de tudo para impedir que entrasse dinheiro de fora, provavelmente temos dólares demais.

Regra em cima de regra, chegou a um ponto em que o AdSense pagava em cheque, entregue via courrier internacional. Um cheque de US$ 100,00 custava uns US$ 30,00 para ser entregue. Com o tempo alguém de Brasília se tocou que dinheiro é bom para o país, e afrouxaram as regras.

A Argentina vai pelo mesmo caminho. Para deter a fuga de capital impôs toneladas de exigências burocráticas para movimentação de moeda estrangeira no país, o que é eficaz para impedir a saída mas inviabiliza a entrada de dinheiro.

O Google tentou, mas acabou pedindo a toalha. Em um email para os desenvolvedores do Google Play avisaram que a partir de 27 de junho não aceitarão mais de desenvolvedores argentinos aplicações pagas, ou com vendas in-app, e todas as que não se enquadrarem serão removidas da lojinha.

Dia 27 de julho será feito o último pagamento.

A solução dada pelo Google é que o desenvolvedor argentino crie um perfil novo, vá para um país onde o Google Wallet funcione e crie uma conta por lá. Um dos países sugeridos é o Brasil.

Longe de mim me solidarizar, mas chego a ficar com pena dos hermanos. Se o BRASIL é uma alternativa a pesadelos burocráticos kafkianos bancários, a coisa lá deve estar preta.

Fonte: Celularis.



28 May 13:58

REX-WIFISD1-BK– O nome não ajuda mas é um ótimo gadget de viagem

by Carlos Cardoso

ratoc

Gostamos de acreditar que em nosso maravilhoso futuro mobile andamos serelepes feito um Spock exageradamente gay examinando o universo com o smartphone, filmando com o tablet e tudo se integrando maravilhosamente bem. Na prática somos vampiros de energia, passamos o tempo todo olhando preocupados indicadores de bateria e caçando tomadas.

Nossas mochilas de viagem são cheias de carregadores, cabos, adaptadores, teclados, etc. Levamos mais peso em acessórios do que em gadgets. Por isso o REX-WIFISD10BK é uma adição bem-vinda.

Com 118mm x 79mm x 14mm e 120g ele é minúsculo, mas cumpre bem suas várias funções. Ele acumula uma bateria de 3000mAh que alimenta seus sistemas internos E pode ser usada para recarregar um smartphone, tem um leitor de cartões SD, entrada para pendrive e/ou HD externo e uma conexão WIFI.

Ou seja: Ele pode carregar seu celular e/ou compartilhar seus arquivos via WIFI, com 9h de autonomia. Dado o preço e o tamanho dos cartões SD, é mão na roda para quem não viaja com notebook.

A maior vantagem desse brinquedo é a integração. São 3 aparelhos em um. Menos coisa pra você levar na mochila.

Agora é esperar chegar na DX.

O REX estará disponível em meados de Junho, a um preço estimado de US$77,00.

Fonte: TF



28 May 13:56

Franquia de internet móvel, a vilã da conectividade

by Zanfa

É pura matemática, você tem uma quantidade de 5 GB para usar como tráfego de dados, seja para upload como para download, e lhe fornecem uma velocidade média de 5 Mb/s, caso você baixe essa quantidade de dados de forma ininterrupta, sempre no máximo da velocidade fornecida, ela terminaria em 8.589 segundos, ou seja, 2 horas e 23 minutos. Caso você aumente essa velocidade para 10 Mb/s, o tempo de duração da franquia cai para 1 hora e 11 minutos. Lógico que sabemos que ao ofertar uma velocidade de conexão de 5 Mb/s isso não significa que você fará um download nessa velocidade, muito menos um upload, mas o cálculo é meramente ilustrativo.

Essa é a realidade do funcionamento da nossa conectividade móvel. A rede te dá a capacidade de atingir velocidades interessantes, ou no mínimo suficientes para uma navegação satisfatória no smartphone, tablet ou modem, porém por um período curto de tempo, enquanto durar a franquia. Depois disso, sua velocidade é drasticamente cortada, te deixando com saudades da conexão discada de outrora.

scream_franquia

As operadoras tiveram que modificar seus contratos e regulamentos para não ficar fora do que a ANATEL está pedindo. Até pouco tempo, a operadora poderia oferecer ao cliente uma velocidade X e entregar apenas 10% do prometido que ainda estava dentro da lei, hoje esse patamar já subiu para 20% e a agência promete que esse índice vai continuar subindo. O HSPA+, hoje fornecido pela Claro e pela Vivo no Brasil, era vendido como uma conexão que atinge o máximo que a banda 3G aguenta (cerca de 7 Mb/s), hoje, entretanto, a velocidade contratual foi estabelecida em míseros 1,5 Mb/s. Ou seja, é mais fácil diminuir o valor prometido no regulamento do plano do que fornecer a velocidade usada como argumento na hora da venda. Como ficam os clientes que já tem o plano e estão fidelizados na operadora? As multas astronômicas os obrigarão ficar no 3G+ capado, ou então serão orientados a migrar para o 4G, que tem hoje a velocidade contratual estipulada em 5 Mb/s, sim amigos, os mesmos 5 Mb/s que teoricamente o próprio HSPA+ aguentaria. O “3G convencional”, que sempre teve uma velocidade estipulada em 1 Mb/s, caiu também pela metade, 500 kb/s, isso mesmo, meio megabit por segundo.

Na prática as operadoras afirmam que a velocidade contratual é essa, mas a velocidade real será maior, ou seja, em média 1 Mb/s no 3G, 3 Mb/s no HSPA+ e 10 Mb/s no 4G. Mas caso você navegue sempre na velocidade contratual, você vai poder reclamar pra quem? Tava no contrato, ué, você não leu?

O que se torna contraditório é reclamar da velocidade e da franquia ao mesmo tempo. Entende-se que a franquia está bem aquém do adequado para um uso “folgado”, principalmente nos planos pré-pagos, controle ou mesmo os pós-pagos mais em conta. Porém, se a franquia se esgota muito rápido, significa que pelo menos você tem a velocidade necessária para trafegar esses dados. O grande problema é esse sentimento de que as operadoras estão dando só um “gostinho” do uso do 3G, quando você paga para usar a internet o mês inteiro.

Eu sou um privilegiado, meus amigos, trabalho em uma operadora de telefonia (que não está patrocinando meus posts, aliás, antes que venham me apedrejar) e como benefício recebo um chip com internet 3G realmente ilimitada, sério, sem franquia, sem redução de velocidade. Então me perdoem quando eu esqueço de mencionar essa bandida, vivo em outra realidade.

Para vocês terem uma ideia: em maio eu usei mais de 80 GB de tráfego de dados. Exagerei, é claro, baixei vários jogos no meu PS3 ligado no roteador do meu celular, instalei o uTorrent no meu Android e baixei temporadas inteiras de seriados e alguns filmes, minha filha fica literalmente horas assistindo desenhos e filmes no Netflix, fora minha contribuição na faculdade, onde deixo meu roteador ligado para a galera usar meu 3G, que acreditem ou não, é superior ao Wi-Fi fornecido pela instituição. Pego uma velocidade média de 3 Mb/s e, fora dos horários de pico, facilmente essa velocidade chega a 5/6 Mbit/seg.

Meu exemplo demonstra o potencial que o 3G tem. Poderíamos fazer muito com ele, mas somos amputados. A alegação é que se todos tivessem esse meu chip fantástico, a rede não aguentaria. É uma alegação válida quando observamos que em horários de pico de uso a velocidade geral cai, mesmo com muitos desses usuários já navegando com suas franquias estouradas. Talvez não temos uma estrutura suficiente para aguentar essa demanda, talvez as operadoras não queiram diminuir seu lucro investindo em uma estrutura que aguentaria, talvez elas ainda não entendam que o futuro é na internet e na mobilidade, talvez elas queiram ainda espremer os últimos centavos dessa maneira muito lucrativa que operam hoje. Não sei. Tudo que sei que fazem quatro anos que tenho esse meu chip maravilhoso e juro que uso menos do que 50 minutos de ligação por mês, seu perfil de uso de celular simplesmente muda.

Enquanto meu chip não virar um plano comercial com um valor atrativo, o que nos resta é nos adaptar. Quem tem um smartphone e usa seus recursos (não tem só pra dizer que tem) não pode ficar sem internet móvel, nem que seja EDGE, tem que estar conectado. Você pode tentar economizar sua franquia e fazer ela durar um pouco mais, seguem algumas dicas válidas:

  • Deixe o sincronismo automático de suas contas desligado, ou pelo menos peça que ele busque novas informações com um período de tempo mais longo entre as atualizações;
  • Baixe e atualize seus aplicativos sempre em uma rede sem fio, nem que você tenha que ir no shopping só para atualizar seus programas;
  • Só baixe anexos dos e-mails se eles forem realmente necessários e se você for usá-los no próprio smartphone;
  • Serviços de streaming são os fominhas de franquia, ou seja, tente maneirar no YouTube, Netflix, Spotify, TuneIn Rádio e afins;
  • No uso dos aplicativos de comunicação, priorize o texto, que pesa praticamente nada, enviar áudio ou vídeo consome muito da sua miada franquia.

Muitas pessoas são mais radicais e simplesmente desligam a internet 3G quando não estão utilizando, fazendo com que você fique offline. Essa prática com certeza economiza a franquia de dados e também a preciosa bateria do celular, mas transforma ele em um aparelho comum, pelo menos temporariamente. Tudo depende de suas prioridades e de suas necessidades.



28 May 13:52

Indústria do entretenimento quer legalizar malwares para combater a pirataria

by Ronaldo Gogoni

Nós, segundo a Comissão

A proposta é tão estapafúrdia que eu pensei estar lendo um roteiro do Monty Python, mas infelizmente não era o caso. A Comissão Contra o Roubo de Propriedade Intelectual Americana (ou IP Comission, para encurtar) apresentou ao governo um relatório de 84 páginas onde detalha potenciais medidas que podem ser tomadas contra os piratas. Uma delas – e a mais absurda, na minha opinião – seria legalizar o uso de malwares pelas empresas detentoras do conteúdo.

A proposta consiste no seguinte: malwares que seriam instalados silenciosamente nos PCs de “suspeitos de copiarem, hospedarem ou consumirem conteúdo protegido”, caso o programa identifique a infração os arquivos ou o próprio PC seriam “lacrados”, até que o infrator se entregue às autoridades.

Apesar do Congresso Americano ser um zoológico habitado por criaturas míopes e defensores da indústria de armas, eu duvido muito que uma proposta dessas passe. Para começar: como isso poderia funcionar? A proposta diz que o programa só seria instalado em máquinas de suspeitos, mas como esses “suspeitos” seriam identificados em primeiro lugar? Rastreariam os torrents? Eu não acredito que gastariam tempo e dinheiro em monitorar duas dúzias de gatos pingados, portanto o mais provável que as empresas querem é que o programa seja instalado em TODOS os computadores conectados à internet. Além do mais, bloquear o conteúdo é uma coisa, sequestrar o hardware do usuário é outra bem diferente, e é a mesma prática que criminosos costumam usar para extorquir dinheiro das pessoas (muito provavelmente é o mesmo tipo de programa que estão sugerindo usar).

O mais curioso nisso tudo é que mesmo o Japão, um país onde compartilhamento de conteúdo com copyright é crime passível de 10 anos de prisão ou multa de US$ 125 mil, não foi tão longe com uma ideia tão maluca. O máximo que fizeram foi anunciar que estavam considerando subir para a internet arquivos falsos como uma armadilha: por fora episódios de séries, mas na verdade aviso sobre a infração ser um crime severo.

Essa IP Comission é tão insana que em seus fundamentos está determinada a provar que a China é grande ladra de seu conteúdo. E olha que ela e os Estados Unidos são parceiros de negócios.

Fonte: TNW.

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28 May 13:43

Censura da Apple do Dia: Alvo: ComiXology

by Carlos Cardoso

theboysnaoleiaÉ compreensível a estratégia da Apple em manter a App Store e o iOS um ambiente “familiar”. Isso a torna a grande e maior opção entre pais preocupados, enquanto usuários mais safos sabem onde achar seu material moralmente questionável – na Internet -

Só que esse papel de guardiã da moralidade que a Apple assumiu a faz percorrer áreas nebulosas. Nem sempre é simples definir coisas como “nudez não pode”. Claro, conseguiram fazer com que a Playboy lançasse uma App sem mulher pelada, algo que só deixou de ser um absurdo nonsense quando a edição brasileira da revista repetiu o feito com uma edição recente (em banca!), sem nu frontal. A censura dos velhos tempos ficaria orgulhosa.

Quando a censura da Apple deixa de ser específica e cai no campo do conteúdo, a coisa complica. Uma coisa é barrar uma App dedicada a fotos de adolescentes orientais grávidas amputadas. Outra é vasculhar os arquivos e decidir qual conteúdo uma revista pode ou não exibir.

No caso da ComiXology, foi pior ainda. 56 títulos foram removidos sem a menor cerimônia, por ordem da Apple. As revistas lidavam com temas como sexo (homo ou careta), satanismo, violência e tudo mais que gera uma boa história em quadrinhos. Entre os títulos limados temos ,No Straight Lines Chicken Soup for Satan, Angry Youth Comics, Black Kiss, e Omaha the Cat Dancer.

 

anjinosamaelNem o auge da histeria do Sedução do Inocente, livro do canalha Fredric Wertham que basicamente criminalizou as histórias em quadrinhos nos Anos 50 a perseguição foi tão grande. As editoras não eram proibidas de vender gibis que não preenchessem os requisitos do Comic Book Code, apenas a maioria das lojas não distribuíam. Hoje, nem isso.

Se a Apple impede a venda de gibis por discordar de seu conteúdo, o que a impede de bloquear a venda de livros na Amazon ou em outras Apps do iOS? E por quê parar em conteúdo ficcional? Pode chegar o dia em que Apps de notícias sofram o mesmo tipo de restrição. A 500px, App do site do mesmo nome foi censurada no começo do ano por conter nudez artística (ou seja: chata) e só voltou depois que tornou chata e complicada a busca por material educativo dentro da App.

Por mais que aprecie a iniciativa da Apple em não transformar a App Store em um antro de escória e vilania, como todo projeto utópico ele começa bem-intencionado e termina em um pesadelo totalitarista.

Sem falar que se satanismo for motivo para banir gibis, é bom a Apple passar o rodo no Motoqueiro Fantasma, Spawn, Lucifer e Sandman…

Fonte: AP

PS: The Boys é a criação mais doente de Garth Ennis. Nem de longe é a história de Amor, Amizade e Busca por Deus que foi Preacher. Não recomendo a ninguém que tenha um pingo de decência na alma. O resto, vai adorar!

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27 May 18:35

Riddick – First Trailer

by jynnantonnyx
Albener Pessoa

Eu nao tava sabendo deste filme nao (tem que clicar para abrir)

I have to say, this new Riddick movie looks a whole lot like a remake of Pitch Black. Any word on how much this will tie into the Riddick Trilogy?
27 May 18:30

A Implosão da Argentina

by SELVA BRASILIS
Albener Pessoa

O cara eh preconceituoso nos comentarios, esta eh uma das ressalvas que eu tenho com este blog, mas a Argentina esta no brejo mesmo

A Argentina é como o Brasil. A Argentina está condenada a aturar e conviver com os argentinos, assim como a danação do Brasil são os brasileiros. Uma das características marcantes dos argentinos é o seu ódio profundo ao bom senso e a teoria econômica básica e elementar. O que os Kirchners estão fazendo com sua agropecuária é nitidamente um crime de lesa patria, um tiro no pé: A Argentina é historicamente conhecida como importante produtor de carne bovina, pela qualidade de seu produto e, sobretudo, pela condição de ser um dos principais fornecedores mundiais. Cada vez mais, porém, o estrangeiro que quiser provar a qualidade desse produto terá de fazê-lo em território argentino. A carne foi o primeiro produto a entrar na lista baixada pelo governo Kirchner (o presidente era Néstor, morto em 2010) de itens que teriam sua exportação controlada, sob o argumento de que era necessário "garantir a oferta doméstica e preços acessíveis". Disso surgiram duas consequências. A carne tornou-se um dos alimentos básicos mais caros da dieta dos argentinos. E a Argentina, que chegou a ser o terceiro maior exportador de carne do mundo, hoje está na 11.ª posição e exporta menos do que o Uruguai e o Paraguai (o Brasil é o segundo maior exportador, atrás da Austrália). Em 2005, a Argentina exportou 771 mil toneladas de carne; em 2012, apenas 183 mil toneladas. As vendas externas do produto são taxadas com um imposto adicional de 15%, chamado de retenção. Além disso, os frigoríficos dispõem de cotas de exportação rigidamente fixadas por Moreno e seu fornecimento para o mercado doméstico está sujeito a tabelamento. Como resultado, os pecuaristas passaram a se dedicar a outras atividades, como a produção de soja, cuja exportação está sujeita a uma retenção maior (35%), mas não depende de cotas. O rebanho, de 57 milhões de cabeças em 2007, se reduziu para 48 milhões em 2010.
27 May 18:19

Daily strip 27. May 2013

27 May 16:30

Assorted links

by Tyler Cowen
27 May 16:16

The lobbyists themselves state the “Tullock paradox”

by Tyler Cowen

According to statistics United Republic assembled, the prescription drug industry spent $116 million lobbying for legislation to prevent Medicare from bargaining down drug prices — legislation that enabled drug companies to make an additional $90 billion annually. That amounts to an extraordinary 77,500 percent return on investment. Oil companies, in turn, had a return on investment of 5,900 percent, and multinational companies, 22,000 percent….

For example, the Carmen Group, a Washington lobbying firm, boasted on its Web site that for every dollar it collected in fees, clients got $100 in benefits.

I enjoyed the ROI visual presented here.  Of course the Carmen Group needs to explain why it is not raising its prices and the companies need to explain why they do not spend more.  Presumably the rate of return on additional lobbying expenditure is relatively low.

One part of the Tullock puzzle of high upfront but low marginal returns to lobbying may be answered by the article:

I asked a prominent Democratic lobbyist with just over $3 million in annual billings — who requested anonymity to avoid alienating his clients — about the difference between trying to win legislation and trying to block it.

“It’s significantly easier to block and impede,” he said.

Once you have blocked, you have blocked, and “more blocked” doesn’t necessarily make you better off, so you can end up at a discontinuity point.  This also may explain why the forces seeking to push new laws do not spend more.  Spending more, to try to get your way, may induce more offsetting investment from the “blockers,” who have access to a cheaper technology, so to speak.  Still, if they have a fixed cost for getting the blocking activity up and running at all, you may spend some small amount in the first place, enough to have influence but again with the knowledge that their blocking abilities put a discontinuity in the returns function.

The article, with much more useful information, is here, by Thomas Edsall.  Here are a few earlier MR posts on the Tullock paradox.

Addendum: Karl Smith comments.

27 May 16:15

Titling of Property

by Alex Tabarrok

The NYTimes has an excellent piece on Greece’s broken property system:

In this age of satellite imagery, digital records and the instantaneous exchange of information, most of Greece’s land transaction records are still handwritten in ledgers, logged in by last names. No lot numbers. No clarity on boundaries or zoning. No obvious way to tell whether two people, or 10, have registered ownership of the same property.

As Greece tries to claw its way out of an economic crisis of historic proportions, one that has left 60 percent of young people without jobs, many experts cite the lack of a proper land registry as one of the biggest impediments to progress. It scares off foreign investors; makes it hard for the state to privatize its assets, as it has promised to do in exchange for bailout money; and makes it virtually impossible to collect property taxes.

… less than 7 percent of the country has been properly mapped, officials say. Experts say that even the Balkan states, recovering from years of Communism and civil war, are far ahead of Greece when it comes to land registries attached to zoning maps — an approach developed by the Romans and in wide use in much of the developed world since the 1800s.

Here from our course on development economics at MRUniversity is our video which covers the theory and empirical research on titling from Peru to Palau:

27 May 16:14

Directive?

by Doug

Directive?

Another terminator movie I would like to see!

27 May 16:13

Comic for May 26, 2013

26 May 22:01

Weekend Diversion: Against Scientific Racism

by Ethan

“I prefer to be true to myself, even at the hazard of incurring the ridicule of others, rather than to be false, and to incur my own abhorrence.” -Frederick Douglass

I thought we were past this, I really did. Having grown up in New York, having lived in eight different states and traveled to 39 others — as well as maybe a dozen different countries — I truly thought there were a few things that were obvious. One of them, of course, is that you’ve got to give something a shot to know whether you like it or not. Hopefully, no matter who, where, or what you are, you’ll enjoy this upbeat song by Bob Schneider as much as I do, so have a listen to

Mudhouse.

Another, even more fundamentally simple and obvious one, is that people are individuals, and ought to be judged solely on their merits as individuals. You might be tempted to make generalizations about someone based on your preconceptions about their race, their gender, their country-of-origin, their sexual orientation, etc., but at the end of the day, each one of us is an individual.

And in no way — to me, at least — is that more obvious than when it comes to studying the Universe.

Image credit: Tanja Sund.

Image credit: Tanja Sund of http://astrotanja.com/.

Which brings up my point: do you think race, gender, or ancestry determines who can or cannot succeed in a given career?

If the answer isn’t a swift and immediate “of course not” for you, congratulations, you might be a scientific racist! I would’ve thought this had gone out of fashion after World War II, and I certainly didn’t think I’d encounter it ever in my lifetime. In a famous statement all the way back in 1950, UNESCO had the following to say:

The biological fact of race and the myth of ‘race’ should be distinguished. For all practical social purposes ‘race’ is not so much a biological phenomenon as a social myth. The myth of ‘race’ has created an enormous amount of human and social damage. In recent years, it has taken a heavy toll in human lives, and caused untold suffering.

And yet, here we are, studying things like gender-and-math-aptitude or IQ-and-race like these are actual sciences.

Image credit: Wikimedia commons user Quizkajer.

Image credit: Wikimedia commons user Quizkajer.

There are some of you out there who have no idea why this is offensive, why this isn’t science, and why this is racist.

Let me try to put this in perspective for you.

How do you feel when you see unequal treatment, based on race, in situations such as this?

Image credit: Alexandra Dal of http://alexandradal.tumblr.com/.

Image credit: Alexandra Dal of http://alexandradal.tumblr.com/.

Do I need to explain to you why this is offensive, why this is racist, or why this is grossly unfair treatment? Do I need to explain to you that the person on the left and the person on the right in each case deserve to be treated equally, regardless of what any test, statistic or study has said about outcomes?

Here’s why, for those of you who need the explanation: Every person in this world deserves to be treated with the dignity and respect that we, ourselves, would like to be treated with.

The idea that tests like an “IQ Test,” the “SATs” or the “GREs” are somehow indicators of what races or genders are better suited to certain types of careers are meritless, not borne out by evidence, and also incredibly offensive. And yet, you can apparently get a Ph.D. in this from Harvard.

Image credit: screenshot from Jon Wiener's blog at http://www.thenation.com/.

Image credit: screenshot from Jon Wiener’s blog at http://www.thenation.com/.

This. Is. Not. Okay.

People have been using studies like this to argue about genetic inferiority for centuries, contending that some races are genetically inferior, the female gender is inferior at math, and that this makes them ill-suited to careers that involve heavy amounts of math/science/detail-oriented work.

And yet, if you’ve ever gone to school or met a substantial number of human beings of any race, gender, or ancestry, that notion seems like utter lunacy. It’s as plain to me as it was to Charles Sumner nearly 200 years ago.

Image credit: Theoretical Particle Physics at SISSA, via http://www.sissa.it/tpp/.

Image credit: Theoretical Particle Physics at SISSA, via http://www.sissa.it/tpp/.

Everyone should be not only allowed but encouraged to pursue their interests and passions, and should be granted the opportunity to develop their skills and do their best. We have a terrible track record of denying women their deserved place in scientific history, and despite the incredible successes of women and people of color in all sorts of arenas of life, we still stereotype that somehow, white (and maybe asian, too) men are simply innately better-suited to becoming scientists.

After all, you’ve probably heard the story of Carl Sagan’s first encounter with science when he was a boy, when he received a toy robot:

But the most fascinating things about this, was a panel you could take off the side of it, and you could actually see inside, all the gears and all the workings inside. After that, I was hooked. I had to see how all these things worked. I was always in competition with my… brother, to find out who could be the smartest, who knows the most about how everything worked.

Except I lied to you. That’s not Carl Sagan’s story; it’s Vincent Rodgers’ story!

Image credit: University of Iowa, via http://siena.cs.uiowa.edu/~vrodgers/.

Image credit: University of Iowa, via http://siena.cs.uiowa.edu/~vrodgers/.

The idea that someone would be denied the opportunity to pursue their dream career for any reason other than their own individual merits is absolutely bigoted, and always wrong.

So this week, I was heartened to come across something simple and straightforward being done to fight this evil, but almost no one has heard about it. Let’s change that together; allow me to introduce to you Scholars Against Scientific Racism.

Image credit: Scholars Against Scientific Racism.

Image credit: Scholars Against Scientific Racism.

Rather than focus on the latest egregious offense in this vein, let’s focus on ending this garbage once and for all. There’s a simple google document (I tested it, there’s no malware or anything) that you can sign your name to to say that this line of thinking has no scientific merits when it comes to crafting public or social policy, and does not deserve to be studied as though it does. Let’s get the racism, sexism and bigotry out of science once and for all, and we can start by fighting against this garbage:

Dean Ellwood at Harvard Kennedy School takes the position that this dissertation is part of an academic debate. We are not against academic freedom. However, there is no academic debate on whether or not Hispanics as a group are less intelligent than native-born whites. There are debates on whether or not Hispanic is a pan-ethnic, ethnic, or racialized category. There are debates on how and whether or why we should measure intelligence. There are debates on the extent to which intelligence is a heritable trait. But, there are no debates on whether or not Latino immigrants have the intellectual caliber to be part of the United States. Those kinds of debates happen in nativist and white supremacist circles, which have no place in academia, which prizes arguments and debates based on valid constructs and scientific evidence.

It’s not science, and it’s not right. Let’s do our part to make sure that people are judged on their merits as people, nothing less and nothing more.

26 May 20:43

Anyone Want To Grab A Beer At Moe’s Tavern? We’ll Be Able To Soon Thanks To Universal Studios

by Glen Tickle

Springfield

Stop arguing over which Springfield you think The Simpsons is set in, because the answer is going to be Florida — sort of. Universal Studios is adding a Simpsons area to the park that will include a Krusty Burger, Lard Lad donuts, and even Taco Fresho run by Bumblebee Man. If you’re a parent dealing with dragging your kids around a theme park, stop by Moe’s Tavern for some Duff Beer that’s brewed just for the park. Let’s all say it together. Ready? On three. One. Two. Three: I want to go to there.

There will be a new ride called Kang & Kodos’ Twirl ‘n’ Hurl, which is harder to get excited about than grabbing a beer at Moe’s, but that might just because I’m an adult. Take a look at all the attractions of the new Springfield area of the park in this promotional video:

Mark Woodbury, President of Universal Creative said:

This will be a must-see experience for Simpsons fans all over the world. For the first time ever, they’re going to be able to enter a world that they’ve only seen on television – and we’re really excited to bring that world to life.

We’re pretty pumped about it too, Mr. Woodbury. The new attraction will open this summer, and if you need a few journalists to come down and covering the grand opening — we’re available.

(Universal Studios via The Verge, image via YouTube)

Relevant to your interests

26 May 17:54

May 24, 2013


Really been enjoying Junior Scientist Power Hour comics.
26 May 16:34

Maybe hugs are drugs.

by Jessica Hagy

"Oh, loneliness and cheeseburgers are a dangerous mix." —Matt Groening

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26 May 13:46

Aprenda a furar pneus de caminhões com um mestre

by Jesus Manero

O cara simplesmente resolveu se vingar do motorista do caminhão e foi furar o pneu com uma faca. Ou talvez ele tentou furar o pneu apenas por ser um ladrão querendo fazer o caminhão andar mais devagar para um futuro assalto. Ou ele pretendia apenas causar um prejuízo ao caminhoneiro.

Também existe a teoria de que ele é só um idiota inconsequente com cromossomos a mais. Aposto nessa ultima hipótese.

é a seleção natural mostrando a que veio

Aprenda a furar pneus de caminhões com um mestre

26 May 12:57

gaksdesigns: Batman: An illustrated evolution (1940-2012)

26 May 02:05

Med Students Unaware of Their Bias Against Obese Patients

by Soulskill
An anonymous reader sends news of a study which found that "two out of five medical students have an unconscious bias against obese people." The study, published in the Journal of Academic Medicine (abstract) examined med students from many different cultural and geographical backgrounds. "The researchers used a computer program called the Weight Implicit Association Test (IAT) to measures students’ unconscious preferences for 'fat' or 'thin' individuals. Students also answered a survey assessing their conscious weight-related preferences. The authors determined if the students were aware of their bias by seeing if their IAT results matched their stated preferences. Overall, 39 percent of medical students had a moderate to strong unconscious anti-fat bias as compared to 17 percent who had a moderate to strong anti-thin bias. Less than 25 percent of students were aware of their biases. 'Because anti-fat stigma is so prevalent and a significant barrier to the treatment of obesity, teaching medical students to recognize and mitigate this bias is crucial to improving the care for the two-thirds of American adults who are now overweight or obese,' Miller said. 'Medical schools should address weight bias as part of a comprehensive obesity curriculum.'"

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25 May 22:41

Assorted links

by Alex Tabarrok

1. Economic Rewards to Motivate Blood Donations, important summary of the evidence in Science.

2. Words that cannot be spoken: raw milk.

3. Econometrics by simulation blog.

4. EU to ban olive oil in dishes? Way to upset the Greeks even more.

5. How does copyright law work in space?

25 May 22:37

The forthcoming clustering of human capital

by Tyler Cowen

A radical change is taking place in the German job market: Today’s immigrants to Germany are better trained and have a higher level of education than native Germans, according to a study carried out by labor market researcher Herbert Brücker on behalf of the Bertelsmann Stiftung, a private think tank based in Gütersloh. Today, 43 percent of newly arriving immigrants between the ages of 15 and 65 have graduated from a university, a technical school or a graduate program, compared to only 26 percent of Germans without an immigration background.

The German public still largely believes that immigrants come primarily from low-skilled segments of the population, according to research done by the Nuremberg-based Institute for Employment Research (IAB).

Here is a bit more.

25 May 22:02

Outdoor cufflinks

by drew

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The manufacturer says these cufflinks are “great for the boater, camper, hiker, hunter or outdoor enthusiast.” Who the hell goes hiking in a dress shirt with cufflinks?

25 May 21:03

05.23.2013

Archive
Cyanide and Happiness, a daily webcomic
25 May 20:44

lapizsolarflare: imperfectwriting: norwegianblues: THE most...









lapizsolarflare:

imperfectwriting:

norwegianblues:

THE most underrated scene in the entire movie. It was perfect. And do you know how often I see gif sets of it? This is the second one I’ve seen since the movie came out (It’s been over 5 months, now).

So let’s just pause for a moment from reblogging gifs of Tony’s sass, Loki’s sex appeal, or Bruce’s fluffiness and just appreciate this nameless, old, German guy and how, even though he knew he would probably die, he stood up to a tyrant to prove that the human race wouldn’t give up their freedom so easily.

Friendly reminder that it’s implied that he’s a Holocaust survivor.

I’m not even kidding, this was my absolute FAVORITE scene in the movie. The fact that he stood and stayed standing and just… those exact words! An inspirational man… Loki doesn’t even know how right the guy is either.

always reblog.

25 May 19:14

May 21, 2013


Yup.
25 May 19:09

This gas station had this sign up at the bathrooms and B$M for...



This gas station had this sign up at the bathrooms and B$M for sale on their little movies rack. This gas station is me.