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29 Nov 22:43

Por que a gasolina tem aumentado tanto?

by Redação

posto-gasolina-bomba Por que a gasolina tem aumentado tanto?

O reajuste de 1,8% na gasolina autorizado pela Petrobras na última segunda-feira (27) de novembro fez com que o derivado de petróleo batesse recordes de preço. No Rio de Janeiro, terra desse escriba, não se acha mais gasolina em postos confiáveis e com bandeira por menos de R$ 4,39.

De acordo com o levantamento semanal da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) durante o período de 5 a 11 de novembro, o preço médio da gasolina comum em 3.097 postos foi de R$ 3,94, sendo o valor máximo encontrado de R$ 5,20.

Desde que a Petrobras adotou um novo mecanismo de preços e assustou muitos brasileiros, os valores dos combustíveis tem sofrido variações quase que diárias. Por isso, elaboramos uma checagem de fatos em torno das dúvidas mais comuns para esclarecer por que nossa gasolina é tão cara, mesmo com recordes de produção de petróleo.

O Brasil não é um dos maiores produtores de petróleo do mundo?

Sim, em meados deste ano o país era o décimo maior produtor de petróleo, à frente, pasmem, da Venezuela. Em setembro a produção atingiu 2.653 mil barris/dia. Mas petróleo cru não faz carro rodar: há uma diferença entre produzir petróleo e produzir derivados do óleo, que são os que efetivamente vão para os nossos tanques de carros.

PRODUÇÃO DE PETRÓLEO (MIL BARRIS/ DIA)

1. RÚSSIA 10551

2. ARÁBIA SAUDITA 10460

3. EUA 8874

4. IRAQUE 4451

5. IRÃ 4067

6.CHINA 3980

7. CANADÁ 3679

8. EMIRADOS ÁRABES UNIDOS 3067

9.KWAIT 2923

10. BRASIL 2515

11. VENEZUELA 2276

12. MÉXICO 2186

13. NIGÉRIA 1871

14. ANGOLA 1769

15 NORUEGA 1647

Fonte: EIA (ESCRITÓRIO DE INFORMAÇÃO ENERGÉTICA DOS EUA)

Seria o Brasil autossuficiente na produção de gasolina, como muito propagado? Não! o nosso parque de refino de petróleo não tem capacidade para atender a demanda pelos derivados e quase 66% do nosso óleo é considerado médio e pesado, o que dificulta e encarece ainda mais o refino.

Desta forma, o país é obrigado a importar combustíveis de outros países.

mercado-gasolina-brasil-1024x640 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Por que nosso parque de refino não é suficiente?

Pura e simplesmente pela falta de planejamento estratégico de longo prazo (políticos, vocês servem pra quê?). Durante 30 anos, o Brasil não construiu uma única refinaria! Depois de Henrique Lage em São Paulo em 1980, uma nova refinaria só foi surgir no país em 2009, a Clara Camarão do Rio Grande do Norte.

E ao mesmo tempo que o país não investia em refino, incentivava a produção e venda de veículos. A consequência foi uma maior demanda por combustíveis que se traduziu em uma maior necessidade por importações- que, obviamente, sofrem com a variação cambial.

refinarias-petrobras-1024x640 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Por que só agora os preços variam tanto?

A partir de junho deste ano uma nova política de preços foi adotada, permitindo reajustes diários para que o preço da gasolina esteja alinhado com o que se pratica no mercado internacional.

Por muitos anos, a Petrobras importou gasolina por um preço mais caro do que vendia no mercado interno, assumindo os prejuízos que chegaram a dezena de bilhões e contribuíram para enfraquecer ainda mais as atuais combalidas finanças da empresa. Some-se a isso os escândalos de corrupção na estatal, impostos estratosféricos featuring ICMS que varia de estado para estado( o Rio de Janeiro possui um dos litros de gasolina mais caros do Brasil muito por conta do ICMS) e temos um cenário de preços dentre os maiores do mundo.

E adivinha quem paga a conta de décadas de descaso, falta de investimento e corrupção?

Os principais fatores que formam o preço internacional e o petróleo tem subido, e de outubro a novembro saltou de US$ 50 para US$ 57, enquanto o real se desvalorizou de R$ 3,12 para quase R$ 3,30, encarecendo em reais o preço do combustível.

defasagem-gasolina-1024x768 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Ainda assim, os tributos são os maiores vilões, como sempre, e respondem a quase a metade do preço!

Uma simulação feita pelo preço de R$ 3,75, R$ 1,76 são para tributos. Se o país adotasse a mesma carga tributária dos Estados Unidos, o litro do combustível poderia ser vendido por apenas R$ 2,54, 32% mais barato, apenas se reduzindo os tributos.

precos-impostos-gasolina-1024x640 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Será que os preços vão continuar a subir?

Vai depender do comportamento do preço do petróleo e do dólar, ambos em tendência de alta. E você, como faz para minimizar o rombo no orçamento causado pelos constantes aumentos da gasolina? Coloca etanol? Deixa o carro na garagem? Foge pra Marte?

A impressão que fica é que tudo é desculpa para aumento: quando não é imposto, é dólar. Quando não é dólar, é Lava a Jato/ corrupção. Quando não é Lava a Jato/ corrupção é alta no preço do barril. Quando não é alta no preço do barril é inflação. Contudo, apesar de todos esses fatores citados, depois que o preço sobe, dificilmente volta aos patamares anteriores-como o pão francês!

E o salário, ó!

Fonte: R7

Por Gustavo Guedes

© Noticias Automotivas. A notícia Por que a gasolina tem aumentado tanto? é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

19 Nov 06:33

How to Make Friends

Zehortigoza

if someone figured it out let me know plz

No, wait, come back! I want to be friends at you!
16 Nov 20:51

Nightmare Email Feature

"...just got back and didn't see your message until just now. Sorry! -- TIME THIS MESSAGE SAT HALF-FINISHED IN DRAFTS FOLDER: 3 days, 2 hours, 45 minutes."
16 Nov 20:51

Temperature Preferences

There's a supposed Mark Twain quote, "The coldest winter I ever spent was a summer in San Francisco." It isn't really by Mark Twain, but I don't know who said it—I just know they've never been to McMurdo Station.
12 Nov 06:19

A guerra entre o Sci-Hub e os periódicos científicos continua

by Ronaldo Gogoni

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A guerra entre os periódicos científicos e Alexandra Elbakyan, a cazaque criadora do Sci-Hub está longe de terminar: meses após um júri de Nova Iorque impor uma pesada multa de US$ 15 milhões ao site, a Sociedade Americana de Química ganha novo processo e não só acrescentou mais US$ 4,8 milhões à conta, como ganhou poderes para exigir que o serviço seja atomizado da internet.

Elbakyan, claro já anunciou que não vai desistir tão fácil.

Vamos recapitular: o Sci-Hub é um serviço (ilegal, fato) que aniquila com a mesquinharia dos periódicos científicos protegidos por paywalls como os domínios do grupo Elsevier e da Springer-Nature. Você pega o link, joga no site e seu algoritmo vence o bloqueio, oferecendo a íntegra dos trabalhos acadêmicos para quem quiser ler sem ter que pagar.

Por que isso se tornou extremamente popular? Porque os periódicos são mesquinhos e gananciosos. Começando pelo fato de se apropriarem de conhecimento, algo que deveria ser de acesso livre tanto os cientistas que submetem seus trabalhos o fazem de graça, quanto os revisores que analisam as teses e pesquisas também o fazem sem remuneração. Uma vez aprovado, o artigo é bloqueado e liberado apenas através de pagamento, e contratos impedem que o pesquisador compartilhe a versão integral do texto em outros domínios ou diretamente, sob pena de processos.

A Elsevier chega a ser ainda mais mesquinha, pois ela COBRA do pesquisador para publicar seus artigos e os valores podem ser bem altos, dependendo do fator de impacto (isso também é levado em conta, pesquisas que podem gerar mais buzz e aumentar a visitação e consequentemente, gerar mais dinheiro têm prioridade; o caso da Profa. Dra. Suzana Herculano-Houzel, que picou a mula do Brasil com razão é emblemático e ilustra bem o método) e isso posto, o periódico lucra duas vezes. O fator é inclusive um dos principais motivos de por que os pesquisadores se sujeitam, ter seu trabalho na Science ou na Nature atrai muito mais atenção do que vê-lo na PLOS One, que apesar de ser gratuito já publicou muito lixo em sua história por funcionar no esquema “pagou, levou”.

Ah sim, uma vez publicado os periódicos não repassam nenhum tostão arrecadado com o artigo ao pesquisador, instituto, governo ou seja quem foi que custeou a pesquisa. Eles simplesmente ficaram ricos às custas do trabalho alheio.

Alexandra Elbakyan, criadora do Sci-hub

O que nos leva ao Sci-Hub e outras iniciativas similares de fomentar o Acesso Aberto. O site de Elbakyan, criado em 2011 apenas para atender as necessidades dos pesquisadores de sua área se tornou uma sensação em pouco tempo e desnecessário dizer, despertou a ira de periódicos e instituições que fazem dinheiro com o esquema de paywall. Processos atrás de processos fizeram com que o site pulasse de domínio em domínio e embora hoje esteja num endereço estável, isso pode não durar por muito tempo graças ao julgamento mais recente.

Uma corte do estado da Virginia, nos Estados Unidos deu ganho de causa à Sociedade Americana de Química, não só aplicando uma nova multa de US$ 4,8 milhões como dando poderes ao instituto para que ele exija que motores de busca como o Google, serviços de hospedagem e operadoras deixem de indexar o site ou mesmo o hospedem, pulverizando o Sci-Hub de vez e de forma global.

O caso é irônico principalmente porque contraria uma decisão recente tomada nos Estados Unidos, em que a Suprema Corte Canadense não poderia exigir que o Google removesse resultados da Equustek em todos os seus motores de busca por que isso “afetaria a liberdade de expressão”. Agora, como o órgão reclamante é um americano a conversa é outra e a mesma ordem deve ser cumprida. Curioso, para dizer o mínimo.

Elbakyan, que foi julgada à revelia não respondeu imediatamente para comentar o caso mas é evidente que ela não vai pagar as multas, bem como continuará resistindo para que o Sci-Hub continue no ar. Diversas organizações que defendem a liberdade de expressão também condenaram a decisão que deu poderes de censor global à Sociedade Americana de Química, enquanto o Google até o momento não se pronunciou sobre se vai ou não apagar o site de seus resultados.

De qualquer forma, esse arranca-rabo ainda está longe de terminar e se depender de Elbakyan, ela vai resistir até o último fôlego tal qual Aaron Swartz, a quem considera sua inspiração e mentor.

Fonte: Ars Technica.

Leia:

Ouça:

  • SciCast 104 sobre Acesso Aberto e o inferno do paywall;

Assista:

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12 Nov 05:43

Russos vão ressuscitar o Monstro do Mar Cáspio

by Carlos Cardoso

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Efeito-Solo é mais uma daquelas preocupações dos projetistas de aviões. Basicamente é um aumento de sustentação causado pelo… solo. Quando um avião está muito próximo ao chão o ar entre a asa e o chão forma uma zona de alta pressão, pois não tem tempo de se espalhar. Com isso cria-se um colchão de ar virtual que ergue o avião. Alguns metros acima do chão o efeito se dissipa, mas pode ser perigoso se o piloto achar que já está em velocidade de vôo.

Por volta de 1920 já se imaginava como aproveitar esse efeito para construção de aeronaves, mas só nos anos 60 começaram a sair do papel os grandes projetos, principalmente os de  Rostislav Alexeyev, um russo que é o pai dos… ecranoplanos, como são chamados esses veículos de efeito-solo.

Tecnicamente não são aviões, são uma espécie de hovercraft que precisa de movimento horizontal pra funcionar. Ah sim, também é bom ter uma superfície plana, por isso seu uso principal para os soviéticos foi para a frota do Mar Cáspio, que tem menos ondas que oceanos de verdade.

A tecnologia atingiu seu auge com o Monstro do Mar Cáspio, um… err… monstro de 92 metros de comprimento, 544 toneladas (um 747 carregado ao máximo pesa 333 toneladas) e capaz de voar a 740 km/h, 20 metros acima das ondas.


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Os russos construíram várias versões, inclusive a da foto de abertura, lançadora de mísseis e a coisa mais Kerbal que você vai ver no mundo real. Eles simplesmente saíam adicionando motores e pontos de reforço.

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Vários modelos foram usados pela Marinha Soviética, mas eventualmente foram aposentados. Além de muito caros, eram muito complicados de pilotar. Eventualmente russos se associaram a americanos e transformados em veículos experimentais para lazer.

Um dos poucos países que mantém ecranoplanos como veículos militares é o Irã, que possui uma frota para — dizem — patrulha e reconhecimento.

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Agora os russos anunciaram que vão ressuscitar os Ecranoplanos. Com vôo inaugural planejado para 2022 ou 2023, o novo veículo terá 600 toneladas e 92 metros, cumprirá funções de resgate e transporte de mantimentos para as bases que a Rússia está construindo no Ártico.

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Como um bicho desses tem uma assinatura acústica e de radar equivalente à de um país de porte médio, não é exatamente útil como arma de guerra, mas mesmo que os russos o usem somente como transporte, já é algo bem legal, ecranoplanos lembram um tempo em que tudo era possível, há um ar retrofuturista neles que os torna uma visão instigante.

Fonte: The Drive.

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12 Nov 05:24

Super Nt, o SNES que rodará em Full HD e sem emulação

by Dori Prata

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Mesmo com milhares de pessoas já aproveitando seus SNES Classics para reviver vários clássicos que marcaram o console da Nintendo, a impossibilidade de utilizar cartuchos nele sempre foi um ponto criticado, assim como o fato do aparelho recorrer a emulação para executar os títulos.

Para os mais exigentes, algo como o mini Super Nintendo lançado recentemente é quase uma afronta e foi pensando nestas pessoas que a Analogue anunciou seu próximo produto, o Super Nt. Conhecida por oferecer uma das melhores experiências quando o assunto são consoles antigos, eles prometem repetir a dose com este aparelho.

Disponível em quatro cores — uma imitando o SNES americano, outra o japonês, uma terceira em preto e a última transparente — a previsão é para que o Super Nt seja lançado em fevereiro de 2018 e o seu grande destaque é o fato dele não rodar os jogos através de software e sim hardware. Isso será possível graças a utilização do FPGA Altera Cyclone V, que pode ser descrito como um circuito integrado programável capaz de imitar o funcionamento de outros dispositivos.

A coisa sobre o FPGA é que ele replica o hardware num nível muito baixo,explicou Kevin “Kevtris” Horton, uma das principais mentes por traz da Analogue. “Não é emulação por si só; não há códigos rodando. O que ele faz, é como um chip que você pode programar para transformar em outro chip, programando-o para agir exatamente como um antigo Nintendo. É tão próximo de um console real da Nintendo que você pode rodar um jogo direto do cartucho.

Isso significa que qualquer jogo lançado para o Super Nintendo (ou Super Famicom) poderá ser utilizado neste videogame e de acordo com a fabricante, de maneira idêntica ao original, sendo que o usuário ainda poderá fazer ajustes ao modificar a programação do chip.

Conectado à TV por HDMI, o videogame conseguirá exibir imagens em 1080p e para a alegria dos puristas, eles permitirá que controles originais do SNES seja utilizados. Porém, também será vendido separadamente (US$ 39,99) uma réplica sem fio criada pela 8bitdo, outra empresa que costuma ser bastante elogiada pela qualidade dos seus produtos.

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Outro detalhe que deverá agradar algumas pessoas é uma entrada para cartões SD no Super Nt. Embora sirva para atualizações de firmware, é muito provável que um dia ela permita que ROMs sejam executadas no aparelho, assim como aconteceu com o seu antecessor, o Analogue Nt. Isso permitiu que ele rodasse jogos de vários outros aparelho, como Master System, Atari 7800 e Game Boy. Como os responsáveis pela fabricante afirmam que as pessoas podem fazer o que quiserem com seus aparelhos, o mesmo deverá acontecer com o Super Nt.

O grande problema aqui é o preço cobrado pelo novo produto da Analogue. Com sua pré-venda já disponível, será preciso gastar US$ 189,99 para garantirmos uma unidades, valor que certamente ficará bem mais alto quando o videogame chegar por aqui e for devidamente taxado pela nossa receita. Isso é uma pena, pois gostaria muito de poder comprar um deste. Porém, ficarei só na vontade mesmo.

Fonte: Engadget.

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10 Nov 00:11

Senha comprometedora 3

by André Farias

Vida de Suporte

Veja a primeira parte AQUI e a segunda AQUI!


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10 Nov 00:11

Senha comprometedora 2

by André Farias

Vida de Suporte

Sequência dessa tirinha AQUI e inspirada pelo comentário de Michael Jhonnes.


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10 Nov 00:11

Senha Comprometedora

by André Farias

Vida de Suporte

Senha forte!

Tira inspirada pelas histórias reais enviadas por Zeluiz e Mara do Vale


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23 Oct 20:38

Making Progress

I started off with countless problems. But now I know, thanks to COUNT(), that I have "#REF! ERROR: Circular dependency detected" problems.
21 Oct 05:33

For the first time, astronomers detect gravitational waves from two neutron stars colliding

by Loren Grush

Once again, scientists have detected gravitational waves — ripples in the fabric of space and time created by objects moving throughout the Universe. And this time, the celestial signal stems from a never-before-seen event: the merger of two neutron stars. In contrast to past observations of gravitational waves, the event was also detectable by regular light telescopes, giving scientists unprecedented insight into this cosmic collision.

a never-before-seen event

This is because all four previous wave detections have come from the mergers of black holes, which are events that don't emit light. But these waves were created from the violent collision of two distant neutron stars, the superdense leftovers of stars after they’ve collapsed....

Continue reading…

21 Oct 04:40

Desconfiança 2

by André Farias

Vida de Suporte

Continuação da tirinha de ontem.


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20 Oct 00:39

Gran Turismo Sport tem edição de colecionador com carro real

by Dori Prata

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Você pode até estar feliz da vida aí aproveitando o seu Gran Turismo Sport, mas algo me diz que não tanto quanto quem puder adquirir a versão de colecionador que o jogo recebeu em Taiwan. A vantagem no entanto é que você não precisou desembolsar US$ 46.600 para isso.

Sim, o valor que acabei de escrever não está errado e o principal motivo para esta versão do jogo custar tanto é a inclusão de um Mazda MX-5 no pacote — e não estamos falando de uma miniatura, mas do carro real! Além disso, quem comprar a edição ainda levará uma série de outros itens muito interessantes. São eles:

  • conjunto Thrustmaster T-GT;
  • assento de corrida Apiga AP1;
  • Sony Bravia 4K HDR de 65″;
  • PlayStation 4 Pro;
  • PlayStation VR;
  • 12 meses de PlayStation Plus;
  • cópia do Gran Turismo Sport.

O mais interessante é que se somarmos tudo o que o comprador levará, o valor ficará cerca de US$ 10 mil abaixo do cobrado por esta edição especial, o que nos leva a crer que o preço adicional será pela pintura especial que o carro receberá.

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Mas se você acha que os caras exageraram nesta edição, talvez não saiba que o Dying Light teve uma que custava £ 250 mil e trazia um abrigo contra zumbis ou que a Deep Silver foi ainda mais longe com a Super Dangerous Wad Wad Edition para o Saints Row IV, que por US$ 1 milhão trazia, entre outras coisas, um Toyota Prius e uma Lamborghini Gallardo.

A verdade é que esse tipo de pirotecnia serve apenas para chamar a atenção e desconfio até que no fim das contas ninguém é  maluco o suficiente para gastar tanto dinheiro num jogo (sim, eu sei que em pacotes como estes o game é o que menos importa).

E pensar que a única edição de colecionador que tive coragem de comprar é esta aqui do Assassin’s Creed IV, sendo que peguei numa promoção por apenas R$ 100.

Fonte: Destructoid.

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18 Oct 17:50

WPA2 vulnerability: just a small update

by CommitStrip

18 Oct 17:50

True Story – Syncing the wrong folder

by CommitStrip

Inspired by this amazing thread

17 Oct 23:39

Desconfiança

by André Farias

Vida de Suporte

A história do Renato foi enviada durante um bate-papo que rolou no grupo do Vida de Suporte no WhatsApp.


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14 Oct 00:39

O videoclipe mais legal que você vai ver hoje

by Carlos Cardoso

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The Academic é uma bandinha indie irlandesa, criada em 2013 e sem grandes recursos, mas com criatividade. Eles como todo mundo hoje em dia estão nas redes sociais, sites de música, etc, mas são meros usuários passivos, resolveram estudar as plataformas e usá-las de forma… artística. 

A brincadeira aqui é com o atraso nas transmissões ao vivo. Quem mora perto de estádios de futebol sabe como é isso. A TV local mostra o gol, o som da galera chega depois, e em mais alguns segundos, a TV por satélite mostra a jogada. Sim, não existe ao vivo ao vivo, sempre há um atraso.

Na internet esse atraso é imenso, há uma quantidade imensa de processamento, a desigualdade entre os links faz com que cada um comece a exibir os vídeos ao vivo em um momento diferente, e o próprio dispositivo influencia. Se seu celular for muito fraquinho, ele irá armazenar mais dados antes de começar a exibir o vídeo.

Esse tipo de atraso inviabiliza shows ao vivo com gente em locais diferentes, exceto em condições especiais e controladas. O que o pessoal do Academic fez foi transformar esse atraso em arte.

Eles criaram um feedback loop, filmando a própria transmissão ao vivo. Em seguida sincronizaram as intervenções. É algo digno do OK Go. A diferença é que o orçamento deles aqui foi zero, mostrando que dinheiro é bom mas se você for duro mas criativo, ainda assim consegue fazer coisas bem legais!


The Academic – Bear Claws (Live Looper Version)

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13 Oct 17:44

State Borders

A schism between the pro-panhandle and anti-panhandle factions eventually led to war, but both sides spent too much time working on their flag designs to actually do much fighting.
04 Oct 20:46

Project CARS 2 — Review

by Dori Prata

Eu adoro jogos de corrida e durante muito tempo gostei de me iludir achando que aqueles mais voltados para a simulação eram os meu preferidos. A paixão por este subgênero nasceu lá por 1998, quando joguei pela primeira vez o Gran Turismo e desde então experimentei várias franquias neste estilo.

Ter que saber qual o momento ideal para frear, buscar o traçado perfeito da pista e até fazer alguns ajustes no veículo entre uma prova e outra. Tudo isso me parecia ser a receita ideal para um jogo conseguir me agradar, mas aí tive a oportunidade de jogar o Project CARS 2 e caramba! Como eu estava enganado ao achar que sabia jogar games de simulação.

Após encarar o anterior sem muita dificuldade, achei que o pessoal da Slightly Mad Studios não faria uma mudança muito significativa nesta nova versão, mas bastou uma ou duas corridas para perceber que subestimei a capacidade do estúdio de aproximar sua franquia de uma experiência mais realista.

Com todas as assistências desligadas e jogando com um gamepad, o Project CARS 2 sem dúvida alguma será uma das experiências mais desafiadores que você terá em um jogo de corrida, principalmente se estiver jogando no PlayStation 4 ou Xbox One. A simples tentativa de não rodar após uma curva será algo que demoraremos bastante para dominar, fazendo com que os primeiros minutos (ou seriam horas?!) sejam um tanto desanimadores.

Exigindo total atenção durante as provas, o título nos ensina que uma corrida poderá ser perdida a qualquer momento, bastando cometer o menor erro para perdermos aquela posição pela qual tanto lutamos. Mas verdade seja dita: está justamente aí a principal qualidade do PC2, que é a sua capacidade (e até mesmo exigência) de imergirmos plenamente nas corridas para termos o mínimo de chance de sucesso.

Há quem diga até que o máximo do jogo só pode ser tirado caso o encaremos com um bom volante, algo que infelizmente ainda não consegui fazer. Porém, a verdade é que ao jogarmos com um controle é bom nos prepararmos para passar um bom tempo apenas tentando os ajustes de sensibilidade que o game oferece e mesmo assim, quando você se acostumar com um carro, praticamente recomeçara do zero ao migrar para outra categoria.

Por falar em ajustes, algo que me deixou bastante impressionado no Project CARS 2 é a quantidade de coisas que podemos alterar no jogo. Desde os auxílios de pilotagem até as configurações da corrida, praticamente tudo pode ser adaptado ao nosso gosto e o simples fato de tentar entender tudo o que está disponível nos menus já nos obrigará a perder vários minutos.

Experimente por exemplo configurar uma corrida para passar por até quatro variações climáticas e prepare-se para sofrer mais um pouco com a maneira como o carro se comportará numa pista molhada. Vale dizer que a recriação dos traçados é algo tá preciso que as poças d’água se acumulam justamente nas partes mais baixas e para a alegria dos mais exigentes, aqui a chuva não será algo meramente cosmético.

Percebi isso numa das primeiras provas que disputei na carreira, que começou sob um céu carregado e então, conforme a corrida prosseguia a chuva enfim começou cair e se num primeiro momento tudo correu como antes, não demorou para que grandes poças se formassem. Para minha surpresa, percebi que controlar o carro era muito difícil mesmo nas retas, com o veículo aquaplanando e tornando-se praticamente incontrolável. Por sorte eu havia aberto uma boa distância para o segundo colocado e mesmo com tanta dificuldade, esta foi uma das poucas provas que consegui sair vencedor.

Eu não ousarei dizer que este é a implementação de mudança climática mais realista já utilizado num jogo de corrida, mas posso afirmar com segurança que nunca vi nada igual. O estúdio chegou até a incluir um sistema que verifica as condições do tempo para uma determinada data e assim, se você quiser disputar uma corrida no Japão em dezembro e no dia escolhido havia previsão de neve, ela provavelmente cairá. Até mesmo o vento registrado num trecho da pista será reproduzido e embora eu não saiba dizer o quão precisa é esta simulação, não deixa de ser uma impressionante atenção aos detalhes.

Esta sequência também melhorou bastante quando se trata de conteúdo, já que agora além de termos mais de 180 carros divididos por diversas categorias, serão 60 pistas totalizando 130 layouts. Só achei uma pena termos tão poucas provas disputadas fora do estilo circuito, onde temos que ir de um ponto a um ponto b, além das corridas de rally serem do estilo rallycross.

Conseguindo entregar um nível de imersão absurdo, a sensação que o Project CARS 2 nos passa de estarmos realmente dentro de um carro a centenas de quilômetros por hora é impressionante e não me refiro apenas aos belos gráficos ou a simulação de física apurada, mas sim ao prazer de vencer uma corrida após vários minutos sofrendo e ao cuidado que precisaremos ter.

Eu ainda preciso de muito treino (e provavelmente um volante de ponta) para poder dizer que consegui me sentir a vontade no Project CARS 2. No entanto, devido a maneira realista como o jogo tenta nos colocar no meio de competitivas corridas, acho que talvez isso nunca acontecerá, mesmo porque ninguém conseguiria relaxar estando a mais de 200 km/h. Mas quer saber? É justamente aí que se encontra a principal qualidade da criação da Slightly Mad Studios.

E mesmo correndo o risco de despertar a ira nos fãs, começo a achar que quando se trata de jogos de corrida voltados para a simulação, os consoles acabam de ver uma troca no topo do pódio. No fim das contas essa talvez seja uma escolha muito pessoal, mas a verdade é que a partir de agora passarei a olhar de outra maneira para títulos como o Gran Turimos e Forza Motorsport. Além disso, se antes eu não ligava muito para jogar apenas com um controle, o Project CARS 2 tem até me feito pensar em investir na compra de um bom volante.

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03 Oct 19:35

Sabe aqueles cabos HDMI mágicos que prometem melhorar a imagem? Esse funciona.

by Carlos Cardoso

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Existem alguns produtos que a gente escuta falar, os alarmes já tocam. Em se tratando de cabos então, nem se fala. A quantidade de picaretas por metro quadrado é imensa, todos atrás do verde dinheirinho do maior grupo de otários do planeta, audiófilos, gente que compra cabos HDMI com proteção antivirus. ou um cabo ethernet de US$ 10 mil que promete melhorar a qualidade de áudio. No final um sujeito testou cabos de milhares de dólares versus cabides de arame e os audiófilos não conseguiram identificar diferença.

Por isso a idéia de um cabo HDMI que melhora a qualidade de imagem fez alarmes tocarem daqui até Naboo. Não há nada que você possa fazer em um cabo digital para melhorar a qualidade da imagem codificada, a não ser que crie um processador dedicado que trate o sinal, aprimore a imagem e o retransmita e… — foi exatamente isso que fizeram.

O mCable, da Marseille faz exatamente isso. Eles criaram um ASIC (application-specific integrated circuit) que usa upscaling, anti-aliasing e outras técnicas de melhoria de imagem. O truque é que o aparelho de origem precisa estar transmitindo um sinal para o cabo HDMI na resolução original do vídeo, ou próxima disso.

Na outra ponta além do HDMI há uma conexão USB para alimentar o chip que faz toda a mágica. Na área de games o resultado não fica nada a dever aos recursos de anti-aliasing das placas mais avançadas, com uma pequena diferença: o lag do cabo é abaixo de 1 ms, enquanto isso a sua GeForce está se esgoelando no MSAA 8×.

Eu sei, eu sei, é inconcebível que algo assim exista, cabos mágicos são coisa de picaretas. E de qualquer jeito esse custa uma fortuna, certo? Errado. US$ 119,00. Caro pra um cabo, mas não irreal. E ao contrário dos óleos de cobra que vendem por aí, o cabo não serve pra tudo. Eles tem uma versão para filmes e uma para games, que suporta até 1080p120 na ponta de entrada.

A maior prova de que o negócio funciona mesmo é a cara de bunda do Linus, do Linus Tech Tips, percebendo que pela primeira vez não vai poder detonar um produto claramente picareta.


Linus Tech Tips — This $150 HDMI Cable Boosts Image Quality.. WHAT??

Pois é, para tudo há uma primeira vez. Agora estou com medo de tentar baixar mais RAM pro meu PC, vai que funciona…

Fonte: Ars Technica.

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02 Oct 19:49

Self Driving

"Crowdsourced steering" doesn't sound quite as appealing as "self driving."
02 Oct 04:48

Elon Musk atualiza seus planos e acredite, VOCÊ irá ao espaço!

by Carlos Cardoso

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Hoje Elon Musk fez sua aguardada apresentação no Congresso Astronáutico Internacional em Adelaide, Austrália. Ele atualizou os planos da SpaceX para Marte. Basicamente os contadores chamaram Musk pra um canto, explicaram que colonizar um planeta custa muito caro, e ele precisa primeiro de dinheiro.

Isso provocou uma mudança de rumo. Primeiro, a SpaceX agora ama a Lua e está pronta para levar qualquer carga para lá, montar bases, trazer a pessoa amada em 3 dias, o cliente escolhe. A Lua é um mercado inexplorado bem mais viável a curto prazo.

Outra medida foi reduzir o tamanho do ITS, o Interplanetary Transport System, foguete que faria a viagem para Marte. Originalmente ele teria 13 m de diâmetro, 122 metros de altura e 42 motores. Ele foi compactado no BFR, Big Fucking Rocket, ou Falcon se sua avó perguntar o que é o F.

Seráo 106 metros de comprimento, 9 metros de diâmetro, 31 motores e capacidade de colocar 150 toneladas em órbita baixa. 100% reutilizável, e será reabastecido em órbita.

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Não se engane, mesmo menor o BFR ainda será o maior foguete do mundo, com mais área interna pressurizada que um Airbus A380.

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Em termos de capacidade ele levará 150 toneladas, mais do que o Saturno V, com 135 toneladas.

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Será preciso quatro vôos de reabastecimento até encher os tanques do BFR, e a própria manobra será a coisa mais antinatural que se fez no espaço:

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O sistema usará as mesmas conexões que a nave utiliza para se ligar ao primeiro estágio do BFR. Uma nave-tanque irá se posicionar e ambas encaixarão bundinha com bundinha. Depois que as ligações estiverem fixas e essa nova posição sexual for adicionada no Urban Dictionary, jatos de manobra acelerarão o conjunto na direção oposta da nave que receberá o combustível. A inércia fará a transferência, sem a necessidade de bombas.

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O BFR não tem aquele janelão da versão original, o pessoal da Engenharia deve ter dado um sacode nos designers. Mesmo as janelas do modelo novo me parecem exageradas, mas vai depender do perfil de pouso.

Musk sugeriu vários modelos, como os de lançamento de satélites, tanques, transporte de cargas e… passageiros.

Um BFR plenamente abastecido consegue ir até a Lua com 150 t de carga, pousar e voltar sem precisar produzir combustível no local. Em uma missão marciana será preciso construir geradores de oxigênio e metano, felizmente o solo e a atmosfera de Marte são excelentes para isso. Metano é CH4, oxigênio é, bem… O2. Como a maior parte do ar de Marte é CO2, e há água a rodo no solo, é pura questão de química básica.

A vantagem de usar combustível barato e ser totalmente reutilizável é que o BFR será barato, muito barato.

Foguetes hoje são uma aberração, um absurdo econômico. Um Saturno 5 é um transatlântico que leva 3 pessoas e afunda quando termina a viagem inaugural. Não dá pra ser lucrativo assim. Ou melhor, dá se você vender o foguete, mas nunca vai fomentar uma indústria real com esses preços.

Colocando foguetes em ordem de custo, o BFR, o maior de todos muda de posição:

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Um lançamento do Big Fucking Rocket custará menos de US$ 2 milhões. Isso é menos do que o Falcon 1, primeiro foguete da SpaceX, lá do longínquo ano de 2006, um foguetinho tão pequeno e humilde que é só alguns metros maior do que o VLS brasileiro. E existe. E voa.

Esse barateamento nos custos levou a SpaceX a pensar em outra forma de monetizar sua frota: vôos comerciais de passageiros.

Apesar de toda nossa tecnologia um vôo São Paulo — Tóquio pode durar entre 30 e 50 horas. A SpaceX está prometendo vôos parabólicos suborbitais que fariam o mesmo percurso em 40 minutos ou menos.


SpaceX — BFR | Earth to Earth

Musk disse que o preço será o mesmo de uma passagem cheia em classe econômica. Sinceramente eu duvido. Inicialmente ele tem custos de pesquisa e desenvolvimento a cobrir, e um mercado de viajantes que adorariam fazer NY — Hong Kong em 30 minutos, mesmo que saia bem caro.

Há quem diga que o Concorde tentou e não conseguiu criar um mercado de transporte rápido, mas três horas e meia para um vôo NY-Paris era conveniente mas não essencial. Alguém que espera 4 horas espera as 8 de um vôo convencional, onde você viajava com muito mais conforto.

Já meia-hora, aí estamos falando de algo completamente novo. É uma mudança de paradigma digna da introdução da aviação comercial. Travessias que levavam dias e dias por navio eram feitas em horas por aviões.

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Os detratores já estão em modo Full Retard, com os argumentos de sempre: é muito caro, nunca foi feito antes, não há mercado, etc, etc. É o pessoal que acha que nada pode ser feito pela primeira vez. Imagine se descobrirem que houve gente falando o mesmo até sobre algo trivial como trens.

Críticos diziam na Inglaterra Vitoriana que acima de determinada velocidade o ar seria sugado para fora dos trens e os passageiros morreriam. Outros afirmaram que o corpo das mulheres não estava preparado para o stress de um trem de alta velocidade, e acima de 50 milhas por hora a aceleração faria com que seus úteros fossem cuspidos para fora do corpo.

Quem está certo? O futuro dirá, e no nosso caso esse futuro já tem data:

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Isso mesmo! Elon Musk quer lançar dois BFRs para pousar em Marte em 2022, missões robóticas que verificarão recursos naturais, riscos e testarão o software de controle. Aí, se tudo der certo em 2024 serão quatro missões, duas de carga, duas tripuladas.

Agora o melhor: nada disso é vapor. Segundo Musk “o ferramental já foi encomendado”. Ou seja: todas as máquinas que constroem máquinas, equipamentos customizados caríssimos e individuais já estão sendo produzidos.

A SpaceX está apostando alto, e eu aposto com ela. Afinal, estamos falando do sujeito que construiu um programa espacial do zero, ouviu que nunca conseguiria pousar um foguete e de quebra ainda conseguiu transformar carros elétricos em algo descolado e arrojado.

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28 Sep 22:47

4 lições para desenvolvedores modernos de um programador de mainframes de 1970

by Augusto Campos
Para a maioria dos leitores atuais, falar de informática anterior aos anos 2.000 parece ser uma aula sobre pré-história; quem dirá sobre a computação da década de 1.970, quando os pais de uma grande parte deles também não eram nascidos.

Mas esse texto me chamou a atenção pelo fato de, apesar de os cenários serem tecnicamente diferentes, a situação para os desenvolvedores permanece quase a mesma e, portanto, as dicas são atuais.

Naquele tempo, a maior parte do poder de processamento estava nos famosos mainframes, que disponibilizavam recursos escassos - e caros - para seus usuários. Com isso, desenvolver programas extremamente eficientes e bem escritos estava longe de ser apenas uma opção. Hoje, apesar de todos os avanços tecnológicos, trocamos os mainframes pela nuvem e a forma de cobrança pela utilização dos recursos permanece quase a mesma. Isso faz com que empresas que levem seus programas personalizados da sua rede interna para a nuvem acabem pagando caro pela má e excessiva utilização dos recursos disponibilizados, devido a uma programação muitas vezes desleixadas.

Vale a leitura para desenvolvedores novos e antigos, afinal, conhecimento nunca é demais.

Enviado por André Machado (andreferreiramachadoΘgmail·com)

O artigo "4 lições para desenvolvedores modernos de um programador de mainframes de 1970" foi originalmente publicado no site BR-Linux.org, de Augusto Campos.

28 Sep 22:15

Introdução ao Android Things

by Sergio Prado

O Android Things é uma versão customizada do Android para sistemas embarcados, com foco em aplicações de IoT.

Possui diversas semelhanças com o Android porque a arquitetura do sistema operacional é a mesma, boa parte da API do Android está disponível no Android Things e todo o desenvolvimento continua sendo feito no Android Studio, permitindo nos beneficiar de todo o ecossistema de ferramentas e recursos do Android, além da imensa comunidade de desenvolvedores.

Por outro lado, é diferente porque algumas APIs não estão disponíveis e outras foram desenvolvidas exclusivamente para o Android Things, além do sistema operacional ter sido customizado para rodar aplicações no modo standalone, com controle total do hardware.

Através da imagem abaixo, disponível na documentação oficial do Android Things, podemos ver que a arquitetura do sistema operacional continua basicamente a mesma. As aplicações Android (ou Android Things) se comunicam com o framework Java através da API, que utiliza um mecanismo de IPC chamado Binder para se comunicar com os serviços do framework, que por sua vez acessa o hardware através de uma camada de abstração (HAL). Se quiser entender melhor a arquitetura interna do Android, dê uma olhada nos artigos “Introdução ao funcionamento interno do Android” e “Entendendo o processo de boot do Android” (um pouco antigos mas de forma geral ainda válidos).

Mas as semelhanças param por aí, a começar pelo Things Support Library, o bloquinho em laranja no diagrama acima.

Comparado com dispositivos móveis, sistemas embarcados tem um relacionamento muito mais próximo com o hardware. Por este motivo, o Android Things estende o framework Java do Android com algumas APIs específicas para periféricos não encontrados em dispositivos móveis, incluindo GPIO, PWM, I2C, SPI e UART.

Por exemplo, o método abaixo utiliza a API de GPIO do Things Support Library para acionar um pino de I/O da placa:

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public void configureOutput(Gpio gpio) throws IOException {
    try {
        PeripheralManagerService manager = new PeripheralManagerService();
        Gpio gpio = manager.openGpio(IO17);
        gpio.setDirection(Gpio.DIRECTION_OUT_INITIALLY_HIGH);
        gpio.setValue(true);
    } catch (IOException e) {
        Log.w(TAG, "Unable to access GPIO", e);
    }
}

A documentação das APIs de acesso aos periféricos está disponível no site oficial do projeto.

O Things Support Library também possui uma API para desenvolver um device driver em espaço de usuário. Imagine que você tenha um GPS conectado a uma porta serial, ou um acelerômetro conectado ao barramento I2C. Esta API permite que você implemente um serviço capaz de injetar eventos de hardware no framework, que podem ser consumidos por outras aplicações. Isso basicamente substitui a necessidade de desenvolver um driver no kernel e/ou uma HAL.

A documentação da API de desenvolvimento de drivers em user space está disponível no site do projeto.

Por fim, outra grande diferença é que o Android Things é customizado para a execução de uma única aplicação.

Para quem já precisou customizar o Android e executar uma aplicação de forma isolada (kiosk mode), removendo componentes do sistema operacional como a barra notificação e os botões de navegação, sabe das dificuldades.

No Android Things, sua aplicação executa de forma isolada. Não existem notificações, e por isso não existe a necessidade de uma barra de notificações. Não existem também os botões de navegação, deixando a aplicação com controle total da interface gráfica. Isso se o dispositivo tiver um display, porque o Android Things não exige um sistema com interface gráfica, permitindo construir aplicações headless. E tem uma lista grande de aplicações de exemplo no site do projeto.

Gostei! Onde eu baixo o código-fonte?

Não baixa. No donuts for you! :(

O Google decidiu, pelo menos por enquanto, manter a plataforma do Android Things fechada e sob seu controle. No momento, são sete as plataformas de hardware suportadas e homologadas pelo Google para rodar o Android Things, incluindo a Raspberry Pi 3 e alguns kits de desenvolvimento baseados no i.MX da NXP. A lista completa de plataformas de hardware suportadas está disponível no site do projeto.

Isso significa que está disponível apenas uma imagem pré-compilada do sistema operacional para as plataformas de hardware homologadas pelo Google. E se você quiser construir um hardware customizado para rodar o Android Things, precisará iniciar um processo de desenvolvimento e homologação do seu hardware em conjunto com o Google.

O Google criou uma interface Web chamada Android Things Console para gerenciar as imagens do Android Things para as plataformas de hardware suportadas. E até que esta interface de gerenciamento é interessante. No primeiro acesso, devemos criar um produto, selecionando a plataforma de hardware que iremos utilizar, dentre as plataformas de hardware suportadas oficialmente pelo projeto:

Depois teremos acesso a uma console para gerenciar as imagens do nosso produto. Esta interface permite construir e baixar a imagem do Android Things, adicionar à imagem um Bundle (conjunto de aplicações que irão compor o nosso produto), além de ser capaz de gerenciar automaticamente o processo de atualização remota (OTA). Por exemplo, se atualizarmos nossa aplicação (Bundle) no servidor do Google, um serviço no Android Things irá identificar e realizar a atualização automaticamente no dispositivo de hardware.

Se este projeto vai dar certo não sabemos.

Um problema que vejo está relacionado aos requisitos de hardware necessários para rodar o Android Things. Se analizarmos as plataformas de hardware oficialmente suportadas, temos placas com múltiplos núcleos de CPU, 512MB+ de RAM e 4GB+ de armazenamento. Por mais que o custo do hardware tenha diminuido nos últimos anos, não precisamos de tudo isso para controlar as luzes de uma residência ou abrir o portão da garagem, certo? Por este motivo, talvez devemos visualizar o Android Things como uma solução de gateway para IoT, e não como uma solução para a ponta (nó IoT).

Além disso, o fato do projeto ser fechado e controlado pelo Google, pelo menos enquanto escrevo este artigo, me deixa com um pé atrás. O que faz do Android um sucesso, incluindo seu uso em diversas soluções de sistemas embarcados, é o fato do código-fonte estar disponível. É difícil escalar um projeto fechado como o Android Things, e não vejo como ele evoluir para suportar milhares de dispositivos, criando um bom ecossistema de fornecedores, fabricantes, usuários e entusiastas que justifique o uso do sistema operacional.

E se o projeto não evoluir, pode ter o mesmo fim que seu antecessor, o Brillo. É esperar para ver.

Um abraço,

Sergio Prado

20 Sep 20:01

The first autonomous drone delivery network will fly above Switzerland starting next month

by Thuy Ong

Logistics company Matternet has announced a permanent autonomous drone network in Switzerland that will now see lab samples like blood tests and other diagnostics flown between hospital facilities, clinics, and labs. The first delivery network will be operational from next month, with several more to be introduced in the next year. Matternet says medical items can be delivered to hospitals within 30 minutes.

Matternet, based in Menlo Park, California, was granted authorization to operate its drones over densely populated areas in Switzerland in March and says that approval was a world first. Today, the company unveiled a Matternet Station; a kind of white, futuristic looking postbox with a footprint measuring about two square meters,...

Continue reading…

15 Sep 23:53

How long is a ‘super quick’ meeting?

by CommitStrip

15 Sep 22:23

What to Bring

I always figured you should never bring a gun to a gun fight because then you'll be part of a gun fight.
23 Aug 19:17

Wrench — um jogo em realidade virtual para fanáticos por carros

by Carlos Cardoso

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Eu realmente não sei se dessa vez vai pegar, mas a cada dez ou quinze anos tentam emplacar Realidade Virtual. As soluções continuam muito caras, mas ao menos visualmente os aplicativos estão bem interessantes. Um nicho que está sendo explorado é o de hobbies caros, e pouca coisa consegue ser mais cara do que restauração de carros antigos.

O Wrench é (ok, será) um jogo onde você escolhe um carro e o constrói, do zero. Do zero mesmo. Não estamos falando de customização como num Forza da vida. É escolher cada amortecedor, cada disco de embreagem, cada parafuso porca e arruela, e montar tudo na ordem certa.

Pra muita gente isso é o oposto da idéia de diversão, para outros é o paraíso, ainda mais que em RV não precisam ouvir ameaças de divórcio cada vez que chegam em casa com uma nova caixa de peças.

O projeto ainda está a um ano de ser finalizado, está sendo produzido pela Digital Mistake e cada peça está sendo cuidadosamente digitalizada e modelada.

A qualidade, ao menos do demo, é impressionante.


Alec Moody — Wrench Prototype Trailer

Fonte: The Drive.

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22 Aug 17:45

Android 8.0 Oreo é oficial; confira as novidades (e quando seu aparelho será atualizado)

by Ronaldo Gogoni

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Bem, acabou o mistério. O Google lançou nesta segunda-feira (21) o Android 8.0 Oreo, o sucessor do 7.0 Nougat com uma série de melhorias significativas em performance, segurança, autonomia de bateria, áudio, experiência de uso e muito mais.

Vamos dar uma olhada nas principais novidades?


Melhor performance de multitarefa e processos em background

O Android sempre teve um problema sério quando o assunto é processos em segundo plano. Em alguns casos é imperativo ir nas opções administrativas e matar os processos na unha, visto que utilizar o smartphone ou tablet se torna praticamente inviável. Claro que ao fazer isso você ferrará com uma série de aplicativos que dependiam daquele processo, o que acaba por força-lo a reiniciar o Android e tudo começava novamente.

modo Doze, introduzido no Android 6.0 Marshmallow foi criado para melhorar a performance da bateria e também influencia em como os processos no background se comportam, mas o Android 8.0 Oreo trará uma mudança específica: um limite automático vai impor restrições para os apps de modo que eles não gastem mais recursos do que deveriam. Pense assim: quando você tira uma foto, dependendo de suas configurações de dois a três apps podem ser ativados para salva-la na nuvem (Google Fotos, OneDrive, Dropbox, etc.); com o novo recurso apenas as ações indispensáveis rodarão, economizando recursos e bateria.

Assim, apps em segundo no modo multitarefa seriam colocados em “modo de hibernação” e não consumiriam nada até serem abertos novamente, o que é bem similar a como o iOS funciona. Por isso que os iPhones não carecem de tanta memória RAM como os Androids, tudo por conta dela: a otimização de sistema.

E é exatamente nesse ponto que o Google focou: melhorias no Android Runtime (ART) e suporte a novas APIs do Java conferiram uma melhor otimização do sistema como um todo que está bem mais rápido, o que é bom para aparelhos mais antigos mas ainda utilizáveis (desde que a atualização seja fornecida). Os apps nativos do Google também foram retrabalhados e mesmo não rodando no Android 8.0 Oreo, consumirão menos memória e carregarão muito mais rápido do que suas encarnações atuais.

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Project Treble: atualizações mais rápidas (essa é a ideia)

O processo de atualização foi modularizado, principalmente para combater a demora da liberação do novo sistema para modelos antigos. Isso acontece porque atualmente os fabricantes de chips, como Qualcomm e MediaTek precisam primeiro atualizar seus controladores, passar o software para as OEMs e elas então mexem na interface e outras coisas.

Com o Project Treble o processo passará a ser simultâneo, com fabricantes de processadores e de smartphones trabalhando em conjunto para agilizar a liberação das versões customizadas do Android das últimas. Isso porque cada parte do processo vai trabalhar apenas com o que lhe diz respeito, lá na frente o sistema será integrado e por fim repassado para os dispositivos no mercado. Isso pode agilizar e muito a entrega das novas versões do Android, desde que as OEMs não sabotem mais uma vez os planos do Google.

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Notificações silenciáveis e um novo canal de categorias

A Central de Notificações está recebendo duas atualizações significativas. Primeiro, o usuário poderá silenciar as mesmas e permitir que elas continuem chegando, mas não emitam nenhum tipo de som ou vibração. Isso é útil para quem precisa amordaçar alguns apps de vez em quando mas não deseja apenas para o modo Não Perturbe, que silencia o Android por completo. É possível silenciar as notificações por curtos períodos de tempo, de 15 minutos até uma hora.

A outra são os chamados Canais de Notificações. Dependendo das configurações implementadas pelos desenvolvedores os apps poderão agora contar com níveis de notificações, onde você será alertado por um tipo e não por outro. O exemplo dado pelo Google é de um app de notícias que lhe avisa sobre as últimas notas de tecnologia, mas não sobre as outras. Dependendo dos aplicativos muitos apps poderão entregar opções muito interessantes para os usuários, como de contatos específicos em apps de mensagens mas não de grupos por exemplo.

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API de auto-preenchimento (ideal para senhas)

A Autofill API é uma interessante alternativa para quem utiliza apps de gerenciamento de senhas. Você selecionará um aplicativo de autocompletar ao preencher um formulário e com isso, preencher automaticamente um login ou um endereço da mesma forma que utiliza o recurso nos teclados virtuais. Para quem depende de 1Password e companhia é uma boa alternativa.

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Google Play Protect: mais segurança

O Glogle Play Protect, o sistema de verificação de apps será mais visível. Até então ele rodava em segundo plano, fazendo verificações periódicas de seus apps em busca de malwares, mas no Android 8.0 Oreo ele aparecerá na aba superior do Google Play e informará se tudo está bem, quantos apps verificou e em caso de problemas, quais aplicativos foram comprometidos.

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Suporte a PiP e telas múltiplas

O Android 8.0 Oreo, assim como o iOS passará a suportar Picture-in-Picture, permitindo que o usuário assista um vídeo no YouTube ou na Netflix enquanto realiza uma chamada de vídeo no Skype ou no WhatsApp, ou realiza outras atividades. Isso é consequência da função de rodar dois apps simultaneamente introduzida no Android 7.0 Nougat, logo suportar PiP era o próximo passo.

Além disso o Android 8.0 Oreo dará suporte a múltiplas telas, um recurso muito bom para quem conecta seu smartphone ou tablet em diversos dispositivos. Você poderá escolher em qual das telas um app será aberto e não é tão estranho imaginar que o Google estuda finalmente introduzir o tal “modo desktop” cujos rumores circulam há tempos. Com o Continuum da Microsoft disponível, seria uma opção muito interessante para morder uma fatia do mercado corporativo.

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Melhor som, cortesia da Sony

O Sony LDAC, tecnologia proprietária da gigante japonesa foi gentilmente cedido para o Google a fim de otimizar a experiência sonora do Android. O codec transmite som para fones Bluetooth a 900 kb/s com amostragem de 96 kHz a 24 bits, contra 328 kb/s e amostragem de 44,1 kHz, algo que não se equipara sequer a um CD. Já a nova API AAudio for Pro Audio, direcionada para apps profissionais foi desenvolvida pelo Google para extrair o máximo de qualidade sonora que os dispositivos podem entregar.

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É uma boa medida principalmente num cenário onde fones com fio terão que utilizar plugs USB-C, logo uma melhoria na qualidade de som wireless é importante.

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Ícones adaptativos: fim da bagunça

Vamos combinar: uma das maiores reclamações de usuários de Android é a bagunça visual causada pela ausência de um padrão no formato dos ícones. No iOS isso não acontece, pois todos devem ser quadrados e pronto. Já no robozinho eles podem ser redondos, quadrados, ovalados ou não ter borda, o que acaba fazendo da Área de Trabalho um samba do ícone doido.

Fabricantes tentam por ordem na casa padronizando seus apps próprios, mas isso não chega a ser uma solução porque os desenvolvedores não fornecem ícones adaptados, o que só aumenta a confusão.

O Android 8.0 vai passar a suportar ícones adaptativos, que podem assumir diferentes formatos no Launcher, nas configurações e menus de compartilhamento, de modo a conferir uma identidade visual única e uniforme. O Google também vai permitir que os desenvolvedores suportem animações simples nos ícones, como piscar e girar e outras gracinhas. Além disso os ícones passarão a exibir notificações não lidas, como já ocorre no iOS e em algumas customizações de terceiros.


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Wi-Fi Aware: comunicação entre dispositivos de forma direta

Imagine a cena: você chega a um restaurante e sem se conectar a nenhum tipo de rede, utiliza seu smartphone para se comunicar com o terminal do estabelecimento e fazer seu pedido sem a necessidade de um garçom. Ou outro exemplo, você chega a um aeroporto e seu gadget recebe automaticamente informações sobre seu voo, como hora de partida, guichê para check-in, previsão do tempo e outras coisinhas.

Isso é o padrão Wi-Fi Aware, que permite descoberta e conexão entre dispositivos geograficamente próximos mesmo sem nenhuma rede disponível, funcionando de maneira semelhante aos beacons do Bluetooth LE mas com a diferença de ser pensado para multiplataforma, possui um alcance maior e suporta vários dispositivos ao mesmo tempo. E isso tudo consumindo o mínimo de energia possível.

O Android 8.0 Oreo já é compatível com o novo padrão, embora a implementação do mesmo dependa dos fabricantes de dispositivos móveis; a Wi-Fi Alliance trabalha com as OEMs de modo a implementar a funcionalidade. Em todo caso boa parte dos aparelhos mais novos são compatíveis, bastando receber uma atualização para liberar o suporte e com o Android agora compatível, é mais uma opção para você utilizar para trocar dados.

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Android Go: para aparelhos mais modestos

Correndo por fora o Google também introduziu um “novo” SO: o Android Go, uma versão resumida do robozinho baseada no 7.0 Nougat é destinada a dispositivos de entrada vendidos em países em desenvolvimento, que contam com infra precária e velocidades de redes móveis ridículas (como Brasil e Índia). Os alvos são aparelhos com até 1 GB de RAM (diz o Google que o Android Go roda até em dispositivos com 512 MB de RAM) e o sistema virá equipado com aplicativos mais leves, que gastam menos dados móveis e a Google Play Store dará destaque a apps mais de acordo com essa filosofia de uso, como o Facebook Lite e outros.

Os apps voltados para o Android Go terão funções específicas para a realidade desses países e usuários. O YouTube Go, por exemplo permite o download local de vídeos via Wi-Fi para visualização offline, entre outras soluções para a realidade de quem não tem dinheiro para ficar na internet móvel o tempo todo e nem para comprar aparelhos potentes.

O que mais?

Há uma série de outros refinamentos, como:

  • melhorias na navegação por teclado físico, com teclas como Tab e setas apresentando comportamentos mais previsíveis;
  • refinamento nos apps de foto e similares, que poderão utilizar de melhor maneira telas com suporte a ampla gama de cores;
  • WebView passa a utilizar multiprocessos por padrão, conferindo maior estabilidade para apps que o utilizam para exibir páginas;
  • aprendizado de máquina empregado para reconhecer quando você copia um endereço ou número de telefone, de modo a tornar o uso dessas informações mais prática, e etc.


Android Oreo – Open Wonder

Quando meu aparelho vai ser atualizado?

Essa é a pergunta de um milhão de Negres… ops, Oreos. A versão final do Android 8.0 Oreo foi disponibilizada pelo Android Open Source Project (AOSP) às fabricantes e operadoras. Num primeiro momento apenas os seguintes dispositivos com Android Puro são elegíveis para o update, e se você não quiser esperar a atualização via OTA pode instalar as imagens na unha (aqui você acompanha um tutorial detalhado para o procedimento), basta seguir os links e baixa-las:

E quanto às outras fabricantes? Segundo o Google parceiras como Samsung, LG, Motorola, Sony, Nokia, Huawei, HTC, Sharp, Kyocera, General Mobile e Essential já estão trabalhando no sistema, mas não custa perguntar diretamente, certo?

Essas foram as respostas:

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ASUS

A ASUS foi a fabricante que forneceu as informações mais claras: ambas as linhas ZenFone 4 e Zenfone 3 são elegíveis para a atualização, no entanto ela só deve chegar no segundo semestre de 2018 (lembra do que eu disse sobre as OEMs sabotarem o Project Treble? Então…). Portanto, paciência.

Estes são os dispositivos:

  • ZenFone 4;
  • ZenFone 4 Pro;
  • ZenFone 4 Selfie;
  • ZenFone 4 Selfie Pro;
  • ZenFone 4 Max;
  • ZenFone 4 Max Pro;
  • ZenFone 3;
  • ZenFone 3 Deluxe;
  • ZenFone 3 Max;
  • ZenFone 3 Laser;
  • ZenFone 3 Zoom.

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Samsung

A fabricante sul-coreana não deu detalhes sobre seu roadmap de atualizações, o que nos leva a crer que seu ritmo será o mesmo dos últimos anos: os dispositivos de ponta como o Galaxy S8/S8+ e Note8 (que será apresentado esta semana), bem como a linha S7/S7 edge (Note7 quem?) só devem receber o Android 8.0 Oreo em 2018.

Rumores indicam que inicialmente 16 dispositivos da Samsung serão elegíveis, jogo podemos esperar o novo sabor do robozinho também nos aparelhos das linhas A e J, ao menos os mais recentes.

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LG

A outra companhia da Pior Coreia também não deu detalhes. Sabe-se que o V30, seu próximo top de linha ultra premium que será apresentado no próximo dia 31 não será o primeiro dispositivo com o Oreo embarcado, no entanto sabemos que a LG é mais ágil do que a Samsung no que diz respeito a updates, logo as chances de vermos ao menos ele e o G6 receberem o biscoito P&B ainda em 2017 são altas.

Modelos intermediários como o X Venture e tablets, como o G Pad IV 8.0 muito provavelmente também serão elegíveis.

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Sony

De acordo com rumores a Sony irá atualizar pelo menos nove dispositivos num primeiro momento, desde flagships como o Xperia XZ Premium e intermediários como Xperia X Compact a modelos mais modestos, por exemplo o Xperia XA1 Ultra. Ao que tudo indica a gigante japonesa pretende dar suporte a aparelhos com pelo menos dois anos de idade, portante se você possui um smartphone Sony de 2015 em diante, pode ficar tranquilo.

Normalmente o ciclo de atualizações da Sony é rápido, e embora ela não tenha oferecido informações oficiais cogita-se que os updates devam chegar em no máximo três meses.

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Motorola

A Motorola já havia lançado o seguinte comunicado anteriormente:

Assim que o Android O for oficialmente lançado nós começaremos a trabalhar com o novo código em nossos dispositivos — como sempre, nós tomaremos precauções para que a performance dos mesmos seja a melhor possível. Nós divulgaremos nossos planos em breve, e os publicaremos em nossa página de atualizações de software.”

Embora haja uma carência de informações atualizadas, acredita-se que ao menos as linhas Moto Z, Moto Z2, Moto G4, Moto G5, Moto E4 e Moto X4 (que será anunciado na próxima quinta-feira) serão elegíveis.

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BlackBerry

A TCL, atual detentora da marca BlackBerry para telefonia celular confirmou que o KEYOne será elegível para o Android 8.0 Oreo, sem data definida. E é isso.

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Alcatel

Más notícias: a TCL, que também representa a Alcatel não teceu informações sobre quais dispositivos receberão o Android 8.0 Oreo, mas de qualquer forma as perspectivas não são boas. Acredita-se que apenas o Idol 5S, o único que roda o 7.1.1 Nougat será elegível e os demais, como os intermediários e de entrada A50, A30 Plus e A30 podem todos morrer no Android 7.0.

O mesmo destino pode ser dado a aparelhos que tiveram uma considerável aceitação como os Idol 4 e 4S, visto que eles ainda estão no 6.0 Marshmallow apesar da fabricante ter prometido o Nougat para ambos.

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