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08 Aug 23:50

Solar eclipse 2017: what you need to know

by Loren Grush

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02 Aug 21:10

Netflix e Toei anunciam remake em CGI d’Os Cavaleiros do Zodíaco

by Ronaldo Gogoni

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A Netflix pode até estar com uma tremenda dívida acumulada de US$ 20 bilhões, mas o serviço de streaming não pretende deixar de investir em conteúdo original tão cedo. Pelo contrário, os planos de Reed Hastings são expandir para formatos menos convencionais além de filmes, séries e documentários. Animações por exemplo, e por isso mesmo a plataforma conta com um grande portfólio não só de séries ocidentais como também de animes.

AJIN: Demi-Human, The Seven Deadly Sins, Knights of Sidonia e Little Witch Academia são alguns dos exemplos que a Netflix pegou para distribuir, mas o serviço agora também está investindo em co-produções como Castlevania e Devilman Crybaby. A bola da vez pegou todo mundo se surpresa, ao anunciar uma parceria com a Toei Animation para produzir um reboot da série Os Cavaleiros do Zodíaco, um dos animes mais populares no ocidente e principalmente no Brasil, responsável sozinho pela retomada da exibição de animações japonesas por aqui a partir dos anos 1990.

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Segundo as primeiras informações divulgadas durante a Anime Slate 2018 a nova série, que se chamará Knights of the Zodiac: Saint Seiya ainda não tem data de estreia e será produzida em CGI e não via animação tradicional, mas muito provavelmente não deve seguir o estilo visto no longa Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário. Embora divertido e uma releitura interessante da Saga das 12 Casas, o visual não agradou principalmente os fãs mais velhos.

A nova produção baseada na obra de Masami Kurumada vai atualizar o período de tempo em que os eventos se passam (nada de anos 1980) e conta com profissionais de primeira: a direção será de Yoshiharu Ashino, que já trabalhou em Armitage III, Detective Conan e como animador de Justice League: Flashpoint; Terumi Nichii (Death Note, Os Cavaleiros do Zodíaco: Lost Canvas, Jojo’s Bizarre Adventure: Diamond is Unbreakable) será o designer de personagens e Takashi Okazaki (Afro Samurai) ficará encarregado do design das armaduras. Eugene Son (Avengers Assemble, Ultimate Spider-Man, Ben 10) será o produtor da série.

A Netflix informa inclusive que uma grande quantidade de animes e obras relacionadas serão lançados nos próximos meses, como as novas temporadas de Voltron: Defensor Lendário e Castlevania, as versões live-action de Death Note e Erased e readaptações de obras como Honō no Tenkōsei (Blazing Transfer Student), entre outros. Devilman Crybaby tem estreia prevista para 2018 e outras como Godzilla e Baki fazem companhia ao remake d’Os Cavaleiros do Zodíaco, também sem datas.

No mais é bom ver que a Netflix está realmente disposta a brigar com conteúdo dos mais variados, mirando em diversos perfis de público. Embora o tema d’Os Cavaleiros do Zodíaco seja atemporal (esforço, amizade, sacrifício e etc.) e voltado para todas as idades, ele com certeza ressoará muito mais entre o público fã da animação original. Resta acompanhar para saber se farão um bom trabalho na animação.

Portanto, sobe a música:


Lorenzo Gasperoni — Pegasus Fantasy – Saint Seiya – original japanese opening – subtitled

Fonte: Cinema Today (em japonês).

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31 Jul 19:51

Ciência revela: o T-Rex não era nenhum Usain Bolt

by Ronaldo Gogoni

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A ciência é uma mãe cruel: altamente revisionista, ela não se importa com seus dogmas e crenças e se encontrar evidências de fatos que desmintam tudo o que a comunidade acreditou e teve como certo por décadas ou mesmo séculos, tais conceitos serão derrubados sem dó nem piedade. Que o digam os dinossauros, que de lagartos terríveis acabaram se tornando galinhas gigantes.

Como sabemos, as aves são os parentes mais próximos e herdeiros diretos dos dinossauros, mas por anos e anos se convencionou a ideia de que eles seriam répteis aterrorizantes, tanto em tamanho quanto na aparência. A ciência no entanto foi aos poucos demolindo essa imagem ao revelar que boa parte deles, mesmo os mais amedrontadores como o Deinonychus (o “Raptor” de Jurassic Park, sendo que o verdadeiro Velociraptor era bem menor) eram dotados de… penas.

Desses talvez o que mais sofreu tenha sido justamente o outrora rei dos dinossauros, o Tiranossauro Rex. Considerado o predador definitivo, haviam diversas incongruências entre o que se pensava dele e o que os fósseis sugeriam. Primeiro, seu peso e tamanho eram extremamente inadequados para um caçador; segundo, o modo que ele se locomovia não era ereto como se pensava, ele possuía uma postura quase que totalmente horizontal (algo que aparece no filme).

Curiosamente o T-Rex é justamente um dos dinossauros com a configuração mais próxima das aves, especialmente as terrestres de pequeno porte como as galinhas. Some-se a isso o fato de que seu suposto rugido não seria mais do que um som próximo ao grasnar de um pato (como em todos os seus primos) e pronto, sua moral foi para a vala. Ele ganhou um pouquinho mais de dignidade após novos estudos indicarem que ele e outros grandes tiranossaurídeos não tinham penas, mas escamas.

Algumas pesquisas indicam que o T-Rex sequer fosse um caçador: ele se assemelharia mais a um grande carniceiro e carnívoro oportunista, visto que seu peso e proporções não o tornariam ideal para a tarefa de correr atrás de comida. E “correr” é exatamente a palavra chave aqui: uma nova pesquisa conduzida por cientistas da Universidade de Manchester, utilizando IA e aprendizado de máquina compilaram inúmeros dados para recriar o dino digitalmente. A equipe já é experimentada nisso, em 2013 eles foram capazes de trazer o Argentinossauro de volta, este um dos maiores dinossauros que já existiu.

Segundo o dr. William Sellers, líder da pesquisa foi empregado o sistema N8HPC, de altíssima precisão para criar um modelo em 3D fiel ao T-Rex, enquanto o modelo de IA com aprendizado não-supervisionado tratou de mastigar todos os dados e realizar cálculos para simular como o lagartão se movia. Os resultados trouxeram outra enorme decepção: o T-Rex não poderia jamais ser capaz de correr, logo ele não teria a habilidade de perseguir suas eventuais presas. Mesmo seu caminhar seria extremamente desengonçado por conta de seu corpo desproporcional, e um humano a pé poderia fugir dele sem dificuldade.

Conclusão: Michael Crichton e Steven Spielberg contaram uma tremenda lorota ao fazer Sir Richard Attenborough dizer que o T-Rex “foi visto correndo a 51,5 km/h”, mas até aí não haviam tantos dados disponíveis na época em que o livro Jurassic Park foi lançado, em 1990.


Max Leuftink — Jurassic Park- Must Go Faster!

Sendo o T-Rex um dinossauro com uma locomoção bastante prejudicada, a hipótese de que ele seria não mais do que um urubu sem asas gigante ganha cada vez mais força; diversos cientistas já defendiam que caso o dino fosse realmente capaz de desenvolver grandes velocidades (alguns falam em até 70 km/h), uma queda seria invariavelmente fatal para o espécime: o peso exagerado de sua cabeça acarretaria severas lesões e trumatismo craniano extenso, sem falar que ele não teria como se levantar facilmente por conta de seus bracinhos atrofiados, se tornando uma presa fácil.

Claro que não é agradável ver um mito de nossa infância ser desmoralizado por fatos, mas essa é a beleza da ciência: ela se corrige o tempo todo conforme descobrimos novos dados e evidências.

Você confere o artigo completo aqui (cuidado, PDF).

Fonte: University of Manchester.

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27 Jul 20:00

Uma boa parte de nós existiu muito tempo atrás, em uma galáxia muito distante

by Carlos Cardoso

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Olhe para sua mão. Aperte seu indicador com o polegar, até que ele fique levemente vermelho. Você acha que está vendo seu sangue dando cor ao dedo, mas não é isso que você está vendo. Diante de seus olhos está o final de uma história que começou muito, muito tempo atrás.

Você está vendo o vermelho da hemoglobina combinada com o oxigênio. Esses átomos não surgiram do nada, não surgiram nem do Big Bang. Na ponta de seu dedo você tem testemunhas vivas, átomos que foram criados bilhões de anos atrás no coração de estrelas moribundas.

Depois de tentar desesperadamente fazer fusão nuclear de carbono, uma estrela não conseguiu mais conter a força da gravidade, e colapsou em direção a seu núcleo. A energia de incontáveis toneladas de matéria acelerando e colidindo gerou tanta pressão e calor que a fusão nuclear voltou a acontecer, inclusive de elementos mais pesados. Átomos de carbono e oxigênio se fundiam criando ferro, níquel, magnésio. Junto com a fusão, ocorreu a liberação de energia, e a estrela explodiu, uma supernova marcando o fim de sua vida.

Os restos dessa estrela e de outras se espalharam pelo cosmos. Com o tempo essas nuvens de matéria se condensaram, criando uma nova geração de estrelas. Entre elas o Sol. As sobras formaram planetas, asteróides, luas e, eventualmente, você.

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Uma nebulosa planetária, tudo que sobrou de uma supernova. Isso já foi você.

Agora uma pesquisa intitulada Star formation in simulated galaxies: understanding the transition to quiescence at 3 × 1010 M⊙ mostrou que o chamado “vento intergaláctico” é maior do que se pensava.

Basicamente quando uma supernova explode, ela acelera parte de sua massa além da velocidade de escape de sua galáxia, mandando bilhões de toneladas de elementos pesados para o vazio intergaláctico. Essa matéria percorre milhões de anos-luz até, com sorte, chegar a uma outra galáxia, onde é capturada pelo campo gravitacional de outras estrelas.

Antigamente era assustador e glorioso perceber que não somos feito de barro, mas de estrelas. Hoje descobrimos que não só somos feitos de estrelas, como somos verdadeiros cidadãos do Cosmos. Pelo menos um terço da matéria que nos compõe foi criada em estrelas de outras galáxias. Lavoisier ficaria orgulhoso.

Fonte: The Guardian.

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26 Jul 19:32

10 tênis que seu pai usava e que ainda são estilosos hoje

by Jader Pires

Ok, talvez você ainda não se veja usando aqueles shorts curtos que seus pais usavam lá nos anos 70 e 80. Eu disse ainda. Essa moda vai voltar e tudo mais mudar dentro da sua cabecinha. 

Depois me cobra.

Agora, a GQ fez uma lista com dez modelos de tênis que seus velhos usavam quando não eram velhos e que ainda são estilosos demais, prontos para o uso aqui nos dias de hoje. 

Talvez seu velho tivesse um pouco mais de estilo do que o homem médio da época e pegou um par de Puma Suedes na década de 1970 ou Air Jordan 1s na década de 1980 - ou talvez ele fosse o tipo de cara que só conheceu os Chuck Taylors [o AllStar de cano alto]. Mas, hoje, todos estes são clássicos testados no tempo.

Reebok Classics

Um classicão dos anos 80, pronto pra ser usado hoje com jeans e bermuda. Bom pra poder usar bastante cor e estampa em acessórios e camisa ou camisetas.

New Balance 574 

O original mesmo era todo em tons de cinza, o que é massa. Mas agora o que não faltam são versões do modelo com mais cores. Tem o cinza com detalhes em outras cores e esses, como o daqui de cima, que vão provocando mais com as composições.

Vai do gosto e do propósito pra usar a peça. Estilo ela tem.

Converse JV Weapons

Se você tem saudades do Strokes ou tá mais na pegada de bermuda e cano alto que nem o Wiz Khalifa, esse aqui vai bem pros dois. Dá pra ficar mais comedido e mais espalhafatoso dependendo da sua intensão com as outras peças que vão acompanhar.

Nike Classic Cortez

Temos aqui o modelo da década de 70, lançado perto das Olimpíadas de Munique, em 1972. 

Esse da foto é o originalzão, mas hoje você encontra com todas as cores e combinações possíveis e imagináveis.

Vans Authentic

Cara, Vans. Califórnia, skate, calça jeans, bermuda, cores pra cacete. Fundada nos anos 60, passou pelos 70 e 80, quando chegou a falir e voltou, hardcore dos anos 90, e tá aqui com a gente até hoje.

Só botar no pé.

Air Jordan 1

1984. Nessa época, o Michael Jordan nem tinha vencido um campeonato sequer pelo Chicago Bulls. Hoje, seis títulos depois e o renome de "o melhor jogador de todos os tempos", tá aí seu primeiro modelo rodando tranquilo.

Coloquei essa foto pra mostrar que tem como ser mais comedido (o branco e preto) e ir aumentando a gradação de estilo com o vermelho e o preto.

Adidas Superstar

Amigo, essa belezinha vem lá de 1969.

Versou com o rap do Run DMC nos anos 80, com o nu metal do Korn nos anos 2000. E, entre acertos e erros, tá aí até hoje, mantendo o estilo.

Puma Suede

Vermelhão. Lançado primeiramente lá em 1968, bateu forte nos anos 80 - retratado bem na série The Get Down, que o DJ usa um desses - e, agora, claro, tá bem em dia. 

Pode por no pé sem medo.

Brooks Vanguard

A Brooks é uma marca esportiva focada em corridas, lá da Pensilvânia, Estados Unidos.

Por aqui, não chega a ser conhecida nesse âmbito de tênis, mas se chegar esse modelo Vanguart por aqui, com esse azul e laranja, não vai ter muito erro, né.

Converse Chuck Taylor 1970s

Wilt Chamberlain, o cara que mais fez pontos em um único jogo na NBA. Rocky Balboa. Os caras do Ramonesdo filme Grease.

Todos eles usaram um All Star preto de cano alto.

Nunca será um erro.

Deu certo? Tem algum tênis que ficou na sua cabeça como estiloso e que vem desde lá de trás? Só chegar aqui nos comentários.

25 Jul 19:58

Quando homens não querem pegar ninguém, eles engordam

by Redação PdH

Existe a piada recorrente de que no jogo de futebol casados vs solteiros, não precisa de camisetas de cores diferentes, basta olhar pela barriga e você sabe quem está em qual time.

Agora parece que essa anedota encontrou respaldo científico.

De acordo com o maior estudo já feito até hoje sobre os corpos de pais, que efetuou uma análise longitudinal de mais de 8700 homens, novos pais e maridos tendem a ganhar peso, enquanto pais divorciados tendem a permanecer em forma.

"Homens casados tem um Índice de Massa Corporal mais alto que o de suas contrapartes não-casadas, adicionando mais ou menos 3 lbs (1,36 Kg) às escalas", afirma a autora do estudo, Joanna Syrda, da University of Bath.

A análise revela também que o peso dos homens cresce em relação ao dos homens solteiros e diminui pouco antes e depois do divórcio. 

"A maior parte dessa média é oriunda de ganho de peso que sucede o casamento e perda que precede e sucede o divórcio... Homens tendem a ter IMC mais alto nos períodos que seguem o nascimento de seus filhos."

Existe um debate científico acalorado sobre duas teorias. Uma que diz que indivíduos solteiros recebem mais incentivos e dedicam mais esforço para ficarem em forma. E outra, que diz que demandas sociais do casamento fazem com que as pessoas comam mais refeições regulares ricas e densas.

A descoberta de Joanna Syrda lança uma luz sobre a questão. Quer dizer que a segurança do relacionamento e todos os seus compromissos correspondentes causam aquela pança de breja? Provavelmente sim

Syrda acredita que as descobertas do estudo podem auxiliar na prevenção de doenças relacionadas à obesidade. "Compreender como fatores sociais afetam os padrões de peso corporal, quais efeitos são temporários e quais são permanentes é importante não só para programas de perda de peso, mas também pode ser útil para fins de diagnóstico onde mudanças de peso são sintomas de problemas de saúde", afirma.

24 Jul 23:35

O incrível arcade do Mario Kart em realidade virtual

by Dori Prata

mario-kart-arcade-grand-prix-vr

in·ve·ja |ê|
(latim invidìa, -ae)

substantivo feminino

  1. Desgosto pelo bem alheio.
  2. Desejo de possuir o que outro tem, geralmente acompanhado de ódio pelo possuidor.

“inveja”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa, 2008-2013.

Esqueça o fato de estarmos do outro lado do mundo, de que hoje em dia é praticamente impossível encontrarmos um fliperama e esqueça até as reclamações que você sempre fez sobre a realidade virtual, pois meu amigo, a definição de inveja acaba de atingir um novo nível. Tudo graças à Bandai Namco e à Nintendo.

Isso porque começou a funcionar no Japão o Mario Kart Arcade Grand Prix VR, que como o próprio nome deixa claro, trata-se de um jogo que nos coloca nas já tradicionais corridas do personagem, mas dessa vez explorando a realidade virtual. O detalhe é que se na teoria a coisa já parece bem interessante, o trailer do game mostra o enorme potencial para diversão adicionado pela tecnologia. Confira:


4GamerMovie • 「マリオカート アーケードグランプリVR」(VR ZONE SHINJUKU)

Além dos gráficos belíssimos, o que mais me chamou a atenção é como a visão em primeira pessoa nos deu uma noção bem diferente do universo Super Mario. Repare por exemplo no quão mais assustador parece o Bowser, com seu tamanho sendo muito maior que o nosso e o mesmo vale para as muitas ameaças espalhadas pelas pistas.

O Mario Kart Arcade Grand Prix VR também surpreende por mostrar que a franquia poderia funcionar se nos desse a opção de jogar com esse ponto de vista, mesmo se fosse sem um dispositivo de realidade virtual e embora ache difícil isso acontecer, bem que a Nintendo poderia adotar a ideia no Mario Kart 9.

Outro ponto importante é a própria existência do game, já que a Nintendo tem se posicionado contra a realidade virtual (aqui e aqui), mas isso parece não ter sido suficiente para desanimar a Bandai Namco. Adaptado de um arcade do Mario Kart que a empresa tinha feito, esta nova versão contou com a colaboração de Shigeru Miyamoto e está disponível no VR Zone Shinjuku de Tóquio, sendo uma das principais atrações do novo fliperama da Bandai Namco.

Como as possibilidades de uma máquina desta chegar por aqui são praticamente nulas, nos resta apenas sonhar com um dia poder visitar o lugar e assim sabermos como é disputar uma corrida de Mario Kart enquanto a plataforma hidráulica se move para reproduzir o que está acontecendo na tela e ventiladores sopram ar no nosso rosto ao aceleremos. Então lhes pergunto: porque as coisas legais sempre tem que ficar para os japoneses?

Fonte: Destructoid.

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21 Jul 22:01

Uma pequena entrevista com Margaret Hamilton

by Carlos Cardoso

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A gente já teve oportunidade de contar em detalhes a história de Margaret Hamilton, a nerdinha que salvou a Apollo XI e entre outras coisas criou o termo “engenharia de software”. Ela foi fundamental para a computação como conhecemos hoje, como líder de projeto e designer de sistemas. Não caia na onda daqueles sites simplistas que dizem que ela escreveu aquela pilha de código da foto famosa.

Ela deu uma entrevista muito legal para o Makers, onde conta sobre sua vida e participação no Programa Espacial. Em uma parte Margaret relembra quando não tinha com quem deixar a filha nos serões, e levava a menina para a NASA.

A filha, claro, queria brincar de astronauta, e ficava no simulador da Apollo. Em uma dessas começaram a soar alarmes, Margaret foi ver, a menina havia carregado um programa de pré-vôo durante a sequência de pouso, e a avó de todas as telas azuis colocou o computador de joelhos.

Isso era um risco e era preciso criar rotinas de proteção, caso algum astronauta rodasse o programa errado. A NASA foi contra, o argumento era que astronautas eram treinados e não cometiam erros. Hamilton, que sabia ser chata quando era preciso, bateu pé até aceitarem a mudança, e a rotina de proteção foi incluída.

3 minutos antes do pouso da Apollo XI um dos astronautas cometeu um erro e acionou um comando que não deveria. O software que Margaret havia alterado reconheceu e manteve as rotinas fundamentais para pouso funcionando, mesmo em meio a alarmes.

Aqui a primeira parte da entrevista:

 
As outras sete partes estão abaixo do vídeo principal, nesta página do Makers.

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04 Jul 08:16

Faustão Narrando Game Of Thrones Parte 2

PUTA QUE PARIU! VO MORRE! HAusHaUSHauSHausHUAs

04 Jul 08:00

Evidências De Que O Brasileiro Ama Evidências

Evidências De Que O Brasileiro Ama Evidências

Agora essa música vai ficar martelando na sua cabeça o dia inteiro, boa sorte ASuHAsuHAsUAShASUh

04 Jul 07:51

A Escola Do Funk

Aqui no Brasil seria assim mesmo HuASuAHSUASAUsAUShAUSH

04 Jul 07:39

Ainda Não Foram Encontrados Os Limites Da Obsessão Do Brasileiro Por Coxinha

Ainda Não Foram Encontrados Os Limites Da Obsessão Do Brasileiro Por Coxinha

O brasileiro vê o limite e diz: kkk limite

27 Jun 17:48

Refresh Types

The hardest refresh requires both a Mac keyboard and a Windows keyboard as a security measure, like how missile launch systems require two keys to be turned at once.
27 Jun 17:47

Imagination Formally Announces It's Selling Itself

Following countless rumors about PowerVR-maker Imagination Technologies, the company has formally announced today it's selling itself...
26 Jun 23:14

Nintendo confirma produção do SNES Classic

by Dori Prata

snes-classic

E depois de bastante especulação (e muitas orações por parte dos fãs), a Nintendo acabou com o mistério e confirmou estar produzindo uma versão miniatura do Super Nintendo, algo nos moldes do que a empresa japonesa já havia feito com o NES.

Com seu lançamento previsto para acontecer já no dia 29 de setembro, a divisão norte-americana da BigN ainda revelou que o preço cobrado pelo Super NES Classic Edition será de US$ 80, US$ 20 a mais do que eles pediam pelo relançamento do Nintendinho e que mesmo sendo um pouco salgado, poderá valer a pena pela excepcional lista de jogos que virão instalados na memória.

Ao todo serão 21 títulos, mas sinceramente esqueça a quantidade. O que chama a atenção na lista é a qualidade dos títulos que eles selecionaram, realmente o crème de la crème, duas dezenas de jogos que marcaram época e que ainda hoje são apontados entre os melhores do Super Nintendo.

Tudo bem, muitos ainda dirão que poderíamos ter um Chrono Trigger e mais uma infinidade de outros games, afinal a biblioteca do console está repleta de verdadeiros clássicos, mas olhe a imagem abaixo e diga se não é para não nos empolgarmos:

snes_classic_games

  • Contra III: The Alien Wars
  • Donkey Kong Country
  • EarthBound
  • Final Fantasy III
  • F-ZERO
  • Kirby Super Star
  • Kirby’s Dream Course
  • The Legend of Zelda: A Link to the Past
  • Mega Man X
  • Secret of Mana
  • Star Fox
  • Star Fox 2
  • Street Fighter® II Turbo: Hyper Fighting
  • Super Castlevania IV
  • Super Ghouls ’n Ghosts®
  • Super Mario Kart
  • Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars
  • Super Mario World
  • Super Metroid
  • Super Punch-Out!!
  • Yoshi’s Island

Repare que a Nintendo ainda incluiu no pacote uma cópia do Star Fox 2, jogo que nunca foi lançado e tenho certeza que só isso já será motivo suficiente para fazer com que muitos invistam na compra do SNES Classic. O detalhe é que o título não estará disponível logo de cara, funcionando como uma espécie de bônus e tendo que ser desbloqueado ao jogarmos o primeiro estágio seu antecessor. Sem dúvida um presente e tanto para os jogadores.

Também vale notar que o videogame virá com dois controles com fio e poderá ser ligado na TV com um cabo HDMI, tudo para proporcionar uma experiência multiplayer para todos e a melhor qualidade de imagem possível. Porém, como a Nintendo já informou que o SNES Classic será vendido apenas temporariamente, podemos esperar uma escassez tão grande quanto a que vimos no NES Classic, ou até maior.

Para piorar, a chance de encontrarmos por aqui uma unidade dessa miniatura do Super Nintendo por um preço minimamente aceitável é quase nula, então infelizmente nós brasileiros ou teremos que gastar uma pequena fortuna em um, ou precisaremos contar com a sorte de algum amigo nos trazer o aparelho de fora.

Enfim, quem aí também já tem um novo sonho de consumo?

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15 Jun 20:12

15 lugares para praticar esportes radicais no Brasil

by Breno França

Não sei vocês, mas quando planejo fazer uma viagem, quase nunca me dou por satisfeito em encontrar um resort com piscina pra ficar tomando sol o dia inteiro. Sempre procuro escolher o meu destino pela variedade de opções de coisas pra fazer que ele me oferece. Entendo quem planeja as férias pra descansar, mas sou do time que volta mais cansado (e satisfeito) de uma viagem do que foi. Mesmo que isso implique em voltar uns dias antes pra recuperar o fôlego do sofá de casa antes de retomar o batente.

Felizmente, no Brasil, encontrar lugares com "muita coisa pra fazer" não é um problema. Uma vantagem daquela velha história de que moramos num país continental é não precisar trocar de moeda nem de idioma para ter uma ampla cartela de opções de viagem: das mais frias às mais quentes, das mais urbanas às mais rurais, enfim, a diversidade é a força desse país.

Dentro dessas opções, minhas listas contam com dois filtros principais: bons restaurantes e esportes radicais. Felizmente, a culinária brasileira é das boas e mesmo depois de conhecer países famosos pela sua gastronomia como França e Itália, afirmo sem medo de errar que não trocaria a comida brasileira por nenhuma outra no mundo. Mas quanto às opções de esportes radicais, ficava a dúvida: será que o Brasil é rico nisso também? Para nossa alegria, sim!

Abaixo segue uma lista com o compilado de pesquisas que fiz antes do feriado e das férias que se aproximam. Espero que vocês aproveitem. Eu certamente irei.

1. Teutônia, RS: Street Luge

Se você é muito fã de esportes a ponto de já ter parado pra ver as Olimpíadas de Inverno, deve conhecer um esporte chamado Ice Luge. Nessa modalidade, pessoas ficam deitadas em pequenas pranchas de fibra de vidro enquanto descem uma ladeira de gelo em velocidades que ultrapassam 100 km/h.

Mas como nem todo mundo é atleta olímpico, os brasileiros fizeram uma adaptação e criaram o Street Luge que você pode praticar na simpática cidade de Teutônia, no Rio Grande do Sul. O lugar chegou a receber campeonatos mundiais da modalidade e se tornou bastante conhecido por isso, mas se você não quiser se arriscar tanto assim saiba que a galera de lá apoia qualquer tipo de esporte sobre rodinhas. Skates, patins e até carrinhos de rolimã são todos muito bem-vindos.

2. Torres, RS: Surfe

O litoral do Brasil é enorme e são vários os lugares onde você pode praticar surfe, mas um que vale a pena ser listado como representante é a chamada Ilha dos Lobos, parte do município de Torres, na divisa do Rio Grande do Sul com Santa Catarina.

A ilha é só isso aí mesmo que a foto mostra, fica localizada há cerca de 2 km da costa continental e ganhou esse nome porque lobos e leões marinhos migram da Argentina e do Uruguai para a Ilha em busca de águas mais quentes para se reproduzir. Mas não se engane, o que é quente pra eles é bem frio pra nós e os surfistas que procuram as ondas gigantes formadas ali vão ter que se preocupar com isso, mas também em conseguir uma autorização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), já que depois de muitos abusos, a ilha se tornou reserva ambiental e o surfe passou a ser uma atividade permitida, mas controlada.

3. Foz do Iguaçu, PR: Rafting

Subindo um pouco mais, chegamos à Foz do Iguaçu, na fronteira do estado do Paraná com o Paraguai, onde além de conhecer as cataratas, os turistas mais ousados podem praticar rafting.

O esporte é praticado em grupos de cinco ou seis pessoas, o que torna tudo bem mais divertido. Rio abaixo, todos vão equipados com remos, capacetes e coletes, dentro de um bote inflável e guiados por um monitor. Em Foz do Iguaçu, o passeio começa próximo das quedas d'água, o que permite uma visão espetacular e vai se afastando pelas corredeiras até chegar em trechos de águas bem mais calmas onde, eu garanto, você até vai querer mergulhar.

4. Brotas, SP: Rafting, Rapel e Tirolesa 

Mas se Foz do Iguaçu for longe demais pra você, uma segunda opção para praticar rafting é a cidade de Brotas, no interior de São Paulo. Lá você não vai encontrar cachoeiras tão grandes, mas o passeio também vale muito a pena e a água é um pouco mais quente.

A cidade, aliás, é famosa pelo seu turismo de aventura e reúne uma combinação única que permite que você também pratique rapel, tirolesa, arvorismo e muito mais. Alguns passeios até tem um combo disso tudo misturado. Sem esquecer, é claro, do intenso contato com a natureza. 

5. Petar, SP: Rapel e Trilhas

Também no estado de São Paulo, chegamos ao Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR). Localizado há cerca de 300 km da cidade de São Paulo e 170 km de Curitiba, no Paraná, o parque pode ser uma boa opção para aventureiros desesperados por uma viagem no feriado ou no final de semana.

Nessa extensa área de preservação da Mata Atlântica, o que você mais vai encontrar é natureza enquanto faz trilhas de diferentes níveis de dificuldade. O passeio ainda permite que você pratique rapel, passe por pontes suspensas e escaladas, tudo isso enquanto desfruta de paisagens maravilhosas como cachoeiras e mais de 300 cavernas prontinhas para serem conhecidas. Quem já foi, não se arrependeu.

6. Piracicaba, SP: Balonismo

Uma paisagem bem diferente é a que Piracicaba, no interior de São Paulo, oferece. Lá, o "carro-chefe' são os balões.

Eu sei que não é lá muito radical, mas é romântico e lindo. Se você quer impressionar alguém especial com uma paisagem belíssima, num passeio pouco convencional, a opção é ótima. Lá você vai encontrar balões e instrutores esperando por você para dar uma volta com opções como café da manhã, taças de champanhe e tudo mais.

7. Boituva, SP: Paraquedismo

Mas pra quem gosta das alturas e quer algo mais ousado, não muito longe dali fica a cidade de Boituva, também no interior de São Paulo. Lá fica o maior centro de paraquedismo da América Latina.

Com material, instrutores e aeronaves à disposição, você pode saltar sozinho ou com um grupo de amigos de alturas superiores a 3,8 mil metros e atingir até 200 km/h em queda livre. De quebra você pode registrar tudo isso com fotos e vídeos que vão impressionar seus amigos e deixar sua mãe assustada.

8. Marília, SP: Motocross

Ainda no interior de São Paulo, encontramos uma opção para quem gosta mesmo é de pé no chão. Marília tem algumas das melhores pistas do país para se praticar motocross o que a faz receber vários campeonatos, mas também permitir a prática por parte de amadores como eu e você.

9. Pedra da Gávea, RJ: Voo livre

Já no Rio de Janeiro e bem mais conhecido, um lugar ajuda a compor o cenário da cidade maravilhosa. Trata-se da Pedra da Gávea e da Pedra Bonita.

Com o visual que dispensa comentários, amantes do voo livre e entusiastas corajosos podem aproveitar a vista de trechos que misturam a floresta da Tijuca, o mar, as praias e a própria cidade. Lá você só precisa chegar com cara, coragem, roupa esportiva e, claro, um pouco de dinheiro, para voar por até 20 minutos e ganhar uma perspectiva única da cidade. Mas, atenção, não são todos os dias que o voo é permitido, então é melhor confirmar a previsão do tempo antes de sair de casa.

10. Guapimirim, RJ: Base Jump

Você não vai conseguir fazer isso sem um pouco de treinamento, mas a definição de esporte radical pode ser encontrada no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Guapimirim, no estado do Rio de Janeiro.

Lá, um pico chamado de Dedo de Deus, com 1692 metros de altura permite que alguns malucos saltem nos ares com nada mais do que uma roupa "com asas". Para aqueles que já praticaram, dizem que esta é a sensação mais próxima que o ser humano chega de voar.

11. Bonito, MS: Rapel

Agora pensa num lugar tão, mas tão bonito que ganhou esse nome. Esse lugar existe e fica aqui no Brasil, mais especificamente no Mato Grosso do Sul.

Essa beleza encrustada no Pantanal, atrai turistas por suas piscinas naturais e um contato extremo e delicioso com a natureza, mas também atrai aventureiros interessados em praticar rapel nessas paisagens belíssimas. Um desses lugares é o Abismo de Anhumas que possui um lago de 80 metros de profundidade que só pode ser acessado por um rapel de 72 metros de altura. Eu duvido que não valha a pena.

12. Chapada dos Veadeiros, GO: Cascading

Outro lugar incrível para se praticar rapel fica um pouco mais ao norte. Em Goiás, na Chapada dos Veadeiros, fica o ponto mais alto do planalto central e lá é o local ideal para praticar cascading, que nada mais é do que um rapel nas cachoeiras.

Você vai se molhar, mas não vai reclamar, já que lá o calor é forte. As dicas ficam por conta das cachoeiras de Almécegas, com 45 metros, e Água Fria, com 130. Tem pra todos os gostos.

13. Chapada Diamantina, BA: Trilhas e Cave Jump

Não muito longe dali, outra chapada é responsável por oferecer mais opções de esportes radicais em contato intenso com a natureza. Trata-se da Chapada Diamantina, na Bahia.

Lá, você pode praticar trilhas com durações médias de uma a duas horas, que te fazem chegar até locais como a Gruta do Lapão: o único local no Brasil onde você pode praticar cave jump, um tipo específico de bungee jump só que nas cavernas, o que faz tudo ainda mais interessante. Só não se esqueça de levar uma garrafinha d'água porque o calor é intenso.

14. Fernando de Noronha, PE: Mergulho

Outro passeio que dispensa comentários, mas que merecia um lugar nessa lista é Fernando de Noronha. O arquipélago que oficialmente pertence ao estado de Pernambuco é famoso por suas paisagens belíssimas de intenso contato com a natureza e também é palco de alguns projetos de preservação ambiental e animal importantíssimos como o Tamar.

Mas se você quiser aproveitar intensamente o passeio, vale a pena começar a pensar em fazer um curso de mergulho para ir fundo nessa viagem. Afinal de contas, com águas agradáveis em torno de 28ºC e alta visibilidade de até 50 metros de profundidades, você dificilmente encontrará um lugar mais bonito do que esse para praticar.

15. Jericoacoara, CE: Kitesurf e Windsurf

Para encerrar, pensa num lugar que venta. Venta muito.

Há 300 km de Fortaleza, no Ceará, fica a praia de Jericoacoara onde, digamos, venta bastante! O que é justamente o que os amantes de kitesurf e windsurf procuram. Lá você e sua turma podem pegar pranchinhas ou pranchonas e aproveitar esse vento todo para deslizar por águas cristalinas num cenário de tirar o fôlego.

***

Como podemos ver, opções não faltam. Agora só falta juntar tempo, dinheiro e coragem para aproveitar. O que eu já comecei a fazer.

Você conhece algum outro lugar que merecia estar na lista? Adiciona aí nos comentários e faça mais gente conhecer.

10 Apr 20:32

Existential Bug Reports

ISSUE: If we wait long enough, the Earth will eventually be consumed by the Sun. WORKAROUND: None.
16 Mar 00:28

PlayStation Now passará a oferecer jogos de PS4

by Dori Prata

Há cerca de uma mês a Sony surpreendeu os assinantes do PlayStation Now ao informar que o serviço seria descontinuado no PS3, Vita e vários outros aparelhos, mas quando parecia que aquele era o primeiro passo rumo ao fim do streaming de jogos da empresa, eis que ela surge com uma novidade que deverá despertar a atenção de muita gente.

Se tudo correr bem, ainda este ano o Now deverá ganhar vários jogos do PlayStation 4 e embora ainda não saibamos quais serão oferecidos por lá, a expectativa é de que alguns exclusivos do console estejam entre eles e com isso os assinantes que utilizam o serviço no PC terão acesso a jogos que antes só existiam no PS4.

Vale citar que graças ao PS Now, hoje isso já acontece com mais de 400 títulos do PlayStation 3, mas como nunca foi mencionada a real possibilidade dos brasileiros receberem acesso a ele, continuamos apenas torcendo para que um dia a Sony enxergue algum potencial (e viabilidade técnica) para isso acontecer.

Apesar de achar que a decisão de disponibilizar os jogos de PS4 não tenha sido tomada de um dia para o outro, chama a atenção o fato dela acontecer pouco depois da Microsoft anunciar o Xbox Game Pass, serviço que não funcionará por streaming, mas que deixou muitos jogadores interessados justamente por oferecer jogos sem a necessidade de estarmos perto dos servidores da companhia ou mesmo de estarmos online para jogar.

Sem sabermos ao certo o número de assinantes do PlayStation Now, é difícil termos certeza sobre o seu desempenho comercial, mas devido a tantas mudanças pelas quais ele tem passado, é de se imaginar que a Sony esteja enfrentando problemas para atrair assinantes e desconfio que limitá-lo ao PS4 e ao PC não deve ter ajudado muito.

Vamos aguardar então para vermos quais serão os próximos passos do serviço, mas sem querer bancar o profeta do apocalipse aqui, não ficarei surpreso se o beta programado para essa oferta de jogos do PlayStation 4 não funcionar como eles querem e alguns meses depois a Sony anunciar que o Now nunca atingiu o sucesso que eles desejavam.

PS: mesmo com a desconfiança que citei no parágrafo anterior, que fique registrado que sempre gostei muito da ideia de jogos por streaming e se ela nunca engrenar, ficarei muito triste por isso.

Fonte: PlayStation Blog.

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23 Feb 22:57

Decision Paralysis

Good point--making no decision is itself a decision. So that's a THIRD option I have to research!
21 Feb 21:21

Microsoft libera como Open Source simulador para teste de drones

by Carlos Cardoso

Testar drones e carros autônomos é sempre algo complicado, se alguma coisa der errado você perde o drone e ainda corre o risco de machucar alguém. Uma forma de contornar isso é usar engines de games. Já mostramos um grupo que adaptou o GTA V para isso, mas agora a Microsoft apresentou uma solução específica: o AirSim, ou Aerial Informatics and Robotics Platform.

Baseado no Unreal Engine, o AirSim está disponível no GitHub, em regime de Open Source.

Ele usa os recursos de simulação para montar um mundo virtual completo, simulando inclusive sensores LIDAR. É meio irônico usar um computador para gerar uma simulação do mundo e então fazer outro computador tentar entender aquela imagem como real.

Esse tipo de ambiente de simulação é excelente não só por permitir que você teste o seu drone em inúmeras condições (vento, chuva, noite, neve) mas também pode ser usado para projetos bem mais ambiciosos.

Algumas simples modificações nos parâmetros e você tem um ambiente para testar o comportamento de drones em Marte, por exemplo.


Shital Shah — AirSim Demo

Fonte: Wired.

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03 Feb 07:45

Boston Dynamics mostra que MICHAEL BAY TINHA RAZÃO!

by Carlos Cardoso

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Transformers é a franquia que as pessoas mais amam odiar, do diretor mais odiado de Hollywood. Basicamente ninguém gosta de Transformers, só meia-dúzia de fãs que conseguiram fazer a franquia, que está no sexto filme com mais dois planejados, faturar mais de US$ 4 bilhões.

Enquanto nerds chilicam por causa da boca do Optimus Prime, Michael Bay repete a sério a cena d’O Ditador, com a Megan Fox, se é que vocês me entendem, wink wink.

Entre as muitas reclamações contra os filmes, está o absurrrddo Decepticon que em uma cena aparece patinando em uma estrada atrás dos nossos heróis.

transformers-robot-rollerblading

Entra em cena a Boston Dynamics, aquela empresa que provavelmente se chama secretamente de Cyberdyne Systems. Eles resolveram pesquisar a viabilidade de robôs com rodas, sem ser no sentido clássico de carrinhos. O resultado? O Handle, um robô com braços, pernas e RODAS.

É só um modelo de demonstração, uma prova de conceito, a finalidade é apenas ver se é possível e prático. Pelo vídeo, já dá pra perceber que Michael Bay estava adiante de seu tempo. EU não achava que algo assim seria prático e viável, e cresci com os robôs desajeitados de Star Wars.

Assista, mas assista até o fim. Depois diga nos comentários se soltou um “CARAI!” igual a mim.


Robotpig — Boston Dynamics “nightmare inducing” wheeled robot “Handle”, presentation video close-up | 2017

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02 Feb 22:26

Usando GTA V para treinar carros autônomos

by Carlos Cardoso

20170112gtav

Programar um sistema de navegação para carros autônomos não é nada fácil, mas testar esses sistemas é quase tão complicado. Em geral você precisa de um carro, um estagiário para pisar no freio quando o carro avisar que tem problemas, e muita paciência.

Como nem todo mundo tem contrato com a Fundação Cacique Cobra Coral, fica difícil escolher quando vai chover, negar, garoar, neblinar então você pode passar um ano só esperando as condições climáticas ideais para o teste.

Imagine se fosse possível testar esses softwares em um ambiente simulado. Agora é. O pessoal do DeepDrive está usando o GTA V como ambiente de testes.

20170112deepdrive

Eles conseguiram simular no engine do jogo todos os sensores de um carro autônomo, e repassar a telemetria para a rede neural que faz a navegação. Mesmo um modelo simples já consegue se virar nas ruas de Los Santos.


Craig Quiter — DeepDrive traffic

Eles conseguiram inclusive fazer com que ele funcionasse em condições climáticas como neve e chuva torrencial, mesmo sendo pouco treinado para isso.


Craig Quiter — DeepDrive weather

Agora o melhor de tudo: o software, código-fonte, bases de dados para treinar a rede neural, está tudo disponível no site do projeto.

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02 Feb 21:36

Team Chat

2078: He announces that he's finally making the jump from screen+irssi to tmux+weechat.
30 Dec 00:27

A louca técnica aliada de resgate de planadores

by Carlos Cardoso

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Um grande problema nas invasões militares é que o inimigo não colabora. Aviões são ótimos para transportar com rapidez soldados e suprimentos, mas raras vezes o lado invadido oferece os aeroportos para os invasores. 

No Desembarque da Normandia foi assim, então o jeito foi usar planadores. Lentos, baratos, eles transportavam tudo. Tropas, jipes, munição. Do Waco CG-4 foram feitas 14 mil unidades, cada uma capaz de levar 2 toneladas e pousar a meros 80 km/h.

Normalmente esses planadores, feitos de madeira, eram de uso único: um planador convencional sem motor precisa de uma pista e um avião para decolar, mas como helicópteros ainda estavam em fase altamente experimental, era preciso algum meio de recolher feridos graves sem ter acesso a um campo de pouso, e aí surgiu uma das idéias mais loucas da guerra.

dc134

Um planador em boas condições em um campo relativamente plano seria preparado com uma espécie de varal preso a uma corda grossa. Um C-47 viria BEM baixo, com um gancho e capturaria o varal.

Um sistema de carretilha desenrolaria uma corda de 300 metros, mantendo tensão para puxar o planador, mas sem o tranco de ancorar um C-47 a mais de 1 t de peso morto, o que costuma derrubar aviões.

Para os passageiros seria gentil, a aceleração máxima era de 0,7 G.

O mais louco de tudo? Funcionou perfeitamente.


British Pathé — Glider Snatching (1949)

Fonte: War is Boring.

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29 Dec 18:52

DARPA financia projeto de motor (de verdade) altamente eficiente

by Carlos Cardoso

bigengine

Existe uma percepção de que os motores a combustão interna chegaram em seu limite de eficiência, mas não é verdade. Há muito o que se pesquisar ainda, e o Departamento de Defesa dos EUA tem interesse em motores convencionais mas melhores e mais eficientes.

O motor da LiquidPiston é um desses. A princípio ele parece um motor Wankel, mas não é. Ele é um motor rotatório sem cilindros que usa um ciclo híbrido modificado. Parece complicado mas nem é, veja o vídeo de demonstração:


Garret Krampe — How It Works LiquidPiston X Engine

A possibilidade de muita potência com pouco volume e consequentemente pouco peso é muito interessante. Um gerador para uma base militar avançada pode pesar centenas de quilos, se isso fosse reduzido seria vantajoso.

A redução no caso é expressiva. Veja por exemplo um diesel convencional de 35 hp ao lado de um LiquidPiston que gera 40 hp:

liquidpiston-x2engine-comparison

Tem cheiro de marmotagem, ficção, só falta o link do Kickstarter, certo?

Só que não é. O programa é antigo, e os US$ 2,5 milhões que a LiquidPiston ganhou da DARPA, a Agência de Projetos Avançados do Pentágono foram dados para continuar um projeto que já saiu do papel.

A idéia é aprimorar a tecnologia, testar confiabilidade e durabilidade dos motores.

Aqui um exemplo desse bicho funcionando: os caras pegaram um kart, com um motor de 6 hp e 18 kg de peso e trocaram por um LiquidPiston de 3,5 hp mas DOIS QUILOS de peso. O motor praticamente some escondido pela transmissão:


LiquidPiston installs X-mini 70cc engine on a racing kart from LiquidPiston


LiquidPiston X-mini Powered Go-Kart from LiquidPiston

Lembre-se: nos carros que fazem mais sentido ter hoje, os híbridos, um motor a gasolina aciona um gerador que produz eletricidade para os motores elétricos. Imagine trocar esse motor por um que é 10× mais potente por kg.

Fonte: Next Big Future.

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05 Dec 15:36

A ferramenta devtool do Yocto Project

by Sergio Prado

A ferramenta devtool foi criada para que o desenvolvedor de aplicações pudesse integrar mais facilmente a sua aplicação na distribuição criada pelo Yocto Project, sem que precise conhecer em detalhes a sintaxe do BitBake e do sistema de build. Ela automatiza o processo de criação de receitas, compilação da aplicação e instalação no target, facilitando bastante a vida do desenvolvedor.

devtool

Por exemplo, dado o código-fonte de uma aplicação chamada app, os três comandos abaixo irão criar uma receita para a aplicação, compilar e instalar a aplicação no target:

$ devtool add app /path/to/app/source
$ devtool build app
$ devtool deploy-target app root@device_ip

Simples assim!

Vamos estudar mais detalhadamente como esta ferramenta funciona.

EXEMPLO 1: PROGRAMA SIMPLES EM C

Dado um simples programa em C:

$ vim /home/sprado/apps/apptest/apptest.c
#include <stdio.h>
 
int main(int argc, const char *argv[])
{
    printf("Aplicação de Teste V1.0\n");
 
    return 0;
}

O comando “devtool add” é capaz de criar um esqueleto de receita para este programa:

$ devtool add apptest /home/sprado/apps/apptest

Primeiro, o comando irá criar uma camada chamada “workspace” no diretório de build do Yocto Project:

$ tree workspace/
workspace/
├── appends
│   └── apptest.bbappend
├── conf
│   └── layer.conf
├── README
└── recipes
    └── apptest
        └── apptest.bb

Esta camada será adicionada automaticamente no bblayers.conf, e dentro dela serão criados todos os arquivos de trabalho da ferramenta, incluindo código-fonte, patches, receitas e arquivos de append.

Esta é a receita criada pela ferramenta devtool para a aplicação de teste:

$ cat workspace/recipes/apptest/apptest.bb
# Recipe created by recipetool
# This is the basis of a recipe and may need further editing in order to be fully functional.
# (Feel free to remove these comments when editing.)
 
# Unable to find any files that looked like license statements. Check the accompanying
# documentation and source headers and set LICENSE and LIC_FILES_CHKSUM accordingly.
#
# NOTE: LICENSE is being set to "CLOSED" to allow you to at least start building - if
# this is not accurate with respect to the licensing of the software being built (it
# will not be in most cases) you must specify the correct value before using this
# recipe for anything other than initial testing/development!
LICENSE = "CLOSED"
LIC_FILES_CHKSUM = ""
 
# No information for SRC_URI yet (only an external source tree was specified)
SRC_URI = ""
 
# NOTE: no Makefile found, unable to determine what needs to be done
 
do_configure () {
	# Specify any needed configure commands here
	:
}
 
do_compile () {
	# Specify compilation commands here
	:
}
 
do_install () {
	# Specify install commands here
	:
}

Perceba que, como a aplicação de teste não tem um Makefile e não é baseada em nenhum sistema de build de aplicações como o autotools, a ferramenta devtool criou apenas um esqueleto da receita, que precisa de adaptações.

Podemos utilizar o comando “devtool edit-recipe” para adaptar a receita, que irá abrir o código-fonte da receita com o editor de textos padrão do terminal, que pode ser alterado através da variável de ambiente EDITOR.

$ devtool edit-recipe apptest

Para testar, apaguei todos os comentários e implementei as tarefas do_compile() e do_install():

LICENSE = "CLOSED"
LIC_FILES_CHKSUM = ""
 
# No information for SRC_URI yet (only an external source tree was specified)
SRC_URI = ""
 
do_compile () {
        ${CC} apptest.c -o apptest
}
 
do_install () {
        install -d ${D}${bindir}
        install -m 0755 apptest ${D}${bindir}
}

Com o comando “build apptest” podemos processar a receita e compilar a aplicação:

$ devtool build apptest

E o comando “devtool deploy-target” possibilita instalar a aplicação no target (via SSH) para testá-la:

$ devtool deploy-target apptest root@192.168.7.2

EXEMPLO 2: AUTOTOOLS

Como outro exemplo, podemos facilmente criar uma receita para a aplicação bc (baseada em autotools), processá-la e instalar no target com os comandos abaixo:

$ devtool add bc https://ftp.gnu.org/gnu/bc/bc-1.06.tar.gz
$ devtool build bc
$ devtool deploy-target bc root@192.168.7.2

Fácil, não?

A ferramenta devtool é bem interessante e pode nos ajudar bastante no processo de criação de receitas, desenvolvimento e testes de aplicações. Mais informações sobre ela estão disponíveis no manual de desenvolvimento do Yocto Project.

Um abraço,

Sergio Prado

29 Nov 01:19

Jetsons Na Vida Real

Bateu uma nostalgia aqui e ao mesmo tempo, uma vontade de que esse programa existisse de verdade

29 Nov 00:46

Usando O Vale Refeição Pra Comer

O cara vai transar usando o vale refeição da firma, fica aqui os meus parabéns pra esse soldado

22 Nov 21:14

Vídeo da Tesla mostra a visão de um carro autônomo ao som dos Rolling Stones

by Nick Ellis

tesla_piloto_automatico

Elon Musk postou outro dia no seu Twitter um vídeo de demonstração do piloto automático da Tesla em ação na estrada, com três telas laterais mostrando todo o poder de reconhecimento e processamento do sistema. Além de uma trilha sonora espetacular (Paint it Black dos Rolling Stones), o vídeo mostra de forma acelerada todo o percurso do carro e o reconhecimento de objetos, de outros veículos e pedestres.

Antes do vídeo, um disclaimer avisa que a pessoa está sentada lá por questões legais, mas não está fazendo nada, o carro está se dirigindo sozinho. Não sei pra vocês, mas pra mim o que dá mais agonia é ver a pessoa sentada atrás do volante algumas vezes pensando em pegar no volante, mas conseguindo de alguma forma resistir a este impulso primordial.

Assista ao vídeo abaixo.


Autopilot Full Self-Driving Hardware (Neighborhood Long) from Tesla Motors

Para uma versão mais curta com trilha sonora jazzística do Benny Hill, clique abaixo.


Autopilot Full Self-Driving Hardware (Neighborhood Short) from Tesla Motors

As duas músicas certamente foram escolhidas a dedo pelo próprio Musk.

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22 Nov 20:52

Mate seus amigos com o Nerf N-Strike Elite TerraScout Remote Control Drone Blaster

by Carlos Cardoso

nerf-tank-source-hasbro

NERFs são brinquedos que nos EUA compra-se em qualquer quitanda, já no Brasil os preços são assustadores, então não temos a cultura de realizar batalhas campais nos escritórios. Sim, já rolou uma essas no Nerdoffice mas eles não são normais… 😉

Imagine como deve ser divertido correr atrás do estagiário atirando nele dardos de espuma, usando esta minigun NERF:

nerf-vulcan-modded-into-a-gatling-gun-image-2-630x354

O brinquedo da vez é o tanque da abertura. É muito mais do que parece. Vem com um carregador com 18 projéteis, é MUITO rápido e vem com isto aqui:

nerf-remote-source-hasbro

É um controle remoto, com uma tela LCD. Isso mesmo, você controla por rádio o tanque, e usando o slot disponível enfia um cartão SD e grava áudio e vídeo de suas matanças, e se movendo a 1,06 metro por segundo, ele é bem rapidinho. Aqui:


Nerf US – ‘TerraScout’ Official T.V. Spot

Pense em como você vai aterrorizar seus gatos!

Agora a parte ruim: o brinquedo custa US$ 229,99.

Fonte: BGR.

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