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18 Jul 05:41

Introdução ao periférico DMA (Direct Memory Access)

by Lincoln Uehara

Se o projetista compreender o periférico de DMA, pode otimizar os seus projetos e evitar custos desnecessários. Confira neste artigo como ele funciona.

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11 Jul 17:25

Wall Art

At first, I moved from pokémon posters to regular oil paintings, but then these really grumpy and unreasonable detectives from the Louvre showed up and took them all. They wouldn't even give me back my thumbtacks!
29 Jun 22:02

Microsoft Hololens dando a cegos os poderes do Demolidor

by Carlos Cardoso

Se alguém falasse sem contexto que está desenvolvendo uma aplicação Hololens para cegos a maioria das pessoas não vai entender, mas faz todo o sentido biológico, e é uma tendência que surgiu com o Kinect, o maravilhoso fracasso gamer da Microsoft que se revelou uma ferramenta científica maravilhosa.

O Hololens é ordens de magnitude mais avançado que o Kinect, e abriu um monte de portas para a área de pesquisa, uma bem interessante rendeu o paper Augmented Reality Powers a Cognitive Prosthesis for the Blind. Sim, eu sei, próteses são eugenia, mas a pesquisa dos virtualmente hitlers Yang Liu, Noelle R. B. Stiles e Markus Meister1 é por demais interessante.

Eles programaram um Hololens para servir de guia virtual para cegos. O conceito é de objetos virtuais, o Hololens faz o reconhecimento do ambiente e objetos de interesse são identificados por voz. Se existir uma escada nas imediações, ele dirá “escada adiante”, mas com um “plus a mais”: O sistema usa o recurso de áudio 3D do Hololens para gerar o som como se estivesse vindo da direção e distância relativa da escada.

Obstáculos e paredes emitem um chiado específico, para que o cego mantenha-se longe deles.

Em um dos testes os pacientes (cobaia é feio) foram instruídos a selecionar através de um controle manual o objeto “caixa”, e então depois que o objeto se anunciasse, virassem a cabeça na direção dele. Todos acertaram com precisão entre 3 e 12 graus, as variações maiores foram por causa de deficiências auditivas de alguns pacientes.

A criação dos “objetos virtuais” torna a memorização muito mais fácil, conforme confirmado no teste onde cinco objetos foram posicionados, identificados pelo Hololens e depois com o sistema desligado os pacientes tiveram que apontar onde eles estavam. Todos se saíram muito bem.

Outro recurso que estão testando é o guia virtual, onde o paciente seleciona um destino em um ambiente previamente escaneado pelo Hololens, um guia surge 1m adiante do usuário e o, bem… guia através dos corredores, indicando até os corrimãos – corrimões?- da escada.

Aqui o vídeo de um dos testes. Curiosamente censuraram a cara do paciente cego, acho que é para que ninguém o reconheça e conte pra ele que ele é gordo.

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26 Jun 21:59

Bolão

by André Farias

Vida de Suporte - Bolão

Transcrição:

Alex: Tá rolando um bolão na firma. Qual seleção você acha que vai ganhar a Copa?
Suporte: Desculpa, mas não tenho tempo pra acompanhar a Copa. Muito trabalho acumulado.
Alex: Mas é só dar um palpite. Coisa rápida.
Suporte: Tá bom, vai… Aposto na Itália.
Alex: A Itália não está participando da Copa.
Suporte: Não? Então eu chuto na Holanda.
Alex: A Holanda também não está participando.
Suporte: Sério?!
Suporte: Então vai ser fácil para o Brasil conquistar o tetra.

É tetra! É tetra!


Bolão é um post do blog Vida de Suporte.
22 Jun 21:41

Are you any good at it?

by CommitStrip

21 Jun 21:20

Novo projeto europeu de direitos autorais pode mudar a internet para sempre

by Ronaldo Gogoni

A Comissão de Assuntos Jurídicos do Parlamento Europeu aprovou nesta terça-feira (20) uma nova proposta de reforma sobre direitos autorais, que inclui dois polêmicos artigos que podem mudar radicalmente a forma como utilizamos a internet: eles propõem restrições ao compartilhamento de conteúdo e estipulam a cobrança de taxas de plataformas, pelo compartilhamento ou indexação de links.

A reforma proposta em 2016 (cuidado, PDF) vinha sendo alvo de inúmeras críticas e de uma campanha massiva em defesa da manutenção da web como a conhecemos hoje, mas apesar dos esforços o projeto passou pela primeira fase, ainda que de numa votação apertada: o Artigo 13, o mais polêmico teve 15 votos a favor e 10 contra, já o Artigo 11 recebeu 13 votos favoráveis e 12 contrários à medida.

Artigo 13: o filtro automático

Vamos começar pela proposta mais polêmica, delineada no Artigo 13 da reforma. Ele determina que qualquer plataforma online que atue no bloco econômico, seja pequena ou grande seja obrigada a filtrar automaticamente qualquer tipo de conteúdo compartilhado pelos usuários que infrinja direitos autorais. De acordo com a lei, a medida visa proteger os interesses dos produtores de conteúdo e proteger os pequenos criadores, que não teriam mais seu trabalho roubado livremente.

No entanto, os opositores afirmam que o Artigo 13 é extremamente danoso à internet e pode inviabilizar a manutenção de pequenas empresas, que seriam obrigadas a implementar filtros exagerados por não poderem arcar com ferramentas mais precisas, sem falar no temor geral da lei ser utilizada como uma ferramenta de censura: governos, políticos, empresas e outros poderiam se valer da proposta para derrubar reportagens, críticas ou denúncias com a desculpa de proteger seus direitos.

Vários veículos de mídia chamaram a atenção para o fato de que o Artigo 13 vai exterminar os memes, mas o fato é que esta não é uma afirmação exagerada. O famoso meme do Picard acima é um excelente exemplo: como a captura do frame pertence à série Jornada das Estrelas: A Nova Geração ela já é protegida por direitos autorais, pertencentes à Paramount e CBS.

Caso o Artigo 13 passe pelas próximas apreciações e ganhe força de lei, as operadoras serão obrigadas a identificar a imagem no momento em que ela é compartilhada pelo usuário e barra-la, sejam em sites, blogs, comentários, serviços de armazenamento online, plataformas colaborativas (como a Wikipédia) e redes sociais para evitar a visita do Processinho. A questão é que qualquer imagem, vídeo, GIF, áudio ou qualquer outro tipo de conteúdo de mídia pode vir a ser registrado, seja pelo dono do material ou não.

Imagine outro meme famoso, o do namorado distraído com outra mulher. Se o fotógrafo clamar direitos autorais sobre a imagem original (ou mesmo um terceiro, embora isso possa vir a ser questionado), todas as imagens derivadas deverão ser barradas. E a regulação vale para remixes de músicas no YouTube, podcasts que usam trilha sonora com copyright, trechos de programas de TV transformados em GIFs do Twitter, etc.

E isso nem é o pior: primeiro, o Artigo 13 não prevê nenhum cenário de Uso Aceitável (Fair Use), um conceito que permite o emprego de tecnologias ou conteúdos proprietários livremente sob certas circunstâncias, como em aplicativos educacionais ou em situações sem lucro envolvido; simplesmente não pode usar nada protegido e pronto, sem argumentos.

Segundo, assim como aconteceu com o GDPR, a aplicação da toda a infraestrutura torna inviável para boa parte das empresas limitar as restrições apenas à União Europeia, e dessa forma as novas regras acabariam tendo alcance global e prejudicando todo mundo.

Artigo 11: a taxa sobre links

Menos em evidência mas igualmente polêmico, o Artigo 11 determina que plataformas online de mídia sejam obrigadas a pagar uma taxa ou compensação pela indexação ou compartilhamento de links de fontes jornalísticas do bloco europeu. A ideia é repassar parte dos lucros que grandes agregadores como Google, Facebook, Apple (com o News) e Microsoft (através do Bing) fazem ao atrair usuários para seus serviços.

A ideia em si não é nova e não é apenas a União Europeia que defende o pagamento de taxas pelos grandes portais. A diferença é que o Artigo 11 estipula a cobrança compulsória, e o regulamento é propositalmente vago ao definir quem deve pagar. Dependendo da aplicação da lei, um simples redirecionamento feito por um blog ou um usuário de rede social já implicaria no recolhimento da taxa, se a fonte for um portal de notícias europeu.

Mais: há discussões sobre o que deve ser passível de proteção por direitos autorais, e questionam inclusive permitir que os títulos das notícias sejam patenteáveis; outros defendem que a mera publicação de um fato ocorrido no bloco por um veículo de mídia não-europeu, mesmo sem reindexar nada seria o bastante para gerar a cobrança. No entanto, por serem ideias para lá de absurdas o mais provável é se aterem às taxas por links.

O ponto contra é que isso já deu muito errado na Espanha: quando em 2014 o Google News deixou de indexar sites do país e a visitação dos mesmos despencou. Estudos apontam que a cobrança pode levar os sites a perderem dinheiro e não ganharem, e não é preciso ser um gênio para prever o que vai acontecer caso o Artigo 11 passe, embora as chances de isso acontecer sejam menores.

E agora?

O projeto segue para uma nova avaliação do Parlamento Europeu; é esperado que no dia 04 julho (data prevista) os 751 deputados do bloco avaliem a proposta; caso siga em frente, um acordo deverá ser firmado entre este e o conselho da União Europeia, e só então ela seguirá para a votação final em Plenário, prevista para ser realizada entre dezembro e janeiro de 2019.

A representante do Partido Pirata Julia Reda, que é contra a reforma defende que os europeus devem pressionar seus deputados como fizeram no passado, quando a opinião pública conseguiu virar a mesa e o Parlamento Europeu acabou por rejeitar o Projeto de Lei ACTA (similar aos SOPA e PIPA, dos Estados Unidos), em 2012.

We can still turn this around! The #linktax and #uploadfilters passed a critical hurdle today. But in just 2 weeks, all 751 MEPs will be asked to take a stand either for or against a free & open internet. The people of Europe managed to stop ACTA, we can #SaveYourInternet again! pic.twitter.com/883ID7CKDE

— Julia Reda (@Senficon) 20 de junho de 2018

Vale lembrar que 70 personalidades influentes da internet, como o criador da web Tim Berners-Lee, os fundadores da Wikipédia e EFF (Electronic Frontier Foundation) Jimmy Wales e John Gilmore, entre outros publicaram uma carta aberta (cuidado, PDF) onde rejeitam completamente o Artigo 13, que segundo sua ótica criará mecanismos automatizados de controle e vigilantismo da internet, cerceando por fim a liberdade de expressão de seus usuários.

Com informações: TechCrunch, The Verge, BBC.

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20 Jun 21:41

Nem sempre é kibe: três vídeos com idéias idênticas tumultuam o YouTube espacial

by Carlos Cardoso

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Vou contar um segredo: foguetes são grandes. Não é fácil acelerar alguma coisa a 28.000 km/h, para isso você precisa de muito combustível, aumentanto o peso então você precisa de motores mais potentes, que são mais pesados, então você precisa de mais combustível e o resultado são coisas monstruosas. Um Saturno V tinha 110 metros de altura e 2.970 toneladas de peso: esses são valores de um navio de guerra respeitável.

Aqui a nossa clássica escala de foguetes giantescos. E o VLS brasileiro:

foguetebras

Mesmo assim são apenas números, assim como os da minha conta bancária, não significam nada. Seria legal uma visualização desses foguetes em situações do dia a dia, para dar uma noção da escala. Pois bem, o pessoal do Corridor Crew resolveu fazer um vídeo colocando foguetes perto de marcos arquitetônicos.

Problema: eles anunciaram o Reddit o vídeo, e o primeiro comentário foi do Everyday Astronaut, desesperado pois ele tinha um vídeo com a mesma idéia prestes a ser lançado. Ele até perguntou se deveria jogar o dele fora.

Detalhe: antes disso um sujeito chamado Matt Nayman postou também no Reddit que estava trabalhando em um vídeo igual, o Everyday Astronaut o convidou e uniram os vídeos. O que não esperavam era um TERCEIRO vídeo igual aparecendo.

Pior, não dá nem pra acusar de kibe, esse tipo de produção leva meses pra ficar pronta.

O lado bom é que nós ganhamos não um mas 2,5 vídeos ótimos:

Aqui o vídeo do Corridor, que considero o melhor:


Corridor Crew — VFX artist shows you how BIG SpaceX rockets REALLY are!

O do Everyday Astronaut:


Everyday Astronaut — Rockets in Everyday Places (4K)

E aqui o videozinho do Matt com umas cenas extras:


mknayman — Voyages: The Scale of Spacecraft

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19 Jun 20:48

Facebook usa Inteligência Artificial e consegue abrir o seu olho

by Carlos Cardoso

Hoje em dia qualquer câmera vagabunda ou celular tem opção para livrar a barra daquele seu amigo que adora cigarrinho de artista e só sai em foto de olho vermelho, mas os algoritmos são simplórios, deixam todo mundo de olho preto e pronto.

Problema maior é o sujeito que cisma de piscar e sai de olho fechado. Com máquinas digitais ainda dá pra ver na hora. Antigamente, só semanas depois quando você terminasse de gastar o filme de 36 poses, esperasse o salário cair e fosse gastar uma fortuna revelando as fotos, das quais umas 5 se salvariam.

Resolver isso via software é bem mais complicado, mas felizmente temos a bala mágica da Inteligência Artificial, e isso resultou num paper de Brian Dolhansky e Cristian Canton Ferrer, da Facebook Research. O título? Eye In-Painting with Exemplar Generative Adversarial Networks.

O resultado? Nada mau, nada mau mesmo pra uma prova de conceito em um paper científico.

O truque é treinar o sistema com imagens da pessoa na foto com olhos abertos, ele aprende a identificar os rostos e as posições onde os olhos deveriam estar. A complexidade é que ele faz isso tridimensionalmente. Aí é só normalizar os tons de pele e aplicar um olho gerado pelo algoritmo. O processo é bem simples, entenda:

O mais legal é que o sistema detecta e adéqua os novos olhos à expressão do rosto, veja mais alguns resultados:

Ainda não chegamos na época de acabar com a piada da velhinha que chega pedindo pro rapazinho da loja editar a foto do marido de costas fazendo ele ficar de frente, mas do jeito que toda hora sai uma macumbaria tecnológica que qualquer pessoa razoável consideraria impossível, não duvido nada.

Fonte: Facebook Research

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15 Jun 23:24

Startup lança tecnologia para projetos de chips personalizados

by Fábio Souza

A empresa zGlue lançou uma tecnologia para que qualquer pessoa projete um chip personalizado, acessível, ultracompacto e eficiente em termos de consumo de energia.

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15 Jun 17:44

Intel Posts Linux Graphics Driver Patches For Whiskey Lake, Amber Lake

Intel open-source developers today posted the set of patches for adding support for upcoming Whiskey Lake and Amber Lake processors for the Linux kernel's Direct Rendering Manager driver...
05 Jun 20:30

ZenBook Pro da ASUS tem tela multi-touch no lugar do trackpad

by Nick Ellis

ZenBook Pro 15

A ASUS apresentou na Computex o ZenBook Pro 15, equipado com tela multi-touch no lugar do touchpad. A proposta da Asus é que você use o touchpad multi-touch de várias maneiras, desde as básicas, como um teclado numérico ou calculadora, até funções específicas de cada aplicativo, como atalhos do Word ou Excel.

Ele já vem com alguns apps instalados como um launcher no qual dá pra colocar os apps mais usados, um player de música e calendário. Eu não estou na Computex esse ano, mas pelas matérias e vídeos que vi, parece que as soluções de software foram bem desenvolvidas, especialmente o suporte aos aplicativos do Office, desenvolvido pela ASUS em parceria com a Microsoft.

ZenBook Pro 15

Você pode até achar inútil, mas falando sinceramente, pra mim faz mais sentido algo assim do que uma barra touchscreen na parte de cima do teclado, que foi vendida pela Apple como uma novidade espetacular. A ideia de usar uma tela no local do touchpad não é exatamente original, e lembra muito o Project Linda da Razer, mas com uma grande diferença, ali era um dock para o Razer Phone, aqui é uma tela integrada ao próprio notebook, com uma solução desenvolvida dentro do Windows 10.

A pequena tela IPS tem 5,5″ com resolução Full HD, e por dentro, o ZenBook Pro 15 também está muito bem servido, com processador Core i9 e GPU GeForce GTX 1050 Ti, com um SSD de 512 GB de capacidade e 16 GB de RAM. Ele também conta com sistema de som Harman Kardon e um leitor de digitais. 

A ASUS está em casa em Taiwan, e sempre gosta de lançar algo bem chamativo, para capturar a imaginação dos jornalistas e blogueiros presentes no evento, e o ZenBook Pro com ScreenPad e também ao ROG Phone apresentado ontem, mas ainda mais ao conceito Project Precog, um notebook/tablet com tela dupla e vários recursos de AI, que conforme foi prometido pelo Marcel Campos no palco, será capaz de reconhecer o que o usuário está fazendo e se adequar a este uso, mas esse é um assunto para outro post.

ZenBook Pro 15

Além do Precog e do ZenBooks Pro 14 (infelizmente sem a tela touchpad), a ASUS também mostrou na sua apresentação o Zenbook S, os VivoBooks S13, S14 e S15 e o grandão VivoWatch BP (estes últimos se chegarem por aqui, certamente trocarão de nome para não confundir com a operadora). Destes aí o destaque é o VivoBook 13, com borda ultrafina que permite encaixar uma tela de 13″ em um case de 11″. A empresa também apresentou oficialmente a maravilhosa Gal Gadot como embaixadora global da ASUS para PCs.

Leia o release e saiba mais sobre o ZenBook Pro 15 na Asus.

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29 May 19:24

O que é o GDPR e por que ele vai afetar a vida de todos nós

by Ronaldo Gogoni

Você com certeza recebeu uma grande quantidade de e-mails na última semana, dos mais diversos serviços online com o assunto “Nós atualizamos nossa Política de Privacidade”. Pois saiba que há uma razão para isso: na última sexta-feira (25) entrou em vigou Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (General Data Protection Regulation, sigla GDPR), um grande e rígido conjunto de regras que determina como empresas, produtos e serviços terão que lidar com os dados privados dos cidadãos da União Europeia daqui para a frente.

E dada a magnitude, as novas regras afetarão as vidas não só de quem vive no Velho Mundo, mas também em outras partes do globo, Brasil incluso. Nos acompanhe e descubra o que muda de agora em diante.

O que é o GDPR?

O conjunto de regras surgiu de um projeto iniciado em 2012 e aprovado em 2016, de modo a criar novas e mais atuais restrições e procedimentos para o tratamento dos dados privados dos cidadãos do bloco econômico, visto que as anteriores datavam de 1995 e estavam severamente datadas para a realidade atual. De modo geral, a UE entende que o direito à privacidade do cidadão é inviolável e dessa forma, toda e qualquer empresa que atue na região ou forneça serviços/produtos para os europeus terão que seguir normas severas de como os dados individuais serão coletados, tratados, armazenados e compartilhados.

Em linhas gerais, todas as regras do GDPR colocam o usuário como soberano sobre seus dados. Elas são as seguintes:

  • o usuário é soberano no direito de autorizar ou não a coleta de dados, e tem o direito de determinar como eles serão tratados;
  • o usuário tem o direito de saber quais dados uma determinada empresa está coletando e para quais fins;
  • o usuário tem o direito de mudar de opinião quando quiser, sendo as empresas obrigadas a fornecer ferramentas para remoção de dados e sua decisão de interromper a coleta deve ser respeitada;
  • o usuário tem o direito de ser informado se seus dados estão sendo compartilhados com empresas ou grupos externos;
  • o usuário tem o direito à portabilidade de dados, de modo que ele possa baixa-los e disponibiliza-los em outro serviço ou à sua escolha, e as empresas são obrigadas a fornecer ferramentas para tal finalidade;
  • o usuário tem o direito de apagar seus dados em ocasiões específicas;
  • as empresas ficam obrigadas a notificar os usuários e as autoridades em até 72 horas após uma ocorrência de vazamento de dados;
  • as empresas são obrigadas a considerar a proteção de dados e privacidade dos usuários por design, desde o início de qualquer projeto;
  • as empresas são obrigadas, na medida do possível aplicar a pseudoanonimação dos dados, de modo a dificultar a identificação das informações por terceiros; a GDPR menciona métodos de ocultação e/ou substituição de dados de forma que a identificação correta só possa ser realizada com a adição de mais dados;
  • as empresas são obrigadas a manter registros internos de todas as atividades de processamento dos dados dos usuários, e elas deverão incluir nome e detalhes da organização, a finalidade do processamento, a descrição de categorias de indivíduos e dados pessoais, destinatários, detalhes da transferência e cronogramas de retenção de dados;
  • as empresas ficam proibidas de transferir dados para um país que não possua leis adequadas de proteção aos dados; a Comissão Europeia manterá uma lista de “países aprovados” para as transações e de forma alguma os inclusos na “lista negra” deverão ter acesso a informações de cidadãos europeus;
  • fornecedores terceirizados estão sujeitos às mesmas regras; basicamente, qualquer companhia que lide com dados de europeus será obrigada a manter registros de suas atividades, mesmo que sirva apenas como uma intermediária;
  • as empresas deverão nomear um Diretor de Proteção de Dados (Data Protection Officer, ou DPO), um executivo responsável pela supervisão da manutenção e tratamento dos dados, que também deverá atuar como elo de ligação com as autoridades para prestar esclarecimentos e auxiliar em investigações.

O que acontece com quem descumprir a GDPR?

Trocando em miúdos, toda companhia que preste qualquer tipo de serviço à União Europeia que lide com coleta e tratamento de dados, sejam redes sociais, empresas de e-commerce, servidores de dados são obrigadas a se adequar, investindo em cibersegurança para manter as informações seguras e fornecer ferramentas que permitam que os usuários possam deletar ou transferi-las. As empresas que descumprirem a Lei poderão ser notificadas em casos de infração leve, ou em situações mais severas serem multadas em € 20 milhões ou até 4% do faturamento anual, o valor que for maior.

E como a Comissão Europeia não dorme em serviço, o Google e o Facebook já foram processados no primeiro dia de vigência do GDPR: de acordo com denúncia do ativista austríaco Max Schrems, ambas companhias (no caso do Facebook, também pelo WhatsApp e Instagram) estão coagindo o usuário a aceitarem seus próprios Termos de Serviço, em detrimento da GDPR sob pena de interromper o fornecimento dos serviços (a velha política do “ou dá ou desce”). Caso seja comprovada a má-fé de ambas, as multas somam € 7,6 bilhões (€ 3,9 bilhões do Facebook e € 3,7 bilhões do Google).

Como o Brasil será afetado pelo GDPR?

Embora tenhamos em ação o Marco Civil no país, o GDPR possui prevalência e dessa forma, qualquer companhia externa que minimamente atue no bloco está sujeita às novas regras. Isso significa que se você possui uma empresa e trata dados de europeus, terá sim que se adequar às regulações e implementar uma série de modificações em seus projetos de modo a fornecer as mesmas ferramentas e direitos que outras grandes companhias globais já o fazem.

Por exemplo: uma loja online brasileira que atenda a União Europeia e venda produtos para seus moradores terá sim que cumprir a GDPR, sendo obrigada a tratar os dados dos usuários e cumprir todas as determinações da Lei, como oferecer meios para deleção e migração de dados, manter logs de todas as atividades e nomear um GPO para supervisionar os dados.

Por outro lado, a GDPR pode ser benéfica ao usuário: sua caixa de e-mails lotada nos últimos dias é uma consequência da GDPR, visto que muitas empresas e serviços que atuam em todo o mundo preferem implementar as mudanças para todos os usuários ao invés de setorizar as modificações, pelo simples motivo de ser uma decisão mais barata. A partir de agora, diversos sites, redes sociais e serviços oferecerão uma série de novas ferramentas que serão bastante úteis.

Quanto às punições: embora a GDPR deixe claro que elas sejam voltadas às empresas com escritórios e/ou representação oficial no bloco, nada impede que negociações diplomáticas ou acordos de cooperação comercial entre a UE e o governo brasileiro acabem por impor as mesmas sanções a companhias nacionais. Embora seja um processo complexo ele não é impossível de ser implementado e como estamos falando da União Europeia, é quase certo que acabarão por adotar tal caminho neste caso.

A dica para as empresas nacionais é: invistam em cibersegurança. Muito mais do que uma multa pesada, os danos à imagem de uma companhia em caso de um processo serão muito mais danosos.

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11 May 22:37

Meu Kernel Minha Vida - Round-Robin

by Evandro Teixeira

No último artigo, Meu Kernel Minha Vida, foram apresentados os conceitos básicos de kernel cooperativo e o código-fonte do projeto desenvolvido. Confira agora conceitos básicos de kernel preemptivo do tipo Round-Robin.

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11 May 21:00

Estas são as principais novidades reveladas no Google I/O 2018

by Ronaldo Gogoni

Nesta terça-feira (08) o Google deu início à I/O 2018, sua conferência anual para desenvolvedores que introduz as principais novidades da companhia a serem implementadas. O keynote de abertura revelou novidades acerca do Android P e demais serviços, com grande foco em Inteligência Artificial e aprendizado de máquina.

Vamos dar uma olhada nas principais atrações:

GBoard e Acessibilidade

Fato, o código Morse vai nos salvar de uma invasão alienígena; mas enquanto o dia não chega ele é útil para muita gente hoje, em especial portadores de deficiências que encontraram na linguagem uma forma de se comunicar com o mundo exterior. É o caso de Tania Finlayson, desenvolvedora que nasceu com paralisia cerebral e seu marido Ken, que juntos desenvolveram uma interface que utiliza sensores montados junto à cabeça para transformar código morse em voz; os movimentos são captados pelo aparato, que por sua transfere as palavras para o software text-to-speech.

No entanto o equipamento é complexo e nem todo mundo pode ter acesso, e é onde o Google entra: a companhia formou uma parceria com os Finlaysons para introduzir o suporte a morse no GBoard, de modo que ele seja capaz de identificar toques externos em acessórios e transcreva para comandos no Google Now, ou qualquer outra atividade no smartphone. O plano é disponibilizar o suporte a Morse tanto no Android quanto no iOS, mas a princípio apenas o robozinho será compatível.


Google — Tania’s Story: Morse code meets machine learning

A novidade deverá ser introduzida no GBoard nos próximos meses; interessados a colaborar com o esforço podem acessar o site oficial do projeto Hello Morse e baixar os assets; já quem possui o teclado experimental instalado no seu Android poderá acessar este site e fazer um mini-curso de código Morse.

Google Fotos, Gmail, Google Assistant e Google Lens

O Google está injetando mais recursos de Inteligência Artificial nos três serviços, de modo a deixa-los mais úteis e intuitivos. Comecemos pelo Google Fotos, cujo recurso Google Lens está agora chegando a mais usuários e está ficando mais esperto.

A funcionalidade utiliza IA e aprendizado de máquina para reconhecer objetos em tempo real através da câmera, e já é capaz de traduzir textos, identificar estabelecimentos e ler códigos QR, buscar detalhes de um livro na Wikipédia e por aí vai. Integrado ao Fotos, ele é agora capaz de identificar as pessoas presentes em uma imagem e anexar tags aos seus álbuns pessoais, sugerindo inclusive que você envie as fotos aos seus amigos.

Uma das funções mais úteis no entanto é a capacidade de corrigir documentos fotografados, oferecendo a opção de corrigir a foto tornando-a mais plana e legível, de uma maneira mais intuitiva do que a Microsoft oferece com o Office Lens. Ele também é capaz de remover cores de fundo em uma foto (da mesma forma que efeitos presentes em alguns smartphones de câmera dupla atuais) ou até mesmo inferir de forma bastante fiel cores ausentes.

A demonstração do Google utilizou uma foto preto e branco antiga e os algoritmos do Google Fotos conseguiram um resultado bastante natural, ainda que muito provavelmente não reflita a realidade. Ainda assim, o resultado é muito bom.

As novidades deverão ser implementadas no Google Fotos em breve.

Já o Gmail ficará mais inteligente com o recurso chamado Smart Compose, que permite a sugestão de frases completas desde o início da composição de uma mensagem. Por exemplo, ele identifica o remetente e sugere uma saudação inicial, complementar “meu endereço é…” com seus dados pessoais e sugerir opções de auto complemento, como seguir um “não vejo você…” com um “há muito tempo”.

O CEO do Google Sundar Pichai diz que o Smart Compose deve chegar ao Gmail nos próximos meses, mas não deu maiores informações sobre quais idiomas além do inglês serão suportados num primeiro momento.

Porém o que assustou mais o público foi o nível de inteligência implementado na Google Assistant. Sua assistente agora está muito mais conversacional, deixando de ter uma voz robótica e apresentando uma entonação mais humana, suportada por mais seis opções de vozes que serão incluídas. Uma delas, do cantor John Legend.

Mas a parte que interessa mesmo é a referente ao Duplex, a tecnologia que utiliza aprendizado de máquina para realizar conversas com outros humanos, sem que estes percebam que estão conversando com uma máquina. Basicamente o Google está fazendo de tudo para vencer o Teste de Turing, proposto em 1950 e que até hoje nenhum autômato ou sistema especialista conseguiu vencer.

O Duplex permite que a Assistant ligue para um estabelecimento, como um restaurante ou um salão de beleza e marque um horário, ou para um consultório médico e agende uma consulta com o profissional. Ao ser solicitado a tarefa, a assistente virtual faz uma ligação e utiliza uma série de maneirismos para simular o comportamento humano, desde um hilário “hu-hum” a “ahhnn…” e longas e curtas pausas, sem a característica voz robótica das assistentes.

O vídeo da demonstração é impagável:


Jeffrey Grubb — Google Duplex: A.I. Assistant Calls Local Businesses To Make Appointments

A parte do restaurante é bastante interessante, pois ao ser confrontado com uma informação nova (o estabelecimento não exigia reservas para menos de cinco pessoas), a Google Assistant (aqui utilizando uma voz masculina) estendeu a conversa perguntando se a espera costuma ser longa. Note, sem ser sugerido a fazê-lo.

O Google informa que o Duplex utiliza um rede neural recorrente, treinada com tecnologia do TensorFlow e alimentada com milhares de ligações do tipo, de modo que o sistema de reconhecimento de fala fizesse o trabalho de padronizar procedimentos e identificar a natureza da ligação, as possibilidades de resposta e a melhor forma de fazê-lo de modo que a pessoa do outro lago da ligação não perceba que está falando com uma máquina.

Como o Google não liberou nenhum artigo explicando exatamente os parâmetros em que os testes foram conduzidos, impossibilitando a revisão por pares ainda é muito cedo para dizer que a Google Assistant passou no Teste de Turing. No entanto, é certo que quando o recurso for liberado da qui a alguns meses (novamente, sem previsão de suporte a outros idiomas que não o inglês) teremos uma real impressão de suas capacidades.

In a few weeks, a new Google Lens feature called style match will help you look up visually similar furniture and clothing, so you can find a look you like. #io18 pic.twitter.com/mH4HFFZLwH

— Google (@Google) 8 de maio de 2018

Por fim, o Google Lens. O recurso de reconhecimento de elementos através da câmera passará a ser integrado diretamente no app, inicialmente em dez fabricantes de dispositivos: LG, Motorola, Xiaomi, Sony, Nokia, Transsion, TCL, OnePlus, BQ, Asus e claro, a marca proprietária Pixel.

Google Mapas

O Google anunciou uma nova função para o Mapas, chamada “For You” que sugerirá locais próximos de onde o usuário estiver, baseado nos seus gostos pessoais. Por exemplo, se você gosta de comida chinesa ele recomendará restaurantes temáticos nas proximidades, tendo como base seu histórico de avaliações fornecidas anteriormente e a recorrência, denotando suas preferências.

Coming soon, we’re adding a new tab to @googlemaps called “For you.” Designed to tell you what you need to know about the neighborhoods you care about, see new places that are opening or whats trending, personal recommendations and more. #io18 pic.twitter.com/CtqQsWFyot

— Google (@Google) 8 de maio de 2018

O Google também demonstrou uma função de Realidade Aumentada para auxiliar na navegação ponta-a-ponta: com sua câmera e os dados fornecidos pelo Street View, o usuário será capaz de identificar melhor as direções a serem tomadas. É possível inclusive adicionar assistentes virtuais, que guiarão o transeunte pelas ruas em que o recurso estiver disponível.


Mandar Limaye — Google Maps AR

As novidades deverão ser introduzidas em breve mas num primeiro momento, o recurso de Realidade Aumentada no Google Mapas deverá ser bastante restrito.

Google News

O Antigo Google Play Banca MÓR-REU. O app, que oferecia a opção de adquirir revistas foi expandido e se tornou o novo Google News, que integrará as funções de sua encarnação anterior com uma plataforma completa para a veiculação de notícias. A iniciativa visa não só oferecer um ambiente mais protegido contra as notícias falsas, mas também anda de mãos dadas com os grandes conglomerados de mídia.

O app possui quatro abas. Em For You, o News irá exibir as principais recomendações paras o usuário baseado em suas buscas (novamente, utilizando IA e aprendizado de máquina), limitado a cinco notícias; as recomendações serão aprimoradas com o uso do app e se baseando nas opções selecionadas para leitura.

Já na aba Headlines, que é a principal do app o Google News utilizará uma tecnologia chamada Google Material Theme, de design adaptativo para adequar as notícias ao formato de apresentação padrão para exibir os principais destaques do momento nos canais de mídia tradicional e nos de notícias do YouTube. Dentro dela há também o Newscasts, que agrupará diversas fontes sobre um mesmo assunto num só tópico de forma resumida; se quiser a cobertura completa é só clicar em Full Coverage, que utilizará outra tecnologia chamada co-localidade temporal para agregar links de sites de notícias, reações em redes sociais, vídeos do YouTube e muito mais de forma cronológica, montando uma linha do tempo bem detalhada. O recurso será direcionado à cobertura de grandes acontecimentos, para prover diversos pontos de vista e opiniões sobre um mesmo tema.

Os Favoritos, como bem explicado é a aba que agrupará suas fontes de notícias selecionadas de uma lista pré-determinada (o app, assim como o Apple News não utiliza o protocolo RSS, que está caindo em desuso) e a aba Newsstands será onde o usuário gerenciará suas assinaturas, através do aplicativo e com os pagamentos através da carteira do Google. Sim, assim como Apple e Facebook o Google está dando total suporte aos paywalls.


Google — Introducing the new Google News

O Google News foi liberado ontem inicialmente em 127 países; os demais (Brasil incluso) terão acesso ao app apenas na próxima semana.

Android P

Como sempre, a estrela do keynote. A próxima versão do sistema operacional móvel do Google, anunciado oficialmente em março vai ganhar um tremendo tava no visual, com a morte em definitivo do botão multitarefa (ao menos na versão pura); ao invés disso o usuário vai deslizar o botão Home (que está bem menor) para cima, o que abrirá a area de apps em segundo plano.

Ela mostrará prévias dos apps e permitirá a seleção de texto sem abrir de fato uma aplicação, apenas segurando o dedo sobre a janela. Nesse modo o Home assume a função de slider, podendo ser deslizado para a direita ou para a esquerda de modo a permitir a visualização de todos os programas abertos.

Agora o Android vai ajustar o volume de mídia, e não o de toque por padrão toda vez que você acionar os botões de volume. Isso sempre foi uma fonte de reclamação dos usuários, que utilizam hoje seus smartphones mais como estações de mídia e computadores de bolso e menos como telefones celulares; além disso haverá um comando de orientação de tela, que avisará o usuário caso ele segure seu dispositivo na horizontal e ele estiver travado para ser usado apenas na vertical.

Para completar as mudanças estéticas, os controles de volume foram deslocados para a lateral direita e o recurso de captura de tela passa a contar com um editor de imagens próprio.

Porém a principal novidade diz respeito ao que o Google chama de “bem-estar digital”. Basicamente a companhia não quer que o usuário veja seu smartphone como um estorvo, enchendo seu saco com notificações excessivas ou com apps consumindo mais do que deveriam, e de modo a permitir um melhor controle a empresa apresenta a Dashboard.

Com ela, você poderá saber quanto tempo passou em cada um dos apps instalados, quantas notificações recebeu, quantas vezes desbloqueou a tela, quanto tempo passou vendo vídeos no YouTube (inclusive no desktop) e com esses dados em mãos, o usuário poderá determinar um plano de uso mais ou menos comedido de acordo com suas prioridades. É bastante útil para reservar por exemplo um tempo determinado para cada aplicação, o que pode vir a calhar num cenário de pais monitorando o smartphone dos filhos.

O modo Não Perturbe também foi melhorado. O recurso Wind Down vai mudar o tom do display para tons de cinza quando for a hora de dormir, e o novo gesto “shush” vai silenciar o dispositivo por completo (notificações e toques) ao vira-lo com a tela para baixo em uma mesa, por exemplo.

E claro, IA. O recurso de Bateria Adaptativa vai identificar quais aplicativos são mais utilizados do que outros, limitando a energia gasta nos menos acionados e liberando nos que o usuário usa com mais frequência. Dessa forma, o número médio de vezes em que um smartphone sai do modo de espera foi reduzido em 30%.

Já com o Brilho Adaptativo, outro algoritmo detecta não só a quantidade de luz do ambiente mas também as preferências do usuário, evitando de escurecer ou iluminar demais a tela mesmo que entenda que é necessário, contrariando o que você realmente quer fazer. Segundo o Google, 50% das pessoas que testaram a novidade deixaram de ajustar o brilho manualmente, com a funcionalidade entendendo melhor o que deve ser feito em cada situação.

A bandeja de apps do Android P deixará de sugerir os cinco mais mais utilizados, e passará a destacar os mais relevantes com base nos seus gosto e logo abaixo exibirá os App Actions, ações a serem utilizadas. Por exemplo: se você conectar seu fone de ouvido o sistema sugerirá abrir o Spotify e executar as músicas que estão bombando, ou a busca por um filme disparará uma ação para abrir o app de ingressos e reservar uma sessão.

Já o Slices permite executar funções de apps na busca. O Google demonstrou digitando o nome do Lyft, que de pronto exibiu uma janela com o tempo médio para o motorista mais próximo chegar ao local que o usuário está, bem como o valor médio da corrida. E por fim a API ML Kit, disponível para Android e iOS permitirá a integração de apps com modelos de aprendizado de máquina para reconhecer imagens, rostos e pontos de referência a sugerir respostas. Isso pode ser feito desde no app ou rodando na nuvem do Google.

O beta do Android P já está disponível para os seguintes dispositivos:

Aqui você confere o keynote completo:


Google Developers — Google I/O’18: Google Keynote

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07 May 17:57

Driving Cars

It's probably just me. If driving were as dangerous as it seems, hundreds of people would be dying every day!
27 Apr 22:28

Educação

by André Farias

Vida de Suporte - Educação

Transcrição:

Suporte: Como assim você não quer mais ir à escola?! Se não estudar como vai escrever sem erros?
Garotinho: Corretor ortográfico.
Suporte: Tá… mas quando você precisar resolver uma operação matemática, como irá fazer?
Garotinho: Com a calculadora. Conhece?
Suporte: E onde você espera ganhar dinheiro sendo um completo ignorante?
Garotinho: YouTube.

Futuro sucesso no YouTube.


Educação é um post do blog Vida de Suporte.
26 Apr 17:10

Construa seu próprio mini-barquinho. É suicídio mas parece divertido

by Carlos Cardoso

mini-boat

Eu sei, eu sei, seus planos incluem um iate com um plantel de panicats genéricas espalhadas pelos vários decks, mas sejamos realistas: não vai acontecer, mas nem por isso você vai ficar a ver navios. Com muito pouco dinheiro é possível ter um barquinho, que também pode resolver de vez o seu problema de falta de dinheiro.

É o Mini-Barco da Rapid Whale, e se você falar que já viu barquinho de macumba com oferenda pra Iemanjá maior do que isso, não estará mentindo. Ele tem um metro e oitenta de comprimento, pesa 58 kg (30 do barco 8 do motor e 10 cada bateria) e faz 6,4 km/h.

rapid-whale-mini-boat-sea-trials-2-1

O kit básico com o casco custa US$ 950,00. O resto dos materiais pode custar entre US$ 500,00 e US$ 1.000,00 dependendo da qualidade do material e acessórios que você escolher.

Por US$ 95,00 você compra os planos de montagem com os arquivos 3D para impressão de componentes e mapas de corte das placas.

É um projetinho ótimo pra quem tem tempo livre e habilidade manual, e o resultado parece ser extremamente divertido.


Joshua Tulberg — Mini Boat – Party Weekend

Claro, em qualquer água mais agitada do que um copo de água sem dinossauros por perto você VAI naufragar, mas de forma extremamente divertida.


Joshua Tulberg — Mini Boat – Sea Trials

E não, não adianta avisar pra não usar o brinquedo no mar: qual a graça de ter um negócio desses sem levar pra praia?

Fonte: New Atlas.

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20 Apr 22:41

Clutter

I found a copy of The Life-Changing Magic of Tidying Up, but the idea of reading it didn't spark joy, so I gave it away.
19 Apr 22:02

Jovem coloca “Assistir Naruto” como habilidade em currículo

by Não Salvo

A busca por empregos é uma das maiores frustrações do jovem moderno. Com o mercado em baixa e a crise em alta, está cada vez mais se tornar independente e sair da barra da saia da mãe. Mas nem todos são assim, alguns guerreiros não tem medo do fracasso e buscam o primeiro emprego com muito vigor.

E na falta de qualidades, sempre da pra inventar alguma. Como esse caso.

A pessoa foi lá e colocou “Assisti 276 episódios de Naruto em 2 meses” como qualidade no currículo:

Devo concordar que é um feito e tanto.

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14 Apr 00:37

Levando o Dog Pra Zona

Levando o Dog Pra Zona

Oloco, tá curtindo a onda haSuAHsuAHsuHAS

13 Apr 00:08

Agora vai: Fundação, de Isaac Asimov é a mais nova série exclusiva da Apple

by Ronaldo Gogoni

Demorou uma eternidade, mas finalmente a obra-prima de Isaac Asimov será adaptada para fora dos livros: a Apple anunciou nesta terça-feira (10) que assegurou os direitos exclusivos junto ao produtor David S. Goyer, o roteirista Josh Friedman e a Skydance Television para a produção de uma série baseada na Trilogia da Fundação, uma das séries literárias de ficção científica mais importantes e influentes de todos os tempos.

O rolo envolvendo a adaptação de Fundação levou anos. Primeiramente foi cogitado uma série cinematográfica, depois a ideia foi migrada para a TV (a meu ver, a opção mais acertada) e diversas emissoras namoraram a ideia, inclusive com a HBO anunciando em 2015 que iria tocar o projeto, com Jonathan Nolan como showrunner. No fim das contas, a ideia não foi para a frente e a emissora se resolveu com Westworld.

Recentemente a Skydance garantiu os direitos e recrutou Goyer (trilogia O Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan, Cidade das Sombras, O Homem de Aço, Batman vs. Superman: A Origem da Justiça), que pulou da fora do Development Hell do remake de Mestres do Universo e Friedman, que escreveu o roteiro de Terminator: The Sarah Connor Chronicles e a versão recente de Guerra dos Mundos, de Steven Spielberg para adaptarem os livros para a TV.

Entra então a Apple, que está entrando no mercado de conteúdo televisivo original. Depois de testar a recepção do público com sua própria versão de Carpool Karaoke e outras atrações voltadas à música because reasons, a companhis busca parcerias com diretores, produtores e roteiristas de renome para atrair massa crítica e a atenção do público e crítica, e Goyer envolvido com Fundação era algo suculento demais para deixar Netflix, Amazon ou qualquer outra pegar primeiro. Já chega ter perdido a próxima obra de JJ Abrams para a HBO.

O primeiro volume da trilogia original, Fundação foi lançado em 1951, baseado em uma série de oito histórias curtas que Isaac Asimov publicou entre 1942 e 1950. Ele e os seguintes (Fundação e Império, de 1952 e Segunda Fundação, de 1953) narram a odisseia da espécie humana por milênios, após terem conquistado o espaço e se estabelecido como o grande Império Galático. O matemático Hari Seldon, que dedicou toda a sua vida a uma nova ciência chamada Psicohistória, que busca através de conceitos de sociologia e cálculos apurados prever o comportamento de sociedades inteiras durante séculos e milênios vindouros.

Seldon chega à conclusão de que o Império irá inevitavelmente ruir e todo o seu conhecimento será perdido, e a única maneira de evitar tal catástrofe é compilar e catalogar toda a história e saber da humanidade em um único compêndio, a Enciclopédia Galática (sim, a própria citada em O Guia do Mochileiro das Galáxias com Douglas Adams a definindo como “muito chata”) e todos os dados viriam a ser cuidados e administrados por uma sociedade das melhores mentes do império estabelecida em um ponto remoto da galáxia, que viria a ser conhecida como a Fundação.

A trilogia original recebeu uma série de prêmios, inclusive um Hugo especial que a intitula “a melhor série literária de todos os tempos” tendo destronado até mesmo a Trilogia do Anel de Tolkien; isso sem contar que a obra influenciou diversos autores, produtores e cineastas nas décadas seguintes. Curiosamente, Asimov é um dos dois entre os quatro principais autores de ficção científica que até hoje nunca teve uma adaptação para cinema ou TV à altura das obras originais, sendo o outro Robert A. Heinlein (Planeta Vermelho e Tropas Estelares, este sendo excelente pelos motivos errados; a adaptação de Um Estranho Numa Terra Estranha, prometida pelo canal SyFy em 2016 ainda não deu as caras); já Ray Bradbury (que apesar dos pesares, gostou da versão de Fahrenheit 451) e Arthur C. Clarke tiveram muito mais sorte.

A Skydance, por sua vez só comemora: além da Trilogia da Fundação para a Apple, a produtora é responsável por Grace and Frankie e Altered Carbon para a Netflix, Jack Ryan para a Amazon Prime, Condor para a AT&T Audience Network e Dietland para a AMC; logo, não é como se faltassem oportunidades ou clientes interessados nas marcas que ela detém.

Já A Apple está jogando pesado para entrar no mercado de conteúdo original por streaming com os dois pés na porta, como é de praxe: além de garantir a Trilogia da Fundação, a maçã conta com conteúdos produzidos por alguns pesos pesados:

Há de fato algumas coisas a serem consideradas, como a exigência de que nenhuma das produções pode conter sexo, violência, palavrões ou mesmo temáticas mais sombrias; Fuller teria deixado o projeto de Amazing Stories exatamente por querer dar à série um toque a lá Black Mirror e Twilight Zone, enquanto a maçã insistiu que a obra, como todas as outras deve ter um tom otimista e “para toda a família”, sendo a empresa mais Disney-like nesse aspecto do que a própria Disney. Ainda que isso limite e bastante as obras que o serviço poderá vir a exibir, é fato que ninguém quer deixar de ganhar muito dinheiro com Cupertino.

A previsão é de que Apple lance a primeira leva de atrações exclusivas no segundo semestre. Até lá, só resta esperar para ver no que isso tudo vai dar.

Fonte: Deadline.

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12 Apr 23:58

O universo alternativo dos mashups de rock no YouTube

by Luciano Andolini

Não é muito novidade por essas bandas do PdH que um dos meus passatempos favoritos é fazer pesquisas sobre música. Minha coluna Eu Ouvi Pra Você pode até estar numa pausa, mas o ponto dela é compartilhar os artistas brasileiros que vou ouvindo e achando interessantes.

Em geral, tenho um ouvido bastante aberto e, quando menos espero, estou bem longe, ouvindo punk rock africano, jazz japonês ou soul/funk instrumental turco dos anos 70. 

Gosto muito disso. O mundo é diverso, repleto de misturas que a gente nem imagina.

Então, um belo dia, clicando de vídeo em vídeo pelo Youtube, me deparei com isso:

Link Youtube | Beat it, Trooper!

Michael Jackson cantando Beat It em cima da base de The Trooper, do Iron Maiden. E ficou perfeito! Soa como algo que realmente poderia ter acontecido em algum universo paralelo. 

Eu não devia ter achado isso tão bom, mas achei. Apenas é o que é. 

Fiquei imediatamente viciado!

Então, comecei a procurar por mais.

Não demorou muito pra  ouvir uma versão de Whole Lotta Love, do Led Zeppelin, misturada com War Pigs, do Black Sabbath!

Link Youtube | As duas melhores bandas ao mesmo tempo. 

É como algum pesadelo que você tem depois de ficar muito chapado na época da faculdade!

Jamais imaginei o impacto que ouvir duas músicas que eu adoro ao mesmo tempo poderia ter na minha mente. Agora tenho que lutar pra me reabilitar e descobrir o prazer nas pequenas coisas da vida.

Mas antes, não pude evitar de ouvir um pouco mais. Ainda na seara do Black Sabbath, existe também essa mistura entre The Who, com aquela música "Who Are You" e a boa e velha Paranoid. Você não entende o impacto até dar o play.

Link Youtube | Já imaginou Roger Daltrey substituindo o Ozzy?

Mas por falar em impacto, a coisa fica perturbadoramente séria quando você percebe o quanto é incrível a até então impossível mistura entre Stevie Wonder e Metallica.

Isso não deveria existir. Mas existe.

Não deveria funcionar. Mas funciona.

Link Youtube | Sad But Superstitious

Esse cara inventou um novo estilo, o Soul Metal!

Aqui, por exemplo, ele conseguiu juntar Herbie Hancock e Metallica em uma versão cheia de groove de Master Of Puppets.

Link Youtube | Master Of Doin' It

Slayer com Marvin Gaye me perturbou. Nunca imaginei que a voz do Marvin Gaye pudesse soar tão sombria.

Link Youtube | Sério, trilha de filme de terror.

Stayin' In Black é uma mistura de AC/DC com Bee Gees que funciona. Até as orquestrações encaixam!

Link Youtube | Stayin' In Black

A gente sabe que Pink Floyd é uma banda dada a construir longamente a atmosfera de suas canções. Eagles é uma banda que tem um dos mais misteriosos sucessos da história da música, com Hotel California. E não é que a voz fantástica de Don Henley caiu como uma luva sobre o instrumental de A Saucerful Of Secrets? 

Confira por si e prepare para sentir a tensão se construindo rumo ao infinito enquanto espera pelo refrão.

Link Youtube

Essa versão dos Eagles com Pink Floyd já é bem emotions. Mas prepare o lenço ao ouvir essa mistura entre Beatles e Massive Attack. Paul diz pra não chorar, mas eu não consigo.

Link Youtube | Golden Teardrops

Respira fundo.

Eu não quero ver você aí triste e pensativo desse jeito, então, vamos seguir.

Dio é um dos favoritos dos mashupeiros. 

Mais uma vez, minha reação é: "meu deus, eu nunca imaginei algo assim!"

Dio com Gloria Gaynor. 

Link Youtube | I Will Survive The Rainbow In The Dark

Eu sei que você riu alto. O dueto que ninguém pediu mas que todo mundo ama.

Mas nós vamos mais longe que isso. O mashup definitivo ainda está por vir. A versão suprema. Inigualável.

Dio com Exaltasamba.

Link Youtube

Você nunca mais vai ouvir Holy Diver do jeito original que eu sei. 

Na minha opinião, ver essas conexões é um super poder. Fico intrigado em saber como funciona a cabeça de quem faz esses vídeos. Só me resta conjecturar.

Mais uma vez, a internet faz valer o boleto pago.

07 Apr 21:03

A história do Turboencabulador, a Rosa Weber da engenharia

by Carlos Cardoso

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Hoje as interwebs estão ariscas com a votação do STF. Um monte de gente está reclamando das leituras dos votos, com os juízes passando horas percorrendo conceitos e idéias, até decidir um (não tão) simples sim ou não. Em especial a ministra Rosa Weber está sendo alvo de uma barragem de memes, a maioria ótimos, por causa de seu uso excessivo do jargão legal.

Mas toda profissão tem seu jargão: ver dois encanadores falando resulta em um monte de termos misteriosos, como junta reversa, mangote e Koopa. O divertido é quando uma profissão sabe rir de si mesma, como engenheiros, e por causa disso mantêm vivo o retroencabulador.

O equipamento surgiu em 1944, em um artigo-zoeira publicado por John Quick, um estudante, no British Institution of Electrical Engineers Students’ Quarterly Journal. Ele escreveu “O Turbo-Encabulador na Indústria”. Era uma imensa pilha de termos técnicos jogados quase ao acaso, mas com um ritmo e uma elegância que soavam convincentes pra um leigo.

Em 1946 uma versão do artigo foi publicada nos EUA no boletim interno de uma firma de engenharia, e mais tarde na revista Time. Uma leitora classificou o texto como “um dicionário atingido por um raio”.

O turboencabulador, retro-encabulador ou micro-encabulador, dependendo da versão, persistiu como piada impressa por vários anos, a GE chegou a publicar uma ficha técnica do equipamento em seu catálogo.

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Em 1977 Bud Haggart, uma versão real do Troy McLure dos Simpsons achou uma cópia do texto, adorou e convenceu a equipe a ficar até mais tarde depois de uma gravação só para filmarem a brincadeira:


Dave Rondot — “Turbo Encabulator” the Original

Em 1986 a Chrysler contratou Bud Haggart pra repetir sua performance, apresentando o TurboEncabulador.


docah — Chrysler Turbo Encabulator

Em 1997 foi a vez da Rockwell, que fez um vídeo seríssimo apresentando seu próprio Encabulador. De novo, o texto é uma colagem de termos técnicos de engenharia sem nenhuma preocupação em fazer sentido.


rlcarnes — Rockwell Retro Encabulator

A versão mais recente apareceu no Primeiro de Abril de 2016, quando a Path lançou um upgrade, o Micro-Encabulador, com termos absurdos como “Relutância Magnética”. É ótimo!


PATH — Introducing the innovative new Micro Encabulator™

E se você acha que só engenheiros são capazes desse tipo de senso de humor, aqui um bônus: a clássica apresentação de Doug Zongker, em uma conferência da Associação Americana para o Avanço da Ciência.


Yoram Bauman — Chicken chicken chicken

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03 Apr 16:32

Right Click

Right-click or long press (where supported) to save!
30 Jan 01:51

Mais um importante passo rumo aos display 3D impossíveis de ficção científica

by Carlos Cardoso

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Durante toda a história do cinema e da TV a tecnologia da ficção científica esteve presa à tecnologia real. Só dá pra mostrar o que se tem tecnologia para simular, e telas suspensas no ar eram algo caro demais. E, só pra avisar, o holograma da Princesa Leia era só uma imagem transparente sobreposta.

O verdadeiro display de ficção científica com imagem flutuando no ar só se popularizou depois que surgiram ferramentas de motion tracking, que hoje se encontram em qualquer Adobe After Effects da vida. Em verdade até no Blender tem como fazer, e é tão simples que até um já brinquei disso.

Definidas pela ficção como padrão, trazer essas interfaces para o mundo real é bem mais complicado. Uma imagem flutuando, sem tela? Impossível, imagens não funcionam assim. Só que nenhum problema de engenharia é impossível, se você aplicar dinheiro e tempo suficientes, e um passo importante foi dado por Daniel Smalley, da Universidade Brigham Young.

Pesquisador do ramo de holografia, ele ficou irritado após ver Homem de Ferro, pois aqueles displays não poderiam ser criados com técnicas tradicionais. Pesquisando alternativas, ele e seu grupo conseguiram bolar um método onde uma partícula de celulose é aprisionada por um conjunto de lasers, funcionando como uma espécie de raio-trator. Esses lasers movimentam a partícula no espaço tridimensional, ao mesmo tempo em que lasers coloridos, verde vermelho e azul atingem a partícula, que brilha na cor selecionada.

O campo de visão é minúsculo, poucos milímetros, mas conseguiram, por exemplo…

Recriar o holograma da Leia:

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Ou o efeito Homem de Ferro da imagem em torno de um objeto físico:

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Ou o clássico display flutuando no meio da mesa:

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Antes que o pessoal chato de sempre vá latir nos comentários, aviso de novo: isso é pesquisa BÁSICA, é uma técnica ainda em sua infância, isso não é reloginho que a GearBest vai vender semana que vem. E não, ao vivo a imagem não pisca como no vídeo, é efeito causado pelo frame rate da gravação.

Estamos tendo a rara oportunidade de ver uma técnica quase em seu nascimento, e o que é mais significativo: algo deixou de ser tecnicamente impossível, agora é apenas muito difícil e complicado. Veja o vídeo, é lindo:


nature video — Pictures in the air: 3D printing with light

Fonte: Nature.

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05 Jan 17:27

Qual o Melhor VR?

Qual o Melhor VR?

Fataço hASuHAsuAHsuHS

05 Jan 14:07

Veio Trazer a Peça?

Veio Trazer a Peça?

Amem! haSuHASuAHSuAHSuAHsuHAS

05 Jan 13:12

Aprenda Com Essa Historia o Que Não Se Fazer Quanto Estiver Bebado

Aprenda Com Essa Historia o Que Não Se Fazer Quanto Estiver Bebado

Deixo essa dica valiosa aí, pois até o momento 2018 promete haSuAHSuhAUshAS

05 Jan 13:10

Retrospectiva meme 2017: mil tretas, dedo no cu e gritaria.

by Zanfa

Mais um ano chegando ao fim, menos um ano na nossa breve existência neste planeta.

E, como já está se transformando em tradição (fizemos em 2016 e em 2015), vamos ao compilado dos melhores e piores memes que surgiram ou bombaram no ano de 2017.

Foi um ano interessante para o Capinaremos, tivemos a ascensão da Capina Meme Factory, que virou matéria na BBC, replicada no G1 entre outros muitos sites, inclusive fomos parar até no Fantástico. Fomos oficialmente notificados pelo Planalto, sendo orientados a parar de fazer memes com o presidente, fato que rendeu nota até no The New York Times.

Combatemos a temível Baleia Azul com um “contra-jogo”, chamado de Capivara Amarela. Chegamos aos 100 programas de rádio, o nosso querido CapinaShow, continuamos investindo na CapinaTV e construímos até a CapinaPromo!

Enfim, aproveito esse post da retrospectiva para agradecer todos que nos acompanham, sobretudo nossos patrões apoiadores, nossos colunistas, nossos administradores e moderadores!

VAMOS AOS MEMES:

JANEIRO:

Começamos o ano com o ‘Logo Eu’, meme que visava mostrar as pessoas como não seríamos passados para trás:

Saiba mais. (quebrou a internet, conte quantas vezes isso vai acontecer)

A Mônica do gibi e a Mônica de verdade bombaram com o ‘ata’:

Mais informações.

Esse turco colocando sal na carne também virou meme:

Saiba mais.

Trump mal chegou na Casa Branca e seu primeiro ato já virou meme (ah, ele também quebrou a internet).

Saiba mais.

Esse rapaz dando conselhos, conhecido como “Roll Safe”, nos atingiu em cheio em janeiro:

Saiba mais.

Também em janeiro, OH O GÁS:

Saiba mais.

CONTINUE VENDO OS OUTROS MESES!

FEVEREIRO:

Em fevereiro tivemos a primeira aparição do ‘Chupa Cu de Goianinha’, mais um mito de nosso folclore:

Saiba mais.

Falando em cu, no carnaval tivemos a aparição do famoso CU VERDE:

Mais informações.

A guerra ‘Raiz x Nutella’ também ganhou nossos corações em fevereiro:

Maiores informações.

Ainda em fevereiro, tivemos o surgimento da POMBA ROXA MUITO LOCA, conhecida como ‘Trash Dove’:

Saiba mais.

La La Land perdendo o Oscar de melhor filme também virou meme:

Veja mais.

Já procurou hotel na internet? Cara da Trivago virou meme também:

Saiba mais.

Memes com o sósia do Vin Diesel também duraram quase todo o ano de 2017:

Saiba mais.

 

MARÇO:

No terceiro mês do ano tivemos o aparecimento do meme ‘Vocês Eu’, onde essa mocinha não quer engolir as coisas “populares”:

Mais exemplos.

A sala gigantesca de Ana Hickmann também virou meme:

Saibam mais.

Tivemos o ressurgimento do ‘Shooting Stars’ com força em março de 2017:

Saiba mais.

Em março tivemos a estátua bizarra do CR7 virando meme:

Saiba mais.

A operação ‘Carne Fraca’ achou papelão nas carnes brasileiras, claro que isso também virou meme:

Saiba mais.

 

ABRIL:

Um “menino” (marmanjo) do Acre sumiu em abril e virou meme:

Saiba mais.

A vida no bueiro pode ser maravilhosa, o meme do novo IT apareceu com força em abril:

Saiba mais.

Tivemos ‘Stories’ em tantos lugares em abril, que isso virou meme:

Saiba mais.

 

MAIO:

Tivemos em maio a explosão do meme da ‘mente expandida’:

Saiba mais.

Também em maio, tivemos essa mania louca de escrever nomes de cursos desorganizadamente em balões dourados:

Saiba mais.

Criancinhas receberam mochilas gigantescas em Jequié, viraram memes tadinhas:

Saiba mais.

Não aguentávamos mais cair no ‘Gemidão do Zap’ em maio:

Saiba mais.

O Trump super pequenino também foi um meme popular de maio.

Outros exemplos.

Outro meme do Trump em maio foi relacionado a essa foto macabra dele e um ORBE MÁGICO:

Saiba mais.

Bob Esponja sempre figura entre os melhores memes do ano, desta vez foi o ‘Mocking SpongeBob’:

Saiba mais.

 

JUNHO:

Supla apareceu no programa da Ana Maria e, bom, quebraram a internet (de novo).

Um rapazinho fazendo um espacate ao som de Sweet Dreams bombou em junho:

E o Gugu Gaitero tocando Sweet Dreams quebrou a internet também.

O ‘Ken Hipster’ é lançado, gerando rebuliço:

Saiba mais.

O ‘ursinho suando de nervoso’ também apareceu em junho:

Mais exemplos.

“O chão é (alguma coisa)” também explodiu em junho:

Saiba mais.

Pessoas que já vivem em 3017 também apareceram em junho:

Conheçam outros.

A nossa velha Cuca, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, virou meme internacional:

Saiba mais.

 

JULHO:

O meme ‘Você Não’, deu aquele viralizada em julho:

Saiba mais.

A internet descobriu a suposta perfeição de Rodrigo Hilbert, que também quebrou a internet:

Mais memes do Rodrigão.

Ainda em julho, um filtro de um cachorro-quente dançante virou meme:

Saiba mais.

O print é velho, mas o meme renasceu esse ano, ‘Carro pica vs. Celta 2012’:

Saiba mais.

 

AGOSTO:

Em agosto tivemos o ‘boom’ do meme deste namorado abuso:

Saiba mais.

Zuerinha com a ‘mão de coxinha’ dos italianos também ganhou a internet esse ano:

Saiba mais.

 

SETEMBRO:

Os fãs super inteligentes da série animada ‘Rick and Morty’ viraram meme em setembro:

Saiba mais.

Também tivemos o genial meme do ‘corte de cabelo do macaco’ em setembro:

Saiba mais.

O pensamento lá longe, no seu cônjuge, também foi meme:

Alguns outros.

Improvise, adapte-se e sobreviva, o meme do Bear Grylls surgiu em setembro.

Saiba mais.

 

OUTUBRO:

Esse russo lindo muito louco virou meme aqui no Brasil:

Saiba mais.

Pica Pau também sempre figura entre os bons memes, “essa gente inventa cada coisa” foi um deles:

Mais alguns.

 

NOVEMBRO:

Tivemos os famosos ‘Cleiton Memes’ em novembro:

Mais exemplos.

Esse rapazinho chegando na casa da moça e vazando também é um meme recente:

Conheça a origem.

 

DEZEMBRO:

Tivemos em dezembro o meme dos bombeiros com bom senso:

03 Jan 16:50

Christmas Present Mix-up

by CommitStrip