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14 Dec 18:27

Seven Years

[hair in face] "SEVVVENNN YEEEARRRSSS"
11 Dec 19:30

Stack Overflow Patchwork

by CommitStrip

07 Dec 22:43

Valve anuncia um novo Portal (mas não se empolgue)

by Dori Prata

bridge-constructor-portal-

Ao longo dos anos eu venho criticando incessantemente a Valve por praticamente ter abandonado a criação de jogos, com a empresa preferindo viver dos lucros obtidos com as microtransações em alguns de seus títulos, além das vendas feitas no Steam. Eis que eles enfim decidiram anunciar um novo game, mas infelizmente está muito longe do que os seus fãs gostariam de ver.

Funcionando como um spin-off da série Portal, Bridge Constructor Portal é um jogo que está sendo desenvolvido pela Headup Games e como o próprio nome deixa claro, se trata de um daqueles títulos de quebra-cabeça em que devemos construir pontes que ligam uma parte do cenário a outra.

No jogo nosso objetivo será justamente permitir que veículos da Aperture Laboratories possam chegar aos seus objetivos e para isso, além de termos que construir pontes os mais resistentes possíveis, também teremos à nossa disposição a emblemática Portal Gun. Isso certamente adicionará uma nova camada de estratégia à experiência, assim como alguma personalidade ao game.

Pelo último ano estivemos trabalhando secretamente nos nossos laboratórios subterrâneos na próxima interação da popular série Bridge Constructor,” anunciou a desenvolvedora através de um comunicado oficial. “Este título independente será lançado para PC, MacOS, Linux, dispositivos móveis e consoles, e adota totalmente a licença Portal, uma das franquias de jogos mais adoradas da década passada.

Por falar nisso, este ano marcou justamente o décimo aniversário do lançamento do primeiro Portal, jogo que pegou muita gente de surpresa quando foi incluído no The Orange Box. Ainda lembro de quando decidi dar uma chance a aquele puzzle em primeira pessoa, de como sua mecânica funcionava de maneira brilhante e do excelente enredo que ele possuía. Por tudo isso, confesso que esperava algo bem maior por parte da Valve, mas infelizmente chego até a pensar que o anúncio do Bridge Constructor Portal só serve para mostrar o interesse (ou falta de) da empresa na criação de games.

O jeito agora é esperar até o próximo dia 20, quando o jogo será disponibilizado e tentar tirar o máximo possível de diversão dele, torcendo para que um dia possamos jogar uma verdadeira continuação para a série Portal.


Headup Games — Bridge Constructor Portal – Announcement Trailer

Fonte: Videogamer.

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06 Dec 21:15

Amazon Logic

by CommitStrip

05 Dec 23:57

Vingadores Guerra Infinita BR

Até o cachorro tava com sangue nos óio HASuAHsuAHsuHAUshAs

05 Dec 17:55

Confira o primeiro trailer de Altered Carbon, a nova série distópica da Netflix

by Ronaldo Gogoni

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E a Netflix segue em sua cruzada de garantir cada vez mais conteúdo original diversificado, de modo a atender vários perfis de espectadores. Além de animes e adaptações de HQs consagradas, o serviço também está fincando um pezinho na ficção científica com Altered Carbon, a adaptação da trilogia de livros escrita por Richard Morgan que finalmente teve seu primeiro trailer revelado, bem como a data de estreia.

A trilogia de romances, cujo primeiro volume foi publicado em 2002 não esconde a influência cyberpunk de obras clássicas, onde Blade Runner é a referência mais descarada. Carros voadores, vapor, um ambiente opressivo numa realidade futurística distópica e o clima noir, com direito a um detetive como protagonista estão todos lá mas as semelhanças acabam aí. A série tem personalidade própria e lida não com Replicantes, mas com a imortalidade e todos os problemas que daí podem vir a ocorrer.

A trama se passa no século 25, onde a humanidade não só se expandiu para fora da Terra como desenvolveu um método para enganar a morte: chips de carbono implantados na nuca copiam a consciência do indivíduo no momento em que ele bate as botas, e tais “pendrives” podem ser facilmente instalados em novos corpos (chamados de “capas”) produzidos de acordo com as especificações do consumidor. Claro que o procedimento é caro mas desde que seja possível pagar, uma pessoa pode ser absolutamente imortal pulando de capa em capa ao longo dos séculos e ser como ele/ela quiser em cada encarnação. O livro até levanta uma interessante discussão em que os católicos em geral são avessos ao processo, pois acreditam que alma vai para o céu após a morte e que o corpo revivido, mesmo com a consciência intacta não é um ser humano e por não abraçarem a nova tecnologia, viraram alvos fáceis.

Em geral pouca gente tem dinheiro suficiente para bancar mais de uma ou duas ressurreições e mesmo esses não podem trocar de capa cada vez que há um problema, sendo forçados a passar mais de uma vez por todo o desgastante processo de envelhecimento, logo muitos desistem após reviverem um número pequeno de vezes e abraçam a morte definitiva, que ainda pode ocorrer caso o chip de carbono seja destruído ou danificado. No entanto os podres de ricos não só possuem recursos para trocar de corpo frequentemente, como mantém backups remotos em diversos chips atualizados periodicamente em caso de um imprevisto. Esses são os chamados “meth”, os Matusaléns.

A história começa quando o meth Laurens Bancroft (James Purefoy, mais conhecido pelo papel homônimo em Solomon Kane) morre e é revivido com um lapso de memória de 48 horas devido à programação de seu backup pessoal, logo ele não sabe nada sobre os eventos que culminaram com sua última passagem. Ele então contrata o soldado Takeshi Kovacs (interpretado inicialmente por Will Yun Lee, o Samurai de Prata de Wolverine: Imortal e depois por Joel Kinnaman, o Rick Flag de Esquadrão Suicida), um ex-emissão das Nações Unidas cujo chip de memória ficou séculos na geladeira como cumprimento de uma pena para que este descubra por que ele morreu. A polícia defende a tese de suicídio puro e simples, mas Bancroft acredita que ele não tinha motivos para puxar o gatilho.

Enfim, o trailer:


Altered Carbon | Data de estreia | Netflix

A Netflix tem planos para adaptar toda a trilogia, mas num primeiro momento a primeira temporada cobrirá o primeiro livro em dez episódios. A produção ficará a cargo de Laeta Kalogridis (Ilha do Medo, Alita: Battle Angel) e o piloto é dirigido por Miguel Sapochnik, que ganhou um Emmy pelo episódio Battle of the Bastards em Game of Thrones. Todos os episódios estreiam no dia 02 de fevereiro de 2018.

Enquanto isso, se você quiser saber mais a respeito saiba que a editora Bertrand Brasil publicará a Trilogia Takeshi Kovacs no país, com 15 anos de atraso e apenas por causa da série mas claro, é melhor do que nada.

carbono-alterado-livro

Você já pode adquirir o primeiro volume, Carbono Alterado que chegou às livrarias em setembro por um preço bem camarada; os seguintes, Broken Angels e Woken Furies ainda não têm data de lançamento.

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30 Nov 23:14

Firefox 57

by CommitStrip

29 Nov 22:43

Por que a gasolina tem aumentado tanto?

by Redação

posto-gasolina-bomba Por que a gasolina tem aumentado tanto?

O reajuste de 1,8% na gasolina autorizado pela Petrobras na última segunda-feira (27) de novembro fez com que o derivado de petróleo batesse recordes de preço. No Rio de Janeiro, terra desse escriba, não se acha mais gasolina em postos confiáveis e com bandeira por menos de R$ 4,39.

De acordo com o levantamento semanal da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) durante o período de 5 a 11 de novembro, o preço médio da gasolina comum em 3.097 postos foi de R$ 3,94, sendo o valor máximo encontrado de R$ 5,20.

Desde que a Petrobras adotou um novo mecanismo de preços e assustou muitos brasileiros, os valores dos combustíveis tem sofrido variações quase que diárias. Por isso, elaboramos uma checagem de fatos em torno das dúvidas mais comuns para esclarecer por que nossa gasolina é tão cara, mesmo com recordes de produção de petróleo.

O Brasil não é um dos maiores produtores de petróleo do mundo?

Sim, em meados deste ano o país era o décimo maior produtor de petróleo, à frente, pasmem, da Venezuela. Em setembro a produção atingiu 2.653 mil barris/dia. Mas petróleo cru não faz carro rodar: há uma diferença entre produzir petróleo e produzir derivados do óleo, que são os que efetivamente vão para os nossos tanques de carros.

PRODUÇÃO DE PETRÓLEO (MIL BARRIS/ DIA)

1. RÚSSIA 10551

2. ARÁBIA SAUDITA 10460

3. EUA 8874

4. IRAQUE 4451

5. IRÃ 4067

6.CHINA 3980

7. CANADÁ 3679

8. EMIRADOS ÁRABES UNIDOS 3067

9.KWAIT 2923

10. BRASIL 2515

11. VENEZUELA 2276

12. MÉXICO 2186

13. NIGÉRIA 1871

14. ANGOLA 1769

15 NORUEGA 1647

Fonte: EIA (ESCRITÓRIO DE INFORMAÇÃO ENERGÉTICA DOS EUA)

Seria o Brasil autossuficiente na produção de gasolina, como muito propagado? Não! o nosso parque de refino de petróleo não tem capacidade para atender a demanda pelos derivados e quase 66% do nosso óleo é considerado médio e pesado, o que dificulta e encarece ainda mais o refino.

Desta forma, o país é obrigado a importar combustíveis de outros países.

mercado-gasolina-brasil-1024x640 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Por que nosso parque de refino não é suficiente?

Pura e simplesmente pela falta de planejamento estratégico de longo prazo (políticos, vocês servem pra quê?). Durante 30 anos, o Brasil não construiu uma única refinaria! Depois de Henrique Lage em São Paulo em 1980, uma nova refinaria só foi surgir no país em 2009, a Clara Camarão do Rio Grande do Norte.

E ao mesmo tempo que o país não investia em refino, incentivava a produção e venda de veículos. A consequência foi uma maior demanda por combustíveis que se traduziu em uma maior necessidade por importações- que, obviamente, sofrem com a variação cambial.

refinarias-petrobras-1024x640 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Por que só agora os preços variam tanto?

A partir de junho deste ano uma nova política de preços foi adotada, permitindo reajustes diários para que o preço da gasolina esteja alinhado com o que se pratica no mercado internacional.

Por muitos anos, a Petrobras importou gasolina por um preço mais caro do que vendia no mercado interno, assumindo os prejuízos que chegaram a dezena de bilhões e contribuíram para enfraquecer ainda mais as atuais combalidas finanças da empresa. Some-se a isso os escândalos de corrupção na estatal, impostos estratosféricos featuring ICMS que varia de estado para estado( o Rio de Janeiro possui um dos litros de gasolina mais caros do Brasil muito por conta do ICMS) e temos um cenário de preços dentre os maiores do mundo.

E adivinha quem paga a conta de décadas de descaso, falta de investimento e corrupção?

Os principais fatores que formam o preço internacional e o petróleo tem subido, e de outubro a novembro saltou de US$ 50 para US$ 57, enquanto o real se desvalorizou de R$ 3,12 para quase R$ 3,30, encarecendo em reais o preço do combustível.

defasagem-gasolina-1024x768 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Ainda assim, os tributos são os maiores vilões, como sempre, e respondem a quase a metade do preço!

Uma simulação feita pelo preço de R$ 3,75, R$ 1,76 são para tributos. Se o país adotasse a mesma carga tributária dos Estados Unidos, o litro do combustível poderia ser vendido por apenas R$ 2,54, 32% mais barato, apenas se reduzindo os tributos.

precos-impostos-gasolina-1024x640 Por que a gasolina tem aumentado tanto?

Será que os preços vão continuar a subir?

Vai depender do comportamento do preço do petróleo e do dólar, ambos em tendência de alta. E você, como faz para minimizar o rombo no orçamento causado pelos constantes aumentos da gasolina? Coloca etanol? Deixa o carro na garagem? Foge pra Marte?

A impressão que fica é que tudo é desculpa para aumento: quando não é imposto, é dólar. Quando não é dólar, é Lava a Jato/ corrupção. Quando não é Lava a Jato/ corrupção é alta no preço do barril. Quando não é alta no preço do barril é inflação. Contudo, apesar de todos esses fatores citados, depois que o preço sobe, dificilmente volta aos patamares anteriores-como o pão francês!

E o salário, ó!

Fonte: R7

Por Gustavo Guedes

© Noticias Automotivas. A notícia Por que a gasolina tem aumentado tanto? é um conteúdo original do site Notícias Automotivas.

19 Nov 06:33

How to Make Friends

Zehortigoza

if someone figured it out let me know plz

No, wait, come back! I want to be friends at you!
16 Nov 20:51

Nightmare Email Feature

"...just got back and didn't see your message until just now. Sorry! -- TIME THIS MESSAGE SAT HALF-FINISHED IN DRAFTS FOLDER: 3 days, 2 hours, 45 minutes."
16 Nov 20:51

Temperature Preferences

There's a supposed Mark Twain quote, "The coldest winter I ever spent was a summer in San Francisco." It isn't really by Mark Twain, but I don't know who said it—I just know they've never been to McMurdo Station.
12 Nov 06:19

A guerra entre o Sci-Hub e os periódicos científicos continua

by Ronaldo Gogoni

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A guerra entre os periódicos científicos e Alexandra Elbakyan, a cazaque criadora do Sci-Hub está longe de terminar: meses após um júri de Nova Iorque impor uma pesada multa de US$ 15 milhões ao site, a Sociedade Americana de Química ganha novo processo e não só acrescentou mais US$ 4,8 milhões à conta, como ganhou poderes para exigir que o serviço seja atomizado da internet.

Elbakyan, claro já anunciou que não vai desistir tão fácil.

Vamos recapitular: o Sci-Hub é um serviço (ilegal, fato) que aniquila com a mesquinharia dos periódicos científicos protegidos por paywalls como os domínios do grupo Elsevier e da Springer-Nature. Você pega o link, joga no site e seu algoritmo vence o bloqueio, oferecendo a íntegra dos trabalhos acadêmicos para quem quiser ler sem ter que pagar.

Por que isso se tornou extremamente popular? Porque os periódicos são mesquinhos e gananciosos. Começando pelo fato de se apropriarem de conhecimento, algo que deveria ser de acesso livre tanto os cientistas que submetem seus trabalhos o fazem de graça, quanto os revisores que analisam as teses e pesquisas também o fazem sem remuneração. Uma vez aprovado, o artigo é bloqueado e liberado apenas através de pagamento, e contratos impedem que o pesquisador compartilhe a versão integral do texto em outros domínios ou diretamente, sob pena de processos.

A Elsevier chega a ser ainda mais mesquinha, pois ela COBRA do pesquisador para publicar seus artigos e os valores podem ser bem altos, dependendo do fator de impacto (isso também é levado em conta, pesquisas que podem gerar mais buzz e aumentar a visitação e consequentemente, gerar mais dinheiro têm prioridade; o caso da Profa. Dra. Suzana Herculano-Houzel, que picou a mula do Brasil com razão é emblemático e ilustra bem o método) e isso posto, o periódico lucra duas vezes. O fator é inclusive um dos principais motivos de por que os pesquisadores se sujeitam, ter seu trabalho na Science ou na Nature atrai muito mais atenção do que vê-lo na PLOS One, que apesar de ser gratuito já publicou muito lixo em sua história por funcionar no esquema “pagou, levou”.

Ah sim, uma vez publicado os periódicos não repassam nenhum tostão arrecadado com o artigo ao pesquisador, instituto, governo ou seja quem foi que custeou a pesquisa. Eles simplesmente ficaram ricos às custas do trabalho alheio.

Alexandra Elbakyan, criadora do Sci-hub

O que nos leva ao Sci-Hub e outras iniciativas similares de fomentar o Acesso Aberto. O site de Elbakyan, criado em 2011 apenas para atender as necessidades dos pesquisadores de sua área se tornou uma sensação em pouco tempo e desnecessário dizer, despertou a ira de periódicos e instituições que fazem dinheiro com o esquema de paywall. Processos atrás de processos fizeram com que o site pulasse de domínio em domínio e embora hoje esteja num endereço estável, isso pode não durar por muito tempo graças ao julgamento mais recente.

Uma corte do estado da Virginia, nos Estados Unidos deu ganho de causa à Sociedade Americana de Química, não só aplicando uma nova multa de US$ 4,8 milhões como dando poderes ao instituto para que ele exija que motores de busca como o Google, serviços de hospedagem e operadoras deixem de indexar o site ou mesmo o hospedem, pulverizando o Sci-Hub de vez e de forma global.

O caso é irônico principalmente porque contraria uma decisão recente tomada nos Estados Unidos, em que a Suprema Corte Canadense não poderia exigir que o Google removesse resultados da Equustek em todos os seus motores de busca por que isso “afetaria a liberdade de expressão”. Agora, como o órgão reclamante é um americano a conversa é outra e a mesma ordem deve ser cumprida. Curioso, para dizer o mínimo.

Elbakyan, que foi julgada à revelia não respondeu imediatamente para comentar o caso mas é evidente que ela não vai pagar as multas, bem como continuará resistindo para que o Sci-Hub continue no ar. Diversas organizações que defendem a liberdade de expressão também condenaram a decisão que deu poderes de censor global à Sociedade Americana de Química, enquanto o Google até o momento não se pronunciou sobre se vai ou não apagar o site de seus resultados.

De qualquer forma, esse arranca-rabo ainda está longe de terminar e se depender de Elbakyan, ela vai resistir até o último fôlego tal qual Aaron Swartz, a quem considera sua inspiração e mentor.

Fonte: Ars Technica.

Leia:

Ouça:

  • SciCast 104 sobre Acesso Aberto e o inferno do paywall;

Assista:

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12 Nov 05:43

Russos vão ressuscitar o Monstro do Mar Cáspio

by Carlos Cardoso

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Efeito-Solo é mais uma daquelas preocupações dos projetistas de aviões. Basicamente é um aumento de sustentação causado pelo… solo. Quando um avião está muito próximo ao chão o ar entre a asa e o chão forma uma zona de alta pressão, pois não tem tempo de se espalhar. Com isso cria-se um colchão de ar virtual que ergue o avião. Alguns metros acima do chão o efeito se dissipa, mas pode ser perigoso se o piloto achar que já está em velocidade de vôo.

Por volta de 1920 já se imaginava como aproveitar esse efeito para construção de aeronaves, mas só nos anos 60 começaram a sair do papel os grandes projetos, principalmente os de  Rostislav Alexeyev, um russo que é o pai dos… ecranoplanos, como são chamados esses veículos de efeito-solo.

Tecnicamente não são aviões, são uma espécie de hovercraft que precisa de movimento horizontal pra funcionar. Ah sim, também é bom ter uma superfície plana, por isso seu uso principal para os soviéticos foi para a frota do Mar Cáspio, que tem menos ondas que oceanos de verdade.

A tecnologia atingiu seu auge com o Monstro do Mar Cáspio, um… err… monstro de 92 metros de comprimento, 544 toneladas (um 747 carregado ao máximo pesa 333 toneladas) e capaz de voar a 740 km/h, 20 metros acima das ondas.


cbuubc — The Caspian Sea Monster ( Ekranoplan )

Os russos construíram várias versões, inclusive a da foto de abertura, lançadora de mísseis e a coisa mais Kerbal que você vai ver no mundo real. Eles simplesmente saíam adicionando motores e pontos de reforço.

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Vários modelos foram usados pela Marinha Soviética, mas eventualmente foram aposentados. Além de muito caros, eram muito complicados de pilotar. Eventualmente russos se associaram a americanos e transformados em veículos experimentais para lazer.

Um dos poucos países que mantém ecranoplanos como veículos militares é o Irã, que possui uma frota para — dizem — patrulha e reconhecimento.

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Agora os russos anunciaram que vão ressuscitar os Ecranoplanos. Com vôo inaugural planejado para 2022 ou 2023, o novo veículo terá 600 toneladas e 92 metros, cumprirá funções de resgate e transporte de mantimentos para as bases que a Rússia está construindo no Ártico.

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Como um bicho desses tem uma assinatura acústica e de radar equivalente à de um país de porte médio, não é exatamente útil como arma de guerra, mas mesmo que os russos o usem somente como transporte, já é algo bem legal, ecranoplanos lembram um tempo em que tudo era possível, há um ar retrofuturista neles que os torna uma visão instigante.

Fonte: The Drive.

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12 Nov 05:24

Super Nt, o SNES que rodará em Full HD e sem emulação

by Dori Prata

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Mesmo com milhares de pessoas já aproveitando seus SNES Classics para reviver vários clássicos que marcaram o console da Nintendo, a impossibilidade de utilizar cartuchos nele sempre foi um ponto criticado, assim como o fato do aparelho recorrer a emulação para executar os títulos.

Para os mais exigentes, algo como o mini Super Nintendo lançado recentemente é quase uma afronta e foi pensando nestas pessoas que a Analogue anunciou seu próximo produto, o Super Nt. Conhecida por oferecer uma das melhores experiências quando o assunto são consoles antigos, eles prometem repetir a dose com este aparelho.

Disponível em quatro cores — uma imitando o SNES americano, outra o japonês, uma terceira em preto e a última transparente — a previsão é para que o Super Nt seja lançado em fevereiro de 2018 e o seu grande destaque é o fato dele não rodar os jogos através de software e sim hardware. Isso será possível graças a utilização do FPGA Altera Cyclone V, que pode ser descrito como um circuito integrado programável capaz de imitar o funcionamento de outros dispositivos.

A coisa sobre o FPGA é que ele replica o hardware num nível muito baixo,explicou Kevin “Kevtris” Horton, uma das principais mentes por traz da Analogue. “Não é emulação por si só; não há códigos rodando. O que ele faz, é como um chip que você pode programar para transformar em outro chip, programando-o para agir exatamente como um antigo Nintendo. É tão próximo de um console real da Nintendo que você pode rodar um jogo direto do cartucho.

Isso significa que qualquer jogo lançado para o Super Nintendo (ou Super Famicom) poderá ser utilizado neste videogame e de acordo com a fabricante, de maneira idêntica ao original, sendo que o usuário ainda poderá fazer ajustes ao modificar a programação do chip.

Conectado à TV por HDMI, o videogame conseguirá exibir imagens em 1080p e para a alegria dos puristas, eles permitirá que controles originais do SNES seja utilizados. Porém, também será vendido separadamente (US$ 39,99) uma réplica sem fio criada pela 8bitdo, outra empresa que costuma ser bastante elogiada pela qualidade dos seus produtos.

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Outro detalhe que deverá agradar algumas pessoas é uma entrada para cartões SD no Super Nt. Embora sirva para atualizações de firmware, é muito provável que um dia ela permita que ROMs sejam executadas no aparelho, assim como aconteceu com o seu antecessor, o Analogue Nt. Isso permitiu que ele rodasse jogos de vários outros aparelho, como Master System, Atari 7800 e Game Boy. Como os responsáveis pela fabricante afirmam que as pessoas podem fazer o que quiserem com seus aparelhos, o mesmo deverá acontecer com o Super Nt.

O grande problema aqui é o preço cobrado pelo novo produto da Analogue. Com sua pré-venda já disponível, será preciso gastar US$ 189,99 para garantirmos uma unidades, valor que certamente ficará bem mais alto quando o videogame chegar por aqui e for devidamente taxado pela nossa receita. Isso é uma pena, pois gostaria muito de poder comprar um deste. Porém, ficarei só na vontade mesmo.

Fonte: Engadget.

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10 Nov 00:11

Senha comprometedora 3

by André Farias

Vida de Suporte

Veja a primeira parte AQUI e a segunda AQUI!


Senha comprometedora 3 é um post do blog Vida de Suporte.
10 Nov 00:11

Senha comprometedora 2

by André Farias

Vida de Suporte

Sequência dessa tirinha AQUI e inspirada pelo comentário de Michael Jhonnes.


Senha comprometedora 2 é um post do blog Vida de Suporte.
10 Nov 00:11

Senha Comprometedora

by André Farias

Vida de Suporte

Senha forte!

Tira inspirada pelas histórias reais enviadas por Zeluiz e Mara do Vale


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23 Oct 20:38

Making Progress

I started off with countless problems. But now I know, thanks to COUNT(), that I have "#REF! ERROR: Circular dependency detected" problems.
21 Oct 05:33

For the first time, astronomers detect gravitational waves from two neutron stars colliding

by Loren Grush

Once again, scientists have detected gravitational waves — ripples in the fabric of space and time created by objects moving throughout the Universe. And this time, the celestial signal stems from a never-before-seen event: the merger of two neutron stars. In contrast to past observations of gravitational waves, the event was also detectable by regular light telescopes, giving scientists unprecedented insight into this cosmic collision.

a never-before-seen event

This is because all four previous wave detections have come from the mergers of black holes, which are events that don't emit light. But these waves were created from the violent collision of two distant neutron stars, the superdense leftovers of stars after they’ve collapsed....

Continue reading…

21 Oct 04:40

Desconfiança 2

by André Farias

Vida de Suporte

Continuação da tirinha de ontem.


Desconfiança 2 é um post do blog Vida de Suporte.
20 Oct 00:39

Gran Turismo Sport tem edição de colecionador com carro real

by Dori Prata

gran-turismo-sport

Você pode até estar feliz da vida aí aproveitando o seu Gran Turismo Sport, mas algo me diz que não tanto quanto quem puder adquirir a versão de colecionador que o jogo recebeu em Taiwan. A vantagem no entanto é que você não precisou desembolsar US$ 46.600 para isso.

Sim, o valor que acabei de escrever não está errado e o principal motivo para esta versão do jogo custar tanto é a inclusão de um Mazda MX-5 no pacote — e não estamos falando de uma miniatura, mas do carro real! Além disso, quem comprar a edição ainda levará uma série de outros itens muito interessantes. São eles:

  • conjunto Thrustmaster T-GT;
  • assento de corrida Apiga AP1;
  • Sony Bravia 4K HDR de 65″;
  • PlayStation 4 Pro;
  • PlayStation VR;
  • 12 meses de PlayStation Plus;
  • cópia do Gran Turismo Sport.

O mais interessante é que se somarmos tudo o que o comprador levará, o valor ficará cerca de US$ 10 mil abaixo do cobrado por esta edição especial, o que nos leva a crer que o preço adicional será pela pintura especial que o carro receberá.

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Mas se você acha que os caras exageraram nesta edição, talvez não saiba que o Dying Light teve uma que custava £ 250 mil e trazia um abrigo contra zumbis ou que a Deep Silver foi ainda mais longe com a Super Dangerous Wad Wad Edition para o Saints Row IV, que por US$ 1 milhão trazia, entre outras coisas, um Toyota Prius e uma Lamborghini Gallardo.

A verdade é que esse tipo de pirotecnia serve apenas para chamar a atenção e desconfio até que no fim das contas ninguém é  maluco o suficiente para gastar tanto dinheiro num jogo (sim, eu sei que em pacotes como estes o game é o que menos importa).

E pensar que a única edição de colecionador que tive coragem de comprar é esta aqui do Assassin’s Creed IV, sendo que peguei numa promoção por apenas R$ 100.

Fonte: Destructoid.

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18 Oct 17:50

WPA2 vulnerability: just a small update

by CommitStrip

18 Oct 17:50

True Story – Syncing the wrong folder

by CommitStrip

Inspired by this amazing thread

17 Oct 23:39

Desconfiança

by André Farias

Vida de Suporte

A história do Renato foi enviada durante um bate-papo que rolou no grupo do Vida de Suporte no WhatsApp.


Desconfiança é um post do blog Vida de Suporte.
14 Oct 00:39

O videoclipe mais legal que você vai ver hoje

by Carlos Cardoso

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The Academic é uma bandinha indie irlandesa, criada em 2013 e sem grandes recursos, mas com criatividade. Eles como todo mundo hoje em dia estão nas redes sociais, sites de música, etc, mas são meros usuários passivos, resolveram estudar as plataformas e usá-las de forma… artística. 

A brincadeira aqui é com o atraso nas transmissões ao vivo. Quem mora perto de estádios de futebol sabe como é isso. A TV local mostra o gol, o som da galera chega depois, e em mais alguns segundos, a TV por satélite mostra a jogada. Sim, não existe ao vivo ao vivo, sempre há um atraso.

Na internet esse atraso é imenso, há uma quantidade imensa de processamento, a desigualdade entre os links faz com que cada um comece a exibir os vídeos ao vivo em um momento diferente, e o próprio dispositivo influencia. Se seu celular for muito fraquinho, ele irá armazenar mais dados antes de começar a exibir o vídeo.

Esse tipo de atraso inviabiliza shows ao vivo com gente em locais diferentes, exceto em condições especiais e controladas. O que o pessoal do Academic fez foi transformar esse atraso em arte.

Eles criaram um feedback loop, filmando a própria transmissão ao vivo. Em seguida sincronizaram as intervenções. É algo digno do OK Go. A diferença é que o orçamento deles aqui foi zero, mostrando que dinheiro é bom mas se você for duro mas criativo, ainda assim consegue fazer coisas bem legais!


The Academic – Bear Claws (Live Looper Version)

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13 Oct 17:44

State Borders

A schism between the pro-panhandle and anti-panhandle factions eventually led to war, but both sides spent too much time working on their flag designs to actually do much fighting.
04 Oct 20:46

Project CARS 2 — Review

by Dori Prata

Eu adoro jogos de corrida e durante muito tempo gostei de me iludir achando que aqueles mais voltados para a simulação eram os meu preferidos. A paixão por este subgênero nasceu lá por 1998, quando joguei pela primeira vez o Gran Turismo e desde então experimentei várias franquias neste estilo.

Ter que saber qual o momento ideal para frear, buscar o traçado perfeito da pista e até fazer alguns ajustes no veículo entre uma prova e outra. Tudo isso me parecia ser a receita ideal para um jogo conseguir me agradar, mas aí tive a oportunidade de jogar o Project CARS 2 e caramba! Como eu estava enganado ao achar que sabia jogar games de simulação.

Após encarar o anterior sem muita dificuldade, achei que o pessoal da Slightly Mad Studios não faria uma mudança muito significativa nesta nova versão, mas bastou uma ou duas corridas para perceber que subestimei a capacidade do estúdio de aproximar sua franquia de uma experiência mais realista.

Com todas as assistências desligadas e jogando com um gamepad, o Project CARS 2 sem dúvida alguma será uma das experiências mais desafiadores que você terá em um jogo de corrida, principalmente se estiver jogando no PlayStation 4 ou Xbox One. A simples tentativa de não rodar após uma curva será algo que demoraremos bastante para dominar, fazendo com que os primeiros minutos (ou seriam horas?!) sejam um tanto desanimadores.

Exigindo total atenção durante as provas, o título nos ensina que uma corrida poderá ser perdida a qualquer momento, bastando cometer o menor erro para perdermos aquela posição pela qual tanto lutamos. Mas verdade seja dita: está justamente aí a principal qualidade do PC2, que é a sua capacidade (e até mesmo exigência) de imergirmos plenamente nas corridas para termos o mínimo de chance de sucesso.

Há quem diga até que o máximo do jogo só pode ser tirado caso o encaremos com um bom volante, algo que infelizmente ainda não consegui fazer. Porém, a verdade é que ao jogarmos com um controle é bom nos prepararmos para passar um bom tempo apenas tentando os ajustes de sensibilidade que o game oferece e mesmo assim, quando você se acostumar com um carro, praticamente recomeçara do zero ao migrar para outra categoria.

Por falar em ajustes, algo que me deixou bastante impressionado no Project CARS 2 é a quantidade de coisas que podemos alterar no jogo. Desde os auxílios de pilotagem até as configurações da corrida, praticamente tudo pode ser adaptado ao nosso gosto e o simples fato de tentar entender tudo o que está disponível nos menus já nos obrigará a perder vários minutos.

Experimente por exemplo configurar uma corrida para passar por até quatro variações climáticas e prepare-se para sofrer mais um pouco com a maneira como o carro se comportará numa pista molhada. Vale dizer que a recriação dos traçados é algo tá preciso que as poças d’água se acumulam justamente nas partes mais baixas e para a alegria dos mais exigentes, aqui a chuva não será algo meramente cosmético.

Percebi isso numa das primeiras provas que disputei na carreira, que começou sob um céu carregado e então, conforme a corrida prosseguia a chuva enfim começou cair e se num primeiro momento tudo correu como antes, não demorou para que grandes poças se formassem. Para minha surpresa, percebi que controlar o carro era muito difícil mesmo nas retas, com o veículo aquaplanando e tornando-se praticamente incontrolável. Por sorte eu havia aberto uma boa distância para o segundo colocado e mesmo com tanta dificuldade, esta foi uma das poucas provas que consegui sair vencedor.

Eu não ousarei dizer que este é a implementação de mudança climática mais realista já utilizado num jogo de corrida, mas posso afirmar com segurança que nunca vi nada igual. O estúdio chegou até a incluir um sistema que verifica as condições do tempo para uma determinada data e assim, se você quiser disputar uma corrida no Japão em dezembro e no dia escolhido havia previsão de neve, ela provavelmente cairá. Até mesmo o vento registrado num trecho da pista será reproduzido e embora eu não saiba dizer o quão precisa é esta simulação, não deixa de ser uma impressionante atenção aos detalhes.

Esta sequência também melhorou bastante quando se trata de conteúdo, já que agora além de termos mais de 180 carros divididos por diversas categorias, serão 60 pistas totalizando 130 layouts. Só achei uma pena termos tão poucas provas disputadas fora do estilo circuito, onde temos que ir de um ponto a um ponto b, além das corridas de rally serem do estilo rallycross.

Conseguindo entregar um nível de imersão absurdo, a sensação que o Project CARS 2 nos passa de estarmos realmente dentro de um carro a centenas de quilômetros por hora é impressionante e não me refiro apenas aos belos gráficos ou a simulação de física apurada, mas sim ao prazer de vencer uma corrida após vários minutos sofrendo e ao cuidado que precisaremos ter.

Eu ainda preciso de muito treino (e provavelmente um volante de ponta) para poder dizer que consegui me sentir a vontade no Project CARS 2. No entanto, devido a maneira realista como o jogo tenta nos colocar no meio de competitivas corridas, acho que talvez isso nunca acontecerá, mesmo porque ninguém conseguiria relaxar estando a mais de 200 km/h. Mas quer saber? É justamente aí que se encontra a principal qualidade da criação da Slightly Mad Studios.

E mesmo correndo o risco de despertar a ira nos fãs, começo a achar que quando se trata de jogos de corrida voltados para a simulação, os consoles acabam de ver uma troca no topo do pódio. No fim das contas essa talvez seja uma escolha muito pessoal, mas a verdade é que a partir de agora passarei a olhar de outra maneira para títulos como o Gran Turimos e Forza Motorsport. Além disso, se antes eu não ligava muito para jogar apenas com um controle, o Project CARS 2 tem até me feito pensar em investir na compra de um bom volante.

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03 Oct 19:35

Sabe aqueles cabos HDMI mágicos que prometem melhorar a imagem? Esse funciona.

by Carlos Cardoso

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Existem alguns produtos que a gente escuta falar, os alarmes já tocam. Em se tratando de cabos então, nem se fala. A quantidade de picaretas por metro quadrado é imensa, todos atrás do verde dinheirinho do maior grupo de otários do planeta, audiófilos, gente que compra cabos HDMI com proteção antivirus. ou um cabo ethernet de US$ 10 mil que promete melhorar a qualidade de áudio. No final um sujeito testou cabos de milhares de dólares versus cabides de arame e os audiófilos não conseguiram identificar diferença.

Por isso a idéia de um cabo HDMI que melhora a qualidade de imagem fez alarmes tocarem daqui até Naboo. Não há nada que você possa fazer em um cabo digital para melhorar a qualidade da imagem codificada, a não ser que crie um processador dedicado que trate o sinal, aprimore a imagem e o retransmita e… — foi exatamente isso que fizeram.

O mCable, da Marseille faz exatamente isso. Eles criaram um ASIC (application-specific integrated circuit) que usa upscaling, anti-aliasing e outras técnicas de melhoria de imagem. O truque é que o aparelho de origem precisa estar transmitindo um sinal para o cabo HDMI na resolução original do vídeo, ou próxima disso.

Na outra ponta além do HDMI há uma conexão USB para alimentar o chip que faz toda a mágica. Na área de games o resultado não fica nada a dever aos recursos de anti-aliasing das placas mais avançadas, com uma pequena diferença: o lag do cabo é abaixo de 1 ms, enquanto isso a sua GeForce está se esgoelando no MSAA 8×.

Eu sei, eu sei, é inconcebível que algo assim exista, cabos mágicos são coisa de picaretas. E de qualquer jeito esse custa uma fortuna, certo? Errado. US$ 119,00. Caro pra um cabo, mas não irreal. E ao contrário dos óleos de cobra que vendem por aí, o cabo não serve pra tudo. Eles tem uma versão para filmes e uma para games, que suporta até 1080p120 na ponta de entrada.

A maior prova de que o negócio funciona mesmo é a cara de bunda do Linus, do Linus Tech Tips, percebendo que pela primeira vez não vai poder detonar um produto claramente picareta.


Linus Tech Tips — This $150 HDMI Cable Boosts Image Quality.. WHAT??

Pois é, para tudo há uma primeira vez. Agora estou com medo de tentar baixar mais RAM pro meu PC, vai que funciona…

Fonte: Ars Technica.

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02 Oct 19:49

Self Driving

"Crowdsourced steering" doesn't sound quite as appealing as "self driving."
02 Oct 04:48

Elon Musk atualiza seus planos e acredite, VOCÊ irá ao espaço!

by Carlos Cardoso

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Hoje Elon Musk fez sua aguardada apresentação no Congresso Astronáutico Internacional em Adelaide, Austrália. Ele atualizou os planos da SpaceX para Marte. Basicamente os contadores chamaram Musk pra um canto, explicaram que colonizar um planeta custa muito caro, e ele precisa primeiro de dinheiro.

Isso provocou uma mudança de rumo. Primeiro, a SpaceX agora ama a Lua e está pronta para levar qualquer carga para lá, montar bases, trazer a pessoa amada em 3 dias, o cliente escolhe. A Lua é um mercado inexplorado bem mais viável a curto prazo.

Outra medida foi reduzir o tamanho do ITS, o Interplanetary Transport System, foguete que faria a viagem para Marte. Originalmente ele teria 13 m de diâmetro, 122 metros de altura e 42 motores. Ele foi compactado no BFR, Big Fucking Rocket, ou Falcon se sua avó perguntar o que é o F.

Seráo 106 metros de comprimento, 9 metros de diâmetro, 31 motores e capacidade de colocar 150 toneladas em órbita baixa. 100% reutilizável, e será reabastecido em órbita.

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Não se engane, mesmo menor o BFR ainda será o maior foguete do mundo, com mais área interna pressurizada que um Airbus A380.

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Em termos de capacidade ele levará 150 toneladas, mais do que o Saturno V, com 135 toneladas.

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Será preciso quatro vôos de reabastecimento até encher os tanques do BFR, e a própria manobra será a coisa mais antinatural que se fez no espaço:

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O sistema usará as mesmas conexões que a nave utiliza para se ligar ao primeiro estágio do BFR. Uma nave-tanque irá se posicionar e ambas encaixarão bundinha com bundinha. Depois que as ligações estiverem fixas e essa nova posição sexual for adicionada no Urban Dictionary, jatos de manobra acelerarão o conjunto na direção oposta da nave que receberá o combustível. A inércia fará a transferência, sem a necessidade de bombas.

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O BFR não tem aquele janelão da versão original, o pessoal da Engenharia deve ter dado um sacode nos designers. Mesmo as janelas do modelo novo me parecem exageradas, mas vai depender do perfil de pouso.

Musk sugeriu vários modelos, como os de lançamento de satélites, tanques, transporte de cargas e… passageiros.

Um BFR plenamente abastecido consegue ir até a Lua com 150 t de carga, pousar e voltar sem precisar produzir combustível no local. Em uma missão marciana será preciso construir geradores de oxigênio e metano, felizmente o solo e a atmosfera de Marte são excelentes para isso. Metano é CH4, oxigênio é, bem… O2. Como a maior parte do ar de Marte é CO2, e há água a rodo no solo, é pura questão de química básica.

A vantagem de usar combustível barato e ser totalmente reutilizável é que o BFR será barato, muito barato.

Foguetes hoje são uma aberração, um absurdo econômico. Um Saturno 5 é um transatlântico que leva 3 pessoas e afunda quando termina a viagem inaugural. Não dá pra ser lucrativo assim. Ou melhor, dá se você vender o foguete, mas nunca vai fomentar uma indústria real com esses preços.

Colocando foguetes em ordem de custo, o BFR, o maior de todos muda de posição:

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Um lançamento do Big Fucking Rocket custará menos de US$ 2 milhões. Isso é menos do que o Falcon 1, primeiro foguete da SpaceX, lá do longínquo ano de 2006, um foguetinho tão pequeno e humilde que é só alguns metros maior do que o VLS brasileiro. E existe. E voa.

Esse barateamento nos custos levou a SpaceX a pensar em outra forma de monetizar sua frota: vôos comerciais de passageiros.

Apesar de toda nossa tecnologia um vôo São Paulo — Tóquio pode durar entre 30 e 50 horas. A SpaceX está prometendo vôos parabólicos suborbitais que fariam o mesmo percurso em 40 minutos ou menos.


SpaceX — BFR | Earth to Earth

Musk disse que o preço será o mesmo de uma passagem cheia em classe econômica. Sinceramente eu duvido. Inicialmente ele tem custos de pesquisa e desenvolvimento a cobrir, e um mercado de viajantes que adorariam fazer NY — Hong Kong em 30 minutos, mesmo que saia bem caro.

Há quem diga que o Concorde tentou e não conseguiu criar um mercado de transporte rápido, mas três horas e meia para um vôo NY-Paris era conveniente mas não essencial. Alguém que espera 4 horas espera as 8 de um vôo convencional, onde você viajava com muito mais conforto.

Já meia-hora, aí estamos falando de algo completamente novo. É uma mudança de paradigma digna da introdução da aviação comercial. Travessias que levavam dias e dias por navio eram feitas em horas por aviões.

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Os detratores já estão em modo Full Retard, com os argumentos de sempre: é muito caro, nunca foi feito antes, não há mercado, etc, etc. É o pessoal que acha que nada pode ser feito pela primeira vez. Imagine se descobrirem que houve gente falando o mesmo até sobre algo trivial como trens.

Críticos diziam na Inglaterra Vitoriana que acima de determinada velocidade o ar seria sugado para fora dos trens e os passageiros morreriam. Outros afirmaram que o corpo das mulheres não estava preparado para o stress de um trem de alta velocidade, e acima de 50 milhas por hora a aceleração faria com que seus úteros fossem cuspidos para fora do corpo.

Quem está certo? O futuro dirá, e no nosso caso esse futuro já tem data:

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Isso mesmo! Elon Musk quer lançar dois BFRs para pousar em Marte em 2022, missões robóticas que verificarão recursos naturais, riscos e testarão o software de controle. Aí, se tudo der certo em 2024 serão quatro missões, duas de carga, duas tripuladas.

Agora o melhor: nada disso é vapor. Segundo Musk “o ferramental já foi encomendado”. Ou seja: todas as máquinas que constroem máquinas, equipamentos customizados caríssimos e individuais já estão sendo produzidos.

A SpaceX está apostando alto, e eu aposto com ela. Afinal, estamos falando do sujeito que construiu um programa espacial do zero, ouviu que nunca conseguiria pousar um foguete e de quebra ainda conseguiu transformar carros elétricos em algo descolado e arrojado.

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