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06 Aug 12:37

Coffee Beans – O café para comer

by Mexido

Coffee Beans – O café para comer por Mexido de Ideias

Você não leu errado! É café e, sim, é feito para comer. Criados por uma empresa de chocolates do Espírito Santo,  SPA (Sociedade Produtora de Alimentos), os Coffee Beans são doces com formato e gosto do grão. O Mexido provou e aprovou: o gosto é fiel ao da bebida e apresenta um leve toque que nos lembra chocolate. Vale a pena experimentar!

Coffee Beans O cafe para comer2   Coffee Beans – O café para comerPara chegar no resultado de hoje, a receita passou por 4 anos de pesquisas. A massa é preparada com o próprio grão arábica moídoe com manteiga de cacau São três sabores diferentes: espresso (café e açúcar), café com leite (café, açúcar e leite em pó) e cappuccino (café, açúcar, leite em pó e cacau em pó). Ele está disponível para venda em três formatos diferentes: 400g e possui grãos de 3g cada, caixinhas com 15 unidades de 10g cada e os sacos, que trazem 84g dos doces, com 6g cada um.

A SPA ainda possui outra linha dos cafés feitos para comer. Ela se chama Coffee Coins e é voltado ao mundo da gastronomia, podendo ser usado em receitas e como acompanhamento.

Por: Lucas Tavares

Coffee Beans – O café para comer por Mexido de Ideias

02 Aug 20:32

Foretelling Will Be The Death Of You

by Not Always Right
Bookstore | Detroit, MI, USA

(I am managing a small bookstore, and a coworker who is usually very good at guessing what book someone wants based on minimal description comes up for help.)

Coworker: “There’s a guy on the phone, and I can’t tell what he wants. He says he’s looking for something called The Death of a Toad.”

Me: “That doesn’t sound familiar.”

Coworker: “He’s getting annoyed with me because I don’t recognize the title. Can you handle it?”

(I grab the phone. The customer sounds like a teenage guy, and he’s irritated.)

Me: “Hi, can I help you?”

Customer: “I hope so, that other girl was useless. I need Death of a Toad; how hard is that?”

Me: “I’m sorry she couldn’t help you. I see she’s looked it up in the computer, and we don’t have any records of it in our system. Is it a new book?”

Customer: “No, it’s a classic or something. I need to read it for school.”

Me: “Okay. So it’s regular adult fiction, and it’s called Death of a Toad?”

Customer: “Yeah, why is this so hard to understand?”

(I do a more general search on the computer system, looking for any book with “toad” in the title, and don’t get any relevant results.)

Me: “Is it spelled toad, like the animal? And death, like dying? I want to make sure I’m looking up the right search terms.”

Customer: “Duh, yes! Death, like death, and toad, like frog. Wait… it’s not Death of a Toad; it’s Death of Four Toads.”

Me: “That doesn’t sound familiar either. Do you have all or part of the author’s name?”

Customer: “I don’t know, some guy. Look, how hard is this? It’s Death of Four Toads by some Mexican guy or whatever, and it’s a classic! Are you completely stupid? Death. Of. Four. Toads.

(As he says this, a light bulb finally goes off in my head.)

Me: “…are you maybe looking for Chronicle of a Death Foretold?”

Customer: “Yes! Fine! It’s CHRONICLE of the Death of Four Toads! Do. You. Have. It?”

Me: “Actually, I sold my last copy over the weekend. Have a nice day!”

29 Jul 18:48

This looks secur... wait a minute!

by sharhalakis

image by lk

29 Jul 18:47

Trying complex code you see on websites

by sharhalakis

by haron

29 Jul 17:53

Hilarious GPS Prank [Video]

by Geeks are Sexy

Funny!

[CH | Via]

29 Jul 17:50

This Door Is Alarmed [Pic]

by Geeks are Sexy

alarmed

I’m so sorry.

[Via CB | Reddit]

15 Jul 15:07

SOMEONE PLEASE HELP [Pic]

by Geeks are Sexy

help

[Source: Doghouse Diaries | Via]

10 Jul 01:44

Space-Time Is Money

by Not Always Right
Gas Station | Minneapolis, MN, USA

(A customer enters, walks to the middle of the store, and starts looking around.)

Me: “You look lost.”

Customer: “Where’s your time machine?”

Me: “…sorry, what?”

Customer: “Don’t you guys have a time machine?”

Me: *laughing* “I kind of wish we did.”

Customer: “That’s weird that you don’t have one.”

(There is a pause.)

Customer: “Wait, what did I say?”

Me: “You asked for a time machine.”

Customer: “Oh, God, I meant an ATM machine.”

Me: “Yup, right over here.”

Customer: “Sorry, I don’t know what I was thinking.”

Me: “It’s alright, you made my day. Good luck finding the time machine!”

09 Jul 18:46

He Must Be Baked

by Not Always Right
Renato Cerqueira

hahhahahahahh

Restaurant | NY, USA

(I am with my family at a Chinese restaurant. My father has kept the waitress at our table for at least five minutes, trying to order what he wants. He is mostly speaking about the food itself, and then moving on. He finally thinks of something he wants.)

Father: “Oh. I’ll have the salty fried pork with pepper. Do you have that?”

Waitress: “No, but we have similar.”

(My brother slides the menu to our father, and points at the baked salted pork.)

Waitress: “You’ll have that?”

Brother: “Yes, he will.”

Father: “Wait, so not peppered?”

Waitress: “No pepper.”

Father: “Oh, okay, so it’s salty fried pork. I’ll have that.”

Waitress: “It’s salted baked pork.”

Father: “Yes, yes, I understand, but it’s fried right?”

Waitress: “Baked.”

Father: “Fried?”

Waitress: “Baked.”

Father: “Fried?”

Waitress: “Baked.”

Father: “Fried?”

Waitress: “Baked.”

Father: “Fried?”

Waitress: “Yes.”

09 Jul 02:33

Basta se colocar no lugar dos outros

by Willian Cruz
campanha irlandesa
Campanha produzida na Irlanda pede algo bastante simples a quem dirige nas ruas: mais atenção e saber se colocar no lugar do outro. Assista.
08 Jul 20:20

Acabou a era do gesso. Agora é um exoesqueleto impresso em 3D

by Jader Pires

Antigamente se usava talas, mas faz tanto tempo que não faz parte do meu tempo — eu, que estou há quase 30 tempos nesse mundo — e os novos tempos trouxeram o gesso. Toda e qualquer fratura leva gesso para imobilização. Dá pra estocar, é relativamente barato, fácil de fazer (e faz na hora), se molda exatamente às necessidades anatômicas de cada pessoa e… bem, é isso. Gesso.

A minha geração foi provavelmente a última a passar metade da vida sem e com todas as revoluções tecnológicas que chegaram com a Internet. Por isso o pessoal dos anos 80 e 90 são tão nostálgicos com seus brinquedos analógicos, sua criatividade, a luta que sempre tiveram perante as facilidades dos dias de hoje. Mesmo assim, esse último “baque” tecnológico ocorreu enquanto ainda éramos jovens e isso fez com que o trauma fosse menor, o embate fosse menos estranhos, afinal, com 12 ou 13 anos, tanta coisa ainda é novidade que as coisas realmente novas acabam sendo engolidas nesse mar de descobertas.

Somos a geração que não espera mais pelo futuro, pois vivemos o futuro. Mesmo

Somos a geração que não espera mais pelo futuro, pois vivemos o futuro. Mesmo

Mas agora não. quase com 30 anos e sempre fui tratado com gesso. Já quebrei o braço direito, dedos das duas mãos, dedo do pé direito, tornozelo esquerdo. Operei duas vezes por conta dessas fraturas. Sempre usei gesso. Sempre.

Agora não quebro mais nada (seguindo a ordem, agora é vez de bacia, coluna ou cabeça. Dispenso a experiência de fraturar qualquer uma das três), agora que pode não ser mais gesso.

O designer Jake Evill criou um conceito de imobilizador feito em impressora 3D que, em breve, poderia substituir o velho gesso nas situações de fratura. O próprio Jake explica melhor em seu site:

Depois de muitos séculos de talas e gessos complicados que têm sido a ruína  de coceiras e mau cheiro de milhões de crianças, adultos e idosos, nós finalmente trazemos apoio à fratura para o século 21. O exoesqueleto Cortex fornece um suporte altamente técnico e apoio que é totalmente ventilado, super leve, dá para usar no chuveiro, higiênico, reciclável e elegante. 

O exoesqueleto Cortex se utiliza de um exame de raio-x e um scanner 3D de um paciente com uma fratura e gera um modelo 3D impresso.

Um exoesqueleto de plástico resistente feito em uma impressora 3D que corrige todos os defeitos de um velho e obsoleto gesso. É leve, não deixa a pele sem ventilar, evita todos aqueles problemas chatos com o banho, deixa você coçar à vontade porque ele é completamente aberto e, claro — feito por um designer –, bonito. O próprio Oshiro, minha fonte para essa descoberta, mandou essa:

Eu usaria mesmo sem nada quebrado!

E aí eu coloco mais um item para a minha lista de coisas que eu contarei para meus filhos e netos, aquelas coisas que soam tão antigas que eles ouvem só porque parece fantasia. Meu pai, por exemplo, adora me contar histórias de quando ele viajava de motona década de 70 e as estradas não eram, nem de perto, parecidas com as de hoje, que antes era “só uma pista pra ir e uma pra voltar”, que antigamente “pra ir pra Marília, era outra coisa, era bem mais longe, era bem mais ruim, era uma pista só, era assim e assado”.

exoesqueleto-cortex

exoesqueleto-cortex

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Preparem-se. Daqui uns anos vocês dirão para seus pequenos que “ah, eu usei muito gesso. Não, antes não era essas coisas bonitas de nylon não, a gente entrava era no gesso mesmo. Eram umas salas com um cheiro forte e todas sujas de um pó branco que, misturado na água, dava o tal gesso”.



07 Jul 23:29

The Ultimate Renly Baratheon Cosplay (GOT) [Pic]

by Geeks are Sexy

renly-cosplay

[Via Neatorama | LATFG]

07 Jul 23:24

Stumphrey: The World’s Cutest Jedi [Pic]

by Geeks are Sexy

stumphrey-jedi

[Source: Corgnelius on Tumblr | Via PJ]

07 Jul 23:20

Blanka is a Troll [Video]

by Geeks are Sexy

That’s why Blanka is green, he’s a troll!

[ParodiePub.fr | Via]

03 Jul 21:14

[bang!]

by .

freguesa: oi, você pode me ajudar?

livreira: pois não?

freguesa: eu tô procurando um livro...

(mentira?)


freguesa: então, mais ou menos. eu queria um livro de contos, que lembrasse os anos 20, que tivesse protagonistas lésbicas, que lembrasse 'pulp fiction' e que...

(tô te ouvindo, moça, pode continuar. quando terminar, é só clicar no botão 'search' ali da página do google)

manual prático de bons modos em livrarias: não dá pra procurar livro que só existe na cabeça de vocês, moçada. e antes que alguém comente "EU JÁ LI UM LIVRO ASSIM", imagine aqui comigo como seria se todo mundo chegasse na livraria procurando livro pelo enredo. PFVR, gente. somos amor, mas não lemos tudo o que já foi publicado mundão afora. <3
28 Jun 14:18

June 28, 2013


BOOYA
27 Jun 22:50

Como dar a volta ao mundo, passo-a-passo

by Rafael Câmara

Como muitas das coisas extraordinárias da vida, essa começou numa mesa de bar. Três amigos desanimados com a profissão discutiam o futuro. Em pauta, um intercâmbio para a Índia. Decidimos encarar o desafio e ficar seis meses por lá, mas o tamanho da aventura só foi mesmo definido quando alguém, talvez já por conta da cerveja, achou que viver na Índia não era o bastante.

Se o objetivo é largar tudo para viajar, melhor fazer isso direito. Decidimos dar a volta ao mundo.

“Seria legal se a gente não fosse só para a Índia, mas se fizéssemos uma viagem ainda maior. Já ouviram falar dessas passagens de volta ao mundo?”

Descobrimos que uma passagem de volta ao mundo custa cerca de US$ 3,5 mil. Compramos e menos de dois meses depois daquele boteco embarcamos na maior aventura de nossas vidas até então.

Sim, dei uma volta ao mundo. E não, não sou rico. Sou jornalista. Faça as contas e você vai ver que definitivamente eu não tinha dinheiro de sobra. Na realidade, dinheiro era um problema. Depois de pensar bastante, resolvi que valia a pena financiar a viagem. Afinal, eu já tinha financiado outras coisas, tipo um carro, mas nada tinha sido tão útil quanto essa viagem poderia ser. Não me arrependi.

Elefantes em Chiang Mai, Tailândia

Elefantes em Chiang Mai, Tailândia

Durante 10 meses, viajei por 15 países e 4 continentes. Morei seis meses na Índia. Nadei no rio Ganges. Pisei no Himalaia. Esquiei na Nova Zelândia. Dormi no deserto, na fronteira da Índia com o Paquistão. Enfim, fiz tantas coisas que fica até complicado listar. O ponto é: essa viagem mudou minha vida, valeu cada centavo. E eu fiz tudo isso com apenas R$ 25 mil, incluindo na conta todos os gastos – passagens, comida, atrações turísticas, cerveja etc.

Agora vou contar como você pode fazer o mesmo.

Por onde começar?

Muitos aventureiros deram a volta ao mundo em navios, numa época em que ser viajante era um risco ocupacional e que não havia garantias de retorno para casa. Vasco da Gama, por exemplo, voltou para Portugal num caixão, só ossos.

Hoje, cair na estrada é bem mais seguro – tem quem faça de carro, de bicicleta, a pé, de barco. Basta dar uma olhada rápida na internet e vai encontrar várias histórias de quem largou emprego e vendeu bens para realizar o sonho de ficar alguns anos viajando.

Para quem gosta de conhecer novas culturas, uma viagem dessas é simplesmente sensacional. Eu descobri coisas sobre o mundo externo e interno que jamais imaginaria. A questão aqui não é necessariamente rodar o globo. Isso é o menos importante. Fundamental mesmo é deixar as diferenças culturais agirem e mudarem você um pouco, para depois voltar pra casa e enxergar tudo com outros olhos.

Taj Mahal India

Taj Mahal, Índia

Do ponto de vista da locomoção, a forma mais simples e barata de dar uma volta ao mundo é certamente de avião.

Para ter uma noção, considere que uma viagem dessas de carro envolveria um planejamento gigantesco e muito mais dinheiro. Para isso, você teria de solucionar problemas como: O carro pode entrar no país? Como fica a documentação? E o seguro contra terceiros? Como atravessar o carro pelo Atlântico? Coloco o carro num navio e vou de avião? E a gasolina? Onde parar o carro?

Se escolher ir de avião, resta decidir pelo tipo de passagem. É possível comprar uma passagem de volta ao mundo, trechos separados, ou ainda comprar passagens durante o desenvolvimento da viagem, deixando tudo nas mãos do acaso. Nós escolhemos a primeira opção porque viajamos de impulso – foram poucas semanas para planejar tudo. E uma passagem dessas reduz drasticamente a quantidade de planejamento exigido.

Uma passagem que não vai para um lugar, mas para vários

Quando decidimos viajar, as passagens de ida e volta para a Índia custavam cerca de R$ 5 mil. A passagem que compramos, de volta ao mundo, custou cerca de R$ 7 mil, com todas as taxas incluídas. Com ela, estivemos na Espanha, Itália, França, Inglaterra, Índia, Nepal, Hong Kong, Tailândia, Cingapura, Nova Zelândia, Chile e Peru. Os dois mil reais melhores investidos da minha vida.

Uma passagem de volta ao mundo é vendida pelos pools de empresas aéreas – Oneworld, StarAllience e Skyteam. As regras variam de acordo com a empresa, mas a ideia é que você compre a passagem com uma companhia, mas complete a viagem voando nas parcerias dela. Essa regra também pode varia, mas são permitidas cerca de 15 paradas.

machu picchu, peru

Machu Picchu, Peru

Uma coisa é igual, independente da empresa escolhida: você deve voar sempre no mesmo sentido e garantir uma volta completa no globo. Começou a viagem saindo pelo Brasil e cruzando o Atlântico? Então vai ter que terminar no Brasil, voltando pelo Pacífico. E fazendo várias paradas durante o período da viagem, que pode durar desde alguns dias até um ano.

Comprei minha passagem de volta ao mundo em 2011, quando o dólar custava mais ou menos R$1,60. É óbvio que hoje os preços são mais altos, mas mesmo assim a passagem de volta ao mundo pode compensar. Para outros, gente que tem tempo de sobra e não precisa de um planejamento muito fixo, o melhor pode ser comprar as passagens aos poucos, sempre que aparecer uma promoção em algum canto do globo. Minha próxima volta ao mundo vai ser assim.

Mas e o planejamento do roteiro? Os vistos? O transporte?

Há bastante informação disponível na internet. Se você decidir ir para um lugar exótico e distante, provavelmente alguém já foi e escreveu sobre isso. Leia blogs, com dicas de viajantes que, assim como você, um dia pretenderam cair na estrada. Use o conhecimento deles e as coisas facilitam.

Acredite: não é preciso planejar por anos uma viagem dessas. Como tínhamos pouco tempo, optamos por países que não exigiam visto para brasileiros ou que têm sistema de retirada de visto no aeroporto. Por isso excluímos do roteiro países como Japão, Estados Unidos e Austrália – que na época tinha um procedimento de entrada um pouco mais complicado do que hoje. O único visto que tiramos antes de sair do Brasil foi o da Índia, onde ficaríamos metade do nosso tempo na estrada.

Tongariro, Nova Zelândia

Tongariro, Nova Zelândia

Planejamos a viagem aos poucos, tudo pela internet. Em primeiro lugar, reservamos hostels e decidimos o que queríamos fazer na Europa, que seria a primeira parada. Na Índia, onde ficamos vários meses, completamos o planejamento, reservando os hostels um a um e eventualmente comprando passagens adicionais de avião – fomos para Indonésia e para a Malásia assim – e pensando no transporte por terra, quando necessário.

Mas não é perigoso?

No dia 24 de julho de 2012 eu voltei ao Brasil. Corri riscos? Vários. Mas voltei. A vida é imprevisível. Você pode tremer de medo de viajar de avião, mas sangrar até a morte depois de uma queda no banheiro. O tuk-tuk que quase te atropelou em Bangkok poderia ter sido um carro, em São Paulo. Entre ir e não ir, prefiro não perder tempo sonhando acordado com a viagem dos sonhos ou tendo pesadelos com os riscos envolvidos.

Isso não significa imprudência. Eu jamais iria para um país onde a presença de turistas seja desaconselhada pelos órgãos competentes do Brasil, por exemplo. Também não seria louco de fazer turismo num campo de guerra. É preciso planejar essa parte da viagem com cuidado, sabendo exatamente quais são os riscos do país, qual o comportamento esperado e o que não se deve fazer em hipótese nenhuma.

Por sabermos dos riscos de algumas empresas aéreas do Nepal que nos recusamos a entrar num avião local, quando o dono do hotel onde estávamos nos avisou que haveria um enorme protesto no país no dia seguinte e que deveríamos deixar a cidade imediatamente. Foi por uma falha no planejamento que fomos parar no Nepal exatamente na semana de protestos violentos.

Anote aí: é importante ler as notícias do país semanas antes de embarcar. Muita coisa não chega no noticiário internacional.

Ok, mas de onde tirar o dinheiro?

Eu vendi meu carro. Como ele estava financiado em 60 vezes e tinha 5 anos de uso, isso não representou muita coisa. Além disso, trabalhei em dois empregos durante dois meses. Economizei em absolutamente tudo: saídas, bares, cinema. Um café que você toma hoje poderia pagar um dia de hospedagem na Tailândia. Mesmo assim, faltaram 10 mil reais. Foi essa a quantia que resolvi pegar emprestada.

Mas nem todo mundo anima de fazer isso. Tem quem tenha medo. Tem quem não goste. Existe quem não tenha nome limpo para ter empréstimo aprovado pelos bancos.

Manali vila no Himalaia India

Manali, vila no Himalaia, India

Bom, o fundamental aqui é entender que viajar pelo mundo durante um longo período não é caro demais e não é coisa só pra gente rica. É um sonho possível, basta um pouco de planejamento e economia. Tem carro? Moto? Quem vai viajar durante meses não pode deixar veículo parado na garagem de casa. Considere vender. Tem emprego? Considere pedir demissão e usar o acerto para dar no pé.

Procure trabalhos temporários, frilas ou um segundo emprego. Os meses antes da viagem são absurdamente corridos: é preciso planejar tudo e dar sangue para colocar a grana no bolso. Pra mim deu certo. Um mês antes de decidir viajar eu estava no cheque especial. No dia em que saí do Brasil não estava mais no vermelho e tinha o dinheiro da volta ao mundo. A viagem foi o impulso necessário para me tirar da inércia em vários campos da vida, inclusive o financeiro e o profissional.

É quase impossível listar todas as coisas que ganhei durante essa viagem. Já as perdas se resumem aos dez quilos que deixei para trás ao largar uma vida sedentária, de quem ficava o dia inteiro com a bunda na cadeira do escritório. Não fizeram falta.



26 Jun 22:09

1111 – Jomar e sua deficiência

by Carlos Ruas

2093

26 Jun 17:48

The LED Tetris Tie [Video]

by Geeks are Sexy

[GAS] reader Bill P sent me this really cool LED Tetris tie he recently built as a 4-hour project. For now, the Tetris blocks going down on the tie are moving randomly, but Bill soon plans to add a basic AI that will attempt to solve the puzzle.

The tie is made out of 80 WS2811 based RGB LED pixels and is driven by a DigiSpark microcontroller. I pulled in this library written in assembly to drive the display and modified this Tetris engine heavily to suit my needs. With limited RAM I had to strip out unneeded features and optimize the Tetris code to make it work, I also converted it to support color values as it was originally monochrome only.

Structurally it’s just two pieces of card stock with fun bits sandwiched between and taped to a cheap clip-on. I plan to revisit the design and embed the strips directly into a fabric tie for long term use. Remember, I only did this in a single night. The kids loved it and the mission was accomplished.

[Bill P]

26 Jun 17:44

Is it a game? A movie? A band? [Pics]

by Geeks are Sexy

misspacman

[GAS] friend and illustrator Butcher Billy is back, and today, he presents us with some new illustrations featuring characters from various video games or movies and throwing them in a different reality.

In today’s recipe Chef Butcher starts with a thick cut of a classic game title and then keeps adding delicious, melting, luscious, rich selects of crunchy pop culture including the usual finest iconic celebrities, vintage movies, subversive rockstarts, japanese animes, entertainment industry brands and improbable visual concepts to spice things up.

donkey

pacman

sonic

ghostandgoblins

mega

war

kirby

[Butcher Billy]

26 Jun 17:41

MicroSD Packaging Fail [Pics]

by Geeks are Sexy

microsd-fail-1

[Via MUO]

26 Jun 16:34

Melhores Gifs Cafeinados #5

by Mexido de Ideias
Renato Cerqueira

Pra dar vontade :3

Melhores Gifs Cafeinados #5 por Mexido de Ideias

Melhores Gifs Cafeinados 5   Melhores Gifs Cafeinados #5O desafio dos gifs cafeinados desta semana é: resista se puder! Uma seleção de imagens de cremas, cafés fresquinhos e alguns métodos de preparo são as estrelas deste post. É de encher os olhos e a boca d’água.E, tem para todos os gostos. Você pode apreciar um belo espresso saindo da máquina, um filtro vietnamita em plena ação e uma moka fazendo sua arte. Não importa como, quando e onde, o café é lindo!

trans   Melhores Gifs Cafeinados #5

Ela é toda diferente e parece uma invenção maluca de algum filme. Mas, a Globinho e seu processo são de encher os olhos.

Melhores Gifs Cafeinados 5 2   Melhores Gifs Cafeinados #5
Não dá para sentir o cheirinho daqui?!
Melhores Gifs Cafeinados 5 3   Melhores Gifs Cafeinados #5
Diz aí: não dá água na boca? Essa aí é a Moka, a italiana que potencializa o sabor do café e presenteia nosso paladar.
Melhores Gifs Cafeinados 5 4   Melhores Gifs Cafeinados #5
Coar seu café diretamente na caneca/xícara. Este é o jeitinho antigo de fazer café no Vietnã. Atenção para o leite condensado ao fundo! #delícia
Melhores Gifs Cafeinados 5 5   Melhores Gifs Cafeinados #5
Depois desta seleção, quem está pronto para um café passado na hora?
Melhores Gifs Cafeinados 5 6   Melhores Gifs Cafeinados #5

Por: Lucas Tavares

Melhores Gifs Cafeinados #5 por Mexido de Ideias

26 Jun 15:59

Stepping a long loop when debugging

by sharhalakis
Renato Cerqueira

So true!! :)

by tkrugg

26 Jun 15:58

The effects of tight coupling

by sharhalakis

Image by joseph and others

25 Jun 20:04

The Pace of Modern Life

Renato Cerqueira

Sempre tem quem ache que já foi melhor. E o discurso se repete :P

'Unfortunately, the notion of marriage which prevails ... at the present time ... regards the institution as simply a convenient arrangement or formal contract ... This disregard of the sanctity of marriage and contempt for its restrictions is one of the most alarming tendencies of the present age.' --John Harvey Kellogg, Ladies' guide in health and disease (1883)
13 Jun 17:49

the purchase

Renato Cerqueira

hahahaah a vida é muito mais divertida imaginando esse tipo de coisa xD

the_beast_awakens
13 Jun 17:43

Contra o aumento das tarifas de ônibus: o protesto que eu não vi pela TV

by Bruno Passos

Já fui em algumas passeatas ao longo da minha vida. Em São Paulo vi, in loco, quatro delas: “Gente Diferenciada”, “Sopão”, “Pinheirinho” e, terça agora, contra o aumento das tarifas de ônibus em São Paulo. Não sou filiado a nenhum partido e me considero um cara bem comum, talvez por isso só tenha tido acesso as manifestações mais divulgadas na mídia.

Ao chegar em casa, liguei a TV e vou dizer o que assisti:

“Fogo! Manifestantes queimam ônibus e entram em conflito com a policia!”

“Mais de 20 pessoas são presas protestando pelo aumento de 20 centavos. Agora elas serão soltas sob fiança de, no mínimo, 20 mil reais”

“População assustada em terminal foge de confronto entre policiais e manifestantes no centro de SP”

Acabou.

Agora contarei o que vivi:

Pela primeira vez me senti no lugar correto, para usar o novo jargão do protestante 2.0: “A passeata que fui me representa”.

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Terça feira,

17:00 hrs

Uma pequena multidão se concentra entre as Av. Paulista e Consolação, em São Paulo.

A manifestação era contra o aumento da passagem para o transporte público na cidade. Uma japa me recebe simpática, explicando que este é um movimento pacífico e que seria legal eu ter em mente a não agressão evitando confrontos com a polícia, pois estes só diminuiriam o real impacto do que a passeata representava, um ato de cidadania.

17:30 hr

Conheci dois caras que estavam tranquilos, dando risadas do tiozinho que vendia apitos. Ao mesmo tempo, ao meu lado, três mascarados, um V de Vingança, um de máscara cirúrgica e um de lenço tradicional. Todos olhando para o horizonte (que dava numa parede de esquina) e sendo fotografados por dois veículos de imprensa.

Ninguém fotografou o tiozinho engraçado do apito, ou a japa simpática que me recebeu. Eu não os culpo. Qual seria matéria?

“Oriental bacana fala sobre cidadania”

ou

“Protesto tem senhor do apito mais engraçado dos últimos tempos”

Não, eu não culpo a mídia.

18:00 hrs

Encontro, ao vivo, um amigo de Facebook e também o camarada que mora comigo. Seguimos juntos o começo da passeata, escoltados por policiais e sem nenhuma tensão entre nós.

19:00 hrs

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Começa a cair uma chuva de surpresa. Achei que, nessa hora, a coisa ia acabar. Muita chuva. Penso comigo que, se fosse do governo, eu sempre aumentaria as tarifas em janeiro e fevereiro. A chuva sempre deve acabar com as passeatas.

Não foi o caso dessa vez.

A tempestade, ao invés de vir pra acabar, veio pra participar e caminhou conosco por cerca de 40 minutos (pelo menos foi o tempo que durou na minha mente) .

19:15 hrs (ou algo assim)

Estávamos quase no acesso da 23 de Maio. Do nosso lado, uma massa se ergueu e tomava um lado todo da pista. Do outro lado, uma marcha oposta, de máquinas que andavam na mesma velocidade que nós. Quem sabe para que protesto eles estavam indo?

Policiais continuavam lado a lado com manifestantes, nada acontecia.

19:16 hrs

Temos a aparição do primeiro imbecil:

“Caras! Para tudo! Pegaram um dos nossos ali atrás e ele não estava fazendo nada. Estão batendo muito nele, vamo lá!”.

Temi neste momento. Aquele cretino estava logo atrás de mim a passeata toda, com certeza ele não viu muito mais que eu.

Notei, sim, que tinham alguns caras pichando muros na cara de uns policiais numa rua paralela à nossa. Imagino que não tenha sido uma atitude inteligente, então, não esperava por uma solução muito inteligente.

Graças à deus, o nanico manipulador não recebeu muita atenção e as pessoas sacaram que ele só queria arranjar briga, visto que nem era amigo dos pichadores e que, até onde eu vi, não tinha ninguém apanhando da maneira que ele disse.

19:30 hrs

Continuamos gritando cantos e, nos intervalos, pra respirar, bolamos uns possíveis gritos que alcançariam mais audiência na multidão como “Gaúcho é se-le-çãaao” ou  “Kassab reprimidoooo”. Não tem muita graça agora, mas na hora foi divertido.

Nunca entendi porque as manifestações sempre são retratadas de maneira tão tétrica. Todas que fui via pessoas rindo e conversando.

19:40hrs (o horário não está preciso, não checava o relógio de minuto em minuto)

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Quase no fim da caminhada, vejo uma correria. Vamos para o segundo no hall da fama de cretinos: um ônibus parado começa a pegar fogo.

Nesse instante, alguns caras de lenço no rosto (não mais que 15) saem correndo e comemorando. Dez metros de distância, ouço o grito redentor:

“Desnecessário!”

Foi ali que me senti no lugar certo. A grande maioria estava criticando instantaneamente aquele ato imbecil feito por caras que estavam mais preocupados em pichar o “A” da anarquia do que fazer qualquer outra coisa.

19:45 hrs

Uma menina começa a falar que tem mais é que queimar tudo. Começamos a discutir e ela manda algo bem elaborado: “Você só protesta no Facebook”. Tento explicar que ela acertou e que eu e minha roupa alagada éramos todos parte da nova realidade aumentada que comprei na Apple. Ela fala algo que eu não entendo por causa do lenço na boca, eu mando ela pro inferno.

Seguimos nossos caminhos.

19:50 hrs

Paramos de andar, a passeata chega ao fim. Finalmente sinto que participei de algo ao lado de pessoas que tinham o mesmo pensamento que eu, que não estavam lá pra defender um partido ou uma causa específica, mas sim por indignação pelo tratamento concedido por parte dos nossos representantes públicos.

20:00 hrs

Começo a ir embora. Quando saio do local, não estão mais do que 400 pessoas por lá (éramos 5 mil, segundo a polícia). Antes de partir, o cara que mora comigo puxa ligeiro um pacote de bolachas.

Parecia o dia perfeito. Eu, azul de fome, algo que valeu a pena participar e … bolachas.

Dividimos o pacote com três punks pré-adolescentes que nos deram água.

Subindo a rua e passando por policiais, ouvi duas conversas sobre futebol e uma sobre um pilar (que eu não entendi nada). Um policial me viu com panfleto na mão e perguntou:

“Ei, quando é o próximo?”

Falei que era na quinta.

“Ufa, ainda bem que vai ser na minha folga. Puta chuva!”

Rimos juntos, ele me deu boa noite e eu desejei a ele um bom trabalho, seguimos cada um nosso caminho.

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Diferente dos protestos ao redor do mundo, nós não gritamos “palavras de ordem”. Aqui no Brasil (mais especificamente o que vi e vivi em São Paulo), até os gritos de guerra mais pesados viram festividades em forma de marchinhas: “vem pra rua vem!”. Quem estava lá entende. Não era agressivo. Era festivo.

Sinceramente, seria muito bom se víssemos isso como uma qualidade e não como defeito. A agressividade sendo trocada por chamados de convívio mútuo a de ser comemorada e louvada.

Lá, antes das 20hrs, tínhamos tudo, consciência política, participação, voz e alegria. Esta foi a passeata que eu fui e assim ela terminou. Não foi a passeata que assisti pela TV ao chegar em casa, quando aquela minoria que restou resolveu quebrar tudo e roubou as manchetes da melhor e mais bonita manifestação que já participei.

Eu poderia culpar a mídia, o anão manipulador, a policia, os V de vingança que ficaram depois do fim da passeata pra fazer sabe-se lá o que. Mas nada disso iria ajudar em coisa alguma.

Não fui lá para encontrar culpados, mesmo porque, os verdadeiros culpados não estavam por lá. Fui porque não aguentava mais gritar e não ter voz. Fui por mim, pelo meu vizinho, pelo tiozinho da padoca. Fui principalmente, para tirar minhas próprias conclusões.

Sou workaholic (como bem sabem os que me conhecem). Tenho 28 anos e uma pequena empresa.

Quinta tem mais protesto. Eu não vou.

Por quê?

Vou ter que trabalhar pra caramba para compensar ter encerrado tão cedo o expediente na terça.

Mas torço para daqui um ou dois meses nos encontrarmos na chuva, no meio da rua, gritando cada um da maneira como pode,  que ainda é possível.

E principalmente, acreditando nisso.



11 Jun 17:28

Programar é como andar de bicicleta

by ProgramadorREAL

Programar é como andar de bicicleta

string sender;
sender = "Jessé Daniel";

Alonso: Cara, é muito comando… Não consigo me lembrar de tudo…
Programador: Programar é como andar de bicicleta, jovem padawan…
Alonso: Quando aprende um comando não esquece mais?
Programador: Não… Quando você arruma o freio, estoura o pneu… Daí arruma o pneu, estoura a correia…

Camiseta: Você não sabe andar de bicicleta
10 Jun 20:48

Cosplaying QWOP Properly Is Much Harder Than Playing It

by Gergo Vas

Anyone can strike a pose, but to properly cosplay the out-of-control virtual athlete of brilliant flash game QWOP, one has to be in total control of their real body, like this guy right here.

Read more...

    


10 Jun 17:51

Warning: Entering a Room Full of Programmers [Pic]

by Geeks are Sexy

program

[Via CB]