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18 Nov 12:42

Deu no SNL

by noreply@blogger.com (Permafrost)
 

HAHAHAHAHAHAHAHA

Não importa si a afobação tbm ocorre em outras cultura. O *Brasil* é uma cultura. Tudo q um brasileiro faz é parte dessa cultura. Podem até chamar de nome estrangeiro pra disfarçar (black blocs &c), mas é brasileiro. Aliás, ironicamente, o próprio imitar/disfarçar já é brasileiro – pois o imitar *já é* seletivo, ie, definido pela cultura, e o disfarçar é *exatamente* o q o brasileiro faz em suas imitação.

E, tbm ironicamente, tudo q o brasileiro não precisa imitar, tampouco precisa disfarçar. E, ainda mais ironicamente, tudo aquilo q ele não disfarça é exatamente o q vem deixando de lado.

Portanto, tá esporradamente perfeito q zeuaense escarneça da afobação brasileira. Nem precisava dum aeroporto; bastava um ponto de ônibus. ¿Não é hilário?
06 Nov 12:06

weatherstaff: walkingthenarrowway: negro-pleaase: Literally. ...

by wagatwe


weatherstaff:

walkingthenarrowway:

negro-pleaase:

Literally.

forever reblog. 

Where is the lie?

04 Nov 01:31

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04 Nov 01:29

onlyfoolsandvikings: My skull studies slowly turned into sassy...



onlyfoolsandvikings:

My skull studies slowly turned into sassy Yorick studies

04 Nov 01:27

FOREVER REBLOG



FOREVER REBLOG

04 Nov 01:25

fire-onthe-mountain: "What if Walter White told stupid chemistry...













fire-onthe-mountain:

"What if Walter White told stupid chemistry jokes instead of cooking meth?"

04 Nov 01:18

pastelbat: Photographer: Tony OttossonStyling: Me (Pastelbat) 



pastelbat:

Photographer: Tony Ottosson
Styling: Me (Pastelbat) 

04 Nov 00:29

bathorynordland: Borgund Stave Church by rawmeyn on Flickr.

04 Nov 00:27

svpernaturalfeels: majorstranger: ‘It’s no different to having...

03 Nov 18:57

November 03, 2013


Yep.
03 Nov 18:45

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03 Nov 02:36

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03 Nov 02:34

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03 Nov 02:34

It's All About Finding Loopholes

It's All About Finding Loopholes

Submitted by: Unknown

03 Nov 02:34

Motorista de ônibus cria dispositivo para usar água do ar condicionado no para-brisa

by Ricardo de Oliveira

Viação Aguia Branca 3 1 700x464 Motorista de ônibus cria dispositivo para usar água do ar condicionado no para brisa

Douglas Neves Lascosck é motorista da empresa de ônibus capixaba Águia Branca e sempre teve problemas para lavar o para-brisa do veículo durante as longas viagens, pois os 2,5 litros de água do reservatório não duravam todo o percurso, obrigando o motorista a perder tempo enchendo-o novamente.

Assim, Douglas pensou em utilizar a água que sai do sistema de climatização do ônibus. Com geralmente o líquido é desperdiçado, ele teve a ideia de reaproveita-lo para uso no lavador do para-brisa. No entanto, o aparelho produz 2,5 litros de água por hora. Ou seja, é muita água para limpar os vidros frontais.

Diante disso, o objetivo passou a ser o uso da água do ar condicionado no banheiro do veículo, cuja capacidade era de até 30 descargas. Com a alteração, o número passou a ser indefinido com o ar condicionado ligado. Assim, o ônibus não precisa mais parar para completar o reservatório e as viagens não terão mais o desagradável odor do vaso sanitário sujo na parte de trás do salão de passageiros.

Com a ideia de Douglas, a empresa passou a economizar 1,5 milhão de litros de água por ano, além de 12 vidros de para-brisa mensalmente, avariados por causa do uso do limpador sem água. O custo médio da adaptação em cada veículo é de apenas R$ 16,00. Em uma frota de 493 ônibus, a economia anual é enorme.

[Fonte: Clipping.gov.br]

Agradecimentos ao Eduardo Perrone Barbosa pela dica.

A noticia Motorista de ônibus cria dispositivo para usar água do ar condicionado no para-brisa foi publicada no site Notícias Automotivas - Carros.








03 Nov 02:32

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02 Nov 08:08

5 lições da queda do Império X para o Brasil

by Luciano Sobral

Em 13 de junho de 2008, quando os melhores dias para a bolsa americana antes da crise já haviam passado, a OGX fez a maior oferta inicial da história da Bovespa até então (depois foi superada por Cielo, BB Seguridade e Santander). 6.7 bihões de reais foram levantados, e as ações fecharam o primeiro dia no pregão com mais de 8% de alta. Pouco menos de 2,000 dias depois, a empresa registrou um pedido de recuperação judicial na 5ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. O “case X” deve ser amplamente discutido nas escolas de negócios no futuro; aqui algumas lições que, prematuramente, podem ser extraídas dele:

1. Os riscos do Capitalismo de Estado

Ainda está para chegar uma conta precisa do prejuízo do grupo X para o Tesouro Nacional. Ao menos no caso da OGX, aparentemente os empréstimos do BNDES contavam com uma boa estrutura de garantias e pulverização de risco–o que fala bastante bem da capacidade técnica de estruturação financeira do banco (“BNDES has high underwriting standards and good collateral”, como citou, recentemente, a The Economist) e, ao mesmo tempo, torna implausível qualquer tentativa de transmitir para além do primeiro escalão qualquer culpa por más decisões.

De qualquer maneira, a tentativa de criar “campeões nacionais”, que começou a ser abandonada pelo governo neste ano, ganha mais uma pá de terra. A tentação de criar atalhos para um mercado de crédito ainda tímido e acelerar a consolidação de alguns mercados esbarrou em interesses políticos e baixa capacidade de execução. O aumento na dívida bruta e a consequente piora da percepção da qualidade do crédito soberano, a carteira da BNDESPAR repleta de ações subscritas a preços que não fazem sentido mesmo para o nível de otimismo manteguiano e o embaraço de políticos abraçando Eike e declarando-o como símbolo do “Brasil que dá certo” serão legados inconvenientes para o governo nas próximas eleições e para a economia nos próximos anos.

2. As dificuldades da exploração de petróleo

Tenho alguma coisa com a natureza. Onde eu furo, eu acho.” Azar de quem acreditou nessa declaração de Eike e que o pré-sal era apenas uma versão ligeiramente mais complicada do campo de Ghawar (o maior do mundo, no leste da Arábia Saudita). A OGX passou longe do aproveitamento mítico propagandeado, e a euforia inicial com o novo petróleo brasileiro foi substituída por bem-vinda cautela e algum ceticismo. E, vale dizer, ainda estamos esperando pela auto-suficiência alardeada por Lula em 2006, que de maneira bizarra se converteu em uma política de subsídios para o preço de combustíveis que chegou a ameaçar o caixa da Petrobras.

Outra correção na rota foi o tácito reconhecimento, representado pelo leilão do campo de Libra, que tanto expertise quanto investimentos internacionais são necessários para viabilizar a extração no pré-sal. Aventureiros hiperativos operando com capital de risco podem ser apropriados para tocar empresas de software; petróleo requer paciência, bolsos fundos, mais paciência e mais bolsos fundos.

3. Os problemas de investir em um índice

A liquidez das ações da OGX, natural ou acelerada por mesas de operações de bancos, fez a Bovespa mudar a metodologia de cálculo do principal índice de referência do mercado de ações brasileiro, que havia sobrevivido inalterada por 45 anos. A mudança foi acertada e bem-vinda, um sinal de que investidores sérios passaram a ter mais voz no mercado do que os predadores que costumavam lucrar com manipulações. Ainda assim, por muito tempo os fundos passivos foram forçados a seguir investindo algo entre 3% e 5% de suas carteiras nos papéis de uma empresa que estava à beira da falência. Por outro lado, os gestores ativos tiveram, por um bom tempo, uma oportunidade extraordinariamente fácil de bater o mercado simplesmente evitando OGXP3 e outros notórios micos.

Eugene Fama ganhou um Nobel de economia este ano por mostrar que é muito difícil bater os mercados e seus índices. O último par de anos no Brasil pode não ter provado essa teoria errada, mas mostrou que nada substitui uma boa diligência na aplicação de recursos.

4. Mercados falham, ou: existem falhas de mercado

Apelo para uma simples amostra de relatórios de corretoras de grandes bancos sobre OGX. Três escolhidos ao acaso, publicados entre 2010 e 2011, projetam preços para as ações ordinárias entre R$ 22 e R$ 33 (a liquidação ontem foi a R$ 0,13). Frases como “grande qualidade dos ativos”, “extraordinária experiência dos executivos” e “foco em baixos custos” ilustram a empolgação do mercado refletida nas palavras dos analistas.

Analistas fazem suas projeções com as melhores informações disponíveis e algum grau de crença no que a companhia promete entregar. O problema aqui está na qualidade das “melhores informações” e quanto da incerteza que as cercava foi menosprezada. Não vejo uma solução fácil para isso, na medida em que haverá sempre o problema de informação assimétrica e parte do mercado depende da opinião de analistas para formar suas próprias crenças. Cabe, porém, refletir sobre definições de “risco”: é mais arriscado comprar ações generosamente precificadas de uma companhia que ainda não entregou nada ou apostar nas migalhas de sua recuperação judicial, quando todos os fatores negativos estão na mesa? A volatilidade, medida usual, é maior no segundo caso; a probabilidade de grandes perdas irreversíveis, não necessariamente.

5. A criação de milionários antes do lucro

O bom funcionamento do capitalismo manda que recompensas para os empreendedores venham do sucesso e retorno dos seus projetos, não da venda de promessas e planos de negócios. O “império X” criou milionários (além do próprio Eike, seus executivos e banqueiros), antes da OGX extrair seu primeiro barril de petróleo. Pior ainda que isso tenha envolvido a chancela do governo, se não tanto com dinheiro, com legitimação dos projetos. Se é verdade que no capitalismo brasileiro faltam empreendedores, os incentivos mostrados nesse caso apontam que vale mais ter boas conexões e relações públicas do que entregar retornos e, depois, colher os frutos. Não é esse tipo de empreendedor que o país precisa criar, mas talvez seja dos poucos viáveis, ou que nossas instituições incentivam.

 

Este artigo foi publicado originalmente na AE-News/Broadcast

01 Nov 23:27

"De propósito general" es algo más que una definición

by Diego Calleja
La mayoría de sistemas operativos predominantes que utilizamos a diario son considerados "de propósito general", es decir, no están diseñados y optimizados para una tarea específica, sino que intentan abarca un rango muy amplio de funcionalidades, a diferencia de los de propósito específico, diseñados para tareas muy concretas.

El hecho de que un sistema operativo sea "de propósito general" es algo que se suele pasar por alto, pero que a veces tiene un coste, aunque por la regla general es muy positivo. Y no todos entienden o se acuerdan de que pensar en el "propósito general" fuerza a pensar los problemas de una manera diferente: recuerden los flamewars en los que se ha acusado a Linux de centrarse demasiado en servidores y estar condenado por ello a no ser óptimo en el escritorio, por ejemplo.

El caso es que hoy nos encontramos con un ejemplo de libro de las ventajas de un diseño de "propósito general": Acaba de publicarse Android 4.4 "Kitkat". En su esfuerzo por reducir la patética y negada hasta la saciedad brutal fragmentación de Android y por adaptar a relojesotro tipo de formatos con hardware menos potente, Google se ha esforzado por reducir los requisitos de memoria del sistema operativo. Y la lista de técnicas que han usado para lograr reducción de uso de memoria es curiosa:
OEMs building the next generation of Android devices can take advantage of targeted recommendations and options to run Android 4.4 efficiently, even on low-memory devices. Dalvik JIT code cache tuning, kernel samepage merging (KSM), swap to zRAM, and other optimizations help manage memory
"Kernel Samepage Merging (KSM)", es desduplicación de memoria, es decir, si dos páginas de memoria tienen el mismo contenido, el sistema operativo borra una copia y referencia a sus usuarios a la otra. Fue introducido incluido en 2.6.32, hace casi 4 años. Pero lo curioso es que es una técnica típicamente de virtualización que fue desarrollada en Linux por Red Hat. Cuando se tienen en memoria varias VMs virtualizadas de un mismo sistema operativo, la desduplicación puede ahorrar cantidades de memoria considerables.

Lo bueno de que Linux sea un sistema operativo de propósito general es que Android puede usar ahora ese mismo sistema de desduplicación. ¿Quien podría haber predicho hace cuatro años que un sistema pensado para servidores acabaría siendo utilizado en teléfonos móviles de última generación?
01 Nov 23:15

24 Traditional Brazilian Foods You Need To Eat Right Now

You haven’t lived until you try all of these!

Coxinhas

Coxinhas

What is it: Little raindrops of fried goodness usually filled with chicken and a very creamy cheese called "catupiry."
Tastes like: A fried mac and cheese ball, sans noodles, plus chicken.
Conclusion: Why don't these exist in the U.S.?
Get a recipe here.

Flickr: brunobucci

Brigadeiro

Brigadeiro

What is it: Chocolate truffles made with condensed milk instead of cream and covered in chocolate sprinkles.
Tastes like: A Nutella ball sprinkled with chocolate.
Conclusion: You've been missing out on chocolate rolled into balls for far too long.
Get a recipe here.

Flickr: negativz

Pão de Queijo

Pão de Queijo

What is it: Little rolls of bread with cheese baked into it.
Tastes like: Yup, little rolls of bread with cheese baked into it.
Conclusion: You'll never eat regular bread again.
Get a recipe here.

Flickr: lcloss

Farofa

Farofa

What is it: Fried cassava flour; it can include egg, bacon, and other add-ons. It's usually sprinkled over rice and beans.
Tastes like: Nothing you've ever tasted. Come on, it's fried cassava flour, but it's still DELICIOUS!
Conclusion: Hands down: cassava flour is tastier than regular flour.
Get a recipe here.

Flickr: jeanmi


View Entire List ›

01 Nov 23:13

midnightyen: THIS JUST BLOWS MY MIND.

01 Nov 21:09

nicolasdelort: Hayao Miyazaki just announced that he will be...



nicolasdelort:

Hayao Miyazaki just announced that he will be retiring. Totoro and Mononoke are two of my favorite movies evaaar so it feels appropriate to post this homage I did for a group show back in June (the gallery just finally sent me the hi-res scan) 

So here is Eboshi-sama from Mononoke Hime, one of my favorite movie characters ever, for The Movie Show, a movie themed group show at Galerie Daniel Maghen, curated by Seb Mesnard

Original is Ink on claybord 16*20”. It is SOLD already.

Follow me on Twitter @NJAtom !!
Follow me on Instagram @nicodelort !!

01 Nov 21:07

LET THEM WORK: Bryan Caplan’s Opening Post in a Debate on Immigration

by Jason Brennan

Read it here.

Excerpt:

You could object that we’re not obliged to help total strangers, but allowing people to accept a job is not charity.  It’s minimal decency.  If Kathleen gets a job, and I don’t slash her car tires on her first day of work, I’m not a “humanitarian.”  I’m not starting the Save Kathleen Newland Fund.  I’m merely leaving Kathleen alone.

01 Nov 16:20

The Bellamy Salute

by Greg Ross

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Students_pledging_allegiance_to_the_American_flag_with_the_Bellamy_salute.jpg

When minister Francis Bellamy published the American Pledge of Allegiance in Youth’s Companion in 1892, his colleague James Upham devised a salute to go along with it, snapping the heels together and extending the right arm toward the flag:

At a signal from the Principal the pupils, in ordered ranks, hands to the side, face the Flag. Another signal is given; every pupil gives the flag the military salute — right hand lifted, palm downward, to a line with the forehead and close to it. Standing thus, all repeat together, slowly, ‘I pledge allegiance to my Flag and the Republic for which it stands; one Nation indivisible, with Liberty and Justice for all.’ At the words, ‘to my Flag,’ the right hand is extended gracefully, palm upward, toward the Flag, and remains in this gesture till the end of the affirmation; whereupon all hands immediately drop to the side.

This worked fine until the 1920s, when Italian fascists and then German Nazis adopted similar salutes. Congress delicately changed the American salute to the hand-on-heart gesture in 1942.

01 Nov 01:38

niknak79: Suspense



niknak79:

Suspense

01 Nov 01:37

Wow Such Scare

doge pumpkins halloween shibe

     much carvign

       wow
                                                                         such candy

                we can do the pumpkins

                                                                       2spoopy4me
very halowene
                                          wow

Submitted by: Unknown

Tagged: doge , pumpkins , halloween , shibe
31 Oct 22:29

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31 Oct 22:28

October 26, 2013 at 11:04AM

by Rômulo Marques
Consternado com a forma como o PM apanhou em São Paulo. Da mesma forma como me consterno com qualquer um que apanhe, com ou sem razão, no fim das contas. Mas o fato deixou algumas coisas claras, coisas que precisam ser colocadas para todos os lados: os grupos envolvidos no conflito estão falsamente bem desenhados, como falsamente bem desenhados costumam ser. Quando um manifestante apanha, toma um falso flagrante, um gás de pimenta ou uma bomba entre as pernas, ele está apanhando pela idéia do manifesto. Indifere, para a polícia, quem ele é, de onde ele vem, o que está fazendo ali e em quais das diversas atividades que compõe um manifesto ele estava envolvido. Ele está apanhando por cada Black Bloc que se colocou no caminho da PM, por cada banco quebrado, por cada coquetel molotov arremessado, por cada pixação feita, grito de guerra entoado. Tudo, enfim. Quando um policial apanha, ignora-se quem ele é, o que fazia, o que fez, que lado defende, sua família e afins. Ele apanha por cada Amarildo, por cada bomba lançada, por cada gás de pimenta lançado, por cada revista sem propósito, cada prisão arbitrária, cada bala perdida na UPP e afins. No fim das contas, esse conflito interessa a quem? Todo maniqueísmo, nesse caso manifestante vs polícia, exclui outras forças que se beneficiam dessa luta.
31 Oct 19:57

Hackathon na Câmara dos Deputados

by Manoel Galdino

hackathon

A Câmara dos Deputados (CD) Federais, em Brasília, está organizado um Hackathon para criação de aplicações e ferramentas que utilizem os dados abertos da CD. E eu, junto com o Davi e o Luis, estamos participando com o projeto retórica. A ideia do nosso projeto é descobrir, por meio de um algoritmo de aprendizagem não-supervisionada, quais os temas dos discursos dos deputados e apresentar esses temas numa visualização interativa na web.

20131031_162436

Quem tiver em Brasília poderá acompanhar nossa apresentação da ferramenta web. Será amanhã, dia primeiro de novembro, a partir das 9h da manhã, na entrada principal da Câmara dos Deputados. Não sei exatamente a hora de nossa apresentação, pois o sorteio das ordens dos projetos será feita na hora. Depois eu posto aqui um link para a visualização, para quem quiser saber o que cada deputado anda falando.


Arquivo em:estatística, Manoel Galdino, Política e Economia Tagged: Brasília, Câmara, Câmara dos Deputados, Dados, Dados Abertos, hackathon, transparência
31 Oct 19:55

Em família earthlynation: Grizzly in Deep Water by Marco



Em família

earthlynation:

Grizzly in Deep Water by Marco

31 Oct 15:52

Dubious Punishments

by Greg Ross

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Xerxes_lash_sea.JPG

In the fifth century B.C., a storm upset the pontoon bridges by which Xerxes’ armies were crossing from Persia into Greece. Xerxes punished the strait with three hundred lashes. (Herodotus called this a “highly presumptuous way to address the Hellespont.”)

In the ancient Athenian summer festival known as Buphonia, an ox was slain with an ax, which was then charged with murder and thrown into the sea.

In 1428 Pope Martin V ordered English theologian John Wycliffe’s 44-years-dead body to be dug up and burned for heresy.

In 1519 a group of field mice in Stelvio, Italy, were charged with damaging crops by burrowing. The prosecutor argued that the loss of income prevented local tenants from paying their rents. The mice were assigned a defense attorney, Hans Grinebner, who claimed that his clients aided society by eating insects and enriching the soil. The judge banished the mice but promised them safe conduct and “an additional respite of fourteen days … to all those which are with young and to such as are yet in their infancy.”

In 1685, after the revocation of the Edict of Nantes, the Protestant chapel at La Rochelle, France, was condemned to be demolished. Its bell was spared, with a condition:

To expiate the crime of having rung heretics to prayers, it was sentenced to be first whipped, and then buried and disinterred, by way symbolizing its new birth at passing into Catholic hands. Thereafter it was catechized, and obliged to recant and promise that it would never again relapse into sin. Having made this ample and honourable amends, the bell was reconciled, baptized, and given, or rather sold, to the parish of St. Bartholomew.

– James George Frazer, Folk-Lore in the Old Testament, 1918

(Thanks, Brody.)