
Nuguiler
Shared posts
Cabin Fever
Sometimes, you just gotta take things into your own hands and wait until someone else makes something happen.
–TF2–
Team Fortress 2 was a lot of fun! Thank you to everyone who made it out for the hangs and plays! I totally forgot how much fun that game is.
I definitely gotta keep planning gaming sessions for all of us. They always end up being a really great time.
bonus panel
"Cat in a Cardboard Box" by Hine
Hine Mizushima is an illustrator, slow crafter, and puppet stop-motion video artist. We've shown her work on Boing Boing many times. I love her Flickr feed, where she shows her latest creations, like "Cat in a Cardboard Box."
Как ходит муравей?
NuguilerFucked up

lady-lucrezia: I didn’t know I needed this. I don’t really...
This Tumblr Tells You What To Wear In Ridiculously Specific Situations
When people joke about there being a Tumblr for absolutely everything, they’re not kidding. There’s even one that tells you what outfits to wear for ridiculously specific occasions. What to Wear When… is run by Rave Sashayed, and the posts offer helpful advice for situations such as: WHAT TO WEAR WHEN: You Are An Evil Queen Donning the Full Regalia, WHAT TO WEAR WHEN: You Are A Billionaire Playgirl Philanthropist Using Your Fortune to Fight Crime (pictured above), and WHAT TO WEAR WHEN: Slinking Into a P.I.’s Office After-Hours to Tearfully Beg Him for Help Finding Your Husband’s Killer.
Yeah, it’s that awesome. As intriguing as the titles are, the explanation of the items included in the outfit are even better. You’ll want to set aside a few minutes to browse this Tumblr’s archives.
Read the details behind the playgirl philanthropist look and see another example after the break.
From What To Wear When:
WHAT TO WEAR WHEN: You Are A Billionaire Playgirl Philanthropist Using Your Fortune to Fight Crime
Mobility is definitely important, but strong lines and an imposing, distinctive color profile are at least equally so. If you don’t have a brand, how will villains know they should beware you?
Expect to lose some of your basics to bullets/force beams/leaping onto the roofs of moving buses. This navy satin Topshop bodysuit gives you room to move — and at only $60, you can stock up.
What do you think about “Eclipse” as a superhero name? Is there already one of those? How about “Equinox”? No, that sounds like a cleaning product. Well, we can keep thinking about it.
A cropped jacket is a great, practical way to conjure classic 80s Street Fighter badassery. This Peter Pilotto number is on trend and, with its night-blue color and silver sleeve inserts, on brand — plus it’s equipped with pockets for your secret cell phone, fruit leather, and all the villainous USB drives you can steal.Cover everything but your upper thighs for a look that says “Check These Bad Boys Out.”
Made of lightweight stretch leather, these thigh-high boots by Maison Martin Margiela are as flexible as they are fashionable. “But shouldn’t I be wearing flats?” Sack up, sister! I don’t hear She-Ra complaining, and she doesn’t even have the stability of a wedge sole.Obviously, you’ll need a mask to protect your alter ego. Custom, face-flattering styles are available on Etsy — though you might want to charge them to somebody else’s credit card.
Fingerless gloves are key for hauling yourself up the sides of buildings, and also they are cool. The zipper on the back of these DSquared babies will add extra punch to your backhands — and they’re on sale!
(via io9)
Supervivencia estadística en el ajedrez
Oliver Brennan hizo todo un análisis a partir de una pregunta en Quora: ¿Cuáles son las probabilidades de supervivencia de cada pieza de ajedrez en los juegos históricos en general? Así que preparó los 2,2 millones de partidas de la base de datos Million Base 2.2 (que abarca hasta julio de 2013) y puso una máquina a hacer crujir números.
Si eres el peón de e2, date por jodido.
El resumen es que para las blancas el peón de e2 es el que más veces es eliminado de la partida; curiosamente para las negras es el caballo de g8… Las siguientes piezas son el resto de caballos y los peones centrales. Hay una curiosa simetría en el resultado, lo que es interesante dado que el tablero no es simétrico y los conceptos de ataque y defensa están muy marcados desde el principio.
Los dos reyes tienen –obviamente– una probabilidad de supervivencia del cien por cien hasta el momento en que termina la partida. Las siguientes piezas más resistentes son los peones laterales: h2, h7, g2, a2… Del resto de piezas curiosamente las torres suelen sobrevivir más que las damas (aunque por poco); de hecho los expertos saben que más o menos el 60 por ciento de las partidas acaban en los llamados «finales de torres».
Aquí hay una curiosa visualización animada movimiento a movimiento de cómo cambian los valores a lo largo del conjunto de partidas.
Fetiches japoneses
NuguilerCorazón de chancho is that you?

Fetiches japoneses
Cómo no luchar contra un gato poseído.

Cómo no luchar contra un gato poseído.
“A arrogância do espaço”: A distribuição desigual do espaço público em relação aos pedestres, ciclistas e automóveis
A distribuição desigual do espaço público, em relação aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis, é um assunto que o especialista em mobilidade urbana, Mikael Colville-Andersen, qualifica como “a arrogância do espaço”.
Do ponto de vista desse planejador urbano e fundador do Copenhagenize, este termo pode ser aplicado às ruas que são dominadas pela engenharia de trânsito do século passado, isto é, aquelas que estão planejadas prioritariamente para os automóveis.
Para exemplificar seu posicionamento, Mikael analisou a quantidade de espaço que possui cada um desses grupos, além do espaço “morto” e dos edifícios, em algumas ruas de Calgary, Paris e Tóquio através da comparação de cada setor com diferentes cores.
Confira as imagens a seguir.
Paris

Ao ver do alto o cruzamento entre as ruas Quai Branly e Pont d’Iéna, em Paris, é possível ver o espaço destinado aos pedestres, ciclistas e condutores de automóveis. Ele está classificado por cores, utilizando o vermelho para os automóveis, azul para os pedestres, amarelo para os edifícios e roxo para os ciclistas, observa-se que os automobilistas são aqueles que possuem mais metros quadrados do espaço públicos.
Além disso, na cor cinza está demarcado o espaço “morto”, que poderia facilmente ser destinado aos ciclistas e pedestres.


Utilizando a imagem do mesmo cruzamento de Paris, como exemplo, o urbanista fez uma rápida contagem dos cidadãos que estão em cada setor do espaço público classificado segundo seu uso.
Embora esclareça que este não é um levantamento exato, porque a fotografia não foi feita em um horário representativo do movimento que existe nesse cruzamento, Mikael assegura que esta ferramenta permite ter uma ideia que o uso do espaço não está de acordo com sua demanda.
Isso porque os pedestres que estão esperando no cruzamento, representados em azul escuro (e descartando aqueles que estão nas calçadas), superam em quantidade os condutores de automóvel (representados em vermelho).
Calgary

No caso dessa cidade canadense, o fundador da Copenhagenize assegura que, embora a imagem tenha sido feita especificamente em um estacionamento de automóveis, o ideal seria ver os cidadãos em movimento, algo que acontece nas cidades que são, em certa medida, caminháveis.



Tóquio

No cruzamento mais movimentado do mundo, em Shibuya, Tóquio, convivem pedestres e ciclistas. A presença destes se explica pela existência de vários bicicletários nos arredores da estação de ônibus e trens de Shibuya.
Diferentemente do que se observa nas imagens anteriores, nas de Tóquio nota-se uma distribuição do espaço um pouco mais equitativa e que ao apresentar faixas de pedestres na diagonal, lhes confere maior visibilidade em relação aos automóveis que chegam até ali vindos de diferentes direções.



Via Plataforma Urbana. Tradução Camilla Ghisleni, ArchDaily Brasil.
mclarenx: De principio a fin no tiene desperdicio. El hit del...
NuguilerNi idea de que se trate pero está pegajosona
Cubic Rubber Bands by Nendo




Earlier this year Tokyo and Milan-based design firm Nendo (previously) accepted the challenge of redesigning the rubber band, one of the most common desktop items that seems so ubiquitous that it’s disposable. After all, the cost of a few hundred more is just a few bucks. But what if a rubber band was interesting, functional, and you didn’t want to throw it away. This was the idea behind Nendo’s cubic rubber band, a completely different form factor resulting in a desktop object that isn’t meant to be stashed away in a drawer or tossed in the trash. A set of three retails for 1080 yen (about $10), though you’ll need to be able to navigate a Japanese retailer, Marks, to snap up a set. (via Spoon & Tamago)



































