

Pretty sure that’s how it went down. There’s no other explanation to why there are so many of them.


Pretty sure that’s how it went down. There’s no other explanation to why there are so many of them.

(I’m shopping for pet supplies at my local store when I overhear a conversation.)
Customer: “Excuse me, miss?”
Employee: “Yes, ma’am? How can I help you?”
Customer: “My son’s gerbil just died. It was only two years old. He’s been completely miserable ever since.”
Employee: “Oh… I’m sorry about that. Did you want to look for a new pet? Our small animal section is right over here. We have hamsters, gerbils, guinea pigs—”
Customer: “Yes. But I don’t see much point in getting an animal that’s just going to die in two years. Don’t you have any animals that don’t die?”
Employee: “…excuse me?”
Customer: Animals… that… don’t… die. Do you have any?”
(The employee gives her a blank look.)
Customer: “Do you have them or not?!”
Employee: “Um, I’m afraid all animals die eventually, ma’am. There’s nothing we can do about that.”
Customer: “Fine! I’ll just go to [rival store], because you people have nothing but inferior products here!”
(The customer storms out of the store, leaving the bewildered associate standing there by herself. She makes eye contact with me from across the aisle, and we both start cracking up.)

by jpgneves, fubvr, dechimp, whiterv and others
Renato Cerqueiraahahahahhahhahh
Imagino tanto alguns casos disso xD

by letsantony
Renato Cerqueiracarái, quero um gato desses hahaahah

by @badphysics
Bike Café – Ciclismo e boas ações por Mexido de Ideias
Muito mais que um produto, o Bike Café foi pensado para aqueles que andam de bicicleta ou para quem só quer ver um mundo melhor. Isso, porque, por trás dos grãos, há o investimento na formação de pessoas por meio de diversos projetos sociais em São Paulo. O Aromeiazero, instituto idealizador, vende os cafés especiais (gourmet) para ajudar e incentivar a profissionalização, educação, cultura e formação geral de crianças e adolescentes. É uma soma de ciclismo, boas ações e, claro, um bom cafezinho!
Parte da receita da venda dos produtos é revertida para projetos do Instituto, que não tem fins lucrativos. Entre eles se destaca o Pedala Zezinho, criado em parceria com a Casa do Zezinho, que promove atividades recreativas e educacionais relacionadas ao mundo das bikes. “A proposta é mostrar a bicicleta como opção de esporte, lazer, trabalho, expressão artística e um modo de transporte acessível”, diz a organização ao Mexido de Ideias. O legal é que essa iniciativa também oferece conserto gratuito dos equipamentos.
O OFCE, ou Oficina de Formação para Ciclistas Entregadores, é outro projeto que recebe incentivos do Bike Café. Curso profissionalizante que visa fortalecer as bikes como meio de subsistência, ele oferece oportunidades de trabalho para os ciclistas e incentiva a segurança. A oficina ensina regras e dicas para realizar serviços com eficiência em cima de duas rodas.

Ainda há o Bike Arte, projeto que reúne trabalhos de diferentes artistas e que se propõe a levar o tema do ciclismo cidade afora. O objetivo aqui é provocar reflexões sobre onde moramos e como nos transportamos, além de reunir “bandas, gastronomia, atividades lúdico-educativas e exposições com o tema da bicicleta”, diz o Instituto.
A ideia surgiu da união de “pessoas que atuam na área social há um bom tempo. Dela, surgiu o Pedala Zezinho 2011. E, não paramos mais”, dizem. Para eles, o produto é “uma marca constituída por pessoas que andam de bike e que apreciam um bom café. Assim, sua essência provem de uma equação simples: associar os dois prazeres da vida”.
Para saber mais sobre todos os projetos e sobre o Instituto, basta acessar o site da Aromeiazero. O vídeo abaixo explica um pouco mais sobre o Pedala Zezinho. Dê play e confira.Se ficou interessado em comprar os Bike Cafés e ajudar uma das iniciativas, basta acessar a fanpage da marca. Os grãos também são vendidos na Las Magrelas, no Aro27, Roça Chic Café e Vulp. Quem diria que o café poderia fazer tanto, não é mesmo?
Imagens: Divulgação
Por: Felipe Baenninger, Guilherme Zauith e Laura Sobenes
Bike Café – Ciclismo e boas ações por Mexido de Ideias
Isso já aconteceu comigo algumas vezes neste inverno.
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não se muda o mundo respeitando a opinião de quem te oprime.
(A con is going on nearby, and the fast food joint is full of people in cosplay. A rather attractive woman—dressed as a cheerleader with a pink chainsaw—leaves the building with her friends. They are whistled at by two rowdy customers entering.)
Customer #1: “Hey dude, check out all these freaks in here!”
Customer #2: “Oh, God! They’re everywhere! F****** freaks.”
Customer #1: *to a male cosplayer in front of him* “Oi mate, what the f*** are you supposed to be?”
Male Cosplayer #1: “M-me? I’m ‘Karkat’ from Homestuck.”
Customer #1: “Well, you look like a joke. What the f*** are those on your head?”
(The customer flicks the orange horns clipped to the cosplayer’s hair.)
Male Cosplayer #1: “Please don’t do that; I made these myself and I don’t want them to break.”
Customer #2: “You hear that? The little freak made his own horns! Ah, I guess it’s not all bad though; did you see that chick before with the massive rack?”
Customer #1: “I know, you don’t see hot cheerleaders everyday. She’s totally going to get it off me later.”
Customer #2: “Yeah, we’ll find her and give it to her good. I’m going to squeeze those t*** of her so hard.”
Male Cosplayer #1: “Can you please stop?! It’s really degrading to talk about women like that.”
(The whole restaurant goes quiet, and they turn to the rowdy customers.)
Customer #1: “If the slag didn’t want it, should wouldn’t have them hanging out.”
Male Cosplayer #1: “She was in costume! Besides, what does it matter how she was dressed? Clothing isn’t an invitation.”
Customer #2: “Do you want to take this outside?”
(Just then, another male customer in the corner, who also happens to be a cosplayer, speaks up.)
Male Cosplayer #2: “If you fight him, you have to fight me first!”
Customer #2: “Who said that?”
(Male Cosplayer #2 stands up to reveal he is well over 6 ft tall, and very muscular, but in costume too.)
Male Cosplayer #2: “I am Thor, Son of Odin, God of Thunder, who commands the Lightning and the Storm!”
(At that moment, a third cosplayer stands up, revealing he too is very tall and muscular.)
Male Cosplayer #3: “And I am Loki of Asgard, and I am burdened with glorious purpose… to defend women from sexist pigs like you, and defend people’s right to cosplay!”
(The two rowdy customers quickly remove themselves from the restaurant, while Karkat, Thor and Loki receive a round of applause.)
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Renato CerqueiraQuem vai trazer pra mim? :)
Britt – Grãos de café com cobertura de chocolate por Mexido de Ideias
Para agradar gregos e troianos, café e chocolate em um único doce! A Britt, empresa da Costa Rica, teve a brilhante ideia de banhar grãos de espresso torrados com uma cobertura de chocolate cremoso. O resultado são bolinhas com textura macia por fora e crocante por dentro. Segundo o fabricante, elas prometem agradar até os que não gostam tanto de café.
Os doces são produzidos em três sabores. Há cafés cobertos com chocolate branco, ao leite e o “Dark Chocolate”, que é parecido com o nosso “meio amargo”. Todas as versões são vendidas em pacotes de 170g, cada um por cerca de R$ 15,50 (US$ 6,95).
Infelizmente, o site do fabricante não possui opções de entrega para o Brasil. Agora, é torcer para que ele chegue aqui!
Por: Lucas Tavares
Britt – Grãos de café com cobertura de chocolate por Mexido de Ideias
(I have been a music instructor for over three decades. An angry mom confronts me before her son’s drum lesson.)
Angry Mom: “Why are you showing my son all of these heavy metal and rock songs to play drums to?”
Me: “Because he asked me to. He seems to like that type of music.”
Angry Mom: “He most certainly DOES NOT like that music. It’s overtly sexual, violent and demonic. Why can’t you show him good music? Instead of this Metallica and ACDC garbage.”
Me: “Good music?”
Angry Mom: “YES! Good music. The 60s. Jimi Hendrix. The Beatles. The Rolling Stones?”
Me: “Maybe ‘Hey Joe,’ by Jimi Hendrix?”
Angry Mom: “Exactly!”
Me: “‘I’m just going down to shoot my old lady, I caught her messing around with another man….’ That ‘Hey Joe?’”
Angry Mom: “Yes! The classics!”
Um homem ridículo pode mudar a vida da gente.

Estava eu sentado em uma mesa de calçada, tomando meu café da manhã, quando passa por mim um homem ridículo.
Andando pela rua de forma confiante e decidida. Completamente ignorante do fato de ser tão ridículo. De estar tão fora do padrão, da regra, do correto. De ser tão feio, tão mal-vestido, tão tosco. O homem ridículo estava todo errado.

Não vou descrever o homem ridículo. Seria impossível descrevê-lo sem ser cúmplice de sua ridicularização, sem fazer vocês também o acharem ridículo.
Porque, um segundo depois, bateu a culpa, caiu a ficha, estourou a consciência.

E pensei: para uma ou mais pessoas, esse homem ridículo é a pessoa mais amada da vida, a pessoa mais importante do mundo. Para algumas pessoas idosas, ele sempre vai ser o bebê lindo que foi um dia, a criança cheia de promessa, o adolescente vigoroso e energético.
Que apesar dele estar passando pela rua a vinte metros de mim, de eu só estar enxergando-o por breves segundos, de eu nunca ter ouvido sua voz ou interagido com ele de qualquer maneira, de ele ser para mim só um figurante sem fala no ó-tão-importante filme da minha vida, de ele ser apenas uma figura de cartolina exemplificando o total oposto do padrão de beleza vigente….
Que ele era uma pessoa.
Caralho, uma pessoa.
Vocês entendem a enormidade disso?

Uma pessoa igual a mim. A MIM! Com os mesmos sentimentos. Que dá tanta importância a si mesmo quanto eu me dou. Que sempre viu tudo pelos seus próprios olhos. Que sempre sentiu todas as suas dores. Uma pessoa plena. Um homo sapiens adulto. Um indivíduo da espécie dominante do único planeta habitado que conhecemos. Por tudo que se sabe, ele é o ápice da evolução do cosmos. Ali, passando por mim, já se afastando. Tão ridículo.
Se esse homem ridículo morresse hoje, agora, fulminado por meu implacável julgamento, haveria gente sofrendo dor profunda, chorando, trabalhando o luto, relembrando melhores momentos compartilhados. Aquele homem ridículo deixaria um vazio talvez insuperável em corações que nem conheço.
Então, ele sumiu atrás de uma esquina, mas apareceu uma senhora de vestido verde, depois, uma adolescente patinadora, um ruivo e seu beagle, um gari de laranja, e foi quase que como uma sobrecarga de informação: todos pessoas. Cada um. Nenhum deles figurantes do filme da minha vida. Todos protagonistas de seus próprios filmes. Pessoas plenas.
Aí, finalmente, me dei conta: o único homem ridículo ali era eu.
* * *

As ilustrações desse texto são obras do artista plástico suiço Alberto Giacometti (1901-1966).
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Renato Cerqueirahaeuhauhaeuhuae

There’s recently been a few people online who posted pictures of consoles they bought at yard sales, and mysteriously, all these consoles had a bunch of cash hidden inside! But the true winner among all these people is this guy. Wow.
[Via]
Renato CerqueiraSuper bem bolado!
A little over a year ago, we joined the OpenStreetMap movement, switching our maps over to those powered by OpenStreetMap data and Mapbox Streets. Today, we’re expanding upon that by encouraging our community to directly edit map data.
Now, Foursquare users will see an “edit map” link when editing places on Foursquare.com, which leads directly to OpenStreetMap’s web editor at the right location, where they can join OSM and make updates. Today, it’s rolling out to Foursquare Superusers in the UK, Australia, Germany, and Brazil. We’ll be expanding in the future to other places where location data can be improved.
We love contributing to things that make real-world data better, and OpenStreetMaps is a thriving example of that. For more info, read on.