Osias Jota
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Como se livrar do serviço militar obrigatório
Existe uma lenda que reza que “o exército serve para disciplinar o soldado”, como se humilhação diária por superiores prepotentes de ego inflado, exercícios mal feitos orientados por quem não sabe o que está fazendo e treinamento de ações irrelevantes com materiais não apropriados fossem fortalecedores de caráter. A única coisa que exército, aeronáutica e marinha ensinam é o desrespeito ao cidadão que, por ser civil, deve sempre ser considerado inferior, já que a mentalidade militar adora fantasiar um mundo onde eles têm importância ou utilidade.
(Tanto que essa conversa de “fulano tem que servir no quartel para tomar jeito” só é usada por pessoas rancorosas e que querem o mal do fulano citado. Servir em capacidade militar é, corretamente, considerado como punição por tais indivíduos raivosos.)
E por que isso? Porque quem criou essa idiótica lei do alistamento obrigatório foram os idióticos ditadores militares, quatro meses após o golpe que os colocou no poder supremo, irrestrito e irrepreensível do país por mais de vinte anos.

Guerra do Paraguai, celebrada até hoje pelos “heróis” vitoriosos do Brasil, Argentina e Uruguai que a comemoram como uma “grande vitória militar”, e conhecida pelo resto do mundo como “maior genocídio militar da história”, deixando o Paraguai com menos da metade da sua população original. Civis em sua maioria.
Quem for do sexo masculino, maior que de 18 anos e não se alistar, além de ser obrigado a pagar multa (que não é das mais altas, todavia) não poderá tirar passaporte, carteira de trabalho (e, conseqüentemente, não poderá contribuir para a Previdência) nem se matricular em concursos públicos, inclusive vestibulares ou similares (como entrei na faculdade aos 17, não precisei provar que havia passado por essa imoralidade). Ou seja, os milicos até hoje interferem impune e negativamente na vida civil (inclusive no anacrônico Código Penal Militar que, além de prever pena de morte por fuzilamento (Artigo 55), impõe punições a cidadãos civis).
Portanto, quando eu me alistei nessa palhaçada que são as forças armadas brasileiras (que só servem para drenar as economias do país e sonhar com um dia retomar o poder forçosamente) o fiz obviamente contrariado. Contudo, aprendi um truque excelente para evitar o serviço militar.
Muitas lendas existem a esse respeito (ter pé chato, por exemplo, não livra ninguém), mas de acordo com a lei a única forma de evitar se tornar militar é ser “arrimo de família” (Art 30.f). Mas, a não ser que o exército tenha mudado radicalmente seu modo de pensar nos últimos vinte anos (RÁ, que piada!), boa sorte provando isso.
O truque que aprendi chama-se “excesso de contingente”. E o que é isso? Cada quartel tem um número limitado de vagas para recrutas. Após preenchidos com seu contingente máximo, os quartéis precisam rejeitar a priori novos alistados, independentemente da situação destes (porque existem sim aqueles pobres iludidos que acham que passar um ano nas forças armadas é um bom negócio).
É bom esclarecer logo que, mesmo não entrando, você perderá pelo menos três dias da sua vida com essa abominação antidemocrática. Você precisa se alistar na junta militar, onde saberá da segunda data, quando deverá se apresentar em um quartel ou algo que o valha. Nesta segunda etapa, prepare-se para chegar cedo e sair tarde, pois mesmo que você seja dispensado, algum cabo com ilusões de grandeza fará questão de tentar mostrar por algumas horas como você é inferior (quem nada é, quer se mostrar superior tentando diminuir os outros). Neste dia você será novamente direcionado à junta em data posterior, onde receberá seu cartão de reservista e precisará se prestar ao ridículo papel de jurar à bandeira (uma forma de religião inventada pelas mentes doentes dos militares, onde o deus é o efêmero conceito de “pátria” e seu símbolo é a flâmula verde-loura, o altar é o mastro e a oração é um juramento sinistro porém inconsequente).
Como o alistamento vai do dia primeiro de janeiro até o último dia útil de junho do ano em que você completa 18, é uma boa aposta acreditar que as vagas já tenham sido preenchidas nos primeiros quatro meses. Eu me inscrevi no meio de abril, mas por segurança recomendo deixar para a última semana de junho, se possível. Desta forma, você perderá três dias e somente três dias. Ouvirá um discurso ou dois de pessoas que não sabem do que estão falando, receberá um documento inútil mas do qual será refém até o fim dos seus dias, fingirá defender, com a própria vida, a “honra” de um tecido colorido e será incluído no excesso de contingente, certificando-se de que jamais precisará passar mais que três dias em péssima Companhia.
ADRENALINAdeBIBLIOTECARIO #2

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The Battle to Lose the Independent Vote
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O melhor melhor amigo do homem

nós também te amamos, cachorro bêbado
Do Will Tirando
comovceburro
Tava no ônibus e de repente entrou uma nuvem e sentou do meu lado, acho que era uma nuvem passageira
Well, There's Your Problem | 455.jpg
TED talks are lying to you - Salon.com
jmlarson: Dr Doom. Ruler of his own country. One of the most...
Osias Jotavia Firehose

Dr Doom. Ruler of his own country. One of the most intelligent people in the Marvel universe. Master of tech and of the magical arts. And is apparently a fan of Star Trek. :)
I’d never have doubted it. :)
tastefullyoffensive: [nineteenletterslong]
Osias Jotamas mas mas (via firehose)
Utah's national parks will reopen despite ongoing government shutdown - CNN.com
Christopher Colombus: raping, murdering, enslaving, genocidal pedophile
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rachel
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| Word: "That's a nice idea, but if we're going to celebrate the struggle of indigenous people against genocide and slavery, maybe the right people to celebrate are the indigenous heroes and victims of Europeans, not Europeans who thought better of the unconscionable, no matter how thoroughly they repented." |

The latest of The Oatmeal makes a pretty compelling case for hating Christopher Colombus, whose achievements ("discovering" America, sailing from Europe to America, proving the curvature of the Earth) are all BS. More importantly, though, is what Colombus did do: launched a campaign of genocide in order to terrorize indigenous people gold-mining slavery, a program buoyed up by mass slaughter, mutilations, and systematic sexual slavery of girls as young as nine or ten.
Matthew Inman, the Oatmeal's author, proposes celebrating the life of Barolome de las Casas, who also set out to slave and murder his way through the New World, but changed his mind, took the cloth, and spent 50 years defending indigenous people. That's a nice idea, but if we're going to celebrate the struggle of indigenous people against genocide and slavery, maybe the right people to celebrate are the indigenous heroes and victims of Europeans, not Europeans who thought better of the unconscionable, no matter how thoroughly they repented.
Inman cites Howard Zinn's excellent People's History of the United States as a primary reference for the piece, and I concur: Zinn's work and those derived from it (like the graphic novel and the audio of dramatic readings) are important and fantastic works.
Christopher Columbus was awful (but this other guy was not) - The Oatmeal


beconinriot: Progressbar by Vincent Broquaire (artist on Tumblr...
mirandamolina: Variations of “Pythagoras tree” in space, using...



Variations of “Pythagoras tree” in space, using Structure Synth.
Check out HD versions in YoutubeVariaciones del “Árbol Pitagórico” en el espacio, usando Structure Synth.
Ver versiones HD en Youtube
I want to be a fractal when I grow up.
Photo
Osias Jotaisso aí é o capeta, mesmo!




































































