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07 Dec 23:46

The Giraffe Trick: Paolo Sorrentino’s “The Great Beauty”

by Eve Tushnet

In decadent Rome, an aging art critic rides the success of his one, long-ago novel, and wonders if there’s more to life than having the best conga line in the Eternal City. He watches young nuns playing in a hedge maze, drifts into and through relationships with damaged women, and does a lot of eloquent smoking.

The Great Beauty, Paolo Sorrentino’s update of/homage to La Dolce Vita, offers a lot of expected pleasures. Our antihero, Jep Gambarella (Toni Servillo), sometimes seems to be genuinely having fun, and at those points I tended to have fun right along with him. The camera swoons and swoops. The art and landscape of Rome look glorious–the many different, clashing landscapes, nuns scuttling past a satyr, neon lights and ancient stones. The satire of terrible performance art probably goes on too long (I would’ve cut the on-the-nose sequence with the man whose father photographed him every day of his life, and the knife thrower) but it ranges from acidic to surprisingly thought-provoking, disturbing, and nuanced.

Jep is a critic in the worst way: somebody who makes his living off of art. It’s a job which breeds cynicism. And Rome is famously a city of cynics.

But somewhere around the three-quarters point of the movie, something unexpected occurs. “The Saint” comes to Rome from Africa. This tiny old lady is a Mother Teresa caricature, surrounded by sycophants and bandwagoners, sitting propped up at the dinner table practically drooling, looking like humid death.

Then she opens her mouth, and begins to surprise Jep. From this point forward the movie’s satire has an edge of longing and compassion. It’s still quite scathing and funny: There’s a great moment when “The Saint” says something profound and one of her lackeys drops his head back with a shudder exactly like he’s just done a line of cocaine. But mystery and a sense that a deeper reality might be attainable begin to linger around the characters—even the most degenerate ones. Even the fatuous cardinal, who has been a pure cartoon up ’til now, turns out to have a strange, eerie hint of contact with another world, a hint of sublimity.

The movie ends with an act by “The Saint”—an unwatched act, free from any consumer/entertainer relationship with an audience—and a speech from Jep. The speech has an existential buoyancy: I was reminded of the last scene of The Lion in Winter, except that I always found that final TLIW exchange a bit tinny, a bit handwavey, spiritual vigor by force of will. I believed more in Jep’s delight.

There are various missed opportunities here, and at least one misstep. I think the scene in which Jep dances with a woman whom he badly mistreated earlier is just cheap—a bit of wish fulfillment from a not-especially-reflective male. Jep’s careful cruelty in the earlier scene was a terrific insight into his character, and to simply wave it away feels like a trivialization of his actions. In general I do think The Great Beauty would be a stronger movie if Jep were just a little more self-reflective, a little more troubled by guilt or sin rather than solely by purposelessness, anomie, and writer’s block.

But overall this was a surprising, vivid movie, sweeping and funny and thoughtful. Be sure you have somewhere to go to talk it over afterward, since you’ll definitely want to.

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06 Dec 18:23

O moço de Benfica

by Cora

Era uma vez um moço que morava no subúrbio. Chamava-se Carlos Cesar e, na garagem de casa, montou uma pequena oficina onde consertava flautas. No começo atendia aos músicos das bandas militares que moravam na vizinhança mas, aos poucos, sua fama foi se espalhando pela cidade — e, logo, todos os flautistas do Rio de Janeiro passaram a bater ponto em Benfica. Mais um tempo, e flautistas de outros estados, atraídos pela fama do luthier, também passaram a enviar seus instrumentos para ele.

O problema é que toda flauta sofre um processo natural de desgaste. O forro das sapatilhas — que são aquelas chaves que os flautistas apertam com os dedos para tampar os buracos do cilindro e formar diferentes notas — perde a elasticidade e, com isso, deixa o ar vazar. A consequência é triste: desafinação total.

Forrar uma sapatilha, porém, não é para qualquer sapateiro. Ela tem que ficar tão bem adaptada ao corpo da flauta, mas tão bem adaptada, que a vedação seja total e ar algum consiga escapar. A arte envolve jornal (faz isso com um iPad!), feltro e baudruche, ou tripa de peixe — o mesmo material que se usava em perfumaria para lacrar os vidros de essência.

– Quem foi que chegou à conclusão de que tinha que ser assim? — perguntei à Laura, que me contou essa história. — E por que justo jornal?

– Ninguém sabe. É uma tradição antiga.

– Mas quando as flautas transversas foram inventadas os jornais ainda não existiam…

– Mas as sapatilhas também não! As transversas do Século XVII tinham uma única chave, de couro. As flautas só ganharam sapatilhas no Século XIX.

Por algum motivo que não pretendo descobrir nesta encarnação, há pessoas que têm um talento fora do comum para combinar jornal, feltro e tripa de peixe, e o moço de Benfica era uma dessas pessoas. Os melhores luthiers, vindos das melhores escolas européias, não consertavam uma flauta como ele. Graças a isso, muitas flautas antigas, já aposentadas, voltaram a cantar pelo Rio. Durante uma época, por sinal, ninguém mais na cidade teve medo de comprar flauta velha, porque era certo que o Carlos Cesar daria um jeito no instrumento.

– Ele era tão bom que, quando acabava um trabalho, tirava as molas das sapatilhas, apagava a luz da garagem e acendia uma lanterninha dentro da flauta. Não escapava nem luz, quem dirá ar!

Um dia, Laura foi a Benfica levar ou trazer uma dessas flautas combalidas, e o luthier lhe pediu um favor. Precisava comprar um feltro específico, usado pela Wm S. Haynes, uma fábrica de instrumentos americana, porque não havia nada melhor no mercado. Como não falava inglês, pediu que ela entrasse em contato com os fabricantes.

Laura voltou para casa, escreveu para a fábrica, explicou quem era o Carlos Cesar e, algumas semanas depois, recebeu um pacote pelo correio. Era um metro de feltro, que a Wm S. Haynes mandava de presente para o luthier de Benfica. Mas, quando viu o feltro, ele ficou muito desapontado.

– Não é esse o feltro que eles usam nas flautas não, — disse, assim que botou a mão no tecido. E mostrou à Laura um pedaço do outro, como comparação.

– Só que os dois eram exatamente iguais! — conta a Laura. — A cor era a mesma, o peso, a espessura… Não havia diferença nenhuma, mas o Carlos Cesar insistiu comigo para que escrevesse de novo para a fábrica. Tentei demovê-lo da ideia, disse que estava maluco, que os dois feltros eram iguaizinhos, mas ele não quis nem saber. De modo que escrevi novamente. Agradeci a gentileza deles, disse que estava até constrangida mas que o nosso luthier teimava em dizer que o feltro que eles usavam nas flautas era diferente do que o que lhe haviam enviado. E, pelo sim pelo não, juntei duas amostrinhas.

Três semanas depois chegou a resposta da fábrica. Os diretores estavam abismados. O feltro era realmente diferente, um grande segredo de fabricação. Só que nunca ninguém, em lugar algum, jamais havia dado por essa diferença. Eles queriam conhecer o luthier que descobrira o segredo e o convidaram a visitá-los, com todas as despesas pagas.

– De modo que lá se foi o Carlos Cesar para Boston, onde lhe ofereceram um emprego. Ele estava na dúvida se aceitava, os amigos daqui insistiram e ele chegou a passar algum tempo lá, mas as saudades do Brasil foram mais fortes. Lá fazia frio, as pessoas eram fechadas, não tinha roda de samba…

Com o dinheiro recebido, o moço comprou algumas flautas velhas que, voltando ao Brasil, pôs nos trinques. Revendeu e, com o lucro, voltou de novo aos Estados Unidos, onde comprou mais algumas flautas velhas. E assim sucessivamente, até o dia em que, já de posse de um dinheirinho, percebeu que não precisava mais comprar flautas velhas. Passou a trazer flautas novas e, com o tempo, virou um dos maiores importadores de instrumentos do país.

Vendeu a casinha no subúrbio, foi embora do Rio e deixou uma legião de flautistas órfãos que, até hoje, falam dos seus feitos e admiram as flautas que ele consertou. De lá para cá apareceram muitos outros luthiers, todos razoavelmente bons no uso do jornal, do feltro e da tripa de peixe, mas nunca mais ninguém consertou uma flauta como o moço de Benfica.

(O Globo, Segundo Caderno, 5.12.2013)

06 Dec 17:45

Bank of America says Bitcoin could become a 'major means of payment'

by Adrianne Jeffries

Analysts at Bank of America Merrill Lynch issued the bank's first research report today on Bitcoin, the virtual currency that approximates cash on the internet, concluding that the currency has the potential to become a "major means of payment for ecommerce" as well as a "serious competitor to traditional money transfer providers."

Assuming Bitcoin becomes mainstream, Bank of America currency strategists estimate it is worth $1,300 apiece. But with the value at $1,000 today and increasing rapidly, it is in danger of "running ahead of its fundamentals," they write.

The report also notes that the rapid jump in Bitcoin's value — which was just $100 in August — correlates with interest in the currency coming from China.


Bitcoin's disadvantages according to the report are the same as those regularly discussed in the Bitcoin community: its price volatility disincentivizes its use for trade, transactions take 50 minutes to process, and its legal status is still undetermined. Governments will have an incentive to "crack down" on Bitcoin if it gets too big, the report says.

Bank of America estimates Bitcoin could be worth $1,300 apiece

The researchers also note that security at the exchanges where people buy and sell Bitcoin has been historically unreliable, as evidenced by thefts and hacks in the past.

Bank of America is the first major Wall Street bank to issue an opinion on the virtual currency, which has grown in prominence since it debuted in January of 2009.

The report is a positive sign for those who hope that Bitcoin will become a universal currency, but it's ironic considering the technology was designed to empower individuals over banks. The last time Bitcoin made a splash in the financial district was probably 2011, when the Occupy Wall Street protest became one of the first major efforts to accept donations in the currency. But now that the total Bitcoin economy is worth $13 billion, it seems everyone wants a slice.

06 Dec 17:33

Wendell is hands down the greatest homeless fashion designer who...



Wendell is hands down the greatest homeless fashion designer who ever lived. He makes almost all his clothes from things he finds. I hadn’t seen him in awhile, so I was quite thrilled to walk up on him Tuesday, doing this to a Gandhi statue.

06 Dec 00:09

fer1972: Teddy Box by Pascal Vilcollet

05 Dec 22:08

Mandela

by Drunkeynesian
"I have fought against white domination, and I have fought against black domination. I have cherished the ideal of a democratic and free society in which all persons live together in harmony and with equal opportunities. It is an ideal which I hope to live for and to achieve. But if needs be, it is an ideal for which I am prepared to die." (fonte)
05 Dec 17:58

Plain Talk

by Greg Ross

A clever Toronto lawyer was deep into a technical argument before the Supreme Court. His position was dependent upon a close reading of the legal text and turned on the letter of the law. Suddenly the chief justice, Beverley McLachlin, leaned forward and asked the counsel if his argument also worked in French. After all, the law is the law in both languages and a loophole in one tends to evaporate in the other. Only an argument of substance stands up. The lawyer had no idea what to reply.

– John Ralston Saul, A Fair Country, 2008

05 Dec 17:01

Aquelas duas Bollas são do Jack Nickolson...



Aquelas duas Bollas são do Jack Nickolson também?

bastardsdragyoudown:

 

05 Dec 16:46

fer1972: Stick Insects by Owen Silverwood









fer1972:

Stick Insects by Owen Silverwood

05 Dec 16:45

catswithbenefits: “DON’T YOU  TOUCH MY BAB..oh..oh thank you...



catswithbenefits:

“DON’T YOU  TOUCH MY BAB..oh..oh thank you kind sir”

05 Dec 10:44

I Don't Own a TV

Theory: Smugness is proportional to the negative second derivative of TV ownership rate with respect to time.
05 Dec 01:43

December 03, 2013

05 Dec 00:24

Hunger Games Catching Fire: Badass Body Count

by thelastpsychiatrist
Adam Victor Brandizzi

Licença que tô tremendo.

the-hunger-games-catching-fire-trailer-screenshot-district-11-old-man.jpg
sorry old man, I have a dress fitting to go to




Number of people killed: 15
Number of people Katniss kills: 1
Number of times she is saved by someone else: 6
Number of times she saves someone else: 0

But boy oh boy, wasn't she spectacular at practice, 9 targets in 30 seconds, and then she strings up a mannequin. Take a bow.   Badass.

I.


For context, here is why THG is a sexist fairy tale.  It anticipates most of the criticisms.

Except one.  An insightful, even optimistic retort is that at least she's not killing, at least she's made the ethical choice to not kill anyone.

But this insight is exactly what you are supposed to think, it is an illusion, and it is why my tally above is also a lie.  She kills one person, but she is responsible for all of their deaths.  From the very beginning of the Game it was immediately true that everyone but one got killed.  From the very beginning, before anyone dies, you are guilty of  everyone's death.

That's the Game.  It's not like they went in there thinking, "I'm not going to kill anyone because I am planning to escape this Game." No one backed up their pacifism with suicide.   Katniss's thinking is basically, "I'm not butcher, but I am going to try and survive."    The movie elevates her passivity into a moral act, which it isn't, that's the trick.  This is a closed system.  Whether she shoots them down herself or waits for the psychopath in the group to do it for her, it's the same. 

What's important is that this "choice" not to kill, and the personal feeling of morality it (falsely) gives you is how the system survives.  Because you feel good about your choice, "at least I'm a good person," you fight the system much less.  You are less of a threat to the system because you are allowed to believe you're a good person and they're not.  But you're not.  You killed 15 people.  I counted them.

The true criticism of the movie isn't that it is too violent, but that it is not violent enough-- it is Disney violence, and whenever you see the word Disney you should instead see "100% in the service of the existing social structure."  The movie presents "not murdering anyone" as if it were a moral option, as if it were true; so that you are not revolted by the fact that you did kill 15 people; so that you do not fight to change the system that forces you to kill 15 people.

Just because the system tells you, "the other tributes are your enemy," doesn't mean it's a factual statement, you have to answer the Thin Red Line question: "who's doing this? Who's killing us?" 

The Game is rigged to prevent all choice but allow the illusion of choice. There are Good Samaritan laws in place which protect you from liability if you give someone CPR in good faith but inadvertently crack a rib.  But this is nonsense.  The person motivated to offer CPR NEVER thinks about a future lawsuit, he just acts; or, in the reverse, the person who is nervous about lawsuits was never going to help anyway, and thank goodness he can blame it on lawyers.  These laws have the perverse effect of allowing the us passive aggressive techonauts to observe events rather than intervene in events.  "Come on, what am I going to do, you know the litigious world we live in, besides, we have paramedics for that."  So you're telling me that, i.e. for example, my child got hit by a car on the street and instead of Airway-Breathing-Circulation your plan was to shift to Landscape mode?  "Well..." You better burn off your fingerprints and move to Siberia.

There's going to be some who will respond with the obvious: "yes, but the fact is, not killing is better than killing-- or do you think putting a gun to someone's head is really the exact same as not doing that?"  And some will counter-retort that it's like war, if you send soldiers to fight you are responsible for their killings.   Both arguments miss the point completely: NOT killing is better FOR HER, because then SHE doesn't have to feel any guilt.  But everyone dies ANYWAY.  Not killing is entirely a selfish act, not a moral one, if my kid gets hit by a bus the driver at least did it by accident, you CHOSE to not help, you are WORSE, see also Steubenville.  "But they did the rape!"  But they did it for you to see, do you not get it?

It looks like Katniss is free to make personal decisions, but no matter what her free brain decides, everyone around her dies as planned, huh, that's odd.  The only "free" choice, the only way to beat the Game, is not to play.  If you really wanted to be a moral agent in such a terrible environment, you'd have to convince the other tributes to all agree not to fight each other, knowing full well that the soldiers will therefore come-- that is the point of the maneuver, to expose the evil of the system instead of allowing them their deniability, "oh, we don't kill anyone, the kids kill each other!"  You have to sit there and Prisoner's Dilemna the hell out of this and hope none of the other tributes breaks ranks and opens fire.  It is the only anti-system choice short of revolution.

The response that this maneuver puts the individual Districts in danger, too, is, unfortunately, part of the deal. The genius of the system is that it never puts everyone at risk, it presents them with a lie: only these Tributes are at risk. If the Districts themselves don't want blowback, "we don't want trouble", if they "want" to maintain the status quo, they have to send people to participate.  You don't send a Theseus, you send a Katniss, which they did, hence another round of Hunger Games.  She'll look heroic, she'll perform badassly, and nothing will change, which it didn't, which is why even though she won the first movie there was a second movie.  

There's going to be some of you who will be confused, "are you saying Suzanne Collins planned this?  No way!  You've totally misinterpreted--"  No, no.  Collins wrote the story, yet she is not aware herself of what she wrote; she couldn't have written the story any other way than from a narcissistic perspective because that's all she knows living in this world; or, to reverse it, had she known, had she written a different kind of story with a different kind of hero, it would never have been published, let alone made into movies, we'd be on Twilight 7.

It's here that I should SPOIL that the revolutionaries who do finally fight the system DON'T EVEN TELL HER ABOUT IT.   Everyone around her is extraordinarily heroic and self-sacrificing, they literally drag her bad ass to the finish line at the cost of their own lives, so that she can survive as a symbol, and the rest of you dummies think she is the hero.  Only a taught narcissistic psychology would SEE her as heroic when right in front of you and your eyeballs you can observe she is the least heroic of all.  I'm not blaming you, this is the training we all got.  The sleight of hand of such movies is that it presents an entirely different society (full totalitarianism) in the context of TODAY, in the context of narcissism as expected, as ok, so meaningless acts become exciting and meaningful acts are obscured. Huh, Mags blew herself up with poisoned gas.  Ah well, she was old.

But in totalitarianism, there are no individual acts-- that's the whole point of the totalitarian structure, that's what it wants, what it wants you to become. Your acts appear personal and individualized but conform beautifully, they are no threat.  It would NEVER occur to a real Hunger Games hero to show off for upper management, which is why no one else did it, that would be a meaningless act, only we today would applaud this, which we did, loudly.  Badass.  Not to go ancient history on you, but Achilles was the equivalent of a comic book superhero to young boys for two thousand years, it would never have occurred to any of them to applaud him for his trick shots.  It wouldn't have made sense. It doesn't make sense.  It is madness.

There are some earnest attempts to apply Game Theory to the Hunger Games, what is the optimal solution?  But unfortunately the people who do this are bad at math.  Let me try to explain.  If 2 tributes are to be randomly selected from a District of, say, 1000 people, then the probability of you being killed is...... 100%.  You can double check me if you want, but the math is correct.  And-- and this is the point-- the math becomes correct if and only if you think it isn't.



05 Dec 00:22

Fora FMI!

by Drunkeynesian
Do portfólio do grande Henfil que a piauí publicou no mês passado. Espero que alguma editora se meta logo a fazer uma compilação bacanona da obra dele.
05 Dec 00:20

Si es que no tienen vergüenza ninguna por @papatengosed


05 Dec 00:20

wolveswolves: Gray wolves (Canis lupus) from the Sawtooth...



wolveswolves:

Gray wolves (Canis lupus) from the Sawtooth pack

Picture by Jim and Jamie Dutcher

05 Dec 00:19

How to Express Condolences (rerun)

by Scott Meyer

Hey, just a reminder that any holiday gifts purchased through my Amazon Affiliate links (USUKCanada) would, in theory, throw a little money my way without costing you a dime extra! Just Sayin'.

04 Dec 23:57

Hat Crimes

by nedroid

Hat Crimes

04 Dec 23:52

Photo



04 Dec 23:50

Cada categoria piora, mas todos melhoram

by Leonardo Monasterio
Coisa simples. Imagine um conjunto de indivíduos.  Divida-os por escolaridade. Suponha que cada grupo sofreu perdas salariais ao longo de tempo. É possível que, como um todo, eles tenham ganhos salariais?
Sim. É possível. Basta que a composição dos grupos mude no tempo e compense as perdas por categoria. O indivíduo que estuda tem um aumento de renda, mas puxa para baixo a renda média dos grupo de maior escolaridade. É, no fundo, o paradoxo de Simpson em toda sua graça.
O Café Hayek trata dessa esquisitice para o caso dos EUA. O John Mokyr conta a mesma história na Revolução Industrial Inglesa. As condições de materiais de vida melhoraram no campo e na cidade, mas pioraram como um todo. O motivo é que havia êxodo rural, apesar das condições serem piores na cidade do que no campo.
E no Brasil? Um tanto disso está acontecendo hoje. As médias salariais para os mais educados têm crescido bem pouquinho. Mas isso é o resultado de dois processos: a evolução dos ganhos dos que já estavam nessas classes e a entrada de novos indivíduos. (Adicionalmente, os retornos da educação caem, como esperado). Em breve, não me surpeenderá se a categorias mais educadas tiverem perdas salariais, mesmo que cada indivíduo melhore.
02 Dec 17:49

Photo





01 Dec 01:19

November 30, 2013

Adam Victor Brandizzi

Aquaman: sempre errado


Wow. November is already over, huh.
01 Dec 01:18

Rebolo e Fabiel 9

by Laerte

01 Dec 01:16

Giving Thanks for Obama

01 Dec 01:15

Photo







01 Dec 01:14

Photo



01 Dec 01:14

fer1972: Mythical Illustrations by  Ao Ye Wang Yue









fer1972:

Mythical Illustrations by  Ao Ye Wang Yue

29 Nov 23:50

nevver: Anonymoose

29 Nov 21:41

Como é difícil matar uma lenda

by Marcio Antonio Campos
Essa ilustração que descreve uma aula de dissecação na faculdade de Medicina de Montpellier é de 1363. Como isso seria possível se a prática estivesse proibida pela Igreja?

Um amigo, leitor do Tubo, me mandou as seguintes fotos. São do livro de História que uma de suas filhas vai usar ao longo de todo o ensino médio. Talvez as letras fiquem miudinhas na largura do blog, mas, se eu fiz tudo certo, basta vocês clicarem nas fotos que elas abrem num tamanho maior.

O que nossos adolescentes andam aprendendo sobre a medicina na Idade Média?

O que nossos adolescentes andam aprendendo sobre a medicina na Idade Média?
O que nossos adolescentes andam aprendendo sobre a medicina na Idade Média? (Foto: Wagner Marchiori)
Senta que lá vem a história. Fictícia, neste caso. (Foto: Wagner Marchiori)

Senta que lá vem a história. Fictícia, neste caso. (Foto: Wagner Marchiori)
Senta que lá vem a história. Fictícia, neste caso. (Foto: Wagner Marchiori)

Caso ainda esteja complicado ler, ou caso não seja possível ver a imagem no tamanho original, copio aqui os trechos que nos dizem respeito:

Na primeira foto: Os estudos médicos e as descobertas biológicas da época moderna eram vistos com desconfiança pela Igreja. Muitos temiam as perseguições inquisitoriais por se dedicarem ao estudo científico. Um exemplo desse receio encontra-se na dissecação de cadáveres, que acabou se tornando comum no estudo da Medicina, mas naquela época era condenada. Leonardo da Vinci, grande artista e sábio do Renascimento, era um dos que praticava a dissecação de cadáveres em seus estudos de anatomia.

Na segunda foto: A liberdade maior das escolas de Medicina em relação à religião decorreu, em boa parte, da decisão do papa Honório III, que proibiu os clérigos de exercê-la. Diversos médicos passaram a dissecar cadáveres para entender o funcionamento do corpo humano, prática totalmente condenada por diversas religiões monoteístas (Judaísmo, Cristianismo, Islamismo). Alguns médicos, como Andreas Vesalius, do século XVI, chegaram a roubar cadáveres para seus estudos.

O livro é História — Volume único, de Ronaldo Vainfas, Sheila de Castro Faria, Jorge Ferreira e Georgina dos Santos.

E é tudo mentira. Há três anos eu já tinha publicado um post no Tubo sobre a lenda da proibição da dissecação de cadáveres. Repito aqui o que escreveu Katharine Park, professora de História da Ciência da Universidade de Harvard, no livro Galileo goes to jail and other myths about science and religion: A maioria das autoridades religiosas medievais não apenas tolerava, mas incentivava a abertura e desmembramento de corpos humanos para fins religiosos: corpos de santos eram eviscerados e embalsamados; eram divididos para produzir relíquias; os órgãos internos de homens e mulheres santos eram examinados em busca de sinais de santidade (…) tudo isso derruba a alegação de que a Igreja, como instituição, era comprometida com a integridade do corpo humano após a morte. Vejam lá no post outras informações relevantes sobre esse tema.

E mesmo a proibição de que clérigos exercessem a medicina não era absoluta, como diz a Enciclopédia Católica. A decisão de Honório III, por exemplo, citada no livro, não se aplicava a todos os clérigos, mas aos que tinham algum tipo de dignidade eclesiástica, como cônegos. Em caso de emergência, ou para atender os pobres em locais sem médicos, por exemplo, a restrição era levantada.

Essa ilustração que descreve uma aula de dissecação na faculdade de Medicina de Montpellier é de 1363. Como isso seria possível se a prática estivesse proibida pela Igreja?

Essa ilustração que descreve uma aula de dissecação na faculdade de Medicina de Montpellier é de 1363. Como isso seria possível se a prática estivesse proibida pela Igreja?
Essa ilustração que descreve uma aula de dissecação na faculdade de Medicina de Montpellier é de 1363. Como isso seria possível se a prática estivesse proibida pela Igreja?

Agora, como é que uma lorota dessa, anos depois de ter sido desmascarada, continua aparecendo em livros didáticos? As hipóteses são várias. Não descarto a desinformação pura e simples. Já comentei muitas vezes aqui no blog que muito do que é produzido na academia sobre a história da relação entre ciência e fé não faz o salto para a opinião pública. Mas, convenhamos, é obrigatório para quem elabora livros didáticos estar atualizado em relação ao que se conhece sobre o tema abordado. Os autores deviam saber que a Igreja nunca condenou a dissecação. Também pode haver ideologização. Autores e professores de esquerda (e são muitos, e bem espalhados por aí) costumam retratar da pior maneira possível certos países, pessoas e instituições, e a Igreja Católica é uma delas. Ou pode haver um preconceito antirreligioso em geral, que se reflete no modo como a relação entre ciência e fé é demonstrada. Nesses dois casos, não costuma haver muito compromisso com a verdade.

Só espero que a filha do meu amigo saiba contestar essa mentirada toda na hora da aula.

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Prêmio Top Blog, votação estendida!
Devia ter acabado no dia 9 a primeira rodada de votação da edição 2013 do prêmio Top Blog, mas resolveram adiar o prazo para… 25 de janeiro de 2014! Suponho que seja pela incompetência da organização, que deixou na mão os blogueiros que usam WordPress ao inventar um selo em Java, que o WordPress recusa (parece que agora estão resolvendo o problema). Em 2010 e 2011, o Tubo venceu a categoria “Religião/blogs profissionais” pelo voto popular. Em 2012, não ficamos entre os finalistas, mas o Blog Animal, também da Gazeta, venceu sua categoria pelo júri acadêmico. Para votar no Tubo, basta você clicar aqui ou no banner ao lado. Cada conta de e-mail só pode votar uma vez no mesmo blog, mas nada impede que, com uma mesma conta de e-mail, você possa votar em vários blogs de sua preferência. Da mesma forma, você pode votar no Tubo mais de uma vez se tiver duas ou mais contas de e-mail. Basta preencher, no alto da página do prêmio, seu nome e e-mail. Você receberá uma mensagem com um link para confirmar seu voto. Também é possível votar pelo Facebook.

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O post Como é difícil matar uma lenda apareceu primeiro em Tubo de Ensaio.

29 Nov 21:31

Três trechos de contos eróticos que acabei abandonando porque achei que a trama não estava ficando muito sensual

by João Baldi Jr.

friendship

#1

Com os olhos fechados, Ana se isolava do mundo, se concentrando apenas nas sensações. O aperto firme das mãos dele nas suas, a sensação de calor, o contato elétrico que subia através do seu corpo, as gotas de suor que escorriam através de sua barriga, tudo isso fazendo pano de fundo para a sensação principal que era o prazer daquele momento. A maneira firme e segura com que ele a penetrava, entrando e saindo de maneira cada vez mais acelerada e viril, fazendo com que ela sentisse ondas de prazer que nunca havia experimentado antes, eram o bastante para que ela se sentisse praticamente em órbita. Os beijos rápidos, intercalados com mordidas, a respiração acelerada, o jeito como ele deslizava dentro dela, o toque macio das coxas, numa fricção cada vez mais rápida, mas ainda assim perfeitamente ritmada. Sem ver nada, ela podia apenas sentir o movimento dos corpos e ouvir as palavras que ele dizia devagar, entre suspiros no seu ouvido. Palavras sobre o quanto ela era gostosa, o quanto ele queria possuí-la, o quanto ele queria fazê-la gozar. Sobre o quanto a virilha dele havia começado a doer. “Puta que pariu, agora fisgou”. “Como assim fisgou?”. “Nossa, fisgou, tá repuxando, sabe? Eu mexo e dói muito, vou ter que parar”. “Quer que eu…”. “Não, não se mexe, por favor, tá doendo muito, me deixa…”. “Você tá bem?”. “Ahhhh, meu deus, putaquepariu, tá doendo muito, meu deus”. “Você não tá exagerando, Alberto?”. “Meu deus, queria ver se fosse a sua virilha, caralho, putaquepariu, tá doendo”. “Meu deus, não precisa chorar também”. “Caralho, caralho, continua fisgando. Câimbra, câimbra, câimbra, câimbra”.

#2

Naquele instante ela parecia perfeita. No quarto escuro a pouca luz que vinha da janela iluminava apenas o contorno dos seios pequenos, a maneira lenta como o corpo dela se movimentava, o cabelo dela descendo pelos ombros. Com as duas mãos apoiadas nele ela controlava totalmente a situação, subindo e descendo enquanto ele apenas se segurava para não explodir e prolongar ao máximo aquela sensação. Aproximando o rosto do pescoço dela ele soltou alguns beijos tímidos, gostando do cheiro doce que a pele morena dela exalava no ar mas sem querer interromper o transe em que ela parecia estar enquanto cavalgava o membro viril do parceiro. Quando ela, numa voz que parecia quase um ronronar, disse no ouvido dele que estava quase gozando, ele não hesitou em dizer um “goza, sua gostosa”. Notando que ela havia acelerado o ritmo ele complementou com um “geme, sua gostosa safada”. Notando que ela parecia se animar mais, ele disse “isso, goza pra mim sua cachorra”. Notando que ela se aproximava do orgasmo ele disse “grita o meu nome, sua puta gostosa”. E aí ela parou, disse que tinha se sentido ofendida, eles tiveram uma longa conversa sobre questões de gênero, o clima não ficou legal.

#3

O toque do chantilly era gelado, a língua dele era áspera, mas ainda assim ela achava a sensação muito gostosa. Ele havia começado pela cintura, subindo pela barriga, a língua passeando pelo umbigo dela enquanto recolhia o chantilly, seguindo em direção aos seios dela, que esperavam pelo contato da língua dele, já com os bicos durinhos pela expectativa. Expectativa essa que não pôde ser suprida porque a campainha tocou, era o técnico da NET, eles estavam esperando a duas semanas pela instalação do receptor HD, tiveram que mandar o cara entrar, ela se limpou com uma toalha as pressas, ele acabou atendendo a porta com a bermuda do avesso, o cara ficou olhando pra eles de forma suspeita, tinha um tubo de chantilly em cima do sofá. O cara chegou, instalou, saiu, quando eles foram testar não apenas não tava funcionando o HD como eles tinham perdido todos os telecines e aparentemente o instalador tinha roubado o tubo de chantilly deles. A NET é bem foda, acontece direto essas coisas.


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