
Um bonsai que sobreviveu à bomba de Hiroshima. (Fotografia do Flickr)
Adam Victor Brandizzi...ou ao menos é o que dizem...

This is me all the time.
I CAN’T EVEN HANDLE THAT WALK
This pretty perfectly sums up conventions.
IT GOT BETTER








Menswear Dog Goes Into The Wild
Featured Items:
Buffalo Plaid Jacket: Woolrich
Fisherman’s Sweater: Original Penguin
Chambray Shirt: Land’s End
Hudson Bay Axe: Best Made Company
Brown Button Down & Henley: Club Monaco
What

In 1923, the Brazier family traveled from Oregon to Indiana, bringing their 2-year-old collie/shepherd mix, Bobbie. They were separated in Wolcott, Ind., when Bobbie was chased off by a group of local dogs, and after three weeks the family reluctantly returned to Oregon.
Exactly six months later, the family’s youngest daughter was walking down a Silverton street when she recognized a bedraggled dog. At her voice he “fairly flew at Nova, leaping up again and again to cover her face with kisses and making half-strangled, sobbing sounds of relief and delight as if he could hardly voice his wordless joy.”
He had traveled more than 2,500 miles. He was identified by three scars, and by letters the family later received from people who had housed and fed him along the way. The “wonder dog” received national publicity, and well-wishers gave him a jewel-studded harness, a silver collar, keys to various cities, and “a miniature bungalow, which weighed about nine hundred pounds, with eight windows curtained with silk.” He died in 1927, and Rin Tin Tin laid a wreath on his grave.
Noticiou-se no fim de semana que o governo avalia alternativas para evitar a cobrança de preços “abusivos” durante a Copa do Mundo. Os principais potenciais “abusadores” são hotéis e companhias aéreas, sendo que, no caso destas, estuda-se abrir, por meio de medida provisória, o mercado de voos domésticos para companhias estrangeiras. Nas palavras da ministra chefe da casa civil Gleisi Hoffmann, em entrevista para a Folha de S. Paulo: “Queremos que os preços deem retorno para os empresários, mas que sejam preços justos na época dos grandes eventos.” A definição de “preço justo”, no caso, passa por qualquer metodologia, menos a mais simples e menos arbitrária: deixar o mercado definir.
Há várias boas justificativas para intervenção no mecanismo de preços livres, mas nenhuma parece se aplicar aqui: existem fornecedores, clientes, boa informação e nenhuma essencialidade ou externalidade — imagino que nenhuma criança vá morrer de fome porque os pais pagaram alguns múltiplos do preço regular por uma passagem para ver um jogo da Copa, e é preciso um malabarismo mental para ver o benefício de algum subsídio para além de quem o recebe diretamente. Há, sim, o que se espera quando uma procura crescente encontra uma oferta fixa e limitada: preços mais altos. Ninguém se espanta ao saber que é mais caro do que o normal chegar e ficar em Roma para a posse do Papa, em Meca para o Hajj ou em Paris para a chegada do Tour de France; o que há de tão diferente com o Brasil, de oferta há tempos sabidamente limitada (como exemplo, lembro-me de uma simples reunião anual do Banco Interamericano de Desenvolvimento que causou o caos no mercado de voos para e acomodações em Belo Horizonte, em 2006), e a Copa?
A intervenção seria particularmente danosa para o setor transporte aéreo. Para que a conta feche, em um negócio de operação extremamente complexa e margens apertadas, as companhias dependem de uma estratégia de discriminação de preços – ou seja, separar a procura total em quantos grupos for possível (por origem, destino, tempo de estadia, horários, época do ano, tipo de consumidor, etc) e cobrar preços diferentes para cada um deles. Isso tanto traz mais lucros para as companhias quanto aumenta a probabilidade de que cada cliente consiga uma passagem pelo preço que pode ou está disposto a pagar.
Discriminação de preços é uma estratégia monopolista (em concorrência perfeita, os preços são dados pelo mercado, não fixados pelos vendedores), mas não necessariamente é prova de abuso de poder econômico: pode ser simplesmente uma forma das empresas se viabilizarem quando a demanda de um setor é volátil e os lucros relativamente pequenos (a quintessência desse modelo é a Amazon, que muda milhões de preços todos os dias, vende mais de US$ 60 bilhões anualmente e briga para ter margens minimamente positivas, até agora, sem muito sucesso). No caso das companhias aéreas brasileiras, parece ser este o caso: se de fato houvesse ganhos de monopólio, os preços “abusivos” deveriam trazer grandes lucros para os acionistas das empresas (descartadas as hipóteses de fraude ou enriquecimento ilícito de executivos). Nem de longe é o que tem ocorrido: basta olhar os recorrentes prejuízos reportados por TAM e Gol nos últimos anos.
A abertura do mercado para competição estrangeira é, sem dúvidas, bem-vinda: aumenta a competição e o leque de escolhas em um mercado ainda pouco maduro, forçando as empresas nacionais a melhorarem a gestão e a produtividade. No entanto, não seria surpresa se isso não levar a uma redução significativa nas tarifas e a culpa pelos preços permanentemente altos vá para o batido “custo Brasil”. De qualquer forma, se a abertura vier, que seja definitiva, não apenas episódica e como um instrumento para chegar a “preços justos” arbitrários.
O episódio demonstra, mais uma vez, o desprezo desta equipe econômica pelo mecanismo de preços de mercado. Eventos como a Copa seriam grandes oportunidades para que as companhias pudessem, temporariamente, aumentar as margens, acumular algum lucro e, no futuro, depender menos de eventuais ajudas do governo para continuarem em operação. Infelizmente, prefere-se intervir tanto na bonança quanto na tempestade, como se o lucro, mesmo que temporário, seja imoral e as empresas estejam condenadas a comer na mão do governo. Talvez esta seja mesmo a principal intenção de fundo.
Este artigo foi publicado originalmente na AE-News/Broadcast

developed to explore the limits of 3D printing as an art form, the miniature sculptures feature an elaborate network of 64 interlocking gears and support structures.
The post mechaneu v1 3D printed spherical gear system kinetic sculpture appeared first on designboom | architecture & design magazine.
Adam Victor BrandizziO que lembra o excelente http://historiasdasruas.wordpress.com/
There are a lot of homeless men and women that live in Downtown San Francisco. This is the story of one of them. His mother used to call him “Nate The Great.”
Adam Victor BrandizziÉ verdade, ela já tinha antes.
Adam Victor BrandizziEu preferiria um epitáfio desses, também.

Image: Wikimedia Commons
In contrast to the usual lugubrious tombstones, the “merry cemetery” in Săpânța, Romania, fills hundreds of colorful markers with darkly humorous biographies of the town’s residents:
Here I rest
Pop Grigore is my name
My tractor was my joy
Drowned my sorrow in my wine
I lived a troubled life
For my father left me young
Such my fate was
That I should leave life
Death, you took me early
I was only 33.
Here I appear as well
On my father-in-law’s cross
Pop Grigore is my name
And I want to tell you all
That I learned in school
Finished high school
I was an accountant
And helped the state
The cuckoo sang my song
To die in Sighetu
And I left this life when I
Was 35 years old.
One more thing I loved very much,
To sit at a table in a bar
Next to someone else’s wife.
Death with ugly name
Swiftly you took me away
You did not feel sorry for me
I must see my girls
And son get married
Build them beautiful house
And give them good advice
On how to live in this world
Marie, my wife
You remained as a host
To be their mom and dad
Marry them well
And raise Irina with care
I cannot join you anymore
For I have stepped on foreign lands
I have nothing more to say
From this other world I am in.
The tradition was started by local carpenter Stan Ioan Pătraș, who in 1935 began carving candid epitaphs for the town’s residents, like a Romanian Edgar Lee Masters. Pătraș died in 1977 and left the business to his apprentice, Dumitru Pop, who says that in 30 years no one has ever complained about the tradition. “It’s the real life of a person. If he likes to drink, you say that; if he likes to work, you say that … There’s no hiding in a small town … The families actually want the true life of the person to be represented on the cross.”
“The people here don’t react to death as though it were a tragedy,” the town’s Orthodox priest told the New York Times. “Death is just a passage to another life.”

kiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiirk:
I THOUGHT IT WAS AN ACTUAL OWL SITING INSIDE A DRAGON FRUIT SKIN UNTIL I READ THE THING AT THE TOP
what the hell
what the hell