Adam Victor Brandizzi
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Competing Constructions of Masculinity in Ancient Greece
Competing Constructions of Masculinity in Ancient Greece
Scott Rubarth (Rollins College)
ATINER’S Conference Paper Series: No: MDT2013-0392 (2013)
Abstract
Scholars often speak of ancient Greek masculinity and manhood as if there was a single, monolithic, simple conception. I will show that the ancient Greeks, like us today, had competing models or constructions of gender and that what it meant to be a man was different in different contexts. I will focus on three constructions of the masculine gender in ancient (classical and post-classical) Greece: the Athenian civic model, the Spartan martial model, and the Stoic philosophical model. I will focus on how these share certain commonalities, how they differ in significant ways, how each makes sense in terms of larger ideological contexts and needs, and, finally how constructions of masculinities today draw from all three.
What did it mean to be manly or masculine in ancient Greece? There is, of course, a difference between being male and being manly or masculine. The former indicates biological sex; the latter refers to performative gender roles.1 The contrast between sex and gender is visible when we say that some men act more manly and others more effeminately. The same applies to women. But what constitutes manliness or masculinity seems to vary, at least in some degree, from culture to culture. The aim of this paper is to understand how the Greeks understood masculinity given the variation of cultural and ideological identity evident in the ancient Greek world of the classical and Hellenistic eras. Scholars often speak of Greek masculinity as if there was a universal ideal of masculinity shared by all Greeks. However, I will show that individual cities, cultures, and philosophies often define masculinity differently and emphasize different aspects of masculine behavior. I argue that masculinity was not a fixed, uniform, monolithic, or homogenous normative concept; manliness was a more fluid concept, full of tensions and inconsistencies. In short, there were different ways for a man to express his maleness in late Classical and early Hellenistic Greece and hence it is better to speak of ‘masculinities’ and not ‘masculinity’ when discussing gender in ancient Greece.
Click here to read this article from ATINER’S Conference Paper Series
Amazon.com WidgetsAmazon.com WidgetsComo a Guerra da Síria pode acabar? Veja os 15 itens necessários
O que pode acontecer na Síria para a Guerra acabar?
1. EUA, Irã, Rússia, Turquia, Iraque e Arábia Saudita decidem que chegou o momento de encerrar o conflito
2. Nenhum dos lados será capaz de controlar todo o território
3. Mas o regime controlará uma parte do território e a oposição, outra
4. Uma trégua geral seria negociada, dividindo a Síria em dois territórios, como ocorreu no Chipre
5. O regime ficaria com Damasco, Homs, Hama e a costa Mediterrânea (Tartus e Latakia)
6. A oposição ficaria com áreas no Norte e Leste do país, nas fronteiras com a Turquia e o Iraque
7. Aleppo talvez permanecesse dividida, como Nicósia, capital do Chipre, ou Jerusalém e Berlim no passado
8. Haveria uma região autônoma curda, associada ao Curdistão iraquiano
9. Nas áreas do regime (Damasco e Mediterrâneo), o cenário seria parecido com o atual. Isto é, um governo secular nas mãos de Assad, com apoio das minorias cristãs e alauítas e de algumas facções sunitas mais laicas
10. Nas áreas da oposição, seria mais complexo. Os EUA e seus aliados teriam de trabalhar para derrotar grupos rebeldes ligados à Al Qaeda, como o ISIS e a Frente Nusrah. Alguns de seus membros teriam de ser convencidos a mudar de lado. Seria necessário muito investimento estrangeiro para viabilizar este Estado paralelo em uma tarefa similar à estabilização do Afeganistão na luta contra o Taleban
11. Os opositores do exílio também precisariam se unir com os rebeldes mais moderados e chegar a um consenso sobre um governo nestas áreas. Um líder forte seria importante
12. Com o passar dos anos, aos poucos, talvez uma “Segunda Síria” comece a florir nestes territórios, incluindo a formação de um Exército regular e de instituições burocráticas estatais
13. Quando os dois lados tiverem governos consolidados, uma transição para a união do país poderá ser negociada. Uma anistia geral teria de ser implementada
14. Em uma segunda hipótese, permaneceriam duas Sírias, mais o Curdistão, coexistindo definitivamente. A primeira (de Assad) seria reconhecida pela ONU, BRICs, Irã, Iraque, Egito e Líbano; a segunda, teria reconhecimento dos EUA, de nações europeias e do mundo árabe. De uma certa forma, similar ao Chipre
15. Isso poderia ocorrer em anos (talvez dez ou mais), não em meses
Mas esta possibilidade é provável?
Não. A segunda Síria (dos rebeldes) tende a virar um território da Al Qaeda, em uma mistura de Somália e Afeganistão. No outro lado, o regime deve seguir com o controle de Damasco, Homs, Hama e o Mediterrâneo. Aos poucos, passará a ser tolerado pelos EUA e outros países, como o Sudão de Omar Bashir
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
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nevver: Kent Williams

Kent Williams

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Meta Fiscal e Transparência
Hoje, dia 29 de janeiro de 2014, o Valor Econômico fez uma excelente matéria sobre a dificuldade de o governo cortar os gastos para gerar uma economia adicional de 50 bilhões. Eu fiz algumas simulações na noite de sexta-feira para o jornal e mostro que, deixando de lado os gastos sociais, o espaço para corte é muito pequeno.
O custeio administrativo no ano passado (sem incluir aqui a compensação pela desoneração da conta de luz) , pelo SIAFI, foi por volta de R$ 71 bilhões. Essa conta exclui o custei de todas as funções sociais (previdência, assistência social, trabalho, educação e saúde). Assim, esse seria o universo potencial de corte preservando os programas sociais e o investimento público.
Tabela 1 – Estrutura da Despesa Não Financeira do Governo Federal – 2013
Fonte: SIAFI. Elaboração: Mansueto Almeida
OBS: 1/ Não inclui distribuição de receitas (elemento 81). 2/ investimento = GND-4 + GND-5 menos elemento 66 (empréstimos). 3/ Minha Casa Minha Vida = elemento 66 do Min. das Cidades.
- os dados da tabela acima são um pouco diferentes da tabela do Tesouro. Gasto com pessoal inclui obrigações patronais, ultima folha do ano da previdência no SIAFI é restos a pagar, e despesas com Banco Central não aparecem na tabela acima.
Mas há um problema. A conta na verdade é menor porque desses R$ 71 bilhões, há ainda algumas contas que são difíceis de cortar: (i) sentenças judiciais = R$ 10 bilhões; (ii) Indenização e restituição = R$ 2,9 bilhões; (iii) Compensação ao RGPS = R$ 9 bilhões. Assim, o universo do custeio exclusive social que a tesoura poderia trabalhar seria R$ 48,9 bilhões. Se cortar metade, o que acho impossível porque teria que parar a execução de vários programas, economizaria menos de R$ 25 bilhões.
Que droga! droga mesmo! E que tal passar a tesoura nos investimentos públicos? sim, fizemos isto em 1999 e 2003, anos nos quais houve aumento da meta de superávit primário. Mas 1999 e 2003 foram anos de início de governo e, assim, fica mais “fácil” cortar o investimento. Em ano de eleição não acredito nisso e adoraria estar equivocado.
Pelos meus cálculos, em 2013, a despesa primária cresceu em mais de R$ 100 bilhões e o crescimento do investimento público do governo federal (mesmo com o Minha Casa Minha Vida) deve ter sido de apenas R$ 5 bilhões – vai cair com % do PIB. Querem cortar ainda mais em um ano eleitoral? Como diriam os americanos: “good for you”.
O que resta então fazer em 2014 para garantir um superávit primário real de 2% do PIB? Aqui mora o problema. Se não fosse ano eleitoral ,eu apostaria em reversão das desonerações com aumento da carga tributária e corte de investimentos. Mas em ano de eleição ……..
Por que não cortamos o gasto social? primeiro porque esse gasto é difícil de cortar de um ano para o outro. Na saúde o espaço para corte é “zero”. Nos programas de transferência de renda a possibilidade de corte é “zero” porque envolve mudança de regra que não há mais tempo hábil para ser feito. Resta a educação e aqui de fato há, teoricamente, espaço para corte. Mas acho dificílimo como explico abaixo, ainda mais que essa é uma das vitrines do governo federal (independentemente da qualidade).
O corte na educação: é possível?
Na educação há teoricamente um espaço grande para corte, pois a obrigação constitucional é que o governo federal gaste 18% de suas receitas de impostos liquidas de transferência com a manutenção e desenvolvimento do ensino, o que seria R$ 49,5 bilhões em 2014 (de acordo com a receita projetada).
Pela proposta de 2014, o governo planeja gastar R$ 82,4 bilhões, o que seria equivalente a 30%, de suas receitas de impostos liquidas de transferência, muito acima do limite mínimo constitucional. Mas vai cortar exatamente o que?
Nos últimos anos, além dos programas Prouni e FIES, que fizeram a alegria das universidades privadas e de alguns fundos de investimento, o Governo Federal aumentou muito o investimento em educação que em um período subsequente se transforma em aumento de gasto de pessoal e custeio. Quem vai dar aulas nas novas escolas técnicas e nas novas universidades que foram construías? e os demais programas que envolvem transferencias para estados e municípios?
Se analisarmos as subfunções do orçamento da educação para 2014, 62% dos R$ 82,4 bilhões referidos acima, ou R$ 50,7 bilhões, estão distribuídos em apenas três subfunções: (i) ensino profissional (R$ 10,6 bilhões); ensino superior (R$ 26,2 bilhões) e transferências para educação básica (R$ 13,9 bilhões). Mas mesmo no caso (i) e (ii) seria difícil cortar e explico porque.
Primeiro, o gasto com ensino profissional no ano passado foi de R$ 9,4 bilhões e, com ensino superior, R$ 24,9 bilhões. O orçamento para este ano representa um crescimento de apenas R$ 1,2 bilhão para o ensino profissional e de R$ 1,3 bilhão para o ensino superior. Assim, se cortar todo o crescimento economiza R$ 2,5 bilhões. O corte teria que ser maior e portanto o governo arcar com corte nominal na execução do ano passado.
Segundo, 42% do orçamento do ensino profissional e 52% do orçamento do ensino superior é com gasto com pessoal. Esse é um gasto difícil de cortar de um ano para o outro. Daria para cortar custeio mas vai enfrentar resistência e o investimento nessas subfunções é pequeno: 10% do orçamento. Mas se cortar todo o investimento teria uma economia perto de R$ 4 bilhões. Ou seja, se cortar todo o investimento e o crescimento esperado no ensino técnico e superior dá uma economia de R$ 6,5 bilhões.
OK, é muito pouco. Que tal então passarmos a tesoura no básico: transferências para educação básica (R$ 13,9 bilhões)? por favor, me deixem fora dessa parada.
Conclusão
Em resumo, o governo vai ter que tirar um ou dois coelhos da cartola para garantir o superávit primário de 2% do PIB em 2014. Estou torcendo para que eles consigam ver algo que não estou enxergando.
O que acho que seria mais salutar é encarar o problema de frente. Falar claramente para o mercado que, em 2014, o primário será menor mas que a trajetória será revertida a partir de 2015. Mas isso teria que ser feito de uma forma muito cuidadosa e com algum sinal de real melhora para 2015, algo que o governo reluta em fazer.
Tudo isso é muito difícil, mas não precisa se preocupar, pois há economistas do governo falando que as condições macroeconômicas estão muito boas. E os juros reais de mais de 7% nas NTN-B longas? Bom, os economistas do governo vão culpar o Bacen. Eu não quero culpar ninguém porque ontem comecei fazer análise para me tornar um economista bonzinho e menos nervosinho. Por enquanto, vou culpar os astros.
Arquivado em:Economia
January 29, 2014
Adam Victor BrandizziFalando de trocadilhos... (não sei se ao final é exatamente um trocadilho, mas chega perto)

Here is the winning lecture from BAHFEST 2013!
Afinal, o que os EUA acham da relação Brasil-Cuba?
Os Estados Unidos não dão importância para Cuba e Venezuela nos dias de hoje. A Argentina, quando é notícia, estaria, para a economia, como o Líbano está para a política. Um país que consegue fazer tudo errado sempre. O Brasil é visto como BRICS, não sendo encaixado hoje apenas na chamada América Latina, composta na realidade por quatro regiões geográficas – América do Sul, Central, Caribe e México. Falando em México, esta nação, assim como o Brasil, também é vista como um bloco separado para os EUA.
Ontem houve um encontro em Cuba. Muito se falou de Dilma se aproximando de Raul Castro com a construção do porto de Mariel e os EUA ficando irritados. Mas vamos aos fatos. Primeiro, no briefing do Departamento de Estado, o encontro de Cuba não foi citado em mais de uma hora. Falaram de Afeganistão, Israel-Palestina, República Centro-Africana, Ucrânia, Rússia, ONU, Irã, Síria e Japão. Da nossa região, nada. Hoje saiu uma matéria relativamente positiva do encontro no New York Times.
Em segundo lugar, muitos no governo americano veem com bons olhos a aproximação do Brasil com Cuba. Acham que os brasileiros podem servir de interlocutor. A administração Obama é a favor do fim do embargo, mas questões políticas domésticas, como a importância do eleitorado cubano-americano na Flórida, impedem os EUA de fazerem negócios com o regime de Raul Castro e de publicamente defender o fim de uma das mais ineficazes medidas punitivas da história da humanidade – em 50 anos, não conseguiu derrubar um regime em uma ilhota caribenha que dá, literalmente, para ir nadando até a Flórida.
Lembro que os americanos são parceiros econômicos de regimes supostamente comunistas (não são mais, óbvio), como Vietnã, China e Laos e de ditaduras com apartheid contra as mulheres, como a Arábia Saudita. Além disso, alguns acreditam que porto de Mariel será fundamental no futuro bem próximo para o comércio entre EUA e Cuba (não sei se deveria ser prioridade para o Brasil porque não sou especialista em política brasileira e há pessoas bem mais capazes de avaliar esta questão). É óbvio que, em alguns anos, o embargo a Cuba vai acabar nos EUA e o porto ganhará importância. Talvez, simbolicamente, quando nenhum dos Castro estiver na face da Terra.
Por último, as relações bilaterais entre EUA-Brasil podem ter ficado estremecidas depois do episódio Snowden, com as denúncias de espionagem de Dilma – o mesmo ocorreu com a espionagem de Merkel e a Alemanha. Mas os dois países (Brasil e EUA) têm se aproximado em diversas áreas, como educação. Basta ver a quantidade de brasileiros estudando nos EUA. E os americanos consideram o Brasil um aliado regional, embora abaixo de nações como Reino Unido, Canadá, México e Israel, mas certamente acima de China, Rússia e Venezuela.
Estaríamos no mesmo patamar da Índia. Discordamos em algumas questões internacionais, mas concordam em outras – Washington e Israel também divergem em uma série de temas, como na questão nuclear iraniana, que é a prioridade número 1 de Washington, e no futuro do Egito, maior país árabe do mundo.
Em nove anos nos EUA, nunca vi o Brasil ser classificado como hostil. O que se comenta hoje é a má condução da política econômica brasileira no governo Dilma (Lula costuma ser elogiado), dos protestos, da Copa e um pouco de corrupção – nenhum país do mundo se interessa por casos de corrupção doméstica em outra nação. Realmente, o país está em evidência e até o rolezinho teve direito a reportagens nos principais jornais do país. Mas jamais colocaram o Brasil como antagônico aos EUA.E o “oba-oba” de 2010 e 2011 acabou, com os problemas brasileiros, óbvios para qualquer um, recebendo mais atenção.
Sem dúvida, em termos pessoais, Clinton e Fernando Henrique ou Lula e Bush eram muito mais próximos do que Dilma e Obama. Mas o mesmo se aplica a Barak e Clinton e Bush e Sharon quando comparados a Obama e Netanyahu.
Guga Chacra, comentarista de política internacional do Estadão e do programa Globo News Em Pauta em Nova York, é mestre em Relações Internacionais pela Universidade Columbia. Já foi correspondente do jornal O Estado de S. Paulo no Oriente Médio e em NY. No passado, trabalhou como correspondente da Folha em Buenos Aires
Comentários islamofóbicos, antissemitas e antiárabes ou que coloquem um povo ou uma religião como superiores não serão publicados. Tampouco ataques entre leitores ou contra o blogueiro. Pessoas que insistirem em ataques pessoais não terão mais seus comentários publicados. Não é permitido postar vídeo. Todos os posts devem ter relação com algum dos temas acima. O blog está aberto a discussões educadas e com pontos de vista diferentes. Os comentários dos leitores não refletem a opinião do jornalista
Acompanhe também meus comentários no Globo News Em Pauta, na Rádio Estadão, na TV Estadão, no Estadão Noite no tablet, no Twitter @gugachacra , no Facebook Guga Chacra (me adicionem como seguidor), no Instagram e no Google Plus. Escrevam para mim no gugachacra at outlook.com. Leiam também o blog do Ariel Palacios
Ancient Carthaginians really did sacrifice their children, study finds
After decades of scholarship denying that the Carthaginians sacrificed their children, new research has found ‘overwhelming’ evidence that this ancient civilisation really did carry out the practice.
A collaborative paper by academics from institutions across the globe, including Oxford University, suggests that Carthaginian parents ritually sacrificed young children as an offering to the gods.
The paper argues that well-meaning attempts to interpret the ‘tophets’ – ancient infant burial grounds – simply as child cemeteries are misguided. And the practice of child sacrifice could even hold the key to why the civilisation was founded in the first place.
The research pulls together literary, epigraphical, archaeological and historical evidence and confirms the Greek and Roman account of events that held sway until the 1970s, when scholars began to argue that the theory was simply anti-Carthaginian propaganda.
The paper is published in the journal Antiquity.
Dr Josephine Quinn of Oxford University’s Faculty of Classics, an author of the paper, said: ‘It’s becoming increasingly clear that the stories about Carthaginian child sacrifice are true. This is something the Romans and Greeks said the Carthaginians did and it was part of the popular history of Carthage in the 18th and 19th centuries.
‘But in the 20th century, people increasingly took the view that this was racist propaganda on the part of the Greeks and Romans against their political enemy, and that Carthage should be saved from this terrible slander.
‘What we are saying now is that the archaeological, literary, and documentary evidence for child sacrifice is overwhelming and that instead of dismissing it out of hand, we should try to understand it.’
The city-state of ancient Carthage was a Phoenician colony located in what is now Tunisia. It operated from around 800BC until 146BC, when it was destroyed by the Romans.
Children – both male and female, and mostly a few weeks old – were sacrificed by the Carthaginians at locations known as tophets. The practice was also carried out by their neighbours at other Phoenician colonies in Sicily, Sardinia and Malta. Dedications from the children’s parents to the gods are inscribed on slabs of stone above their cremated remains, ending with the explanation that the god or gods concerned had ‘heard my voice and blessed me’.
Dr Quinn said: ‘People have tried to argue that these archaeological sites are cemeteries for children who were stillborn or died young, but quite apart from the fact that a weak, sick or dead child would be a pretty poor offering to a god, and that animal remains are found in the same sites treated in exactly the same way, it’s hard to imagine how the death of a child could count as the answer to a prayer.
‘It’s very difficult for us to recapture people’s motivations for carrying out this practice or why parents would agree to it, but it’s worth trying.
‘Perhaps it was out of profound religious piety, or a sense that the good the sacrifice could bring the family or community as a whole outweighed the life of the child.
‘We have to remember the high level of mortality among children – it would have been sensible for parents not to get too attached to a child that might well not make its first birthday.’
Dr Quinn added: ‘We think of it as a slander because we view it in our own terms. But people looked at it differently 2,500 years ago. Indeed, contemporary Greek and Roman writers tended to describe the practice as more of an eccentricity or historical oddity – they’re not actually very critical. We should not imagine that ancient people thought like us and were horrified by the same things.’
The backlash against the notion of Carthaginian child sacrifice began in the second half of the 20th century and was led by scholars from Tunisia and Italy, the very countries in which tophets have been found.
Dr Quinn added: ‘Carthage was far bigger than Athens and for many centuries much more important than Rome, but it is something of a forgotten city today. If we accept that child sacrifice happened on some scale, it begins to explain why the colony was founded in the first place.
‘Perhaps the reason the people who established Carthage and its neighbours left their original home of Phoenicia – modern-day Lebanon – was because others there disapproved of their unusual religious practice. Child abandonment was common in the ancient world, and human sacrifice is found in many historical societies, but child sacrifice is relatively uncommon. Perhaps the future Carthaginians were like the Pilgrim Fathers leaving from Plymouth – they were so fervent in their devotion to the gods that they weren’t welcome at home any more.
‘Dismissing the idea of child sacrifice stops us seeing the bigger picture.’
See also the earlier news article Carthage did not sacrifice children, study finds
This Bar is a Nonprofit
Everyone has an excuse to buy one more round of drinks, but here’s a new one: It’s for charity.
Dwarf planet Ceres is spewing water into space

Scientists have speculated for decades that Ceres — the planet-like heavenly body embedded in our solar system's asteroid belt — might contain water, still considered a rarity in our solar system. They haven't been sure, though, until now: researchers at the European Space Agency and the Observatoire de Paris (Paris Observatory) have used the Herschel space telescope to detect two "geysers" on Ceres' surface, blasting plumes of water vapor into the void. Further analysis indicated that some of the water ends up falling back onto the dwarf planet's surface.
What's less clear, though, is where the water is coming from. Scientists involved in the research speculate that an ocean could lie beneath Ceres' surface, or there could just be...
Estava em dúvida se aqui se aplicaria a Lei de Poe, mas aí...

Estava em dúvida se aqui se aplicaria a Lei de Poe, mas aí lembrei que a Lei de Poe previa exatamente esta dúvida.
hey-assbutt-its-a-parade: finndicate: vjezze: Amsterdam is...

Amsterdam is turning rainbow for a visit of the Russian president Putin. The council of the city of Amsterdam has decided to hang out the gay pride flag on all council owned buildings and offices, in protest to Russia’s new anti-gay law.
pretty sure Amsterdam is now the sass capital of the world
Protocol
Adam Victor BrandizziHAHAHAHAHA
rhrealitycheck: Because really, what’s the issue with public...
Comic for January 25, 2014
Adam Victor BrandizziUsarei, eventualmente.
dailydot: jaydynamite: fabforgottennobility: awesome shot i...

awesome shot
i haven’t been this surprised by a photo in a long time
Oh wow. —
Chronotherapy
Adam Victor BrandizziRealmente, é chato quando isso acontece.
Crônicas do Consumo Material e Simbólico I
Crônicas do Consumo Material e Sinbólico IV
Actually
Adam Victor BrandizziAlt text == TRUE DAT




























