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25 Mar 11:04

Today’s Photograph

by mark

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24 Mar 18:12

Ricky Adam

24 Mar 10:45

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20 Mar 11:07

The Magician’s Son

20 Mar 11:07

Ash White


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Ash White

20 Mar 11:06

Fortune cookie

19 Mar 14:12

Criolo lança clipe mostrando Grajaú daqui 30 anos

O rapper Criolo divulgou nesta quarta (19) um clipe com as duas faixas do EP "Duas de Cinco", lançado em outubro de 2013.

O vídeo de nove minutos é uma distopia mostrando o Grajaú daqui 30 anos, em 2044, ao som das canções "Duas de Cinco" e "Cóccix-ência".

Adriano Vizoni/Folhapress
Show do Criolo no festival Lollapalooza, em 2013
Show do Criolo no festival Lollapalooza, em 2013

Dirigido por Denis Cisma, o clipe conta a história de três jovens que matam aula para cometer crimes em uma São Paulo futurista.

Segundo os produtores, quase todo o elenco de apoio do filme é de amigos do cantor e moradores do bairro de origem do cantor, localizado na zona sul de São Paulo.

Segundo Cisma, a principal inspiração do filme foi o longa "Distrito 9" (2009), de Neill Blomkamp.

Veja o clipe:

Criolo - "Duas de Cinco + Cóccix-ência"

Assista ao vídeo em tablets e celulares

17 Mar 10:35

Wendy MacNaughton

17 Mar 10:29

DETHJUNKIE*

by thenorthsidekid
14 Mar 22:13

[bunnyfood:dpaf:video]

14 Mar 21:36

Air-guitar; occurs in nature. (pic)

by m4tt@bordom.net (m4tt)
14 Mar 19:34

itseliberg33: can she just get an award or something





















itseliberg33:

can she just get an award or something

14 Mar 19:25

Super Mario Bros. on Four Computer Monitors



Here is a full-screen version of Super Mario Bros. World 1-1 on several computer monitors, and..(Read...)

14 Mar 19:20

Photo



14 Mar 17:57

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14 Mar 16:59

Carolina Maria de Jesus: 100 anos da autora do clássico “Quarto de Despejo”

by Cynara Menezes

(Carolina e a primeira edição de seu livro)

Não digam que fui rebotalho,
que vivi à margem da vida.
Digam que eu procurava trabalho,
mas fui sempre preterida.
Digam ao povo brasileiro
que meu sonho era ser escritora,
mas eu não tinha dinheiro
para pagar uma editora.

Em 1958, o repórter Audálio Dantas estava na favela do Canindé, em São Paulo, preparando uma reportagem sobre um parque infantil para o extinto jornal Folha da Noite, quando se deparou com uma mulher negra de 43 anos que gritava: “Onde já se viu uma coisa dessas, uns homens grandes tomando brinquedo de criança! Deixe estar que eu vou botar vocês todos no meu livro!”  Curioso, como todo bom jornalista, Audálio foi atrás dela e descobriu uma escritora: Carolina Maria de Jesus, que ficaria conhecida mundialmente por Quarto de Despejo, um clássico de nossa literatura, traduzido em 13 idiomas.

Lançado em 1960, o livro venderia mais de 80 mil exemplares no Brasil, um best seller até para os padrões de leitura de hoje em dia. Nele, Carolina fazia um diário de sua vida desde que deixara Sacramento, em Minas, aos 17 anos, para ir morar em São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica e, quando Audálio a encontrou, como catadora de papel. O título veio de uma frase de Carolina: “A favela é o quarto de despejo da cidade”. A escritora favelada é, de certa forma, precursora de nomes recentes de nossa literatura que vieram da periferia das grandes cidades, como Paulo Lins (Cidade de Deus) e Ferréz (Capão Pecado).

“Carolina é uma escritora fundamental para entender a literatura brasileira, que é feita, em sua grande maioria, de autores brancos de classe média que dominavam a língua formal. Ela mostra a outra face dessa história, que passa a ser vista do ponto de vista dela, de baixo”, diz a professora da Universidade de Brasília Germana Henriques Pereira, autora de O Estranho Diário de Uma Escritora Vira-Lata, um dos poucos trabalhos que analisam a obra de Carolina do ponto de vista da crítica literária. Depois do estrondoso sucesso, Carolina morreria pobre e praticamente esquecida, isolada num sítio, em fevereiro de 1977.

A literatura de Carolina Maria de Jesus só foi redescoberta na década de 1990, graças ao empenho do pesquisador brasileiro José Carlos Sebe Bom Meihy e do norte-americano Robert Levine, que juntos publicariam o livro Cinderela negra: a saga de Carolina Maria de Jesus (editora UFRJ, atualmente esgotado), e editariam duas coletâneas de inéditos da escritora (leia aqui um artigo de Melhy sobre Carolina). No exterior, porém, ela nunca deixou de ser lida e estudada, sobretudo nos EUA, onde Quarto de Despejo, traduzido como Child of the Dark, é utilizado nas escolas –ao contrário do que ocorre em sua terra natal.

Audálio Dantas, descobridor de Carolina Maria de Jesus, deu uma pequena entrevista ao blog sobre a escritora.

Socialista Morena – Por que Carolina, mesmo sendo reconhecida no exterior, ficou tanto tempo esquecida no Brasil?

Audálio Dantas – É que, como sempre, a moda passou rapidinho. A maioria “consumiu” Carolina como uma novidade, uma fruta estranha. Carolina, como objeto de consumo, passou, mas a importância de seu livro, um documento sobre os marginalizados, permanece.

SM – Neste meio tempo, não apareceram tantas mulheres faveladas ou empregadas domésticas escritoras. Por quê?

Audálio – Xi, foram dezenas ou centenas, Só eu recebi mais de vinte originais, Nenhum tinha a força do texto de Carolina.

SM – Ainda hoje existem catadores de papel… A vida nas favelas mudou pouco em relação à época da Carolina?

Audálio – Existem até mais, com a necessidade de reciclagem. A maioria, hoje, faz esse trabalho com carroças (aquelas sempre acompanhadas por um cachorro…). As favelas também mudaram. Não que seja bom e bonito viver nelas, mas em muitas já se observam os sinais da movimentação social dos últimos anos, quando milhões de brasileiros ascenderam à chamada nova classe C. Muitos desses brasileiros vivem nelas, com TV, internet, celular e outros objetos das novas tecnologias.

SM – Você acompanhou Carolina até o fim?

Audálio – Não. Carolina era uma pessoa de personalidade muito forte. Isso pode ser constatado no livro. Desentendeu-se comigo, me distanciei. Ela sempre buscou a glória, e quando esta se foi, se ressentiu. Morreu amarga.

Desiludida com o insucesso de suas obras posteriores, Carolina rompeu com o jornalista e chegou a criticá-lo no livro Casa de Alvenaria. “Eu queria ir para o rádio, cantar. Fiquei furiosa com a autoridade do Audálio, reprovando tudo. Dá impressão de que sou sua escrava”. Em 1961, chegou a gravar um disco, com canções compostas por ela mesma (uma raridade, ouça aqui). Mais tarde, perto do final da vida, a escritora mudou de opinião sobre seu descobridor. “O Audálio foi muito bom, muito correto comigo, eu sempre acreditei nele”, disse Carolina à Folha de S.Paulo em sua última entrevista, em 1976.

Na mesma reportagem, Audálio Dantas conta sua versão do rompimento. “Ela recebia convites de um Matarazzo, recebia convites para falar em faculdades, para visitar o Chile, para frequentar a sociedade e dezenas de propostas de casamento. Mas eu achava que ela não devia entrar neste esquema, porque não era uma coisa natural. Porque as pessoas a procuravam como uma pessoa de sucesso e a viam como um animal curioso”, disse o jornalista.

No enterro de Carolina, Audálio era uma das duas “autoridades” presentes além dos familiares – o outro era o prefeito de Embu-Guaçu. Um orador que não conhecera a escritora em vida improvisou o discurso de despedida. “Somente compareceram para lhe dar o último adeus as pessoas humildes, as pessoas que sempre a acompanharam em toda a sua vida”. E fez, ali, o epitáfio de Carolina: “Morreu como viveu: pobre”.

Frases de Carolina Maria de Jesus:

“O assassinato de Kennedy é descendente de Herodes e neto de Caim. Kennedy era o sol dos Estados Unidos. O sol que se apagou. Um homem que era digno de viver séculos e séculos.”

“Antigamente o que oprimia o homem era a palavra calvário; hoje é salário.”

“O maior espetáculo do pobre da atualidade é comer.”

“As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades tragicas e que brincadeira do destino.”

“A amizade do analfabeto é sincera. E o ódio também.”

“Eu sou negra, a fome é amarela e dói muito.”

“A favela é o deposito dos incultos que não sabem contar nem o dinheiro da esmola.”

“Quem inventou a fome são os que comem.”

“Quem não tem amigo mas tem um livro tem uma estrada.”

***

Breve biografia de Carolina interpretada pela grande atriz negra Ruth de Souza:

Um poema de Carolina Maria de Jesus:

P.S.: Para quem estiver no Rio, o Instituto Moreira Salles promove hoje, 14 de março, às 20h, Carolina é 100, evento em homenagem à escritora, com a exibição do documentário alemão, inédito no Brasil, Favela: a vida na pobreza (Favela – Das Leben in Armut). Dirigido pela alemã Christa Gottmann-Elter, em 1971, com duração de 16 minutos, o filme é baseado em Quarto de Despejo. Após a exibição, haverá um debate com Audálio Dantas (mais informações aqui).

10 Mar 21:10

You can stick Vladimir Putin up your ass


 
A nifty Vladimir Putin butt-plug by Redditor Amzfx. Amzfx is sellin’ his “Putin Plug” on Shapeways...

10 Mar 20:56

A colunista que mais come mosca

by Juliana Cunha

A coluna escrita por Tati Bernardi hoje (e sempre) é a coluna de um homem, só que assinada por uma mulher. Esse é o papel dessa moça no jornal (e na sociedade): ela serve para veicular a opinião média masculina na voz de uma mulher, legitimando assim tudo que os homens pensam sobre as mulheres, sobre si mesmos, sobre o mundo. A coluna dela não faz sentido se analisada individualmente: ela compõe a base para que os colunistas homens brilhem, tanto os colunistas homens de direita, com seu machismo chic e refinado, cheio de referências intelectualizadas; quanto os colunistas homens de esquerda, com seu machismo cordial e “deixa disso”.

O leitor do jornal tem acesso à opinião dos colunistas de direita que acham que toda mulher é puta, à opinião dos colunistas de esquerda sempre queixosos de que a sensibilidade tenha mudado e já exista quem questione a pureza de intenções desses “homens que gostam de mulheres”, e à opinião de, veja só, um exemplar da raça que vem a público confirmar as expectativas de todos e dar a real sobre O Que São As Mulheres e o que Elas Pensam da Vida.

O que uma mulher como Tati ganha? Reconhecimento? Ser vista como igual pelos colunistas homens de direita ou de esquerda? Claro que não. Tudo que ela ganha é um certificado de que ela não é chata. Ela sim é uma mulher sincera e engraçadinha.

Chama atenção a insistência em chamar mulheres de chatas. Chata aparentemente é tudo que uma pessoa feita para o entretenimento não devia ser. Mas algumas (e cada vez mais) são, veja se o colunista de esquerda, aquele mesmo que ama as mulheres, não tem todas as razões do mundo para se afundar na melancolia.

10 Mar 10:41

871891227154705_large.jpg (JPEG-Grafik, 404x450 Pixel)

by ysamjo
10 Mar 10:40

Too bad they're too high to read it (pic)

by baconslayer@bordom.net (baconslayer)
10 Mar 09:49

Calvin and Hobbes

10 Mar 09:26

Can you dig it?

08 Mar 01:13

Chocolate cookie milk shots: milk tumblers made from chocolate chip cookies

Dominique Ansel announced his new invention: a milk-tumbler made out of molded,..(Read...)

07 Mar 03:52

(Image)

07 Mar 02:42

rynnay: watch both their faces go from “courteous TV smile” to...





rynnay:

watch both their faces go from “courteous TV smile” to “not paid enough for this bullshit”

07 Mar 02:30

Photo



07 Mar 02:28

Boner killer



Boner killer

06 Mar 22:22

Delete.

02 Mar 21:43

misslittlebitz: This guy, motherfucker





















misslittlebitz:

This guy, motherfucker

01 Mar 16:12

http://www.b3ta.com/board/11061493