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143. The DALAI LAMA: We are all human beings
I’ve been wanting to do a real Dalai Lama quote ever since I discovered that my previous attempt was misattributed. This quote is taken from the Dalai Lama’s Nobel Peace Prize acceptance speech in 1989.
Normally when creating a comic, I start with a quote and work out a story from there. On the rare occasion, I’ve got the whole story figured out and then find a quote that suits it. This comic is one of those, where the story came to me while I was on holiday in Myanmar. The scenery and attractions I came across (along with all the Buddhist monks that walk the streets) sparked an idea for a story featuring my lil’ Shaolin Monk character. I plotted and storyboarded the whole comic before searching for a suitable Dalai Lama quote to match what I had drawn. The quote was perfect, as it not only matched the story, it was exactly what I was experiencing while traveling and meeting so many new people – we really are all the same under the surface.
You can see my previous Shaolin Monk comics here: Always Be Prepared. The Brick Walls. Sympathy For The Devil.
“World gone crazy” by Bordalo II
Solo show “World gone crazy” by Bordalo II debuted last week at Arte Periférica Gallery, and we managed to make it to the opening. With a packed exhibition and a great number of artworks, it was easy to get lost in all the details and analogies depicted in the pieces. A great body of work in these sculpture paintings, to be seen until Feb 18th. Make sure you see them live.



































“Exodus” coming
After presenting us with a great body of work for the past months, Pantónio is ready to do it again at galerie Itinerrance, for a new solo show coming this Friday.







Bonadio e seu amor pelos Los Hermanos
Estamos em 2014, mas o Estadão estampa na capa do seu site uma entrevista em que Rick Bonadio alfineta os Los Hermanos chamando eles de “playboyzinhos”.
Sim, destaque para uma alfinetada em uma banda que não existe mais há um certo tempo – sim, vamos desconsiderar os retornos para shows. Outro detalhe, Rick repete esse ataque há quase dez anos. Dê uma olhada nos links:
Ele falou praticamente a mesma coisa para o Ricardo Alexandre em 2005, a história entrou no livro “Cheguei Bem a Tempo de Ver o Palco Desabar”: “Eles entraram em crise porque são uns puta playboys da Barra da Tijuca”
Falou a mesma coisa para a Rolling Stone em 2007: “Eles querem ganhar bem, querem o show deles com 6 mil pessoas. Eles ficam falando, mas gravaram ‘Anna Julia’ do jeitinho que eu disse para gravarem. É uma puta baboseira essa coisa de falar em atitude e negar grana. Atitude é ser coerente consigo. Agora, os caras ficam criticando quem faz comercial. (…) uns puta boyzinhos da Barra da Tijuca…”
Também falou mal da banda em 2009 no falecido JT: ”Los Hermanos é insuportável. A banda mais chata que eu já ouvi na minha vida. Naquele primeiro disco que eu produzi eles não eram. Depois piraram.”
E repetiu a expressão em uma entrevista para a Veja SP no ano passado : “Ajudei os caras a desenvolver o repertório e os convencia a gravar Anna Julia e colocá-la no disco. Eles estouraram por causa dela e, hoje, renegam a canção. Ridículo. São uns playboyzinhos”.
Também abordou o tema em uma entrevista pro Vírgula, que não está mais no ar, e em sites que não posso afirmar se são confiáveis. Será que tem mais por aí? Dei uma geral boa, mas deve faltar muitas entrevistas.
—-
Fico pensando se Rick tem mesmo essa mágoa toda com a banda, o que me lembra um verso de Anna Júlia (“será sempre um espinho dentro do meu coração”), ou então se são os jornalistas que não cansam de querer arrancar uma declaração polêmica do cara. Basta reparar nas perguntas genéricas que fazem Bonadio não contar nada de novo, mas provocam o cara a repetir sua cartilha polêmica de sucesso na indústria musical. Isso me lembra uma tirada clássica do Rodrigo Amarante (“o que me incomoda é o jornalismo preguiçoso“).
E nem vou entrar na discussão de se ele tá certo ou errado a respeito do Los Hermanos.
chaotic-genius: oh my god oh my god oh my god oh my god oh my...

oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god oh my god..
Antologia Poética. Carlos Drummond de Andrade

Antologia Poética. Carlos Drummond de Andrade
Carl Segan e Jair Bolsonaro
Uma coisa que me entristece um pouco é o Jair Bolsonaro ser muito parecido fisicamente com o Carl Sagan
— LiliSousss (@LiliSousss) February 14, 2014
A @LiliSouss levantou essa ideia. Aí você vai checar…
(imagens: Wikipedia)
comcasting: My grandpa texted for the first time in his life...

My grandpa texted for the first time in his life today and he spit straight wisdom out of the keyboard
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Went to see the Magritte exhibition this afternoon at MoMA

Went to see the Magritte exhibition this afternoon at MoMA
Entrevista: Daniela [The Renegades Of Punk]
Robson Assis- Qual será a idade que a gente realmente descobre o que são as coisas belas e porque o céu chora?
Acho que no fundo mesmo a gente já sabe o que são as coisas belas, sendo que a gente esquece com muito mais frequência do que gostaria. Mas, quem sabe aos noventa e dois?
O céu chora porque chove, a gente está triste e faz uma analogia do que a gente está sentindo com o clima que nos cerca. Essa mania humana de querer dar sentido a tudo. A gente descobre que as coisas não são belas toda vez que a gente toma um tapa na cara e tem que catar no chão os pedacinhos de esperança que a gente tinha.
O trio Renegades Of Punk foi formado em Aracaju/Sergipe no ano de 2007. Daniela Rodrigues [guitarra e voz], Ivo Delmondes [bateria e voz] e João Mário [baixo e voz] tiveram o disco Coração Metrônomo lançado em 2012 numa parceria entre os selos Läjä Records [lajarex.bandcamp.com], Capitão Lixo [facebook.com/capitaolixo], Karasu Killer [karasukiller.com], Pisces Records [piscesrecords.com.br], Punch Drunk [facebook.com/punchdrunkdiscos] e Pecúlio Discos [peculiodiscos.com.br].
Nele, 12 faixas do autêntico tropical punk, que considero muito mais que um gênero músical, mas um estilo e vida – que, cá entre nós, combina muito bem com o clima de calor infernal brasileiro. Preciso confessar que o ROP é uma das bandas/lançamentos que mais me empolgou nos últimos tempos no conjunto da obra: sonoridade, letras, arte e atitude. Conversei com a Daniela para saber um pouco mais sobre eles, confira abaixo!
arte: Matiaz Araoz [flickr.com/art_and_robbery]
- Por favor, apresente o ROP, quem toca o quê e de que bandas vocês vieram?
Eu, Daniela, toco guitarra e canto. Eu estive em algumas bandas antes como Triste Fim de Rosilene, xReverx e The Jezebels. Ivo, toca bateria e canta. Ele esteve também na Triste Fim e xReverx. Atualmente ele é baixista da lendária Karne Krua [facebook.com/karnekrua] e também está no duo Robot Wars [robotwars.bandcamp.com].
João toca baixo e canta. Ele já tocou em milhões de projetos solo e bandas como a Pantaloons and Pantomimes. Atualmente ele toca na Alunte [alunte.bandcamp.com], toca como músico na noite e como músico de apoio para alguns artistas locais.
fotos: Snapic [flickr.com/snapic]
- Desde que vocês lançaram Coração Metrônomo, vocês já fizeram algumas tours. Por onde passaram e como tem sido a resposta?
Nós estivemos em São Paulo, no Rio Grande do Sul e no Nordeste. A resposta foi muito boa, ficamos bem felizes com todas essas viagens. Reencontramos amigos, bandas queridas, conhecemos novas bandas e novas pessoas… É sempre demais dar rolê com banda. Sempre acho a melhor parte disso tudo.
- Porque cantar em diferentes idiomas?
Não existe uma intenção específica para que isso aconteça. Acho que tem a ver, simplesmente, com o fato de ouvirmos muita música em inglês desde sempre. Querendo ou não é uma influência forte na hora de pensar em melodias e letras. O francês surgiu como brincadeira aqui e ali e acabou aparecendo nesse disco por se tratar de uma regravação de uma música antiga nossa.
- Quem deveria estar enterrado no cemitério de máquinas?
O “sistema”.
fotos: Snapic [flickr.com/snapic]
- O quê não pode faltar num bom tropical punk?
Bikini e corpse paint.
- Qual será a idade que a gente realmente descobre o que são as coisas belas e porque o céu chora?
Acho que no fundo mesmo a gente já sabe o que são as coisas belas, sendo que a gente esquece com muito mais frequência do que gostaria. Mas, quem sabe aos noventa e dois?
O céu chora porque chove, a gente está triste e faz uma analogia do que a gente está sentindo com o clima que nos cerca. Essa mania humana de querer dar sentido a tudo. A gente descobre que as coisas não são belas toda vez que a gente toma um tapa na cara e tem que catar no chão os pedacinhos de esperança que a gente tinha.
fotos: Snapic [flickr.com/snapic]
- Quais são os próximos planos?
Tocar, viajar o máximo que der em 2014 e lançar material novo. Estamos com alguns lançamentos bem legais em vista e espero que eles se concretizem o quanto antes. Estamos preparando um split tape com os fabulosos Ornitorrincos [ornitorrincos.bandcamp.com], um EP para o primeiro semestre e um possível relançamento de um de nossos materiais anteriores. Estamos bem animados.
Mais: therenegadesofpunk.bandcamp.com | facebook.com/rop07 | twitter.com/renegadespunk
fotos: Snapic [flickr.com/snapic]
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literature4ever: theonewholovesbooks: introverted-reader: This...

This is so beautiful :’)
Wow
So inspiring :)
"Imagine this: Instead of waiting in her tower, Rapunzel slices off her long, golden hair with a..."
Imagine this:
Instead of waiting in her tower, Rapunzel slices off her long, golden hair with a carving knife, and then uses it to climb down to freedom.
Just as she’s about to take the poison apple, Snow White sees the familiar wicked glow in the old lady’s eyes, and slashes the evil queen’s throat with a pair of sewing scissors.
Cinderella refuses everything but the glass slippers from her fairy godmother, crushes her stepmother’s windpipe under her heel, and the Prince falls madly in love with the mysterious girl who dons rags and blood-stained slippers.
Imagine this:
Persephone goes adventuring with weapons hidden under her dress.
Persephone climbs into the gaping chasm.
Or, Persephone uses her hands to carve a hole down to hell.
In none of these versions is Persephone’s body violated unless she asks Hades to hold her down with his horse-whips.
Not once does she hold out on eating the pomegranate, instead biting into it eagerly and relishing the juice running down her chin, staining it red.
In some of the stories, Hades never appears and Persephone rules the underworld with a crown of her own making.
In all of them, it is widely known that the name Persephone means Bringer of Destruction.
Imagine this:
Red Riding Hood marches from her grandmother’s house with a bloody wolf pelt.
Medusa rights the wrongs that have been done to her.
Eurydice breaks every muscle in her arms climbing out of the land of the dead.
Imagine this:
Girls are allowed to think dark thoughts, and be dark things.
Imagine this:
Instead of the dragon, it’s the princess with claws and fiery breath
who smashes her way from the confines of her castle
and swallows men whole.
- 'Reinventing Rescuing,' theappleppielifestyle. (via theappleppielifestyle)
















