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Uma volta aos jogos do passado com o criador de Oniken
Ao entrar na casa de Danilo Dias, o criador de Oniken e um dos integrantes da JoyMasher, deparo-me com algo tão chamativo quanto fascinante. Uma estante que resume boa parte da história dos videogames.
Nintendinho. Mega Drive II. Sega Saturn. Nintendo 64. Dreamcast. Tudo em uma linda bagunça de fios e cabos espalhados que fariam qualquer mãe nos anos 1990 ter ataques de nervosismo.
Danilo é conhecido por ser um retrô gamer nato e conhecer a sua coleção de perto (mesmo que só parte dela) impressiona.
“O que você quer jogar?”, ele pergunta.
Mas eu não consigo responder direito. Na minha frente está pelo menos 15 anos da história dos videogames. Então, decidi começar por aqueles que me passaram batido.
“Pô, eu nunca joguei um Sega Saturno”, respondo.
E se vou jogar algo inédito pra mim, que seja com um clássico: Panzer Dragoon. “É igual a Star Fox 64”, diz Danilo.
Enquanto a lenta e demorada cena inicial do jogo rola, Danilo me fala algumas peculiaridades dos seus consoles. “No Saturno, eu uso o cabo super video da TV, porque a imagem fica muito melhor assim”, começa. “Mas as TVs de hoje em dia não vem mais com entrada de super video”, eu falo. “Pois é, por isso vou ter que adaptar ele pro conetor Scart”.
Ele explica que o Scart é um padrão de saída de vídeo muito usado na Europa e, além de extrair o sinal de vídeo mais puro do videogame, a vantagem dele hoje em dia é que existem adaptadores que convertem esse sistema para HDMI que podem ser usados nas TVs modernas. “Tem muito colecionador de jogo antigo que é mais purista e só joga em TV de tubo, mas não quero ficar limitado a isso e também, com o tempo, as imagens delas vão enfraquecendo e eu ainda uso bastante os meus consoles”, fala.
Foi aí que percebi uma nova faceta na personalidade de jogador retrô de Danilo: ele modifica e adapta a maioria dos seus consoles. De pequenos ajustes – como recalibrar o canhão do leitor do PlayStation 1, “Que funciona sem precisar virar de cabeça pra baixo”, ele acrescenta – até modificações mais profundas, como criar saídas de áudio e vídeo para o Master System.
Quem tinha um desses consoles quando criança na década de 1990 deve lembrar (com um pouco de saudades) dos cabos RFs dos videogames que encaixavam na entrada da antena na TV. Como isso é impossível nas TVs de hoje, Danilo diz que teve que fazer adaptações na placa do circuito do seu Master System III. “Eu tive que instalar uma saída A/V (áudio e vídeo) nele. Eu achei um diagrama do circuito do Master System na internet e vi quais eram as saída de áudio de vídeo no chip, aí eu soldei dois cabinhos nele e conectei nesses dois conectores de cabos A/V comum”, explica.

As modificações na placa do Master System de Danilo
Detalhe, Danilo não tem formação nenhuma em eletrônica ou engenharia e aprendeu isso por iniciativa própria e com a força de vontade de poder jogar os seus jogos antigos em TVs mais modernas.
Já havíamos passado do Saturno para o Dreamcast e finalmente chegamos ao preferido de Danilo: o Nintendinho. Ele tem tanto o console original quanto a versão alternativa dele, o Turbo Game, um dos vários clones do primeiro console da Nintendo. “Esse aparelho eu comprei depois, mas é idêntica a versão que eu tinha quando era criança, que quebrou”, diz.
Como estávamos no domínio de Miyamoto, nada melhor começar com os clássicos. A escolha é o primeiro Zelda e, enquanto perambulo pelas terras pixeladas de Hyrule, percebo algo diferente no cartucho encaixado no console.
A versão original do Nintendinho de Danilo também tem suas modificações. Em vez de se baixar os cartuchos depois de colocados dentro do videogame, eles se encaixam logo de primeira. “Esse movimento de ficar baixando o cartucho acaba deixando, com o tempo, os conectores amassados e os jogos não rodam direito”, explica Danilo. “O que eu fiz foi tirar o conector e levantar cada um dos pinos para que não seja preciso ficar baixando a fita”, completa.

Quando a JoyMasher teve que se mudar do Paraná para o distante Amazonas, Danilo fez questão de trazer o seu Nintendo 8-bit junto com todos os jogos. São 35 no total, a grande maioria original e em perfeito estado de conservação.
No entanto, um dos itens por qual ele tem mais apreço em sua coleção é um jogo do sucessor Super Nintendo. “Eu tenho uma fita do Super Mario RPG e é a mesma desde quando eu era criança, original e tudo”, fala. Além dele, Danilo ainda possui cerca de 30 jogos para o SNES, mas que ficaram no Paraná – junto com outros jogos e alguns consoles também.

Danilo e sua coleção de jogos para NES
Danilo diz que a sua coleção é mediana em relação a outros colecionadores. “No (site) NES Archive você acha uns caras que tem muito mais do que isso, a minha é modesta perto da deles”, fala. A diferença de Danilo em relação aos demais colecionadores é que ele não só coleciona como também cria jogos, e usa os seus games antigos como “matéria prima” no processo de criação.
Jogos antigos como matéria prima para novos jogos
Não é segredo pra ninguém que os jogos feitos pela JoyMahser (tanto Oniken quanto o futuro Odallus) são inspirados em jogos 8-bits. Danilo fala que durante o processo de desenvolvimento dos games ele constantemente parava de programar e jogava alguns clássicos antigos para se inspirar. “Às vezes eu estava desenvolvendo uma fase e aí eu lembrava uma fase legal de um jogo de Nintendo. Eu parava (de programar) e jogava, e isso o computador com o Oniken no lado”, diz. Essas sessões não serviam para “copiar” nada dos jogos. “Eu sempre jogava para me basear em uma caraterística legal que tinha em alguma fase e me influenciar em fazer algo para o meu jogo”, diz.
Seria fácil para Danilo fazer isso em um emulador e economizar mais tempo, mas ele diz que jogar direto do videogame era importante para pegar o “feeling” deles. “Eu acho que não tem jeito melhor de saber o que funciona ou não se não parar pra jogar de verdade. Emulador filtra um pouco isso porque você pode só carregar um save. No videogame não, tem que jogar desde a primeira fase e dá pra perceber melhor o ‘feeling’ do jogo”, fala.
Ninja Gaiden é rapidamente associado como influência para Oniken, mas Danilo diz ele também tem muito a ver com outros jogos que possui, mas especificamente os não tão conhecidos Kabuki – Quantum Fighter e Vice – Project Doom, ambos para NES. “A jogabilidade do Oniken veio do Vice, que eu acho mais ágil e preciso do que do Ninja Gaiden”, fala. Já Kabuki influenciou Danilo na hora de desenvolver o design das fases, a arte e alguns inimigos de Oniken. Mas Ninja Gaiden também teve sim sua cota de contribuição para o jogo brasileiro. “Todo estilo das custcenes do Oniken veio direto do Ninja Gaiden, porque eu gostava do jeito em que ele contava a história”, diz.

Oniken e alguns dos jogos de NES que o influenciaram
Nessa hora o clássico tema de Zelda já estava tocando há algum tempo no jogo, mas eu já tinha largado o controle. Foi então que ela apareceu tentando morder os cabos do videogame.
“Não Beyla, sai daí!” – exclamou Danilo. “Não deixa ela perto dos controles porque ela morde os cabos”, ele falou.
Beyla, no caso, é a coelha angorá mascote da JoyMasher há mais de sete anos. Durante toda a conversa com Danilo, ela passava de lá pra cá com seus pequenos pulos e olhos vermelhos atentos, mas foi só no final que consegui o melhor ângulo dela para registrar pra posteridade.

Beyla, a mascote da JoyMasher
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Brews Wayne – cerveja do Batman na Comic Con
Entre os dias 13 e 15 de junho acontece a Denver Comic Con - convenção de Cultura Pop e Nerd em Denver, nos Estados Unidos.
E pelo terceiro ano seguido a Breckenridge Brewery produziu a cerveja oficial do Evento, a Brews Wayne – cerveja do Batman. O nome foi escolhido pelos fãs através de votação online.
A Brews Wayne é uma American Amber Ale encorpada, bem lupulada, com notas herbais e florais e poderá ser ser vendida somente no evento.
eCool – Cerveja geladinha direto do subterrâneo
Era isso que faltava no seu quintal!
Um Cooler subterrâneo que dispensa energia elétrica e deixa suas latinhas super geladas.
O eCool, uma invenção 100% ecológica e muito divertida. Com capacidade para até 24 latinhas e tudo que você precisa fazer, é enterrá-lo, que ele usa o isolamento natural da terra para conservar a temperatura da bebida.
Para degustar sua cerveja ou sua bebida preferida, basta girar a manivela que aparece uma latinha.
O eCool foi inventado e desenvolvido por quatro rapazes de Mors, uma pequena ilha no norte da Dinamarca.
Escolhendo o adversário para a luta

Esse é o destino falando que você vai apanhar de qualquer jeito…
Balão do Google sofre pequeno acidente
O Google, prevendo que quando a neutralidade da rede cair de vez estará nas mãos dos provedores de acesso resolveu investir na ponta de sua estrutura, fornecendo conectividade diretamente aos usuários. Eles já disponibilizam fibra em algumas praças e pretendem montar uma constelação de 180 satélites em órbita baixa. Internet literalmente pra todo mundo.
Além dos satélites o Google tem o Projeto Loon, que pretende oferecer acesso internet via balões, altamente automatizados. Os balões seguiriam trajetórias mais ou menos conhecidas, ficariam no ar por três meses e seriam recolhidos em locais pré-determinados. Claro, qualquer um que já estudou um pouquinho sobre balonismo sabe que isso é de um otimismo enorme, bem a cara desse pessoal do Google.
Os tais balões fariam descidas controladas (ou: cair com estilo) e em caso de excederem a velocidade máxima, teriam até pára-quedas.
Pois bem, semana passada um desses balões em testes em Washington (Estado, não Cidade) fez um pouso não-muito controlado direto numa linha de energia. Como foi em uma zona rural, pouca gente ficou sem luz, foi só o susto, mas será que vale o risco? 50, 100 balões, literalmente ao sabor dos ventos?
O projeto de balões tem cara de ser um quebra-galho até saírem os satélites. No máximo algo que funcionaria muito bem em zonas de desastres, onde a infraestrutura tivesse sido destruída. Aí em vez de apenas internet esses balões funcionariam como ERBs para telefonia celular, por exemplo. Durante a Revolução na Líbia os Hackers Sem Fronteiras instalaram várias estações “piratas” para contornar as oficiais que o regime de Kadhafi tirou do ar.
De resto, ficadika, Google:
Fonte: TV.
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GoPro acessível para todos
Betomaldade rs

Eu tenho um GoPro Pole em casa e nem sabia, carai!
Lendas do som, por James Bennett
Quando o assunto é música, todos temos uma preferência e um gosto pessoal. Independente disso, é inegável que certos nomes da música se transformaram em lendas por sua habilidade e influência.
O desenhista e ilustrador americano James Bennett quis homenagear seus artistas da música favoritos criando a série “Legends of Sound” que traz nomes como Jimi Hendrix, Ray Charles e Bob Marley.
Veja abaixo seu belo trabalho:

Jimi Hendrix

Johnny Cash

Ray Charles

Bob Dylan

Chuck Berry

Roger Waters, Pink Floyd

Snoop Dogg

Bruce Springsteen

Bob Marley
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Figurinhas da copa como você nunca viu
Você provavelmente conhece alguém que coleciona as famosas figurinhas da copa. Afinal, completar o álbum inteiro é uma façanha que muitos buscam incansavelmente.
Porém, a Ilustranet, um estúdio brasileiro focado em ilustrações decidiu dar novos ares a essas figurinhas.
Em vez de mostrar jogadores, elas mostram releituras de personagens famosos de desenhos, filmes, séries, filmes ou HQ’s vestindo a camisa da seleção de seu país de origem.
Veja o criativo projeto “Figurinhas”:

Tintim – Bélgica

Godzilla – Japão

Topo Giggio – Itália

Pocoyo – Espanha

Pucca – Coréia do Sul

Chaves – México

Asterix – França

Miffy – Holanda

Taz – Austrália

Mafalda – Argentina
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Ford Unveils Ultra-Lightweight Fusion Concept Car

Ford unveiled a new concept car Tuesday, an ultra lightweight Fusion that is 800 pounds lighter than the Fusion models currently on the market.
The concept car, a mid-sized family sedan, shed nearly 25% of its weight; this makes it about the same weight as the Ford Fiesta, the manufacturer's smallest car. To reduce its weight, Ford substituted the material in almost every part of the car for lightweight alternatives, including high-strength steel, magnesium, aluminum and carbon fiber
The car's wheels and seats are carbon fiber, while its crankshafts, springs and stabilizer bars are hollow steel. For the body, Ford opted to use a combination of aluminum, high-strength steel and magnesium Read more...
More about Tech, Ford, Ford Fusion, Dev And Design, and Concept CarsGoogle Glass gets a makeover from fashion royalty
Google Glass is getting a little more chic: According to a report in Elle, a new series of Google Glass frames designed by Diane von Fürstenberg’s fashion house will go on sale on June 23. This time, however, they won’t only be on sale through Google, but through Net-a-Porter.com, an online high-fashion retailer best known for selling clothes from brands like Gucci and Dolce & Gabbana. This marks the first time Google Glass has been available through a third-party retailer.
The “DVF Made for Glass” collection includes five new frames and eight new shades, including a few wild rainbow polarized lenses. At first glance, none of the frames seem either aggressively fashion forward nor more subtle than previous versions. The DVF version of Google Glass still looks like Glass: the bulky over-eye housing for its camera and components remains unchanged. Since only renders are available, judgement should be held until they are revealed with the rest of von Fürstenberg’s 2015 “resort collection” on Tuesday.
As the official Google+ post points out, this is not the first time von Fürstenberg has collaborated with Google. In 2012, the early days of Google Glass, models on the catwalk during Fürstenberg’s spring 2013 runway show were all wearing Google’s vision for the future of computing. Sergey Brin even attended the fashion show.
Mr. Porter, Net-a-Porter’s brother site for men, will begin carrying the Google Glass titanium line on June 23 but will not carry the DVF versions. This implies that Google could be starting to sort its Glass frames into men’s and women’s versions.
If you’re interested in getting a pair of DVF Glass, you’ll pay slightly more than the $1,500 the Titanium line costs — the new line starts at $1,620 for frames plus shades, and $1,725 for a prescription version.
Related research and analysis from Gigaom Research:
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Sabe aquele seu novo headset?

A rodinha da sua cadeira ri na cara do seu novo headset
MUPPette: a impressora 3D voadora sem limite de tamanho para a impressão
BetoCaracas!!!! Olha isto Marcelo e Dark!

O projeto MUPPette, em desenvolvimento, visa criar uma impressora 3D capaz de produzir objetos sem limite de tamanho. O MUPP do nome se refere a Mobile Unmanned Printing Platform, ou Plataforma Impressora Móvel Não-Tripulada.
A MUPPette vem sendo desenvolvida pela empresa de design Gensler há aproximadamente um ano, e o progresso é significativo até agora. Ela utiliza uma plataforma robótica, que consiste de um drone e uma câmera cardan que estabiliza o extrusor da base.
A tecnologia ainda precisa ser aperfeiçoada, mas o progresso é grande. A equipe responsável conta com apenas três pessoas: Jared Shier, Mindy King e Tam Tran.
“Nosso objetivo inicial foi produzir a prova de que é possível imprimir sem limites. No final do ano passado a MUPPette conseguiu extrusir uma linha fina de plástico PLA durante o vôo. A partir daí fomos descobrindo todos os desafios a superar.” — Tam Tran

O objetivo final da equipe é produzir uma plataforma móvel de impressão em 3D completamente automatizada, capaz de produzir objetos em qualquer escala, ao contrário dos modelos atuais, limitados pela amplitude de seus eixos.
O vídeo abaixo mostra o estágio atual de desenvolvimento.
Fonte: 3D Print.
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Quem diria, cabines telefônicas estão de volta!
No Brasil elas só foram populares em postos telefônicos, mas nos países onde o clima permitia que você se trancasse em um cubículo sem ar-condicionado, na rua, as cabines telefônicas foram uma visão constante até o final dos Anos 70. Com a evolução da tecnologia ficou viável ouvir um telefone no meio da rua, sem precisar se isolar. As cabines deram lugar aos “orelhões”.
Com os celulares popularizados, telefones públicos são mais e mais raros, mas isso gerou outro problema: as pessoas insistem em falar o tempo todo com todo mundo, e um ônibus pode se tornar uma experiência infernal. Em escritórios então, é pior. As pessoas usam a linha fixa para economizar créditos E atendem a porcaria do celular. Direto. E ninguém, NINGUÉM quer ouvir os detalhes de sua consulta com o proctologista.
Isso é um caminho sem volta. As pessoas estão falando cada vez mais, e não dá para ir pra escada de incêndio toda hora que for atender um telefonema pessoal. A solução?
Veio de uma empresa da Finlândia, chamada Framery. Eles criaram uma linha de… cabines telefônicas sem telefone.
As cabines vêm em vários modelos, há até uma ridícula mini-sala de reunião isolada, digna de Agente 86. Há modelos sem assento, para uma conversa rapidinha, e todos têm portas transparentes, para ninguém se animar a entrar no Mile-High Club voando rasante.
Você pode entrar, fazer seu telefonema com privacidade, sem abandonar o local de trabalho.
É esquisito? Com certeza, mas se você chegasse pro Don Draper ou qualquer outro executivo nos Anos 60 e dissesse que em 50 anos não só seria proibido fumar nas empresas, como várias teriam salas especiais chamadas “fumódromos”, ele riria na sua cara. Os tempos mudam.
Fonte: NR.
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Hackers ressuscitam porções online do Wii e do DS

Conforme havia sido prometido, a Nintendo desligou na semana passada os servidores que nos permitiam jogar online diversos títulos para Wii e DS, matando a diversão de todos aqueles que ainda aproveitavam alguns jogos desses aparelhos, mas pelo jeito a situação está sendo revertida.
Graças a um grupo de pessoas que se dispuseram a manter tanto o console quanto o portátil funcionando pela internet, agora podemos jogar novamente as porções online dos títulos que muitos acreditavam que nunca mais teriam acesso ou até a alguns a DLCs e o melhor, o processo para fazer isso é relativamente simples.
Infelizmente, embora no DS basicamente só tenhamos que alterar as configurações de conexão, os jogos precisam ser modificados, o que significa que apenas ROMs possam ser utilizadas e no caso do Wii a coisa é um pouco mais complicada, já que teremos que executar um software por um cartão SD e para isso o videogame precisa estar habilitado para rodar homebrews. As instruções detalhadas podem ser encontradas neste site.
É claro que esta não é solução mais elegante, principalmente por não conhecermos a segurança deste servidor, até quando ele continuará funcionando e nem se aguentará um volume alto de jogadores, mas pelo menos a iniciativa mostrou que pode ser feito e com um pouco de sorte, outras como esta aparecerão, quem sabe permitindo que aparelho travados e jogos originais voltem a funcionar.
Para determinados casos, acho que o melhor ainda seria termos a possibilidade de um dos jogadores ser o próprio servidor, o que me deixa profundamente indignado por a Nintendo não nos permitir isso e infelizmente este é um cenário que fatalmente atingirá os outros videogames da 7ª geração.
Fonte: Tiny Cartdrige.
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Coqueteleira em forma de lata de spray!
Você que é um bebum descolado, fascinado por Street art e adora preparar drinks para a galera, agora também tem vez aqui no Bebida Liberada!
Imagina só que louco você preparando seus drinks numa coqueteleira dessa e todo mundo achando que você vai pichar o ambiente?
Não sei como ninguém não teve essa ideia antes!
Os Barman Grafiteiro Pira
Jack Daniel’s Coffee Jack’s Blend – O café com gosto de whisky
Beto=D~vesh!
Já ouviu falar na expressão “Café da manhã dos campeões”?
Pois bem, te apresento o café que sem dúvida nenhuma tem que fazer parte do Café da manhã dos Campeões: Jack Daniel’s Coffee Jack’s Blend
A Jack Daniel’s lançou recentemente um café que segundo eles tem sabor de whisky. Se é verdade eu ainda não sei, pois sou que nem são Tomé e só acredito vendo… nesse caso, bebendo.

O fabricante afirma também que apesar de ter o sabor de whisky, o café não possui graduação alcoólica, portanto você pode toma-lo o dia inteiro sem preocupação nenhuma!
Infelizmente, o Jack Daniel’s Coffee Jack’s Blend ainda não está sendo comercializado no Brasil, mas você pode encontra-lo facilmente na Amazon, clicando AQUI
Pedindo Ajuda e Cagando Tudo
BetoPota que o pariu...

Que maldade, pqp! Imagina, o cara vai ajudar e o outro passa "merda" na mão do cara
Artes De Rua Impressionantes

São artistas como esse que marcam o dia de uma pessoa ao passar por sua obra
Directorate General of Highways uses Google Maps to drive an integrated approach to natural disaster management
Editor's note: Today’s guest blogger is Director Chen Shou-Chiang, who leads the Information Management Office of DGH. Read their full story here, learn about the six ways Maps are Going Google and see what other organisations that have gone Google have to say.
Taiwan is prone to natural disasters. Earthquakes, typhoons, landslides and heavy rainfall are very common, especially during the monsoon season. As the authority in charge of Taiwan’s land transport infrastructure, the Directorate General of Highways needs to ensure the safety of road users across 7,000km of highways, 4,000 bridges and 200 tunnels.
We used to rely on civilian drivers or news media for updates on road conditions. This did not allow us to respond fast enough to emergencies. We want to be able to predict crisis situations so that we can alert motorists and the general public. We also want to know when we need to dispatch rescue teams immediately.
We were already using the free version of Google Earth for our existing web-based platform known as thb-GIS (Geographic Information System). The platform consolidated important weather and environment information across 19 government agencies and private companies. The agencies accessed the platform for safety management and disaster prevention.
However, these databases could not provide us with intelligence that we could use directly. It took time to join the data before we could use it. We wanted a solution that could overlay images, terrain and vector data over the map of Taiwan to quickly identify areas that are likely to be affected by a weather crisis.
We ran comprehensive tests to trial Google Earth Enterprise and were confident that it met our requirement for stability, performance, security and user-friendliness. Google Earth Enterprise allows us to define access rights for different groups of users. This is an important requirement if we want to share the intelligence with other agencies and the public. Our next step was to develop SafeTaiwan, a platform that overlays crucial data used in emergency response to a map of Taiwan. This gives us a rich visual dashboard that immediately provides insights for better decision-making and risk management.
With Google Earth Enterprise powering SafeTaiwan, we are now able to monitor real-time conditions on the ground. To further complement available data, we installed 2,800 CCTVs across the country, streaming live images that help us to accurately assess and prioritise our responses during emergencies. The solution improved emergency response time tremendously. Previously, it took us hours to determine the magnitude of any disaster. Today, it only takes us minutes. More importantly, it allows us to analyse historical data to help in predictive disaster management. For example, rainfall readings collected at ten-minute intervals are displayed on Google Earth Enterprise’s dashboard to forecast an approaching typhoon or flash flood. Warning signals are then sent out through SafeTaiwan to alert the public and agencies concerned.
The positive feedback we received from our employees and the public has spurred us on to continue developing the platform for greater use. We have a vision to expand the boundaries of SafeTaiwan to share data from around the region. Eventually, we want to promote greater cooperation in disaster preparedness and recovery efforts across borders. We are confident that with Google Earth Enterprise we will be up for this challenge.
















