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19 Aug 20:23

Erro na BIOS

by Andre Noel
Cleiton Ribeiro

E quem me diz o porque o erro era na BIOS? Vom ver?

Sabe esse pessoal que dá suporte para as grandes empresas nas redes sociais e que responde qualquer coisa para "solucionar" um problema?

Olha a pérola que os atendAntas da Caixa disseram:

Os comentários que vieram em seguida são muito bons...

(Dica do Cleverson Ferreira)

Transcrição ↓

Cliente: Estou tentando verificar o saldo do meu FGTS mas o sistema retorna erro: "O servidor extratofgts.caixa.gov.br usa um certificado de segurança inválido. O certificado não é considerado confiável porque o certificado do expedidor é desconhecido. (Código do erro: sec_error_unknown_issuer)"
Qual é o procedimento? Não consigo nem cadastrar a opção de extrato por email.
Caixa (conta verificada): Olá, Silvia. Esse erro pode ocorrer devido algum erro na BIOS de sua placa mãe. Para mais detalhes, por favor, entre em contato com o nosso Suporte Tecnológico: 3004 1104 (Capital e regiões metropolitanas) ou 0800 726 0104 (Demais regiões). Abraços e uma boa noite.

O artigo "Erro na BIOS" foi originalmente publicado no site Vida de Programador, de Andre Noel.

17 Aug 13:00

Google dá adeus definitivamente ao Flash no Chrome

by Denise Helena

chrome

E aos poucos vamos nos despedindo do formato flash. Google acaba de publicar uma espécie de roteiro para Chrome, mostrando que na versão 53, que será lançada no próximo mes de setembro, desde a qual se começará a bloquear os elementos flash que funcionam em segundo plano em sites para aspectos como as analíticas web, exemplo exposto por Google, explicando que este tipo de flash torna a web mais lenta.

Leia também: SHUMWAY, PROJETO DO FIREFOX PARA EXECUTAR FLASH SEM PRECISAR INSTALÁ-LO

Além disso, também aponta para a versão 55, cujo lançamento está previsto para o mês de dezembro, indicando que a experiência de HTML5 estará disponível por padrão, a exceção dos sites só compatíveis em Flash.

Google reconhece que o formato Flash marcou uma época servindo de suporte para tornar as páginas mais dinâmicas, favorecendo o aparecimento de jogos, de vídeos, e de animações, porém, na web atual, onde existem tecnologias melhores, Flash não tem vez.

Leia também: 3 JOGOS CLÁSSICOS EM HTML5 PARA JOGAR HOJE MESMO!

Neste sentido, defende a tecnologia HTML5 como uma tecnologia que oferece maior segurança, menos consumo de energia e menos tempo de carregamento. Não dá para esquecer o longo histórico de problemas de segurança de Flash, um dos grandes culpados pela má fama entre seus usuários.

Google indica que continua trabalhando estreitamente com Adobe para favorecer a transição à web em HTML5.

12 Aug 17:30

FireChat, app móvel para conversar até sem Internet, lança os grupos privados

by Denise Helena
Cleiton Ribeiro

Achei interessante a ideia. =)

FireChat

FireChat, o aplicativon móvel de mensagens que permite estar em contato com outros usuários próximos geograficamente. até mesmo sem dispor de internet, lançou há alguns dias uma nova versão de seu aplicativo com uma importante novidade: a integração dos grupos privados.

Os usuários poderão criar grupos privados e adicionar outros usuários, até, no máximo, 50 pessoas, e poder conversar da mesma forma que conversam nas salas de chat públicas.

Leia também: INSTAGRAM LANÇA INSTAGRAM STORIES, IMITANDO A DINÂMICA DE SNAPCHAT

Para poder usar a app, só é preciso baixar a última versão, 8.0, nos dispositivos móveis, e os usuários que estiverem em uma mesma área poderão criar e participar de grupos privados, inclusive, sem dispor de qualquer tipo de conexão à Internet.

Leia também: AOL APRESENTA SWITCH, NOVO CONCORRENTE DE SNAPCHAT

FireChat aproveita, assim, a tendência de criação de comunidades, principalmente, associada a eventos e acontecimentos importantes, sendo também uma interessante opção para estar em contato com outras pessoas naqueles eventos em que a cobertura pode não ser muito estável devido a um maior número de pessoas disponíveis nestes eventos.

12 Aug 21:46

Ubuntu recebe suporte ao React Native e aplicativos de Android e iOS poderão chegar ao sistema

by Dionatan Simioni
A Canonical deu um passo importante para permitir o desenvolvimento de aplicativos para o Ubuntu com pacotes Snap - entenda os pacotes Snap aqui - graças a adoção do framework React Native, desenvolvido pelo Facebook, entenda:

Ubuntu React Native




A Canonical anunciou uma novidade importante, o suporte para o framework do Facebook, React Native, que permitirá que aplicativos desenvolvidos com o React.js para Android e iOS possam ser portados e interajam com o Ubuntu de forma convergente, juntamente com o Unity 8.

Os pacotes Snap permitirão que os desenvolvedores criem pacotes que rodarão no sistema, independente do dispositivo que o Ubuntu estiver rodando, Desktops, Servidores, Mobile ou IoT.

O React Native permitirá que os desenvolvedores criem aplicativos que tenham a capacidade de rodar em várias plataformas e que interajam com a interface gráfica do sistema operacional, não importa qual seja. A Canonical criou uma página no GitHub mostrando os primeiros passos para quem quer trabalhar com o React Native no Ubuntu.


Isso não quer dizer que todos os aplicativos de Android e iOS rodarão no Ubuntu, mas quer dizer que todos os Apps para ambas as plataformas que forem desenvolvidos com React Native poderão ser adaptados no Ubuntu sem muita dificuldade.

Saiba mais na página da Canonical. Até a próxima!
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10 Aug 17:30

UX Tools, para comparar múltiplas ferramentas de desenho

by Denise Helena

UX-Tools

Volta e meia mostramos por aqui alguma ferramenta voltada ao mundo do design. Levando em conta a grande quantidade de alternativas disponíveis, as vezes pode ser bem complicado comparar suas funções e possibilidades. E é aí que UX Tools pode ser de grande utilidade, já que é um interessante site que possibilita filtrar e comparar múltiplas ferramentas de desenho.

Leia também: SNAPPA, FERRAMENTA ONLINE DE DESIGN GRÁFICO

Seu funcionamento é bem simples, ao acessar UX Tools, veremos quatro seções para diferentes tipos de ferramentas: “Prototyping“, “Collaboration“, “Monitoring” e “Usability Testing“. Basta selecionar a que mais nos interessar e já podemos comparar as características e possibilidades oferecidas pelas diferentes ferramentas. Tal como vemos na imagem acima, UX Tools mostra o nome dos diferentes aplicativos e as características oferecidas por cada aplicativo separadamente.

Leia também: 36 RECURSOS GRATUITOS PARA WEB DESIGNERS

Assim, podemos comparar facilmente quais ferramentas são compatíveis com nosso sistema operacional ou oferecem uma característica específica, como a possibilidade de exportar os arquivos em um determinado formato. Não resta dúvida de que se trata de uma ferramenta super interessante para todos os aficionados e profissionais relacionados com o setor de design.

Quem se interessar, é só clicar aqui e conhecer essa ferramenta, completamente gratuita.

04 Aug 12:04

O ZOOM cabuloso da câmera Nikon P900

by Budah

Um usuário de uma câmera Nikon P900 resolveu testar o ZOOM do seu brinquedinho novo apontando pra lua. O que ninguém imaginava é que a câmera é quase tem um zoom parecido com o de um telescópio. Veja só:

No Brasil, a Nikon P900, que tem 83x de Zoom Óptico e 16MP, tem um valor próximo aos 3 mil reais. Quem viajar pra gringa pode encontrar o equipamento por algo próximo dos 529 dólares (1.712,00 reais).

p900

03 Aug 22:08

Lançado Pokémon GO no Brasil, baixe gratuitamente - Android e iOS

by Dionatan Simioni
Finalmente a espera acabou, a Niantic liberou a versão nacional do aclamado game, Pokémon GO. Sucesso em mais de 30 países, o Brasil recebe o lançamento oficial praticamente junto com as Olimpíadas, veja agora como baixar o jogo para o seu Smarthone ou Tablet com Android e iOS.

Pokemon GO Download Grátis




Meu jovem, eu sei que você estava se torcendo de ansiedade para jogar este joguinho magnífico e já sabe absolutamente TUDO sobre ele, então eu não vou enrolar mais, é o seguinte, para você baixar o App para o seu Smartphone ou Tablet, tanto com Android, quanto com iOS, basta clicar nos botões abaixo! Vai! Não perca tempo, seja o melhor mestre Pokémon que você pode ser!




Vai ser feliz! :D

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02 Aug 15:53

The little Arduino robot arm that could!

by Arduino Team

As its name would suggest, the LittleArm is a mini 3D-printed robot that began as a weekend project. Its creator Gabe Bentz wanted a small arm that was easy to work with, and one that wouldn’t require him to dig deep into his wallet. So, as any Maker would do, he decided to design his own low-cost device.

After showing the LittleArm off, it wasn’t before long that he was approached by some STEM teachers in the area who wondered if the kit was something they could use in their classrooms. Ideally, every student should have one to tinker with, but unfortunately today’s systems tend to be too expensive and quickly loose parts and pieces. This is a problem that LittleArm is looking to solve.

The arm is powered by an Arduino Uno and four identical metal-geared micro servos, while all other mechanical components are 3D-printed. There’s also a modular gripper that’s actuated by a servo along with rigid end-effectors for various tasks. What’s more, a basic GUI enables you to control the arm, its gripper, the speed, as well as use its record function to train the robot to perform a specific task and then watch it play out the sequence.

The entirely open-source gadget comes as a DIY kit that can be purchased or built from scratch. Want one of your own? Check out Bent’z Kickstarter page here, and see the LittleArm in action below (including some of its dance moves).

02 Aug 17:30

WiReboot, para reiniciar o router automaticamente ao perder conexão

by Denise Helena
Cleiton Ribeiro

Ideia boa

WiReboot

Certamente, mais de uma vez, você já teve que reiniciar seu router WiFi para corrigir alguma falha em seu funcionamento. O que, vamos combinar, é uma coisa muito chata de fazer, e que muitos são obrigados a fazer repetidas vezes. Mas, e se o router pudesse ser reiniciado automaticamente sempre que perdesse a conexão? Pois é, é exatamente isso que promete fazer WiReboot, um produto que busca financiamento em Kickstarter.

Leia também:FACEBOOK PERMITIRÁ VER VÍDEOS SEM CONEXÃO À INTERNET

Tal como afirmam seus criadores, WiReboot é um dispositivo que facilita que os usuários possam permanecer sempre conectados à Internet. Para conseguir isso, o produto se encarrega de monitorar a conexão WiFi durante 24 horas do dia e reiniciar o router em caso de detectar qualquer problema. Compatível com 95% dos routers do mercado, WiReboot promete se converter em um gadget imprescindível em nossas vidas.

Tal como podemos ver na imagem acima, WiReboot é um dispositivo de pequeno tamanho que temos que conectar à alimentação á fonte de alimentação do router. Vale destacar a possibilidade de instalar módulos adicionais encarregados de controlar aspectos como a temperatura e a umidade da casa (e nos enviar a informação por email). Além disso, WiReboot conta com conectividade Bluetooth.

Leia também: GOOGLE MAPS JÁ PERMITE NAVEGAR SEM CONEXÃO À INTERNET

Outra coisa a destacar é o sucesso da campanha de crowdfunding de WiReboot. Faltando apenas algumas hora para o encerramento da mesma, os criadores de WiReboot conseguiram arrecadar mais de 55.000 dólares canadenses dos 1000 que pediam para poder começar a produção.

WiReboot estará disponível em setembro deste mesmo ano por um preço equivalente a mais ou menos 20 euros.

Link: Kickstarter.

01 Aug 21:59

Cinco aplicações de IoT para ganhar competitividade no varejo

by O Negócio do Varejo

Por Rafael Paes, Consultor do SAS Brasil*

No sentido mais básico, a Internet das Coisas (IoT) é uma rede de objetos físicos conectados e embutidos de sensores. A tecnologia permite usar todos esses dispositivos para comunicar, analisar e compartilhar dados com o mundo físico ao nosso entorno, por meio de redes e plataformas de softwares baseadas em nuvem. No caso do varejo, essas ‘coisas’ incluem tags RFID (Radio-Frequency IDentification) para rastreamento de inventário, contadores de fluxo e outras aplicações inteligentes nas lojas. Vamos focar, particularmente, em cinco áreas que estão trazendo competitividade para as varejistas:

1 – A manutenção preditiva de equipamentos é utilizada para gerenciar o uso de energia, prever falhas nos equipamentos e detectar outras questões. Por exemplo, toda mercearia possui uma série de equipamentos complexos, como as unidades de refrigeração e, quando estão embutidos de sensores, é possível prever problemas de manutenção que afetam o consumo de energia, além de identificar as flutuações de temperatura e garantir a integridade dos alimentos.

– Um dos objetivos da logística inteligente no varejo é transportar a mercadoria de forma mais eficiente, e a IoT pode desempenhar importante papel na manutenção dos meios de transporte, monitoramento e otimização de rotas. Sabemos que, nos últimos anos, muitos varejistas têm utilizado tecnologias de GPS para rastrear e direcionar a frota de caminhões.

– Quando falamos de inteligência de demanda, estamos tratando de estoques dotados de automação e robótica, com controle de demanda para atender canais tradicionais e online. A Internet das Coisas nos permite monitorar oportunidades de vendas em tempo real e rastrear as vendas perdidas nas lojas. Atualmente, os tradicionais armazéns e centros de distribuição são organizados por corredores e prateleiras com base em uma esquematização predeterminada. Já os armazéns do futuro serão espaços abertos, com pallets automatizados e auto-organizáveis, direcionados pela demanda em tempo real.

– O consumidor conectado está impactando cada vez mais as lojas físicas e os varejistas entendem que clientes podem verificar preços e inventários das lojas pelos smartphones, à distância. Então, imagine oferecer promoções customizadas e serviços baseados na localização dos clientes dentro das lojas? E se fosse possível identificar os clientes mais leais e oferecer serviços de concierge? Antes, era comum promover campanhas de marketing de massa, com a expectativa de atingir um percentual aceitável com as ofertas.  Com a IoT, compreendemos o contexto e identificamos onde e quando o cliente precisa de ajuda, agindo proativamente e com uma taxa de sucesso muito mais alta.

5– Em uma loja inteligente todo o fluxo de compras em shopping centers pode ser analisado pelos varejistas, a fim de entender a jornada de compras dos possíveis clientes. Isso significa substituir pesquisas caras e programas de treinamento de equipes pela inteligência analítica. Com isso, podemos identificar padrões de comportamento dos clientes dentro dos espaços das lojas e atuar em tempo real, direcionando um funcionário para ajudá-los ou analisar as informações para ajustar layouts de lojas, por exemplo. Adicionalmente, permite personalizar a experiência de compra, proporcionando diferentes oportunidades de marketing digital nas lojas, anunciando as ofertas via os dispositivos móveis.

E com o rápido crescimento do e-commerce, varejistas estão interessados em trazer a experiência dos clientes no ambiente digital às lojas. Eles querem ter acesso ao mesmo repertório rico de dados para analytics e alto desempenho no direcionamento das jornadas de compras, oferecendo novas experiências e coletando valiosos dados para prever como consumidores farão suas compras.

A diferenciação virá da habilidade dos varejistas em sentir, entender e agir com inteligência analítica em cima dos dados de IoT. Para tirar o máximo de vantagem dessa nova área promissora, varejistas precisarão focar nas aplicações que mais gerem valor e atendam às necessidades dos clientes.

* Rafael Paes é Consultor do SAS Brasil, líder de mercado em Analytics. 

29 Jul 15:15

Honey, I shrunk the NES… with Raspberry Pi and Arduino!

by Arduino Team

The NES was one of, if not, the first gaming consoles most of us ever experienced. That’s why we were all pretty excited to hear Nintendo’s recent plans of releasing the NES Classic Mini. As great as it sounds, though, turns out it won’t connect to the Internet and can’t play games beyond the 30 classics that come preloaded on the device. But leave it to a Maker to come up with a better solution! Enter DaftMike, who has built his own shrunken-down, 3D-printed version of the retro system complete with some of the features we all would’ve loved to see with Nintendo’s re-creation.

The DIY unit–which is 40% the size of the original–is powered by a Raspberry Pi and an Arduino. It runs on RetroPie emulation software and uses itsy-bitsy NFC tagged cartridges, ranging from Super Mario Bros. to Zelda. When a cartridge is inserted into the machine’s fully-functional slot, an NFC reader scans it, selects that specific game from the Pi’s internal memory, and boots it up onto the screen.

I designed the connections between the Arduino and Pi to use the top 10 GPIO pins so I could mount the Arduino directly to the Raspberry Pi using a 2×5 header. All the electronics would then sit in the case behind the USB ports.

The NFC reader mounts underneath the cartridge tray connected to the Arduino with a piece of flat cable. There’s enough length on it for the case halves to be splayed apart if I need to dismantle the unit and the Arduino ‘lump’ unplugs from the Pi so I can update the ‘firmware.’

DaftMike even rounded out his incredibly-realistic design with a mini, Arduino Pro Micro-based controller–although probably a bit too small for adult hands. (Cool nevertheless!)

In terms of software, an Arduino sketch is used to read the NFC tags and manage the power switching, while a Python script running on the Raspberry Pi is tasked with launching the games. The two communicate over serial.

Those wishing to spark some childhood gaming nostalgia should check out Daftmike’s entire blog post, which provides a full rundown of the build and its inner workings.

 

27 Jul 13:45

Russa mostra a porta secreta que construiu em sua residência

by Budah

Essa mulher russa resolveu mostrar uma coisa interessante que construiu em sua casa. Uma porta secreta escondida na parte externa, com direito a fechadura eletrônica escondida pela parede.

28 Jul 13:11

Boeing 787-9 decola quase na vertical em evento na Inglaterra

by Budah

Durante a Farnborough Air Show 2016, feira de aviação que acontece na Inglaterra, um piloto deu uma demonstração incrível de potência e tecnologia com um Boeing 787-9, decolando quase na vertical. Assista!

29 Jul 17:10

Saiba como atualizar gratuitamente o Windows 10 a partir de amanhã

by Andre Noel
tirinha
Inclua essa tirinha em seu site
COLE ESSE CÓDIGO EM SEU SITE x
Fonte: Vida de Programador
Transcrição ↓

ATENÇÃO!
A atualização gratuita para o Windows 10 acaba hoje (29/07). A partir de amanhã, a atualização gratuita estará disponível para download no seguinte endereço:
http://www.ubuntu.com/download

O artigo "Saiba como atualizar gratuitamente o Windows 10 a partir de amanhã" foi originalmente publicado no site Vida de Programador, de Andre Noel.

25 Jul 22:15

Decoração Gamer – 21 Fotos

by Gislaine Lima
Cleiton Ribeiro

As ideias ai Betim

decoração gamer 01

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Amigos do Ensino Médio:
– formaram
– casaram
– tiveram filhos
– filhos na escola

Eu:
– internet
– games
– tentando acabar a faculdade
– cachaças
– sonhando em ter uma casa assim!
hauhauhauaua

12 Jul 18:00

A arte de encantar clientes: 5 lições da Disney

by O Negócio do Varejo
Cleiton Ribeiro

Ótimos artigo, gostei muito a parte de ser lider.

Walt Disney, quando idealizou a Disneyland,  tinha como sonho criar um lugar mágico e seguro em que suas filhas pudessem se divertir. Com o passar dos anos, mesmo depois de seu falecimento, essa ideia continuou firme e agora é o que move milhares de pessoas, todos os dias, dentro dos parques temáticos que transformam sonhos em realidade. E, para que tudo isso aconteça, é preciso ter um time alinhado e um excelente atendimento ao cliente.

Conversando com Alicia Matheson, ex-diretora do Disney Institute, separamos 5 lições que vão te ajudar a encantar seus clientes, assim como a Disney encanta seus guests.

1. Como a Disney, o Google e a Southwest Airlines revolucionaram o atendimento ao cliente

A Disney é referência quando falamos em atendimento ao cliente, mas você já ouviu a expressão “serviço evolucionário”? Neste primeiro episódio, Alicia conta um pouco sobre esse conceito que molda o comportamento de todos os colaboradores da Disney, fazendo com que eles dediquem seus esforços para criar a melhor  experiência possível aos seus cliente. Além da Disney, também podemos citar a Google e a Southwest Airlines.

E você sabe como elas conseguem fazer isso de forma tão natural e eficaz? É simples: desde pequenas, essas empresas tinham em sua cultura valores muito fortes. Mais do que isso, ao crescer, esses negócios continuaram focando em seus clientes, em seus desejos e paixões, entendendo realmente o que eles querem como suas empresas podem entregar isso da forma mais mágica e surpreendente possível.

2. Como a Disney empodera seus funcionários

Walt Disney teve a ideia da Disneyland com o propósito de criar felicidade, em 1955, mas faleceu muito antes de ver o primeiro parque temático inaugurado. Então como depois de todos esses anos a Disney continua firme em seu propósito original de criar felicidade? Podemos responder isso em 2 palavras: empoderamento dos funcionários.

Fazer com que seus colaboradores entendam o porquê deles estarem realizando determinada tarefa não é fácil, mas faz toda a diferença. Uma das perguntas mais recorrentes sobre a cultura de empoderamento da Disney é sobre a fórmula secreta que faz com que todos os colaboradores trabalhem junto para entregar felicidade, desde o gerente do parque até o responsável pela limpeza. Alicia compartilha um pouco dos seus aprendizados em relação a essa cultura que ela chama de “cultura de cuidado”.

Como não queremos dar spoilers de tudo que ela fala, destacamos os seguintes aprendizados:

  • Compartilhe com todo seu time o propósito da sua empresa; e
  • Certifique-se de que toda sua equipe sabe o que ela pode fazer para contribuir para atingir esse propósito.

3. Atenção nos detalhes: Como criar momentos mágicos para os clientes

Criar momentos mágicos pode parecer complicado, mas não é. Esses pequenos “uaus” que seus clientes procuram podem estar escondidos atrás de simples ações, como um atendimento mais eficaz ou até mesmo uma comunicação mais personalizada que faça com que ele sinta que sua empresa realmente se importa como ele.

Neste episódio emocionante, Alicia relata uma história simples e muito verdadeira sobre como podemos criar esses momentos mágicos não só para os clientes, como também para os colaboradores e todos ao seu redor.

4. Ser um bom líder não é mais suficiente

Ser um bom líder vai além de saber como falar com seus clientes e colaboradores. Em um mundo em que temos toda a informação necessária sobre um produto ou serviço na ponta de nossos dedos, ser um bom líder significa entender o que as pessoas querem e entregar isso de uma forma divertida e única.

Mais do que simplesmente ter um bom atendimento, o líder ideal é aquele que sonha grande e não tem medo de romper paradigmas e barreiras, criando, muitas vezes, experiências que muitos acreditavam ser impossíveis. Claro, fazer isso não é tão simples, mas é algo em que todos os empreendedores deveriam apostar suas fichas.

5.  Do que é feito um grande CEO

Mudanças acontecem. Pode ser uma crise, um novo concorrente que acabou de entrar no mercado ou até mesmo um desentendimento interno na empresa. A causa não importa, o seu foco deve ser sempre na reação que seu negócio e, principalmente, você terá frente a esses novos desafios.

Entre 2007 e 2008, a Disney enfrentou uma grande queda no número de turistas, mas isso não impediu o parque de continuar inovando e entregando a melhor experiência que seus visitantes poderiam desejar. E esse é o diferencial que faz com que uma empresa prospere até nos momentos mais adversos. Na verdade, são nessas horas que o papel do CEO é mais decisivo.

Um CEO que se mantém positivo, incentiva seus colaboradores a fazerem o mesmo e continuarem lutando é o que irá mover a empresa e fazer com que toda realidade que era tida como desafiadora seja apenas uma fase complicada que logo chegará ao fim.

Encantar seus clientes é uma questão de cultura, liderança e paciência. Nenhuma mudança acontecerá da noite para o dia, mas não é por isso que você deve desistir.

Fonte: Endeavor

15 Jul 20:54

Pokémon Go pode ser nova ferramenta de marketing para varejistas

by O Negócio do Varejo
Cleiton Ribeiro

Olha que legal,realmente nao havia pensado no pokemon com o fator marketing. Realmente muito bom

O jogo Pokémon Go, que em tempo recorde alcançou o topo nas lojas de aplicativos da Apple e Android, parece pronto para desafiar as empresas de Internet especializadas em aumentar o fluxo de pessoas em pequenos negócios e pode acabar tendo um papel no marketing de grandes marcas, de acordo com especialistas da indústria.

O jogo de realidade aumentada da Nintendo alcançou mais de 65 milhões de usuários nos Estados Unidos em apenas sete dias após o lançamento e já está ajudando restaurantes locais, cafés e pequenos varejistas a atrair novos clientes.

O pizza bar L’inizio em Long Island, em Nova York, afirma que suas vendas saltaram 75 por cento no fim de semana pela ativação do recurso “módulo de atração” que atrai personagens Pokémons virtuais para a loja, assim atraindo jogadores próximos. O gerente da loja gastou 10 dólares para ter uma dúzia de personagens Pokémon colocados no local, de acordo com um relatório do New York Post.

Esse tipo de efeito instantâneo é uma ameaça potencial para as relativamente novas empresas que revolucionaram o marketing online para pequenas companhias nos últimos anos, como Groupon, LivingSocial e Foursquare, entre outros.

O site de notícias de tecnologia Gizmodo disse na quarta-feira que um estudante na Austrália descobriu um código de programação dentro do jogo que indicava um sistema de patrocínio e citou o nome da rede de fast food McDonalds (bit.ly/2a9DjnF). A rede não comentou o assunto ou qualquer de seus planos de marketing.

Especialistas em marketing disseram que pequenas empresas podem se voltar cada vez mais para o Pokémon Go – e redirecionar alguns dos seus gastos com marketing – à medida que o games atraia uma base maior de usuários.

“Com Pokémon Go, você está vendo o jogo como uma maneira de passar por cima de um monte de canais digitais (marketing) que as lojas têm confiado nos últimos anos”, disse Christophe Jammet, diretor de mídia social e móvel da consultoria DDG em Nova York.

“Não existia uma plataforma social de geolocalização que pode atrair tantas pessoas de uma só vez.”

Muitas lojas estão propagando ser “Poke Stops”, um lugar onde os jogadores podem pegar novas bolas Pokémon e aumentar o seu nível de poder dentro do aplicativo, para atrair clientes. Especialistas dizem que é apenas uma questão de tempo antes de grandes marcas se juntarem a esse movimento.

“Eles já estão olhando para isso”, disse Tom Kelshaw, diretor de tecnologia da Maxus Global, um grupo de gestão de investimentos em mídia de Nova York.

Fonte: Reuters

15 Jul 12:18

Farmarcas chega à loja 500 com projeto ambicioso

by noreply@blogger.com (Caio Camargo)
A administradora de redes de drogarias Farmarcas atinge, no próximo dia 29 de julho, a expressiva marca de 500 lojas em todo Brasil, com a inauguração de uma nova unidade na cidade de Lages, em Santa...

Esse é apenas um pouco do conteúdo que você encontrará visitando nosso blog....visite nos no www.falandodevarejo.com.br
13 Jul 15:03

Microsoft lança novo Skype para Linux com nova interface, baixe agora!

by Dionatan Simioni
Depois de quase dois anos sem atualizar o cliente para Linux, finalmente a Microsoft lançou uma atualização para o software. Confira as novidades da interface do novo Skype para Linux e veja como baixar agora mesmo!

Novo Skype para Linux lançado




Depois de dois anos sem atualizações, finalmente a Microsoft anunciou uma nova versão do Skype para Linux. Essa versão ainda está em fase alpha e por isso ainda deverá receber alguns recursos.

A nova versão é baseada na tecnologia WebRTC, que permite a comunicação por VOIP sem a necessidade de plugins, a mesma utilizada na versão Web do Skype. 

Inclusive, se você está seguindo a nossa dica de utilização do Skype Web no Linux, vai achar a interface muito semelhante, de fato, o novo Skype para Linux Alpha é basicamente um invólucro para a versão Web do Skype, porém, com uma integração com a área de trabalho, ícone na área de indicadores do sistema e indicador de mensagens na barra do Unity do Ubuntu. 

Skype Linux


O mensageiro tem apenas uma versão em inglês, mas que não deve ser problema para a maior parte das pessoas, a interface é muito intuitiva (especialmente para quem já usa a versão Web, como comentei). Nós próximos meses o Skype deverá receber mais atualizações, segundo a Microsoft, veremos novos recursos adicionados nos próximos meses e a migração para WebRTC também permitirá que o cliente Skype para Linux mantenha-se atualizado ao longo dos anos.

Como é uma versão alpha, ele ainda tem vários inconvenientes, por exemplo: Não é possível fazer chamadas de áudio ou vídeo para versões antigas do Skype Linux, e também não é possível fazer chamadas de vídeo por enquanto, mesmo em versões novas do Skype, chamadas de áudio já funcionaram corretamente.
Leia também: Como usar chamadas de vídeos no Skype Web no Linux
Quer testar a nova versão do Skype para Linux? Clique aqui para baixar a versão para Ubuntu, é possível que seja disponibilizado em breve para outras distribuições.
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06 Jul 10:30

Servidor Pentaho com Vagrant

by Fábio de Salles

Em um post anterior eu resenhei um livro da Packt que ensina como usar o Vagrant para criar ambientes de desenvolvimento. Lá eu comentei sobre como Vagrant é interessante, e até como eu tentei montar um servidor, mas não consegui. Ainda tenho muito que aprender sobre Puppet para fazer a coisa tão bem, mas vou dividir com vocês o que eu fiz. Na pior das hipóteses é um ambiente Pentaho pronto, e pode quebrar um bom galho.


Antes de mais nada eu preciso deixar claro que vou falar sobre o Pentaho por mera conveniência. Dá para aplicar tudo que eu vou falar aqui em qualquer plataforma, com quaisquer softwares de BI. Pentaho é do balacobado, mas cada um é livre para montar seu projeto como achar melhor. Eu gosto de software livre, lembram-se? Isso significa liberdade para usar o software que quiser. ;-)


O primeiro post caiu direto no assunto, e ficou meio “seco”. Por isso vou começar revisando a idéia toda com mais cuidado. Depois eu vou mostrar como fazer e, na conclusão, detono tudo. (Tee-he)

Processos & Ambientes

Desde sempre, e não apenas hoje em dia, qualquer projeto de BI sempre possuiu duas etapas: colher dados e usar dados.

A parte de colher os dados equivale à montagem de um DW, um Armazém de Dados. Já a parte de usar os dados corresponde a um projeto de Data Mining ou a um projeto que expõe os dados aos usuários por meio de ferramentas de análises.

Quando o projeto é pequeno podemos desenvolver na produção e simplesmente lidar com as consequências dessa bagunça, mas quando os projetos são maiores que um certo porte, esse “simplesmente” não se aplica mais. Precisamos de pelo menos dois ambientes: um de desenvolvimento e um de produção.

O problema é que manter dois ambientes separados acaba por originar discrepâncias entre eles, e aos poucos começam a ficar diferentes um do outro. Depois de um tempo as diferenças são tamanhas, e tão irreconciliáveis, que cada nova versão levada para produção gasta um tempo só ajustando o código para as diferenças.

E é neste ponto que a idéia de infraestrutura como código pode nos ajudar: ao invés de mantermos dois ambientes com configurações manuais, descrevemos cada ambiente com um código-fonte, tal qual um software. Desta forma mantemos um controle muito maior sobre cada configuração e, melhor ainda, podemos comparar ambas e evitar as discrepâncias que acabam por atolar o projeto a cada nova versão.

Softwares como Puppet e Chef cuidam para que as definições desse “código” sejam aplicadas e respeitadas. Sempre que um servidor sofre alguma mudança que o desvia de sua configuração “correta”, esses programas, chamados genericamente de provisionadores, forçam a configuração de volta, apagando as coisas erradas e restaurando as configurações definidas pelo projeto.

O Vagrant é um passo na direção de infraestrutura como código: ao invés de construirmos um servidor, simplesmente definimos um servidor virtual. Associado a provisionadores, conseguimos um projeto cuja configuração é uniforme de ponta-a-ponta. Mais: podemos trabalhar em projetos distintos, tendo um ambiente de desenvolvimento finamente ajustado para cada projeto, se um interferir com outro.

Se durante o desenvolvimento descobrimos que precisamos alterar alguma configuração, essa alteração entra no código que descreve o servidor, ao invés de ficar perdida em um manual qualquer. Por meio de um versionador, como Git, esse código de infra-estrutura entra no projeto e é distribuído para todos os envolvidos. Mais ainda, sendo versionado e propagado para a produção! É um mundo perfeito – ou não? ;-)

Vagrant BA Server

Agora eu vou mostrar para vocês a sequência de ações que eu tomei até construir um Pentaho BA Server apto a atender um projeto simples. Não é o resultado final perfeito, que eu gostaria de obter, pois ele não envolve nenhum provisionador – ainda estou batendo cabeça com isso, e não queria demorar para levar isso a vocês. Esse campo ainda está muito cru, e quanto antes essas idéias começarem a se espalhar por aí, melhor.

O processo é relativamente simples:

  1. Instalar o VirtualBox;
  2. Instalar o Vagrant;
  3. Criar um ambiente Vagrant;
  4. Adequar os parâmetros desse ambiente para o BA Server;
  5. Instalar o Pentaho BA Server.

Eu fiz tudo isso em Ubuntu 16.04-64bits, um Linux, mas deve ser possível repetir esses passos com Windows e Mac, já que eles são suportados.

Todas essas ações são tediosamente sem graça em Ubuntu:

  1. Abri um terminal e comandei sudo apt-get update, para atualizar os repositórios de pacotes;
  2. Instalei o VirtualBox comandando sudo apt-get install virtualbox;
  3. Instalei o Vagrant: sudo apt-get install vagrant;

    O site do Vagrant adverte as versões de repositório normlamente estão bem defasadas em relação ao projeto, e que não raro podem acabar apresentando problemas. Por isso, recomendam eles, baixe o instalador do site (aqui) ou compile o projeto do zero.


  4. Criei um ambiente Vagrant:
    1. Em outro terminal criei um diretório para o novo servidor: mkdir AmbienteVagrant;
    2. Entre neste diretório com cd AmbienteVagrant e criei o arquivo inicial: vagrant init precise32 http://files.vagrantup.com/precise32.box;
  5. Configurei esse ambiente para ter 1.5 GB e expor a porta 8080:
    1. No diretório AmbienteVagrant surgiu o arquivo Vagrantfile, que eu abri com o editor de textos;
    2. Entre as linhas que definem a configuração, Vagrant.configure(2) do e end, inseri esses dois trechos: config.vm.provider "virtualbox" do |vb|
      vb.memory = "1536"
      end
      e
      config.vm.network "forwarded_port", guest: 8080, host: 8080

    Isso vai mudar a memória da máquina virtual para 1.5GB ( = 1024 MB * 1.5), suficiente para um BA Server 5.x, e vai fazer um forward da porta 8080 da máquina virtual para a máquina real.

  6. Ainda dentro daquele diretório, subi o servidor Vagrant com o comando vagrant up. Na primeira execução ele baixou um disco virtual configurado com Ubuntu Precise Pangolin (12.04 LTS) para 32 bits, e só então subiu o servidor.

Voi-là! Agora temos uma máquina virtual pronta para ser configurada com o BA Server. O que precisamos fazer é bem simples: adicionar Java 1.7, baixar e descompactar o BA Server 5.4 e configurar o servidor para subi-lo automaticamente. Vamos nessa:

  1. Acessamos o servidor Vagrant rodando com o comando vagrant ssh. Um terminal se abre diretamente no servidor virtual;
  2. Vamos instalar o Java Oracle: é só adicionar o repositório e rodar um apt-get:
    1. Dentro do servidor Vagrant comandamos sudo apt-get update para atualizar a lista de pacotes disponíveis;
    2. Para adicionarmos a chave do repositório Java WebUpd8 precisamos de alguns pacotes. Instale-os com este comando:sudo apt-get install python-software-properties;
    3. Depois disso estamos preparados para adicionar a chave do PPA:sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/java. Apenas bata enter para concluir;
    4. Atualize os repositórios novamente, com outro sudo apt-get update;
    5. Finalmente, comande a instalação do Java 7:sudo apt-get install oracle-java7-installer;

      A instalação do Java por meio de repositório no Ubuntu é um truque: a licença da Oracle não permite empacotá-lo no repositório, então o que realmente baixamos é um programa de instalação que coleta, por meio de um prompt, uma anuência com os termos legais da Oracle, para então baixar os arquivos do Java e configurá-lo. Por isso a série de pontinhos, indicando o download – uma coisa que não acontece com o apt-get ordinário.


  3. Ao final teste o java: comande java -version e veja se volta uma mensagem informando a versão;
  4. Vamos precisar de outro programa: unzip. Comande sudo apt-get install unzip para instalá-lo;
  5. Instale o BA Server:
    1. Ainda no SSH do Vagrant, entre sudo mkdir /opt/pentaho para criar o diretório no qual vamos deixar o servidor;
    2. Para facilitar nossa vida, mude esse diretório para “casa da mãe joana”, comandando sudo chmod 777 /opt/pentaho. Isso vai dar permissão de escrita geral no diretório pentaho;
    3. Mude para ele, cd /opt/pentaho, e baixe o Pentaho BA Server 5.4 a partir do SourceForge:wget http://bit.ly/29gb4ak --output-document=biserver-ce-5.4.0.1-130.zip
    4. Depois que ele terminar de baixar, descompacte-o: comande unzip biserver-ce-5.4.0.1-130.zip;
    5. Terminou de descompactar? O zip não é mais necessário, e você pode removê-lo com rm biserver-ce-5.4.0.1-130.zip. Não precisa, já que isso não vai forçar o tamanho do disco virtual para baixo automaticamente.

Ufa! Quase lá! Primeiro deixe o BA Server pronto para atuação automática:

cd biserver-ce
./start-pentaho.sh

Responda com enter à mensagem e aguarde alguns minutos. Daí teste abrindo seu navegador web e apontando para http://localhost:8080. Se tudo deu certo você verá a tela de login do servidor. Não se esqueça de baixar o servidor antes de prosseguir, com um ./stop-pentaho.sh dentro da caixa Vagrant.


É importante você rodar o BA Server ao menos uma vez manualmente, e assim se livrar do prompt de execução inicial. Caso contrário o servidor pode não subir na inicialização automática.


E o que falta? Bom, queremos que o servidor Vagrant fique pronto com um único comando – vagrant up – sem precisar de mais nada. Então é necessário configurar o servidor para subir e baixar sozinho, na inicialização da máquina.

Configurando o BA Server para Início Automático

O procedimento descrito aqui foi retirado do capítulo 3 do livro Pentaho na Prática. Você pode baixá-lo [deste link][pnpcap3_bitly], e ter um gosto do livro.

  1. Primeiro, garanta que o servidor Vagrant esteja no ar emitindo o comando vagrant up dentro do diretório em que criamos o arquivo de configuração Vagrant (/home/USUÁRIO/AmbienteVagrant);
  2. Faça login no servidor Vagrant com vagranta ssh;
  3. Assuma credenciais de root na caixa Vagrant: sudo su;
  4. Mude para o diretório de scripts de serviço: cd /etc/init.d;
  5. Abra um editor para um arquivo novo, neste mesmo diretório, chamado biserver-ce: nano biserver-ce (pode usar o vim, se quiser;)
  6. Agora precisamos do script de inicialização de servidor, para Linux. Abra este link em uma outra aba do seu navegador e procure o item “Script de Inicialização do BI Server para Linux”. Baixe este script, abra-o e copie tudo para dentro do arquivo do item anterior. Salve, pressionando CTRL+O e batendo enter, e depois saia do editor, pressionando CTRL+X;
  7. Por fim ative a execução automática: ainda no terminal Vagrant, como sudo, comande: (atenção! são dois blocos diferentes!)
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc2.d/S99BAServer
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc3.d/S99BAServer
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc4.d/S99BAServer
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc5.d/S99BAServer
 
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc0.d/K19BAServer
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc1.d/K19BAServer
ln -s /etc/init.d/biserver-ce /etc/rc6.d/K19BAServer

É isso. Saia de tudo, pare o servidor Vagrant com vagrant halt e depois reinicie-o com vagrant up. Assim que o prompt voltar, abra um navegador web e aponte para http://localhost:8080/pentaho.


O comando vagrant up pode terminar antes de o servidor Pentaho estar no ar. Dê alguns minutos para tudo acabar de acontecer antes de tentar acessar o BA Server com o navegador web.


Conclusão

Acabei de reler tudo, para fazer a conclusão, e acho que devo um pedido de desculpas: parecia mais fácil na minha cabeça… Se você tiver algum problema, ou dúvida, deixe aqui um comentário, que eu te ajudarei.

Vamos lá, para a conclusão.

Virtualização é uma idéia muito legal. Virtualizar máquinas permite desde jogar antigos arcades a testar sistemas operacionais sem precisar arriscar ferrar a nossa máquina e nossos dados.

No mundo dos desenvolvedores, as coisas ficam cada vez mais complicadas. Uma das complicações mais perniciosas é o duo ambiente de desenvolvimento/produção: a tendência humana em mexer agora e documentar depois acaba bagunçando a situação a tal ponto que cada novo deploy, isto é, a cada entrega de uma nova versão no ambiente de produção, exige muito trabalho para compensar as diferenças entre os ambientes.

Para resolver esse problema surgiram tecnologias englobadas na disciplina DevOps, como os provisionadores, softwares que configuram, e forçam essa configuração em um ambiente, automaticamente. Dois membros desta classe são o Puppet e o Chef, que permitem definir uma infraestrutura como se fosse código, tornando possível até mesmo uma coisa estranha: versionar uma infraestrutura, isto é, guardar todas as configurações que ela já teve ao longo do projeto.

Alguém teve a (óbvia e genial) idéia de combinar essas duas coisas e conseguir uma terceira ainda mais bacana: ambientes de desenvolvimento isolados!

O software Vagrant, sobre o qual a Ed. Packt oferece um livro muito bom, faz exatamente isso: permite a criação de ambientes estanques, configurados ao gosto do projeto. Graças a ele, qualquer equipe pode ter um ambiente de desenvolvimento “limpo” (i.e. exclusivo por projeto), uniforme (igual para todo mundo) e estável (não muda sem querer ou por acidente.)

Em um post anterior eu resenhei o livro da Packt sobre o Vagrant, e hoje eu dei aqui o passo-a-passo para montar um servidor Vagrant para projetos que usem o Pentaho BA Server 5.4.

… ou quase: o ideal teria sido definir a configuração como um script Puppet ou Chef (scref?? kkk) e deixar o provisionador tomar conta. Mas eu ainda tenho muito a aprender e por isso resolvi mostrar o que eu já consegui fazer.

Burning Down the House

Eu seguia feliz da vida estudando o Vagrant, quando, de repente! (kkk), fiz o curso da 4Linux sobre DevOps! Foi quando eu fui obrigado a aprender sobre o [Docker][docker_bitly], algo do que eu vinha escapando deliberadamente (infra não é minha praia.) O Docker leva adiante a idéia de isolamento proposta pela virtualização, mas a um custo de infra menor: enquanto que a virtualização quebra uma máquina real em várias virtuais, o Docker monta várias máquinas “virtuais” compartilhando a mesma infra. Isso tem uma grande vantagens logo de saída: por não virtualizar tudo, mas apenas a parte que interessa, ele é muito mais leve e por isso usa melhor os recursos da máquina. De cara a performance de um container Docker é melhor que a de uma máquina virtual.

Há muita coisa ainda para se evoluir e resolver na tecnologia de containers mas, como colocou o The Register, se virtualização é uma tecnologia importante e valiosa em certos cenários, em outros ela é pesada e ineficiente, e coisas como containers são o futuro.

Uma destas coisas, na minha opinião, é justamente a gestão de ambientes, e não apenas de desenvolvimento! Como um container tem performance nativa, podemos montar servidores reais usando Docker e ainda atingir o grau de isolamento e controle proposto pelo Vagrant. No fundo, é a mesma coisa, mas executada de uma forma diferente.

Por isso eu disse, no começo, que “vou mostrar como fazer e, na conclusão, detono tudo. (Tee-he)”: não sei se vou continuar investindo no Vagrant. Ao menos por um tempo, eu definitivamente vou cair de cabeça no mundo do Docker! Eu até comprei um livro da Packt sobre isso, o Learning Docker. Assim que eu acabar de lê-lo vou fazer sua resenha aqui e depois montar o mesmo ambiente de hoje usando Docker.

Docker

Docker

Docker Docker Docker Docker Docker Docker Docker Docker

Já reparou como é viciante falar Docker? Docker Docker Docker Docker

Até a próxima! ;-)


06 Jul 13:41

Get your DDR on with an Arduino dance pad

by Arduino Team
Cleiton Ribeiro

Achei a kara do Betinho

Alex of the YouTube channel “Super Make Something” is a huge fan of Dance Dance Revolution (DDR), and still has to play the game whenever he steps foot into an arcade. However, with the number of arcades slowly declining, the Maker has decided to bring that experience into his living room with a USB DDR dance pad.

And yes, you could always buy a metal dance pad but rather than spend $300, why not build your own? That is exactly what Alex has done using some easy-to-find materials: a 35″ x 35” slab of plywood for the base, four 1” x 35” pieces of wood for the border, five 11” x 11” pieces of MDF for the stationary panels, four 9″ x 9” pieces of cardboard for the riser panels, 12 metal button contacts out of aluminum, four 11” x 11” MDF button pads, acrylic sheets for the dance surface, and plenty of paint and graphics for the finishing touch.

The dance pad itself is based on pull-up resistors and an Arduino Leonardo, which is housed inside a 3D-printed enclosure. The Arduino includes an ATmega32U4 chip that can be programmed to act as a USB input device. The working principle here is that the MCU sends out a keystroke every time a button panel is stepped on. Alex provides a more in-depth breakdown of how it works in the video below! Meanwhile, the Arduino code can be downloaded here.

08 Jul 01:01

Listen to a computer hardware orchestra rock out to Nirvana

by Arduino Team
Cleiton Ribeiro

Será que tem tempo?

What do you get when you combine 64 floppy drives, eight hard disks, and two scanners? An incredible computer hardware orchestra that can rock out like Kurt Cobain. Created by Pawel Zadrozniak, the Floppotron is not only capable of covering ‘90s hits like Nirvana’s “Smells Like Teen Spirt,” but can play other tunes ranging from Darth Vader’s Imperial March to the theme song of the TV series “Hawaii Five-O.”

As for how the old-school tech synthesizes such tunes, Zadrozniak explains:

Every device with an electric motor is able to generate a sound. Scanners and floppy drives use stepper motors to move the head with sensors which scans the image or performs read/write operations on a magnetic disk. The sound generated by a motor depends on driving speed. The higher the frequency, the greater the pitch. Hard disks use a magnet and a coil to tilt the head. When voltage is supplied for long enough, the head speeds up and hits the bound making the “drum hit” sound. The disk head coil can also be used as a speaker to play tones or even music, but… that would be too easy and too obvious.

Every column of eight floppy drives is connected to one 8-channel controller built on ATmega16 microcontroller. One controller acts as one voice with envelope simulation – the higher the volume, the more drives are playing. This allows to make ADSR-like shape and simulate a musical instrument, like a piano (exponential decay) or string instrument (sine, “vibrato”). The boards which were made a few years ago, were designed as a standalone “players” with optional USB-to-UART bridge and was not intended to be chained. My goal was to re-use old stuff and get the job done as fast as possible, so I used the on-board ISP (which in fact is a SPI interface) connector to link 8 drivers in a SPI chain. Long SPI chain with unidirectional communication is not an example good and reliable design, but it did not require any hardware modification and took a minute to build a controller network, so let’s call it… good enough for this kind of project.

Scanner and disk head controllers share the same base with floppy controllers, but have a different “instrument interface.” For driving the coils, I used two push-pull outputs (H-bridge) built with discrete SMD MOSFETs. Scanner head controllers were built using of-the-shelf boards – an Arduino Uno (firmware also builds for ATmega328) and L298 breakout to save time needed to draw and etch the boards. PC interface (another Arduino board) receives the data over UART (USB-UART), buffers the messages and keeps the timings while passing packets to “musical instruments” over SPI interface, so a Windows hiccup will not affect the playback. It can also be driven by anything else like Raspberry Pi, Android smartphone (with USB-UART or UART-over-Bluetooth adapter) or another microcontroller.

You can read all about the Floppotron here, or check out its latest jam session below!

05 Jul 17:30

Duas ferramentas gratuitas para escolher cores que combinam

by Denise Helena

Ao longo dos últimos anos temos mostrado diferentes ferramentas relacionadas com o mundo do desenho e da cor. Agora resolvemos destacar duas ferramentas para escolher cores que combinam, o que é muito útil para quem se dedica profissionalmente ao design.

Adobe Color CC

Adobe-Color-CC-

Leia também: IMPALETTE, PARA ESCANEAR IMAGENS E ENCONTRAR AS CORES PANTONE DOMINANTES

A primeira é Adobe Color CC, um círculo cromático online completamente gratuito. É só acessar o site da ferramenta e teremos a possibilidade de ajustar o comportamento do círculo, podendo se escolher entre várias opções diferentes: cores análogas, monocromáticas, complementares, compostas e personalizadas. Assim, só é preciso selecionar as cores no círculo cromático e veremos os resultados imediatamente. Além disso, Adobe Color CC também permite fazer a própria desde qualquer imagem que quisermos.

Paletton

Paletton

Leia também: PICANALYZER, PARA EXTRAIR A PALETA DE CORES DE QUALQUER IMAGEM

Com um funcionamento similar ao da ferramenta anterior, Paletton também permite obter paletas de cores que combinam muito bem para nossos diferentes projetos. E não é só isso, pois também é possível ajustar o comportamento do círculo. Sem dúvida, uma das características mais chamativas é a inclusão de um modo para usuários daltônicos que pode ser ativado com um clic sobre o botão “Visual simulation”, situado na parte abaixo à direita da interface.

04 Jul 12:44

Linx Analytics aplicativo para gestores de lojas

by Veridiana Serpa

A Linx lançou na ABF Franchising Expo 2016 o APP Linx Analytics,  aplicativo voltado para o segmento de moda e acessórios que permite a varejistas gerenciarem suas lojas, redes ou franquias por meio de smartphones ou tablets, além de alavancar as vendas. Com a solução é possível acompanhar, em tempo real, as vendas, variação de ticket médio, desempenho de cada produto, histórico de compras do cliente, entre outros indicadores.

O Linx Analytics é direcionado para gestores de lojas, redes e franquias do varejo. O APP está disponível para rodar nos sistemas operacionais IOS, Android e Windows Phone, além de computadores via browser.

 

A Linx também apresentou tecnologias de gestão em plataformas móveis que já estão à disposição do varejo de moda e melhoram a experiência de compra dos consumidores como o Linx Mob Checkout, aplicativo que realiza e finaliza vendas de qualquer parte da loja utilizando um smartphone e o Linx Showroomer, que faz a venda de mercadorias da loja virtual (e-commerce) dentro da loja física, permitindo ao cliente receber as compras em casa sem passar pelo caixa.

 

 

No segmento de food service,  apresentou novas tecnologias que auxiliam os lojistas e franqueados na administração de seus negócios.  Entre eles está o APP Linx Degust Analytics, aplicativo que permite que o varejista acesse diversos indicadores e gerencie suas lojas ou redes de food service em tempo real, por meio de smartphones ou tablets.

A empresa também apresentou sua plataforma tecnológica que permite que redes do varejo de alimentação criem aplicativos da sua marca, o Linx Degust APP Consumidor. A solução permite que consumidores comprem refeições acessando o cardápio online e customize seu pedido podendo optar por fazer o pedido antes de chegar à loja ou solicitar o serviço de delivery e efetuar o pagamento com cartões de crédito via aplicativo.

As redes Bob’s, Bon Grillê, Espetinhos Mimi, Griletto, Giraffas, Habibs, Rock&Ribs e Suplicy já estão testando os produtos.

No segmento de varejo de serviços (educação, estética e lavanderias), a empresa dispõe de um sistema centralizado e integrado para a gestão das redes de franquias, que faz diferença para a evolução e o crescimento do negócio. Entre diversas funcionalidades, o Linx Varejo de Serviços, que é uma solução 100% web, permite a gestão e a operação das unidades da rede de franquias pelos franqueados, traz um painel de indicadores que permite acompanhar on-line e em tempo real os números, além de oferecer um portal que padroniza os processos de negócio definidos pelo franqueador e dissemina as melhores práticas de operação e gestão para toda a rede.

>>> www.linx.com.br

O post Linx Analytics aplicativo para gestores de lojas apareceu primeiro em Geek Chic.

03 Jul 14:04

Mozilla libera primeira compilação do Servo, o seu motor de renderização

by tableless

mozilla

A lançou a primeira compilação de Servo, seu novo engine. Esta é a primeira demonstração que Jack Moffitt, líder do projeto na Mozilla, descreveu como “um mecanismo de navegação de última geração com foco no desempenho e robustez.”

Pacotes para o MacOS e Linux estão disponíveis para download aqui: Servo Developer Preview downloads. A Mozilla promete que os pacotes para Windows e Android estarão disponíveis “em breve” e você pode verificar todo o código fonte no GitHub. Viu por que eu gosto da Mozilla?

Para tentar facilitar a interação, a Mozilla fez este novo motor com uma interface totalmente HTML. Ele ainda não está totalmente compatível (tentei escrever este post, usando WordPress, pelo Servo, mas as telas ficam “meio” quebradas). A interface, por enquanto, está totalmente pelada. Não tem abas visíveis, não tem barra de endereço, não há sidebar, rodapé ou algo assim.

Moffitt disse que esta interface é “inteiramente escrita em HTML, CSS e JavaScript” e que “inclui muitas animações e interações ricas que você encontraria em aplicações nativas, mas que nem sempre funcionam bem em navegadores atuais.”

Em abril de 2013, a Mozilla e a Samsung anunciaram planos para desenvolver um engine da “próxima geração” usando a linguagem de programação Rust. Eles queriam reconstruir o navegador a partir do zero em hardware moderno, ignorando velhos pressupostos que tiveram que ser feitas antes multicore e hardware paralelo. O objetivo final na época era trazer a tecnologia para Android e ARM, mas que evoluiu desde então para um motor que está sendo desenvolvido para Windows, Mac OS X, Linux e Android. Como Moffitt falou antes, “Servo re-imagina a arquitetura do navegador no mercado moderna de computadores multi-core, GPUs e linguagens de programação mais seguras.”

Ainda assim, esta é apenas uma demo técnica destina-se a dar aos desenvolvedores uma chance de experimentar o Servo. Eventualmente, a Mozilla espera que o motor Servo “irá definir um novo padrão para de desempenho para engine web”.

Desde 2014 (sim, faz tempo) o motor Servo já passa no teste Acid2.

Eu tenho dúvidas, mas torço muito pela Mozilla. Meu browser principal é o Firefox e quero muito continuar contando com a privacidade e as facilidades que a Mozilla oferece. Mesmo assim, fico em dúvida sobre a performance do browser por conta da construção em JS e CSS. O Atom, editor de texto do GitHub, é feito usando JS, e é lerdo pra caramba. Mesma coisa para o Brackets da Adobe que é uma carroça. Vamos ver como ele vai se sair.

fonte: VentureBeat

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Este artigo foi escrito por tableless.

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29 Jun 21:03

Venduino is a DIY Arduino vending machine

by Arduino Team

Ryan Bates has built a miniaturized vending machine from scratch using an Arduino Uno, four continuous rotation servos, and a Nokia 5110 LCD. The device, dubbed “Venduino,” includes four input buttons to make a selection, an LED indicator, and a 12V light strips to illuminate the inside of the cabinet. Whether it’s candies, toiletries, game cartridges, or miscellaneous items you’re looking to dispense, the possibilities are endless. Simply insert a coin, choose a product, and repeat.

Sound like something you’d like in your dorm room or cubicle? Bates has shared his code and schematics, and provided a detailed breakdown of his build below.

29 Jun 03:43

Carved Nissan GT-R Impresses At Tokyo Motor Show 2016

by noreply@blogger.com (Damn Cool Pics)
Japanese racing company Kuhl Racing bought a standard Nissan GT-R but they turned it into so much more. They worked on carving the body to make it look like gold armor which made the car a very popular attraction at Tokyo Motor Show 2016.



















28 Jun 22:15

Bulma: framework CSS baseado em flexbox

by Gabriel Prates

bulma

“Inspirado pelo Bootstrap, o Bulma visa oferecer a todos a alegria de fazer o design do site, com a simplicidade do flexbox e a elegância de Sass.” – Jeremy Thomas, criador do projeto Bulma.io.

 

Como o título diz, o Bulma é um framework CSS baseado na tecnologia flexbox, que já tem uma grande compatibilidade entre os navegadores. O pacote contém todos os elementos mais comuns como botões, formulários, menus, tabelas, títulos, notificações, barras de progresso e um simples sistema de grid (basta adicionar uma coluna, o resize das colunas é automático).

Vou mostrar alguns exemplos para que você possa entender o poder do Bulma.

Primeiramente, faremos a instalação que não precisa de nada mais que um link para o arquivo de estilos do Bulma:

<link rel="stylesheet" href="https://cdnjs.cloudflare.com/ajax/libs/bulma/0.0.26/css/bulma.css">

Claro que você pode baixar e deixar no seu diretório local, e também baixar com o NPM: npm install bulma; mas o que quero mostrar é que tudo que você precisa é apenas de um arquivo de CSS.

Baixando com o NPM você terá como personalizar facilmente com SASS.

O Bulma não vem com nenhum pacote de icon-fonts acoplado, então, caso você pretenda usar algum, como o Font Awesome, você deve inserí-lo também.

O Grid

Lembrando: como o Bulma foi baseado no Bootstrap, uma das semelhanças é o sistema de grid com 12 colunas.

Como falei, o grid funciona de forma muito simples. Tudo que você precisa é ter uma div com a classe .columns e suas filhas .column, como no exemplo abaixo:

<div class="columns">
  <div class="column">.column</div>
  <div class="column">.column</div>
  <div class="column">.column</div>
  <div class="column">.column</div>
</div>

Você pode entender melhor como funciona com esse exemplo.

Mas e se você quiser que uma coluna ocupe o espaço de duas? Ou três? Ou quatro? Simples!!!

Podemos utilizar as classes is-2, is-3, is-4, is-5, is-6, is-7, is-8, is-9, is-10 e is-11 para especificar qual a área ocupada pela .column.

Para entender melhor, aconselho a dar uma olhada neste e neste links.

Hero

Você já teve problemas com alinhar elementos verticalmente ao centro? O Bulma é um verdadeiro herói para essas situações! Veja este exemplo:

  <section class="hero is-large">
    <div class="hero-body">
      <div class="container">
        <h1 class="title">
          Título
        </h1>
        <h2 class="subtitle">
          Exemplo do uso do hero
        </h2>
      </div>
    </div>
  </section>

Aqui o Bulma centraliza os títulos na vertical, qualquer conteúdo seria alinhado também. Clique aqui mais exemplos.

Level

Por último, quero falar um pouco sobre as navbars. Veja esse código:

  <nav class="level">
    <p class="level-item has-text-centered">
      <a class="link is-info">Home</a>
    </p>
    <p class="level-item has-text-centered">
      <a class="link is-info">Menu</a>
    </p>
    <p class="level-item has-text-centered">
      <img src="http://bulma.io/images/bulma.png" alt="" style="height: 33px;">
    </p>
    <p class="level-item has-text-centered">
      <a class="link is-info">Reservations</a>
    </p>
    <p class="level-item has-text-centered">
      <a class="link is-info">Contact</a>
    </p>
  </nav>

Ele gera uma navbar em que os elementos são divididos com a largura igual e com alinhamento vertical no centro, mesmo com imagem ou até mesmo um form, ele manteria esse alinhamento.

Veja mais aqui.

Enfim…

Estes foram alguns exemplos do poder do Bulma mas há muito mais que você pode conferir na própria documentação do projeto.

Existem vários componentes legais, como cards, menus, paginação, mensagens, e várias outras coisas fáceis de usar e simples de compreender.

Isso é tudo pessoal (:

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Este artigo foi escrito por Gabriel Prates.

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27 Jun 19:51

Menos de 15 Reais: O Smartphone mais barato do mundo é Indiano

by Dionatan Simioni
Agora que os Smartphones estão consolidados como uma das principais formas de acesso a internet, certamente eles podem ser considerados como fatores de inclusão digital, pensando nisso é que uma empresa indiana chamada Ringing Bells vai produzir Smartphones de baixíssimo custo para serem vendido a pessoas com poder aquisitivo reduzido.

Freedom 251 Smartphone
Imagem comparando o Freedom 251 com o iPhone




A Ringing Bells anunciou ainda no início deste ano o que seria o "Smartphone mais barato do mundo", depois de um tempo de desenvolvimento, finalmente os aparelhos que custam 251 rúpias, moeda indiana, algo em torno de R$ 12,50 atualmente, estarão disponíveis para o público.

O aparelho é o "Freedom 251", que claramente tem um inspiração em seu design com base no Smartphone da Apple, o iPhone. 

Segundo o CEO da empresa, Mohit Goel, a Ringing Bells já tem 200 mil unidades prontas para distribuição, sendo que a mesma começará no dia 30 deste mês.

Por um valor tão baixo, você pode se perguntar qual seria o hardware do Freedom 251, não é verdade? Veja só:
  • Processador single core de 1,3 Ghz
  • 1 GB de RAM
  • 8 GB armazenamento interno (extensível até 32 GB via cartão SD)
  • Câmera traseira de 8MP
  • Câmera frontal de 3.2 MP
  • Bateria de 1800 mAh
  • Android 5.1 Lollipop

Viu só? Tudo isso por menos de 15 reais! É claro que é um ótimo hardware; com o maior custo benefício da história sem dúvidas. Mas temos uma curiosidade à respeito do assunto que não pode ser ignorada.

Os especialistas dizem que não é possível produzir um Smartphone tão barato (na verdade não precisa ser muito especialista pra constatar isso...) e de fato, a Ringing Bells admitiu que ao cobrar 251 rúpias por aparelho, a empresa estará tirando do próprio bolso cerca de 140 rúpias para pagar a produção do mesmo, ou seja, o aparelho dá prejuízo.

Pra mim as contas não fecham muito bem, mas a ideia da Ringing Bells é ganhar dinheiro com enormes quantidades de vendas, eles parecem estar tão otimistas com o modelo de negócio que estão pensando em lançar em breve um TV com tela de LED de 32 polegadas e que custaria em torno de R$ 496,00 ou aproximadamente 10 mil rúpias.

Certamente isso trará a possibilidade de várias pessoas terem acesso a um Smartphone, a questão é, por quanto tempo essa brincadeira vai durar? Será que empresa vai conseguir se manter? Vamos torcer para que sim, isso seria só mais uma forma de mostrar que um iPhone ou um Galaxy S.x não vale tudo o que custa, especialmente no Brasil.

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23 Jun 18:45

SpotMini é um robô que pega objetos no alto, sobe escadas e causa pesadelos

by Emerson Alecrim
Cleiton Ribeiro

Realmente esse trem me dá medo. o.O
Gostei do final do video, ele dando um pirada com a lata de refri. huahuaa

SpotMini

Em março, a Boston Dynamics foi colocada à venda pelo Google, mas isso não a fez parar de tirar o sono da gente: a empresa continua criando robôs tão fascinantes quanto assustadores. O mais novo deles se chama SpotMini. Trata-se de um robô quadrúpede de pescoço alongado, quase 30 quilos e incrível capacidade de movimentação — dá até para fazê-lo rebolar.

Segundo a Boston, o robô foi desenvolvido para executar tarefas em espaços bastante limitados, daí o seu fascinante poder de articulação. Ele pode, por exemplo, se agachar para passar debaixo de mesas ou estender o que seria o seu pescoço para pegar objetos que estão sobre um armário, por exemplo. No vídeo de demonstração, o SpotMini tira uma lata da pia e a joga no lixo, só para você ter ideia.

O vídeo também mostra o robô levando um baita tombo. Nem eu, que tropeço até em chão liso, caio de maneira tão dramática. Mas nem precisa ter pena: o pescoço do robô assume a função de braço de apoio e o faz levantar em questão de segundos. Na sequência, ele sobe escadas como se nada tivesse acontecido.

É verdade que boa parte dos movimentos do SpotMini precisa ser controlada ou monitorada por um operador humano. Mas o robô foi equipado com diversos sensores e câmeras que o permitem se mover de forma autônoma em terrenos mais simples. Um conjunto de baterias garante autonomia de até 90 minutos ininterruptos.

Assim como o robô bípede Atlas e o robô guepardo Cheetah, o SpotMini foi criado com o intuito de atuar em missões de busca e salvamento ou remoção de escombros, por exemplo. Causar pesadelos também deve estar entre os objetivos (cumprido com absoluto sucesso, por sinal), mas a capacidade do robô de caminhar sobre superfícies acidentadas, desviar de obstáculos e remover objetos o torna mesmo apto a esses fins mais nobres.

Com informações: Recode

SpotMini é um robô que pega objetos no alto, sobe escadas e causa pesadelos