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03 Dec 15:33

Google tests offline developer kit delivered on DVD for bandwidth challenged users

by Owen Williams
Google
Today, Google has announced an ‘offline developer kit’ that crams a number of tools, SDKs and videos onto DVD’s for bandwidth challenged countries. The kit is intended as a pilot test and includes a number of tools for developers, such as: The entire I/O Dev Bytes Series Full Google Udacity course videos (Android, App Engine, HTML5 games, UX, Mobile Web) The entire Android Website: http://developer.android.com Material Design docs from http://google.com/design Web Fundamentals documentation from http://developers.google.com/web The Google Cloud Platform docs from https://developers.google.com/cloud, Android, Cloud, and Design videos from the Google Developers YouTube channel Google says 2,000 of the kits have…

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03 Dec 15:21

A Intel será capaz de salvar o Google Glass?

by Ronaldo Gogoni

google-glass-amanda-rosenberg

O Google anda meio perdidinho com o Glass, seu gadget de US$ 1.500 que até agora não mostrou a que veio, ao menos para o consumidor final. A gente sabe, há diversos projetos de desenvolvedores para usos dedicados, desde medicina a segurança pública, mas ainda não vimos algo que justifique a aquisição pela população geral.

Para completar os desenvolvedores estão perdendo interesse no acessório. Um dos motivos seria a performance pífia: sua bateria só resiste a 45 minutos de filmagem contínua em 720p, o que faz dele um gadget dos mais gastões e estaria levantando o temor que o Glass não passe de um produto-conceito, não recebendo uma versão final. Só que Mountain View não vai desistir tão fácil.

De acordo com informes do Wall Street Journal, o Google pretende lançar em 2015 um novo modelo do Glass (não há indícios de que seja o final; pode ser um update do Explorer) em que o processador da Texas Instruments será substituído por um da Intel, muito provavelmente se valendo da expertise adquirida da parceira em wearables e chips potentes que consomem muito pouca energia, permitindo o desenvolvimento de produtos como o Edison ou o pendrive que roda Windows 8.1.

A ideia é fornecer um Google Glass que não seja tão comilão quando o atual, chegando próximo do MICA, um bracelete esperto de luxo equipado com o SoC Quark (também presente no Edison) cuja bateria dura até dois dias. Claro que ela é maior do que a presente nos óculos de Mountain View, mas ao ser equipado com processadores mais econômicos espera-se que sua autonomia ao menos dobre.

O último update do Glass foi a memória RAM, que dobrou para 2 GB. Espera-se que com isso o interesse no gadget por parte dos desenvolvedores volte, caso contrário não vejo um futuro tão promissor para ele.

Fonte: WSJ (paywall).

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03 Dec 15:08

Equilibrando a opinião dos outros com a sua própria intuição de designer

by Fabricio Teixeira

Ouvimos sempre falar da importância em se testar os produtos que desenhamos com usuários reais. Aqui no blog mesmo, temos uma série de posts dedicadas a esclarecer as dúvidas mais frequentes e encorajar que os designers façam testes com usuários sempre que possível (e mesmo quando impossível).

Verdade. Um teste é melhor do que zero testes. O valor em se receber feedback dos usuários do produto ou mesmo dos outros membros do time é realmente um exercício que todos os designers (UX ou não) devem praticar. Afinal, raríssimas são as vezes em que o público-alvo do produto que está sendo desenhado é o próprio designer. E colher insights de outras pessoas torna o design melhor, mais usável e mais humano – a cada novo round de iteração.

Mas um dos perigos de ter uma mentalidade extremista sobre o assunto (sobre qualquer assunto, na verdade), é a de existir entre o time de design aquela obsessão míope de que “design bom é apenas design testado com usuários”.

Será que isso é necessariamente verdade?

O outro lado da moeda

Pense nas diferenças entre Google e Apple. Google é uma empresa que se pauta, do começo ao fim do processo de design, em inputs dos usuários. Seja através de análise de dados (de como as pessoas já utilizam os produtos), seja através de testes de usabilidade, pesquisas em grupo ou ainda dos programas de beta testing que eles fazem cada vez que um novo produto é lançado no mercado. Cada mínima decisão de design é baseada em algum tipo de insight sobre o comportamento do usuário final.

Já a Apple prefere não confiar tanto em pesquisa com usuários, dizem os boatos. Não querem correr o risco de que vazem informações sobre seus novos hardwares e softwares, e também acreditam no poder de intuição dos bons designers (possivelmente uma herança da era Steve Jobs). Aquela história de que não adianta você perguntar para as pessoas o que elas querem, porque elas não saberiam dizer – e que é parte do trabalho do designer ter a resposta para isso.

Qual das duas empresas tem melhores designs?

Difícil dizer, certo?

Melhor testar sempre com usuários, ou melhor confiar na intuição do designer?

O equilíbrio entre os dois caminhos

Nenhum dos métodos está errado: nem colher feedback de outras pessoas, nem confiar na intuição do designer.

Colocar o seu ego de lado e ouvir o feedback que os usuários têm sobre seu produto é não apenas um processo admirável e nobre, mas também faz bastante sentido do ponto de vista racional. É uma das melhores formas de detectar erros de usabilidade e evitar que eles aconteçam no dia-a-dia.

Por outro lado, as maiores inovações humanas surgiram dos visionários que resolveram ignorar um pouco a opinião alheia e seguir sua intuição – mesmo que aquela visão contrariasse o senso comum.

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Será que você está sabendo balancear esses dois lados?

Será que sua busca excessiva por feedback dos usuários ou de outros membros do time não pode ser sinal de insegurança sobre a solução proposta?

Será que sua confiança extrema na solução que desenhou e a negligência a colher feedback de outras pessoas não pode ser um sinal de vaidade exacerbada?

Nem Levy Fidelix agradou a todos

Coletar feedback dos usuários e de todos os stakeholders envolvidos no processo de design é definitivamente uma tarefa necessária. Mas uma coisa é preciso ter em mente: você nunca conseguirá agradar a todos.

Stakeholders diferentes têm interesses diferentes – e que muitas vezes são diferentes também dos interesses do usuário do produto. É importante que o designer saiba fazer as perguntas certas para todas essas pessoas, saiba ouvir, mas também saiba filtrar e ter bom senso sobre que parte do feedback deve ser incorporada no produto, e que parte deve ser ignorada.

É aí que entra a parte da intuição.

Compartilhe a solução, pergunte, ouça, e depois filtre.

Mas achar que você conseguirá ouvir a todos e atender a todos, isso é ilusão.

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Para fechar, uma pequena fábula do conhecimento popular:

O velho e da criança atravessavam o deserto montados em um burro e recebiam comentários agressivos dos outros viajantes: “que homens cruéis, querem matar o burrinho com tanto peso”.

Então o velho desce do burro e deixa o menino montado. Mais uma vez, comentários agressivos: “como pode, o garoto que é forte montado no burro e o velho coitado é que vai a pé”.

Então o velho mandou o garoto descer e montou ele no burro. Andaram mais um pouco até que encontraram novo grupo de pessoas, e mais uma vez foram censurados: “olhem para isso, a pobre da criança a pé e o velho muito bem montado no burro”.

Desceu o velho e foram os três a pé. Um pouco mais adiante voltaram a enfrentar a indignação de outras pessoas: “olhem aqueles patetas ali, têm um burro e mesmo assim andam a pé”.

03 Dec 14:54

Sofás feitos com partes de carros antigos

by noreply@blogger.com (Ariadne Rodrigues)
Já dizia o grande químico Lavoisier “Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. No mundo dos objetos a lei da conservação também é aplicada. Um exemplo disso é a transformação de partes de carros antigos em sofás.


Para os amantes de carros e decoração, nada melhor que adquirir um sofá de carros antigos. Eles combinam com a decoração da sala, quartos, escritórios e ficam lindos em lanchonetes com temáticas retrô dos anos 50. Aqui no Brasil já tem uma loja especializada pra quem quer adquirir um: Certas coisas Vintage.


Abaixo você confere alguns modelos e a aplicação deles nos ambientes. Espero que curtam! Fiquei doida com o último modelo, a frente de um fusca (amo fuscas ♥) no meu quarto ficaria lindo.

















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03 Dec 01:25

Viva Intensamente # 183

Beto

Sempre ehehhehe gato bicho folgado

03 Dec 01:24

Anésia # 194

03 Dec 01:23

Festa Dino Fantasia

03 Dec 01:22

Quando o Space Invaders se tornou uma ameaça aos jovens britânicos

by Dori Prata

space-invaders

Começo da década de 80. O mundo passava por muitas transformações e uma delas era a popularização dos videogames. Para muitos aqueles aparelhos não passavam de brinquedos, uma forma das crianças se divertirem, mas para George Foulkes, um membro do parlamento do Reino Unido, os games eram uma grande ameaça para a juventude britânica.

Vendo que o número de pessoas que passavam a se interessar pela novidade só crescia e temendo o que isso poderia causar, em 20 de maio de 1981 o político propôs um projeto de lei intitulado “O Controle do Space Invaders e Outros Jogos Eletrônicos”, que como você já deve ter percebido, tinha como principal alvo a criação de Tomohiro Nishikado.

Isso é o que acontece às nossas crianças,” defendeu Foulkes na época. “Elas matam aulas, perdem as refeições e perdem outras atividades normais para jogar ‘Space Invaders’. Tornam-se enlouquecidas, com os olhos vidrados, ficando alheias a tudo a sua volta enquanto jogam essas máquinas… Os membros que não viram isso deveriam ir a um arcade ou café em suas regiões para verem o efeito que eles tem nos jovens.

Além disso, o político também afirmou que os fliperamas estavam fazendo com que crianças desaparecem por longos períodos e até começassem a praticar crimes só para conseguir dinheiro para jogar mais um pouco, numa clara alusão às drogas.

Para a alegria dos britânicos, a proposta não foi aprovada, com um dos participantes a votação tendo classificado o debate como uma grande perda de tempo e outro dizendo que o Sr. Foulkes estava buscando “restringir o prazer inocente dos jovens.

Hoje o político se defende dizendo que não se arrepende da ideia e que aqueles que não viveram aquela época não fazem ideia do quão popular e viciante era o jogo em que tínhamos que defender a Terra de uma invasão alienígena. O pior de tudo é que quanto a isso o sujeito tem lá uma certa razão e se ainda hoje, mais de 30 anos após a sua proposta, temos pessoas que continuam acusando os videogames de corruptores de almas e/ou meros brinquedos de desocupados, como condenar George Foulkes por sua atitude?

Fonte: BuzzFeed.

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03 Dec 01:20

O fim de uma era: revista INFO deixará de ser impressa

by Ronaldo Gogoni

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No Brasil existe um fenômeno curioso que o André costuma chamar de braso-capitalismo: quando um produto vende bem, aumenta-se o preço para maximizar os lucros. Quando não vende, aumenta-se o preço da mesma forma para que o giro mínimo compense as perdas. As editoras não são exceção, principalmente quando o formato digital se consolidou.

Com o tempo as pessoas começaram a perceber que pagar para ler as notícias mais quentes de ontem não faz sentido, não quando se tem acesso a elas na hora que ocorrem nas redes sociais, e são destrinchadas minutos depois em blogs e sites. Isso já é duro com canais tradicionais mas nem tanto, não é todo mundo que abraçou a tecnologia por n motivos, a inclusão digital não chegou a todo mundo ainda.

Porém, quando passamos para a imprensa especializada na cena tech a coisa fica feia. Lá fora a coisa ainda é um tanto uniforme: mesmo a Wired, o Livro Sagrado dos geeks da nova e velha geração (sim, os micreiros resistem bravamente) trabalha com um sistema de assinaturas que oferece as versões impressa e digital por US$ 19,99 por ano, o que dá em torno de R$ 4,27 por edição, mas o pacote somente digital foi substituído por um que contém só a impressa, por US$ 14,99/ano (cerca de R$ 3,20 por edição), como forma de forçar a venda da edição em papel.

Veja bem, a Wired hoje só permite que você assine a revista digital se levar também a impressa, penalizando quem não quer saber de papel. No Brasil não é diferente, a INFO Exame, considerada uma das melhores revistas de tecnologia que já tivemos também praticava o mesmo modus operandi. Hoje, se você assinar somente a edição digital pagará o mesmo se optasse pela revista física, num curioso caso em que as situações das revistas brasileira e norte-americana trocaram de papéis.

Nem sempre foi assim, é verdade, mas aparentemente a Abril aprendeu com seus erros: todas as revistas que possuem versões digitais hoje custam o mesmo que as físicas. Só que mesmo assim, em se tratando da INFO isso não é suficiente: quem vai querer pagar para ler matérias e notícias que se acha facilmente na net, e pior ainda, em papel?

Por isso o Grupo Abril decidiu dar um passo além: em fevereiro a INFO deixará de ser impressa, se tornando sua primeira publicação 100% digital. O motivo é claro: dinheiro. Segundo Rogério Gabriel Comprido, diretor-superintendente da UN Notícias e Negócios, “a iniciativa abrirá novas oportunidades para os anunciantes”, visando campanhas mais direcionadas para a linguagem digital e não ligadas ao formato impresso. É uma tentativa de tornar a revista (e o site) mais ágeis. Só me pergunto se os preços para anunciar serão próximos disto.

Eu não lamento tanto o fim da INFO quanto achei que iria quando esse dia chegasse, que bem sabemos era inevitável. Eu comecei a lê-la há mais de uma década, acompanhei a evolução digital nas suas páginas assim como muita gente que acompanha o MeioBit, acredito eu. Hoje em dia não mais, tudo o que preciso está na rede. Evolução é essencial, ou você se adapta ou morre, e a Abril está se mexendo porque entendeu, ainda que tardiamente que não dá para impor ao mercado digital as mesmas estratégias do impresso. É isso ou morrer à míngua.

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02 Dec 09:40

Home offices inspiradores

Ambiente
02 Dec 09:40

Com apenas 6 anos, menina cria marca de curativos inovadora

Estratégia e Branding
01 Dec 11:53

O bolo favorito dos monstros!

by ninja amarelo
Beto

Lembrei do Wal rsrsrs

monstro

Só acho que o tanquinho morre se comer isso aí…

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30 Nov 13:35

Parlamento europeu vota a favor de partir o Google em dois

by Ronaldo Gogoni

google

O Google definitivamente não possui amigos no Velho Mundo. Depois de rolos com o Android, o “direito ao esquecimento”, o acordo injusto com indies quando do lançamento do YouTube Music Key e muitos outros casos em que os reguladores europeus acusam Mountain View de violar práticas antitruste, a mais recente envolve o desejo do Parlamento em separar o Google Search das demais soluções da companhia, criando duas empresas distintas.

Em votação realizada ontem, o Parlamento decidiu por 384 votos a favor e 174 contra aprovar a resolução que propõe “separar os motores de busca de outros serviços comerciais como uma potencial solução de longo prazo para alcançar os objetivos anteriormente mencionados.” A proposta não menciona o Google em nenhuma linha mas para quem sabe ler, um pingo é letra.

Em um comunicado à imprensa o Parlamento diz que espera convencer a Comissão Europeia e os países membros da UE a “derrubarem as barreiras contra o crescimento do mercado digital unificado da União”, bem como “impedirem que companhias online de abusar de suas posições dominantes”. Em suma, vai pressionar os reguladores a tomarem ações legais contra o Google, iniciando um processo que pode de fato culminar com o desmembramento do Google em duas companhias: o motor de busca e outra com todos os serviços restantes.

Ao fazer isso, o Google seria obrigado a compartilhar seu bem mais precioso, o algoritmo de busca com empresas concorrentes. Imagine uma empresa como o Facebook, a qual sabemos não ter um pingo de ética com acesso a um motor tão poderoso.

Embora o Parlamento Europeu e a Comissão não vejam o Google com bons olhos, pois sob seus critérios a gigantes das buscas se tornou um monopólio natural e o continente se opõe a isso ferrenhamente, ainda é incerto se tal resolução será levada a cabo, embora haja fortes indícios. A comissária Margrethe Vestager disse que vai revisar a situação a fim de decidir qual o próximo passo. Claro, caso isso aconteça mesmo a decisão só afetaria o Google na Europa, embora no que diz respeito ao direito ao esquecimento a Comissão tenha outros planos.

Fonte: R.

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30 Nov 13:31

A física em The Walking Dead

by ninja negro
Beto

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

odarylmorre

O carro deu um duplo twist carpado tão rápido que foi invisível a olho nu

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30 Nov 13:27

9 receitas que provam que a internet é melhor que a vida real

by ninja vermelho

Sabe aquelas receitas que são pura delicia que tu vê na internet e pensa que da conta de fazer? Então, NUNCA é tão fácil quanto parece, serio.

12 3 4 5 6 7 8 9Falhar na cozinha é algo que eu já me acostumei,  só espero não fazer merdinha com o meu X-AVC de fim de ano

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30 Nov 13:25

Dicas de como NÃO fazer um currículo

by ninja amarelo

curriculo

Simples e prático. Espero que vocês não façam assim!

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30 Nov 13:25

Tudo pra evitar o TCC

by ninja negro
Beto

O.o

tcc

O quê houve com as desculpas tradicionais? O cachorro comeu o trabalho tava de bom tamanho, pô

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25 Nov 13:57

The Red Baron flies again! Man spends £50,000 building himself an exact working replica of the German pilot's Fokker triplane

Beto

Olha isto Brake....

  • Paul Ford, 52, spent five years on his DIY replica inside an old factory in his in-laws' garden in Cambridgeshire
  • All 320 Fokker Dr1 Dreideckers have been destroyed or lost, so he had to base it on 1970s U.S. technical drawings
  • Mr Ford is no ordinary enthusiast - he spent 26 years at Cambridge University and entered BBC hit show Robot Wars
  • He narrowly avoided death when he crashed it last year, but rebuilt plane and made sure it passed safety checks
  • 'It was very scary the first time I flew it,' the hobbyist admitted. 'But after the first time they're just so much fun to fly'

A plane-mad engineer has spent five years and £50,000 building a perfect replica of the Red Baron's Fokker triplane - and is still flying it despite coming close to death in a crash.

Paul Ford used his wife's patience, his in-laws' garden and his three children's help to recreate the Fokker Dr1 Dreidecker, a First World War fighter made famous by German pilot Manfred Von Richthofen.

Nicknamed 'The Red Baron' for his penchant for painting his aircraft scarlet, Von Richthofen downed at least 70 allied pilots until his death in aerial combat aged 25 a few months before the war ended in 1918.

Scroll down for video 

Now that's a model plane: Paul Ford, 52, spent five years and £50,000 creating his working replica of the Fokker Dr1 Dreidecker. The German First World War fighter was made famous by Manfred Von Richthofen, aka the Red Baron, who shot down 70 allied pilots

Now that's a model plane: Paul Ford, 52, spent five years and £50,000 creating his working replica of the Fokker Dr1 Dreidecker. The German First World War fighter was made famous by Manfred Von Richthofen, aka the Red Baron, who shot down 70 allied pilots

Those magnificent men: Instead of converting an existing craft, Mr Ford created his Fokker triplane from scratch - and it is back in the skies after one of the wing struts was broken in a crash last year. Each part was hand-crafted by the Cambridge engineer's friends

Those magnificent men: Instead of converting an existing craft, Mr Ford created his Fokker triplane from scratch - and it is back in the skies after one of the wing struts was broken in a crash last year. Each part was hand-crafted by the Cambridge engineer's friends

Impressive: With the help of friends and his three children - Ashley, 25, Kirsty, 20, and Michael, 17- Mr Ford's Fokker had its first test flight six years ago and built up a reputation at British air shows, where it flies replica dogfights with an original Tiger Moth

Impressive: With the help of friends and his three children - Ashley, 25, Kirsty, 20, and Michael, 17- Mr Ford's Fokker had its first test flight six years ago and built up a reputation at British air shows, where it flies replica dogfights with an original Tiger Moth

Jaunt: The assistant at Derby Aero Club in his fully-functional replica. His madcap project took 3,500 hours and began 15 years ago, when he built a radio-controlled quarter-size model of the Red Baron's scarlet craft - but he said: 'I had to have the real thing'

Jaunt: The assistant at Derby Aero Club in his fully-functional replica. His madcap project took 3,500 hours and began 15 years ago, when he built a radio-controlled quarter-size model of the Red Baron's scarlet craft - but he said: 'I had to have the real thing'

The 52-year-old co-owner of Derby Aero Club has been obsessed with vintage planes since he became an 11-year-old volunteer at Duxford Airfield in Cambridgeshire, now home to the Imperial War Museum.

The triplane is his crowning achievement and his full-time career - delighting air show crowds across Britain in mock dogfights with a vintage Tiger Moth.

'It is the ultimate plane from the First World War,' he said. 'My wife, Sarah didn't believe I'd do it until one day when the metal and the wood arrived at the front door.'

His madcap project took 3,500 hours and began 15 years ago, when he built a radio-controlled quarter-size model of the Red Baron's scarlet craft.

'I wasn't satisfied', he said. 'I had to have the real thing'.

So to the bemusement of his 50-year-old wife, he bought a book called How to Build a WW1 Replica AND Stay Married! and began work on the Fokker in his in-laws' garden in the village of Cottenham, Cambridgeshire.

'Ironically my wife had time to read it but I didn't,' he said. 'I was too busy working on the plane'.

Challenge: To the bemusement of his 50-year-old wife, Mr Ford bought a book called How to Build a WW1 Replica AND Stay Married! and began work on the Fokker in his in-laws' garden in the village of Cottenham, Cambridgeshire. It had its first test flight six years ago

Challenge: To the bemusement of his 50-year-old wife, Mr Ford bought a book called How to Build a WW1 Replica AND Stay Married! and began work on the Fokker in his in-laws' garden in the village of Cottenham, Cambridgeshire. It had its first test flight six years ago

Unfamiliar sight: The Fokker Dr1 Dreidecker, of which only 320 were built and none survive, was a favourite of the feared Red Baron

Unfamiliar sight: The Fokker Dr1 Dreidecker, of which only 320 were built and none survive, was a favourite of the feared Red Baron

Meticulous: The plane had to be based on 1970s technical drawings by a U.S. enthusiast in order to pass strict safety tests by authorities

Meticulous: The plane had to be based on 1970s technical drawings by a U.S. enthusiast in order to pass strict safety tests by authorities

Mr Ford added: 'I was very lucky. Sarah's parents lived in a very old Victorian house and in the garden there was an old basket-waving factory from the 1800s so we used that. Most of it was built in there'.

The challenge was not easy. All 320 Fokker Dr1 Dreideckers have been destroyed or lost, and many surviving photos were grainy at best.

If there had been a fire I wouldn't be here. One of the wing struts was broken and it took a year to rebuild

Paul Ford on crashing the Fokker

So Mr Ford, from Egginton, South Derbyshire, used technical drawings created in the 1970s by aviation fanatic Ron Sands, a U.S. engineer who drew up detailed plans for many wartime planes.

It meant converting many imperial measurements into metric ones and hand-making the parts, but without the drawings the plane would never have been cleared to fly by the Light Aircraft Association.

With the help of friends and Mr Ford's three children - Ashley, 25, Kirsty, 20, and Michael, 17- the Fokker had its first test flight six years ago and built up a reputation at air shows, where it flies replica dogfights with an original Tiger Moth.

But a year ago, Mr Ford crashed the plane on the grass runway of Podington Airfield in Northamptonshire - narrowly avoiding death.

'I had a little accident', he admitted.

'The trouble with First World War planes is they have to be landed into the wind. Unfortunately a gust of wind caught me sideways, the wing clipped a gate and I landed on my back.

'If there had been a fire I wouldn't be here. One of the wing struts was broken and it took a year to rebuild. We've only just got it flying again.'

View from the cockpit: Mr Ford spent 26 years developing gas turbines in Cambridge University's engineering department - despite not having a degree - before making Mortis, one of the most celebrated entrants to the BBC's hit geeks' battleground show Robot Wars

View from the cockpit: Mr Ford spent 26 years developing gas turbines in Cambridge University's engineering department - despite not having a degree - before making Mortis, one of the most celebrated entrants to the BBC's hit geeks' battleground show Robot Wars

Detailed: Everything on the plane is as it would be except for the engine. These three 'cylinders' are actually old fire extinguishers
Detailed: Everything on the plane is as it would be except for the engine. These three 'cylinders' are actually old fire extinguishers

Detailed: Everything on the plane is as it would be except for the engine. These three 'cylinders' are actually old fire extinguishers

Transported in time: Mr Ford wears a vintage-style flying helmet to complete the look. 'It was very scary the first time I flew it,' he admitted. 'Having built it myself I was a little bit nervous - you always are. But after the first time they're just so much fun to fly'

Transported in time: Mr Ford wears a vintage-style flying helmet to complete the look. 'It was very scary the first time I flew it,' he admitted. 'Having built it myself I was a little bit nervous - you always are. But after the first time they're just so much fun to fly'

Defiant: Mr Ford continues flying despite a crash last year. 'If there had been a fire I wouldn't be here,' he said. 'It took a year to rebuild'

Defiant: Mr Ford continues flying despite a crash last year. 'If there had been a fire I wouldn't be here,' he said. 'It took a year to rebuild'

To this day, the only part of the plane which wouldn't have been the same in 1918 is the engine. Instead of a rotary engine it is a U.S.-made Lycoming which allows him to fly for up to four hours.

To complete the look there is a dummy engine - little more than three old fire extinguishers painted silver - and machine guns on the nose, unarmed of course.

Mr Ford is no ordinary hobbyist.

He spent 26 years developing gas turbines in Cambridge University's engineering department - despite not having a degree.

With talented colleagues there he made Mortis, one of the most famous, fearsome and expensive entrants ever to the BBC's hit show Robot Wars.

He then quit to run his own company which worked on military jet engines, where he spent ten years.

Unlike similar lookalikes which modified an existing plane, the Fokker was completely built from scratch. 

Clunky: The plane is a little unstable, but its creator said it helped improve manoeuvrability in a high-octane (imitation) dogfight

Clunky: The plane is a little unstable, but its creator said it helped improve manoeuvrability in a high-octane (imitation) dogfight

Everything thought of: The plane's labels are in German and weights in kilograms - the latter was a problem when using American plans

Everything thought of: The plane's labels are in German and weights in kilograms - the latter was a problem when using American plans

Taking aim: The plane has a vintage machine gun, though of course an unarmed one, for its travels over airshows across Britain

Taking aim: The plane has a vintage machine gun, though of course an unarmed one, for its travels over airshows across Britain

Crowning achievement: While building the plane, the engineer bought a book called How to Build a WW1 Replica AND Stay Married! 'Ironically my wife had time to read it but I didn't,' he said. 'I was too busy working on the plane' - which now flies triumphant over Britain

Crowning achievement: While building the plane, the engineer bought a book called How to Build a WW1 Replica AND Stay Married! 'Ironically my wife had time to read it but I didn't,' he said. 'I was too busy working on the plane' - which now flies triumphant over Britain

'There are a few other planes that are quite similar to this one but the Fokker just stood out to me,' Mr Ford said. 'It can be a little unstable when flying it but that's what makes it so special.

'It's actually unstable on purpose because it means when it's in the air it can get out of the way very, very quickly and back on your opponent's tail in a dog-fighting situation.

'It was very scary the first time I flew it. Having built it myself I was a little bit nervous - you always are. But after the first time they're just so much fun to fly.'

The Red Baron's is not the first plane Paul has built. He is currently working on two other projects inspired by German First World War planes which he hopes to have finished by next year. Once they are completed, he intends to begin work on a British plane.

Paul, who thanked several devoted friends and family members including his wife for their help, said: 'They cost around £50,000 to make, but they're worth a lot more. The tri-plane is worth around £180,000, but I won't sell any of them.

'They're a lot of fun, and they'll keep me busy when I retire.' 

FIGHTER ACE FEARED BY BRITS: HOW THE RED BARON FOUND INFAMY IN A NEW WAR OF AERIAL COMBAT

The achievements of fighter ace Baron Manfred von Richthofen (right) - who shot down some 70 allied pilots in the First World War - made him hated by the Brits and a propaganda tool for the Germans.

He was 22 and stationed on Germany's eastern border when the war broke out in 1914, but it was not always guaranteed he would become a pilot.

At first he was a cavalryman, but his unit became rapidly obsolete in what would be the world's first modern mechanised war.

In May 1915 he travelled to Cologne to become an Air Service observer before taking to the skies for the first time later that year.

His reputation became formidable quickly. Just a month after first sitting in a flying plane as a gunner, he took his first solo flight and soon became one of the best-known names in the German military.

His nickname - also translated as Red Devil and Red Knight - came from his disregard of combat or camouflage colours to paint his aircraft blood-red in a show of fearlessness.

But it was that love of combat that would be his undoing. 

In the summer of 1917, General Jan Smuts produced a War Office report calling for the creation of an entirely new addition to the Armed Forces.

Both the Royal Navy and the Army had developed their own airborne units - the Royal Naval Air Squadron and the Royal Flying Corps - but the war had made the argument for a separate entity to govern the sky.

The Government agreed. Within a year, the Royal Air Force was born and the 1st Viscount Rothermere was appointed the first Secretary of State for Air.

It was in aerial combat with the allies - and flying a Fokker DR1 - that the Baron would meet his fate. The pilot was 25 years old when he was shot down and killed near Amiens, France, on 21 April 1918.

Many theories exist about who killed him, and for a long time the RAF credited Canadian Captain Arthur 'Roy' Brown, who had to dive steeply at high speed to intervene in the dogfight. Later theories suggested the bullet which downed the Baron was fired from the ground.

21 Nov 20:00

Home Offices Inspiradores

by Erik Getzel
Beto

Um dia :)

Trabalhar em casa é uma tendência que aumenta a cada ano, e já é uma realidade para muitos designers. Devemos sempre ter inspiração no trabalho, e o bom é que, em nossa própria casa, podemos deixar o escritório como quisermos. Com certeza você irá se identificar com algum deles. Confira abaixo alguns home offices que esbanjam design e criatividade em sua decoração e inspire-se!
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Working at home is a trend that is increasing every year, and it's already a reality for some designers. We must always be inspired at work, and in our own home we can do what we want. For sure you will identify with some of them. Check below some home offices that exude creativity in their design and decoration and be inspired!


























































18 Nov 23:14

Estivemos lá — Inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil

by Carlos Cardoso
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Imagem devidamente kibada do Instagram da GE.

Sejamos realistas. O Brasil não tem vocação para ciência. Nossos programas de TV estão cheios de videntes, todo ano dão espaço para previsões que não se concretizam e não são cobradas. Crianças não são estimuladas a questionar o mundo à sua volta. Neil DeGrasse Tyson diz que toda criança nasce cientista, os adultos é que tiram isso dela. É verdade. Por isso mesmo iniciativas de fomento a Ciência e Tecnologia por aqui são sempre muito bem-vindas.

Por isso mesmo ficamos muito felizes com o convite para acompanhar a inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.

Para dar uma idéia, parecia que estava andando pelo Projeto Manhattan. Altas regras de segurança, equipamentos eletrônicos cadastrados, áreas proibidas. Tenho certeza que o Richard Schiff estava em uma daquelas salas interrogando gente que abusou da curiosidade. Esse sigilo todo tem razão de ser, afinal estamos falando de milhões, e não poucos. Com foco em óleo e gás, o Centro pretende desenvolver tecnologia que será usada no Pré-Sal e em projetos por todo o mundo.

O Bicho É Grande

Não estamos falando de um escritório na Rio Branco. O Centro de Pesquisas ocupa 47 mil metros quadrados. 24 mil de área construída. Há espaço para 400 pesquisadores, que vão trabalhar com tecnologia de águas profundas, eletricidade, biocombustíveis (mas não coisa de ecochato, turbinas a álcool, essas coisas), software, aviação… nós conhecemos algumas partes, infelizmente não deixaram tirar fotos. Vocês adorariam a câmara de testes de tubulações, capaz de atingir 500 atmosferas, equivalente a 5.000 metros de profundidade no mar, mas contente-se com a GE destruindo coisas por diversão:

General Electric Advanced Materials Testing – Everyday Objects Compilation – #SpringBreakIt

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Parte do Centro de Pesquisa, e o Chevy Suburban da Embaixadora dos EUA. AH sim, e Nick garantindo uma passagem pra Guantânamo.

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Papa can you hear me? – gaiola com hidrofones usada para monitorar hardware submarino.

O projeto inicial, já por 2010 previa um investimento de US$ 150 milhões, mas a GE viu potencial, a grana alocada foi aumentando e agora avisaram que o projeto envolverá US$ 500 milhões. Dá pra brincar.

Um dos projetos envolve uma área chamada “inovação reversa”, que a princípio parece algo que o Brasil faria mas é coisa séria. Envolve adaptar tecnologias existentes. Em um desses projetos a GE pegou uma turbina usada em 747s, projetada para queimar querosene de aviação e a adaptou para usar álcool, ou como os ecochatos chamam, biocombustíveis renováveis e fofinhos. Isso é estrategicamente importante, diminui nossa dependência e petróleo e coloca a fonte do combustível, principalmente Nordeste, bem mais próxima das regiões de maior consumo.

Há um projeto também para construção de uma locomotiva movida à álcool, mas não é nem a mais avançada. Vejam essa belezinha aqui:

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Essa locomotiva, como você pode ver, é verde. Em tese é um híbrido como um Prius. Tecnicamente toda locomotiva diesel-elétrica é, pois o motor a combustão aciona um gerador que por sua vez energiza os motores elétricos que movem as rodas, mas aqui há uma grande diferença: um conjunto de baterias armazena energia que normalmente seria desperdiçada quando a locomotiva freia.

Uma única locomotiva durante um ano transforma em calor energia suficiente para alimentar 8.900 casas. Ao converter essa energia em eletricidade temos uma senhora economia.

A nossa malha ferroviária passa por grandes variações de relevo, uma locomotiva dessas aqui seria muito bem-vinda.

O Networking

Um dos segredos bem-guardados de todo laboratório de pesquisas é que as grandes descobertas acontecem mesmo é no bar, e o Centro de Pesquisa da GE tem excelentes lanchonetes e máquinas da café. Neles pesquisadores e visitantes do mundo todo irão interagir, conversar, trocar experiências e o conhecimento será compartilhado. Principalmente os brasileiros terão um ambiente amistoso para pesquisa e desenvolvimento, ao contrário do que estão acostumados na Academia, onde qualquer menção à Indústria que não seja Petrobrás é mal-vista.

A GE

Fundada em 1892 a empresa teve como sua gênese a Edison General Electric Company, de um tal de Thomas Edison, apenas. Estão envolvidos com tudo que tem a ver com tecnologia, de trens a aviões, de lâmpadas a armas nucleares. É seguro dizer que dificilmente irão ajudar o Brasil a se tornar referência mundial em Sandália de Pneu, mas se fosse o caso, conseguiriam. A GE tem uma certa experiência com calçados. Uma vez uma agência do Governo precisou criar um solado resistente. A GE inventou uma borracha de silicone capaz de resistir a temperaturas entre – 150 ºC e + 250 ºC. Você com certeza já viu uma pegada feita com essa borracha:

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O visor do capacete dos astronautas do projeto Apollo? Lexan. um policoarbonato ultraresistente. Adivinha quem fez.

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USS Missouri, 7.800 toleladas de pura diplomacia, Classe Virgínia. Lançado em 2009, carrega 12 mísseis Tomahawk convencionais (juram). Autonomia? Ilimitado. Enquanto houver comida a bordo ele segue. Velocidade máxima? Secreto, mas é acima de 50 km/h. Propulsão cortesia de um reator nuclear S9G da GE, Potência estimada em 30 MW. Milhagem? Lançado em 2009, o Missouri só precisará parar em um posto de Urânio e pedir “completa aí” em por volta de 2042.

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Devem usar para produzir super-soldados ou algo assim.

A GE também atua e forte na área de saúde, quem assiste seriados médicos cansou de ver tomógrafos e similares com o logotipo familiar. O mais legal é que há uma sinergia, pesquisas da área de saúde são usadas por outros setores da empresa, e vice-versa. É uma forma ótima de aproveitar os recursos. Não que sejam poucos. Com presença em 170 países (EXISTEM 170 países?), a GE investe anualmente em pesquisa e desenvolvimento US$ 5 bilhões. O orçamento do Ministério de Ciência e Tecnologia INTEIRO é de R$ 5,99 bilhões.

Sim, crianças, a GE investe em pesquisa e tecnologia o DOBRO que o Brasil.

Por isso o MeioBit bate palmas para esse Centro de Pesquisa Global da GE no Rio de Janeiro. Se é para ajudar a formar mão-de-obra altamente qualificada, melhorar e inovar nossos processos industriais, otimizar nossa tecnologia e descobrir novas formas de aproveitar nossos recursos, o datilógrafo que nos perdoe mas confiamos mais em quem deixou a marca de seu trabalho estampada na superfície da Lua.

Para saber mais:

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18 Nov 21:47

Confira as primeiras imagens do Game of Thrones da Telltale

by RAYMON

As primeiras imagens do jogo baseado na série Game of Thrones produzido pela Telltale Games apareceram hoje na internet.

As imagens mostram alguns dos personagens da série, como Tyrion e Cersei Lannister, modelados a partir da aparência de seus intérpretes na TV.

O adventure de Game of Thrones será oferecido em temporadas, sendo que a primeira terá seis episódios. O jogador assumirá o papel de cinco personagens e irá visitar locais conhecidos da série de TV. O enredo será situado entre a terceira e a quinta temporada de Game of Thrones na TV.

O primeiro episódio de Game of Thrones será lançado ainda em 2014 para PC, Mac, PS4, PS3, Xbox One, Xbox 360 e iOS.

 

18 Nov 21:32

blazepress: Fireworks designed for daytime.

Beto

O.o



blazepress:

Fireworks designed for daytime.

17 Nov 14:37

Photo

Beto

O.o a cadelinha que a Ana tem com certeza faz isto rs



11 Nov 15:03

http://www.lememe.com/archives/35539

by daniel
Beto

hauihauia

nicolas cage wave

09 Nov 15:37

Xbox participa do Teleton com a doação de consoles customizados

by RAYMON

MC Guimê, Marcelo D2 e Brothers of Brazil se uniram à artistas como Sesper, Adão Rosa e Silvana Mello para customizar os Xbox One que serão leiloados pela AACD

No próximo sábado, 8 de novembro, à partir das 20h30, MC Guimê entrará no palco do Teleton para leiloar ao vivo o console Xbox One customizado por ele e pelo artista Adão Rosa. O dinheiro arrecadado pelo leilão será integralmente revertido para a AACD.

Essa ação faz parte da participação da Microsoft no Teleton 2014, que ainda conta com a doação de mais dois videogames personalizados pelas duplas Marcelo D2 e Sesper, e Brothers of Brazil e Silvana Mello. Esses outros consoles estarão disponíveis no leilão online do evento.

Além dos três Xbox One especiais, outros 5 consoles foram doados pela companhia para que sejam utilizados no tratamento de crianças deficientes nas unidades da AACD em São Paulo.

Fonte: Microsoft Brasil

07 Nov 14:26

Inbox: a nova ferramenta de emails do Google

by Letícia Motta
Beto

Muito bom estou usando já =]

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É um Gmail, só que sem ser Gmail. É mais que isso. Uma nova ferramenta de emails do Google chamada Inbox.

Se você usa o Gmail, principalmente no seu smartphone, percebeu que ele passou por algumas melhorias. A organização por categorias de assuntos, a facilidade de integrar os arquivos anexados ao Google Drive, e, claro, aquela limpeza clássica de interface.

Mas o Google ainda planeja algo maior para sua ferramenta de emails. E a novidade do momento é o Inbox.

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O que o Inbox tem de diferente do Gmail? De acordo com o blog oficial do Google, os pontos são os seguintes:

Grupos

Como o Gmail já faz, separando as mensagens por “Principal”, “Social” e “Promoções”, o Inbox pretende expandir isso ainda mais, mostrando novos grupos e permitindo ao usuário a criação de novos.

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Destaques

Assuntos importantes como rastreamento de compras, ingressos, passagens, reservas e imagens podem ser visualizados ser que a mensagem precise ser aberta. Ou seja, olhou a caixa de email, viu o que mais interessa.

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Lembretes

Agora, você pode inserir lembretes na parte superior da caixa de email. Um pouco mais rápido e objetivo que o Google Agenda. O interessante é que o Google ajuda a inserir mais informações sobre os locais mencionados. Adiar as datas destes lembretes também é possível.

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Veja o vídeo teaser do produto:

O aplicativo Inbox ainda não está disponível para todos, mas quem quiser, pode pedir o convite para testar aqui.

 


© letmotta para Cutedrop, 2014. | Permalink | Sem comentários |

07 Nov 11:40

Erro 404: acumuladores digitais, aqueles que não abrem mão de nada

by Eduardo Harada
Entenda o que são os acumuladores digitais e quais são os formatos mais tradicionais dessa prática que assola muitas pessoas no mundo todo

Acumuladores: você pode nunca ter ouvido falar nesse termo, mas provavelmente imagina o que ele significa. Essa palavra, quase autoexplicativa, designa aquelas pessoas que gostam de guardar qualquer tipo de coisa com a falsa esperança de que utilizarão aquilo algum dia.

Com a popularização dos computadores e da internet, essa condição ganhou outras proporções, e acabaram surgindo os "acumuladores digitais". Esses indivíduos simplesmente guardam os mais variados tipos de objetos, sejam eles físicos ou virtuais.

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07 Nov 11:04

Disney confirma Toy Story 4 para 2017

by Wikerson Landim
John Lasseter, responsável pelos dois primeiros filmes, será o diretor da nova animação

A Disney/Pixar confirmou no final da tarde de hoje que a animação “Toy Story” vai ganhar um quarto filme. A produção deve estrear nos cinemas em 16 de junho de 2017 e terá de volta John Lasseter, diretor dos dois primeiros filmes, no comando da franquia.

“John criou Toy Story e dirigiu os dois primeiros filmes e é ótimo tê-lo de volta dirigindo um de nossos bens mais valiosos”, destacou Bob Iger, chefe-executivo da Disney. Ele classificou ainda a franquia como um “enorme sucesso”, uma vez que os três filmes da série alcançaram mais de US$ 1 bilhão, além de outros US$ 9 bilhões em vendas de produtos relacionados à marca. 

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06 Nov 22:14

Trilha sonora de Grand Theft Auto V será lançada em CD e vinil

by RAYMON

A Rockstar anunciou que irá lançar toda a trilha-sonora de Grand Theft Auto V, com 55 músicas, em duas coleções, uma em CDs e outra em vinil. As coleções serão limitadas a 5 mil cópias mundialmente, o que deve servir para torná-las rapidamente um item raro de colecionador.

A trilha-sonora do jogo contém em sua maioria músicas licenciadas dos mais diversos gêneros, mas também algumas composições originais de artistas como Twin Shadow, Wavves, Flying Lotus e Yeasayer.

O lançamento da trilha-sonora será em dezembro. Antes, no dia 18 de novembro, a produtora lança a versão remasterizada do jogo para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Fonte: Rockstar

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04 Nov 19:21

Dropbox e Microsoft Office terão integração em breve

by Renan Hamann
Beto

Muito bom!

Novidade vai permitir que os consumidores editem e reproduzam arquivos em diversas ferramentas

Por muito tempo, a única forma de integrar um arquivo armazenado nas nuvens com o Microsoft Office era salvando o documento no sistema OneDrive — que é da mesma Microsoft. Mas agora, uma novidade bem interessante deixa claro que a empresa de Redmond vá abrir caminho para outro serviço: o Dropbox. Tudo isso graças a uma parceria entre as duas companhias.

Segundo o que foi publicado no Blog do  Dropbox, a partir das próximas semanas será possível usar o Office para abrir documentos que estejam salvos no Dropbox sem qualquer problema — realizando o salvamento e a sincronização de todos eles automaticamente. Ao mesmo tempo será possível editar documentos criados no Office a partir de apps mobile do Dropbox.

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