Shared posts

04 Aug 18:14

Some cultures have no word for “matching”.Buy the book now on...



Some cultures have no word for “matching”.

Buy the book now on Amazon.

Follow on Facebook and Twitter.

25 Jun 23:37

AI Spring

by John

Artificial intelligence, or at least the perception of artificial intelligence, has gone from disappointing to frightening in the blink of an eye. As Marc Andreessen said on Twitter this morning:

AI: From “It’s so horrible how little progress has been made” to “It’s so horrible how much progress has been made” in one step.

When I read this I thought of Pandora (the mythical figure, not the music service).

“Are you still working on opening that box? Any progress?”

“No, the lid just … won’t … budge … Oh wait, I think I got it.”

 

Related post: Why the robots aren’t coming in the way you expect by Mark Burgess

25 Jun 23:37

The most important skill in software development

by John

Here’s an insightful paragraph from James Hague’s blog post Organization skills beat algorithmic wizardry:

When it comes to writing code, the number one most important skill is how to keep a tangle of features from collapsing under the weight of its own complexity. I’ve worked on large telecommunications systems, console games, blogging software, a bunch of personal tools, and very rarely is there some tricky data structure or algorithm that casts a looming shadow over everything else. But there’s always lots of state to keep track of, rearranging of values, handling special cases, and carefully working out how all the pieces of a system interact. To a great extent the act of coding is one of organization. Refactoring. Simplifying. Figuring out how to remove extraneous manipulations here and there.

Algorithmic wizardry is easier to teach and easier to blog about than organizational skill, so we teach and blog about it instead. A one-hour class, or a blog post, can showcase a clever algorithm. But how do you present a clever bit of organization? If you jump to the solution, it’s unimpressive. “Here’s something simple I came up with. It may not look like much, but trust me, it was really hard to realize this was all I needed to do.” Or worse, “Here’s a moderately complicated pile of code, but you should have seen how much more complicated it was before. At least now someone stands a shot of understanding it.” Ho hum. I guess you had to be there.

You can’t appreciate a feat of organization until you experience the disorganization. But it’s hard to have the patience to wrap your head around a disorganized mess that you don’t care about. Only if the disorganized mess is your responsibility, something that means more to you than a case study, can you wrap your head around it and appreciate improvements. This means that while you can learn algorithmic wizardry through homework assignments, you’re unlikely to learn organization skills unless you work on a large project you care about, most likely because you’re paid to care about it.

Related posts:

24 Jun 00:21

Sir Thomas Browne’s successful and failed neologisms

by Tyler Cowen

Words he successfully introduced into the English language:

medical

electricity

hallucination

inconsistent

According to the Oxford English Dictionary, Browne ranks 25th for the number of new words introduced into English, ahead of both Milton and Spenser.

Failed attempts:

tollutation [ambling]

axungious [lard-like]

deuteroscopy [the business of taking a second look]

unridiculous

I would someday like to read a Big Data paper on what predicts which neologisms will fail.  In any case, that information is from Hugh Aldersey-Williams’s new book The Adventures of Sir Thomas Browne in the 21st Century, for fans of Browne only but yes I am one.

20 Jun 12:37

Darts

20 Jun 12:36

Modern Workplace Weaponry

distractions,headphones,Music

Submitted by: (via GraphJam)

20 Jun 12:15

Dammit Jim

by Doug

Dammit Jim

Another early birthday dedication, this time for Brandy C., who is celebrating a birthday this weekend. Hope you have a great birthday, Brandy! :)

Here’s more Trekkin’.

20 Jun 12:15

I Am Your Father

by Doug

I Am Your Father

A special gigantic comic for Father’s Day!

Here’s more quality parenting for the occasion.

20 Jun 11:32

Ketchup?

by Carlos Cardoso

prince_-_fox

A internet não é exatamente uma novidade, mas pelo visto o pessoal de faixa etária mais elevada, que ainda lida com ela de forma desconfortável não se aposentou, o que gera problemas. Eu mesmo já tive que lidar com domínios e URLs loucos criados pelas meninas da pedagogia e distribuídos em um lote de 3.000 CDs, pois elas não tinham o conceito de servidor web, registro de domínios, URL e “fala com a TI antes, suas mulas”.

Pelo visto o pessoal da Heinz também não tem. 

Em 2012 a Heinz alemã fez uma promoção onde você escanearia um QR Code em uma garrafa de ketchup, seria mandado para um site e criaria um rótulo personalizado. Tá, eu sei, não há a menor graça nisso, mas na Alemanha deve ter sido hilário.

Agora um tal de Daniel Korell resolveu ser a primeira pessoa do planeta a usar um QR Code, escaneou a imagem e…

11350421_10206942549392802_8808588077373066946_n

Pois é. A campanha foi veiculada em 2012, o domínio foi pago até 2014 e abandonado. Um site pornô chamado Fundorado registrou o domínio expirado e redirecionou para seu site principal.

Korell (nome apropriado, diga-se de passagem) queria um rótulo personalizado. Acabou com um site cheio de jirombas e Scheiße Pr0n. Pelo menos ele foi bem-humorado quando avisou a Heinz, via Facebook.

A Heinz pediu milhares de desculpas, ofereceu Ketchup grátis, o rótulo personalizado que ele quiser, o pacote básico de controle de danos.

Internamente parece que não entenderam que na internet tu te tornas eternamente responsável pelo domínio que divulgas, e como agravante, terminaram a promoção bem antes do fim da validade de 15 meses dos vidros de ketchup fabricados no período.

Por causa de uma mixórdia de dinheiro, uma economia porca que de forma alguma combina com a eficiência germânica, agora a Heinz está sendo piada nos sites europeus. O estagiário responsável, claro, já foi executado.

Enquanto isso, negociações internas entre a Heinz e o Fundorado tiraram o domínio do ar, mas a cereja do bolo é que no meio disso tudo Daniel Korell ganhou mais do que pediu: o Fundorado deu pra ele uma conta no site.

Fonte: The Local.

The post Ketchup? appeared first on Meio Bit.








20 Jun 11:24

Sonder — teclado reconfigurável com e-ink

by Carlos Cardoso

ezgif-610579320

Muito tempo atrás o hype máximo de periféricos era um teclado onde cada tecla era uma telinha LCD programável. Nunca saiu da fase de protótipo, a idéia original perdeu força quando perceberam que custaria milhares de dólares. Hoje há uma versão mais modesta, mas ninguém em sã consciência dará US$ 1.500 em um teclado.

O Sonder Keyboard é uma idéia bem mais acessível. Em vez de telas LCD usa E-Ink, bem mais barato, consumo de energia ínfimo e não gastam nada quando o teclado está desligado, mas a imagem permanece, não fica aquela coisa deselegante de um teclado todo apagado. 

A idéia é reconfigurar de acordo com idiomas e aplicações, assim um perfil para Photoshop mostraria ícones dos atalhos, por exemplo.

Ele é retroiluminado, Bluetooth e por algum motivo guarda layouts na Nuvem™. Provavelmente usa Grafeno™ pra isso.

O custo é bem mais acessível — US$ 199,00 na pré-venda. Não sei se o interesse se manterá com os US$ 350,00 do preço normal sugerido.

Só há um problema nisso tudo: você não digita olhando para o teclado. Você usa memória muscular, seu sistema motor sabe onde a tecla está. Não importa o desenho, você vai aprender que a tecla de avançar frame é a “>” e vai utilizá-la sem olhar. Seu trabalho será feito de forma tão eficiente com o Sonder quanto com um teclado convencional.

Tentar decifrar ícones monocromáticos em uma tecla de meio centímetro quadrado é muito, muito menos eficiente que abrir um HELP e descobrir se R é Radar ou Lança-Foguetes.

Fonte: Gizmag.

The post Sonder — teclado reconfigurável com e-ink appeared first on Meio Bit.








20 Jun 11:21

Arqueologia: TEAC O’Casse Open Cassette

by Carlos Cardoso

teac

Muito, muito tempo atrás havia 3 formas de ouvir música: no rádio, com um locutor chato falando no meio, com LPs e com fitas cassette. Nenhuma delas era realmente portátil (o rádio era mas não on demand). As fitas K7 eram pequenas e práticas, mas os players eram desajeitados e grandes, até que em 1979, para alegria do Starlord a Sony lançou o Walkman e tudo mudou.

0b28f73726b8bab7fc2f20e59a3790ed

Todo mundo tinha toneladas de fitas com álbuns comprados, LPs “ripados” de amigos ou músicas gravadas do rádio. Como bom nerd eu gravava em fita K7 episódios de Battlestar Galactica e Star Trek e ficava ouvindo. Sim, crianças, houve uma época em que não existia VCR.

Eis que descubro, só agora, que o Japão não estava satisfeito com a fita cassette. Ela era prática, simples e funcional demais. O pessoal da TEAC entendia como ofensa pessoal você poder jogar displicentemente fitas dentro da mochila, pegar de qualquer jeito e em segundos estar escutando outro álbum. Eles precisavam dar um jeito nisso, e meninos e meninas, eles conseguiram.

Lançado em 1984 o Ocasse da TEAC assim como a Fórmula E é uma solução para um problema inexistente. A proposta era remover toda a praticidade de uma fita K7, em troca de uma redução no espaço ocupado pelo estojo da fita.

SG-1-S4-Tealc-SV

TEAC, não Teal’c

Não se deixe enganar, o negócio é de prástico, as chances de quebrar por stress são enormes. Também é impossível de ser usado na rua, consegue se imaginar no busão executando a microcirurgia de transplante de carretéis de fita?

Sério, consegue? Então você não viu o vídeo. Assista, é constrangedor imaginar que em algum momento alguém achou que isso era uma boa idéia.

Techmoan — TEAC O’Casse Open Cassette – Reinventing the Reel

Fonte: Techmoan.

The post Arqueologia: TEAC O’Casse Open Cassette appeared first on Meio Bit.








19 Jun 23:22

The (Mis) Allocation of Talent?

employment

Hat tip to@PankajPachauri for this interesting table.  I had a couple of thoughts on it:

1. Very disconcerting that the DOD is the #1 employer in the world.  Great stagnation anyone?

2.  The UK only has a population of 63 million people.  How can 1.7 million of those work for the National Health?  That’s over 2.5% of the total population!  And that doesn’t account for children and old people.

3. For a still poor country, China’s Defense Department employs a lot of people, making me wonder what the implications of this are for the country’s future productivity.

Like this:

Like Loading...

Related

19 Jun 23:14

20 essential job interview tips

19 Jun 21:30

Duas novas hamburguerias inauguradas em Belo Horizonte

Pocket Burger funciona na Cristóvão Colombo. Ali o cliente monta seu sanduíche como quiser (Marcos Vieira/EM/D.A Press)

Pocket Burger funciona na Cristóvão Colombo. Ali o cliente monta seu sanduíche como quiser

O hambúrguer se mostra tendência ainda forte na cidade com a recente inauguração de duas casas dedicadas a ele, ambas na Savassi. A primeira delas, Pocket Burger, é a versão mais simples da hamburgueria Deli Handmade (com os mesmos sócios), na Avenida Cristóvão Colombo, onde o freguês monta o sanduíche como quiser, nos mínimos detalhes. A segunda, Sholl’s, ocupa o imóvel do extinto Status Café, na Avenida Getúlio Vargas, com receitas à base de cordeiro, costelinha, frango e carne bovina. As duas têm opção vegetariana.


A proposta da Pocket Burger, de fato, chama a atenção. A comanda individual exibe todos os ingredientes existentes na casa para que o sanduíche saia exatamente do jeito que o cliente quer, pagando separadamente por cada um. Só de hambúrguer são cinco tipos: pocket (mistura de acém, fraldinha e peito bovino), picanha, costela de boi, frango e vegetariano (proteína de soja com legumes), todos com 140g e preparados em chapa.

Além deles, há quatro tipos de pão, sete queijos, quatro molhos, quatro maioneses e outros itens avulsos, como ovo, bacon, salada, misto de cogumelos e cebola roxa marinada. Os acompanhamentos, também vendidos à parte, podem ser cubos de frango ou peixe empanados, batata frita (chips ou palito) e polenta frita. Em geral, um hambúrguer com um acompanhamento custa em torno de R$ 20. Para os indecisos, há opções predefinidas.

“Já vi gente pedindo sanduíche com quatro carnes aqui. Não é normal, mas sempre tem alguém querendo algo diferente ou fazendo gracinha. O pessoal fica dando nomes, como ‘x-infarto’”, conta o chef Marcelo Rodrigues, um dos proprietários. É possível, ainda, montar sanduíches por um aplicativo de celular desenvolvido para a casa (só sistema Android, por enquanto) e validá-los como pedido ao entrar no local, o que agiliza o atendimento.

Funcionam como sobremesa os milk shakes de paçoca, Kit Kat, baunilha e Nutella (a partir de R$ 9,90, 400ml). Dois detalhes: a loja, que tem mesas na calçada, não oferece banheiro para clientes nem vende bebida alcoólica.

Já a Sholl's tomou endereço do Status Café, na Getúlio Vargas, com decoração inspirada no cinema (Divulgação)

Já a Sholl's tomou endereço do Status Café, na Getúlio Vargas, com decoração inspirada no cinema

Cordeiro com nomes de filmes e personalidades do cinema a batizar seus sanduíches, a Sholl’s aposta em hambúrgueres com ingredientes menos habituais, como o de cordeiro com creme de hortelã, muçarela de búfala e alface (R$ 24,80) e o de carne bovina com provolone e abacaxi grelhado (R$ 17,50) – o “bife” do vegetariano (R$ 38,90) é feito com grão-de-bico, soja e cogumelos shiitake, shimeji e de Paris. As receitas foram desenvolvidas pelos chefs Adriano Santos e Uando Ferreira.

Todos os hambúrgueres, que têm 160g e são preparados na chapa, chegam à mesa com batatas fritas. Há outras opções de sanduíche, a exemplo dos de baby beef com linguiça, bacon, queijo coalho e alface (R$ 27,50) e do de peito de frango grelhado com pasta de ricota, rúcula e tomate seco (R$ 21,30). Saladas, três pratos e poucos petiscos completam o cardápio. Entre as sobremesas, sai do lugar-comum o minipão de hambúrguer recheado com sorvete de creme (empanado e frito) e servido com calda de frutas vermelhas (R$ 15,90).

Pocket Burger
Avenida Cristóvão Colombo, 476, Savassi. Informações: (31) 3658-5849. Aberto de domingo a quinta, das 11h30 às 23h; sexta e sábado, das 11h30 às 4h.

Sholl’s
Av. Getúlio Vargas, 1.238, Savassi. (31) 3077-9562. Aberto de segunda a quinta, das 18h à 0h30; sexta e sábado, das 18h às 3h30; domingo, das 16h à 0h30.

19 Jun 16:17

The Dumbo strip

19 Jun 16:17

People who live in glass houses shouldn't throw stones

18 Jun 20:00

How to Become a Hypnotist

funny-web-comics-how-to-become-a-hypnotist

Submitted by: (via Pie Comic)

18 Jun 19:57

This is a Perfect GIF

funny-animated-gifs-this-is-a-perfect-gif

GIF it all you got.

Submitted by: (via pi4nobl4ck)

17 Jun 23:46

Serious OS X and iOS flaws let hackers steal keychain, 1Password contents

by Dan Goodin

Researchers have uncovered huge holes in the application sandboxes protecting Apple's OS X and iOS operating systems, a discovery that allows them to create apps that pilfer iCloud, Gmail, and banking passwords and can also siphon data from 1Password, Evernote, and other apps.

The malicious proof-of-concept apps were approved by the Apple Store, which requires all qualifying submissions to treat every other app as untrusted. Despite the supposed vetting by Apple engineers, the researchers' apps were able to bypass sandboxing protections that are supposed to prevent one app from accessing the credentials, contacts, and other resources belonging to another app. Like Linux, Android, Windows, and most other mainstream OSes, OS X and iOS strictly limit app access for the purpose of protecting them against malware. The success of the researchers' cross-app resource access—or XARA—attacks, raises troubling doubts about those assurances on the widely used Apple platforms.

"The consequences are dire," they wrote in a research paper titled Unauthorized Cross-App Resource Access on MAC OS X and iOS. "For example, on the latest Mac OS X 10.10.3, our sandboxed app successfully retrieved from the system's keychain the passwords and secret tokens of iCloud, email and all kinds of social networks stored there by the system app Internet Accounts, and bank and Gmail passwords from Google Chrome." Referring to interprocess communication, which is the tightly controlled and Apple-approved mechanism for one app to interact with another and the Bundle ID token used to enforce sandbox policies, the researchers continued:

Read 17 remaining paragraphs | Comments

17 Jun 23:44

OneWeb’s constellation of 700 low-altitude satellites will be built by Airbus

by Sebastian Anthony

Airbus, the European aerospace giant, has won a contract to build 900 communications satellites for OneWeb's global high-speed satellite internet service. OneWeb appears to be on target to launch 700 of the satellites in 2018. Both Richard Branson's Virgin Group and Qualcomm are still on board as major investors, with the project expected to cost somewhere between £1.3 and £1.9 billion ($2-3 billion). SpaceX (with funding from Google) is also looking to compete in this same space, but its constellation isn't due until at least 2020.

If OneWeb doesn't sound familiar, don't worry, you're not going crazy: the company used to be called WorldVu. OneWeb was founded by Greg Wyler, who previously founded the satellite internet company O3b.

Where O3b provides access via eight satellites in medium Earth orbit (an altitude of 5000mi/8000km), OneWeb will use 700 satellites in low Earth orbit (500mi/800km altitude). The primary advantage of low-altitude satellites is that round-trip latency is much lower: O3b round-trip latency is about 240ms, while OneWeb could be as low as 50ms (just about comparable to your home ADSL connection).

Read 5 remaining paragraphs | Comments

17 Jun 22:11

Bitcoin surges, it is a way of evading capital controls

by Tyler Cowen

Bitcoin surged by as much as 7 percent on Tuesday and was on track for its longest winning streak in 18 months, as concerns that Greece could tumble out of the euro drove speculators and Greek depositors into the decentralised digital currency.

I am fine with this, I should add.  But no, I don’t think it represents the onset of a new monetary order.  In case you doubt what is going on here:

Scigala said over the past two months, with Greece locked in talks with its creditors, the company had seen a 124 percent pick-up in inflows from Greek IP addresses—numerical labels that identify computers and other internet-enabled devices.

For the pointer I thank Jerry Brito.  Here is my earlier post on Bitcoin, China, and capital controls.

17 Jun 14:46

A One Status Recap About Donald Trump Announcing His Bid for 2016 Republican Presidential Nomination

13 Jun 19:44

O que você faria em 1 hora?

by O Criador


“Em minha defesa, o forte da minha mulher não é matemática. Sobrariam 57 minutos!” =/

The post O que você faria em 1 hora? appeared first on DrPepper.com.br.

13 Jun 11:02

1533 – Foi Deus?

by Carlos Ruas

2678

13 Jun 11:02

1534 – Se você tiver sorte, irá reencarnar em uma vaca!

by Carlos Ruas

2682-2

13 Jun 11:01

Tinder is so overrated

12 Jun 19:50

Carpe diem

11 Jun 21:12

That's Usually How it Goes

11 Jun 21:12

Willing to Let a Potential Employer Root Around in Your Facebook?

11 Jun 13:23

Momento R do Dia – Ver a página do “Family Guy” na Wikipedia te leva a ver a do “The Simpsons”, mas não o contrário

by claudio

Momento R do Dia – Crossover?

Seguindo a brincadeira das últimas horas (originalmente a coisa toda começou aqui), resolvi fazer um experimento com dois verbetes favoritos do pessoal de língua inglesa: “The_Simpsons” e “Family_Guy”. Adianto que o meu favorito é o último. A inspeção visual inicial nos mostra uma possível correlação entre as séries.

guysimpsons1

Como sabemos, a correlação não quer dizer causalidade (e nem a correlação parece ser algo lá muito importante, né?). Assim, verifiquei a estacionaridade das séries e, para a possível surpresa de alguns, descobri que ambas possuem uma raiz unitária. Logo, tive que diferenciá-las (o gráfico das mesmas está abaixo).

diffs

A brincadeira foir fazer uns testes de causalidade de Granger entre as duas séries diárias de pageviews. Arbitrariamente, usei 4, 8 e 12 defasagens. Adivinhem só o resultado?

A hipótese nula de que Simpsons não-Granger causam Family Guy não é rejeitada sob qualquer grau de significância padrão. Já a hipótese nula de que Family Guy não-Granger causa Simpsons é rejeitada (a 5% para a especificação com quatro defasagens e a 1% para as com oito e doze defasagens).

O que isto significa, meu Deus???

Grosso modo, quem visualiza o verbete do Family Guy vai lá ver mais sobre os Simpsons, mas não o contrário. Por que será que isto ocorre? Não sei. Palpites?

Agora, o que fazer? Meu mundo acabou? O que faltou?

O que eu não fiz? Não fiz várias coisas. Dentre outras, por exemplo, um teste de cointegração (pensando bem, teria sido divertido…). Poderia ter feito mas, enfim, não era a minha intenção. O código? Veja aí.

library(wikipediatrend)

# exemplo 1

page_views <- 
  wp_trend( 
    page = c( "Family_Guy", "The_Simpsons") ,
    from = "2008-01-01",
    to   = prev_month_end(),
    file = "C:/Users/cdshi_000/Documents/Meus Documentos/Meus Documentos/guysimpsons.csv"
  )

guys<- read.zoo("C:/Users/cdshi_000/Documents/Meus Documentos/Meus Documentos/guysimpsons.csv",header=TRUE,sep=",",format = "%m/%d/%Y")
head(guys)
summary(guys)

library(forecast)
ndiffs(guys$family_guy)
ndiffs(guys$the_simpsons)

plot(guys)
plot(diff(guys))

# Simple Scatterplot (não apresentado)

plot(guys$family_guy, guys$the_simpsons, main="Scatterplot Example", 
     xlab="Family Guy ", ylab="The Simpsons", pch=19)

abline(lm(guys$the_simpsons~guys$family_guy), col="red") # regression line (y~x) 
lines(lowess(guys$family_guy,guys$the_simpsons), col="blue") # lowess line (x,y)

# a correlação apresentada

library(car) 
scatterplot(the_simpsons~family_guy, data=guys, 
            main="Enhanced Scatter Plot")

# Os testes de causalidade...

library(lmtest)
grangertest(diff(family_guy) ~diff(the_simpsons), order=4, data=guys)
grangertest(diff(the_simpsons) ~ diff(family_guy) , order=4, data=guys)

grangertest(diff(family_guy) ~diff(the_simpsons), order=8, data=guys)
grangertest(diff(the_simpsons) ~ diff(family_guy) , order=8, data=guys)

grangertest(diff(family_guy) ~diff(the_simpsons), order=12, data=guys)
grangertest(diff(the_simpsons) ~ diff(family_guy) , order=12, data=guys)

Algum comentário? Talvez Peter tenha um.


Arquivado em:Uncategorized Tagged: Bird is the Word, family guy, Granger-causalidade, R, The Simpsons