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26 Mar 00:46

Smart Gdgts

by Oliver Widder
22 Mar 17:04

“The Life-Span of a TV Show” [Comic]

by Lauren Berkley

What do you guys think: Is this accurate?

What about shows that don’t last past 4 or 5 seasons?

TV Show Life Span

[Source: Cracked]

21 Mar 18:13

104. MALALA YOUSAFZAI: I have the right

by Gav

Malala Yousafzai (1997-) is a 15-year-old Pakistani girl who was shot in the head on the way home from school by the Taliban. Her only crime was criticising the Taliban’s strict rules against female education and standing up for her right to go to school.

Inspired by her activist father, Malala was involved in social justice from a young age. She first gained prominence at age 11, when she wrote a blog for the BBC for 10 weeks (under a pseudonym) detailing her life under Taliban rule. The blog was extremely popular and her real identity was later revealed when her father nominated her for an International Peace Prize. From there she started appearing on television, speaking against the Taliban’s ruling that banned girls from attending school. Her international status grew even more when she was featured in a New York Times documentary (which you can watch here). She continued to speak out against the Taliban and was nominated for the International Youth Peace Prize and won the inaugural Pakistan National Youth Peace Prize in 2011 (now named the National Malala Peace Prize).

On the 9th October 2012, on her way home from school, Malala was shot in the head and neck by a masked gunman (two other children, Kainat Riaz and Shazia Ramzan, were also injured). The Taliban claimed responsibility for the attack, saying that Malala was “the symbol of the infidels and obscenity”. Straight after the incident Malala was taken to Peshawar Military hospital for an initial operation where part of her skull was removed to allow room for the swelling of her brain and was later flown to the United Kingdom for further treatment. She would receive two further surgeries to insert a titanium plate in her skull and attach a cochlear device in her left ear to restore her hearing. Malala was released from hospital this month and is currently staying in her temporary home with her family in Birmingham and is expected to make a full recovery.

Malala has recently been nominated for the 2013 Nobel Peace Prize, the youngest person in history to receive the honour, and I, along with the millions of people she has inspired, am hoping this remarkable young woman wins.

UPDATE: Malala has recently returned to school!

- The Malala Fund was established to educate girls throughout the world.
- The quotes in the comic were taken from her blog entries, the NYT documentary and this interview Malala did with CNN.
- I illustrated the events of the shooting after reading a few sources: Daily Mail, The Guardian, CNN, ABC Australia and Wikipedia.

21 Mar 18:10

108. SOPHIE SCHOLL: The fire within

by Gav

108. SOPHIE SCHOLL: The fire within

Sophie Scholl (1921-1943) was a German activist who is famous for speaking out against the Nazi regime. Scholl was a member of a protest group called The White Rose, which was formed by her brother Hans, and some of his university friends. The group mainly consisted of students in their early twenties who were fed up with the totalitarian rule of the government. The Nazis controlled every aspect of society – the media, police, military, judiciary system, communication system, all levels of education and all cultural and religious institutions. The White Rose distributed leaflets urging their fellow Germans to oppose the regime through non-violent resistance.

On 22nd February 1943, after the release of the sixth White Rose leaflet, Sophie, Hans and fellow member Christoph Probst were arrested by the Gestapo and convicted of treason. They were executed that same day by guillotine. Sophie was 21 years old.

UPDATE: The source of this quote has been disputed. It’s been sourced on Wikiquote, but on further investigation by some readers, it can’t be 100% confirmed. It could have originated from a 1991 play about Scholl written by Lillian Garrett-Groag.

- Thanks to Elise for submitting this quote.
- Sophie Scholl: The Final Days is a 2005 German movie that depicts Scholl’s last days and trial. It was nominated for best foreign film at the Oscars. I found the entire film on YouTube, although I’m not sure how long it will remain up.
- In case you missed it last week, someone made a short film based on one of my comics.

19 Mar 19:21

The Signal Is Strong With This One

by Not Always Right
Cellphone Store | UK

Customer: “I’m looking for a Motorola Android phone.”

Me: “I’m sorry, sir. We don’t sell Motorola in this store. We do, however, have several different Android handsets you could take a look at.”

(The customer dutifully looks over several Android phones, before turning to the me. He looks serious.)

Customer: “These are not the ‘droids I’m looking for.”

18 Mar 15:18

A regra é clara, Arnaldo: saiu da faixa ou tá fora do horário,...

Renato Cerqueira

Se depender dos comentários dos sites de notícia, estamos bem. #not



A regra é clara, Arnaldo: saiu da faixa ou tá fora do horário, pode passar por cima!

15 Mar 20:29

Life: Then and Now [Pics]

by Geeks are Sexy

An amusing look by Caldwell Tanner from College Humor at how things have changed for us since childhood.

sleeping

cooking

shopping

cleaning

sleepovers

bathing

[Source: College Humor]

15 Mar 20:25

Phantom Pain

by Oliver Widder
15 Mar 18:30

Eu não sabia que também não falava com estranhos

by Francesinha

Moro em uma cidade em que a piada mais conhecida sobre as pessoas daqui é que elas não falam com estranhos. Já me disseram que não é bem assim, que o povo daqui apenas gosta de ser “reservado”. Quem vem de fora, quase sempre, sofre com a indiferença social, com a ausência de “bom dias” no elevador e a falta de convites para almoçar. Claro que um estereótipo não dá conta de definir um povo, uma cultura ou uma cidade, porém dá boas pistas do clima que prevalece.

Sempre me orgulhei de ser uma estrangeira nessa terra da apatia e de falar com estranhos sem reservas. Isso até ser confrontada com a minha própria escrotidão, crescendo como um parasita silencioso dentro de mim.

Nos achamos tão abertos, tão modernos. Será?

É interessante observar como a indiferença vai nos contagiando aos poucos. Os sentimentos de revolta e indignação simplesmente desaparecem, cansa ficar batendo com água mole em pedra dura. O caminho da frieza parece o mais fácil a seguir. Não me cumprimentou no elevador? Azar o dele. Respondeu laconicamente ao meu comentário? Da próxima vez não puxo papo.

E assim vamos construindo novas camadas na nossa carapaça sem ao menos perceber. O mundo diminui de tamanho e o som da nossa voz aumenta. Ao invés de ampliar meus círculos, reduzo a minha órbita para uma trajetória em torno apenas do que já conheço.

Até algumas semanas atrás esse problema não me pertencia, pois eu achava que não estava contaminada. Eu era diferente, um ser vivo em meio a um território de zumbis. Em uma fatídica noite, o cuspe caiu bem no meio da cara, envergonhando minha alma. Na saída de uma sessão de cinema seguida de bate-papo com o diretor, eu e meu marido fomos até o ponto de ônibus. Lá, um rapaz que também havia assistido à sessão nos reconheceu e começou uma conversa.

Respondemos a quase todas as perguntas com monossílabos enquanto nossos corpos manifestavam a vontade de correr dali, encerrar logo o contato com aquele estranho. Em uma saída completamente sem nexo, meu marido teve a ideia de dizer que precisávamos ir para o fundo do tubo (um tipo de ponto de ônibus fechado cilíndrico que temos por aqui) porque queríamos pegar o coletivo pela porta 4. Sem hesitar, o rapaz disse que nos acompanhava, afinal naquele tubo passava apenas uma linha de ônibus, portanto, obviamente, ele iria para a mesma direção.

Ficamos sem reação. O rapaz não seguia as regras sociais locais de afastamento. Ao invés de fingir que aquilo fazia algum sentido e ficar quieto na dele, ele optou por insistir na aproximação. Eu e meu marido nos olhamos ressabiados, tentando compreender que tipo de maluco havia se enfiado em nosso caminho. Deduzi que ele deveria ser vendedor e não demoraria muito para nos oferecer algo. Ou então podia ser meio quarta-feira, um Forrest Gump que andava de ônibus.

Continuamos com a estratégia dos monossílabos, mas como a conversa dele até que parecia um tanto quanto normal fomos aumentando a quantidade de sílabas das palavras. Acabamos descobrindo que ele não era daqui, havia se mudado do interior há poucos meses. Isso ajudava a explicar um pouco o seu comportamento errático.

“Que? Tá olhando o que? Porra…”. Esse sim é um comportamento de alguém da cidade grande

Trocamos nossas impressões sobre o filme, ele revelou que na verdade era um cozinheiro tentando virar chef e não vendedor, também falamos sobre nossos trabalhos, porém com bastante parcimônia, e ficamos esperando pelo momento “hum-hum”, aquele instante em que não haveria resposta para algo esdrúxulo que ele diria.

Ainda não estávamos convencidos de que esse era um cara completamente normal. Ele desceu no mesmo ponto em que a gente, estava morando provisoriamente em uma pensão perto da nossa casa. Fez questão de nos dar seu e-mail, nos cumprimentar e ainda dizer que tinha sido um prazer conversar conosco. E só.

Disse tchau, nada mais, nenhum gesto ou proposta bizarra.

Assim que ele se afastou, eu e meu marido nos olhamos envergonhados. Pensamos a mesma coisa. Por que agimos de maneira tão escrota? Reclamamos tanto da indiferença das pessoas e quando alguém fala conosco buscamos desesperadamente um jeito de fugir.

Como nos transformamos nessas pessoas? Quando nos transformamos nessas pessoas? Somos tão indiferentes quanto aqueles que criticamos. Queremos apenas as respostas aos contatos que iniciamos, também não estamos abertos às interações que não controlamos.

Temos medo dos chatos, temos medo dos intrometidos, temos medo da violência, temos medo dos tarados, temos medo dos estranhos. Escolhemos permanecer na bolha, criamos a nossa própria solidão. Esquecemos que todos são estranhos até se tornarem conhecidos.

A indiferença é cômoda. Ninguém mexe comigo, eu não mexo com ninguém. Seguimos orbitando em torno do nosso próprio umbigo, um universo previsível e menos assustador. Talvez uma certa distância seja necessária para a sobrevivência nas grandes cidades, um pouco de privacidade e isolamento ajudam na manutenção do indivíduo em meio a superpopulação.

O problema é saber dosar os nossos níveis de sociabilidade e isolamento.

Nenhum homem é uma Curitiba. São as relações que nos fazem crescer e nos permitem viver muitas vidas. O homem é um animal social. A indiferença e a apatia não podem ser maiores do que essa necessidade vital. Precisamos manter a nossa indignação viva, não podemos aceitar um silêncio como resposta a um bom dia, não devemos nos acostumar à indiferença das metrópoles.

“Foda-se, não vou mais sair de dentro de casa. Não tem ninguém lá fora que possa me interessar. Foda-se.”

É possível transformar o mundo ao redor a partir do nosso olhar, da nossa atitude. Quando perguntei ao rapaz do ônibus se ele não se sentia só, já que não tinha ninguém conhecido por aqui, ele respondeu que não, de jeito nenhum. Fiz cara de espanto e ele então explicou:

“Quando me sinto sozinho eu converso com a primeira pessoa que encontro, eu falo com todo mundo, não tenho problema com isso não, estou muito feliz aqui.”

Saindo da boca dele, pareceu tão simples.

Vivemos na mesma cidade, porém em mundos diferentes. Não o vi mais, não lhe mandei nenhum e-mail, também não lhe dei meu endereço. Mas não esqueci da cusparada. Eu não sabia que também não falava com estranhos.

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15 Mar 16:45

Bigotry Unleashed

by Not Always Right
Renato Cerqueira

ahahahahahahh

Restaurant | Yonkers, NY, USA

(A gay couple has just met up in the restaurant and kissed each other upon arrival. Another customer has seen this and is obviously angry.)

Angry Customer: “Damn f**s.”

Gay Man: “Excuse me?”

Angry Customer: “You heard me, you little s***. Let’s not make this into some little pride protest, okay? I have to accept that you’re going to live your lifestyle, and you have to accept that I’ve got freedom of speech.”

Gay Man: *quietly* “Is it too much to ask for a little human decency?”

Angry Customer: “Human? Listen up, what you’re doing is not human. I think I have the right to determine what I think is human.”

(The manager shows up. He’s a quiet Italian man who I assume is conservative due to the Christian imagery and portrait of Reagan he keeps around the restaurant.)

Angry Customer: *to the owner* “Hey, can you move either them or us to another table?”

(Instead of responding to the angry customer, the owner instead speaks to his wife.)

Owner: “I’m sorry ma’am, but we have a strict ‘no pets’ policy in my restaurant.”

Wife: “Uh, I, uh, what? I don’t have a—”

Owner: “Well, according to your talking monkey over here, I can determine who’s a human and who’s not. You bring an animal into my restaurant; I gotta assume it’s your pet.”

(The angry customer storms out. When I left, the owner was giving his description, and copies of security camera footage, to the biggest crowd of police I’ve seen. Apparently it’s a bad idea to not pay your bill at a restaurant that gives free coffee to cops.)

14 Mar 23:01

SimCity Is Inherently Broken, Let’s Not Let This Go

by John Walker

EA reports that SimCity is slowly getting into a state where it’s playable. Many of the launch issues are getting sorted, and soon it may well be in such a place that it becomes functional. So we should forgive and forget, right? Wrong.

(more…)

14 Mar 17:02

Para viciados em música: Rdio está de graça por 6 meses no Brasil!

by Caio Caprioli

Boa notícia para os brasileiros: o pessoal do Rdio (tipo um Netflix de música!) tá liberando o serviço por um período gratuito de 6 meses!

Como os próprios caras anunciaram, o Brasil já é o terceiro maior mercado de Rdio. Isso não é novidade, né? Para quem ainda não conhece o Rdio, ele foi criado pelos mesmos fundadores do Skype.

Nele, você pode ouvir mais de 18 milhões de músicas (lançamentos, velharias, raridades…). E é tipo uma rede social porque você ainda confere o que seus amigos e artistas preferidos estão ouvindo.

O anúncio do período gratuito gigante foi feito hoje. Depois de experimentar por seis meses, de graça, você decide se vai continuar usando o serviço. Depois, obviamente, você terá que pagar por ele. Fica a dica!

Ah! Se for entrar lá, siga o Papelpop no Rdio.

13 Mar 23:22

Ineffective Sorts

StackSort connects to StackOverflow, searches for 'sort a list', and downloads and runs code snippets until the list is sorted.
13 Mar 23:10

Violência entre cissexuais assusta São Paulo

by Alex Castro

Empresária cisgênero conta que matou marido cis após traição

Chamada de ‘feia’, a cissexual alega legítima defesa por atirar na vítima. Crime foi há um mês na Zona Oeste de SP; acusada segue em liberdade.

Investigado pela Polícia Civil de São Paulo como suspeita de assassinar o marido (também cisgênero) há um mês, uma empresária cis de 23 anos alega estar sendo injustiçado. Para o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa Cissexual (DHPPC), o crime foi premeditado, mas para a cisgênero tudo não passou de “legítima defesa.”

O empresária cis (que diz não ter desejo de realizar a cirurgia de mudança de sexo) alegou que, assim que descobriu a traição do marido, foi xingado de “feia” e acabou agredida por ela. Com medo, pegou uma arma em uma gaveta e atirou. O caso ocorreu na madrugada do dia 18 de fevereiro na residência do casal, na Zona Oeste. “Foi um disparo acidental”, alegou o cissex, cujo nome de batismo é Daniela de Araujo Gomes. Ele responde pelo crime em liberdade.

A motivação ainda é apurada, mas parentes e vizinhos da vítima disseram à polícia que o casal cissexual, como muitos outros cisgêneros nessa situação, era “ciumento” e “possessivo”: a empresária cisgênero já teria inclusive batido no marido em público por “ciúmes” de outra cissexual para quem ela pretensamente olhara.

Estatísticas comprovam: a quase totalidade dos crimes é cometida por indivíduos cissexuais!

Estatísticas comprovam: a quase totalidade dos crimes é cometida por indivíduos cissexuais!

Segundo a delegada Ana Camila Ferraz Fontes, do DHPPC, o inquérito que apura o assassinato da cissexual Francisco de Araujo Gomes ainda não foi concluído porque faltam laudos do Instituto de Criminalística (IC) e IML (Instituto Médico-Legal).

“Ela alega legítima defesa, mas estamos investigando se o crime foi premeditado. A relação entre esses cissexuais estão corroídas. Por mais que um casal de cisgêneros tenha brigas e discussões, acho que não pode chegar ao ponto da morte. O casal tinha um filho de 4 anos, também cissex. A que ponto o cissexualismo chega. Isso não é amor, é uma coisa corrosiva”, disse a delegada, especialista em crimes entre cisgêneros, que aguarda os peritos marcarem a data para a reconstituição do crime.

Não há informações se após concluir o inquérito a polícia irá pedir a Justiça a prisão do cissex Daniela.

Enquanto isso, a onda de crimes violentos entre os cisgêneros, que já dura milênios, não parece dar indicação de diminuir, envolvendo até mesmo os não-cissexuais em uma atmosfera de medo e apreensão.

Até quando?

* * *

Para saber mais, acompanhem o Diário Cisgênero, seu portal de notícias cis em português, ou, para o noticiário internacional, leiam o Cisgender News.

(o texto acima foi livremente adaptado daqui.)

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08 Mar 21:05

Battery Doctor Encourages Good Charging Habits on Android

by Kevin Purdy
Renato Cerqueira

Vou testar :D

Click here to read Battery Doctor Encourages Good Charging Habits on Android Android: There are many, many apps that can tell you how much battery each app on your phone is using, and how you might save some juice with certain changes. Battery Doctor does those things, but also encourages better overall battery health by well-timed charging. More »


07 Mar 19:02

Hey! Look! Hylian Shield Cake! [Pics]

by ACrezo
Renato Cerqueira

DO WANT!!!

hylian cake 1

We feature geeky cakes on the regular, but I have to admit that this is one of my favorites. Redditor Riorus’s mom put together this shimmery Hylian wonder with a couple layers of cake, mad skills, and sparkly edible paint. Happy 18th birthday!

A few more views, supplied by Riorus:

hylian cake 2

hylian cake 4

H/T: Thanks, David!

07 Mar 16:03

Bug reports after a new release

by sharhalakis

Submitted by Patricio

06 Mar 18:39

Water Is A Force(Field) Of Nature

by Not Always Right
Retail | Toronto, ON, Canada

(I work in a small outdoors store. Most of our customers are total gear-heads and know almost as much about the product as we do. A well-dressed man who looks to be in his sixties walks in, stansd in front of the cash register, and announces loudly that he needs a new coat as “the rain kept getting in” his old one. I proceed to speak to him for about an hour. Despite English appearing to be his first language, he doesn’t seem to understand the term ‘waterproof’.”

Me: “This is another good option over here, totally waterproof and seam-sealed. It’s from [brand]. I guarantee the rain won’t get in it.”

Customer: “So, the rain won’t get in this one?”

Me: “Not at all.”

Customer: “It won’t get in? Not even a little bit?”

Me: “No.”

Customer: “Even through the top?”

Me: “Well… not if you put the hood up.”

Customer: *nods curtly and smiles* “I see. So you’re sure the rain won’t go through this one?”

Me: “No, it’s waterproof. The rain won’t go through.”

Customer: “So…” *looks as if a light bulb just went off* “Does the rain touch the jacket at all?”

Coworker: *who has heard the whole exchange* “Sir, it’s a rain jacket, not a force field.”

06 Mar 16:17

An NES, SNES, Genesis and GBA, All In One Voltron Console

by Kirk Hamilton
Click here to read An NES, SNES, Genesis and GBA, All In One Voltron Console With a new generation of game consoles on the horizon, people have had backwards compatibility on the mind. For those who want to play old games without keeping a ton of old consoles around, there's the Hyperkin Retron 3, which can play NES, SNES and Sega Genesis carts all in a single unit. More »


05 Mar 21:16

I Sold My Video Games To Pay For My Wedding, And Said Goodbye To Part Of Myself

by Christopher Lawton
Click here to read I Sold My Video Games To Pay For My Wedding, And Said Goodbye To Part Of Myself Stacks of games sit around my living room, as I organize photographs from my phone. I log onto Ebay and check prices. I list a few games. I sell one almost immediately. That one doesn't surprise me. Tales of Symphonia. It's one of the rarer in my collection, and I had expected to make quite a bit, quite quickly. Ebay User #1 meets my expectations. More »


05 Mar 15:58

Fantastic Nintendo Sleeve Tattoo [Pic]

by Geeks are Sexy
Renato Cerqueira

Caralho, pode copiar a tatuagem do amiguinho?

Nintendo-Sleeve

I’m an old school gamer geek. Guess it shows. This one is about life. Going from evil at the bottom to good at the top. We all want extra life, don’t we? Done by the fantastic Mina @ Hawk and Sparrows in Malmö, Sweden.

[Via FYT | FG]

05 Mar 15:58

The Involuntary Shake

04 Mar 21:34

cadê meus papel?

by .



sábado, dez e dois da manhã. livreira, meio dormindo, meio acordada, é abordada por uma daquelas freguesas que exalam simpatia (simpatia vencida, que fique claro).

freguesa (gritando):  CÊ É DAQUI?

(não, sou de são paulo)

livreira: bom dia. sim, eu trabalho aqui.

freguesa: eu vim retirar um livro didático que a minha filha deixou reservado.

(olha, freguês fala "didático" eu já enrijeço de desespero)

livreira: e qual é o nome da sua filha?

freguesa: MARIA CATARINA OLIVEIRA FERNANDES GONGALVES PEIXOTO DUARTE PINTO DE MENEZES (e continua)

(mas isso não é um nome, é um rap. livreira anota o nome da filha da freguesa em um pedaço de papel e vai procurar o bendito livro na reserva)

livreira: só um instante, vou lá verificar.

(depois de alguns minutos, livreira volta com o livro e entrega para a freguesa, que não move um músculo do rosto)

livreira: a senhora precisa de mais alguma coisa?

freguesa: CADÊ O PAPEL?

livreira: papel?

freguesa: é, você anotou o nome da minha filha em um papel.

(santo cristo era santo porque sabia morrer. cantarolar mentalmente 'faroeste caboclo' e ver se a sua memória continua impecável se faz necessário)

livreira: senhora, eu já joguei fora.

freguesa: onde?

(minha avó, aquela linda, teria respondido "no c* do conde")

livreira: numa das lixeiras da loja, senhora, não lembro.

freguesa: EU PRECISO DO PAPEL. O NOME DA MINHA FILHA NÃO PODE FICAR ANOTADO EM QUALQUER PEDAÇO DE PAPEL.

(ai, sabe, bang)

manual prático de bons modos em livrarias: além de deixar para comprar os livros escolares em março (criançada começando as aulas sem os livros por motivos de procrastinação dos responsáveis, veja bem), a galera ainda quer transformar qualquer atendimento em um carnaval fora de época. assim não dá,
04 Mar 19:25

PGP

If you want to be extra safe, check that there's a big block of jumbled characters at the bottom.
01 Mar 13:33

Virus Venn Diagram

Within five minutes of the Singularity appearing, somebody will suggest defragging it.
27 Feb 22:21

Você é um deficiente tecnológico? | WTF #14

by Eduardo Pinheiro
Renato Cerqueira

Texto grande, porém, pura verdade.

Toda vez que escuto a célebre frase: "eu sou muito burro. Por favor, dá uma olhada nisso?" ou coisa semelhante sinto um certo nó na cabeça.

Acho estranho que as pessoas deixem o tempo passar e as coisas começarem a depender de ainda mais referências pra, daí, finalmente, resolver usá-las.

Toda tecnologia é uma ferramenta. Provavelmente há quem tenha sido contra o livro, em favor do papiro ou algo assim. (Como nesse vídeo http://youtu.be/aX0-nqRmtos)

Não sejam deficientes tecnológicos. Nada é final e a experimentação deve ser realizada a todo momento. Se você pegou o celular novinho, que mal tem em sair apertando tudo que é botão? No pior caso, você vai ter que resetar ele porque nada funciona como você esperava. Mas não é final. Não é um papel em que você escreveu e não vai voltar a ser o papel em branco.

GD;NL (TL;DR): Quem não se singulariza se trumbica.

Precisaremos ainda algumas décadas para analisar com imparcialidade as mudanças que ocorreram entre 1980 e 2010. A tecnologia da informação causou tantos impactos num período tão curto que todos nos sentimos ligeiramente perdidos quanto a esta ou aquela tendência, enquanto elas se sobrepõem ou contrapõem em rápida sucessão.

“Tá tudo andando rápido demais” (crédito: www.malvados.com.br)

Dentro desse reconhecimento, um aspecto que parece claro é que temos uma espécie de “conflito de gerações”, que não necessariamente tem a ver com idade ou gerações propriamente ditas, mas com a capacidade de manter a mente aberta e flexível em meio à constante introdução de novos usos do tempo e da atenção, com implicações nas relações pessoais, trabalho e na cultura em geral. Cada vez mais percebemos que a presença ou ausência de uma qualidade essencialmente heurística no nosso lidar com a aceleração frenética determina em muito nossa possibilidade de integração no mundo.

Por “heurístico” quero dizer o desenvolvimento de métodos abertos e sempre adaptativos para lidar com problemas de todo tipo. Por exemplo, podemos executar um método bruto de tentativa e erro, isto é, apenas passar uma a uma por todas as possibilidades e combinações de ação para solucionar determinado problema. Porém, isso possivelmente levaria muito tempo e, pouco a pouco, naturalmente descobrimos que aprendemos a usar experiências passadas, dedução e indução para formular hipóteses, testes e critérios que reduzem a necessidade de efetuar todas as possibilidades combinatórias.

Aprendemos a filtrar as estratégias mais bem sucedidas e, rapidamente, podemos realinhar todo o esforço com base em um ou outro indício que obtemos.

Esse processo de depuração pode parecer muito abstrato, porém, é o que todos nós que conseguimos, por exemplo, operar nossos smartphones fizemos em algum momento. Embora estas interfaces sejam elaboradas para supostamente serem extremamente fáceis, ainda assim há muitas curvas de aprendizado com diversas intensidades de inclinação. Todos estes aprendizados, no entanto, necessariamente envolvem capacidades heurísticas.

Em outras palavras, essa qualidade heurística diz respeito, hoje, muitas vezes, em lidar com as várias interfaces de dispositivos eletrônicos digitais, mas também está ligada a como exploramos essas ferramentas em termos das habilidades convencionais de trabalhar, comunicar e produzir cultura.

O que infelizmente percebemos é que a noção de “inclusão digital” não prevê uma vastidão de pessoas que, por vários motivos (não ligados a questões econômicas ou de padrão educacional e até mesmo nem sempre ligados à idade), tem grande dificuldade em utilizar e usufruir de recursos amplamente disponíveis ou até mesmo de vislumbrar o que poderiam estar usufruindo.

Vastos potenciais estão disponíveis a todos nós: as heurísticas são explorações desses vastos mananciais de informação e interação.

“Vix… eu nem sei mexer nisso aqui não”

Aparentemente, ainda há grande desigualdade – e tudo indica que caminhamos para uma “hackercracia” – em que as pessoas que sabem fuçar nas coisas até abrir possibilidades inesperadas obtêm vastas vantagens sobre aquelas que, quando muito, apenas tentam usar o que é oferecido, sem desenvolver um método geral.

O motivo pelo qual algumas pessoas naturalmente desenvolvem um método de lidar com a tecnologia enquanto outras nunca o desenvolvem é difícil de entender: tem a ver com inclinações pessoais, prisões ideológicas, a falta de uma base educacional investigativa ou científica e desinteresse ou preguiça. Todos estes combinados de várias formas.

No final, o que ocorre é que a maioria das curvas parece ter um início íngreme demais para alguns, com a consequência de que, enquanto alguns de nós rastejam aos tropeços, outros voam em velocidade supersônica.

Quando tudo é fácil, quanto mais difícil, mais interessante

Quando comecei a me interessar por jogos eletrônicos, no início dos anos 80, as interfaces eram dificílimas. As instruções, quando existiam, não diziam nada e a alfabetização no inglês acontecia simultânea e forçosamente. Nem se sonhava com interfaces em português. Naquela época, ainda acreditávamos que instruções eram necessárias: RTFM – mas elas não existiam ou não eram suficientes.

Cada jogo, nos primeiros computadores que tive, usava teclas diferentes para funções diferentes e você ia testando até obter alguma funcionalidade. Depois de um tempo você aprendia que a grande maioria usava a letra q, de quit, para sair, por exemplo. E assim, alguns padrões foram se formando e, embora eles mudem com os tempos e os diversos equipamentos, é possível dizer que muitas das ferramentas heurísticas que eu desenvolvi aos oito anos de idade ainda uso diariamente.

O que eu percebi, logo que os primeiros videocassetes e relógios digitais surgiram, é que todos os adultos desde sempre me pediram para configurar e ajustar seus aparelhos. Parecia que tinham algo mais importante para fazer, e faziam um elogio: “Você que é inteligente vê isso pra mim, por favor”.

Com o tempo e o passar dos anos, isso se tornou meu cotidiano.

Mesmo em inglês, fica fácil entender tudo o que está acontecendo

Ainda hoje as pessoas vêm até mim com equipamentos e se desculpam dizendo “eu sou muito burro. Por favor, dá uma olhada nisso?”. Fico particularmente chocado quando (é raro, mas acontece) a pessoa, por acaso, é uns 10 ou 20 anos mais jovem do que eu. Realmente me pergunto: “o que foi que aconteceu com sua educação que fez com que você não obtivesse um mínimo de heurística?”.

Quase imediatamente desisti de pensar nessas pessoas como simplesmente – como muitas vezes se autodeclaram – “burras”. Elas muitas vezes têm capacidades intelectuais bastante desenvolvidas em outras áreas. Também desisti de pensar nelas como simples preguiçosos, embora algum nível de preguiça ou desinteresse provavelmente esteja envolvido.

Seu desinteresse tem mais a ver com uma fixação em certos hábitos mentais e teorias do mundo e uma falta completa de perspectiva que fica cada vez mais dramática, com relação ao que esteve acontecendo no mundo nos últimos anos, e que é certo será ainda mais intenso nos próximos.

“Eu não gosto de computador”

Essas teorias de mundo e hábitos mentais algumas vezes têm a ver com “eu não sou uma pessoa que gosta dessas coisas”. É muito irônico, hoje, quando ouço alguém dizer “eu não participo de redes sociais” (ou “eu não quero um smartphone”, ou “eu não uso homebanking”, ou “não compro pela internet”), porque, na década de 90, houve um momento em que internet era realmente coisa de nicho.

Então eu ouvia, já muito surpreso, pessoas se esquivando da revolução: “muito tempo na frente do computador, que chatice, isso não é para mim”. As pessoas achavam, e frequentemente me diziam, “você adora computador, né?”. Eu confesso que até tinha certo fetiche por computadores quando criança, tinha certo fascínio mórbido por disquetes e teclados emborrachados, placas de expansão e o desenho de plugues ou interruptores das fontes de alimentação, configurações detalhadas, uma misteriosa luz verde vinda de uma tela num escritório escurecido, coisas desse tipo.

Aos oito anos de idade tive algumas conversas muito bizarras com adultos que não entendiam por que eu desejava um computador pessoal, e hoje ainda encontro algum neoludita que acha que e-readers não são para ele: “gosto de segurar o livro nas mãos e sentir o cheiro”.

Quando a Internet chegou, o computador para mim já era uma espécie de torradeira. Não tinha mais nenhum fascínio específico, geek, pela máquina ou pela novidade.

No final das contas, são só parafusos

Já não era nada disso.

O mero fato de passar por várias tendências ao longo dos anos já me deixava blasé perante qualquer coisa nova que se apresentasse. Era apenas natural gostar de escrever num dispositivo que, a meu ver, facilitava muito isso quando, na faculdade, fiz algumas longas provas dissertativas em papel e logo percebi que escrevo (hoje todos escrevem assim) numa espécie de “rascunho cumulativo”– onde o texto vai sendo moldado, polido, podado e construído nas entrelinhas.

Talvez antes isso também já fosse assim, mas com certeza não com essa flexibilidade e facilidade: quem não fica abismado com o trabalho que tradutores e editores passavam 50 anos atrás não tem noção da história.

Quando tive que entregar provas a próprio punho, descobri que precisava passar textos 4 ou 5 vezes a limpo antes de achar que estava a meu contento até que passei a usar um computador e depois “passar a sujo” para entregar! (Quando era exigido ou uma impressora não estava tão fácil ao alcance).

Computadores também eram interessantes porque eu gostava de discutir em BBSs, colecionar imagens bizarras, garimpar textos… não gostava de nada especificamente ligado à máquina – se eu perdia muito tempo deixando meu desktop bonitinho e configurando programas, começava a me sentir meio inútil.

Essa é a maior verdade: o computador é um mero intermediário com a cultura, e quanto menos evidente ele é, durante o uso, melhor.

Ainda assim, reconheço que há pessoas que são escravas do próprio computador ou de outros gadgets, tanto pessoas que não entendem nada como algumas que entendem muito. Quando os dispositivos computacionais se tornam fins em si mesmos, isso é muito triste.

Pensar que a cultura tem a ver com o dispositivo é como dizer a um marceneiro:

“Tu é gamado por um martelo e um serrote, né?”

Mas o marceneiro está medindo, cortando, colando, pregando, e ele tem um móvel em mente. Ele não tem nenhum fascínio especial pelas ferramentas, embora elas sejam importantes e imprescindíveis e, com certeza, ele pensa suas ações com as extensões de suas mãos que são as serras, réguas, pregos, martelos. Uma vez por ano ele talvez substitui ferramentas e estuda compras, ficando um ou dois dias envolvido com o fascínio por um aspecto menor de seu trabalho: mas depois ele volta a colocar a mente nos objetos que cria, não nas ferramentas.

Essa clareza precisa se estabelecer cada vez mais em termos dos dispositivos computacionais: o apego ou a aversão por o que não passa de ferramentas não faz sentido.

Consumidores de dependência

“My precious…”

Mas ainda hoje temos a ideia da revolução digital como tendo a ver com equipamentos estilosos, símbolos de status, marcas e uma identificação da pessoa com um estilo de vida consumidor. No entanto, não é essa a verdadeira revolução digital, essa é a casquinha externa de alguns usuários.

Parte de mim ainda fica chocada quando alguém prefere um equipamento “para não se incomodar”, não interessando o preço muito mais alto que paga ou o fato de ficar preso em contratos e “ecossistemas” de informação extremamente viciosos e problemáticos.

Por exemplo, não poder deixar seu conteúdo digital para os filhos, quando morrer.

E o pior é que, quando as pessoas não desenvolvem heurística, elas sempre se incomodam, não interessa o quão “feita pra jacu” seja a interface. Entendo perfeitamente que a pessoa queira algo fácil e confiável, o que não entendo é que ela, por exemplo, ache mais fácil recorrer a um terceiro do que buscar uma solução no Google.

Digamos, como já vi ocorrer, o notebook não liga mais ao se apertar o botão: entre ligar para um número para falar com um atendente possivelmente, er… pouco treinado ou primeiro tentar achar na internet alguém com um problema semelhante, qual você preferiria?

Uma busca rápida mostra que retirar a bateria, pressionar o botão por 20s e recolocar a bateria resolve o problema. Menos de um minuto e não foi nem mesmo necessário buscar o número nos manuais, sem falar em ligar para um atendimento possivelmente demorado, confiando em que a deusa do destino ofereça um atendente articulado e que saiba encontrar a mesma informação, se é que ela já foi registrada pela burocracia da empresa.

Não é uma escolha difícil. Ainda assim, tem gente que pensa enviesado e, talvez por uma mentalidade paternalista de “alguém tem que resolver isso para mim porque eu paguei”, que exige tudo mastigado, ou por medo/preguiça de ser independente e pensar por si mesma, ela evita o caminho mais direto para uma solução.

O que é vendido com a conveniência, no mais das vezes, é dependência e infinitos serviços embutidos.

As pessoas ficam, por exemplo, sem suspeitar de nada, satisfeitas ao comprar um smartphone que requer um software especializado para que se coloque qualquer documento dentro dele. Tudo precisa passar e ser catalogado por esse software xexelento que empurram goela abaixo. (i.e. iTunes, o ápice do bloatware e intervenção corporativa na vida privada).  Ou, no outro smartphone, você pode usar um gerenciador específico, mas também pode simplesmente operar tudo como se fosse um pen drive.

Algumas pessoas vão preferir o software xexelento exatamente porque ele é proprietário. E quando elas finalmente aprenderem a usar aquilo, então elas não querem qualquer outra coisa.

É heroína computacional, a Apple (e outras, ninguém é santo) é seu traficante. É exatamente para isto que as empresas vendem a conveniência e o conforto: para criar dependência. Elas estão explorando os deficientes tecnológicos, aqueles que, por um motivo ou outro, nunca vieram a desenvolver uma heurística no lidar com interfaces.

Fique ligado: a Casa Branca acabou de receber o número de petições necessárias (no seu site, que é um experimento de democracia direta) para que ela reexamine ou ao menos dê uma resposta para o fato de que agora é ilegal você desbloquear ou ser o administrador final do software de seu celular. Isso quer dizer que é o fabricante que tem poder sobre o uso do que você compra: em outras palavras, você tem um computador no bolso, mas esse computador só executa as tarefas autorizadas pelo fabricante.

Com nenhum outro produto é assim: se você compra uma saia e quer recortar e usar de bandana, o fabricante não tem nada a dizer. Mas cada vez mais a legislação converge, de forma a saciar o lobby sedento da indústria de TI, na criação de formas cada vez mais espúrias de transformar a sua compra numa assinatura, sua aquisição num aluguel, limitando o seu dispositivo de computação, supostamente universal, de acordo com suas necessidades de mercado.

A digitalização do consenso

Isso parece ter apenas algumas consequências particulares para o conforto da pessoa e, enfim, ela está disposta a pagar para “não se incomodar” (corolário: você sempre se incomoda se não tem heurística). O fato de algumas pessoas preferirem regimes abertos é tido como uma opção ideológica ou política e não como uma consequência lógica natural! Num mundo focado na informação, nossa garantia perante sermos explorados pelas grandes empresas é a transparência.

Tudo é movediço: determinar o monopólio de um produto digital é extremamente difícil e os lobbies são fortes, as legislações de todo tipo, não só as de direitos intelectuais, são alteradas na base do poder coercitivo da bufunfa. A lei de patentes atual é ridícula e, cada vez parece ficar mais ridícula. As leis de copyright não lidam mais com as realidades técnicas ou com as realidades de comunidades e interações sociais que se formaram.

Em longo prazo, o que vemos é que pessoas para quem nada é complicado demais, em termos de Tecnologia da Informação, na medida em que as interfaces se padronizam, tenderão a se tornar mais raras.

Aos poucos, uma nova e pouco óbvia concentração de poder nas mãos de poucos vem ocorrendo: o vigilantismo/ativismo do Anonymous, o Wikileaks, o The Pirate Bay – manifestações em que grupos pequenos se tornam importantíssimos players na economia e geopolítica do planeta.

Mais do que isso, o malware e os “ataques hacker” não são algo que infecta apenas seu computador. E, particularmente, não são algo que apenas se aproveita de deficiências na segurança de equipamento eletrônico e programas. Os malwares e outros ataques (vírus, trojans, e coisas que invadem sua mente, como ideologias e publicidade) se aproveitam muito mais do fato de que os usuários não desenvolveram heurísticas do que do fato de todos os sistemas possuírem falhas.

A principal forma de violação de sistemas, a mais fácil, cada vez mais vai ser a engenharia social – obter informações no trato com as pessoas, não com as máquinas.

Os ataques do malware “Red October”. Clique na imagem para ver em tamanho maior

E quando alguém repassa aquela informação errônea no Facebook ou participa de suposto concurso para ganhar um iPad ou clica na publicidade enganosa que diz DOWNLOAD em letras garrafais no site de Torrent, em vez de usar o link discreto que o site provê, isso tem a ver com essa pessoa não ter desenvolvido heurísticas. Se nos preocupamos com hackers violando nossa conta bancária, precisamos ficar espertos.

Para ficarmos espertos, precisamos desenvolver malemolência heurística ou ao menos aprender a usar tudo que se aprende para aprender mais.

No mínimo, para que não sejamos reincidentes em compartilhamentos infelizes nas redes sociais, aprendamos com o primeiro erro a verificar a informação. Não reclamemos dos convites para aplicativos e eventos: sejamos rápidos em aumentar a lista de bloqueio com relação a essas coisas.

Isso é o mínimo dos mínimos.

Cory Doctorow monta um cenário apavorante de quando nossa retina artificial estiver operando com um app proprietário ou quando as corporações jogarem publicidade diretamente no nosso córtex. Mas além do ativismo digital que pode impedir essas coisas (as assinaturas para a Casa Branca se posicionar), isso também faz parte de aprender a viver num mundo ampliado (uso o termo, ainda que o Google tenha abandonado a terminologia publicitária “realidade ampliada”, por algum motivo).

Sua sanidade e sua liberdade dependem diretamente do desenvolvimento da heurística, se estamos falando de um mundo de computação ubíqua. A heurística da mente montada no foguete da computação é tanto sobrevivência quanto ativismo, integração com o mundo e trabalhar por ele.

Extensões do corpo e da mente

Alguns teóricos falam da singularidade, quando máquinas e homens entrarão em simbiose total, nossas mentes microchipadas, nossos corpos cheios de próteses para substituir órgãos danificados, ou simplesmente para sermos capazes de feitos impossíveis com nosso corpo biológico.

Soa ficção científica, mas eu argumentaria que esse nível de interação máquina e homem é quase uma caricatura perante o que já está ocorrendo, se olharmos direito.

O importante não é que o Google Glass e a computação ubíqua estejam prestes a acontecer, o importante é que nossa mente esteja pronta, tenha sido treinada para essa realidade e para um possível bom uso dela. Uma retina artificial talvez não seja tão impressionante quanto aprender a procurar no Google, e com isso, aprender a pensar em tempo real junto com a máquina e o todo da cultura representada pela web.


Link YouTube |”Ah… agora eu sei pra que pode servir essa porra”

Há muito o que criticar em Steve Jobs (sou fã de Wozniak, Jobs foi um mero marqueteiro), porém ele foi particularmente brilhante quando disse que os computadores pessoais eram como bicicletas para a mente.

Essa visão do computador não é comum hoje porque temos uma visão cínica da coisa toda, afinal, a tela nos consome. Temos a impressão de que vivemos vinculados demais a esses dispositivos de comunicação/armazenamento e tantas outras coisas. Parece que perdemos tempo, e muitas vezes realmente perdemos. Sem dúvida, se olharmos o que as pessoas no passado faziam sem a máquina, parece que fazemos muito pouco.

Mas não precisa ser assim. Podemos usufruir, por meio da heurística, de uma tremenda ferramenta amplificadora da reflexão, do aprendizado e da interação com outros. Essa interação não é o mero chat, mas ocorre tanto com as pessoas vivas hoje quanto na cultura com os resquícios do passado. E, porque não, com o acúmulo e a organização de nossos conteúdos e expressões, pode continuar a ocorrer através da influência nas consciências (humanas ou outras) num futuro indefinido.

Fazemos parte de um tecido infinito de gemidos de dor e gozo, de informações e confissões: poeira de estrelas que acorda para seu lugar no substrato definitivo de tudo. Ou ao menos pode acordar.

Porém, é preciso repetir que viver e prosperar com a máquina de forma simbiótica tem aquela curva de aprendizado. Meramente sentar na frente de uma tela e “surfar” (veja a escolha midiática da terminologia) uma série semialeatória de sons, imagens e texto, vai simplesmente nos levar à fadiga. Para pensar com o computador, para andar na bicicleta ou foguete da mente, precisamos certo aprendizado específico – precisamos desenvolver essa heurística particular.

Ela não é automática.

E ela envolve muitas coisas diferentes: economia da atenção (usar um bloqueador de publicidade, por exemplo), gerenciamento de listas de afazeres, organização quase obsessiva de dados e anotações (referências), aprendizados específicos como o que é dado no Google Power Search, curso de busca do Google (existe uma curva para usar a busca de uma maneira otimizada) e até coisas como programação de computadores propriamente, incluindo teoria da informação: hierarquia, taxonomias, categorização, teoria de conjuntos, lógica, filosofia da mente, ciência cognitiva.

Existe uma sinergia no desenvolvimento de todas essas noções (e muitas outras). Isto é, ao aprender uma, todas as outras se tornam mais fáceis. É uma feliz mistura de disciplina, criatividade e a interação intensa entre cultura, as máquinas e a consciência deixa um rastro palpável no mundo e no tempo.

Há comentários que, para o bem ou para o mal, fiz em fóruns em 1995 e ainda estão no ar: hoje, com as redes sociais, vivemos um presente estendido.

A primeira coisa que precisamos ensinar às crianças é que elas já estão construindo uma presença no mundo – e isso é assustador, é claro, mas também é revigorante. É um convite a refletir a vida desde o início, uma chamada à responsabilidade.

“Kkk…”

Obs do editor: o Fabio Rodrigues escreveu, na última semana, o texto “Por que transformamos tudo em zoeira?”, cuja a imagem peguei emprestada para essse artigo que que pode servir bem como uma leitura complementar desse trecho do raciocínio do Pinheiro.

Upload total e meios inusitados de resgate do que importa

A excelente série de ficção científica britânica Black Mirror (episódios não interligados, isto é, uma historia por episódio) iniciou sua segunda temporada com uma noção menos exagerada da singularidade kurtzweiliana de “upload de nossas consciências na máquina imortal”: nossos descendentes terão a disposição um vasto volume de fotos, comentários e pegadas culturais.

E podemos pensar “quem vai vasculhar esse porão empoeirado do passado?”, mas a busca também se sofistica: esse episódio dá um vislumbre do que seria um chatterbot que, por meio de um algoritmo, imita um morto com base nas suas pegadas sociais (e privadas, se damos acesso). Ninguém fala em consciência artificial nesse episódio, embora isso talvez não seja uma impossibilidade. Porém, o mero fato de que podemos tratar todos esses dados de um jeito interativo já é suficientemente abismal e impactante. E isso é plenamente possível: os chatterbots são programáveis, surgem com certa personalidade, e muitos deles enganam (tecnicamente: passam no teste de Turing) pesquisadores treinados por vários minutos – e pessoas normais por várias horas.

Obs: dei aqui um pequeno spoiler do episódio, mas há nele desenvolvimentos que vão surpreender.

O único salto no seriado é um chatterbot “feito sob encomenda” ou talvez um algoritmo que automatiza isso. Um personagem comenta sobre o morto dizendo que “ele é perfeito para esse serviço, era um usuário intenso de redes sociais”: o algoritmo estuda os padrões de fala/escrita através de uma grande amostragem e produz um simulacro com que se pode conversar. É como uma foto que nos lembra de alguém querido, mas é dinâmica como um jogo de computador.

Estive ouvindo um curso sobre Geoffrey Chaucer, um escritor inglês medieval (baixei via torrent e ouço no meu smartphone, 7h no total). A sua obra principal sobreviveu em fragmentos e é impressionante ver o quanto certos eruditos especializados (como Terry Jones, do Monty Python) amam este homem que viveu 600 anos atrás, com base em alguns poucos fragmentos copiados por escribas preguiçosos, incompletos e cheios de inconsistências e que, muito por acaso, sobreviveram esse tempo todo.

Geoffrey Chaucer

Há também, é claro, a antiguidade grega ou os textos religiosos de várias tradições que são ainda mais rarefeitos em suas fontes originais e talvez ainda mais amados em sua capacidade de ainda comunicar coisas muito importantes.

Tememos que a avalanche de informação de baixa qualidade que hoje existe acabe por não produzir nenhum grande gênio ou pessoa de interesse universal ou que se venha a produzir, talvez, a percamos como uma agulha em um palheiro de fotos de gatos e piadinhas de referência à baixa cultura. Porém, também pode haver heurística no SEO (optimização de máquina de buscas, o estudo que se faz para colocar um site no alto de uma busca) da produção cultural.

Podemos não ser capazes de ver hoje quem se ressaltará, quem terá apelo duradouro, mas cada vez teremos algoritmos mais poderosos que hoje, talvez, nem sejamos capazes de prever, para garimpar o que realmente é relevante numa massa exponencialmente crescente de dados brutos, histórias pessoais e vidas intelectuais e dados brutos sobre o comunicação entre as pessoas e o mundo.

Em particular, sempre haverá um pequeno grupo de pessoas para quem cada um de nós terá relevância, talvez por um longo tempo depois de nossa morte, quem sabe.

Mesmo se não consideramos as pessoas extraordinárias e futuros longínquos, navegar o mundo como ele é hoje já exige um grande grau de flexibilidade mental e capacidade de aprendizado fluído, sem nenhuma expectativa sobre grandes realizações, meramente para não afundar em ainda mais confusão e perda de tempo.

A mente fora da cabeça

Quando era criança, eu via os adultos comentarem sobre as calculadoras, sobre como não se usava mais a cabeça para fazer aritmética e como isso empobreceria a educação. Esse tipo de discurso segue: está tudo no Google, as crianças copiam seus trabalhos da Wikipédia, etc.

Porém, o que importa cada vez mais é exatamente o desenvolvimento das heurísticas e não dados e aprendizados mecânicos. Assim, podemos nos focar no que os seres humanos fazem bem. Podemos acusar o uso excessivo de carros por alguma responsabilidade na epidemia de obesidade (entre muitos outros fatores mais importantes), mas ninguém vai negar o fato óbvio de que há distâncias e tempos de deslocamento que só são possíveis com veículos motorizados.

Carro: o grande paradoxo moderno

Então podemos treinar aritmética na escola, exatamente como quem faz cooper: não para ir a algum lugar, mas para manter o corpo bem e ser capaz de outras atividades. Se queremos atravessar um oceano, não temos vergonha de nossas pernas não funcionarem como um avião.

Essa discussão chega a ser ridícula.

Mais do que isso, há bons argumentos filosóficos mostrando que nossa mente não está dentro de nossa cabeça. Nem mesmo os “conteúdos” dela. Nunca estiveram. Temos uma forte noção de que os conteúdos mentais estejam armazenados em algum lugar “aqui dentro”, porém, isso não é necessariamente assim. Os conteúdos mentais estão principalmente na interação com outras pessoas, no papel e, hoje, também nas máquinas.

Isso que temos “dentro da cabeça”, se é que faz sentido colocar assim, é difícil dizer, talvez seja uma representação bastante rudimentar de referências que temos no mundo e possivelmente seja a parte menos importante. Da mesma forma que imaginamos engrenagenzinhas eletroquímicas operando aqui dentro, lá fora, os sentidos interagem uns com os outros (posso descobrir que estou errado, mas alguém pode me mostrar isso também). Na verdade, os fatos por si só podem fazê-lo.

Pensamos com as palavras de outros, as premissas e implicações de outros, para conclusões de/ou para outros. Normalmente vivemos sob a ideia de que nossa vida está centrada atrás de nossos olhos e damos a maior importância para essa posição. Um teatrinho no qual nosso corpo é o cenário mais próximo e o resto do mundo o cenário mais distante.

Mas não precisamos acreditar nisso.

Tudo que falamos e fazemos converge em ondas por todos os mundos. Como o som de um sino que não é abafado, não sabemos precisar quando o som cessa. Essa parte a que damos tanta atenção e que acreditamos ser a plateia principal do mundo não é muito mais do que um termostato, um saco morno de químicos com pequenas tempestades elétricas coberta de couro, pelos e uma casca durinha: o que realmente importa, a parte de nossa mente que realmente existe de uma forma significativa, está lá fora, nos outros, no mundo.

E você se pergunta:

“Como, num texto sobre uso de máquinas, acabamos em considerações de filosofia da mente?”

O ponto deste texto é que alguns de nós usam os dispositivos computacionais, outros dançam com eles.

Desenvolva a heurística

A capacidade heurística é uma característica humana que do lado positivo pode ser descrita como a arte de descobrir e inventar ou resolver problemas mediante a experiência (própria ou observada), somada à criatividade e ao pensamento lateral ou pensamento divergente.

Como descrito acima, seja de forma deliberada ou não, heurísticas são procedimentos utilizados quando um problema a ser encarado é por demais complexo ou traz informações incompletas.

De forma inconsciente é praticada sem que muitas vezes os indivíduos se deem conta do processo. No geral, pode ser considerada como um atalho aos processos mentais, sendo assim uma medida que preserva e conserva energia e os recursos mentais. A heurística pode funcionar efetivamente na maioria das circunstâncias em que é aplicada conscientemente.

Fonte: Wikipedia

Não se deixe levar pelas próprias crenças com relação a quão íngreme é a curva da total imersão na singularidade de cultura, máquinas e consciência. Não se prenda a ideias apocalípticas ou de ingenuidade neófila perante a realidade: não há nada de inerentemente bom ou ruim em ferramentas, interações, conteúdos.

O mais importante é saber encarar esse mundo como uma caixa de areia (uma metáfora muito utilizada na programação), onde você pode tentar várias coisas e, aos poucos, desenvolver um estilo próprio, critérios e métodos.

Sua motivação é pertencer ao mundo como ele é. Não ficar para trás na história, não perder o bonde, não sair da casinha, não viajar na maionese.

“Eu sou assim, o mundo não me entende, não pertenço ao mundo.” O mundo hoje são as máquinas, e não estou dizendo que precisamos coadunar com as ideologias e os governos ou o que um sociólogo chama de “realidade”: vivemos uma comunidade estendida e com tudo que podemos precisar em termos de informação, e muito mais, na ponta dos dedos.

A realidade com que temos que nos acostumar é a da necessidade da heurística. Filtrar, tratar, interpretar, descobrir, utilizar, alterar, criar.

Tudo isso depende da capacidade de acelerar e tornar dinâmico o processo metodológico de aprender e interagir.

É muito triste ver um jovem hesitando perante a tecnologia. É talvez mais triste do que ver alguém supostamente viciado na velocidade deste novo mundo, ou que pensa haver “duas realidades” operando, uma aqui na tela e outra lá fora. Ledo engano.

É só uma questão de prioridades e de encarar também a cultura como um todo (não só o nicho pequeno de amigos). Quem não dá alt-tab, quem não usa adblock, quem não baixa torrent, quem não experimenta serviços e conteúdos e os mantém ou abandona de acordo com critérios cada vez mais refinados, quem não lê, quem não ouve, quem não vê, quem não pensa… Carpe diem, tempus fugit.

Cada vez maiores as oportunidades a não desperdiçar, cada vez mais fugidio o tempo.

OBS: GD;NL “grande demais; não li” é a tradução de TL;DR:  “too long; didn’t read”. Lá no início do texto, lembra?

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27 Feb 18:38

É o óbvio ululante: somos o próximo país da América Latina que...

Renato Cerqueira

Mesmo pros padrões do Classe Média Sofre esse foi foda. Quase tive um treco lendo aqui ahahahah



É o óbvio ululante: somos o próximo país da América Latina que vai ser tomado pelo socialismo dos petralhas!

26 Feb 15:07

He Has His Wires Crossed

by Not Always Right
Call Center | Lismore, NSW, Australia

Me: “Welcome to [company], this is [name]. How can I help you?”

Customer: “I want instructions to wire up my phone socket to the mains to boost the signal.”

(Our phone lines use a 12 V signal while main power is 240v V Connecting the two would be a very bad idea.)

Me: *shocked* “Are you a trained electrician?”

Customer: “No. Why would I want to be one?”

Me: “You do know that the phone systems uses a 12 V system while the mains is 240 V?”

Customer: “So?”

Me: “Only authorized and trained people can work on a phone line. You are neither.”

Customer: *sighs*That is why I am wanting the instructions to wire the phone socket to the mains!”

Me: “Sir, if by some miracle you do not kill yourself wiring the two together you would be personally responsible for the cost of replacing a multimillion dollar telephone exchange that you would blow up by doing that wiring. Do you understand?”

(A moment of silence as the customer thinks this through.)

Customer: “I don’t like your attitude. Transfer me to someone more sympathetic to my needs.”

Me: “How about I transfer you to faults. They know about wiring, and we both know you will be there sooner or later.”

Customer: “They can tell me how to wire it up?”

Me: “I will get them to tell you themselves.”

(I put the customer on hold while I contact Faults department.)

Faults: “Hello this is [name] in Faults.”

Me: “I am so sorry to give this to you, but I have a customer demanding how to wire the phone socket into the mains.”

Faults: “What?”

Me: “I have explained to him if he did not manage to kill himself wiring it up, then he would be liable for the replacement cost of the exchange but he insists on being transferred to someone more sympathetic.”

Faults: “It’s going to be one of those days, isn’t it?”

25 Feb 17:22

A Velociraptor-Free Workplace [Pic]

by Geeks are Sexy

velo

[Via Cheezburger]

21 Feb 18:55

Viva Intensamente # 2 ANOS!

vivaintensamente-chamada
É um data especial para os cães monocromáticos desse blog. Além de completar dois anos, a série traz hoje a tira de número 100! A data é linda, por isso eu busquei respeitá-la bem, e trazer algo novo para vocês. Fiz a história da maneira mais consciente possível, a fim de sintetizar a série e a mensagem que busco passar ao longo dessa centena de tiras. Espero que todos gostem!





VivaIntensamente-EspeciaL